Foi assim que me convidaram pra sair com eles, e nem preciso dizer que aceitei. Me arrumei e fui direto pra onde eles estavam, um restaurante bem maneiro, o ambiente muito bom, não conhecia. Comemos, ela comeu uma pizza, o parceiro dela uma de presunto e pimentão, e eu optei pela mesma, tudo com refrigerante. Batemos papo lá por um bom tempo, a conversa foi fluindo e acabou na minha situação com a minha mulher. Sinceramente, foi tipo psicanálise, serviu pra desabafar um pouco. Depois da janta, eles começaram a se preparar pra levantar. Laura: "Vamos tomar uns drinks no bar da outra vez, bora?" Sim! Nem pensei duas vezes. Fomos, nos deram uma mesa e lá continuamos falando de tudo um pouco, filmes, música, política, etc. Chegaram as primeiras bebidas: Lau com Gancia, Juan com Fernet e eu com cerveja preta, e nos deram um Jenga pra jogar. No começo, o Jenga era só enfeite até que Juan fala: "Vamos usar, mas com desafios". Foi assim que começamos a jogar, nós dois e ela olhando. A parada tava chata, então falei: "Bora apostar grana". Não é ruim admitir que ele me destruiu no Jenga, ele manja muito. Depois foi a vez da Lau pedir pra jogar. Ela deu um gole no Gancia e começamos, primeiro perguntando umas merdas tipo "quando foi seu primeiro beijo, seu primeiro amor, etc". Até que Juan ficou nos encarando e perguntou: "Sério?" Na próxima, foi a vez da Laura e ela me perguntou se eu já tinha traído alguma vez. Juan sentou do meu lado e, quando ela perdeu, me interrompeu e perguntou pra Lau: "De que cor era a calcinha dela e se era pequena ou grande?" Eu congelei, e ela demorou pra responder até que Lau: "É pequena e a cor não lembro." Ela riu, olhou e disse: "Vermelha." Aí ela foi e sentou no meio entre nós dois, falando: "Agora sim o jogo começou." Ganhei de novo e perguntei se ela deixava eu tocar as pernas dela, e ela topou, estendendo uma das pernas e colocando a panturrilha sobre meu joelho. Toquei as meias de renda preta dela e as pernas grossas, bem firmes. Não consegui segurar a Excitação e ela percebeu, riu e abaixou a perna. Me levantei como pude e fui buscar bebida. Quando voltei, Juan tinha sentado no meu lugar e estavam jogando. "Vou te dar uma ajudinha", ele disse sorrindo, e pá, o Jenga caiu, ele ganhando de novo. "Muito bem, Mariano. Agora quero que a Lau deixe você tocar um peito dela, o que você quiser." Fiquei gelado! E agora, o que faço? Ela só me olhava e sorria. Ela abriu o suéter e tinha um decote que, meu Deus, mal toquei num peito e já tava super excitado. Segunda rodada, pá, caiu de novo. "Beleza, agora toca a parte interna da coxa dela." Ela me olha e abre as pernas só um pouquinho. Tava cheio de gente e eu metendo a mão por baixo da saia dela. Terceira rodada, ela tira duas peças de baixo e, entre estar meio chapada e ser baixinha, sentada não consegue encaixar as peças e pá! Lau: "Tá fazendo de propósito, né?" "Agora mostra a calcinha pra ele." Ela levantou a saia da cintura com uma mão e com a outra me mostrou o fio da calcinha. Eu tava pegando fogo. Assim, literalmente: já não aguentava mais de tesão. Ela levanta, vai pro banheiro, e eu pergunto pro parceiro dela: "Qual é a ideia?" Ele responde: "Qual é a ideia de quê?" Eu: "Tô perguntando se vai rolar algo aqui ou o quê?" "Vou descobrir agora", ele respondeu. Lau volta do banheiro e ele pergunta se ela tava a fim, e ela responde que tava com muito tesão. Juan: "Ok, Mariano, vamos fazer o seguinte: a gente vê se acha um hotel bom, vamos e vê no que dá. O que acha?" Eu topei na hora. Fui pegar o carro e fomos. Não conseguíamos hotel e, pra piorar, Lau tava quase dormindo, nós dois na frente e ela atrás. Se tinha vaga, não aceitavam três, e assim a gente deu volta não sei quantos quilômetros até achar um. Espiei na recepção e falei com o atendente: "Tem quarto?" Recepcionista: "Tem, mas só restou duplex." Eu: "Ok, mas somos três." Recepcionista: "Fechou, vai sair 12 as duas horas." Perguntei pro Juan: "Duas horas tá de boa?" Ele disse que sim. Sim, e ela, meio dormindo, levanta o polegar 👍. Pronto, entramos, estacionei, ela desceu meio dormindo...
0 comentários - História de um homem humilhado pt 3