Trabalhamos num depósito alfandegário, muitas vezes em turnos da noite, sempre rodando entre os colegas, mas quando sei que vou ficar com o Bruno ❤️, eu coloco uma calcinha fio-dental rosa, uma cinta-liga e uma saia curtinha de colegial que ele mesmo me deu, tudo por baixo do nosso uniforme de guarda. É a noite mais quente, mais íntima e gostosa, onde o amor e a luxúria se sentem em cada roçada de paus juntos ❤️. Tudo começou no terceiro mês de trabalho no depósito alfandegário, numa noite quente de fevereiro, perto do Dia dos Namorados. E como todo ano, eu decidia não ter parceiro pra curtir minha solidão de travesti, sem que nenhuma mulher me julgasse. Meu corpo todo depilado, branco como porra, macio como seda, sempre envolto em lingeries finas de paixão, enquanto minha piroquinha babava um néctar delicioso pensando em ser possuída por um macho de verdade. Naquela noite, não queria ir trabalhar, sentia uma vergonha do meu colega notar meu corpinho depilado na hora de nos lavar e trocar de uniforme, mas já não podia faltar, tinha duas faltas vermelhas, quase perdendo aquele sustento. Então fui. Naquela noite, fiquei pela terceira vez com Bruno, um rapaz moreno, super corpulento. Trabalhava de pedreiro de manhã e, à noite, fazia eventualmente a guarda naquele depósito. Era calado, me tratava com respeito, com um risinho debochado, enquanto com os outros colegas era mais bruto e zoavam de tudo. Acho que ele já desconfiava de algo, ou desejava algo. Já eu, tenho a pele branca, curvas que aparecem a vida toda, rosto liso e muito cuidado pela pele delicada, lábios grossos pra beijar paus morenos, e uns olhos que entregam meus desejos de viadinho. Já meio madura e tímida, nunca me dei bem com meus colegas de trabalho, o bullying extremo me afastava, mas no Bruno eu sentia uma conexão, mesmo sabendo que pelas minhas costas eles zoavam meu corpo e carinha de querubim. Mas já me acostumei a vida inteira com esse tesão alheio. Enfim. Naquela noite... Fevereiro, eu estava me arrumando pra sair, minha pele depilada, meus ovinhos e minha bucetinha de menina sentindo a brisa de uma noite costeira. Fiquei excitada, queria dar uma batida na minha jeba de travesti, mas já estava atrasada pro trampo. Então, o tesão me fez ficar com a lingerie vermelha que comprei naquele mês. Coloquei uma cueca por cima daquela calcinha fio-dental gostosa e fui trabalhar. Cheguei lá, Bruno já tava. Pedi pra ele não contar que cheguei tarde, ele só sorriu. Entramos no vestiário, eu me escondia toda, falava pra ele se trocar primeiro porque eu ia vigiar, e foi assim. Mas ele já tava desconfiado de mim, por causa da minha atitude distante. Aí, na hora que entrei pra me trocar, ele largou a guarda pra me seguir e me espionar. Eu tava confiante de que ele tinha ficado na guarita, então tirei tudo. Decidi tirar a cueca e fiquei só com a calcinha fio-dental vermelha, meu corpo depilado, branquela e macia, meus peitinhos de novinha quicando na brisa quente. E bem na hora que tava vestindo o macacão do uniforme, sinto o olhar predador dele. Viro pra trás e só falo: "Ei, qual é, respeita, vai vigiar". Ele, com um celular na mão, balança a cabeça e solta uma frase que até hoje percorre minha inocência e toma conta de mim por completo: "Hoje à noite você virou meu brinquedo". Falou com uma voz tão desafiadora, já não era mais o menino calmo e respeitoso. Enquanto um volume enorme crescia debaixo do uniforme de segurança, ele se masturbava, me gravava em vídeo e zoava de um jeito delicioso. Eu fiquei paralisada com as palavras que ele disse, além da situação. Não fiz nem falei nada, tava na mão dele. Só passava pela minha cabeça que eu ia perder o emprego se aquele vídeo fosse visto pelos outros. Ele se aproximava cada vez mais de mim, não tinha ninguém pra interromper aquele momento. Eu não sabia o que ia acontecer, só sentia que ia desmaiar. Naquela hora, Bruno me pergunta: "Por que você tá usando uma calcinha fio-dental vermelha? Será que veio pra me seduzir?" E depois, umas risadas de tesão. completo, não falei nada, virei pra olhar pra ele e mordi o lábio sem motivo. Ele disse: "já vi essa carinha de putinha, todo mundo já te conhece, não era brincadeira, hein, e ainda fica mordendo os lábios". Eu falei: "desliga logo essa câmera, por favor, não quero perder o emprego". Ele só chegou perto de mim e me acariciou tão suavemente com as mãos ásperas dele e disse: "sua vida agora me pertence, é o destino". E o que estava meio vestido do meu uniforme, ele pegou minhas mãos e fez eu soltar tudo, me deixou só de tanguinha. E disse: "quero que você confesse na frente dessa câmera que vai ser minha puta pelo resto da vida". Eu tava vermelha de vergonha, mais vermelha que minha tanguinha que apertava gostoso meu micro-pau, mas ele me fez dizer aquilo. Tive que falar com a condição de ele desligar a câmera, e foi assim. Ele me convidou pra sentar junto, me proibiu de usar o uniforme de guarda naquela noite. A gente conversou, ele sempre olhava entre minhas pernas, como eu escondia pra trás meu pauzinho. Com um sorriso safado, perguntou: "por que você esconde?" Eu só falei: "gosto assim". Ele me obrigou a ficar de pé e desfilar pra ele. Me confessou que sempre reparou no meu corpo, que tinha fantasias de me ver pelada. Disse que eu tenho uma bunda enorme, muito maior que qualquer mulher com quem ele já ficou. Ele sempre procurava mulheres pra passar o tempo, mas nada sério. Aí chegou perto do meu ouvido e sussurrou que comigo queria uma vida de amor e sexo pesado, que minha bundona valia totalmente a pena pra um macho como ele. Fiquei chocada. Ele confessou que não tava com ninguém, que no Dia dos Namorados ia num puteiro, como de costume. O moleque não tinha nem 20 anos e era um machão bem filho da puta. Eu me sentia intimidada. Depois disso, ele mencionou que a noite tava muito quente, desabotoou o macacão dele, e a roupa caiu no chão sem esforço. Notei que ele nunca usava cueca, nem boxer, nada, por isso sempre marcava o pacotão dele, mesmo dormindo. Quando olhei pro troféu de pau dele balançando igual um... Mastro potente, não aguentei mais, fiquei excitada demais. Mordi o lábio de novo e olhei nos olhos dele, ele percebeu na hora. Me mandou tirar a lingerie e deixar minha coisinha livre. Fiz isso, já não conseguia mais me segurar. Agora estava sob o controle das ordens dele. Minha coisinha apareceu como um botão, uma cabecinha inchada e pingando de prazer, rosadinha, com uns ovinhos de bebê. Ele olhou pra ela por um bom tempo enquanto batia uma pra ele, e disse: "Agora entendo porque você gosta de se vestir de mulher, com esse brinquedo não serve nem pra uma punheta." Ele se aproximou e bateu na minha coisinha com a piroca morena e venosa dele, enquanto me dava um beijo tão gostoso na boca. Se abaixou e começou a chupar meu cuzinho, enquanto falava umas coisas morbidinhas e de zoação, que só me transformavam em mulherzinha a cada segundo. Apalpava meu corpo inteiro, sentia ele deixar mais e mais saliva no meu cu, cada vez mais dilatado, a língua dele entrava toda, pra depois chupar minha piroquinha minúscula e lamber meu gozo que escapava. Aí me beijava pra eu sentir todo meu sabor e luxúria. O homem tava excitado demais, parecia que tinha cheirado uns pózinhos mágicos antes de eu chegar, coisa que era costume de alguns guardas pra ficarem acordados e atentos a madrugada toda na vigia. Mas ele tava tão excitado, me contou que tinha chegado um envio do norte, umas saias curtinhas de colegial que eram fantasias de putaria pro Dia dos Namorados. Ele abriu o envio sem respeito nenhum, e puxou uma saia xadrez pequenininha, com umas ligas. Me obrigou a vestir, me olhando com luxúria enquanto eu fazia isso. Se aproximava de vez em quando pra beijar meus lábios, e falava umas coisas muito gostosas. Eu não aguentava mais, a situação era um sonho, um filme pornô. Meu cu tava tão dilatado e molhado pela chupada de antes, e minha piroquinha prestes a gozar. Coloquei a fantasia toda de colegial, ele me cercou, me beijou e disse que eu sou a mulher dele, que tá apaixonado por essa senhora madura. Se inclinou e me deu beijos. deliciosos na minha coisinha, eu não aguentei mais e gozei na boca dele, enchi ele com meu leite de menina, ele cuspiu todo o meu sêmen no pauzão dele, deixou ele todo molhado, enquanto espalhava toda a minha goza no pau dele como se fosse lubrificante, ele segurou minhas duas mãos com uma só, e devagarzinho balançava o pauzão jovem e enorme na entrada do meu cuzão. Eu, como nunca, ainda estava excitada mesmo depois de ter gozado tudo, meu buraco estava bem aberto, já tinha treinado ele com dildos negros enormes, o anal era meu prazer, então devagar aquela pica real entrava, pulsando de desejo, enquanto Bruno me chamava de mamãe, maricona de luxo, se abre pra mim ❤️, eu só alucinava de amor e prazer, estava me apaixonando pelo jeito que ele me comia e possivelmente contava pra todo mundo o que eu sou e o que valho de verdade, assim sentia aquele pau enorme se fundindo com meu ser enquanto minha piroquinha e minhas bolinhas quicavam a cada estocada, ele me comia tão forte que eu soltava gemidos sem controle, ele me soltou por um momento, se ajeitou na mesa e eu sentava automaticamente como se estivesse programada pra satisfazer um homem, assim, sem nos desgrudar, consegui me virar e fiquei por cima, ele pegava meu pintinho e batia uma pra mim de um jeito tão ridículo, ficamos uns 20 minutos bem colados, ele me comendo como ninguém nunca fez nem faria, ele disse pra eu chegar mais perto assim coladinha, era impossível aquele pauzão sair de dentro de mim, ele me abraçou forte e me beijou tão gostoso, sentia a saliva morna dele entrando na minha boquinha doce, assim, com uma estocada potente, ele meteu até a raiz do pau e eu senti uns jatos batendo dentro de mim, foram umas 10 sensações de líquido dentro de mim, ele ficou grudado em mim por alguns segundos, enquanto escorria todo o sêmen fértil e delicioso dele dentro de mim, ele me olhou e sorriu, disse que a câmera de segurança estava ligada e ele de propósito se aproximou da mesa onde gravou perfeitamente todo o ato depravado que tivemos, ele disse assim com o pau dele ainda duríssimo dentro de mim escorrendo o sêmen dele do meu cuzinho, que amanhã contaria pra todo mundo como ele finalmente me fez mulher, eu desesperada só queria me soltar e bater nele, comecei a chorar sem controle, minhas lágrimas escorriam de decepção, pensei que finalmente tinha encontrado o amor da minha vida, e agora ele dizia que contaria pra todo mundo, ele só sorria enquanto minhas lágrimas caíam no rosto dele, ele disse, coitadinha da putinha, exposta, vulnerável, e assim colados, ele me deu outra estocada, não me deixava escapar daquela posição, o pau dele continuava duríssimo e pulsando, mesmo depois de ter gozado tanta porra que dava pra engravidar uma cidade inteira!! Eu não podia fazer nada, ele era forte demais e cruel, cada vez que me ameaçava ou zoava, ele enfiava com força aquela pica enorme dentro de mim, eu não aguentava, sentia que ia desmaiar, não sabia o que fazer, assim, aos poucos, depois de alguns minutos de zoeira e bullying gostoso, junto com aquelas estocadas de pau duríssimo, senti mais uns jatos de sêmen dentro de mim, aí ele me soltou daquele abraço depravado e me deu um tapa na bunda mandando eu levantar, eu só corri pra me limpar de tanta porra que tinha, tanto a dele quanto a minha, perguntei por que ele fez aquilo comigo, ele só riu, vestiu o uniforme sem nem se limpar, e foi pra guarita, eu não sabia o que fazer, só juntei a bagunça, me vesti também, coloquei meu uniforme e saí pra outra guarita, não trocamos uma palavra naquela noite, fechamos e fomos embora de manhã, no dia seguinte eu tava aterrorizada de que descobrissem o que aconteceu, mas foi tudo normal com o outro colega que pegou comigo, a mesma coisa de sempre, conversas chatas e zoeira, voltei a ver o Bruno depois de 8 turnos diferentes, era como se nada tivesse acontecido, até que chegou a vez de trocarmos de uniforme de novo, ele me abraçou por trás e disse, você achou que eu ia colocar minha princesa em risco de ser mandada embora daqui?, enquanto acariciava meu pinto e dilatava meu cu de novo, ele dizia, nunca contei pra ninguém o que aconteceu, você é minha, e toda vez que a gente pegar junto, vai ter paixão e sex0 pesado meu amor, eu me excito na hora, me virei e beijei ele sem arrependimento. durante todo esse tempo, parei de me vestir por causa das ameaças dele, mas com as palavras dele dessa vez, só floresceu um novo tipo de mulher em mim, uma que queria satisfazer o valentão dela, o castigador malvado que dominou meu cuzinho de um jeito tão bruto e gostoso. dessa vez, eu sentia que aos poucos estava me preparando pro nosso encontro de colegas, uma noite de porra e amor. foi uma delícia. cada vez que a gente se via no trabalho, eu me transformava aos poucos em mulher. decidi sair algumas noites vestida de menininha, agora que tinha a aprovação do meu homem. de manhã, indo pros meus compromissos, encontrei o Bruno na rua, ele tava de mãos dadas com uma coroa, uma branquela de cuzão igual a mim, era a esposa dele. ele realizava comigo todas as fantasias que a patroa dele não tinha coragem de dar. eu era a fuga perfeita pra esse touro ativo, cheio de vontade de putaria e sexo como nunca 💋❤️
3 comentários - Descoberta como travesti no trampo 😱❤️