Este relato foca mais no desenvolvimento do personagem + imagens aleatórias
O coração do Pedro parou por um instante ao ver os brincos da mãe, que pareciam muito com os da mulher do vídeo. O rapaz agradeceu ao céu quando, chegando mais perto dela, pôde ver que na verdade não eram o que ele pensava. Sua mãe usava brincos pretos em forma de coração, não muito valiosos mas igualmente bonitos.
- Mãe, e esses brincos?
- Ah, é, esqueci de tirar… que burrice.
- São novos?
- Sim, comprei numa lojinha da rua, o que você acha?
- Ficam bem em você.
- Obrigada, filho.
Pedro foi dormir naquela noite com o ânimo tranquilo, sem saber o que o esperava no futuro.
**À NOITE, DEPOIS DE SAIR DA CASA DA SOFIA…**
Teresa dirigia seu carro em alta velocidade para casa enquanto suas lágrimas borravam o pouco rímel que ainda lhe restava. Seu celular estava ao lado, no banco do carona, e ela ainda conseguia ver na tela as 13 chamadas perdidas do marido e outras 3 do filho, Pedro. Não conseguia acreditar no que havia acontecido, no que havia feito, dito e, sobretudo, no que havia experimentado todo aquele tempo na casa do Marcelo. Repetia para si mesma como havia se comportado de maneira horrível, que mulher, esposa e mãe terrível ela era.
Eram 22h10 da noite. Seus amados certamente estavam preocupados com ela, já que ela só deveria ter ficado com a "Sofia" por poucas horas. Eles estavam preocupados enquanto ela se revirava na cama com Marcelo, um garoto da mesma idade do seu filho, um bastardo, um criminoso que havia torturado seu filho por quase dois anos. Seu sentimento de culpa a estava matando, e ela doía de um jeito que não conseguia explicar como ainda estava viva.
Teresa estava dirigindo muito rápido; rápido demais. Mas naquele momento, ela não se importava. Não parecia importante infringir a lei de velocidade quando ela havia violado a coisa mais importante do mundo: seu dever de esposa e de mãe. Naquela hora, não havia muitos carros na rua, mas os que estavam buzinavam quando ela passava, alertando-a sobre o quão louca era dirigir daquele jeito. "Talvez eu seja, talvez eu seja louca", pensou Teresa. De que outra forma poderia explicar seu comportamento? Ela sabia que não podia culpar as drogas ou o Marcelo. Embora o que ela havia tomado a tivesse empurrado para a beira do precipício, foi ela quem deu o último passo, consciente de que cairia em um abismo de… excitação, perversão e luxúria. Ela lembrava de tudo claramente, sabia que estava lúcida, sabia que tinha o controle e a escolha do que faria, mas naquele momento decidiu renunciar a isso. No momento em que Marcelo encheu sua buceta com seu enorme membro, ela renunciou ao controle, renunciou à sua moral, renunciou a si mesma e se deixou levar pelo prazer da situação. Ela sabia que os traiu por sua escolha, Teresa sabia que foi uma puta. "Sou uma puta", admitiu para si mesma. Já quase tinha chegado em casa, então parou o carro a cerca de três quarteirões de seu destino para colocar uma roupa adequada. Já tinha se preparado desde a última vez. No dia anterior, tinha escondido uma muda de roupa no carro, sabendo que Marcelo a queria nua para o encontro. Da entrada de sua casa, podia ver uma luz acesa lá dentro. Seu marido estava esperando por ela. Se antes, no carro, ia o mais rápido possível, agora seus passos eram os mais lentos possíveis, porque estava aterrorizada de enfrentar seu amado esposo. Seu medo não tinha importância, já tinha decidido no momento em que o efeito do último orgasmo que teve se desvaneceu: ia confessar tudo. Teresa estava decidida a enfrentar as consequências de suas ações e pôr fim a toda aquela loucura. Quando abriu a porta, seu marido se levantou de sua poltrona e, com uma cara de raiva, foi direto até ela para reclamar da hora em que chegava. Talvez fosse porque estava em plena crise existencial, ou porque a droga ainda estava tendo um certo efeito sobre ela, mas as reclamações de seu marido, seus gestos de raiva tão agitados, ou seu rosto tão perto do dela que podia ver as gotas de saliva que saíam durante os gritos, fizeram com que ela sentisse uma sensação de raiva e desespero. Teresa sentiu as reclamações como um ataque do qual ela, sem pensar no que prometera a si mesma, se defendeu levantando ainda mais a voz até chegar a gritar com ele. A discussão era tão forte que até o pequeno Jonas acordou em seu quarto. Enquanto Teresa discutia consigo mesma: "O que você está fazendo? Não tenho motivo pra ficar com raiva. Fui eu quem falhou com ele". A discussão durou uns 5 minutos até que Felipe exigiu que a esposa explicasse por que tinha chegado naquela hora. Para Teresa, tinha chegado a hora; sua voz ficou fraca, seu corpo começou a suar de medo e seus olhos começaram a lacrimejar. Felipe se assustou por um instante ao ver as lágrimas da esposa e calou a boca, com medo de ter dito algo que passou dos limites.
— Felipe, eu... tenho que te confessar uma coisa. Eu...
O destino quis que, naquele dia, Pedro, preocupado, ficasse com o pai esperando a mãe e que, quando ela chegasse, ele estivesse no banheiro. Quando saiu, ficou no corredor escuro, ouvindo a discussão dos pais até que Teresa, por milagre, percebeu que ele estava ali. Por causa disso, ela desistiu. Não tinha forças pra confessar, não agora, não na frente do filho.
Teresa fugiu pro andar de cima e se trancou no banheiro, ligando o chuveiro enquanto pensava no que fazer. Quando saiu, Pedro já tinha ido dormir no quarto dele e Felipe estava esperando na cama pra dormir, já que era muito tarde. Ele tentou falar com ela e perguntar o motivo daquela reação, mas Teresa evitou responder, dizendo que naquele momento não estava com vontade de discutir.
Alguns dizem que a noite traz conselhos e realmente é assim, porque toda aquela culpa e vergonha que a Teresa sentia já não eram tão fortes quanto na noite anterior. Como acontece com muitos, a intensidade das emoções que ela experimentou no primeiro dia foi atenuada pela luz do novo dia. Teresa havia perdido aquele ímpeto, aquele desejo de se libertar de todas aquelas mentiras, que agora foi substituído por um grande medo da reação da sua família ao que ela fez. Naquela manhã, seu marido acordou antes dela e preparou o café da manhã para todos; uma maneira de se fazer perdoar pela noite anterior. Ele esperava conquistar o afeto da esposa, mas o que causou foi que ela se sentisse ainda mais culpada. Teresa se sentia terrível, mas acima de tudo, tinha medo de perder o marido que, mesmo tendo sido traído por ela, era quem queria ser perdoado.
Felipe esperou ficar sozinho com Teresa na cozinha para conversar com ela sobre o que aconteceu.
—Felipe, mas você vai se atrasar pro trabalho.
—Não importa, Teresa, isso é mais importante.
—Mas…
—Teresa, meu amor… se eu disse algo que te ofendeu ontem, eu peço desculpas, não foi minha intenção. A única coisa que eu quero é ser um bom pai e marido, mas quando você não atendeu meu celular ontem, eu pensei que algo tinha acontecido com você.
—O que você pensou, Felipe?
—Eu… eu pensei que talvez você tivesse tido um acidente ou…
—Ou o quê, Felipe?
—Ou que você estivesse com outro.
Essas palavras tocaram o coração de Teresa. Seu marido se mostrou tão sincero e vulnerável diante dela, dizer a verdade era algo que o destruiria. "Ele merece muito mais do que a verdade", pensou Teresa.
—Felipe, meu tesouro… Você sabe que eu te amo, né?
—Sim.
—E sabe que eu nunca tentei te machucar?
—Sim, mas… Então por que você não atendia minhas ligações? Por que você ficou fora quase o dia todo? Por que você começou a chorar? Fui eu o culpado? Fiz algo de errado?
Teresa pensou um pouco antes de responder.
—Não, Felipe. Você não fez nada, mas talvez esse seja o problema.
—O que você está dizendo?
É assim que a longa teia de mentiras começa a se tecer.
—Eu… Ontem eu conversei com a Sofia por muito tempo, sobre ela, sobre o casamento dela e sobre os problemas que ela tem no geral.
—E?
—E aconteceu que eu me deixei levar pela conversa e esqueci de ver as horas. Percebi que eu e ela temos muitas coisas em comum e, enquanto ela me contava sobre a relação com o marido, percebi que nisso também somos parecidas.
—Mas eu…
—As coisas não estão bem entre a gente, Felipe. Você trabalha o dia todo, não me dá atenção e nem me lembro da última vez que passamos um tempinho só nós dois juntos. Isso não tá legal.
—Teresa, meu amor… Sinto muito, eu não pensei… não sabia que você se sentia assim. Me desculpa. Eu só tento dar o meu máximo pra te dar a vida que você e nossos filhos merecem.
—Eu sei, Felipe, mas eu preciso de mais.
As palavras duras e ao mesmo tempo verdadeiras de Teresa funcionaram como ela planejou. Ela conseguiu manipular a situação inventando uma história sobre ela e ele, sobre o que aconteceu na noite anterior, para evitar contar a verdade. Até a própria Teresa se surpreendeu com a facilidade de sair daquela enrascada.
—…Então chega desses ciúmes, tá bom, Felipe?
—Sim, me desculpa, meu amor. Mas você sabe, depois de tudo o que aconteceu com minha mãe, depois do que meu pai me contou… sei lá. É difícil pra mim não pensar no pior.
—Eu sei, meu tesouro, eu sei.
Teresa havia conseguido arrumar um jeito de ganhar tempo para pensar em como e quando resolver aquela situação. Assim que seu marido e seus filhos saíram, ela começou a limpar a casa, algo que costumava fazer quando estava nervosa ou de mau humor. O trabalho manual a ajudava a pensar. Quanto mais ela se esforçava para encontrar uma solução, mais parecia não haver escapatória de Marcelo e do seu membro incrível.
Já eram 11 da manhã quando ela recebeu uma mensagem e, ao vê-la, uma coceira insuportável despertou entre suas pernas. Continua…


O coração do Pedro parou por um instante ao ver os brincos da mãe, que pareciam muito com os da mulher do vídeo. O rapaz agradeceu ao céu quando, chegando mais perto dela, pôde ver que na verdade não eram o que ele pensava. Sua mãe usava brincos pretos em forma de coração, não muito valiosos mas igualmente bonitos.
- Mãe, e esses brincos? - Ah, é, esqueci de tirar… que burrice.
- São novos?
- Sim, comprei numa lojinha da rua, o que você acha?
- Ficam bem em você.
- Obrigada, filho.
Pedro foi dormir naquela noite com o ânimo tranquilo, sem saber o que o esperava no futuro.
**À NOITE, DEPOIS DE SAIR DA CASA DA SOFIA…**
Teresa dirigia seu carro em alta velocidade para casa enquanto suas lágrimas borravam o pouco rímel que ainda lhe restava. Seu celular estava ao lado, no banco do carona, e ela ainda conseguia ver na tela as 13 chamadas perdidas do marido e outras 3 do filho, Pedro. Não conseguia acreditar no que havia acontecido, no que havia feito, dito e, sobretudo, no que havia experimentado todo aquele tempo na casa do Marcelo. Repetia para si mesma como havia se comportado de maneira horrível, que mulher, esposa e mãe terrível ela era.
Eram 22h10 da noite. Seus amados certamente estavam preocupados com ela, já que ela só deveria ter ficado com a "Sofia" por poucas horas. Eles estavam preocupados enquanto ela se revirava na cama com Marcelo, um garoto da mesma idade do seu filho, um bastardo, um criminoso que havia torturado seu filho por quase dois anos. Seu sentimento de culpa a estava matando, e ela doía de um jeito que não conseguia explicar como ainda estava viva.
Teresa estava dirigindo muito rápido; rápido demais. Mas naquele momento, ela não se importava. Não parecia importante infringir a lei de velocidade quando ela havia violado a coisa mais importante do mundo: seu dever de esposa e de mãe. Naquela hora, não havia muitos carros na rua, mas os que estavam buzinavam quando ela passava, alertando-a sobre o quão louca era dirigir daquele jeito. "Talvez eu seja, talvez eu seja louca", pensou Teresa. De que outra forma poderia explicar seu comportamento? Ela sabia que não podia culpar as drogas ou o Marcelo. Embora o que ela havia tomado a tivesse empurrado para a beira do precipício, foi ela quem deu o último passo, consciente de que cairia em um abismo de… excitação, perversão e luxúria. Ela lembrava de tudo claramente, sabia que estava lúcida, sabia que tinha o controle e a escolha do que faria, mas naquele momento decidiu renunciar a isso. No momento em que Marcelo encheu sua buceta com seu enorme membro, ela renunciou ao controle, renunciou à sua moral, renunciou a si mesma e se deixou levar pelo prazer da situação. Ela sabia que os traiu por sua escolha, Teresa sabia que foi uma puta. "Sou uma puta", admitiu para si mesma. Já quase tinha chegado em casa, então parou o carro a cerca de três quarteirões de seu destino para colocar uma roupa adequada. Já tinha se preparado desde a última vez. No dia anterior, tinha escondido uma muda de roupa no carro, sabendo que Marcelo a queria nua para o encontro. Da entrada de sua casa, podia ver uma luz acesa lá dentro. Seu marido estava esperando por ela. Se antes, no carro, ia o mais rápido possível, agora seus passos eram os mais lentos possíveis, porque estava aterrorizada de enfrentar seu amado esposo. Seu medo não tinha importância, já tinha decidido no momento em que o efeito do último orgasmo que teve se desvaneceu: ia confessar tudo. Teresa estava decidida a enfrentar as consequências de suas ações e pôr fim a toda aquela loucura. Quando abriu a porta, seu marido se levantou de sua poltrona e, com uma cara de raiva, foi direto até ela para reclamar da hora em que chegava. Talvez fosse porque estava em plena crise existencial, ou porque a droga ainda estava tendo um certo efeito sobre ela, mas as reclamações de seu marido, seus gestos de raiva tão agitados, ou seu rosto tão perto do dela que podia ver as gotas de saliva que saíam durante os gritos, fizeram com que ela sentisse uma sensação de raiva e desespero. Teresa sentiu as reclamações como um ataque do qual ela, sem pensar no que prometera a si mesma, se defendeu levantando ainda mais a voz até chegar a gritar com ele. A discussão era tão forte que até o pequeno Jonas acordou em seu quarto. Enquanto Teresa discutia consigo mesma: "O que você está fazendo? Não tenho motivo pra ficar com raiva. Fui eu quem falhou com ele". A discussão durou uns 5 minutos até que Felipe exigiu que a esposa explicasse por que tinha chegado naquela hora. Para Teresa, tinha chegado a hora; sua voz ficou fraca, seu corpo começou a suar de medo e seus olhos começaram a lacrimejar. Felipe se assustou por um instante ao ver as lágrimas da esposa e calou a boca, com medo de ter dito algo que passou dos limites.
— Felipe, eu... tenho que te confessar uma coisa. Eu...
O destino quis que, naquele dia, Pedro, preocupado, ficasse com o pai esperando a mãe e que, quando ela chegasse, ele estivesse no banheiro. Quando saiu, ficou no corredor escuro, ouvindo a discussão dos pais até que Teresa, por milagre, percebeu que ele estava ali. Por causa disso, ela desistiu. Não tinha forças pra confessar, não agora, não na frente do filho.
Teresa fugiu pro andar de cima e se trancou no banheiro, ligando o chuveiro enquanto pensava no que fazer. Quando saiu, Pedro já tinha ido dormir no quarto dele e Felipe estava esperando na cama pra dormir, já que era muito tarde. Ele tentou falar com ela e perguntar o motivo daquela reação, mas Teresa evitou responder, dizendo que naquele momento não estava com vontade de discutir.
Alguns dizem que a noite traz conselhos e realmente é assim, porque toda aquela culpa e vergonha que a Teresa sentia já não eram tão fortes quanto na noite anterior. Como acontece com muitos, a intensidade das emoções que ela experimentou no primeiro dia foi atenuada pela luz do novo dia. Teresa havia perdido aquele ímpeto, aquele desejo de se libertar de todas aquelas mentiras, que agora foi substituído por um grande medo da reação da sua família ao que ela fez. Naquela manhã, seu marido acordou antes dela e preparou o café da manhã para todos; uma maneira de se fazer perdoar pela noite anterior. Ele esperava conquistar o afeto da esposa, mas o que causou foi que ela se sentisse ainda mais culpada. Teresa se sentia terrível, mas acima de tudo, tinha medo de perder o marido que, mesmo tendo sido traído por ela, era quem queria ser perdoado.
Felipe esperou ficar sozinho com Teresa na cozinha para conversar com ela sobre o que aconteceu. —Felipe, mas você vai se atrasar pro trabalho.
—Não importa, Teresa, isso é mais importante.
—Mas…
—Teresa, meu amor… se eu disse algo que te ofendeu ontem, eu peço desculpas, não foi minha intenção. A única coisa que eu quero é ser um bom pai e marido, mas quando você não atendeu meu celular ontem, eu pensei que algo tinha acontecido com você.
—O que você pensou, Felipe?
—Eu… eu pensei que talvez você tivesse tido um acidente ou…
—Ou o quê, Felipe?
—Ou que você estivesse com outro.
Essas palavras tocaram o coração de Teresa. Seu marido se mostrou tão sincero e vulnerável diante dela, dizer a verdade era algo que o destruiria. "Ele merece muito mais do que a verdade", pensou Teresa.
—Felipe, meu tesouro… Você sabe que eu te amo, né?
—Sim.
—E sabe que eu nunca tentei te machucar?
—Sim, mas… Então por que você não atendia minhas ligações? Por que você ficou fora quase o dia todo? Por que você começou a chorar? Fui eu o culpado? Fiz algo de errado?
Teresa pensou um pouco antes de responder.
—Não, Felipe. Você não fez nada, mas talvez esse seja o problema.
—O que você está dizendo?
É assim que a longa teia de mentiras começa a se tecer.
—Eu… Ontem eu conversei com a Sofia por muito tempo, sobre ela, sobre o casamento dela e sobre os problemas que ela tem no geral.
—E?
—E aconteceu que eu me deixei levar pela conversa e esqueci de ver as horas. Percebi que eu e ela temos muitas coisas em comum e, enquanto ela me contava sobre a relação com o marido, percebi que nisso também somos parecidas.
—Mas eu…
—As coisas não estão bem entre a gente, Felipe. Você trabalha o dia todo, não me dá atenção e nem me lembro da última vez que passamos um tempinho só nós dois juntos. Isso não tá legal.
—Teresa, meu amor… Sinto muito, eu não pensei… não sabia que você se sentia assim. Me desculpa. Eu só tento dar o meu máximo pra te dar a vida que você e nossos filhos merecem.
—Eu sei, Felipe, mas eu preciso de mais.
As palavras duras e ao mesmo tempo verdadeiras de Teresa funcionaram como ela planejou. Ela conseguiu manipular a situação inventando uma história sobre ela e ele, sobre o que aconteceu na noite anterior, para evitar contar a verdade. Até a própria Teresa se surpreendeu com a facilidade de sair daquela enrascada.—…Então chega desses ciúmes, tá bom, Felipe?
—Sim, me desculpa, meu amor. Mas você sabe, depois de tudo o que aconteceu com minha mãe, depois do que meu pai me contou… sei lá. É difícil pra mim não pensar no pior.
—Eu sei, meu tesouro, eu sei.
Teresa havia conseguido arrumar um jeito de ganhar tempo para pensar em como e quando resolver aquela situação. Assim que seu marido e seus filhos saíram, ela começou a limpar a casa, algo que costumava fazer quando estava nervosa ou de mau humor. O trabalho manual a ajudava a pensar. Quanto mais ela se esforçava para encontrar uma solução, mais parecia não haver escapatória de Marcelo e do seu membro incrível.
Já eram 11 da manhã quando ela recebeu uma mensagem e, ao vê-la, uma coceira insuportável despertou entre suas pernas. Continua…



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