A mãe do Pedro e o valentão 4

Já haviam se passado meses desde que Pedro foi atacado pela primeira vez pelos amigos do seu valentão, e por enquanto ele conseguia aguentar. Seu fiel amigo João era quem o ajudava a se levantar depois das pancadas que levava, especialmente agora que Pedro era o único que sofria os ataques. Para o garoto, era irritante admitir que preferia ser espancado pela turma do Marcelo em vez de pelo próprio Marcelo, pelo simples fato de que ele o machucava mais. Todos os membros da gangue juntos não o feriam tanto quanto o chefe. "Que patético eu sou, ficar pensando em quem prefiro que me bata", pensou Pedrinho. Na última semana, porém, algo estava diferente, não só em casa, mas também na escola. Às vezes as pessoas falavam dele pelas costas ou riam quando ele passava pelos corredores, mas ele não sabia por quê. Pedro não reclamava, já que Marcelo e sua turma haviam parado de bater nele há cinco dias, sem contar sábados e domingos. O único que recebia deles eram insultos, e isso ele conseguia suportar, pois sabia que o que diziam não era verdade. Um dia, ele foi ao ponto de sempre para encontrar João, mas quando o viu, estava cercado por Marcelo e sua gangue. O estranho era que não estavam batendo ou insultando; eles estavam rindo. João também ria, mas era uma risada nervosa. Sabia que não era real, mas mesmo assim parecia estranho. Ele sentou sozinho para comer sua banana e seu sanduíche, esperando que terminassem com João. Observava de longe enquanto riam, olhando o celular que seu amigo tinha na mão. Quase no fim do recreio, João se aproximou dele com um olhar preocupado.
—Oi, Pedro… como você está?
—Estou bem, João, e você?
—Sim, eu também… Hmm… Me diz, Pedro, você tem tempo para conversar um pouco?
—Claro que sim. O que foi, João? Fizeram algo com você, esses bastardos?
—Não… nada, não comigo, mas…
Toca o sinal do fim do recreio, e a professora Verônica manda todo mundo correndo para a sala. Na saída, João não estava no portão da escola, então Pedro decide voltar para casa sozinho. Assim que atravessa a Pedro é recebido pelo aroma da comida gostosa que sua mãe havia preparado.
- Oi, mãe.
- Oi, Pedrinho. Tudo bem na escola?
- Sim… como sempre.
- Muito bem… e… aquele Marcelo, ainda tá te perturbando?
- Não, mãe. Ele não me encosta desde que você foi falar com ele.
- Fico muito feliz, Pedrinho. Vem comer antes que esfrie.

Sua mãe, seu irmão e ele almoçam como todos os dias, mas o instinto dizia a Pedro que algo estava errado. Desde que sua mãe e seu pai discutiram na noite em que ela chegou tarde em casa, as coisas entre eles estavam diferentes. Seu pai foi quem acabou pedindo desculpas, e sua mãe aceitou, mas desde então ela se comportava de um jeito diferente. Normalmente, sua roupa era simples, elegante e conservadora, mas agora ela usava roupas mais justas, mais curtas e maquiagem mais carregada. Não era só isso: agora ela saía com sua amiga Sofia da igreja pelo menos 3 vezes por semana, já que precisava de ajuda por causa dos problemas no seu casamento. Obviamente, seu pai sabia disso e por isso tolerava que ela chegasse tarde, mas para ele algo não parecia justo.

- Mãe, como tá a Sofia?
- Quem?
- Sofia… sua amiga… ela ainda não resolveu os problemas com o marido?
- Ah, sim! Ela, sim… digo, não. Ela tá muito triste e confusa, coitadinha.
- Por quê?
- Bom, ela me contou que o marido não dá atenção pra ela e que, mesmo fazendo tudo que pode pra se mostrar, ele não parece mudar de atitude. O pior é que ele ainda reclama de como ela se veste.
- Mas o papai também tá reclamando de como você se veste agora.A mãe do Pedro e o valentão 4- Sim, mas seu pai exagera, Pedrito.
- Hmm… Então a Sofia se veste como você?
- Kkkk. Não. Ela se veste muito mais provocante do que eu, meu bem.
- Provocante?
- Sim, provocante, mais ousada. O fato é que eu e ela nos vestimos de jeitos bem diferentes.
- Ah… tá.peitoesA conversa com a mãe dele ajudou a ter uma ideia de como Sofia era: uma mulher ignorada pelo marido, que quer atenção e que se veste de forma mais provocante que a mãe dele. "Coitada", pensou Pedro. Agora que Pedro estava sozinho no quarto, checou suas mensagens e entre elas havia uma do Juan. Ele perguntava se agora ele tinha tempo para conversar. Pedro, preocupado com o amigo, especialmente porque não o viu na saída, liga pra ele.

- Oi, Juan?
- Oi, Pedro… Tá sozinho?
- Hmm… Tô na minha casa com minha mãe e meu irmão, por quê?
- Vai pra um lugar onde você possa ficar sozinho.
- Agora tô no meu quarto, mas por quê?
- Tenho que te mandar uma coisa.
- Ok, mas que coisa, Juan? Tá me deixando nervoso.
- Desculpa, cara… é que, não sei como te dizer, só que… é um vídeo, um vídeo da sua mãe.

Juan manda o vídeo e mal Pedro abre, o sangue gelou nas veias dele.

- Aah, ah, ah, ah, ah, ah

A mulher no vídeo pornô gritava como uma possessa enquanto um pau gigante e negro a penetrava por trás, fazendo um barulho vulgar de carne contra carne. Quem fazia o vídeo era quem estava comendo ela e se certificou de filmar bem a bunda perfeita e lubrificada da mulher. Pedro não conseguia acreditar no que via. Não sabia se chorava, vomitava ou gritava de raiva, talvez as três coisas juntas. A mulher no vídeo tinha um corpo terrivelmente erótico, acentuado pela posição tão vulgar em que estava.esposa


madura-Não, não, não… não pode ser. A vadia barata que estava sendo filmada estava recebendo uma foda monumental como Pedro nunca tinha visto na vida. No passado, o garoto tinha visto alguns vídeos pornô para saciar sua curiosidade e descobrir com os próprios olhos do que se tratava. O que viu não gostou nem um pouco, já que viu muito jovem e a memória ficou impressa na mente dele. Para ele, os atos de depravação nos vídeos eram nojentos e imorais. Sabia que assistir era pecado, como seus pais tinham dito, mas a curiosidade da juventude era forte demais. Nos vídeos, as mulheres que estavam "atuando" eram das mais lindas e excitantes que ele já tinha visto. Esse era o motivo pelo qual continuou vendo, mesmo depois do trauma do primeiro. Algumas vezes até se masturbou enquanto assistia, ato do qual agora tinha muita vergonha. Embora gostasse muito de ver a beleza dos corpos das mulheres, o nojo pelo que faziam, como faziam e com quem faziam foi demais para ele. Os homens nos vídeos eram tão diferentes do que ele era. Musculosos, tatuados, vulgares e com paus tão grandes que o faziam se sentir mal, o faziam se sentir pequeno. Mas o vídeo que estava vendo naquele momento era de outro nível. Embora a qualidade não fosse das melhores, o sexo em si parecia tão real, rude e imoral. O corpo daquele homem negro com o pau maior de todos os atores pornô que ele já tinha visto era assustador para ele. A mulher no vídeo também era a mais linda e vadia que ele já viu na vida, mas o pior era que tinha algo familiar. Ela estava de costas, com os cabelos despenteados cobrindo parte do rosto, mas mesmo assim parecia demais com sua adorada mãe. Foi isso que Juan disse, que mandaria um vídeo da mãe dele, mas não podia ser possível. Ela nunca faria algo assim, ela nunca trairia seu pai, repetia na cabeça o pobre Pedro. De repente, Jonas entra no quarto brincando com seu caminhão de bombeiros brinquedo. -Jonás! O que… Fora agora mesmo! Seu irmão o ignorou enquanto ele, com as mãos trêmulas e nervosas, baixava o volume do vídeo. -Cavalinho! Você tá brincando de cavalinho! -É, Jonás tava brincando de cavalinho no celular. Pedro agradeceu ao céu pela ingenuidade do irmão e deixou ele brincar um pouco no seu quarto, e depois que ele foi embora, trancou a porta com chave. O garoto tinha mil pensamentos na cabeça e nenhum deles era bom, então, no meio do pânico, ligou para o João. -Alô? -João! Que caralho você me mandou? Tá doido? -Desculpa, Pedro, mas eu achava que era justo você saber, pensei que era melhor você descobrir por mim em vez de outra pessoa. -O quê? Mas de que diabos você tá falando, João? Não tem razão nenhuma pra você ter me mandado essa merda. -Pedro, amigo, calma. Eu sei que pode ser difícil aceitar a verdade, mas… -O que você tá dizendo? Que verdade? -…Sua mãe, amigo, sua mãe é quem tá no vídeo com o Marcelo. -Minha mãe… com… com o Marcelo?...Não… O quê? -Sinto muito, Pedro. -Já chega, João! Por que você tá dizendo que é minha mãe? E por que o Marcelo? O pobre Pedro estava em plena fase de negação. Não conseguia acreditar que a mulher no vídeo fosse sua mãe, e pior, que quem estava comendo ela fosse o grande filho da puta do Marcelo. Com calma, o bom João explicou tudo que sabia. Naquele dia, na escola, ele foi pego pelo Marcelo e sua turma durante o recreio, mas em vez de bater nele ou insultá-lo, simplesmente o fizeram assistir a um vídeo. O pobre João, que não era religioso como seu melhor amigo, mas ele também ficou chocado quando viu o vídeo. O jovem estava acostumado com pornô, mas o que viu no celular do Marcelo era outro nível. Ele não sabia por que aqueles caras lhe mostraram o vídeo, mas para evitar as consequências de desobedecer, ficou com eles por quase todo o recreio, fingindo se divertir e rindo das piadas deles sobre a mulher em questão. Foi o Marcelo que revelou a João a identidade da grande puta, como também disse com orgulho que era ele quem estava comendo ela. O cara já tinha visitado a casa do Pedro várias vezes e, quando ia, sempre ficava maravilhado com a beleza da Teresa, a mãe do seu amigo. Ele não admitia pro Pedro, mas quando recebeu o vídeo no celular, teve que se masturbar duas vezes seguidas vendo a milf, a mãe do seu amigo Pedro, a musa das suas fantasias eróticas, sendo fodida como uma vadia vulgar. Por isso, ele se trancou no banheiro da escola na hora da saída. Foi o Marcelo que mandou o Juan mostrar o vídeo pro Pedro e dizer quem eram os protagonistas.

- Não, Juan! Isso não é possível.
- Não sei o que te dizer, amigo.
- Minha mãe é uma mulher direita, uma mãe e esposa perfeita, entende? Ela nunca faria uma porcaria dessas… especialmente com… com…
- O Marcelo?
- Sim, ele. Ela sabe o que ele me fez todos esses anos. Ela nunca…
- Pedro, sinto muito, mas você tem que aceitar que…
- E como você sabe que é ela, então? Por acaso você tava lá ou ela te contou?
- Foi o Marcelo que me disse, Pedro, e…
- Desde quando o Marcelo é alguém de confiança? Você sabe como ele é. Ele faria qualquer coisa pra me torturar.
- Mas… Pedro… o vídeo… dá pra ver o rosto dela.
- É um vídeo de péssima qualidade! Não dá pra entender nada e ainda pode ser alguém parecida ou… ou talvez o vídeo esteja editado. Sim, é isso.

O Juan sentia a dor e o desespero na voz do amigo, então não insistiu mais.

- Hmm… Talvez, pode ser, Pedro. Eu só te mandei porque foi o Marcelo que me obrigou, cara. Não queria te deixar assim.

O bom Juan ficou no celular com o Pedro até ele se acalmar completamente. De qualquer forma, o Juan admitiu que havia uma possibilidade do amigo estar certo. O Marcelo não era um cara de confiança, era verdade que o vídeo era de má qualidade e podia ser verdade que a mulher nele fosse uma atriz parecida com a Teresa. Ele esperava que, pelo bem do Pedro, fosse verdade. Depois de desligar, o Pedro voltou a ver o vídeo até o final, de novo e de novo, pra ter certeza de que não fosse sua mãe. Infelizmente e felizmente para ele, não havia nada no vídeo que esclarecesse se aquela mulher era realmente sua mãe ou não. Teresa não tinha tatuagens, marcas, pintas ou cicatrizes na pele que pudessem entregá-la, mas a mulher no vídeo também não tinha nada disso pelo que dava para ver. As duas tinham uma pele e corpo perfeitos. Depois de quase uma hora revendo o mesmo vídeo, Pedro percebeu algo. Ele estava focado demais no corpo da mulher e nas possíveis marcas que ela poderia ter, sem calcular o rosto. A mulher estava de costas e só algumas vezes virava um pouco a cabeça para o lado, e quando fazia isso, parecia perigosamente com Teresa, mas não 100% por causa do cabelo despenteado que a cobria. Só um detalhe, um detalhe minúsculo encheu o corpo de Pedro de um grande medo. A mulher tinha uns brincos que ele não havia notado no início. Aqueles brincos lhe eram familiares, familiares demais. Em sua cabeça se formavam as imagens de sua mãe usando aqueles brincos durante o jantar e quando saía para ver sua amiga Sofia. Mas essas imagens eram sua imaginação ou eram memórias?rabaoBrincos de um formato peculiar, pequenos e pretos, eram o símbolo de espadas de pôquer com um Q dentro. Rapidamente, Pedro saiu do seu quarto e foi até o dos seus pais para revistar as joias da mãe. Encontrou colares de prata e ouro, anéis valiosos e muitos brincos, mas nenhum que fosse igual ao do vídeo. Pedro se acalmou e desceu aliviado para a cozinha ver o que a mãe estava fazendo.milfEla tinha acabado de sair do banho e, depois de pegar uns biscoitos, tirou a toalha e sentou no sofá da sala.
—Tudo bem, mãe?
—Sim, só estou cansada da academia e meu pescoço está doendo um pouco, talvez eu tenha dormido mal.
Teresa vira a cabeça para o lado e esfrega o pescoço, revelando a orelha esquerda e o brinco que usava. O coração de Pedro parou de bater…

3 comentários - A mãe do Pedro e o valentão 4

Sería bueno saber qué pasa si Pedro pide cambiarse de colegio: su mamá le apoya o prefiere la polla.
Yo insisto en qué l madre de Pedro está "muy feliz", para mí tendría que estar luchando por no hacer lo que el bully quiere, ser chantajeada y no ser descubierta por su hijo o por sus amigos, que todos tal vez sospechen pero que solo los verdugos sepan.
Igual van mis 10 puntos esperando no se salga de control todo tan rápido, que sea un poco más. No consentido.
Saludos