Olá, meus amores, hoje trago mais um relato das minhas experiências!
—Mãe, minha camiseta de futebol tá limpa? —Me perguntou meu filho.
—Tá sim, meu amor. Deixei tudo preparado no seu quarto —respondi, levantando a voz.
Todo fim de semana era a mesma coisa. Com doze anos, meu filho jogava partidas de futebol com tanta intensidade, como se fosse a final da Champions League.
Meia hora depois, enquanto a gente ia no meu carro até o campo de futebol, meu filho não parava de falar sobre o jogo daquele dia.
—Cê acha que o Seu Paco vai me colocar de titular hoje?
—Querido, você sabe que ele gosta que todo mundo jogue, por isso que faz as rotações. Se você não jogar, não leva a mal. Domingo passado você foi muito bem.
—O Seu Paco foi jogador de futebol quando jovem, por isso entende tanto. Sexta-feira ele disse que queria falar com você sobre uma coisa.
Pra ele, o treinador era tipo um herói. O dia inteiro ele ficava falando do cara. Paco já tava aposentado e passava boa parte do tempo livre treinando o time infantil do bairro. Diziam que, quando novo, chegou a jogar nas categorias de base de um time famoso, mas por causa de uma lesão precoce, foi obrigado a abandonar o sonho da vida dele e passou mais de quarenta anos trabalhando na construção civil.
O Seu Paco, como quase todo mundo chamava, era um homem grosso e rechonchudo. Tinha um jeito amigável, mas uma voz daquelas roucas, que quando dava as ordens do banco, parecia o próprio “Sargento de Ferro”. Tivesse jogo ou não, sempre o via vestido com calça de moletom, boné, tênis e uma camiseta de algodão.
Durante o jogo, fiquei na arquibancada junto com os outros pais. A gente já se conhecia, porque se via todo fim de semana e nos treinos dos filhos. Alex, que na época ainda era meu marido, nunca podia ir com a gente. Por causa do trabalho, ele viajava Constantemente, e durante os fins de semana, ela gostava de acordar cedo e sair pra pedalar com um grupo de amigos. Além disso, ao contrário de mim, ele odiava futebol. Então, levar nossos filhos pequenos pros jogos e treinos já tinha virado uma das minhas obrigações de sempre. Quando o jogo finalmente acabou, notei que o Paco fez um sinal com a mão pra eu descer até lá embaixo. Aí foi que lembrei que meu filho tinha me falado que queria conversar comigo. Desci as escadas da arquibancada com todo cuidado pra não tropeçar nos meus sapatos de salto. Dava pra perceber como o treinador do meu filho me devorava com os olhos. O Paco era um cara bem primário e grosseiro nos modos, nem tinha a fineza de tentar disfarçar esse tipo de coisa. Não era a primeira vez que eu sentia os olhares safados dele percorrendo meu corpo. A real é que ele sempre agia assim comigo. Mas nunca me incomodou, sabia que, igual acontece com muito homem, ele não tinha bons modos. Nem se ligava no jeito bruto dele. No fundo, até achava graça, porque eu também não facilitava muito. Reconheço que não consigo me vestir de um jeito simples, nem quando vou no futebol. É algo que faz parte da minha personalidade. Sempre vou arrumada e do jeito que gosto de me vestir. Naquele dia, tava com um short bem curto e bem justinho, que mesmo mostrando minhas coxas, marcava muito minha bunda, usava saltos que levantavam ainda mais meu rabo, e em cima, uma blusa de alcinha que deixava meus peitos quase à mostra.
—Oi, Karla. Que bom te ver —ele me cumprimentou quando cheguei perto dele.
—O menino comentou comigo hoje de manhã no carro que você queria me falar algo —me interessei.
—Isso mesmo —respondeu, debruçado sobre o decote que minha camisa apertada proporcionava—. Queria conversar com vocês, os pais mais envolvidos com o time. Já falei na sexta com o pai do Asier e do Gorka, e eles toparam. Queria perguntar se você estaria disposta a levar a gente no seu carro pros jogos fora de casa. O ônibus tá cobrando muito pra um clube tão modesto como esse, e depois que compramos a nova equipação que vamos estrear daqui uns dias, quase não sobrou grana.
Fiquei pensando por uns segundos, sabia que não seriam muitas viagens, já que a maioria dos times da categoria era da nossa própria cidade. Então, só precisaríamos ir pra alguns povoados próximos.
—Pode contar comigo pro que precisar.
Paco sorriu, agradecido.
—Então perfeito, você pode levar eu, seu filho e mais dois meninos… —comentou, como se falasse sozinho, calculando os lugares. Vou falar também com o pai do Ayala, acho que não vai ter problema.
—Como tá a Zafiro? —me interessei pela esposa dele—. Esbarrei com ela outro dia no supermercado, e ela disse que tava com as costas um caco.
—Você sabe, Karla. A idade não perdoa… —respondeu, sem tirar os olhos do meu decote nem por um segundo—. No fim de semana que vem, ela vai com a irmã pra um spa. Diz que pra esse problema dela, esses banhos fazem muito bem.
Nessa hora, meu filho e alguns amigos dele saíram do vestiário, comemorando a vitória cantando.
—Espero que ela melhore, manda um abraço meu —me despedi, segurando meus filhos pela mão. Sentindo que o velho devia estar me olhando por trás, decidi dar uma rebolada perfeita com meus quadris.
—Como eu joguei, mãe? —perguntou meu filho, totalmente alheio aos esquemas do treinador e da mãe. —Você foi nota dez! — respondi sorrindo. Mesmo que o Paco fosse o completo oposto, tanto física quanto mentalmente, do tipo de homem que costuma me atrair. Sempre fui louca por sentir o interesse dos homens por mim. Até daqueles por quem não sinto nenhuma atração ou desejo. Não consigo evitar, acho que tentar deixá-los com tesão faz parte da minha natureza. Reconheço que sentir um homem excitado pelo meu corpo é algo que sempre amei. —Já chegou? — meu marido perguntou saindo do chuveiro, bem na hora que entrei no nosso quarto. — Como foi tudo? — Seus filhos vão acabar jogando como ponta no Chelsea — brinquei, dando um beijo nele. — Hoje o Paco me perguntou se posso levá-los de carro quando jogarem fora. — Eles não iam sempre de ônibus? — Pelo visto, o orçamento deste ano tá muito apertado — respondi, desabotoando minha camisa e deixando meus peitos à mostra. Alex se aproximou, colou em mim por trás e começou a acariciá-los, tentando segurá-los inutilmente na palma das mãos. — E suponho que você disse que sim, já que tá sempre disposta a ajudar todo mundo. Deve ter verba pra esse tipo de coisa. — Não fiz por ele, fiz pelo nosso filho. Você sabe que jogar futebol é o mais importante pra ele. Do outro lado, já temos o outro que passa o dia todo no videogame — comentei, me referindo ao nosso filho mais novo. Senti, atrás de mim, o calor do corpo perfeito do meu marido. Num gesto rápido, tirei o shortinho apertado, ficando só de fio dental. Me senti extremamente com tesão, falar com Alex sobre o treinador do meu filho tinha me excitado descontroladamente. Ainda sentia os olhos do velho despindo meu corpo. É verdade que às vezes me deixo levar pelo vulgar e ordinário. Às vezes, os homens mais comuns e simples conseguem me excitar muito. Sei que não é o normal, mas é a minha Ao longo da minha vida, tive vários exemplos. A primeira vez que senti aquele impulso grosseiro e estranho foi com um jardineiro filipino que meu pai contratou pra trabalhar em casa. Naquela época, eu era só uma princesinha de dezoito anos. Não sei quantos anos ele tinha, nunca soube de verdade. Mas o fato é que passei o verão inteiro atrás dele feito uma puta no cio. Nem nos melhores sonhos dele, Joel imaginaria que eu ia ser a putinha jovem dele. Transando comigo todo dia, quase sempre na casa de máquinas da piscina ou na garagem, dentro do carro do meu pai. Posso garantir que Joel não era um homem bonito. Lembro dele magro e baixinho, quase raquítico do meu lado. Mas ele conseguia tirar de mim a parte mais safada e suja. Me fazendo gozar muito mais do que o Alex, que já era meu namorado na época. No fim, naquela noite, meu marido não me pegou, disse que eu já tava cansada, que seria depois. Naquele domingo, eu tinha combinado com o Paco que ia buscar ele e mais dois meninos no anexo do campo de futebol do nosso bairro. De manhã, vesti uma minissaia de couro preta e uma camisa rosa justa de botão.
Enquanto me observava no espelho, pensava nele, em como me devoraria com os olhos durante o trajeto. Queria excitá-lo e deixá-lo com tesão. Adoro pensar que um homem bate uma punheta em casa pensando em mim, sempre foi uma fantasia que molhou pra caralho a minha calcinha. Claro, eu não tinha a menor intenção de ter qualquer contato físico com ele, era só um jogo, uma brincadeira inocente. Ele sentou do meu lado, ocupando, como esperado, o banco do carona. Eu estava com uns óculos escuros, tentando não intimidá-lo. Ele cumprimentou meu filho, enquanto afivelava o cinto, sem parar de olhar para minhas coxas expostas. Só com esse gesto, confesso que senti um formigamento intenso lá no fundo da minha buceta. Era cedo e as crianças estavam meio sonolentas atrás, totalmente alheias à nossa conversa, que girava em torno de esporte. Eu contei que tinha jogado por um bom tempo, como federada no vôlei e, na faculdade, no basquete. — Basta olhar pra você um segundo pra saber que praticou muito esporte — soltou ele, como um elogio pra mim. — Você acha? — perguntei, meio provocante —. Depois de ter dois filhos, te garanto que meu corpo já não é o que era. — Besteira — respondeu com a voz grave e rouca —. Você tá de dar o cu e comer o rabo, — ele se atreveu a dizer. — Obrigada — respondi rindo. Deixando claro que o comentário dele não me incomodou nem um pouco. Muito pelo contrário —. Tenho uns anos a mais, se você tivesse me visto quando eu era novinha… — Karla — ele chamou minha atenção —, eu sou muito mais velho que você, tenho 66. Pra mim, você ainda é uma garotinha. Esperei um momento pra responder, como se estivesse calculando a idade dele com a minha. — Você não aparenta nem um pouco ter sessenta e seis. A verdade é que você se conserva pra caralho, — menti, porque na real eu daria uns anos a mais pra ele. Observei ele de soslaio, escondida atrás dos meus óculos escuros. O olhar dele era mais profundo e mais penetrante do que o normal. Percebo rapidamente quando um homem tá excitado, e o Paco tava. —Espero que não se importe com o que vou te falar — ele me avisou. —Pode mandar ver! — incentivei, dando risada. —Hum… — ele pigarreou —. Cê tem umas pernas impressionantes. Seu marido deve ser completamente louco por você. Eu ri de um jeito provocante, sabendo que a boca é uma das principais armas de sedução de uma mulher. Aproveitando aquele instante, olhei pelo retrovisor, conferindo que meu filho tava completamente dormindo, assim como os colegas de time dele. —Valeu, cê é muito gentil. —Isso não é uma daquelas coisas que se fala só pra agradar. A real é que cê é um pedaço de mulher, que deixaria qualquer homem completamente maluco. Cê é uma gostosa do caralho e sabe disso — ele continuou, com aquela enxurrada de cantadas sem freio. Soltei uma gargalhada, colocando ao mesmo tempo a mão direita na frente da boca, tentando abafar o som. Já que a última coisa que eu queria era acordar as crianças. —É o que uma boa minissaia faz — respondi, divertida. Foi então que senti a mão dele pousar numa das minhas coxas. Juro que nunca imaginei que aquele sexagenário fosse tão ousado. Ia tirar a mão dele, meu jogo safado já tinha ido longe demais, e aquele era o melhor momento pra parar com aquela loucura. —Mmmm…! Que pele macia que cê tem. —Por favor, Paco — protestei de leve. Sem mostrar nenhuma convicção. —Mulher, não seja boba e deixa eu te apalpar um pouco. Cê sabe que eu faço isso com muito carinho. Custa tanto assim fazer um velho feliz? Olhei de novo pelo retrovisor, precisava ter certeza de que as crianças não tavam percebendo o que tava rolando entre mim e o treinador delas. Senti minha calcinha ficar molhada, por causa do fluxo que saía da minha buceta ardente. Olhei diretamente pra ele, sem entender como um homem como ele podia me deixar tão tesuda. —Isso não tá certo. Tô lembrando que as crianças tão no banco de trás. Além disso, não quero mais continuar com isso. Ele virou a cabeça por um segundo para trás. —Não se preocupa, tão todos dormindo que nem anjinhos. Anda, sê uma boa menina e me mostra de que cor tão as tuas calcinhas. Só te peço isso, mulher. Me mexi desconfortável no banco. Irritada comigo mesma por ter provocado tudo aquilo, mas o que mais me afligia era que essa situação estivesse me excitando tanto. Notei como ele levantou uns centímetros da minha mini-saia curta, espiando minha roupa íntima. —Paco, já chega! Tá passando dos limites… —Mmmm… Preta. Sem dúvida essa é minha cor favorita. Arrancaria elas com mordidas se me deixasse. Com essa rabuda que tu é, com certeza tem uma bucetinha deliciosa. —Claro, não respondi àquele comentário grosseiro. Mas Paco, encorajado pela minha inação, pegou a mão que eu tinha apoiada no câmbio e a colocou em cima da virilha dele. Juro que não consegui evitar, e curiosa, apalpei aquele volume que ele tinha me oferecido pra explorar. —Tá vendo como tu me deixa duro? —Quero tocar nele —quase implorei, olhando nos olhos dele. Ele me segurou pelo pulso e, levantando um pouco o elástico da calça de moletão, enfiou minha mão pra dentro. Acariciei ele diretamente, tentando sentir toda a virilidade dele. Que, por sinal, era muita. —Tá gostando? —Ele perguntou. —Nada mal… —Falei, mordendo os lábios. Comecei a masturbá-lo, depois de me certificar pelo espelho de que atrás tudo continuava calmo. Era inacreditável como a gente tinha chegado naquilo. Eu tava fazendo uma punheta pro treinador do meu filho no carro, com ele e os colegas dormindo no banco de trás. —Dá pra ver que tu tem muita prática. Teu marido tem muitos chifres? Sentia um fogo entre as pernas que me devorava por dentro. Sou uma mulher muito tarada, e a situação me deixava cada vez mais excitada. —Com certeza, muito menos do que ele merece… —Comentei, acelerando o ritmo do meu pulso. —Porra, Karla… —Ele falou, fechando os olhos. —Mãe! Falta muito pra chegar? Continua.....
—Mãe, minha camiseta de futebol tá limpa? —Me perguntou meu filho.
—Tá sim, meu amor. Deixei tudo preparado no seu quarto —respondi, levantando a voz.
Todo fim de semana era a mesma coisa. Com doze anos, meu filho jogava partidas de futebol com tanta intensidade, como se fosse a final da Champions League.
Meia hora depois, enquanto a gente ia no meu carro até o campo de futebol, meu filho não parava de falar sobre o jogo daquele dia.
—Cê acha que o Seu Paco vai me colocar de titular hoje?
—Querido, você sabe que ele gosta que todo mundo jogue, por isso que faz as rotações. Se você não jogar, não leva a mal. Domingo passado você foi muito bem.
—O Seu Paco foi jogador de futebol quando jovem, por isso entende tanto. Sexta-feira ele disse que queria falar com você sobre uma coisa.
Pra ele, o treinador era tipo um herói. O dia inteiro ele ficava falando do cara. Paco já tava aposentado e passava boa parte do tempo livre treinando o time infantil do bairro. Diziam que, quando novo, chegou a jogar nas categorias de base de um time famoso, mas por causa de uma lesão precoce, foi obrigado a abandonar o sonho da vida dele e passou mais de quarenta anos trabalhando na construção civil.
O Seu Paco, como quase todo mundo chamava, era um homem grosso e rechonchudo. Tinha um jeito amigável, mas uma voz daquelas roucas, que quando dava as ordens do banco, parecia o próprio “Sargento de Ferro”. Tivesse jogo ou não, sempre o via vestido com calça de moletom, boné, tênis e uma camiseta de algodão.
Durante o jogo, fiquei na arquibancada junto com os outros pais. A gente já se conhecia, porque se via todo fim de semana e nos treinos dos filhos. Alex, que na época ainda era meu marido, nunca podia ir com a gente. Por causa do trabalho, ele viajava Constantemente, e durante os fins de semana, ela gostava de acordar cedo e sair pra pedalar com um grupo de amigos. Além disso, ao contrário de mim, ele odiava futebol. Então, levar nossos filhos pequenos pros jogos e treinos já tinha virado uma das minhas obrigações de sempre. Quando o jogo finalmente acabou, notei que o Paco fez um sinal com a mão pra eu descer até lá embaixo. Aí foi que lembrei que meu filho tinha me falado que queria conversar comigo. Desci as escadas da arquibancada com todo cuidado pra não tropeçar nos meus sapatos de salto. Dava pra perceber como o treinador do meu filho me devorava com os olhos. O Paco era um cara bem primário e grosseiro nos modos, nem tinha a fineza de tentar disfarçar esse tipo de coisa. Não era a primeira vez que eu sentia os olhares safados dele percorrendo meu corpo. A real é que ele sempre agia assim comigo. Mas nunca me incomodou, sabia que, igual acontece com muito homem, ele não tinha bons modos. Nem se ligava no jeito bruto dele. No fundo, até achava graça, porque eu também não facilitava muito. Reconheço que não consigo me vestir de um jeito simples, nem quando vou no futebol. É algo que faz parte da minha personalidade. Sempre vou arrumada e do jeito que gosto de me vestir. Naquele dia, tava com um short bem curto e bem justinho, que mesmo mostrando minhas coxas, marcava muito minha bunda, usava saltos que levantavam ainda mais meu rabo, e em cima, uma blusa de alcinha que deixava meus peitos quase à mostra.
—Oi, Karla. Que bom te ver —ele me cumprimentou quando cheguei perto dele. —O menino comentou comigo hoje de manhã no carro que você queria me falar algo —me interessei.
—Isso mesmo —respondeu, debruçado sobre o decote que minha camisa apertada proporcionava—. Queria conversar com vocês, os pais mais envolvidos com o time. Já falei na sexta com o pai do Asier e do Gorka, e eles toparam. Queria perguntar se você estaria disposta a levar a gente no seu carro pros jogos fora de casa. O ônibus tá cobrando muito pra um clube tão modesto como esse, e depois que compramos a nova equipação que vamos estrear daqui uns dias, quase não sobrou grana.
Fiquei pensando por uns segundos, sabia que não seriam muitas viagens, já que a maioria dos times da categoria era da nossa própria cidade. Então, só precisaríamos ir pra alguns povoados próximos.
—Pode contar comigo pro que precisar.
Paco sorriu, agradecido.
—Então perfeito, você pode levar eu, seu filho e mais dois meninos… —comentou, como se falasse sozinho, calculando os lugares. Vou falar também com o pai do Ayala, acho que não vai ter problema.
—Como tá a Zafiro? —me interessei pela esposa dele—. Esbarrei com ela outro dia no supermercado, e ela disse que tava com as costas um caco.
—Você sabe, Karla. A idade não perdoa… —respondeu, sem tirar os olhos do meu decote nem por um segundo—. No fim de semana que vem, ela vai com a irmã pra um spa. Diz que pra esse problema dela, esses banhos fazem muito bem.
Nessa hora, meu filho e alguns amigos dele saíram do vestiário, comemorando a vitória cantando.
—Espero que ela melhore, manda um abraço meu —me despedi, segurando meus filhos pela mão. Sentindo que o velho devia estar me olhando por trás, decidi dar uma rebolada perfeita com meus quadris.
—Como eu joguei, mãe? —perguntou meu filho, totalmente alheio aos esquemas do treinador e da mãe. —Você foi nota dez! — respondi sorrindo. Mesmo que o Paco fosse o completo oposto, tanto física quanto mentalmente, do tipo de homem que costuma me atrair. Sempre fui louca por sentir o interesse dos homens por mim. Até daqueles por quem não sinto nenhuma atração ou desejo. Não consigo evitar, acho que tentar deixá-los com tesão faz parte da minha natureza. Reconheço que sentir um homem excitado pelo meu corpo é algo que sempre amei. —Já chegou? — meu marido perguntou saindo do chuveiro, bem na hora que entrei no nosso quarto. — Como foi tudo? — Seus filhos vão acabar jogando como ponta no Chelsea — brinquei, dando um beijo nele. — Hoje o Paco me perguntou se posso levá-los de carro quando jogarem fora. — Eles não iam sempre de ônibus? — Pelo visto, o orçamento deste ano tá muito apertado — respondi, desabotoando minha camisa e deixando meus peitos à mostra. Alex se aproximou, colou em mim por trás e começou a acariciá-los, tentando segurá-los inutilmente na palma das mãos. — E suponho que você disse que sim, já que tá sempre disposta a ajudar todo mundo. Deve ter verba pra esse tipo de coisa. — Não fiz por ele, fiz pelo nosso filho. Você sabe que jogar futebol é o mais importante pra ele. Do outro lado, já temos o outro que passa o dia todo no videogame — comentei, me referindo ao nosso filho mais novo. Senti, atrás de mim, o calor do corpo perfeito do meu marido. Num gesto rápido, tirei o shortinho apertado, ficando só de fio dental. Me senti extremamente com tesão, falar com Alex sobre o treinador do meu filho tinha me excitado descontroladamente. Ainda sentia os olhos do velho despindo meu corpo. É verdade que às vezes me deixo levar pelo vulgar e ordinário. Às vezes, os homens mais comuns e simples conseguem me excitar muito. Sei que não é o normal, mas é a minha Ao longo da minha vida, tive vários exemplos. A primeira vez que senti aquele impulso grosseiro e estranho foi com um jardineiro filipino que meu pai contratou pra trabalhar em casa. Naquela época, eu era só uma princesinha de dezoito anos. Não sei quantos anos ele tinha, nunca soube de verdade. Mas o fato é que passei o verão inteiro atrás dele feito uma puta no cio. Nem nos melhores sonhos dele, Joel imaginaria que eu ia ser a putinha jovem dele. Transando comigo todo dia, quase sempre na casa de máquinas da piscina ou na garagem, dentro do carro do meu pai. Posso garantir que Joel não era um homem bonito. Lembro dele magro e baixinho, quase raquítico do meu lado. Mas ele conseguia tirar de mim a parte mais safada e suja. Me fazendo gozar muito mais do que o Alex, que já era meu namorado na época. No fim, naquela noite, meu marido não me pegou, disse que eu já tava cansada, que seria depois. Naquele domingo, eu tinha combinado com o Paco que ia buscar ele e mais dois meninos no anexo do campo de futebol do nosso bairro. De manhã, vesti uma minissaia de couro preta e uma camisa rosa justa de botão.

Enquanto me observava no espelho, pensava nele, em como me devoraria com os olhos durante o trajeto. Queria excitá-lo e deixá-lo com tesão. Adoro pensar que um homem bate uma punheta em casa pensando em mim, sempre foi uma fantasia que molhou pra caralho a minha calcinha. Claro, eu não tinha a menor intenção de ter qualquer contato físico com ele, era só um jogo, uma brincadeira inocente. Ele sentou do meu lado, ocupando, como esperado, o banco do carona. Eu estava com uns óculos escuros, tentando não intimidá-lo. Ele cumprimentou meu filho, enquanto afivelava o cinto, sem parar de olhar para minhas coxas expostas. Só com esse gesto, confesso que senti um formigamento intenso lá no fundo da minha buceta. Era cedo e as crianças estavam meio sonolentas atrás, totalmente alheias à nossa conversa, que girava em torno de esporte. Eu contei que tinha jogado por um bom tempo, como federada no vôlei e, na faculdade, no basquete. — Basta olhar pra você um segundo pra saber que praticou muito esporte — soltou ele, como um elogio pra mim. — Você acha? — perguntei, meio provocante —. Depois de ter dois filhos, te garanto que meu corpo já não é o que era. — Besteira — respondeu com a voz grave e rouca —. Você tá de dar o cu e comer o rabo, — ele se atreveu a dizer. — Obrigada — respondi rindo. Deixando claro que o comentário dele não me incomodou nem um pouco. Muito pelo contrário —. Tenho uns anos a mais, se você tivesse me visto quando eu era novinha… — Karla — ele chamou minha atenção —, eu sou muito mais velho que você, tenho 66. Pra mim, você ainda é uma garotinha. Esperei um momento pra responder, como se estivesse calculando a idade dele com a minha. — Você não aparenta nem um pouco ter sessenta e seis. A verdade é que você se conserva pra caralho, — menti, porque na real eu daria uns anos a mais pra ele. Observei ele de soslaio, escondida atrás dos meus óculos escuros. O olhar dele era mais profundo e mais penetrante do que o normal. Percebo rapidamente quando um homem tá excitado, e o Paco tava. —Espero que não se importe com o que vou te falar — ele me avisou. —Pode mandar ver! — incentivei, dando risada. —Hum… — ele pigarreou —. Cê tem umas pernas impressionantes. Seu marido deve ser completamente louco por você. Eu ri de um jeito provocante, sabendo que a boca é uma das principais armas de sedução de uma mulher. Aproveitando aquele instante, olhei pelo retrovisor, conferindo que meu filho tava completamente dormindo, assim como os colegas de time dele. —Valeu, cê é muito gentil. —Isso não é uma daquelas coisas que se fala só pra agradar. A real é que cê é um pedaço de mulher, que deixaria qualquer homem completamente maluco. Cê é uma gostosa do caralho e sabe disso — ele continuou, com aquela enxurrada de cantadas sem freio. Soltei uma gargalhada, colocando ao mesmo tempo a mão direita na frente da boca, tentando abafar o som. Já que a última coisa que eu queria era acordar as crianças. —É o que uma boa minissaia faz — respondi, divertida. Foi então que senti a mão dele pousar numa das minhas coxas. Juro que nunca imaginei que aquele sexagenário fosse tão ousado. Ia tirar a mão dele, meu jogo safado já tinha ido longe demais, e aquele era o melhor momento pra parar com aquela loucura. —Mmmm…! Que pele macia que cê tem. —Por favor, Paco — protestei de leve. Sem mostrar nenhuma convicção. —Mulher, não seja boba e deixa eu te apalpar um pouco. Cê sabe que eu faço isso com muito carinho. Custa tanto assim fazer um velho feliz? Olhei de novo pelo retrovisor, precisava ter certeza de que as crianças não tavam percebendo o que tava rolando entre mim e o treinador delas. Senti minha calcinha ficar molhada, por causa do fluxo que saía da minha buceta ardente. Olhei diretamente pra ele, sem entender como um homem como ele podia me deixar tão tesuda. —Isso não tá certo. Tô lembrando que as crianças tão no banco de trás. Além disso, não quero mais continuar com isso. Ele virou a cabeça por um segundo para trás. —Não se preocupa, tão todos dormindo que nem anjinhos. Anda, sê uma boa menina e me mostra de que cor tão as tuas calcinhas. Só te peço isso, mulher. Me mexi desconfortável no banco. Irritada comigo mesma por ter provocado tudo aquilo, mas o que mais me afligia era que essa situação estivesse me excitando tanto. Notei como ele levantou uns centímetros da minha mini-saia curta, espiando minha roupa íntima. —Paco, já chega! Tá passando dos limites… —Mmmm… Preta. Sem dúvida essa é minha cor favorita. Arrancaria elas com mordidas se me deixasse. Com essa rabuda que tu é, com certeza tem uma bucetinha deliciosa. —Claro, não respondi àquele comentário grosseiro. Mas Paco, encorajado pela minha inação, pegou a mão que eu tinha apoiada no câmbio e a colocou em cima da virilha dele. Juro que não consegui evitar, e curiosa, apalpei aquele volume que ele tinha me oferecido pra explorar. —Tá vendo como tu me deixa duro? —Quero tocar nele —quase implorei, olhando nos olhos dele. Ele me segurou pelo pulso e, levantando um pouco o elástico da calça de moletão, enfiou minha mão pra dentro. Acariciei ele diretamente, tentando sentir toda a virilidade dele. Que, por sinal, era muita. —Tá gostando? —Ele perguntou. —Nada mal… —Falei, mordendo os lábios. Comecei a masturbá-lo, depois de me certificar pelo espelho de que atrás tudo continuava calmo. Era inacreditável como a gente tinha chegado naquilo. Eu tava fazendo uma punheta pro treinador do meu filho no carro, com ele e os colegas dormindo no banco de trás. —Dá pra ver que tu tem muita prática. Teu marido tem muitos chifres? Sentia um fogo entre as pernas que me devorava por dentro. Sou uma mulher muito tarada, e a situação me deixava cada vez mais excitada. —Com certeza, muito menos do que ele merece… —Comentei, acelerando o ritmo do meu pulso. —Porra, Karla… —Ele falou, fechando os olhos. —Mãe! Falta muito pra chegar? Continua.....
3 comentários - El entrenador de mi hijo me hace su puta
Se la chupaste, seguro que si. Espero la segunda parte