Oi, sou nova por aqui. Meu nome é Mônica, 36 anos, casada há 15 e tenho um filho de 6 anos. Sou morena, cabelo comprido e meu ponto forte é minha bunda, tipo um bundão. Sempre fui muito assediada por homens e mulheres.
Isso que vou contar aconteceu na sexta-feira passada. Com meu marido, a gente transa bem, mas sou muito safada e de mente aberta. Como toda sexta, meus sogros levaram meu filho pra passar o fim de semana com eles — ele é o único neto, então sexta e sábado eles pegam pra mimar ele com tudo. Vale explicar, porque é importante pra história, que pros meus sogros eu sou como uma filha e temos uma relação linda.
Nessa sexta passada, como estávamos sozinhos em casa, a gente transou muito à tarde. Meu marido acabou dormindo e eu fui pra sala tomar chimarrão e ver TV. Tava só de fio dental preto e uma regata por cima. Tocou a campainha e estranhei, porque não esperávamos visita. Fui até a porta, olhei e era meu sogro Carlos. Abri e mandei ele entrar — juro que nem lembrei que tava quase pelada, abri por costume. Meu sogro entrou, me viu e falou: "Não precisava ter aberto, Môni, desculpa se atrapalhei alguma coisa." Aí que caiu a ficha de que eu tava só de fio dental na frente do meu sogro. "Só vim porque o menino quer o iPad." Pedi desculpa pelo jeito que tava vestida e ele disse: "É sua casa, Môni, eu que peço desculpa. Seu filho tá dormindo, acordo ele?" "Não, não", falei. Em nenhum momento me passou pela cabeça ir me vestir, era como se eu tivesse besta com a surpresa e a situação. Voltei com o iPad: "Tá aqui, sogrão", e entreguei. "Não tem um chimarrão?", ele perguntou. "Vou botar uma roupa e faço." "Fica assim, qual o problema? Vamos fingir que é uma praia", ele disse, piscando um olho. Sorri, corada — nunca tinha vivido uma situação assim, ficar semi-nua na frente de outro homem e ainda por cima meu sogro. Sentamos na mesa e comecei a preparar o chimarrão. De repente, meu sogro tirou uma foto minha com o celular. Me mostrou e disse: "Vou mandar pra sua sogra pra ela não encher o saco. Bolhas pelo tempo, ela sempre me persegue. Anexei a foto e coloquei com a menina tomando mate. Lógico que a foto era só do meu rosto enquanto cevava um mate. Ofereci bolachas, ela aceitou e quando fui na cozinha, ela deu uma olhada total na minha bunda só com a tirinha do fio dental. Meu filho dorme pesado? Perguntou. Sim, se eu deixar até amanhã ele não acorda, falei rindo. Então não vamos fazer barulho pra ficarmos sozinhos, disse e piscou o olho de novo. A situação tava entre tensa e quente. Sem motivo, meu sogro chegou com a cadeira, quase colado em mim. Fiquei vermelha de novo. Passei um mate pra ele e ele segurou minha mão, tentei puxar e ele falou: ei, gostosa! É só um carinho, você me recebe de fio dental e se ofende porque toquei sua mão? Já não era meu sogro, era um cara tarado e fiquei preocupada. Falei: Carlos, isso não tá certo. Senti a mão dele na minha coxa e ele disse: isso tá muito certo, gostosa. Não me perguntem por que, nem eu sei, mas virei o rosto pra ele me beijar. Senti a boca e a língua dele e me deixei levar. Vai ver se meu filho tá dormindo, ele falou. Fui no quarto e meu marido tava dormindo como se tivesse bebido litros de vinho. Toquei nele pra confirmar e ele roncava fundo. Fechei a porta e voltei pra sala. Meu sogro ainda tava sentado, mas se inclinou pra trás e mostrou a pica totalmente dura. A pica do meu sogro é tipo uma pica e meia do meu marido, mas o impressionante é a grossura, parece um tubo de desodorante. Gostou? Meu Deus, é grande, falei. Quer comer essa pica, putinha? Assenti com a cabeça. Vem chupar. Me ajoelhei e engoli o máximo que dava da pica do meu sogro. Ele ficava olhando pro quarto, controlando se o filho não aparecia. Como tu chupa, filha da puta! Que boca boa pra chupar pica. Não conseguia parar de chupar, minha boca doía de tanta grossura, mas me sentia muito gostosa e puta. Soltei a pica, puxei o fio dental e me preparei pra montar nele ali na cadeira. Você fica de olho no quarto, falei. Fui descendo com minha buceta, engolindo aquela pica grossa. Abafei um gritinho no ombro dele. Uy. assim que goza, vadia, goza na pica do teu sogrão, cavalga, gata. Eu mexia em círculos, engolindo o máximo que podia da pica. Depois de um tempo montando, gozei num orgasmo longo enquanto ele tapava minha boca. Quando sentiu que eu tinha soltado tudo, ele ordenou: "vamos pra cozinha, quero te foder o cu." Meu marido perdeu minha virgindade anal quando éramos namorados e sempre me come, mas a do meu sogrão era grossa demais e eu me assustei. Falei: "é muito grossa, não sei se aguento, meu amor." Ele disse: "vamos tentar, docinho." Vi ele tão frágil que aceitei. Me apoiei na bancada, abrindo as nádegas com as mãos. Ele chupou meu cu e disse: "sempre desejei essa bunda, que pedaço de cuzão você tem, norinha." Senti a cabeçona tentando entrar. Meu sogrão esticou o pescoço olhando pro quarto e me enfiou. Aiii, filho da puta, que pica! Só consegui falar. Me partiu. Senti meu cu esticar e o calor da pica entrando. Ele me comia e me batia uma. Beijava meu pescoço e dizia: "que cu gostoso, filha da puta, como aperta." Ele bombou e senti a gozada. Me apoiei forte na bancada e ele soltou tudo. Limpei a porra dele com minha boca. Ele me beijou de língua, subiu as calças. Nos beijamos e ele foi embora. Ficamos transando muito tempo até ele ficar doente, mas vou contando mais. Beijos.
Isso que vou contar aconteceu na sexta-feira passada. Com meu marido, a gente transa bem, mas sou muito safada e de mente aberta. Como toda sexta, meus sogros levaram meu filho pra passar o fim de semana com eles — ele é o único neto, então sexta e sábado eles pegam pra mimar ele com tudo. Vale explicar, porque é importante pra história, que pros meus sogros eu sou como uma filha e temos uma relação linda.
Nessa sexta passada, como estávamos sozinhos em casa, a gente transou muito à tarde. Meu marido acabou dormindo e eu fui pra sala tomar chimarrão e ver TV. Tava só de fio dental preto e uma regata por cima. Tocou a campainha e estranhei, porque não esperávamos visita. Fui até a porta, olhei e era meu sogro Carlos. Abri e mandei ele entrar — juro que nem lembrei que tava quase pelada, abri por costume. Meu sogro entrou, me viu e falou: "Não precisava ter aberto, Môni, desculpa se atrapalhei alguma coisa." Aí que caiu a ficha de que eu tava só de fio dental na frente do meu sogro. "Só vim porque o menino quer o iPad." Pedi desculpa pelo jeito que tava vestida e ele disse: "É sua casa, Môni, eu que peço desculpa. Seu filho tá dormindo, acordo ele?" "Não, não", falei. Em nenhum momento me passou pela cabeça ir me vestir, era como se eu tivesse besta com a surpresa e a situação. Voltei com o iPad: "Tá aqui, sogrão", e entreguei. "Não tem um chimarrão?", ele perguntou. "Vou botar uma roupa e faço." "Fica assim, qual o problema? Vamos fingir que é uma praia", ele disse, piscando um olho. Sorri, corada — nunca tinha vivido uma situação assim, ficar semi-nua na frente de outro homem e ainda por cima meu sogro. Sentamos na mesa e comecei a preparar o chimarrão. De repente, meu sogro tirou uma foto minha com o celular. Me mostrou e disse: "Vou mandar pra sua sogra pra ela não encher o saco. Bolhas pelo tempo, ela sempre me persegue. Anexei a foto e coloquei com a menina tomando mate. Lógico que a foto era só do meu rosto enquanto cevava um mate. Ofereci bolachas, ela aceitou e quando fui na cozinha, ela deu uma olhada total na minha bunda só com a tirinha do fio dental. Meu filho dorme pesado? Perguntou. Sim, se eu deixar até amanhã ele não acorda, falei rindo. Então não vamos fazer barulho pra ficarmos sozinhos, disse e piscou o olho de novo. A situação tava entre tensa e quente. Sem motivo, meu sogro chegou com a cadeira, quase colado em mim. Fiquei vermelha de novo. Passei um mate pra ele e ele segurou minha mão, tentei puxar e ele falou: ei, gostosa! É só um carinho, você me recebe de fio dental e se ofende porque toquei sua mão? Já não era meu sogro, era um cara tarado e fiquei preocupada. Falei: Carlos, isso não tá certo. Senti a mão dele na minha coxa e ele disse: isso tá muito certo, gostosa. Não me perguntem por que, nem eu sei, mas virei o rosto pra ele me beijar. Senti a boca e a língua dele e me deixei levar. Vai ver se meu filho tá dormindo, ele falou. Fui no quarto e meu marido tava dormindo como se tivesse bebido litros de vinho. Toquei nele pra confirmar e ele roncava fundo. Fechei a porta e voltei pra sala. Meu sogro ainda tava sentado, mas se inclinou pra trás e mostrou a pica totalmente dura. A pica do meu sogro é tipo uma pica e meia do meu marido, mas o impressionante é a grossura, parece um tubo de desodorante. Gostou? Meu Deus, é grande, falei. Quer comer essa pica, putinha? Assenti com a cabeça. Vem chupar. Me ajoelhei e engoli o máximo que dava da pica do meu sogro. Ele ficava olhando pro quarto, controlando se o filho não aparecia. Como tu chupa, filha da puta! Que boca boa pra chupar pica. Não conseguia parar de chupar, minha boca doía de tanta grossura, mas me sentia muito gostosa e puta. Soltei a pica, puxei o fio dental e me preparei pra montar nele ali na cadeira. Você fica de olho no quarto, falei. Fui descendo com minha buceta, engolindo aquela pica grossa. Abafei um gritinho no ombro dele. Uy. assim que goza, vadia, goza na pica do teu sogrão, cavalga, gata. Eu mexia em círculos, engolindo o máximo que podia da pica. Depois de um tempo montando, gozei num orgasmo longo enquanto ele tapava minha boca. Quando sentiu que eu tinha soltado tudo, ele ordenou: "vamos pra cozinha, quero te foder o cu." Meu marido perdeu minha virgindade anal quando éramos namorados e sempre me come, mas a do meu sogrão era grossa demais e eu me assustei. Falei: "é muito grossa, não sei se aguento, meu amor." Ele disse: "vamos tentar, docinho." Vi ele tão frágil que aceitei. Me apoiei na bancada, abrindo as nádegas com as mãos. Ele chupou meu cu e disse: "sempre desejei essa bunda, que pedaço de cuzão você tem, norinha." Senti a cabeçona tentando entrar. Meu sogrão esticou o pescoço olhando pro quarto e me enfiou. Aiii, filho da puta, que pica! Só consegui falar. Me partiu. Senti meu cu esticar e o calor da pica entrando. Ele me comia e me batia uma. Beijava meu pescoço e dizia: "que cu gostoso, filha da puta, como aperta." Ele bombou e senti a gozada. Me apoiei forte na bancada e ele soltou tudo. Limpei a porra dele com minha boca. Ele me beijou de língua, subiu as calças. Nos beijamos e ele foi embora. Ficamos transando muito tempo até ele ficar doente, mas vou contando mais. Beijos.
15 comentários - Infiel com o próprio pai (real)
Pura tentación
No siempre los relatos pornos están bien escritos.
Se me reparó la pija!
Paja segura!
Gracias!!!Putita infiel!