Para entender este relato, leiam a história "Minha Mulher, a Lingerie, as Fotos", do autor Gakameda, que está no Todo Relatos. Resolvi pegar carona nessa história, já que o autor nem deu as caras, prometeu continuar, mas já faz anos disso. Um dos pontos que ficaram pendentes foi esse: quem e como desvirginou o cu da Sara, a esposa peituda e infiel do Nacho, o corno manso que no fim decidiu não ser um corno consentidor.
Sara tinha se amassado no primeiro trisal bissexual com o cunhado e a concunhada, mas ainda assim se sentia mal por trair o Nacho. A Tere era o consolo dela e dizia que iam bolar um plano pra aproximar o Nacho desse mundo de prazer e putaria, que a vida era uma só, que ela era uma mulherão da porra que merecia aproveitar tudo que a vida dava. Passou um fim de semana em que ela comeu um dia com o Nacho, num sábado que aproveitaram e foram dormir cedo, transaram uns 30 minutos, mas não igual uns bichos. O Nacho sempre era tão romântico. Pra Sara, se gozasse uma vez, já era lucro. Nos anos com o Nacho, ela nunca foi multiorgásmica. Agora que tinham fodido ela com tudo, que ela tinha provado sexo oral, descoberto que era multiorgásmica e que adorava provocar os homens — coisa que no marido passava batido —, ela viu como, quando tava na casa da Tere, o Miguel chegava e devorava ela com o olhar, ainda mais com decote. E mesmo assim, esses melões eram difíceis de esconder. Naquele sábado, tinham estado com a galera toda, e tanto mulheres quanto homens passaram a mão na Sara por todo lado, aproveitando que ela tava de decote. Pedro, o mais ousado de todos, encurralou ela num canto da casa da Tere e do Miguel que não dava pra ver muito, deu um beijão que a Sara não correspondeu tão fácil, mas ele apalpou os peitos dela com tudo e isso derrubou as defesas dela, deixando ele meter a mão em tudo que é lugar. e a língua de Pedro até a garganta dela, de repente sentiu outras mãos maiores na bunda dela, virou pra ver e era Marcos, que tinha se juntado com Pedro. Quando Sara virou pra Marcos, Pedro aproveitou pra liberar o pau dele e puxar a mão de Sara pra ele. Sara ficou impressionada e, se no começo quis tirar a mão dali, no final, enquanto masturbava Pedro, que tinha soltado um peito pelo decote e estava como um recém-nascido sugando ele, ela se beijava com gemidos altos com Marcos e os dois apalpavam a bunda e a buceta dela, que estavam sem calcinha — ela não tinha colocado porque já tava com tesão desde o dia anterior, quando usou um vibrador na buceta com a Tere. Então, naquela manhã, decidiu não usar calcinha e improvisar se rolasse algo. Marcos soltou a boca dela e a inclinou pra frente pra enfiar o pau bem dotado dele, enquanto, num gemido de Sara ao receber as primeiras investidas de Marcos, Pedro guiou o dele pra boca dela, que recebeu sem resistir. Ela tava pegando o gosto de chupar paus. Enquanto levava as estocadas de Marcos, ela teve três orgasmos. O quarto veio quando sentiu o pulsar do pau de Marcos gozando. Sara sentiu as pernas dela desmancharem e se dedicou a fazer o melhor boquete que já tinha dado na vida pro Pedro, e provou chupar as bolas dele. Isso fez com que, quase na hora, Pedro começasse a se contorcer na boca de Sara. Embora ele tenha tirado o pau da boca a tempo, ainda assim ficaram restos de leite dentro da boca dela — a primeira vez que provava, e não achou desagradável. O resto foi parar nos peitos dela, uma imagem que ela adorou: os peitos banhados de porra. Quando estavam se arrumando, chegou o Manolo na hora certa pra apressar a Sara, porque o marido dela já tava procurando fazia uns dez minutos. Já tinham passado mais de vinte minutos desde que encurralaram ela naquele espaço pequeno.
Man: Na próxima vez é comigo, puta.
Sara só olhou pra ele. Ficou olhando, sorrindo pela ousadia de chamá-la daquele jeito na cara dela, mas não desgostou, muito pelo contrário, até porque era nisso que ela tinha se transformado desde aquela vez que fez um strip tease, se exibindo como uma verdadeira odalisca. Agora era uma hotwife, pronta para muito mais experiências, porque quando começou a se tornar isso, conheceu o prazer de se exibir, de dançar colado, de umas boas chupadas e mordidas de peitos, de ter reprimido por tantos anos desde a primeira vez. Ser multiorgásmica, nem sabia disso, tinha descoberto o prazer de sentir até o fundo uma boa rola, de dormir de tanto prazer, de não conseguir andar direito depois de tantos orgasmos, o prazer de experimentar um mini gang, a adrenalina de fazer coisas escondidas do casamento e de tudo que representava na sociedade, a delícia de ficar com a bunda e os peitos vermelhos de tanto amasso. Tinha conhecido o prazer de dar e receber sexo oral, dessa vez foi a primeira a fazer alguém gozar com a boca, de saber que tinha essa capacidade, e tinha experimentado duplo incesto, nunca imaginou ficar com uma mulher, muito menos ao mesmo tempo com um homem. Ainda tinham mais aventuras para experimentar, quase na saída, Marcos a pegou.
Mar: essa sua bunda rosa linda tá pedindo uma boa rola aos berros, é virgem?
Ela confirmou com a cabeça, sorrindo pra ele.
Mar: mmmmm, delicioso, quando quiser tirar a virgindade dela, aqui tem material disponível.
Sara: obrigada, vou pensar.
Ao mesmo tempo, Sara tinha medo daquela rola bem dotada entrar no seu buraquinho apertado, mas a curiosidade falava mais alto. Naquela noite, tentou ter um pouco mais de sexo com o Nacho, mas ele tinha ficado muito bêbado, logo gozou e ela ficou com vontade de mais. No dia seguinte, um domingo de futebol, deu uma rapidinha com o Manolo, aproveitando que o marido jogava só um tempo. A grande rola do Manolo era muito complacente, e é verdade, tamanho sim importa. importa, e isso eu estava comprovando cada vez que transava com eles, que eram um pouco, muito mais dotados que o marido dela. Além disso, todos eles adoravam chupar a buceta dela, e até o cu. O objetivo agora era todos eles. Na segunda-feira, ela ficou como uma puta no cio pensando nisso. Na terça, deu pra Manolo de novo na loja, e ele propôs que visitassem o apartamento outra vez, pra ajudar com o assunto rosado e pequeno dela pendente, mas ela continuava enrolando, dizendo que ia pensar. Naquela noite, ela se decidiu e foi até a cunhada Tere, uma expert em enfiar paus enormes no cu. Ela tinha vários brinquedos, até pro ânus. Arrumou um tempo pra passar com ela à tarde, que lhe emprestou três plugs de tamanhos diferentes, pra acostumar a bunda apertada dela. Saiu daquela casa pra dela, com o plug menor bem enfiado. Se masturbou e experimentou se penetrar com aquele plug, sentiu bem, mas precisava de mais. Ligou pra Tere e disse:
Sara: Tere, amanhã preciso da sua ajuda com meu pequeno assunto.
Tere: Eu adoraria, querida. Quer incluir o Miguel ou mais alguém?
Sara: Não, Tere, só você e eu, por favor.
Tere: Como quiser, peituda.
Sara: Bom, amanhã te vejo na sua casa de manhã, depois de deixar meus filhos na escola.
Tere: Te espero aqui, gostosa.
Sara: Vale, até amanhã.
Tere: Boas noites, coração.
Continua…
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Gracias por su atención, hasta el próximo relato.
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Man: Na próxima vez é comigo, puta.
Sara só olhou pra ele. Ficou olhando, sorrindo pela ousadia de chamá-la daquele jeito na cara dela, mas não desgostou, muito pelo contrário, até porque era nisso que ela tinha se transformado desde aquela vez que fez um strip tease, se exibindo como uma verdadeira odalisca. Agora era uma hotwife, pronta para muito mais experiências, porque quando começou a se tornar isso, conheceu o prazer de se exibir, de dançar colado, de umas boas chupadas e mordidas de peitos, de ter reprimido por tantos anos desde a primeira vez. Ser multiorgásmica, nem sabia disso, tinha descoberto o prazer de sentir até o fundo uma boa rola, de dormir de tanto prazer, de não conseguir andar direito depois de tantos orgasmos, o prazer de experimentar um mini gang, a adrenalina de fazer coisas escondidas do casamento e de tudo que representava na sociedade, a delícia de ficar com a bunda e os peitos vermelhos de tanto amasso. Tinha conhecido o prazer de dar e receber sexo oral, dessa vez foi a primeira a fazer alguém gozar com a boca, de saber que tinha essa capacidade, e tinha experimentado duplo incesto, nunca imaginou ficar com uma mulher, muito menos ao mesmo tempo com um homem. Ainda tinham mais aventuras para experimentar, quase na saída, Marcos a pegou.
Mar: essa sua bunda rosa linda tá pedindo uma boa rola aos berros, é virgem?
Ela confirmou com a cabeça, sorrindo pra ele.
Mar: mmmmm, delicioso, quando quiser tirar a virgindade dela, aqui tem material disponível.
Sara: obrigada, vou pensar.
Ao mesmo tempo, Sara tinha medo daquela rola bem dotada entrar no seu buraquinho apertado, mas a curiosidade falava mais alto. Naquela noite, tentou ter um pouco mais de sexo com o Nacho, mas ele tinha ficado muito bêbado, logo gozou e ela ficou com vontade de mais. No dia seguinte, um domingo de futebol, deu uma rapidinha com o Manolo, aproveitando que o marido jogava só um tempo. A grande rola do Manolo era muito complacente, e é verdade, tamanho sim importa. importa, e isso eu estava comprovando cada vez que transava com eles, que eram um pouco, muito mais dotados que o marido dela. Além disso, todos eles adoravam chupar a buceta dela, e até o cu. O objetivo agora era todos eles. Na segunda-feira, ela ficou como uma puta no cio pensando nisso. Na terça, deu pra Manolo de novo na loja, e ele propôs que visitassem o apartamento outra vez, pra ajudar com o assunto rosado e pequeno dela pendente, mas ela continuava enrolando, dizendo que ia pensar. Naquela noite, ela se decidiu e foi até a cunhada Tere, uma expert em enfiar paus enormes no cu. Ela tinha vários brinquedos, até pro ânus. Arrumou um tempo pra passar com ela à tarde, que lhe emprestou três plugs de tamanhos diferentes, pra acostumar a bunda apertada dela. Saiu daquela casa pra dela, com o plug menor bem enfiado. Se masturbou e experimentou se penetrar com aquele plug, sentiu bem, mas precisava de mais. Ligou pra Tere e disse:
Sara: Tere, amanhã preciso da sua ajuda com meu pequeno assunto.
Tere: Eu adoraria, querida. Quer incluir o Miguel ou mais alguém?
Sara: Não, Tere, só você e eu, por favor.
Tere: Como quiser, peituda.
Sara: Bom, amanhã te vejo na sua casa de manhã, depois de deixar meus filhos na escola.
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1 comentários - El Desvirgamiento Anal de Sara