iniciada por un clérigo pervertido VI

iniciada por un clérigo pervertido VI~Olha como o esperma escorre pelas pernas dela! —exclamou Verbouc, enfiando a mão nervosamente entre as coxas de Julia—. Que vergonha!
—Escorreu até os pezinhos lindos dela —observou Ambrosio, erguendo uma de suas pernas bem torneadas, com a intenção de examinar suas botas finas de cabritilha, sobre as quais se podia ver mais de uma gota de sêmen, enquanto com olhos de fogo explorava avidamente a fenda rosada que assim ficou exposta ao seu olhar.
Delmont gemeu novamente.
—Oh, Deus, que beleza! —gritou Verbouc, dando uma palmada em suas nádegas redondas—. Ambrosio: prossiga para evitar qualquer possível consequência de um fato tão fora do comum. Apenas a emissão de um homem vigoroso pode remediar uma situação semelhante.
—Sim, é verdade, temos que administrá-la —murmurou Ambrosio, cujo estado de excitação durante esse intervalo pode ser melhor imaginado do que descrito.
Sua batina se levantava visivelmente na parte da frente, e todo seu comportamento denunciava suas emoções violentas.
Ambrosio se despiu da batina e libertou seu membro enorme, cuja cabeça rubicunda e inchada parecia ameaçar os céus.
Julia, terrivelmente assustada, iniciou um fraco movimento de fuga enquanto o senhor Verbouc, alegre, a segurava exibindo-a por inteiro.
Julia contemplou pela segunda vez o membro terrivelmente ereto de seu confessor, e,
adivinhando suas intenções devido à experiência de iniciação pela qual acabara de passar, quase desmaiou de pânico.
Ambrosio, como se quisesse ofender os sentimentos de ambos —pai e filha— deixou totalmente expostos seus tremendos órgãos genitais, e agitou o pênis gigantesco em seus rostros.
Delmont, presa do terror, e sentindo-se nas mãos dos dois conspiradores, prendeu a respiração e se refugiou atrás de Cielo Riveros, que, plenamente satisfeita com o sucesso do plano, se dedicou a aconselhá-la a não fazer nada e deixá-los fazer sua vontade.
Verbouc, que estivera acariciando com os dedos as partes íntimas úmidas da pequena Julia, viu a garota ceder à furiosa luxúria de seu amigo, preparando-se para desfrutar de seu passatempo favorito: contemplar a violação.
O padre, fora de si devido à luxúria que o dominava, tirou suas roupas íntimas, sem que seu membro perdesse a rigidez durante a operação, e procedeu à deliciosa tarefa que o aguardava. "Finalmente é minha", murmurou.
Ambrosio apoderou-se imediatamente de sua presa, passou os braços em torno de seu corpo e a levantou no ar para levar a garota trêmula ao sofá próximo, lançando-se sobre seu corpo nu. E entregou-se de corpo e alma para se satisfazer. Sua arma monstruosa, dura como aço, já tocava a fenda rosada que, embora lubrificada pelo sêmen do senhor Delmont, não era uma buceta confortável para o pênis gigantesco que agora a ameaçava.
Ambrosio prosseguia seus esforços, e o senhor Delmont só podia ver, enquanto a figura do padre se contorcia sobre o corpo de sua filhinha, uma massa negra e sedosa ondulante. Com experiência suficiente para não se deixar obstruir por muito tempo, Ambrosio ia ganhando terreno, e também era bastante dono de si para não se deixar levar pelo prazer muito cedo. Venceu toda oposição, e um grito dilacerante de Julia anunciou a penetração do imenso instrumento.
Grito após grito se sucederam até que Ambrosio, finalmente firmemente enterrado no interior da jovem, percebeu que não podia aprofundar mais e começou os deliciosos movimentos de bombeamento que poriam fim ao seu prazer, ao mesmo tempo que à tortura de sua vítima.

Enquanto isso, Verbouc, cuja luxúria despertara violentamente ao ver a cena entre o senhor Delmont e sua filha, e a que subsequentemente protagonizaram aquele homem insensato e sua sobrinha, correu até Cielo Riveros e, afastando-a do abraço em que a tinha seu infeliz amigo, abriu-lhe imediatamente as pernas, ele dirigiu um olhar para seu buraco, e com um único empuxo afundou seu pênis em seu corpo, para desfrutar das mais intensas emoções, numa boceta já bem lubrificada pela abundância de sêmen que havia recebido.

Ambos os casais estavam naquele momento entregues ao seu delírio de copulação, num silêncio apenas alterado pelos gemidos da semiconsciente Julia, o estertor da respiração do bárbaro Ambrosio, e os gemidos e soluços do senhor Verbouc.

A corrida ficou mais rápida e deliciosa. Ambrosio, que à força havia introduzido na estrecha fenda da jovem seu gigantesco pênis, até o tufo de pelos negros e encaracolados que cobriam sua raiz, estava lívido de luxúria. Empurrava, impelia e investia com a força de um touro, e se não fosse porque no fim a natureza a favoreceu levando seu êxtase à culminação, teria sucumbido aos efeitos de tão tremenda excitação, para cair presa de um ataque que provavelmente teria impossibilitado para sempre a repetição de uma cena semelhante.

Um forte grito escapou da garganta de Ambrosio. Verbouc sabia bem o que isso representava: ele estava gozando. Seu êxtase serviu para apressar o outro casal, e um uivo de luxúria encheu o ambiente enquanto os dois monstros inundavam suas vítimas de líquido seminal. Mas não bastou uma, pois foram precisas três descargas da prolífica essência do padre na matriz da terna jovem, para que se apaziguasse a febre de desejo que havia se apoderado dele.

Dizer simplesmente que Ambrosio havia gozado, não daria uma ideia real dos fatos. O que ele realmente fez foi arremessar verdadeiros borbotões de sêmen no interior de Julia, em jatos grossos e fortes, ao mesmo tempo que não cessava de soltar gemidos de êxtase cada vez que uma daquelas injeções viscosas corria ao longo de sua enorme uretra, e fluía em torrentes no interior do dilatado receptáculo. Transcorreram alguns minutos antes que tudo terminasse, e o brutal padre abandonasse sua vítima ensanguentada e dilacerada. Ao mesmo tempo, o senhor Verbouc deixava expostas as abertas coxas e a vulva embebida de sua sobrina, que ainda jazia no transe sonolento que segue ao deleite intenso, alheia à espessa exsudação que, gota a gota, ia formando uma poça no chão, entre suas pernas envoltas em seda.

—Ah, que delícia! —exclamou Verbouc—. Afinal, encontra-se prazer no cumprimento do dever, não é mesmo, Delmont?

E virando-se para o sujeito ansiosamente aguardado, continuou:

—Se o padre Ambrósio e eu mesmo não tivéssemos misturado nossas humildes oferendas com a prolífica essência que você parece aproveitar tão bem, ninguém poderia ter previsto que desastre teria acontecido. Oh, sim!, não há nada como fazer as coisas direito, não é verdade, Delmont?

—Não sei; me sinto doente, estou como num sonho, sem deixar de ser sensível a sensações que me provocam um renovado prazer. Não posso duvidar de sua amizade... de que saberão guardar o segredo. Gozei muito, e no entanto, continuo excitado. Não saberia dizer o que desejo. O que será, meus amigos?

O padre Ambrósio aproximou-se e, pousando sua mão enorme sobre o ombro do pobre homem, deu-lhe ânimo com algumas palavras sussurradas em tom reconfortante.

Como um pulga que sou, não posso me permitir a liberdade de mencionar quais foram essas palavras, mas elas surtiram o efeito de dissipar logo as nuvens de horror que obscureciam a vida do senhor Delmont. Sentou-se e, pouco a pouco, foi recuperando a calma.

Júlia, já recuperada também, sentou-se ao lado do padre robusto, que do outro lado tinha Cielo Riveros. Já fazia tempo que ambas as moças se sentiam mais ou menos à vontade. O santo varão lhes falava como um pai bondoso e conseguiu que o senhor Delmont abandonasse sua atitude retraída, e que este homem honrado, após uma copiosa libação de vinho, começasse igualmente a se sentir à vontade no meio em que se encontrava. Logo os vigorizantes Os vapores do vinho começaram a fazer efeito no senhor Delmont, que passou a lançar olhares ávidos em direção à sua filha. Sua excitação era evidente, e se manifestava no volume que se notava sob suas roupas. Ambrosio percebeu seu desejo e o encorajou. Levou-o até Júlia, que, ainda nua, não tinha como esconder seus encantos. Seu pai a olhou com olhos em que predominava a luxúria. Uma segunda vez já não seria tão pecaminosa, pensou. Ambrosio acenou com a cabeça para incentivá-lo, enquanto Cielo Riveros desabotoava suas calças para pegar seu pênis rígido e apertá-lo suavemente entre suas mãos. O senhor Delmont entendeu a posição, e poucos instantes depois estava sobre sua filha. Cielo Riveros guiou o membro incestuoso até os lábios vermelhos da buceta de Júlia, e após algumas empurradas, o pai semi-enlouquecido havia penetrado completamente no interior do corpo de sua linda filha. A luta que se seguiu foi intensificada pelas circunstâncias daquela horrível conexão. Após uma brutal e rápida cavalgada, o senhor Delmont gozou, e sua filha recebeu no mais profundo de seu útero juvenil as emissões culpadas de seu pai desnaturado. O pai Ambrosio, em quem predominava o instinto sexual, tinha outra fraqueza, que era a de pregar. Ele o fez por cerca de uma hora, não tanto sobre temas religiosos, mas referindo-se a outras questões mais mundanas, e que certamente não costumam ser sancionadas pela santa mãe igreja. Nesta ocasião, ele pronunciou um discurso que me foi impossível acompanhar, por isso decidi adormecer na axila de Cielo Riveros. Ignoro quanto tempo mais teria durado sua dissertação, mas como naquele momento a gentil Cielo Riveros se apossou de seu enorme penduricalho entre suas mãozinhas e começou a fazer cócegas nele, o bom homem se viu obrigado a fazer uma pausa, justificada pelas sensações despertadas por ela. Verbouc, por sua vez, que, como se recordará, o único que cobiçava era uma buceta bem lubrificada, apenas Ele se preocupava com o quão bem lubrificadas estavam as deliciosas partes íntimas da recém-conquistada para a causa, Júlia. Além disso, a presença do pai contribuía para aumentar o apetite, em vez de ser um impedimento para que aqueles dois homens libidinosos se abstivessem de aproveitar os encantos de sua filha. E Cielo Riveros, que ainda sentia o sêmen escorrer de sua vulva quente, era presa de desejos que as batalhas anteriores não haviam conseguido apaziguar completamente.

Verbouc começou a cuidar novamente dos encantos infantis de Júlia, aplicando-lhes toques lascivos, passando impudentemente as mãos sobre as redondezas de suas nádegas e deslizando de vez em quando seus dedos entre as colinas.

O padre Ambrósio, não menos ativo, havia passado seu braço em torno da cintura de Cielo Riveros e, aproximando dela seu corpo semidesnudo, depositava em seus lindos lábios beijos ardentes.

À medida que ambos os homens se entregavam a essas brincadeiras, o desejo se comunicava em suas armas, avermelhadas e inflamadas pelo efeito dos encontros anteriores, e firmemente erguidas com a mira ameaçadora voltada para as jovens criaturas que estavam em seu poder.

Ambrósio, cuja luxúria nunca exigia grandes incentivos, logo se apoderou de Cielo Riveros. Ela se deixou ser deitada no sofá que já havia sido testemunha de dois encontros anteriores, onde, nada relutante, pelo contrário, continuou estimulando o pau nu e flamejante, para depois permitir que ele se introduzisse entre suas coxas, favorecendo o ataque desproporcional o máximo que pôde, até enterrar completamente em sua fenda úmida o terrível instrumento.

O espetáculo excitou de tal modo os sentimentos do senhor Delmont, que ficou evidente que ele não precisava de mais estímulos para tentar um segundo golpe, uma vez que o padre terminasse seu ataque.

O senhor Verbouc, que durante algum tempo esteve lançando olhares lascivos para a filha do senhor Delmont, também estava em condições de aproveitar uma vez mais. Ele refletia que as repetidas violações que ela já havia sofrido por parte do pai e do padre a teriam deixado preparada para o tipo de trabalho que ele gostava de realizar, e percebia, tanto pela visão quanto pelo tato, que suas partes íntimas estavam suficientemente lubrificadas para satisfazer seus mais caros desejos, devido às violentas descargas que haviam recebido.

Verbouc lançou um olhar na direção do padre, que naquele momento estava entretido em gozar de sua sobrina, e aproximando-se depois de Cielo Riveros Julia, colocou-a sobre um canapé em postura ideal para poder afundar até os testículos seu rígido membro no delicado corpo dela, o que conseguiu, embora com considerável esforço.

Este novo e intenso prazer levou Verbouc às bordas da alienação; pressionando contra a apertada vulva da jovem, que o ajustava como uma luva, estremecia de prazer da cabeça aos pés.

— Ah, isso é o próprio céu! — murmurou, enquanto afundava seu grande membro até os testículos colados à base dele.

— Meu Deus, que aperto! Que deleite lubrificado!

E outra firme investida arrancou um gemido da pobre Julia.

Enquanto isso, o padre Ambrósio, com os olhos semicerrados, os lábios entreabertos e as narinas dilatadas, não cessava de se esfregar contra as belas partes íntimas da jovem Cielo Riveros, cuja satisfação sexual era denunciada por seus lamentos de prazer.

— Ai, meu Deus! É... é grande demais... enorme, vossa coisa imensa! Ai de mim, me chega até a cintura! Ah! Ah! É demais; não tão forte, querido padre! Como empurrais! Me matareis! Suavemente... mais devagar... Sinto vossas grandes bolas contra minhas nádegas.

— Pare um momento! — gritou Ambrósio, cujo prazer já era incontenível, e cujo gozo estava prestes a se derramar —. Façamos uma pausa. Mudamos de parceira, meu amigo? Creio que a ideia é atraente.

— Não, ah, não! Não aguento mais! Tenho que continuar. Esta linda criatura é a delícia em pessoa.
—Fica quieta, querida Cielo Riveros, ou você vai me fazer gozar. Não aperte minha arma tão arrebatadoramente.
—Não consigo evitar, você me mata de prazer. Vai, continua, mas devagar. Ai, não tão bruscamente! Não empurra tão brutalmente. Meu Deus, ele vai gozar! Os olhos dele se fecham, os lábios se abrem... Meu Deus! Você está me matando, está me despedaçando com essa coisa enorme. Ah! Oh! Vem, então! Vem, querido... pai... Ambrosio. Me dá seu sêmen ardente... Oh! Empurra agora! Mais forte... mais... me mata se é isso que você quer!

Cielo Riveros passou seus braços brancos em torno do pescoço bronzeado dele, abriu o máximo que pôs seus lindos e macios coxas, e engoliu completamente o enorme instrumento, até confundir e esfregar seus pelos com os do seu monte de Vênus.

Ambrosio sentiu que estava prestes a lançar uma grande emissão diretamente nos órgãos vitais da criatura que estava debaixo dele.
—Empurra, empurra agora! —gritou Cielo Riveros, esquecendo qualquer senso de recato, e soltando sua própria descarga entre espasmos de prazer—. Empurra... empurra... enfia bem fundo...! Oh, sim, assim! Meu Deus, que tamanho, que comprimento! Você está me partindo em dois, meu bruto. Oh, oh! Você está gozando... eu sinto...! Deus... que porra! Oh, que jatos!

Ambrosio descarregava furiosamente, como o garanhão que era, investindo com todas as suas forças na barriga quente que estava debaixo dele.

Por fim, ele se levantou a contragosto de cima de Cielo Riveros, que, livre de suas garras, se virou para ver o outro casal. Seu tio estava aplicando uma série rápida de curtas investidas em sua amiguinha, e era evidente que estava próximo do êxtase.

Julia, por sua vez, cuja recente violação e o tremendo tratamento que recebeu depois nas mãos do bruto Ambrosio a haviam machucado e irritado, não sentia o menor prazer, mas deixava acontecer, como uma massa inerte nos braços de seu agressor.

Quando, finalmente, após mais algumas empurradas, Verbouc caiu para frente no momento de sua descarga voluptuosa; a única coisa de que ela se deu conta foi de algo quente sendo injetado com força em seu interior, sem que experimentasse outras sensações além de languidez e fadiga.

Seguiu-se outra pausa após esse terceiro ultraje, durante a qual o senhor Delmont desabou num canto e aparentemente adormeceu. Começou então uma série de atividades eróticas. Ambrosio recostou-se no canapé e fez com que Cielo Riveros se ajoelhasse sobre ele, a fim de aplicar seus lábios em sua vulva úmida, enchendo-a de beijos e toques dos mais lascivos e depravados que se possa imaginar.

O senhor Verbouc, não querendo ficar atrás de seu companheiro, brincou de maneira igualmente libidinosa com a inocente Julia. Depois a estenderam sobre o sofá e prodigalizaram todo tipo de carícias em seus encantos, não escondendo sua admiração por seu monte de Vênus sem pelos e pelos lábios rosados de sua buceta juvenil.

Não demorou para que seus desejos se evidenciassem pelo endurecimento de dois membros rígidos, novamente ansiosos por saborear prazeres tão selecionados e extáticos como os gozados anteriormente.

No entanto, naquele momento, um novo programa foi posto em execução. Ambrosio foi o primeiro a propor.

— Já nos fartamos de suas bocetas — disse de forma crua, virando-se para Verbouc, que estava brincando com os mamilos de Cielo Riveros. — Agora vamos ver do que são feitos seus traseiros. Esta adorável criatura seria um banquete digno do próprio Papa, e Cielo Riveros tem nádegas de veludo e um cu digno de um imperador gozar dentro.

A ideia foi aceita imediatamente, e procedeu-se a imobilizar as vítimas para poder realizá-la. Era monstruoso e parecia impossível consumá-lo, dada a desproporção existente. O enorme membro do padre ficou apontado para o pequeno orifício posterior de Julia, enquanto Verbouc ameaçava sua sobrinha na mesma direção. Um quarto de hora se consumiu em os preparativos, e depois de uma cena aterrorizante de luxúria e libertinagem, ambas as jovens receberam em suas entranhas os jatos quentes das ímpias descargas.
Por fim, a calma sucedeu as violentas emoções que haviam tomado conta dos atores daquela cena monstruosa, e a atenção se voltou novamente para o senhor Delmont.
Aquele digno cidadão, como já indiquei antes, havia se retirado para um canto afastado, parecendo vencido pelo sono, ou embriagado pelo vinho, ou talvez por ambas as coisas.
— Ele está muito tranquilo — observou Verbouc.
— Uma consciência diabólica é uma má companhia — observou o padre Ambrosio, com sua atenção concentrada na lavagem de seu instrumento oscilante.
— Vamos, amigo, chegou a sua vez. Aqui está um presente para você — continuou dizendo Verbouc, ao mesmo tempo que exibia em todo seu esplendor, para dar o clima adequado às suas palavras, os encantos mais íntimos da quase insensível Julia —. Levante-se e aproveite. Mas, o que está acontecendo com este homem? Meu Deus!, que... o que é isso?
Verbouc deu um passo para trás.
O padre Ambrosio se inclinou sobre o infeliz Delmont para auscultar seu coração.
— Ele está morto — disse tranquilamente.
Efetivamente, havia falecido. A MORTE SÚBITA É UM ACONTECIMENTO COMUM, especialmente os casos de pessoas cujos antecedentes fizeram supor a existência de algum distúrbio funcional, de modo que a surpresa logo cede lugar aos habituais testemunhos de condolência, e depois a um estado de resignação diante de um acontecimento que nada tem de estranho.A transição pode ser expressa da seguinte forma:
— Quem iria acreditar? — É possível?
— Sempre desconfiei.
— Coitado do meu amigo!
— Ninguém deveria se surpreender.

Esta interessante fórmula foi devidamente aplicada quando o infeliz senhor Delmont rendeu sua homenagem à mãe terra, como diz a expressão comum.

Uma quinzena depois que o infortunado cavalheiro havia abandonado esta vida, todos os seus amigos concordaram que, há tempos, haviam descoberto sintomas que, mais cedo ou mais tarde, teriam que resultar fatais. Quase se orgulhavam de sua perspicácia, ainda que admitissem reverentemente os desígnios insondáveis da providência.

Quanto a mim, segui minha vida mais ou menos como de costume, exceto que imaginei que as pernas de Julia deviam ter um saborzinho mais picante que as de Cielo Riveros e, consequentemente, as sangrei regularmente para meu sustento, pela manhã e pela noite.

Nada mais natural que Julia passasse a maior parte do tempo junto à sua querida amiga Cielo Riveros, e que o sensual padre Ambrosio e seu protetor, o libidinoso parente da minha querida Cielo Riveros, tentassem encontrar o momento oportuno para repetir as experiências anteriores com a jovem e dócil garota.

Que assim foi, posso atestar bem, já que minhas noites foram das mais desagradáveis e incômodas, sempre exposta a interrupções no meu repouso pelas incursões de membros longos e peludos pelos vericuetos das virilhas em que eu havia me refugiado temporariamente, e sempre em perigo de me ver arrastada pelos horrendamente espessos torrentes de viscoso sêmen animal.

Em resumo, a jovem e impressionável Julia estava completamente moldada, e Ambrosio e seu amigo desfrutavam à vontade possuindo-a. Eles haviam alcançado seus objetivos. O que lhes importavam os sacrifícios deles?

Enquanto isso, outros e muito diferentes eram os pensamentos de Cielo Riveros, a quem eu havia abandonado. Mas, no fim das contas, sentindo-me até certo ponto enojada por Com muita frequência eu me entregava à nova dieta, resolvi abandonar as meias da linda Julia, e retornar —revenir a mon mouton, como dizem os franceses— à doce e suculenta alimentação da salaz Cielo Riveros.

Assim o fiz, e voici le résultat:

Uma noite, Cielo Riveros se deitou bem mais cedo que de costume. O padre Ambrósio estava ausente, por ter sido enviado em missão a uma paróquia afastada, e seu querido e complacente tio sofria de um forte ataque de gota, um mal que ultimamente o afligia com relativa frequência.

A moça já havia arrumado o cabelo para passar a noite e também havia se desfeito de algumas de suas roupas. Estava tirando a camisola, que tinha que passar pela cabeça, e no curso dessa operação, inadvertidamente, a calcinha caiu, deixando à mostra, diante do espelho, as belas protuberâncias e a requintada suavidade e transparência da pele de suas nádegas.

Tanta beleza teria inflamado um anacoreta, mas, ai! não havia naquele momento nenhum asceta à vista suscetível de se inflamar. Quanto a mim, pouco faltou para que eu quebrasse a mais longa de minhas antenas e torcesse minha pata direita em minhas contorções para extrair a peça por cima de sua cabeça.

Chegados a este ponto, devo explicar que, desde que o astuto padre Clemente se viu privado de desfrutar os encantos de Cielo Riveros, renovou o bestial e nada piedoso juramento de que, ainda que fosse por surpresa, se apoderaria novamente da fortaleza que já uma vez fora sua. A lembrança de sua felicidade arrancava lágrimas de seus olhinhos sensuais, ao mesmo tempo que, por reflexo, se distendia seu enorme membro.

Clemente formulou o terrível juramento de que foderia Cielo Riveros em estado natural, segundo suas próprias e brutais palavras, e eu, que não sou mais que uma pulga, as ouvi e compreendi seu alcance.

A noite era escura e chovia. Ambrósio estava ausente e Verbouc, doente e desamparado. Era necessário que Cielo Riveros estivesse sozinha. Todas essas circunstâncias eram bem conhecidas por Clemente, e ele agiu de acordo. Encorajado por suas experiências recentes sobre a geografia da vizinhança, ele se dirigiu diretamente à janela do quarto de Cielo Riveros e, tendo-a encontrado como esperava, sem tranca e, portanto, aberta, entrou com toda a tranquilidade e rastejou até se esconder debaixo da cama.

Desse ponto de vista, Clemente contemplou com o pulso acelerado a toilette da bela Cielo Riveros, até o momento em que ela começou a tirar a camisa da maneira que já descrevi. Então, Clemente pôde desfrutar da visão da garota em toda a sua esplêndida nudez, e gemeu abafadamente como um touro.

Na posição deitada em que se encontrava, ele não tinha dificuldade alguma em ver da cintura para baixo todo o corpo dela, e seus olhos se deleitavam na contemplação dos globos gêmeos que formavam suas nádegas, abrindo-se e fechando-se à medida que a garota torcia seu corpo elástico no esforço para passar a camisa por cima da cabeça.

Clemente não pôde aguentar mais tempo; seu desejo atingiu o ponto de ebulição, e sem fazer ruído, mas rapidamente, deslizou para fora de seu esconderijo para se levantar diante dela, e sem perder tempo abraçou o corpo nu com uma de suas mãos, enquanto colocava a outra sobre seus lábios vermelhos.

O primeiro impulso de Cielo Riveros foi gritar, mas esse recurso feminino lhe estava vedado. Sua segunda ideia foi desmaiar, e é pela qual ela teria optado se não fosse por uma certa circunstância. Essa circunstância era o fato de que, enquanto o audaz
O assaltante a mantinha firmemente presa contra ele, algo duro, comprido e quente pressionava de modo insistente entre suas nádegas macias, e ficava pulsante na separação delas e ao longo de suas costas. Naquele momento crítico, os olhos de Cielo Riveros encontraram a imagem dele no espelho da cômoda, e reconheceram atrás de si o rosto feio e inchado do sensual padre, coroado por um círculo de cabelo ruivo rebelde.

Cielo Riveros compreendeu a situação num piscar de olhos. Já fazia quase uma semana que se havia desprendido dos abraços de Ambrosio e seu tio, e esse fato teve muito a ver, claro, no que se seguiu. O que fez a partir daquele momento foi puro disfarce da lasciva garota.

Deixou-se cair suavemente de costas sobre a figura vigorosa do padre Clemente, e acreditando esse feliz indivíduo que ela realmente desmaiava, ao mesmo tempo em que retirava a mão com que lhe fechava a boca, empregou ambos os braços para sustentá-la.

A beleza irresistível da pessoa que sustentava entre seus braços levou a excitação de Clemente quase à loucura. Cielo Riveros estava praticamente nua, e ele deslizou as mãos sobre sua pele lisa, enquanto sua imensa arma, já rígida e distendida pelo efeito da impaciência, pulsava vigorosamente ao contato com a beldade que tinha abraçada.

Trêmulo, Clemente aproximou seu rosto ao dela, e imprimiu um longo e voluptuoso beijo em seus doces lábios.

Cielo Riveros estremeceu e abriu os olhos.

Clemente renovou suas carícias.

— Oh! — exclamou languidamente —. Como ousais vir aqui? Por favor, soltai-me agora mesmo! É vergonhoso!

Clemente sorriu com ar de satisfação. Sempre fora feio, mas naquele momento resultava verdadeiramente odioso por sua terrível luxúria.

— Assim é — disse —. É uma vergonha tratar dessa maneira uma garota tão linda, mas é tão delicioso, vida minha!

Cielo Riveros suspirou.

Mais beijos e um deslizar de mãos sobre seu corpo nu. Uma mão grande... a mão tosca pousou sobre seu monte de Vênus, e um dedo atrevido, separando os lábios úmidos, introduziu-se no interior da fenda quente para tocar o clitóris sensível. Cielo Riveros fechou os olhos e deixou escapar outro suspiro, ao mesmo tempo que aquele órgão sensível começava por sua vez a se distender. No caso da minha jovem amiga não era de modo algum um órgão diminuto, já que devido à massagem lasciva do feio Clemente ele se ergueu, ficou rígido, e apareceu quase separando os lábios por si só.

Cielo Riveros estava ardendo, e o brilho do desejo aparecia em seus olhos. Ela tinha se contagiado, e lançando um olhar ao seu sedutor pôde ver o terrível olhar de lascívia retratado em seu rosto enquanto ele brincava com seus segredos encantos.

A garota se agitou trêmula; um desejo ardente pelo prazer do coito se apoderou dela, e incapaz de controlar por mais tempo seus anseios, levou rapidamente sua mão direita para trás para agarrar a imensa arma que ameaçava suas nádegas, embora não pudesse fazê-lo em toda sua envergadura.

Se encontraram os olhares de ambos; a luxúria ardia neles. Cielo Riveros sorriu, Clemente repetiu seu beijo sensual, e introduziu na boca dela sua língua inquieta. A garota não demorou a secundar suas carícias lascivas, e deixou o campo livre tanto a suas mãos inquietas quanto a seus beijos quentes. Pouco a pouco ele a atraiu para uma cadeira, na qual Cielo Riveros sentou-se em impaciente espera pelo que o padre quisesse fazer depois.

Clemente ficou de pé diante dela. Sua batina de seda negra, que lhe chegava até os calcanhares, levantava-se proeminente na parte da frente; suas bochechas, vermelhas vivas pela violência de seus desejos, só encontravam rival em seus lábios ardentes, e sua respiração era agitada, como antecipação do êxtase. Ele sabia que não tinha nada a temer e muito a gozar.

— Isso é demais — murmurou Cielo Riveros —, vão embora!

— Impossível, depois de me dar ao trabalho de entrar.

— Mas vocês podem ser descobertos, e então minha... sua reputação estará arruinada.
—Não é provável. Você sabe que estamos completamente sozinhos, e não há nenhuma chance de sermos incomodados. Além disso, você é tão deliciosa, minha garotinha, tão fresca, tão jovem e tão linda, que... não afaste a perna; eu só estava colocando minha mão na sua coxa macia. A verdade é que eu quero te foder, querida.

Cielo Riveros pôde ver o enorme volume se endireitando ainda mais.
—Que obsceno você é! Que palavras você usa!
—Você acha mesmo, minha neném mimada? —disse Clemente, pegando novamente o clitóris sensível entre o polegar e o indicador, para massageá-lo adequadamente—. Elas me vêm pelo prazer de sentir essa bucetinha entreaberta tentando astutamente escapar dos meus toques.
—Você deveria ter vergonha! —exclamou Cielo Riveros, rindo, no entanto, apesar de si mesma.

Clemente se aproximou para se inclinar sobre ela e pegar seu rosto bonito entre as mãos. Ao fazer isso, Cielo Riveros percebeu que a batina, quase levantada pela força dos desejos transmitidos ao membro do padre, estava a poucos centímetros de seu peito, de modo que ela podia sentir as batidas que faziam a peça de seda preta subir e descer alternadamente.

A tentação era irresistível, e ela acabou passando sua mão delicada por baixo das roupas do padre e subindo o suficiente para agarrar uma grande massa peluda da qual pendiam duas bolas tão grandes quanto ovos de galinha.
—Ai, meu Deus! Que coisa enorme! —murmurou a garota.
—Toda cheia de porra grossa e preciosa —suspirou Clemente, enquanto brincava com os dois seios lindos tão próximos dele.

Cielo Riveros se acomodou melhor e, novamente, agarrou com ambas as mãos o tronco duro e ereto do enorme pau.
—Que espanto! Isso é um monstro! —exclamou a garota lasciva—. É realmente grande! Que tamanho o seu!
—Sim; não é um bom caralho? —observou Clemente, avançando e levantando a batina para mostrar melhor o membro gigantesco.

Cielo Riveros não pôde resistir à tentação, e levantando ainda mais as roupas do padre, deixou o pênis completamente livre e exposto em todo o seu comprimento.
As pulgas não sabemos muito sobre medidas de espaço e tempo, e por isso não posso dar as dimensões exatas da arma na qual a moça tinha naquele momento os olhos fixos. Era, no entanto, de proporções gigantescas.

Tinha uma grande cabeça redonda e vermelha que emergia na extremidade de um longo tronco amarronzado. O buraco que se via no topo, que habitualmente é tão pequeno, era no caso que consideramos uma verdadeira fenda umedecida pelo fluido seminal acumulado ali. Ao longo de todo aquele tronco corriam grossas veias azuis, e na base do mesmo crescia uma verdadeira maranha de pelos vermelhos hirsutos. Dois grandes testículos pendiam embaixo.

—Céus! Mãe santa! —murmurou Cielo Riveros, fechando os olhos ao mesmo tempo que lhes dava um leve aperto.

A larga e redonda cabeça, inchada e avermelhada pelo efeito do cosquinha exquisita da moça, encontrava-se naquele momento totalmente nua, e emergia dura, livre das dobras da pele que Cielo Riveros puxava para trás da grande coluna branca. Ela brincava alegre com sua aquisição, e cada vez puxava mais para trás a pele aveludada do objeto que tinha entre as mãos.

Clemente suspirou.
—Que deliciosa criatura você é! —disse, olhando-a com olhos brilhantes—. Tenho que te foder imediatamente ou vou jorrar tudo em você.

—Não, não deve desperdiçar nem uma gota! —exclamou Cielo Riveros—. Deve estar muito urgido para querer gozar tão cedo.

—Não posso evitar. Por favor, fique quieta um momento, vou gozar.
—Que coisa tão grande! Quanta porra dará?

Clemente parou e sussurrou no ouvido da moça algo que não pude ouvir.
—Verdadeiramente delicioso, mas é incrível!

—É verdade, me dê uma chance de provar para você. Estou ansioso para fazer isso, lindeza.
Olha isso! Tenho que te foder!

Balançou seu pênis monstruoso colocando-o na frente dela. Depois o inclinou para baixo, para depois soltou de repente. Ele saltou para cima como uma mola, e ao fazer isso se descobriu espontaneamente, dando lugar à cabeça vermelha, que exalava uma gota de porra pela uretra.
Tudo isso aconteceu perto do rosto de Cielo Riveros, que sentiu um cheiro sensual emanando do pau, o que veio aumentar a confusão dos seus sentidos. Ela continuou brincando com o pênis, e acariciando-o.
—Para, te imploro, querida, ou vou desperdiçar tudo no ar.
Cielo Riveros ficou parada por alguns segundos, embora segurando com toda a força da sua mão no cacete do Clemente.
Enquanto isso, ele se divertia moldando com uma das mãos os seios juvenis da garota, enquanto com os dedos da outra percorria toda a extensão da sua buceta molhada. A brincadeira a enlouqueceu. Seu clitóris inchou e ficou quente, sua respiração acelerou, e as chamas do desejo incendiaram seu rosto bonito.
A cabeça endurecia cada vez mais: já brilhava como fruta madura. Ao observar de esguelha a barriga feia e nua do homem, cheia de pelos ruivos, e suas coxas morenas, peludas como as de um macaco, Cielo Riveros ficou vermelha de tesão. O grande pau, cada vez mais grosso, ameaçava os céus e provocava no seu ser as mais indescritíveis emoções.
Excitada demais, ela enlaçou com seus braços o corpo vigoroso do grande bruto e o cobriu de beijos sensuais. Sua própria feiura aumentava suas sensações libidinosas. —Não, não deve desperdiçá-lo; não permitirei que o desperdice.
Depois, parando por um instante, gemeu com um tom peculiar de prazer, e abaixando sua cabeça complacente abriu seus lábios rosados para receber imediatamente o máximo que pôsse do lascivo banquete.
—Ah, que delícia! Como você faz cócegas! Que... que gosto você me dá!
—Não permitirei que o desperdice: vou beber até a última gota —sussurrou Cielo Riveros afastando por um momento sua cabeça da cabeça reluzente.
Depois, abaixando-a novamente, posou seus lábios, projetados para frente, sobre a grande cabeça, e abrindo-os Com delicadeza, ela recebeu entre os lábios o orifício da larga uretra.
—Mãe do céu! — exclamou Clemente. — Isso é o paraíso! Como eu vou gozar! Meu Deus, como você lambe e chupa!

Cielo Riveros aplicou sua língua pontuda no orifício e deu linguadas em toda a volta.
—Que delícia! Você ainda tem que me dar mais uma ou duas gotinhas.

—Não consigo continuar, não consigo — murmurou o padre, empurrando para frente enquanto com os dedos fazia cócegas no clitóris endurecido de Cielo Riveros, que estava ao alcance de sua mão.

Depois, Cielo Riveros levou novamente à boca a cabeça daquela grande pica, mas não conseguiu fazer a glande entrar completamente, tão monstruosamente larga era.

Lambendo e chupando, deslizando com movimentos lentos e deliciosos a pele que envolvia o vermelho e sensível mastro da tremenda pica, Cielo Riveros estava provocando resultados que ela sabia não demorariam muito a acontecer.

—Ah, mãe do céu! Quase estou gozando! Sinto… Oh, chupa agora! Você vai receber!

Clemente ergueu os braços para o ar, a cabeça caiu para trás, abriu as pernas, as mãos se contorceram convulsivamente, seus olhos reviraram, e Cielo Riveros sentiu um forte espasmo percorrer o pênis monstruoso.

Momentos depois, ela foi quase derrubada para trás pelo jato contínuo que, como um rio, saía dos órgãos genitais do padre e escorria garganta abaixo.

Apesar de todos os seus desejos e esforços, a garota voraz não conseguiu evitar que um jato escapasse pelo canto dos lábios quando Clemente, fora de si de prazer, empurrava para frente com sacudidas sucessivas, cada uma enviando um novo jato de porra para sua garganta. Cielo Riveros resistiu a todos os seus empurrões e manteve-se agarrada à arma da qual jorravam aqueles esguichos, até que tudo terminou.

—Quanto você disse? — sussurrou ela. — Uma xícara de chá cheia? Foram duas.

—Criatura adorável! — exclamou Clemente. quando finalmente conseguiu recuperar o fôlego—. Que prazer tão divino você me proporcionou! Agora é minha vez, e você tem que me permitir examinar todas essas coisinhas suas que tanto adoro.

—Ah, que delícia foi! Estou quase afogada —comentou Cielo Riveros—. Quão viscosa estava! Meu Deus, que quantidade!

—Sim, lindeza. Eu te prometi toda, e você me excitou de tal modo que com certeza recebeu uma boa dose. Fluía aos borbotões.

—Sim, realmente foi assim.

—Agora você vai ver que boa lambida, e quão deliciosamente vou te foder depois.

Unindo a ação à palavra, o sensual padre se colocou entre as coxas de Cielo Riveros, brancas como a espuma, e avançando seu rosto em direção a elas introduziu sua língua entre os lábios da fenda vermelha. Depois, movendo-a em torno do clitóris endurecido, presenteou-a com uma cócega tão requintada, que a garota dificilmente conseguia conter seus gritos.

—Oh, meu Deus! Você me chupa a vida! Oh...! Estou... Vou gozar! Eu... gozo! E com um repentino movimento de avanço em direção à língua ativa, Cielo Riveros gozou abundantemente no rosto de Clemente, que recebeu o máximo que pôde dentro de sua boca, com deleite epicurista.

Depois o padre se levantou. Seu enorme pau, que mal havia amolecido, estava novamente em tensão viril, e emergia diante dele em estado de ereção terrível. Literalmente bufava de luxúria à vista da Cielo Riveros, uma garota bem disposta.

—Agora tenho que te foder —disse ele enquanto a empurrava para a cama—. Tenho que te possuir e dar uma provinha dessa rigidez no seu corpinho. Ah, como vou te foder!

Despojando-se rapidamente de sua batina e roupas íntimas, o grande bruto, cujo corpo estava totalmente coberto de pelos e de pele tão morena quanto a de um mulato, pegou o frágil corpo da bela Cielo Riveros em seus braços musculosos e o depositou suavemente sobre a cama. Clemente contemplou por alguns instantes seu corpo estendido e palpitante, metade por efeito do desejo e metade por causa do terror que a fúria desenfreada lhe causava. Depois contemplou com ar satisfeito seu pênis enorme, ereto de luxúria, e subindo rapidamente na cama, atirou-se sobre ela e cobriu-se com os lençóis.

Cielo Riveros, quase sufocada sob o grande bruto peludo, sentiu o pênis duro entre suas pernas e baixou a mão para tocá-lo novamente.

—Meu Deus, que tamanho! Nunca vai caber em mim!

—Claro que vai, você vai receber tudo: vai entrar até as bolas, só precisa cooperar para não se machucar.

Cielo Riveros poupou-se do incômodo de responder, porque logo uma língua ansiosa penetrou em sua boca quase a sufocando.

Depois percebeu que o padre havia se levantado aos poucos, e que a cabeça quente de seu pênis gigantesco tentava abrir caminho pelos lábios úmidos de sua fenda rosada.

Não posso continuar com o relato detalhado dos atos preliminares. Duraram dez minutos, mas ao final o desajeitado Clemente estava enterrado até as bolas no corpo lindo da jovem, que, com suas pernas macias entrelaçadas nas costas do padre moreno, recebia suas carícias enquanto ele se deleitava sobre sua vítima, iniciando os movimentos lascivos que o levariam a se livrar de seu fluido ardente.

Vinte e cinco centímetros, no mínimo, de músculo endurecido haviam penetrado as partes íntimas da jovem, pulsando dentro dela, enquanto um tufo de pelos ásperos esfregava o monte delicado da infeliz Cielo Riveros.

—Ai, meu Deus! Como você me machuca! —ela se queixou. —Céus! Você está me rasgando!

Clemente iniciou um movimento.

—Não aguento! É grande demais mesmo! Ai! Tira! Nossa, que enfiadas!

Clemente empurrou sem piedade duas ou três vezes.

—Espera um pouco, diabinha; só até eu te afogar com minha porra. Ah, como você é apertada! Parece que está chupando meu pau! Finalmente! Agora está dentro, já é Tudo aconteceu.
—Piedade, por favor!

Clemente investiu com força e rapidez, empurrão após empurrão, enquanto girava e se contorcia sobre o corpo molhado da garota, sofrendo um verdadeiro ataque de luxúria. Seu enorme pênis ameaçava explodir pela intensidade do prazer e pelo deleite enlouquecedor do momento.
—Agora, finalmente, estou te fodendo.

—Me fode! —murmurou Cielo Riveros, abrindo ainda mais as pernas, à medida que a intensidade das sensações tomava conta de seu corpo—. Me fode bem! Mais forte!

E com um profundo gemido de prazer, inundou seu brutal violador com uma descarga copiosa, ao mesmo tempo que se lançava para frente para receber uma formidável investida do homem.

As pernas de Cielo Riveros se flexionavam espasmodicamente quando Clemente se lançou entre elas, continuando a meter e sacar seu longo e ardente membro, com movimentos luxuriosos. Alguns suspiros misturados com beijos dos lábios apertados do lascivo invasor; alguns gemidos de prazer e as rápidas vibrações da estrutura da cama, tudo isso denunciava a excitação da cena.

Clemente não precisava de incentivos. A ejaculação de sua companheira complacente lhe havia proporcionado o meio úmido que desejava, e ele se aproveitou disso para iniciar uma série de movimentos de entrada e saída que causaram a Cielo Riveros tanto prazer quanto dor.

A garota o secundou com todas as suas forças. Completamente preenchida, suspirava profundamente e se estremecia sob suas firmes investidas. Sua respiração se tornou um estertor; seus olhos se fecharam sob o efeito do prazer brutal que experimentava em um quase ininterrupto espasmo de emissão. As nádegas de seu rude amante se abriam e fechavam a cada novo esforço que fazia para desferir estocadas no corpo da linda garotinha.

Depois de muito lutar, ele parou por um momento.
—Já não aguento mais, vou gozar. Toma meu leite, Cielo Riveros. Você vai receber torrentes dele, gostosa.

Cielo Riveros eu sabia. Todas as veias de seu rosto monstruoso estavam inchadas até a tensão máxima. Era insuportavelmente grande. Parecia o membro gigantesco de um jumento.

Clemente começou a se mover novamente. Saliva escorria de seus lábios. Com uma sensação de êxtase, Cielo Riveros esperava a corrente seminal.

Clemente desferiu um ou dois golpes curtos, porém profundos, soltou um gemido e ficou rígido, tremendo apenas levemente da cabeça aos pés, e então de sua pica saiu um tremendo jato de sêmen que inundou o útero da jovem. O grande bruto enterrou a cabeça nos travesseiros, fez um último esforço para adentrar mais nela, apoiando-se com os pés no pé da cama.

—Ah, a porra! —gritou Cielo Riveros—. Eu sinto! Que torrente! Ah, me dá! Pai santo, que prazer!

—Aí está! Toma! —gritou o padre enquanto, após o primeiro jato lançado dentro dela, investia novamente com selvageria para dentro, enviando a cada empurrão um novo torrente de porra quente.

—Ah, que prazer!

Mesmo que Cielo Riveros tivesse antecipado o pior, não tinha ideia da imensa quantidade de sêmen que aquele homem era capaz de emitir. Ele a lançava para fora em grossos borbotões que iam se chocar contra seu próprio útero.

—Ah, estou gozando de novo!

E Cielo Riveros afundou semidesfalecida sob o homem robusto, enquanto seu fluido ardente continuava a inundá-la com seus jatos viscosos.

Outras cinco vezes, naquela mesma noite, Cielo Riveros recebeu o conteúdo dos grandes testículos de Clemente, e se não fosse porque a claridade do dia os avisou que era hora de ele partir, teriam começado de novo.

Quando o astuto Clemente deixou a casa e se apressou a retirar-se para sua humilde cela, já amanhecendo, foi forçado a admitir que havia enchido seu ventre de satisfação, da mesma maneira que Cielo Riveros viu suas entranhas inundadas de porra. E sorte teve a jovem de que seus dois protetores estivessem incapacitados, porque, de outra forma, teriam descoberto, pelo estado lastimável em que se encontravam suas partes íntimas juvenis, que um intruso havia atravessado os umbrais delas.
A juventude é elástica, todo mundo sabe. E Cielo Riveros era muito jovem e muito elástica. Se vocês tivessem visto a imensa máquina do Clemente, teriam afirmado comigo. Sua elasticidade natural permitiu que ela admitisse não só a introdução daquele aríete, mas também deixasse de sentir o menor incômodo depois de um par de dias.
Três dias após este interessante episódio, o padre Ambrósio retornou. Uma de suas primeiras preocupações foi procurar Cielo Riveros. Ao encontrá-la, convidou-a para entrar num boudoir.
— Olha! — gritou, mostrando seu instrumento, inflamado e em posição de apresentar armas —. Não tive nenhuma distração durante uma semana, e meu pau está ardendo, querida Cielo Riveros.
Dois minutos depois, a cabeça de Cielo Riveros repousava sobre a mesa do aposento enquanto, com a roupa recolhida sobre as costas, deixava à mostra suas nádegas túrgidas, que o padre lascivo golpeou vigorosamente com seu longo membro, depois de ter deleitado sua vista na contemplação de suas nádegas roliças.
Após outro minuto, seu instrumento já havia entrado na buceta por trás, até esmagar contra as nádegas o cabelo negro e encaracolado da base. Depois de apenas algumas investidas, ele jorrou jatos de porra até a cintura dela.
O bom padre estava demasiado excitado pela longa abstinência para que apenas com isso seu membro perdesse a rigidez, então retirou aquele instrumento próprio de um garanhão, ainda escorregadio e vaporoso, para levá-lo ao pequeno orifício situado entre o par de deliciosas nádegas de sua amiga. Cielo Riveros o ajudou e, dado o quão bem lubrificado estava, ele deslizou para dentro, para não tardar em presentear a garota com outra tremenda dose vinda de seus prolíficos testículos. Cielo Riveros sentiu a ardente descarga e recebeu gostosa a leite quente projetado contra suas entranhas. Depois, colocou-a de costas sobre a mesa e chupou seu clitóris por um quarto de hora, fazendo-a gozar duas vezes em sua boca. Em seguida, comeu ela da forma natural. Logo depois, Cielo Riveros retirou-se para seu quarto para lavar-se e, após um breve descanso, vestiu sua roupa de sair e foi embora.

Naquela noite, soube-se que o senhor Verbouc havia piorado. O ataque havia atingido regiões que foram motivo de alarme para seu médico de família. Cielo Riveros desejou ao tio que tivesse uma boa noite e retirou-se para seu quarto.

Julia havia se instalado no quarto de Cielo Riveros para passar a noite, e ambas as moças, já bem informadas sobre a natureza e as propriedades do sexo masculino, estavam deitadas trocando ideias e aventuras.

— Pensei que ia morrer — disse Julia — quando o padre Ambrosio enfiou sua coisa grande e feia bem fundo no meu pobre corpo, e quando ele acabou, achei que ele tinha tido um ataque, e não conseguia entender o que era aquela coisa viscosa, aquela substância quente que ele jorrava dentro de mim. Oh!

— Então, querida, você começou a sentir a fricção na sua coisinha sensível, e o leite quente do padre Ambrosio jorrou, cobrindo tudo.

— Sim, foi assim, e ainda me sinto inundada quando ele faz isso.

— Silêncio! Você não ouviu?

Ambas as moças se levantaram e ficaram escutando. Cielo Riveros, mais acostumada com as características de seu quarto do que Julia poderia estar, concentrou sua atenção na janela. No momento em que fez isso, a veneziana cedeu gradualmente, e a cabeça de um homem apareceu.

Julia também viu o aparecido e quase gritou, mas Cielo Riveros fez um sinal para que ficasse quieta.

— Psiu! Não se assuste — sussurrou Cielo Riveros —. Ele não quer nos comer; só que é indevido incomodá-lo de maneira tão cruel.

— O que ele quer? — perguntou Julia, escondendo parcialmente sua linda cabeça entre suas roupas de dormir, mas sem deixar de observar com olho atento o intruso. Durante esta breve conversação o homem se preparava para entrar no quarto, e tendo já aberto a janela o bastante para poder fazê-lo, deslizou sua ampla humanidade através da abertura. Ao pôr o pé no chão do aposento ficaram à mostra a volumosa figura e as feições feias do sensual padre Clemente.

—Mãe santa, um padre! —exclamou a jovem hóspede de Cielo Riveros—. E bem gordo por sinal! Oh Cielo Riveros! O que ele quer?

—Logo saberemos —sussurrou a outra.

Entretanto Clemente se havia aproximado da cama.

—O quê? Será possível? Uma dupla gentileza? —exclamou ele—. Encantadora Cielo Riveros! É realmente um prazer inesperado.

—Que vergonha, padre Clemente!

Julia havia desaparecido sob os lençóis da cama.

Em dois minutos despiu-se o padre de suas vestimentas, e sem esperar que se lhe convidasse a fazê-lo, lançou-se como um raio sobre a cama.

—Oh! —gritou Julia—. Ele está me tentando!

—Ah, sim! As duas seremos bem apalpadas, te garanto —murmurou Cielo Riveros ao sentir a enorme arma de Clemente pressionando suas costas—. Que comportamento vergonhoso o seu, ao entrar sem nossa permissão!

—Nesse caso, posso entrar, preciosidade? —replicou o padre, ao mesmo tempo que punha nas mãos de Cielo Riveros seu instrumento rígido.

—Pode ficar, já que já está dentro.

—Obrigado —murmurou Clemente, afastando as pernas de Cielo Riveros e inserindo a enorme cabeça de seu pênis entre elas.

Cielo Riveros sentiu a estocada, e mecanicamente passou seus braços em torno das costas de Julia.

Clemente empurrou novamente, mas Cielo Riveros escapou de um salto. Levantou-se, e afastando os lençóis da cama deixou à mostra o corpo peludo do sacerdote e a gentil figura de sua companheira.

Julia virou-se instintivamente e encontrou-se com que, apontando em linha reta para seu nariz, endireitava-se o rígido pênis do bom padre, que parecia prestes a explodir devido A luxúria despertada em seu possuidor pela companhia em que se encontrava.
—Tenta ele— sussurrou Cielo Riveros.
Sem se intimidar, Julia agarrou-o com sua mãozinha branca.
—Como ele pulsa! Está ficando cada vez maior, pela minha fé. Ambas as garotas desceram então da cama e, ansiosas por se divertir, começaram a apertar e esfregar o volumoso pênis do padre, até que ele esteve prestes a gozar.
— Isto é o céu!— disse o padre Clemente com o olhar perdido, e um leve movimento convulsivo em seus dedos que denotava seu prazer.
—Chega, querida, senão ele vai gozar —observou Cielo Riveros, adotando um ar de pessoa experiente, que ela acreditava ter direito, em virtude de suas relações anteriores com o monstro.
Por sua vez, o padre Clemente não estava disposto a desperdiçar seus disparos quando estavam ao seu alcance dois alvos tão lindos.
Permaneceu inativo durante o apalpadelas que as garotas submeteram seu pênis, mas agora havia atraído suavemente para si a jovem Julia, para levantar sua camisa e deixar à vista todos seus segredos encantos. Deslizou suas mãos ansiosas em torno das adoráveis coxas e nádegas da garota, e com os polegares abriu depois a rosa vulva, para introduzir sua língua lasciva em seu interior, e beijá-la de forma extremamente excitante na própria matriz.
Julia não podia permanecer insensível a este tratamento e quando, finalmente, trêmulo de desejo e de desenfreada luxúria, o ousado padre a colocou de costas sobre a cama, abriu suas juvenis coxas e permitiu-lhe ver as bordas rosadas de sua bem ajustada fenda. Clemente se meteu entre suas pernas, e avançando para ela molhou a grossa ponta de seu membro nos úmidos lábios da buceta. Cielo Riveros prestou então sua ajuda, e tomando entre suas mãos o imenso pênis, descobriu-o e encaminhou adequadamente para o orifício.
Julia conteve a respiração e mordeu os lábios. Clemente desferiu uma violenta estocada. Julia, brava como uma leoa, Ela aguentou o impacto, e a cabeça entrou. Mais empurrões, mais pressão, e em menos tempo do que leva para escrever, Júlia já havia engolido completamente o enorme pau do padre.

Uma vez confortavelmente instalado em seu corpo, Clemente iniciou uma série de investidas rítmicas e profundas, e Júlia, presa de sensações indescritíveis, jogou a cabeça para trás e cobriu o rosto com uma mão enquanto com a outra se agarrava à cintura de Cielo Riveros.

— Ah, é enorme, mas que prazer me dá!
— Está completamente dentro! Enterrou até as bolas! — exclamou Cielo Riveros.
— Ah! Que delícia! Vou gozar! Não consigo segurar! Sua barriga é como veludo! Toma! Toma isso!

Aqui seguiu uma feroz investida.
— Oh! — exclamou Júlia.

Naquele momento, uma fantasia ocorreu ao gigante libidinoso, e, extraindo o membro vaporizante das partes íntimas de Júlia, ele se lançou entre as pernas de Cielo Riveros e o alojou no interior de sua deliciosa vulva. O objeto palpitante entrou bem fundo em sua buceta juvenil, enquanto o dono dele babava de prazer pela tarefa à qual estava entregue.

Júlia via, espantada, a aparente facilidade com que o padre afundava sua grande pica no interior do corpo branco de sua amiga.

Depois de passar um quarto de hora nessa postura erótica, tempo no qual Cielo Riveros apertou o padre contra seu peito e rendeu por duas vezes seu cálido tributo sobre a cabeça da enorme vara, mais uma vez Clemente se retirou e buscou acalmar o ardor que o consumia derramando sua porra quente no interior da delicada pessoinha de Júlia.

Pegou a moça em seus braços, montou novamente sobre seu corpo e, sem grande dificuldade, pressionando sua pica ardente contra a buceta macia dela, preparou-se para inundá-la com uma descarga lasciva.

Seguiu-se uma furiosa série de estocadas rápidas, porém profundas, ao final das quais Clemente, ao mesmo tempo que soltava um suspiro profundo, empurrou até o mais fundo da delicada garota, e começou a vomitar dentro dela uma verdadeira inundação de sêmen. Jato após jato jorrava de seu pênis enquanto ele, com os brancos dos olhos à mostra e lábios trêmulos, atingia o êxtase.

A excitação de Julia havia alcançado seu ápice, e ela se uniu ao prazer de seu violador no paroxismo final, num grau de terrível alienação que nenhuma pena é capaz de descrever.

As orgias que se seguiram nesta noite lasciva foram algo que também excede minhas capacidades narrativas. Assim que Clemente se recuperou de sua primeira ejaculação, anunciou com palavras de grosso calibre seu propósito de gozar de Cielo Riveros. E, dito e feito, pôs imediatamente mãos à obra.

Durante um longo quarto de hora permaneceu enterrado até os cabelos na buceta dela, contendo-se até que a natureza se impôs, para que Cielo Riveros recebesse a descarga em sua matriz.

O pai sacou seu lenço de Holanda, com o qual enxugou as bocetas escorrentes de ambas as beldades. Então as duas moças pegaram no membro do sacerdote, e lhe aplicaram tantos toques ternos e lascivos que excitaram novamente o fogoso temperamento do padre, a ponto de conseguir infundir-lhe novas forças e virilidade impossíveis de descrever. Seu enorme pênis, avermelhado e engrossado em virtude dos exercícios anteriores, ameaçava o par que o manuseava, levando-o ora para um lado, ora para outro. Várias vezes Cielo Riveros chupou a cabeça ardente e fez cócegas com a ponta de sua língua no orifício da uretra.

Esta era, pelo visto, uma das formas favoritas de gozar de Clemente, já que rapidamente introduziu o máximo que pôs a cabeça de seu grande cacete na boca da moça.

Depois as fez rolar uma e outra vez, nuas tal como vieram ao mundo, colando seus grossos lábios em suas bocetas escorrentes, uma e outra vez. Beijou ruidosamente e apalpou as redondezas de suas nádegas, introduzindo de vez em quando um de seus dedos nos orifícios dos bundões.

Em seguida, Clemente e Cielo Riveros, ambos juntos, convenceram Julia a permitir que o padre metesse a ponta do seu pênis na boca dela, e depois de um bom tempo fazendo cócegas e excitando aquele monstro, ele vomitou um jorro tão forte na garganta da garota que quase a afogou.

Seguiu-se um breve intervalo, e o fato incomum de poder desfrutar de duas garotas tão tentadoras e espirituosas despertou todo o vigor de Clemente. Colocando-as uma ao lado da outra, ele começou a introduzir seu membro alternadamente em cada uma, e após algumas investidas brutais, ele o retirava de uma buceta para enfiá-lo na outra. Depois, deitou-se de costas e, atraindo as garotas sobre ele, chupou a buceta de uma enquanto a outra afundava em sua pica até que os pelos de ambos os corpos se encontrassem. Vez após vez, ele lançou dentro delas sua prolífica essência.

Apenas o amanhecer pôs fim àquelas cenas de orgia. Enquanto tais cenas se desenrolavam naquela casa, outra muito diferente acontecia no quarto do senhor Verbouc, e quando, três dias depois, o padre Ambrósio retornava de mais uma de suas ausências, encontrou seu amigo e protetor à beira da morte.

Algumas horas bastaram para pôr fim à vida e aventuras daquele cavalheiro tão excêntrico. Após sua morte, sua viúva, que nunca se destacou por sua inteligência, começou a apresentar sinais de loucura e, no paroxismo de seu delírio, nunca parava de chamar pelo padre. Mas quando, certa ocasião, um padre idoso e respeitável foi chamado às pressas, a boa senhora negou com indignação que aquele homem pudesse ser um padre e gritou pedindo que lhe enviassem "aquele do grande instrumento". Sua linguagem e comportamento causaram escândalo geral, de modo que ela teve que ser trancada em um asilo, onde continua delirando, pedindo pelo grande pau.

Cielo Riveros, que assim ficou sem protetores, logo deu ouvidos aos conselhos de seu confessor e aceitou tomar o véu. Julia, também órfã, resolveu compartilhar o destino de sua amiga, e como a mãe dela deu seu consentimento imediatamente, ambas as jovens foram recebidas nos braços da Santa Mãe Igreja no mesmo dia, e depois de passarem pelo noviciado, fizeram seus votos definitivos ao mesmo tempo.

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