Fala, voltei.
Vou contar um pouco como foi minha vida (com a Romi a gente continuou se vendo, mas isso vem em outros relatos e com fotos). Por problemas financeiros, comecei a fazer corridas de carro pra família, amigos, levar e trazer pacotes, etc.
Um dia, tava levando um pacote do trabalho da minha tia pra um lugar, e aí o celular toca. Parei no acostamento, atendi e era meu amigo Marcos.
Eu: Fala, amigo, beleza?
Marcos: Fala, Ivo, deixa te perguntar uma coisa: cê pode levar minha irmã numa festa hoje à noite? É umas 00h.
Eu não curto trabalhar de noite porque sempre começo cedo de manhã, então gosto de dormir cedo. Mas como era um "favor" pra um amigo...
Eu: Hum... Beleza, amigo, me passa os endereços de onde tenho que buscar ela e pra onde tenho que levar, e pronto.
Marcos: Valeu, amigo, muito obrigado. Vou passar seu número pra ela, aí vocês já acertam entre si.
Lá pras 19h, recebo uma mensagem de um número que não tinha salvo, dizendo: "Fala, Ivo, sou a Orne, irmã do Marcos. Preciso ir pra tal endereço (uma balada no centro) umas 00h... Eu vou estar em casa (a mesma casa do Marcos)."
Lá pras 23h30, fui pra casa do Marcos, mandei mensagem pra Orne avisando que tava do lado de fora. Esperei uns 5 minutos e vi ela saindo... e CARALHO...
Eu conhecia a Orne das vezes que ia na casa do Marcos, mas como ultimamente a gente se encontrava em bares ou outros lugares, não via ela muito. Mas ela não era nada do que eu lembrava...
Saiu uma mina de 20 anos com um vestido bem colado no corpo, que destacava uns peitos pequenos mas bem redondinhos e uma rabeta enorme.
Quando vi ela, fiquei pasmo. Não parecia em nada com a Orne que eu conhecia.
Ela entrou no banco de trás, começamos a conversar: como ela tava, como ia a vida, etc. No meio do papo, ela me contou que tava namorando fazia pouco tempo um cara do trabalho dela.
Chegamos na balada, esperamos uns 10 minutos até as amigas dela (cada uma mais gostosa que a outra) chegarem. que a outra) se aproximaram do carro. Orne desceu e eu fui embora.
Lá pelas 3 da manhã, eu já tava deitado, sem conseguir dormir porque não tava com sono, e me chega uma mensagem da Orne.
Orne: Oi Ivã, cê pode vir me buscar, por favor?
Em nenhum momento a gente tinha combinado que eu ia buscá-la, aliás ela tinha dito que ia dormir na casa de uma amiga.
Eu: Oi Orne, pensei que cê ia pra casa da sua amiga.
Orne: sim, mas no final não fui, por favor, cê pode vir me buscar?
Senti que tinha algo errado, então falei que sim. Me vesti o mais rápido possível e fui pra lá.
Quando cheguei na porta, mandei mensagem, esperei uns 5, 10 minutos e vejo ela vindo em direção ao carro, pra minha surpresa ela tava chorando. Abriu a porta da frente e entrou.
Eu: O que aconteceu, Orne?
Orne: Nada, nada, vamos.
Não sabia o que fazer, peguei e mandei uma mensagem pro Marcos: "Fala, amigão, tá aí?" Liguei o carro e comecei a ir pra casa.
Orne não parava de chorar, então eu parei no acostamento de repente. Orne se assustou e me olhou sem entender.
Eu: O que aconteceu?
Orne: Não importa, de verdade.
Eu: Me conta.
Os olhos de Orne se encheram de lágrimas.
Orne: Meu namorado comeu uma das minhas amigas.
Orne desabou a chorar sem parar.
Não sabia o que fazer, só peguei e abracei ela. Ela colocou a cabeça no meu peito e continuou chorando. Eu tinha uma vista LINDA da raba da Orne e como marcava uma fio dental bem fininha.
Sem perceber, comecei a ficar de pau duro, antes que ela notasse, me afastei e a gente ficou conversando sobre a situação. Num momento mais calma, ela disse: "Te importa se eu fumar?" Eu não sabia que ela fumava, falei que não, sem problema, e pra minha surpresa, ela tirou um baseado e acendeu.
Começou a fumar, pedi se ela me dava um pouco, eu não fumava há um tempão, mas já que a oportunidade apareceu...
Passei o baseado, fumei um pouco. E do nada, já bem chapada, Orne me olha e diz Orne: Sabe o que eu gostaria de fazer? Perdoar ele, mas pegar pra fazer direito de corno. Eu comecei a rir, tentei fumar mas o baseado tinha apagado, Orne me passou o isqueiro, mas eu derrubei antes de pegar, caiu no chão debaixo do meu banco, tentei achar mas não encontrava, Orne me tirou e falou "Deixa comigo". Orne se ajoelhou no banco e se abaixou pra procurar o isqueiro, ficou de quatro, com a cabeça na minha virilha. Eu tava tentando controlar uma possível ereção porque tinha uma vista da Orne de quatro levantando a raba pra procurar o isqueiro. Não consegui me segurar mais e comecei a ter uma ereção COM A ORNE NA MINHA VIRILHA, mas não parava de olhar a raba da Orne. Orne virou a cabeça pra me olhar, eu ainda tava olhando a raba dela. Orne: Tá gostando do que tá vendo? hahaha Eu virei a cabeça rápido pra olhar pra ela tentando disfarçar e, pra minha surpresa, Orne virou a cabeça de novo pra minha virilha, puxou meu pau pra fora da calça e começou a chupar. Eu não podia acreditar. Ela enfiava até o fundo, tirava, batia uma pra mim um pouco e depois continuava chupando. Num momento, sem tirar meu pau da boca, ela pegou o vestido e levantou, deixando no ar a raba linda dela com uma tanguinha bem fina. Eu aproveitei e meti a mão por baixo da tanguinha dela e comecei a enfiar os dedos, ela gemia e gemia e não parava de chupar. Ficamos uns 15 minutos assim, ela com meu pau na boca e batendo uma, e eu enfiando os dedos nela. Num momento ela se levantou, me segurou, se ajoelhou no banco e colocou a cabeça no meu peito. Orne: continua, que vou gozar... ai... vai... mais rápido... isso Eu continuei enfiando os dedos até ela segurar meu pulso, me parar e soltar um gemido bem forte. Ela ficou um tempinho assim... abriu os olhos, me olhou, pegou meu pau e começou a bater uma pra mim enquanto falava... Orne: agora quero fazer você gozar... vai... goza... me dá essa porra... Cada vez ela batia mais rápido. Orne: quero seu Gozei com o Ivo...
Eu já não aguentava mais.
Eu: ah... vou gozar...
O cara, sem soltar minha pica, se colocou de quatro de novo, encostou minha pica perto da boca dele... e eu gozei na boca dele.
O cara ficou um tempão assim, engolindo meu gozo, se levantou, baixou o vestido, limpou a baba/gozo que tinha ficado fora da boca e sentou no banco.
Eu guardei minha pica na calça, o cara me olhou com um sorriso cúmplice.
O cara: Vamos?
Liguei o carro e levei ele pra casa dele.
Chegamos, estacionei na esquina da rua onde ele morava porque não tinha lugar pra estacionar, ele me deu um beijo na bochecha enquanto passava a mão na minha pica.
Ele desceu do carro e foi em direção à casa...
Vou contar um pouco como foi minha vida (com a Romi a gente continuou se vendo, mas isso vem em outros relatos e com fotos). Por problemas financeiros, comecei a fazer corridas de carro pra família, amigos, levar e trazer pacotes, etc.
Um dia, tava levando um pacote do trabalho da minha tia pra um lugar, e aí o celular toca. Parei no acostamento, atendi e era meu amigo Marcos.
Eu: Fala, amigo, beleza?
Marcos: Fala, Ivo, deixa te perguntar uma coisa: cê pode levar minha irmã numa festa hoje à noite? É umas 00h.
Eu não curto trabalhar de noite porque sempre começo cedo de manhã, então gosto de dormir cedo. Mas como era um "favor" pra um amigo...
Eu: Hum... Beleza, amigo, me passa os endereços de onde tenho que buscar ela e pra onde tenho que levar, e pronto.
Marcos: Valeu, amigo, muito obrigado. Vou passar seu número pra ela, aí vocês já acertam entre si.
Lá pras 19h, recebo uma mensagem de um número que não tinha salvo, dizendo: "Fala, Ivo, sou a Orne, irmã do Marcos. Preciso ir pra tal endereço (uma balada no centro) umas 00h... Eu vou estar em casa (a mesma casa do Marcos)."
Lá pras 23h30, fui pra casa do Marcos, mandei mensagem pra Orne avisando que tava do lado de fora. Esperei uns 5 minutos e vi ela saindo... e CARALHO...
Eu conhecia a Orne das vezes que ia na casa do Marcos, mas como ultimamente a gente se encontrava em bares ou outros lugares, não via ela muito. Mas ela não era nada do que eu lembrava...
Saiu uma mina de 20 anos com um vestido bem colado no corpo, que destacava uns peitos pequenos mas bem redondinhos e uma rabeta enorme.
Quando vi ela, fiquei pasmo. Não parecia em nada com a Orne que eu conhecia.
Ela entrou no banco de trás, começamos a conversar: como ela tava, como ia a vida, etc. No meio do papo, ela me contou que tava namorando fazia pouco tempo um cara do trabalho dela.
Chegamos na balada, esperamos uns 10 minutos até as amigas dela (cada uma mais gostosa que a outra) chegarem. que a outra) se aproximaram do carro. Orne desceu e eu fui embora.
Lá pelas 3 da manhã, eu já tava deitado, sem conseguir dormir porque não tava com sono, e me chega uma mensagem da Orne.
Orne: Oi Ivã, cê pode vir me buscar, por favor?
Em nenhum momento a gente tinha combinado que eu ia buscá-la, aliás ela tinha dito que ia dormir na casa de uma amiga.
Eu: Oi Orne, pensei que cê ia pra casa da sua amiga.
Orne: sim, mas no final não fui, por favor, cê pode vir me buscar?
Senti que tinha algo errado, então falei que sim. Me vesti o mais rápido possível e fui pra lá.
Quando cheguei na porta, mandei mensagem, esperei uns 5, 10 minutos e vejo ela vindo em direção ao carro, pra minha surpresa ela tava chorando. Abriu a porta da frente e entrou.
Eu: O que aconteceu, Orne?
Orne: Nada, nada, vamos.
Não sabia o que fazer, peguei e mandei uma mensagem pro Marcos: "Fala, amigão, tá aí?" Liguei o carro e comecei a ir pra casa.
Orne não parava de chorar, então eu parei no acostamento de repente. Orne se assustou e me olhou sem entender.
Eu: O que aconteceu?
Orne: Não importa, de verdade.
Eu: Me conta.
Os olhos de Orne se encheram de lágrimas.
Orne: Meu namorado comeu uma das minhas amigas.
Orne desabou a chorar sem parar.
Não sabia o que fazer, só peguei e abracei ela. Ela colocou a cabeça no meu peito e continuou chorando. Eu tinha uma vista LINDA da raba da Orne e como marcava uma fio dental bem fininha.
Sem perceber, comecei a ficar de pau duro, antes que ela notasse, me afastei e a gente ficou conversando sobre a situação. Num momento mais calma, ela disse: "Te importa se eu fumar?" Eu não sabia que ela fumava, falei que não, sem problema, e pra minha surpresa, ela tirou um baseado e acendeu.
Começou a fumar, pedi se ela me dava um pouco, eu não fumava há um tempão, mas já que a oportunidade apareceu...
Passei o baseado, fumei um pouco. E do nada, já bem chapada, Orne me olha e diz Orne: Sabe o que eu gostaria de fazer? Perdoar ele, mas pegar pra fazer direito de corno. Eu comecei a rir, tentei fumar mas o baseado tinha apagado, Orne me passou o isqueiro, mas eu derrubei antes de pegar, caiu no chão debaixo do meu banco, tentei achar mas não encontrava, Orne me tirou e falou "Deixa comigo". Orne se ajoelhou no banco e se abaixou pra procurar o isqueiro, ficou de quatro, com a cabeça na minha virilha. Eu tava tentando controlar uma possível ereção porque tinha uma vista da Orne de quatro levantando a raba pra procurar o isqueiro. Não consegui me segurar mais e comecei a ter uma ereção COM A ORNE NA MINHA VIRILHA, mas não parava de olhar a raba da Orne. Orne virou a cabeça pra me olhar, eu ainda tava olhando a raba dela. Orne: Tá gostando do que tá vendo? hahaha Eu virei a cabeça rápido pra olhar pra ela tentando disfarçar e, pra minha surpresa, Orne virou a cabeça de novo pra minha virilha, puxou meu pau pra fora da calça e começou a chupar. Eu não podia acreditar. Ela enfiava até o fundo, tirava, batia uma pra mim um pouco e depois continuava chupando. Num momento, sem tirar meu pau da boca, ela pegou o vestido e levantou, deixando no ar a raba linda dela com uma tanguinha bem fina. Eu aproveitei e meti a mão por baixo da tanguinha dela e comecei a enfiar os dedos, ela gemia e gemia e não parava de chupar. Ficamos uns 15 minutos assim, ela com meu pau na boca e batendo uma, e eu enfiando os dedos nela. Num momento ela se levantou, me segurou, se ajoelhou no banco e colocou a cabeça no meu peito. Orne: continua, que vou gozar... ai... vai... mais rápido... isso Eu continuei enfiando os dedos até ela segurar meu pulso, me parar e soltar um gemido bem forte. Ela ficou um tempinho assim... abriu os olhos, me olhou, pegou meu pau e começou a bater uma pra mim enquanto falava... Orne: agora quero fazer você gozar... vai... goza... me dá essa porra... Cada vez ela batia mais rápido. Orne: quero seu Gozei com o Ivo...
Eu já não aguentava mais.
Eu: ah... vou gozar...
O cara, sem soltar minha pica, se colocou de quatro de novo, encostou minha pica perto da boca dele... e eu gozei na boca dele.
O cara ficou um tempão assim, engolindo meu gozo, se levantou, baixou o vestido, limpou a baba/gozo que tinha ficado fora da boca e sentou no banco.
Eu guardei minha pica na calça, o cara me olhou com um sorriso cúmplice.
O cara: Vamos?
Liguei o carro e levei ele pra casa dele.
Chegamos, estacionei na esquina da rua onde ele morava porque não tinha lugar pra estacionar, ele me deu um beijo na bochecha enquanto passava a mão na minha pica.
Ele desceu do carro e foi em direção à casa...
1 comentários - Orne la hermana de mi amigo