Era uma sexta-feira à noite e Rebeca Rivadeneyra tinha um encontro. Ela, de cara bonita, lábios carnudos, cabelo loiro caindo logo abaixo das costas, andava como uma modelo e fazia os homens a admirarem com gosto. Enquanto esperava sentada no bar, estava vestida com saltos altos e uma saia curta, seu corpo sexy e ousado exposto para todos verem, para que os homens pudessem babar diante da jovem de 25 anos. Naquela noite, era o primeiro encontro dela com Domingo Bauza, um empresário muito bem posicionado com quem uma de suas melhores amigas havia marcado um encontro. O objetivo era claro: Rebeca tinha que convencer o empresário a contratar a consultoria de como gerenciar sua marca. As últimas tendências em branding exigiam estratégias de vendas e posicionamento social da marca de referência. E a empresa de Bauza era uma cabeça de ponte atraente para as aspirações da empresa onde ela trabalhava. Rebeca estava pensando nisso, até que notou o olhar de Domingo. Ele sorriu enquanto se aproximava para cumprimentá-la. Ela ficou surpresa que, para um homem negro, ele realmente parecia muito elegante. Domingo tinha um estilo sofisticado impecável: camisa impecável, calças plissadas, sapatos de couro e um corte de cabelo recém-feito. Era um pouco mais velho, perto dos 40 anos, claramente alguém maduro, no auge da profissão. Cubano de nascimento, Domingo era filho de um casal de imigrantes cubanos que fugiram para Miami assim que Fidel Castro tomou o poder na ilha. Para sorte deles, o trabalho duro e os bons contatos os fizeram acumular uma grande fortuna. Eles faleceram e deixaram para o filho uma herança. Agora Domingo, morando no México há alguns anos, era investidor de vários projetos em Jalisco e Nayarit. Rebeca se sentiu lisonjeada por ser vista com um homem tão respeitável e bonitão enquanto estavam sentados em sua reserva no pequeno e exclusivo bistrô da zona nobre. Então, Rebeca", Domingos sorriu calorosamente. "Isabella me disse que você está trabalhando com vendas?" O garçom já tinha servido o vinho. Rebeca ajustou a alça do vestido. Os peitos dela, apesar de não serem grandes, se exibiam maravilhosamente no top moderno e decotado. "Bom, como você sabe, trabalho numa consultoria de gestão de relacionamento com o cliente. Na verdade, estou caminhando pra uma vaga de diretora regional, mas sim, no fim das contas, acho que dá pra dizer que tô em vendas." Ela sorriu educadamente pra Domingos. Não queria que ele pensasse que ela tava naquele encontro pra conseguir algum acordo. Ela era uma mulher de carreira bem arretada, embora no fundo amasse o desafio e a competitividade do trabalho. Sabia que o status de Domingos era muito superior. Ela e a família, apesar de serem de uma família respeitável, tinham caído de nível. E hoje cabia a ela e aos irmãos tentar restaurar o prestígio da família. Certamente ela ainda não tinha encontrado a fórmula, mas o objetivo dela era subir de cargo no emprego. A conversa foi ficando mais solta. Pararam de falar como estranhos e começaram a se tratar por "você". Ele pediu pra ela chamá-lo de Dom. O apelido do nome dele. Ela aceitou e começou a falar dos planos e projetos dela. Domingos concordava com a cabeça. Falaram da empresa dele, da qual ele tinha virado sócio recentemente. Falaram sobre a vida na cidade, onde Domingos era dono de um condomínio num empreendimento de luxo e Isabella, a amiga da Rebeca, estava alugando. A vez que ele olhou pra ela pela primeira vez, enquanto visitava a amiga. E se não fosse por ela ter se adiantado, ele teria se atrevido a pedir ajuda pra Isabella pra contatar a Rebeca. Falaram do interesse em comum no sonho americano: construir um patrimônio, fazer ele crescer e conseguir deixar um legado nessa vida. Com o tempo, um casamento grandão, um matrimônio e uma paternidade feliz, uma casa grande com quintal, uma Família jovem e feliz, um Golden Retriever e todos os enfeites. Ela vinha de uma família numerosa, tinha crescido estudando nos melhores colégios católicos da região. Ele tinha crescido como filho único, num país que não era o dele. Mas que o adotou de imediato, e onde a família dele progrediu bastante. Não pareciam ter muito em comum, mas a sintonia em relação ao que vislumbravam pro futuro os aproximava bastante. Conforme a noite avançava, Rebeca se sentiu mais próxima de Domingo, dos valores tradicionais e ascendentes que ambos apreciavam. Também se sentia mais perto dele fisicamente. Ele tinha insinuado as mãos pela coxa dela debaixo da mesa de linho branco, a mão dele se movendo discretamente por baixo da saia de seda dela pra tocar a perna macia e tonificada. Ela olhou nos olhos dele com timidez enquanto a mão dele brincava suavemente no colo dela. E se não fez escândalo, foi porque realmente precisava fechar aquele negócio. Assim conseguiria melhorar seu posicionamento dentro da empresa. Gostava de ver o quanto Dom estava interessado. Não tinha intenção de se entregar no primeiro encontro, mas apreciava o estilo direto dele. A confiança dele, tateando, a tinha levado a um estado de se arriscar. Precisava implantar na mente de Dom a necessidade de fechar o trato. Se Dom pretendesse outra coisa, ela teria que lidar com isso e deixar claro que o encontro era estritamente só de negócios. A buceta dela estava inchada e suculenta, expectante, enquanto os dedos viris roçavam a pele macia dela. O pouco de vinho também não fez mal pra deixá-la mais receptiva a ele. No fim da noite, Dom a levou pra casa dela, como num livro de contos de fadas. Ele era mais alto que ela (1,95 contra 1,60) e quando ela olhou nos olhos dele, sentiu que ele estava se derretendo por ela, e trocaram um beijo suave na bochecha. Ele segurou a mão dela com significado, sorriu e disse boa noite. Por dentro, o coração de Rebeca se derreteu. Que cavalheiro! Se Domingo Bauza era como parecia ser, o trato Seria um fato consumado, e ela finalmente conseguiria a tão esperada promoção. O jeito que ele a olhou como se fosse um pedaço suculento de carne; e mesmo assim foi super respeitoso. Isso a deixava louca. Uns dias depois, a mensagem do sr. Bauza foi definitiva. Ele aceitava o acordo da empresa, que Rebeca Rivadeneyra representava. Em troca, pedia encarecidamente a Rebeca que continuassem se vendo. Com o negócio fechado, ela mandou na hora um texto pra amiga Isabella dizendo que o encontro tinha sido um sucesso, depois se deitou na cama pra esfregar a buceta escorrendo. Gozou rapidinho, imaginando as mãos do Dom por todo o corpo. Ele realmente a tinha deixado excitada! Os encontros seguintes foram igualmente perfeitos. Dom era tipo a fantasia de um solteirão dos sonhos. Rebeca era uma jovem respeitável e protegida, bem-sucedida na escola, na faculdade e na carreira. Ela não tinha parceiro há muito tempo. E, embora ainda não visse casamento no horizonte, a seriedade com que Dom a tratava agora fazia a moça encantadora pensar que talvez o pretendente a quisesse pronta pra casar. Com sua natureza romântica, ela estava pronta pra se apaixonar, mas só de pensar em comprometer seus sonhos e desejos por causa do casamento, já fugia desse compromisso; o melhor era levar as coisas na calma. Dom tinha estabilidade e segurança; seu charme e carinho eram evidentes. Foram devagar com as coisas físicas, mas Rebeca queria que ele ditasse o ritmo; não queria que ele pensasse que era uma mulher safada. Pra falar a verdade, a exploração lenta e cuidadosa que ele fazia do corpo dela a deixava tão tesuda quanto uma puta no cio. Ela se vestia bem sexy pra cada encontro que tinham. O namoro começou no inverno e, conforme o verão se aproximava, ela usava as roupas mais justas e ousadas, que a faziam parecer esplêndida. Dom adorou ver a figura suculenta dela com vestidos colados na arrecadação de fundos de caridade que o governador organizou, ou os peitinhos dela. soltos convidando o olhar dele por baixo do vestido dela numa gala da alta sociedade. Eram um casal bonito e frequentemente eram vistos em círculos ricos, se estabelecendo como um casal endinheirado. Embora no começo Rebeca não sentisse nada por Dom, até agora o mulato tinha feito tudo certo. Não havia dúvida alguma; Rebeca Rivadeneyra agora estava profundamente apaixonada. Dom era tudo que ela queria num homem: um futuro marido e pai, um bom provedor. E ela podia dizer que ele era uma força a ser considerada no quarto, mesmo que ainda não tivessem consumado completamente o amor deles. Ele já tinha deixado Rebeca brincar com o pauzão dele depois de vários encontros, observando com satisfação enquanto ela lambia e chupava o membro inchado dele até o orgasmo antes de levar o esperma dele pra garganta dela. Ele tinha aberto as pernas dela e lambido e tocado a bucetinha pequena e carente dela, especialmente depois de uma longa noite de eventos sociais quando ela estava muito excitada com as provocações dele. Mas ainda não tinham começado a foder. Rebeca precisava disso. Mas tinha que ter paciência. Sabia que Dom estava marcando o ritmo porque levava o relacionamento deles muito a sério. Depois de vários meses de encontros castos, Rebeca apresentou Dom aos pais e amigos dela. Se não fosse por ele ser negro, se encaixaria perfeitamente no grupo de gente branca e rica. Mas o charme de Dom e a conta bancária dele fizeram todo mundo ficar encantado com o novo e gostoso interesse amoroso. A mãe de Rebeca não parava de provocar ela. "Quando é que meu futuro genro vai voltar?" Começou a parecer inevitável que Rebeca e Dom se tornassem oficialmente um casal. Rebeca não sabia quando, mas se sentia cada vez mais segura de que o casamento estava no futuro dela. Não tinha mais medo, afinal amava Dom, e ser marido e mulher era o próximo passo. Então, quando Dom pediu ela em casamento num fim de semana numa casa na praia, Rebeca não se surpreendeu, mas Ela se sentiu profundamente satisfeita. Naquela noite, finalmente consumaram o amor, com Dom brincando pensativamente com os peitos dela antes de enfiar a pica grande dele numa camisinha. "Não queremos nenhum acidente antes do casamento", disse ele com determinação enquanto Rebeca o observava enfiar aquele membro grande e gostoso. Ela concordou com a cabeça. Sabia que, em algum momento, filhos poderiam fazer parte do futuro deles, mas certamente não tão cedo. Os meses passaram felizes para os noivos. Rebeca aproveitou cada aspecto do planejamento do casamento: não era o sonho dela, mas era o mais próximo que tinha. E hoje aquilo se tornava realidade... Então ela se preparou para ouvir. Rebeca, você aceita receber Domingos como seu marido e promete ser fiel na prosperidade e na adversidade, na saúde e na doença, e assim amá-lo e respeitá-lo todos os dias da sua vida? — Sim, aceito. O padre prosseguiu: Que o Senhor confirme com sua bondade este consentimento que vocês manifestaram diante da Igreja e conceda sua bênção abundante. O que Deus uniu, que o homem não separe. Um beijo grande e cheio, enquanto Dom a abraça efusivamente. Oficialmente, já são marido e mulher. A recepção do casamento foi celebrada num resort exclusivo em Punta Mita. Rebeca tinha malhado e sua figura curvilínea estava elegante, tonificada e bronzeada a tempo para a cerimônia. Dom era bonitão e autoritário. A festa de casamento estava cheia de amigos e empresários, todos comemorando juntos. A recepção foi impecável e luxuosa. Naquela noite, na suíte nupcial, Dom e Rebeca se beijaram com urgência. Ela sentiu algo novo e diferente na atitude dele. Agora que estavam casados, ele estava mais enérgico, mais ansioso. Se beijaram apaixonadamente, as línguas se enrolando. Dom desabotoou o vestido dela e agora tirou o sutiã e a calcinha. Os peitos dela apareceram. Dom começou a chupar os bicos com entusiasmo. Ela gemeu, sentando-se contra a pica inchada dele, a cabeça roçando as dobras molhadas e escorregadias dela. Normalmente, ela não esfregava a buceta nua contra o pau dele nu; parecia meio tabu, caso ele a penetrasse sem querer. Agora não tinha mais acaso na proximidade deles. O Dom pareceu sentir o quanto o buraco molhado e quente dela estava perto da cabeça inchada dele e desejou mais contato. Ele avançou devagar e começou a esticar ela sobre a cabeça do pau roxo dele, escorrendo um líquido gostoso de pré-gozo contra a buceta dela. A Rebeca estava ofegando de tesão, a buceta molhada e quente se abrindo ansiosa pra esse invasor grande e delicioso. Ela apertou o suco molhado e percebeu que não estavam protegidos. Ele começou a foder ela com força, o pau se enfiando tão fundo dentro dela quanto conseguia. Ela correspondeu com um desejo sem freio, o corpo dela buscando aprofundar mais, um pouco mais, apertando os lábios da buceta e o clitóris contra ele. Agora era esposa dele e tava louca pra gozar no pau do marido. Conforme os movimentos aceleravam, os grunhidos do Dom eram brutais e o ritmo dele mais violento. A Rebeca sentia ele inchando dentro dela e o corpo dela respondia instintivamente, o prazer atingindo o pico. Ela gritou no orgasmo, a buceta apertada e suculenta gozando no pauzão dele. O pau nu dele agora explodiu dentro dela, e um jato molhado de porra invadiu a buceta pulsante dela, inundando o colo do útero e banhando cada centímetro das entranhas férteis dela com uma espuma branca e grossa. O Dom ficou parado enquanto a porra inundava ela fundo, o corpo dele dominando o dela enquanto se ajoelhava por cima. O novo marido dela agora possuía e tinha inseminado o corpo fértil dela, engravidando ela. A Rebeca ofegou enquanto descia do gozo. "Ah, porra, amor", disse meio preocupada. "Você gozou dentro de mim!" A mão do Dom agarrou ela e puxou pra perto. "É isso mesmo, amor, agora você é minha esposa", disse como se isso explicasse tudo. "Não precisamos mais usar proteção". Ela ficou de boca aberta quando começou a protestar, e ele se inclinou e lambeu ela profundamente, acariciando os mamilos inchados dela com as mãos. Ele apoiou as costas dela na cama e colocou um travesseiro debaixo do quadril dela. "Só relaxa um pouco, meu amor. A gente vai fazer de novo daqui a pouco", disse baixinho, beijando ela. Rebeca sentiu um arrepio de preocupação com os nadadores percorrendo o trato reprodutivo dela; a menstruação tinha vindo duas semanas antes e ela sabia que não era uma boa hora pra correr riscos. Mas os modos do Dom eram muito tranquilizadores e autoritários. Ela não sentia que podia contradizer ele. Amava muito o marido novo. Ela começou a pegar no sono. Todas as manhãs e noites da lua de mel, Dom fodia e gozava dentro dela. No começo, ela achou que ele só estava sendo íntimo e informal, mas rapidamente ficou claro que ele não se importava em engravidar a esposa nova. Ela era recém-casada e não queria criar conflito com ele, mas se sentia insegura com o comportamento dele. Quando ela reclamou do sexo sem proteção, ele sugeriu que ela começasse a tomar vitaminas pré-natais. Ele, de brincadeira, levantava o quadril dela depois de cada vez que fodiam. Pelo menos, ela achava que era brincadeira. Rebeca estava um pouco sobrecarregada e não sabia como reagir. Sabia que casar com Dom significava embarcar, eventualmente, na aventura da paternidade. Mas não esperava que ele ficasse tão arrogante com isso tão rápido. No entanto, ela adorava a nova atenção dele e como ele fodiam ela profunda e amorosamente. Ela vazava o sêmen dele mais tarde naquele dia e lembrava o quanto o marido novo adorava foder ela; e isso a deixava com tesão. As duas semanas de lua de mel terminaram rápido demais. Em Guadalajara, os recém-casados se mudaram juntos pra uma casa nova que compraram só algumas semanas antes do casamento. Passaram tempo desembrulhando os presentes de casamento, Rebeca escrevendo efusivas notas de agradecimento enquanto Dom cuidava das coisas da casa. O casal adorável saía junto para trabalhar toda manhã, se despedia com um beijo carinhoso e Dom dava um tapinha na bunda do seu tailleur de saia enquanto ela enfiava as pernas finas no carro e ia para o escritório. Ultimamente, ela notou que os tailleurs de saia sob medida que usava no escritório tinham afundado um pouco na cintura. Uma manhã, pouco depois da lua de mel, Rebeca estava na sua mesa se sentindo meio inchada por causa da tensão da roupa quando uma onda de náusea tomou conta dela. Ela correu para o banheiro feminino mais próximo, bem a tempo de vomitar. "Ah, merda", pensou, enquanto limpava a boca com cuidado. Podia estar grávida, percebeu. Tinha notado como a calcinha dela tinha ficado apertada ultimamente, mas não ligava. Agora suspeitava por que seus peitos tinham começado a transbordar as taças dos sutiãs. Foi durante a hora do almoço na farmácia mais próxima e fez um teste. Dez minutos depois, no banheiro do escritório, descobriu a verdade: estava grávida. Ela ia ser mãe. Imediatamente mandou uma mensagem para Dom com a notícia. "Ah, querido! Estou tão confusa!" Ele respondeu. "Mal posso esperar para te ver esta noite e conversar mais sobre isso." Os olhos de Rebeca estavam marejados. Amava o trabalho dela e não estava pronta para mudar de rumo para a carreira de mãe. E se não conseguisse a promoção depois que seus quadris tivessem aberto com o bebê? Sentiu-se apreensiva. E se não desse conta da responsabilidade do bebê? Naquela noite, Dom trouxe para casa um jantar enorme e amorosamente alimentou Rebeca enquanto massageava a barriga levemente inchada dela. Ele tinha trazido um par de pijamas de gestante de uma butique exclusiva (a primeira roupa de maternidade dela) e, embora ela se sentisse desconfortável com a aparente insistência dele em que fosse mãe, as Roupas de seda a distraíam e a comida farta dava sono. A nova futura mãe saiu cedo, deixando Dom pensando em seus planos: o anúncio do bebê, a festa, o quartinho e todas as outras coisas que logo ocupariam Rebeca, sua amada esposa e futura mãe de seu filho. A jovem esposa grávida decidiu não contar a ninguém no escritório sobre sua condição até que não pudesse mais escondê-la sob blusas largas e sem forma. Enquanto suas saias apertavam, Rebeca ansiava por cinturas macias e elásticas. Dom não poupou gastos, dando a ela um guarda-roupa elegante de gestante. Sua barriga tanquinho amoleceu cedo e seus peitos agora inchados pareciam ter vida própria. Antes de completar 12 semanas, o ganho de peso de Rebeca já era evidente. Com 16 semanas, sua barriga redonda já aparecia. A mãe de Rebeca observava essas mudanças de perto. Antes de passarem oito semanas, disse: "Becky, querida, você nunca teve um peitão assim. Tem certeza de que não está grávida? Espero que saiba o quanto estou ansiosa por um neto seu e do Domingos!" Rebeca corou. Ficou envergonhada por ter engravidado tão rápido, praticamente na noite de núpcias. Mas a verdade não pôde ser escondida por muito tempo. Logo suas roupas ficaram apertadas demais; os terninhos de saia foram descartados e os sutiãs de gestante volumosos entraram na moda, sua cintura crescente esticando contra os vestidos e calças de gestante recém-comprados. Conforme sua cintura engrossava e seus peitos aumentavam, Rebeca se tornou uma visão da futura maternidade. Cada parte dela estava ficando mais redonda, seus peitos cada vez maiores e lentamente mais pesados e arredondados enquanto sua barriga começava a se projetar e esticar a parte de cima em torno de sua nova maciez redonda. Logo ela não precisou contar pra ninguém: todo mundo já sabia. As semanas passaram rápido. Onde quer que fosse, Rebeca seguia sua barriga crescendo, suas roupas apertadas, seus seios redondos e inchados pesadamente caídos contra sua cintura que aumentava. Sempre cheinha, seu peito agora adquiria proporções expansivas. Seus peitos pesados e arredondados eram muito sensíveis, e ela se esforçava para trabalhar nas longas horas de escritório enquanto seus peitos inchados doíam ternamente, forçando suas costas. Sua cintura grossa tornava cada vez mais difícil escrever em sua mesa. Ela estava enchendo rapidamente e se sentia envergonhada pela proeminência de sua barriga que se arredondava rapidamente enquanto andava pelo escritório. A antiga estrela do escritório, alegre e elegante, estava ficando muito grande; uma esposa grávida, pronta para se tornar mãe... No sétimo mês de gravidez, Dom insistiu que ela começasse sua licença-maternidade. Ela protestou, já que sua equipe estava no meio de um grande lançamento de vendas. "Becky, você está tão grande que mal consegue trabalhar na frente de um computador!" Ele sorriu. "Você sabe que é hora de focar na maternidade. Você volta ao trabalho quando estiver pronta. Além disso", ele sorriu, esfregando sua barriga enorme e redonda de forma possessiva, "depois que o bebê nascer, você pode não estar tão focada". "Não vai ser mais a mesma coisa no escritório. Eu sei que você vai se apaixonar por ser mãe". A atitude paternalista do Dom irritou Rebeca, mas também a fez se sentir segura, protegida e ansiosa para corresponder às expectativas dele. Ela sabia que podia ser uma mãe tão competente quanto tinha sido no escritório, mas não estava preparada para que isso se tornasse sua única identidade. A mãe de Rebeca tinha outras ideias. Organizou vários encontros para ela, reunindo todos os amigos da faculdade e da infância, amigos da igreja e até colegas de trabalho para almoços e chás da tarde. Isabella esteve presente e parabenizou a nova mãe. Rebeca recebeu tantos presentes de bebê que foi obrigada a começar a trabalhar na decoração do quarto do bebê, só pra ter um lugar pra guardar todos os pacotinhos fofos. O volume crescente da Rebeca parecia animar a mãe dela, que tava doida pra virar avó. Os peitões enormes, o quadril largo e a barriga protuberante da moça eram quase um fetiche pra futura avó, que comprava dúzias de vestidos floridos de gestante e roupinha de bebê pra filha já bem avançada na gravidez. Ela inscreveu a Rebeca em um monte de grupos e atividades de mães. "Que futura mamãe linda", falavam as vendedoras das lojas de gestante, admirando a barriga dela. "Fico sempre feliz em ajudar uma futura mãe", disse um homem enquanto segurava a porta pra ela. "Logo você vai ser mamãe", falava o Dom carinhosamente, enquanto a Rebeca começava a participar, sem muito entusiasmo, de atividades de ninho. A Rebeca sentia que era menos uma pessoa e mais um papel: um lar pra um futuro bebê, uma esposa amorosa, uma futura mamãe. Ela sentia que já não era mais a Rebeca Rivadeneyra. Agora era uma esposa grávida e ia virar mãe. Passaria os próximos anos amamentando e criando o bebê, vivendo a vida como mãe de agora em diante, assim que o bebê chegasse. Se ela expressava alguma dúvida sobre a nova identidade dela, tanto o marido quanto a mãe faziam ela calar a boca com jeitinho e diziam que eram só os hormônios da gravidez falando, e ofereciam um lanchinho gostoso pra ajudar o bebê a crescer. "Shhh", acalmava a mãe dela, "o bebê vai chegar logo!" O peso da Rebeca disparou pra cima conforme ela crescia pra acomodar o bebê e se entregava a novos níveis de comida de conforto. Conforme a barriga e os peitos ficavam pesados e redondos, as bochechas e o papinho suave também cresciam. A noiva elegante das fotos de casamento já tinha ido embora faz tempo. O Dom parecia achar ela ainda mais gostosa. Ele fotografava direto a progressão da gravidez dela e começou um relacionamento sexuais com mais frequência do que nunca. Depois de um longo dia fazendo tarefas domésticas e recados, andando pelo supermercado ou pela agência dos correios com a barriga inchada e os peitos saltados, Rebeca ficava indefesa enquanto Dom desabotoava seu enorme sutiã de maternidade e começava a esfregar e chupar seus seios doloridos e vazando. Ele ficava fascinado pelo crescimento deles, as aréolas escurecendo e esticando, estrias sutis se espalhando nas laterais de cada grande globo. Os lábios dele percorriam suavemente seus mamilos duros e gotejantes, e ele mamava timidamente, enquanto Rebeca gemia e exsudava colostro na boca ansiosa do marido. Enquanto ele passava loção na barriga enorme dela, ela não conseguia evitar dar uma molhadinha quando as mãos dele deslizavam entre as pernas dela. Muitas vezes ele empalava a esposa grávida por trás, a barriga grande e redonda balançando enquanto ele metia com paixão, os gemidos deles se misturando. Ela adorava gozar no pau do marido. Perto do final dos nove meses, Dom começou a introduzir novas conversas sujas enquanto transavam. Ele começou a dizer que, assim que ela desse à luz o filho deles, ele faria um novo bebê nela antes que ela percebesse. "Vou te manter grande e grávida", ele rosnava no ouvido dela enquanto se uniam catastroficamente, o esperma gostoso e branco banhando o interior do canal de parto dela. "Vamos ter uma família grande juntos. Você vai dar à luz uma e outra vez". Rebeca não sabia o que pensar do entusiasmo de Dom. Ela esperava ter um segundo ou até um terceiro filho no futuro, mas achava que seria daqui a pelo menos uns dois anos, depois dessa gravidez. Foi tudo tão avassalador! Finalmente o dia chegou. Rebeca estava pronta para dar à luz. Dom levou a esposa, muito grávida, para o hospital enquanto ela gemia com as dores do parto. Ela estava ofegante e segurando a barriga enorme quando entrou na sala de parto. Os gritos de parto encheram o ar, Rebeca amaldiçoou a pica do Dom por ter engravidado ela, não fazia a menor ideia do que a esperava, até esse momento em que as dores do parto a deixavam desfalecida e chorando. Rebeca agora era só mais uma mãe na sala de maternidade. "Dá uns bons empurrões, querida", a enfermeira a incentivou. "Já já é a sua hora!" As contrações eram de rasgar. Tinham passado nove meses, ela crescendo com a gravidez e agora estava ofegante, de quatro, dando à luz. Dom segurou a mão dela com seriedade enquanto ela trabalhava. Quando seus gemidos de dor diminuíram, os choros do filho recém-nascido encheram o ar. O novo bebê foi colocado contra o peitão da Rebeca e com um pouco de estímulo, começou a mamar suavemente no mamilão duro dela. Dom beijou Rebeca. "Você é a esposa perfeita. Vai ser uma mãe perfeita", disse com carinho. Nos dias seguintes, o leite subiu e o peito da Rebeca esticou até alcançar novas proporções. Dom ajudava ela a ordenhar e tirar o leite, passando loção nos mamilos e garantindo que não inchasse demais entre as mamadas. O bebezinho era tão precioso e Rebeca se apaixonou por ele como Dom esperava. Sentiu uma pontada de vontade de voltar ao escritório assim que o bebê pudesse ficar na creche, mas ainda não tinha comentado com Dom. Ainda estava se recuperando do parto e tinha acabado de começar a aprender todas as necessidades e ritmos de cuidar do bebê. Umas semanas depois do nascimento, enquanto Rebeca levantava a blusa e começava a amamentar facilmente o novo bebê, Dom se aproximou dela e começou a beijá-la com ternura. Ele colocou os braços em volta da barriga ainda inchada dela. "Você está se sentindo melhor ultimamente?" Perguntou suavemente. Começou a massagear os mamilos e a barriga dela enquanto ela amamentava. Enquanto deixava o bebê descansar, o toque de Dom ficou mais insistente e ele começou a puxar as calças elásticas dela, deixando a buceta dela barriga ainda inchada e a bunda sedosa dela. As mãos dele se insinuaram entre as pernas dela. Amamentar sempre a deixava muito relaxada. Dom massageou a buceta macia e molinha dela, que escorria um fluido sedoso. "Amor, você está pronta?" A mente da Rebeca estava confusa enquanto relaxava com as carícias dele, mas lembrava vagamente que ainda não podiam foder... E que quando fossem, precisavam de anticoncepcional. Dom estava empurrando ela para a cama. Ele estava entrando na buceta molinha dela, e embora ela não estivesse tão apertada como antes, as dobras macias e molhadas ainda pareciam o paraíso. Rebeca estava muito tesuda enquanto Dom beliscava e brincava com os bicos vazando e esfregava o clitóris carente dela. A sensação do pau dele era tão grande e preenchia a buceta frouxa dela. O casal se uniu com entusiasmo. Enquanto o bebê dormia por perto, Dom gozou e se soltou apaixonadamente dentro da buceta da esposa. Ela gozou junto quando sentiu a buceta inundada. Sabia que não era prudente estar sem proteção, mas também sabia que amamentar era uma forma de controle de natalidade. Ou pelo menos era o que ela pensava. Seis meses depois* Rebeca empurrou o carrinho do bebê para longe da cafeteria. O bebê arrulhou enquanto ela ajustava a manta e se sentava ao lado do carrinho. Foi bom se levantar. Andava cada vez mais cansada esses dias. Olhou para baixo e apoiou as mãos na barriga inchada. Estava de boa com o segundo bebê e, enquanto empurrava o carrinho, as pessoas a olhavam com julgamento. Os peitões dela vazavam dentro do sutiã de amamentação. Queria desesperadamente acordar o bebê e amamentar, mas preferia não ouvir ele na rua. Além disso, estava com fome de novo. Tirou um pacotinho de biscoitos da bolsa de fraldas. Parecia que não conseguia comer o suficiente esses dias. Ela nunca tinha perdido o peso do bebê; só aumentou mais, assim que começou a inchar com o novo bebê. Enquanto comia os biscoitos, as redondas As bochechas dela pareciam mais redondas e ela deixava cair migalhas na blusa, por cima dos peitões enormes e até na barrigona. Perto dali, uma reunião de amigas chamou a atenção dela. Vestidas de terno, as minas estavam um arraso. Os corpos torneados e justinhos valorizando cada curvas perfeitas. Rebeca terminou o lanche e sentiu uma pontada de tristeza. Nunca teria se permitido esse tipo de porcaria quando trabalhava no escritório, mas agora precisava de calorias o tempo todo. Sentiu como se o tempo fosse uma eternidade, em relação à gravidez e ao crescimento dos filhos. Ela esperava voltar depois da licença-maternidade do primeiro filho, mas quando engravidou de novo, tava exausta demais. Dom incentivou ela a pedir demissão, agora ela tinha que ser mãe em tempo integral. Ela obedeceu e pediu demissão sem volta. Foi aceito e ela soube que a vida profissional ia ficar prejudicada por muito tempo. Ficou decepcionada por engravidar tão rápido de novo, mas aceitou que fazia sentido ter os filhos juntos. Afinal, estavam construindo uma família linda. — Ooh — gemeu Rebeca, ajustando a cintura da calça de gestante. Tava esticada ao máximo. Logo ia precisar comprar um número maior. A mãe pesadona se levantou, cansada, percebendo que os peitos agora vazavam leite pra caramba enquanto o bebê começava a choramingar e berrar. Rapidinho, empurrou o carrinho pra casa enquanto a barrigona de grávida esbarrava na alça e a camisa de gestante franzida arredondava contra o ventre inchado. Precisava se apressar pra deitar o bebê e ela e o pequeno tirarem um cochilo. Uns meses depois; — Você viu o Domingo e a Rebeca ultimamente? — Andrea Pereira perguntou pra Isabella Armendáriz enquanto tomavam margaritas uma noite. — Não, desde o casamento deles. Sei que tiveram um bebê. Como tão? — perguntou Andrea pra Isabella. Isabella era a melhor amiga da Rebeca na faculdade, mas elas tinham perdido contato nos últimos anos, já que Isabella continuava solteira e ainda não vislumbrava um futuro com filhos. "Acho que tão bem, tão se reproduzindo igual coelho! Vi no Instagram da Rebeca que ela já tá grávida de novo!! 😱 Eles acabaram de ter o segundo filho no verão passado. E ela se deixou engordar tanto, tipo, ela realmente se permitiu engordar pra caralho" — disse Isabella com desgosto. Só de pensar em ganhar peso já ficava nervosa. Andrea concordou. "Eu sei, fiquei surpresa que eles começaram tão rápido. Não achei que a Rebeca tivesse tanta pressa pra formar família, mas claramente o Domingo é o cara certo! Será que eles vão parar no terceiro filho?" Isabella concordou e disse: "Ouvi de uma amiga que o Domingo vai se candidatar pra ser o acionista majoritário do Grupo VAL ano que vem. Ser um homem de família pode fazer parte da plataforma dele. Tipo, a maioria do pessoal aqui é católica". Andrea riu. "Com certeza eles têm uma mentalidade mais tradicional, acho que ele vem de uma origem mais conservadora. Mas será que a Rebeca vai voltar a trabalhar um dia?" Isabella respondeu hesitante. "Acho que não... Tudo que ela posta hoje em dia são fotos dos bebês e das coisas de maternidade. Tipo, antes ela era bem ambiciosa com a carreira. Nunca pensei que ela largaria tudo pra ser mãe". O terceiro filho nasceu naquele outono. Rebeca tinha certeza de que esse seria o último. Ela tinha começado a tomar anticoncepcional e era bem cuidadosa com o Dom, mas com dois bebês pra amamentar e um filho pequeno correndo por perto, simplesmente não conseguia dar conta de tudo. Pra piorar, as exigências sexuais do marido cobravam dela toda noite — Dom metia dentro da esposa e era inevitável que, quando ela esquecia a pílula, houvesse consequências. Cedo demais, ela mostrou tristemente pro Dom um teste de gravidez positivo. O mulato Parabéns, muito feliz! Ele era o único Bauza há apenas 5 anos e agora, aos 45, podia se gabar que em breve seriam mais 2, totalizando 6. Rebeca reagiu levemente emocionada, ficava feliz em ver Dom contente. Mas pra ela, essa fase da vida era bem contrastante. Uma semana depois; ela estava muito cansada na manhã do primeiro ultrassom. Três filhos era um trampo pesado. Mal conseguia acompanhar a amamentação e as trocas, quanto mais dormir o suficiente. Então, no começo, nem percebeu o que o técnico disse. "Então, os dois parecem saudáveis", falou a enfermeira sorrindo. "Os dois?" O coração de Rebeca gelou. "O que você disse?" A enfermeira sorriu e apontou pra tela. "Dois batimentos. Perfeitamente saudáveis. Parabéns! Os bebês de 8 semanas estão crescendo muito bem." Lágrimas silenciosas escorriam pelo rosto dela enquanto dirigia pra casa. A mãe dela estava em casa com os três pequenos. Dom tava no trabalho. A barriga de grávida de Rebeca nunca tinha realmente ido embora. Ela parecia e se sentia muito grávida, mesmo nesse início do primeiro trimestre. Os peitos inchados e de uso constante estavam doloridos e cheios. Precisava chegar em casa e amamentar os bebês, e depois comer e tirar um cochilo pra poder fazer crescer os novos bebês agora na barriga... Dom vai ficar feliz, pensou resignada. Ele tinha acabado de perguntar se ela tava pronta pra ter outro menino ou menina. Talvez viesse um de cada. Esperava que logo pudessem comprar a casa maior. Precisavam de um carrinho novo. E o filho mais velho logo estaria pronto pra pré-escola. Ia sentir falta do pequeno curioso ao lado dela enquanto trocava e amamentava o bebê do meio e o recém-nascido... Rebeca suspirou. Agora tava completamente convencida. Não voltaria mais a trabalhar, sua vida seria entregar todo o tempo pra cuidar e ver os filhos crescerem. Seus sonhos pessoais iam ficar de lado. No começo, foi tão difícil entender isso, ela criou rancor do Dom por engravidar ela toda hora e não deixar ela nem recuperar a antiga silhueta de mulher magra. Mas o safado do marido dela sempre soube dar o lugar de dona da casa. Mesmo tendo ganhado bastante peso, pra Domingos a mulher dele era a mais gostosa do mundo. Rebeca sabia que o mundo do marido girava em torno dela e dos filhos. O mulato era um bom homem, o ser humano perfeito que ela escolheu como parceiro e com quem hoje tinha que educar uma família crescente. Rebeca engoliu seco e pensou com resignação, enquanto ia pra casa. — Tanta maternidade. E só vai vir mais por aí... 😮💨
Era uma sexta-feira à noite e Rebeca Rivadeneyra tinha um encontro. Ela, de cara bonita, lábios carnudos, cabelo loiro caindo logo abaixo das costas, andava como uma modelo e fazia os homens a admirarem com gosto. Enquanto esperava sentada no bar, estava vestida com saltos altos e uma saia curta, seu corpo sexy e ousado exposto para todos verem, para que os homens pudessem babar diante da jovem de 25 anos. Naquela noite, era o primeiro encontro dela com Domingo Bauza, um empresário muito bem posicionado com quem uma de suas melhores amigas havia marcado um encontro. O objetivo era claro: Rebeca tinha que convencer o empresário a contratar a consultoria de como gerenciar sua marca. As últimas tendências em branding exigiam estratégias de vendas e posicionamento social da marca de referência. E a empresa de Bauza era uma cabeça de ponte atraente para as aspirações da empresa onde ela trabalhava. Rebeca estava pensando nisso, até que notou o olhar de Domingo. Ele sorriu enquanto se aproximava para cumprimentá-la. Ela ficou surpresa que, para um homem negro, ele realmente parecia muito elegante. Domingo tinha um estilo sofisticado impecável: camisa impecável, calças plissadas, sapatos de couro e um corte de cabelo recém-feito. Era um pouco mais velho, perto dos 40 anos, claramente alguém maduro, no auge da profissão. Cubano de nascimento, Domingo era filho de um casal de imigrantes cubanos que fugiram para Miami assim que Fidel Castro tomou o poder na ilha. Para sorte deles, o trabalho duro e os bons contatos os fizeram acumular uma grande fortuna. Eles faleceram e deixaram para o filho uma herança. Agora Domingo, morando no México há alguns anos, era investidor de vários projetos em Jalisco e Nayarit. Rebeca se sentiu lisonjeada por ser vista com um homem tão respeitável e bonitão enquanto estavam sentados em sua reserva no pequeno e exclusivo bistrô da zona nobre. Então, Rebeca", Domingos sorriu calorosamente. "Isabella me disse que você está trabalhando com vendas?" O garçom já tinha servido o vinho. Rebeca ajustou a alça do vestido. Os peitos dela, apesar de não serem grandes, se exibiam maravilhosamente no top moderno e decotado. "Bom, como você sabe, trabalho numa consultoria de gestão de relacionamento com o cliente. Na verdade, estou caminhando pra uma vaga de diretora regional, mas sim, no fim das contas, acho que dá pra dizer que tô em vendas." Ela sorriu educadamente pra Domingos. Não queria que ele pensasse que ela tava naquele encontro pra conseguir algum acordo. Ela era uma mulher de carreira bem arretada, embora no fundo amasse o desafio e a competitividade do trabalho. Sabia que o status de Domingos era muito superior. Ela e a família, apesar de serem de uma família respeitável, tinham caído de nível. E hoje cabia a ela e aos irmãos tentar restaurar o prestígio da família. Certamente ela ainda não tinha encontrado a fórmula, mas o objetivo dela era subir de cargo no emprego. A conversa foi ficando mais solta. Pararam de falar como estranhos e começaram a se tratar por "você". Ele pediu pra ela chamá-lo de Dom. O apelido do nome dele. Ela aceitou e começou a falar dos planos e projetos dela. Domingos concordava com a cabeça. Falaram da empresa dele, da qual ele tinha virado sócio recentemente. Falaram sobre a vida na cidade, onde Domingos era dono de um condomínio num empreendimento de luxo e Isabella, a amiga da Rebeca, estava alugando. A vez que ele olhou pra ela pela primeira vez, enquanto visitava a amiga. E se não fosse por ela ter se adiantado, ele teria se atrevido a pedir ajuda pra Isabella pra contatar a Rebeca. Falaram do interesse em comum no sonho americano: construir um patrimônio, fazer ele crescer e conseguir deixar um legado nessa vida. Com o tempo, um casamento grandão, um matrimônio e uma paternidade feliz, uma casa grande com quintal, uma Família jovem e feliz, um Golden Retriever e todos os enfeites. Ela vinha de uma família numerosa, tinha crescido estudando nos melhores colégios católicos da região. Ele tinha crescido como filho único, num país que não era o dele. Mas que o adotou de imediato, e onde a família dele progrediu bastante. Não pareciam ter muito em comum, mas a sintonia em relação ao que vislumbravam pro futuro os aproximava bastante. Conforme a noite avançava, Rebeca se sentiu mais próxima de Domingo, dos valores tradicionais e ascendentes que ambos apreciavam. Também se sentia mais perto dele fisicamente. Ele tinha insinuado as mãos pela coxa dela debaixo da mesa de linho branco, a mão dele se movendo discretamente por baixo da saia de seda dela pra tocar a perna macia e tonificada. Ela olhou nos olhos dele com timidez enquanto a mão dele brincava suavemente no colo dela. E se não fez escândalo, foi porque realmente precisava fechar aquele negócio. Assim conseguiria melhorar seu posicionamento dentro da empresa. Gostava de ver o quanto Dom estava interessado. Não tinha intenção de se entregar no primeiro encontro, mas apreciava o estilo direto dele. A confiança dele, tateando, a tinha levado a um estado de se arriscar. Precisava implantar na mente de Dom a necessidade de fechar o trato. Se Dom pretendesse outra coisa, ela teria que lidar com isso e deixar claro que o encontro era estritamente só de negócios. A buceta dela estava inchada e suculenta, expectante, enquanto os dedos viris roçavam a pele macia dela. O pouco de vinho também não fez mal pra deixá-la mais receptiva a ele. No fim da noite, Dom a levou pra casa dela, como num livro de contos de fadas. Ele era mais alto que ela (1,95 contra 1,60) e quando ela olhou nos olhos dele, sentiu que ele estava se derretendo por ela, e trocaram um beijo suave na bochecha. Ele segurou a mão dela com significado, sorriu e disse boa noite. Por dentro, o coração de Rebeca se derreteu. Que cavalheiro! Se Domingo Bauza era como parecia ser, o trato Seria um fato consumado, e ela finalmente conseguiria a tão esperada promoção. O jeito que ele a olhou como se fosse um pedaço suculento de carne; e mesmo assim foi super respeitoso. Isso a deixava louca. Uns dias depois, a mensagem do sr. Bauza foi definitiva. Ele aceitava o acordo da empresa, que Rebeca Rivadeneyra representava. Em troca, pedia encarecidamente a Rebeca que continuassem se vendo. Com o negócio fechado, ela mandou na hora um texto pra amiga Isabella dizendo que o encontro tinha sido um sucesso, depois se deitou na cama pra esfregar a buceta escorrendo. Gozou rapidinho, imaginando as mãos do Dom por todo o corpo. Ele realmente a tinha deixado excitada! Os encontros seguintes foram igualmente perfeitos. Dom era tipo a fantasia de um solteirão dos sonhos. Rebeca era uma jovem respeitável e protegida, bem-sucedida na escola, na faculdade e na carreira. Ela não tinha parceiro há muito tempo. E, embora ainda não visse casamento no horizonte, a seriedade com que Dom a tratava agora fazia a moça encantadora pensar que talvez o pretendente a quisesse pronta pra casar. Com sua natureza romântica, ela estava pronta pra se apaixonar, mas só de pensar em comprometer seus sonhos e desejos por causa do casamento, já fugia desse compromisso; o melhor era levar as coisas na calma. Dom tinha estabilidade e segurança; seu charme e carinho eram evidentes. Foram devagar com as coisas físicas, mas Rebeca queria que ele ditasse o ritmo; não queria que ele pensasse que era uma mulher safada. Pra falar a verdade, a exploração lenta e cuidadosa que ele fazia do corpo dela a deixava tão tesuda quanto uma puta no cio. Ela se vestia bem sexy pra cada encontro que tinham. O namoro começou no inverno e, conforme o verão se aproximava, ela usava as roupas mais justas e ousadas, que a faziam parecer esplêndida. Dom adorou ver a figura suculenta dela com vestidos colados na arrecadação de fundos de caridade que o governador organizou, ou os peitinhos dela. soltos convidando o olhar dele por baixo do vestido dela numa gala da alta sociedade. Eram um casal bonito e frequentemente eram vistos em círculos ricos, se estabelecendo como um casal endinheirado. Embora no começo Rebeca não sentisse nada por Dom, até agora o mulato tinha feito tudo certo. Não havia dúvida alguma; Rebeca Rivadeneyra agora estava profundamente apaixonada. Dom era tudo que ela queria num homem: um futuro marido e pai, um bom provedor. E ela podia dizer que ele era uma força a ser considerada no quarto, mesmo que ainda não tivessem consumado completamente o amor deles. Ele já tinha deixado Rebeca brincar com o pauzão dele depois de vários encontros, observando com satisfação enquanto ela lambia e chupava o membro inchado dele até o orgasmo antes de levar o esperma dele pra garganta dela. Ele tinha aberto as pernas dela e lambido e tocado a bucetinha pequena e carente dela, especialmente depois de uma longa noite de eventos sociais quando ela estava muito excitada com as provocações dele. Mas ainda não tinham começado a foder. Rebeca precisava disso. Mas tinha que ter paciência. Sabia que Dom estava marcando o ritmo porque levava o relacionamento deles muito a sério. Depois de vários meses de encontros castos, Rebeca apresentou Dom aos pais e amigos dela. Se não fosse por ele ser negro, se encaixaria perfeitamente no grupo de gente branca e rica. Mas o charme de Dom e a conta bancária dele fizeram todo mundo ficar encantado com o novo e gostoso interesse amoroso. A mãe de Rebeca não parava de provocar ela. "Quando é que meu futuro genro vai voltar?" Começou a parecer inevitável que Rebeca e Dom se tornassem oficialmente um casal. Rebeca não sabia quando, mas se sentia cada vez mais segura de que o casamento estava no futuro dela. Não tinha mais medo, afinal amava Dom, e ser marido e mulher era o próximo passo. Então, quando Dom pediu ela em casamento num fim de semana numa casa na praia, Rebeca não se surpreendeu, mas Ela se sentiu profundamente satisfeita. Naquela noite, finalmente consumaram o amor, com Dom brincando pensativamente com os peitos dela antes de enfiar a pica grande dele numa camisinha. "Não queremos nenhum acidente antes do casamento", disse ele com determinação enquanto Rebeca o observava enfiar aquele membro grande e gostoso. Ela concordou com a cabeça. Sabia que, em algum momento, filhos poderiam fazer parte do futuro deles, mas certamente não tão cedo. Os meses passaram felizes para os noivos. Rebeca aproveitou cada aspecto do planejamento do casamento: não era o sonho dela, mas era o mais próximo que tinha. E hoje aquilo se tornava realidade... Então ela se preparou para ouvir. Rebeca, você aceita receber Domingos como seu marido e promete ser fiel na prosperidade e na adversidade, na saúde e na doença, e assim amá-lo e respeitá-lo todos os dias da sua vida? — Sim, aceito. O padre prosseguiu: Que o Senhor confirme com sua bondade este consentimento que vocês manifestaram diante da Igreja e conceda sua bênção abundante. O que Deus uniu, que o homem não separe. Um beijo grande e cheio, enquanto Dom a abraça efusivamente. Oficialmente, já são marido e mulher. A recepção do casamento foi celebrada num resort exclusivo em Punta Mita. Rebeca tinha malhado e sua figura curvilínea estava elegante, tonificada e bronzeada a tempo para a cerimônia. Dom era bonitão e autoritário. A festa de casamento estava cheia de amigos e empresários, todos comemorando juntos. A recepção foi impecável e luxuosa. Naquela noite, na suíte nupcial, Dom e Rebeca se beijaram com urgência. Ela sentiu algo novo e diferente na atitude dele. Agora que estavam casados, ele estava mais enérgico, mais ansioso. Se beijaram apaixonadamente, as línguas se enrolando. Dom desabotoou o vestido dela e agora tirou o sutiã e a calcinha. Os peitos dela apareceram. Dom começou a chupar os bicos com entusiasmo. Ela gemeu, sentando-se contra a pica inchada dele, a cabeça roçando as dobras molhadas e escorregadias dela. Normalmente, ela não esfregava a buceta nua contra o pau dele nu; parecia meio tabu, caso ele a penetrasse sem querer. Agora não tinha mais acaso na proximidade deles. O Dom pareceu sentir o quanto o buraco molhado e quente dela estava perto da cabeça inchada dele e desejou mais contato. Ele avançou devagar e começou a esticar ela sobre a cabeça do pau roxo dele, escorrendo um líquido gostoso de pré-gozo contra a buceta dela. A Rebeca estava ofegando de tesão, a buceta molhada e quente se abrindo ansiosa pra esse invasor grande e delicioso. Ela apertou o suco molhado e percebeu que não estavam protegidos. Ele começou a foder ela com força, o pau se enfiando tão fundo dentro dela quanto conseguia. Ela correspondeu com um desejo sem freio, o corpo dela buscando aprofundar mais, um pouco mais, apertando os lábios da buceta e o clitóris contra ele. Agora era esposa dele e tava louca pra gozar no pau do marido. Conforme os movimentos aceleravam, os grunhidos do Dom eram brutais e o ritmo dele mais violento. A Rebeca sentia ele inchando dentro dela e o corpo dela respondia instintivamente, o prazer atingindo o pico. Ela gritou no orgasmo, a buceta apertada e suculenta gozando no pauzão dele. O pau nu dele agora explodiu dentro dela, e um jato molhado de porra invadiu a buceta pulsante dela, inundando o colo do útero e banhando cada centímetro das entranhas férteis dela com uma espuma branca e grossa. O Dom ficou parado enquanto a porra inundava ela fundo, o corpo dele dominando o dela enquanto se ajoelhava por cima. O novo marido dela agora possuía e tinha inseminado o corpo fértil dela, engravidando ela. A Rebeca ofegou enquanto descia do gozo. "Ah, porra, amor", disse meio preocupada. "Você gozou dentro de mim!" A mão do Dom agarrou ela e puxou pra perto. "É isso mesmo, amor, agora você é minha esposa", disse como se isso explicasse tudo. "Não precisamos mais usar proteção". Ela ficou de boca aberta quando começou a protestar, e ele se inclinou e lambeu ela profundamente, acariciando os mamilos inchados dela com as mãos. Ele apoiou as costas dela na cama e colocou um travesseiro debaixo do quadril dela. "Só relaxa um pouco, meu amor. A gente vai fazer de novo daqui a pouco", disse baixinho, beijando ela. Rebeca sentiu um arrepio de preocupação com os nadadores percorrendo o trato reprodutivo dela; a menstruação tinha vindo duas semanas antes e ela sabia que não era uma boa hora pra correr riscos. Mas os modos do Dom eram muito tranquilizadores e autoritários. Ela não sentia que podia contradizer ele. Amava muito o marido novo. Ela começou a pegar no sono. Todas as manhãs e noites da lua de mel, Dom fodia e gozava dentro dela. No começo, ela achou que ele só estava sendo íntimo e informal, mas rapidamente ficou claro que ele não se importava em engravidar a esposa nova. Ela era recém-casada e não queria criar conflito com ele, mas se sentia insegura com o comportamento dele. Quando ela reclamou do sexo sem proteção, ele sugeriu que ela começasse a tomar vitaminas pré-natais. Ele, de brincadeira, levantava o quadril dela depois de cada vez que fodiam. Pelo menos, ela achava que era brincadeira. Rebeca estava um pouco sobrecarregada e não sabia como reagir. Sabia que casar com Dom significava embarcar, eventualmente, na aventura da paternidade. Mas não esperava que ele ficasse tão arrogante com isso tão rápido. No entanto, ela adorava a nova atenção dele e como ele fodiam ela profunda e amorosamente. Ela vazava o sêmen dele mais tarde naquele dia e lembrava o quanto o marido novo adorava foder ela; e isso a deixava com tesão. As duas semanas de lua de mel terminaram rápido demais. Em Guadalajara, os recém-casados se mudaram juntos pra uma casa nova que compraram só algumas semanas antes do casamento. Passaram tempo desembrulhando os presentes de casamento, Rebeca escrevendo efusivas notas de agradecimento enquanto Dom cuidava das coisas da casa. O casal adorável saía junto para trabalhar toda manhã, se despedia com um beijo carinhoso e Dom dava um tapinha na bunda do seu tailleur de saia enquanto ela enfiava as pernas finas no carro e ia para o escritório. Ultimamente, ela notou que os tailleurs de saia sob medida que usava no escritório tinham afundado um pouco na cintura. Uma manhã, pouco depois da lua de mel, Rebeca estava na sua mesa se sentindo meio inchada por causa da tensão da roupa quando uma onda de náusea tomou conta dela. Ela correu para o banheiro feminino mais próximo, bem a tempo de vomitar. "Ah, merda", pensou, enquanto limpava a boca com cuidado. Podia estar grávida, percebeu. Tinha notado como a calcinha dela tinha ficado apertada ultimamente, mas não ligava. Agora suspeitava por que seus peitos tinham começado a transbordar as taças dos sutiãs. Foi durante a hora do almoço na farmácia mais próxima e fez um teste. Dez minutos depois, no banheiro do escritório, descobriu a verdade: estava grávida. Ela ia ser mãe. Imediatamente mandou uma mensagem para Dom com a notícia. "Ah, querido! Estou tão confusa!" Ele respondeu. "Mal posso esperar para te ver esta noite e conversar mais sobre isso." Os olhos de Rebeca estavam marejados. Amava o trabalho dela e não estava pronta para mudar de rumo para a carreira de mãe. E se não conseguisse a promoção depois que seus quadris tivessem aberto com o bebê? Sentiu-se apreensiva. E se não desse conta da responsabilidade do bebê? Naquela noite, Dom trouxe para casa um jantar enorme e amorosamente alimentou Rebeca enquanto massageava a barriga levemente inchada dela. Ele tinha trazido um par de pijamas de gestante de uma butique exclusiva (a primeira roupa de maternidade dela) e, embora ela se sentisse desconfortável com a aparente insistência dele em que fosse mãe, as Roupas de seda a distraíam e a comida farta dava sono. A nova futura mãe saiu cedo, deixando Dom pensando em seus planos: o anúncio do bebê, a festa, o quartinho e todas as outras coisas que logo ocupariam Rebeca, sua amada esposa e futura mãe de seu filho. A jovem esposa grávida decidiu não contar a ninguém no escritório sobre sua condição até que não pudesse mais escondê-la sob blusas largas e sem forma. Enquanto suas saias apertavam, Rebeca ansiava por cinturas macias e elásticas. Dom não poupou gastos, dando a ela um guarda-roupa elegante de gestante. Sua barriga tanquinho amoleceu cedo e seus peitos agora inchados pareciam ter vida própria. Antes de completar 12 semanas, o ganho de peso de Rebeca já era evidente. Com 16 semanas, sua barriga redonda já aparecia. A mãe de Rebeca observava essas mudanças de perto. Antes de passarem oito semanas, disse: "Becky, querida, você nunca teve um peitão assim. Tem certeza de que não está grávida? Espero que saiba o quanto estou ansiosa por um neto seu e do Domingos!" Rebeca corou. Ficou envergonhada por ter engravidado tão rápido, praticamente na noite de núpcias. Mas a verdade não pôde ser escondida por muito tempo. Logo suas roupas ficaram apertadas demais; os terninhos de saia foram descartados e os sutiãs de gestante volumosos entraram na moda, sua cintura crescente esticando contra os vestidos e calças de gestante recém-comprados. Conforme sua cintura engrossava e seus peitos aumentavam, Rebeca se tornou uma visão da futura maternidade. Cada parte dela estava ficando mais redonda, seus peitos cada vez maiores e lentamente mais pesados e arredondados enquanto sua barriga começava a se projetar e esticar a parte de cima em torno de sua nova maciez redonda. Logo ela não precisou contar pra ninguém: todo mundo já sabia. As semanas passaram rápido. Onde quer que fosse, Rebeca seguia sua barriga crescendo, suas roupas apertadas, seus seios redondos e inchados pesadamente caídos contra sua cintura que aumentava. Sempre cheinha, seu peito agora adquiria proporções expansivas. Seus peitos pesados e arredondados eram muito sensíveis, e ela se esforçava para trabalhar nas longas horas de escritório enquanto seus peitos inchados doíam ternamente, forçando suas costas. Sua cintura grossa tornava cada vez mais difícil escrever em sua mesa. Ela estava enchendo rapidamente e se sentia envergonhada pela proeminência de sua barriga que se arredondava rapidamente enquanto andava pelo escritório. A antiga estrela do escritório, alegre e elegante, estava ficando muito grande; uma esposa grávida, pronta para se tornar mãe... No sétimo mês de gravidez, Dom insistiu que ela começasse sua licença-maternidade. Ela protestou, já que sua equipe estava no meio de um grande lançamento de vendas. "Becky, você está tão grande que mal consegue trabalhar na frente de um computador!" Ele sorriu. "Você sabe que é hora de focar na maternidade. Você volta ao trabalho quando estiver pronta. Além disso", ele sorriu, esfregando sua barriga enorme e redonda de forma possessiva, "depois que o bebê nascer, você pode não estar tão focada". "Não vai ser mais a mesma coisa no escritório. Eu sei que você vai se apaixonar por ser mãe". A atitude paternalista do Dom irritou Rebeca, mas também a fez se sentir segura, protegida e ansiosa para corresponder às expectativas dele. Ela sabia que podia ser uma mãe tão competente quanto tinha sido no escritório, mas não estava preparada para que isso se tornasse sua única identidade. A mãe de Rebeca tinha outras ideias. Organizou vários encontros para ela, reunindo todos os amigos da faculdade e da infância, amigos da igreja e até colegas de trabalho para almoços e chás da tarde. Isabella esteve presente e parabenizou a nova mãe. Rebeca recebeu tantos presentes de bebê que foi obrigada a começar a trabalhar na decoração do quarto do bebê, só pra ter um lugar pra guardar todos os pacotinhos fofos. O volume crescente da Rebeca parecia animar a mãe dela, que tava doida pra virar avó. Os peitões enormes, o quadril largo e a barriga protuberante da moça eram quase um fetiche pra futura avó, que comprava dúzias de vestidos floridos de gestante e roupinha de bebê pra filha já bem avançada na gravidez. Ela inscreveu a Rebeca em um monte de grupos e atividades de mães. "Que futura mamãe linda", falavam as vendedoras das lojas de gestante, admirando a barriga dela. "Fico sempre feliz em ajudar uma futura mãe", disse um homem enquanto segurava a porta pra ela. "Logo você vai ser mamãe", falava o Dom carinhosamente, enquanto a Rebeca começava a participar, sem muito entusiasmo, de atividades de ninho. A Rebeca sentia que era menos uma pessoa e mais um papel: um lar pra um futuro bebê, uma esposa amorosa, uma futura mamãe. Ela sentia que já não era mais a Rebeca Rivadeneyra. Agora era uma esposa grávida e ia virar mãe. Passaria os próximos anos amamentando e criando o bebê, vivendo a vida como mãe de agora em diante, assim que o bebê chegasse. Se ela expressava alguma dúvida sobre a nova identidade dela, tanto o marido quanto a mãe faziam ela calar a boca com jeitinho e diziam que eram só os hormônios da gravidez falando, e ofereciam um lanchinho gostoso pra ajudar o bebê a crescer. "Shhh", acalmava a mãe dela, "o bebê vai chegar logo!" O peso da Rebeca disparou pra cima conforme ela crescia pra acomodar o bebê e se entregava a novos níveis de comida de conforto. Conforme a barriga e os peitos ficavam pesados e redondos, as bochechas e o papinho suave também cresciam. A noiva elegante das fotos de casamento já tinha ido embora faz tempo. O Dom parecia achar ela ainda mais gostosa. Ele fotografava direto a progressão da gravidez dela e começou um relacionamento sexuais com mais frequência do que nunca. Depois de um longo dia fazendo tarefas domésticas e recados, andando pelo supermercado ou pela agência dos correios com a barriga inchada e os peitos saltados, Rebeca ficava indefesa enquanto Dom desabotoava seu enorme sutiã de maternidade e começava a esfregar e chupar seus seios doloridos e vazando. Ele ficava fascinado pelo crescimento deles, as aréolas escurecendo e esticando, estrias sutis se espalhando nas laterais de cada grande globo. Os lábios dele percorriam suavemente seus mamilos duros e gotejantes, e ele mamava timidamente, enquanto Rebeca gemia e exsudava colostro na boca ansiosa do marido. Enquanto ele passava loção na barriga enorme dela, ela não conseguia evitar dar uma molhadinha quando as mãos dele deslizavam entre as pernas dela. Muitas vezes ele empalava a esposa grávida por trás, a barriga grande e redonda balançando enquanto ele metia com paixão, os gemidos deles se misturando. Ela adorava gozar no pau do marido. Perto do final dos nove meses, Dom começou a introduzir novas conversas sujas enquanto transavam. Ele começou a dizer que, assim que ela desse à luz o filho deles, ele faria um novo bebê nela antes que ela percebesse. "Vou te manter grande e grávida", ele rosnava no ouvido dela enquanto se uniam catastroficamente, o esperma gostoso e branco banhando o interior do canal de parto dela. "Vamos ter uma família grande juntos. Você vai dar à luz uma e outra vez". Rebeca não sabia o que pensar do entusiasmo de Dom. Ela esperava ter um segundo ou até um terceiro filho no futuro, mas achava que seria daqui a pelo menos uns dois anos, depois dessa gravidez. Foi tudo tão avassalador! Finalmente o dia chegou. Rebeca estava pronta para dar à luz. Dom levou a esposa, muito grávida, para o hospital enquanto ela gemia com as dores do parto. Ela estava ofegante e segurando a barriga enorme quando entrou na sala de parto. Os gritos de parto encheram o ar, Rebeca amaldiçoou a pica do Dom por ter engravidado ela, não fazia a menor ideia do que a esperava, até esse momento em que as dores do parto a deixavam desfalecida e chorando. Rebeca agora era só mais uma mãe na sala de maternidade. "Dá uns bons empurrões, querida", a enfermeira a incentivou. "Já já é a sua hora!" As contrações eram de rasgar. Tinham passado nove meses, ela crescendo com a gravidez e agora estava ofegante, de quatro, dando à luz. Dom segurou a mão dela com seriedade enquanto ela trabalhava. Quando seus gemidos de dor diminuíram, os choros do filho recém-nascido encheram o ar. O novo bebê foi colocado contra o peitão da Rebeca e com um pouco de estímulo, começou a mamar suavemente no mamilão duro dela. Dom beijou Rebeca. "Você é a esposa perfeita. Vai ser uma mãe perfeita", disse com carinho. Nos dias seguintes, o leite subiu e o peito da Rebeca esticou até alcançar novas proporções. Dom ajudava ela a ordenhar e tirar o leite, passando loção nos mamilos e garantindo que não inchasse demais entre as mamadas. O bebezinho era tão precioso e Rebeca se apaixonou por ele como Dom esperava. Sentiu uma pontada de vontade de voltar ao escritório assim que o bebê pudesse ficar na creche, mas ainda não tinha comentado com Dom. Ainda estava se recuperando do parto e tinha acabado de começar a aprender todas as necessidades e ritmos de cuidar do bebê. Umas semanas depois do nascimento, enquanto Rebeca levantava a blusa e começava a amamentar facilmente o novo bebê, Dom se aproximou dela e começou a beijá-la com ternura. Ele colocou os braços em volta da barriga ainda inchada dela. "Você está se sentindo melhor ultimamente?" Perguntou suavemente. Começou a massagear os mamilos e a barriga dela enquanto ela amamentava. Enquanto deixava o bebê descansar, o toque de Dom ficou mais insistente e ele começou a puxar as calças elásticas dela, deixando a buceta dela barriga ainda inchada e a bunda sedosa dela. As mãos dele se insinuaram entre as pernas dela. Amamentar sempre a deixava muito relaxada. Dom massageou a buceta macia e molinha dela, que escorria um fluido sedoso. "Amor, você está pronta?" A mente da Rebeca estava confusa enquanto relaxava com as carícias dele, mas lembrava vagamente que ainda não podiam foder... E que quando fossem, precisavam de anticoncepcional. Dom estava empurrando ela para a cama. Ele estava entrando na buceta molinha dela, e embora ela não estivesse tão apertada como antes, as dobras macias e molhadas ainda pareciam o paraíso. Rebeca estava muito tesuda enquanto Dom beliscava e brincava com os bicos vazando e esfregava o clitóris carente dela. A sensação do pau dele era tão grande e preenchia a buceta frouxa dela. O casal se uniu com entusiasmo. Enquanto o bebê dormia por perto, Dom gozou e se soltou apaixonadamente dentro da buceta da esposa. Ela gozou junto quando sentiu a buceta inundada. Sabia que não era prudente estar sem proteção, mas também sabia que amamentar era uma forma de controle de natalidade. Ou pelo menos era o que ela pensava. Seis meses depois* Rebeca empurrou o carrinho do bebê para longe da cafeteria. O bebê arrulhou enquanto ela ajustava a manta e se sentava ao lado do carrinho. Foi bom se levantar. Andava cada vez mais cansada esses dias. Olhou para baixo e apoiou as mãos na barriga inchada. Estava de boa com o segundo bebê e, enquanto empurrava o carrinho, as pessoas a olhavam com julgamento. Os peitões dela vazavam dentro do sutiã de amamentação. Queria desesperadamente acordar o bebê e amamentar, mas preferia não ouvir ele na rua. Além disso, estava com fome de novo. Tirou um pacotinho de biscoitos da bolsa de fraldas. Parecia que não conseguia comer o suficiente esses dias. Ela nunca tinha perdido o peso do bebê; só aumentou mais, assim que começou a inchar com o novo bebê. Enquanto comia os biscoitos, as redondas As bochechas dela pareciam mais redondas e ela deixava cair migalhas na blusa, por cima dos peitões enormes e até na barrigona. Perto dali, uma reunião de amigas chamou a atenção dela. Vestidas de terno, as minas estavam um arraso. Os corpos torneados e justinhos valorizando cada curvas perfeitas. Rebeca terminou o lanche e sentiu uma pontada de tristeza. Nunca teria se permitido esse tipo de porcaria quando trabalhava no escritório, mas agora precisava de calorias o tempo todo. Sentiu como se o tempo fosse uma eternidade, em relação à gravidez e ao crescimento dos filhos. Ela esperava voltar depois da licença-maternidade do primeiro filho, mas quando engravidou de novo, tava exausta demais. Dom incentivou ela a pedir demissão, agora ela tinha que ser mãe em tempo integral. Ela obedeceu e pediu demissão sem volta. Foi aceito e ela soube que a vida profissional ia ficar prejudicada por muito tempo. Ficou decepcionada por engravidar tão rápido de novo, mas aceitou que fazia sentido ter os filhos juntos. Afinal, estavam construindo uma família linda. — Ooh — gemeu Rebeca, ajustando a cintura da calça de gestante. Tava esticada ao máximo. Logo ia precisar comprar um número maior. A mãe pesadona se levantou, cansada, percebendo que os peitos agora vazavam leite pra caramba enquanto o bebê começava a choramingar e berrar. Rapidinho, empurrou o carrinho pra casa enquanto a barrigona de grávida esbarrava na alça e a camisa de gestante franzida arredondava contra o ventre inchado. Precisava se apressar pra deitar o bebê e ela e o pequeno tirarem um cochilo. Uns meses depois; — Você viu o Domingo e a Rebeca ultimamente? — Andrea Pereira perguntou pra Isabella Armendáriz enquanto tomavam margaritas uma noite. — Não, desde o casamento deles. Sei que tiveram um bebê. Como tão? — perguntou Andrea pra Isabella. Isabella era a melhor amiga da Rebeca na faculdade, mas elas tinham perdido contato nos últimos anos, já que Isabella continuava solteira e ainda não vislumbrava um futuro com filhos. "Acho que tão bem, tão se reproduzindo igual coelho! Vi no Instagram da Rebeca que ela já tá grávida de novo!! 😱 Eles acabaram de ter o segundo filho no verão passado. E ela se deixou engordar tanto, tipo, ela realmente se permitiu engordar pra caralho" — disse Isabella com desgosto. Só de pensar em ganhar peso já ficava nervosa. Andrea concordou. "Eu sei, fiquei surpresa que eles começaram tão rápido. Não achei que a Rebeca tivesse tanta pressa pra formar família, mas claramente o Domingo é o cara certo! Será que eles vão parar no terceiro filho?" Isabella concordou e disse: "Ouvi de uma amiga que o Domingo vai se candidatar pra ser o acionista majoritário do Grupo VAL ano que vem. Ser um homem de família pode fazer parte da plataforma dele. Tipo, a maioria do pessoal aqui é católica". Andrea riu. "Com certeza eles têm uma mentalidade mais tradicional, acho que ele vem de uma origem mais conservadora. Mas será que a Rebeca vai voltar a trabalhar um dia?" Isabella respondeu hesitante. "Acho que não... Tudo que ela posta hoje em dia são fotos dos bebês e das coisas de maternidade. Tipo, antes ela era bem ambiciosa com a carreira. Nunca pensei que ela largaria tudo pra ser mãe". O terceiro filho nasceu naquele outono. Rebeca tinha certeza de que esse seria o último. Ela tinha começado a tomar anticoncepcional e era bem cuidadosa com o Dom, mas com dois bebês pra amamentar e um filho pequeno correndo por perto, simplesmente não conseguia dar conta de tudo. Pra piorar, as exigências sexuais do marido cobravam dela toda noite — Dom metia dentro da esposa e era inevitável que, quando ela esquecia a pílula, houvesse consequências. Cedo demais, ela mostrou tristemente pro Dom um teste de gravidez positivo. O mulato Parabéns, muito feliz! Ele era o único Bauza há apenas 5 anos e agora, aos 45, podia se gabar que em breve seriam mais 2, totalizando 6. Rebeca reagiu levemente emocionada, ficava feliz em ver Dom contente. Mas pra ela, essa fase da vida era bem contrastante. Uma semana depois; ela estava muito cansada na manhã do primeiro ultrassom. Três filhos era um trampo pesado. Mal conseguia acompanhar a amamentação e as trocas, quanto mais dormir o suficiente. Então, no começo, nem percebeu o que o técnico disse. "Então, os dois parecem saudáveis", falou a enfermeira sorrindo. "Os dois?" O coração de Rebeca gelou. "O que você disse?" A enfermeira sorriu e apontou pra tela. "Dois batimentos. Perfeitamente saudáveis. Parabéns! Os bebês de 8 semanas estão crescendo muito bem." Lágrimas silenciosas escorriam pelo rosto dela enquanto dirigia pra casa. A mãe dela estava em casa com os três pequenos. Dom tava no trabalho. A barriga de grávida de Rebeca nunca tinha realmente ido embora. Ela parecia e se sentia muito grávida, mesmo nesse início do primeiro trimestre. Os peitos inchados e de uso constante estavam doloridos e cheios. Precisava chegar em casa e amamentar os bebês, e depois comer e tirar um cochilo pra poder fazer crescer os novos bebês agora na barriga... Dom vai ficar feliz, pensou resignada. Ele tinha acabado de perguntar se ela tava pronta pra ter outro menino ou menina. Talvez viesse um de cada. Esperava que logo pudessem comprar a casa maior. Precisavam de um carrinho novo. E o filho mais velho logo estaria pronto pra pré-escola. Ia sentir falta do pequeno curioso ao lado dela enquanto trocava e amamentava o bebê do meio e o recém-nascido... Rebeca suspirou. Agora tava completamente convencida. Não voltaria mais a trabalhar, sua vida seria entregar todo o tempo pra cuidar e ver os filhos crescerem. Seus sonhos pessoais iam ficar de lado. No começo, foi tão difícil entender isso, ela criou rancor do Dom por engravidar ela toda hora e não deixar ela nem recuperar a antiga silhueta de mulher magra. Mas o safado do marido dela sempre soube dar o lugar de dona da casa. Mesmo tendo ganhado bastante peso, pra Domingos a mulher dele era a mais gostosa do mundo. Rebeca sabia que o mundo do marido girava em torno dela e dos filhos. O mulato era um bom homem, o ser humano perfeito que ela escolheu como parceiro e com quem hoje tinha que educar uma família crescente. Rebeca engoliu seco e pensou com resignação, enquanto ia pra casa. — Tanta maternidade. E só vai vir mais por aí... 😮💨
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