Juan se levantou, pegou no pau dele e encostou nos lábios da Mara, mas não nos da boca. Foi esfregando a cabeça entre os lábios dela, no clitóris, de cima pra baixo, molhando a glande nos sucos e, quando achou que tava bem lubrificado, empurrou um pouquinho pra entrar na caverninha da Mara. Ela, que ainda tava se recuperando do orgasmo, gemeu ao sentir aquela vara de carne penetrando, era grande mas não a ponto de incomodar. Juan começou bem devagar a se mexer, entrava de pouquinho e saía, cada vez mais fundo, até que as pélvis deles se juntaram. Quando ele enfiou tudo dentro da Mara, chegou perto da boca dela e beijou, um beijo cem por cento paixão, e depois de pouco começou a pegar ritmo, cada vez mais rápido, e saía e entrava quase tudo, começou a se ouvir os "aplausos" que os corpos faziam. Fran deu uma olhada como o amigo dele tava satisfazendo a vizinha gostosa e teve a ideia de ajudar a mina a ter outro orgasmo, então se aproximou e começou a brincar com os bicos dos peitos dela. De repente, Juan enfiou a mão debaixo das costas da Mara e levantou ela no ar, deixou ela enfiada e agarrada, enquanto continuava com o vai e vem. A mina já tava começando a sentir que tava chegando no segundo orgasmo, quando sentiu outro corpo colado nas costas dela, o moreno amigo do vizinho, se colocou atrás dela, dava beijos no pescoço e nas costas, e apalpava os peitos dela. De repente, tirou o sutiã dela e ficou mais fácil de pegar os bicos. Ela dava beijos nos dois enquanto sentia que a penetração e as carícias levavam ela pro segundo orgasmo e, quando sentiu o parceiro gozar dentro, ela também explodiu. Os dois caíram no sofá, mas dessa vez o Juan embaixo e a mina gostosa sentada em cima dele. O pau dele continuava dentro dela, não tava perdendo o tamanho e ainda tava com as convulsões do orgasmo, o loiro tava com ela bem apertada e dava beijos no peito e chupava os bicos dela, que já tavam um pouco sensíveis. Mara sentiu carícias nas costas que desciam. até a bunda dela, e de repente sentiu como se um dedo bem lubrificado entrasse pelo cu dela. O vizinho ainda estava dentro dela e o amigo, pelo visto, também queria entrar. Aquele dedo que entrava e mexia em lugares onde outros nunca tinham estado chamou outro, e de repente dois dedos entravam e saíam pela porta dos fundos da mina. Ela começou a rebolar de volta, tentou se virar um pouco pra procurar a boca do segundo amante e achou. O moreno beijou ela e enfiou a língua na boca dela, e com um movimento encaixou o pau na entrada secundária da Mara, que se deitou sobre o vizinho pra dar um ângulo melhor. Bem devagar e lubrificado, o pau do Fran foi entrando. Ele foi cuidadoso, porque sabia que se apressasse ou machucasse a mina, a diversão acabava. Mara sentia a cabeça voar, tinha uma rola na bocetinha dela e outra entrando por trás, o que era muito estimulante. De repente, o pau do Juan se mexeu um pouquinho de novo, já que não tinha tanta liberdade de movimento, e as sensações da Mara se multiplicaram por mil. Os amigos pareciam sincronizados: quando um entrava, o outro saía, e Mara sentia tudo no corpo. Quando o Juan chupou o mamilo esquerdo dela de novo, Mara começou o que pareceu um orgasmo que durou vários minutos. Ela achava que o corpo tinha desprogramado e sentia tudo um milhão de vezes mais intenso, não sabia se ia aguentar muito. De repente, os dois entravam e saíam juntos, e de vez em quando um ficava parado enquanto o outro bombava. Mara não conseguia parar de morder o ombro do Juan, e o Fran segurava ela com uma mão na bunda e outra no ombro. Juan não parava de chupar os peitos dela, e de repente ela explodiu num orgasmo e soltou um jato de urina com pressão, e os sensores dela exploraram tudo. Juan e Fran gozaram quase juntos dentro dela, deixando ela toda cheia de porra que tentava escapar por algum lado. Ficaram em sanduíche no sofá, e depois de dois minutos recuperando o fôlego, o Fran saiu de dentro do cu da Mara. Delicadamente, ela se sentou no chão. Ela se jogou no sofá ao lado de Juan, soltando o membro meio mole do loiro, que estava todo melado de fluidos — dela, dele e do amigo dele. — Vamos pro chuveiro? — disse Juan se levantando e estendendo uma mão pro amigo e outra pra Mara, e assim os três foram se lavar. A bunda de Mara tava pulsando de tanto bombar e ela se sentia muito cansada. No chuveiro, os três se lavaram, ela neles e eles nela, e não faltaram carícias e beijos. Mara não deixou os dois entrarem nela ao mesmo tempo de novo, tava tudo muito sensível pra isso naquele momento, mas eles se revezaram pra fazer ela gozar de novo, e ela deixou claro que também queria que eles explodissem de prazer, chupando as picas deles até o fim. Depois, se banharam e se secaram, Mara se vestiu e eles a convidaram pra ver um filme. De madrugada, ela acordou entre os dois amantes, se retirou devagar e foi pra casa dela de novo, sem ninguém saber o que tinha rolado, e pensando no elevador e no apartamento do vizinho, ela dormiu e teve sonhos molhados, embora a área dela estivesse irritada de tanta fricção.
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