Suas nalgas enormes, em formato alucinante, para o velhote que não parava de furá-la, em meio aos gemidos gostosos de prazer com que ela deixava claro que os dois já estavam na mesma sintonia e condições.O tarado do velho, procurando uma posição mais confortável pra ele, agarrou ela pelos braços com força e, com ela enfiada do jeito que tava, foi levando ela na base da pica limpa até a cama velha que tava num canto do barraco. Cielo Riveros só se deixava levar, sentindo o cu sendo destruído sem parar. Na caminhada, ela teve que pisar em cascas de melancia e absorventes manchados de sangue seco, mas nem percebeu nada daquilo.
Quando chegaram na cama toda cagada, foi a menina quem entendeu que agora queriam ela de quatro. E, com o mesmo cuidado que o velho pra não se soltarem, foi se abaixando até ficar na posição animalesca onde o velho, já posicionado e ajoelhado atrás dela, aumentou a força da porra da foda que tava dando naquela gostosa jovem.
Cielo Riveros se sentiu agarrada pelo cabelo com força e puxada pra trás, levantando a cabeça. Depois veio um verdadeiro bombardeio de putaria que fez ela começar a pedir mais forte, enquanto já babava sem nem perceber.
(20 minutos antes, na caminhonete)
— Jejejeje... já te levei pra passear tudo que você quis, lindura... que tal a gente voltar pra festa dos meus amigos? Sua amiguinha deve estar com saudades, jejejeje — dizia o velhote, que já calculava que, com o tempo que tinha dado pro irmão dele, ele já devia estar comendo a Cielo Riveros como um filho da puta.
Seu Pedro já não aguentava mais de tesão. Tinha levado a Cláudia pra um boulevard, na saída das baladas, e pros lugares mais frequentados pelas amigas da loira, tarefa que o deixou bem entretido. Além disso, já tinha ganhado a confiança total da loirinha, e só ficava imaginando o corpo. da garota nua e ele montando nela.
—Já é bem tarde... acho melhor a gente chegar, cumprimentar seus amigos e depois você me deixar em casa.
—Claro que sim, minha rainha... claro que vai ser assim, hehehe...
O velho, desde que tinha deixado Cielo Riveros nas garras do seu Cipriano, não parava de passar a mão nas coxas dela, e a semiébria Cláudia também não fazia nada pra acalmar as apalpadas ardentes daquelas mãos peludas na maciez das suas pernas, mas como tinha saído pra tomar ar, a mente da loira já estava bem mais clara, então ela tentou frear um pouco aquele velho safado que, no fim das contas, era o namorado secreto da sua melhor amiga.
—Já chega, seu Pedro, kkkk, para com esses amassos, já me tocou demais, kkkk...
O velho tarado, percebendo que já estavam quase chegando na casa dele, já que tinham pegado a estrada rural, resolveu não ter mais tanta consideração com aquela putinha, já que estava a minutos de comer ela de todas as maneiras que quisesse.
—Pô, você tem umas coxas fabulosas, garota endemoniada, igual à rabuda da sua amiga, hehehe.
Cláudia, que ouviu as palavras obscenas do velho, pensou que era tudo por causa da confiança excessiva que existia entre eles agora, e entrando na brincadeira do mecânico horroroso, respondeu:
—Ah, não seja tão sem-vergonha, seu Pedro, kkkk, além do mais, a Cielo Riveros já me contou o que rola entre você e ela... então não se faça de bobo, kkkk...
—Ah, é!? E o que ela te disse sobre "nós", aquela garota, hehehe... — o velho, a cada segundo que passava, ficava mais safado.
—Bom, ela me disse aquilo que você... já sabe... que vocês são tipo namorados, kkkk.
O mecânico, parando o carro já que tinham chegado na casa de campo dele, resolveu dizer sem vergonha o que Cielo Riveros era pra ele, do ponto de vista dele:
—Hehehehe... você tá enganada, loirinha, sua amiga mentiu pra você... quer saber? O que ela é pra mim, de verdade!? Quer saber...?
— Não tô entendendo, se ela me disse claramente que eram namorados, ou pelo menos foi o que eu entendi.
— Não, não, não, loirinha... cê tá muito enganada... sua amiga é só minha putinha...!!!, hahahaha...!! Entendeu, gostosa!?, disse finalmente o velho sem-vergonha, na lata.
Cláudia, percebendo na hora a mudança na cara do velhote, só ficou calada. Aquele sorriso estranho que antes era de deboche ou ironia agora era de ferocidade, então ela engoliu seco e, antes de descer do carro, respondeu:
— Minha amiga não é o que o senhor tá dizendo... eu conheço ela bem...
— Ahhh, não é!? Então confere você mesma, putinha. Desce do carro e vai ver com seus próprios olhos no que sua docinha amiga deve estar metida lá dentro, hehehe.
Agora sim assustada, Cláudia desceu do carro pensando no que aquele velho nojento tinha dito... o que será que Cielo Riveros estava fazendo dentro daquela cabana caindo aos pedaços? Ela conhecia bem a amiga e sabia como ela era boazinha com todo mundo. Agora, vendo que o velho também estava descendo da caminhonete, com as pernas trêmulas, ela seguiu em frente com a mente a mil, já que seu Pedro tinha deixado a dúvida plantada em algum lugar do cérebro dela.
A loirinha estudante viu que agora tinha luz dentro da cabana onde supostamente rolava uma festa. Ou seja, até rolava uma farra lá dentro, mas era bem diferente do que ela imaginava.
A poucos metros de chegar na porta da entrada, que tinha ficado entreaberta, ela ouviu uns grunhidos fortes de macho no cio, misturados com vários gemidos de mulher no calor.
Com passo firme, ela se posicionou na soleira da porta e, com a mãozinha, empurrou a porta pra abrir e ver o que Cielo Riveros estava fazendo com o irmão do tal namorado estranho dela.
A imagem crua deixou ela sem fôlego. agora sim, a loira estudante de 18 anos tava que se mijava ali mesmo, produto da tensão e do nervosismo estranho que tomou conta dela ao ver a amiga pelada e de quatro, com o corpo todo brilhando de suor sob a luz forte de halogênio em cima de um catre velho que, pelos rangidos que fazia, ameaçava desmontar a qualquer momento.
A escandalizada Cláudia, por mais que visse e ouvisse a amiga dando e pedindo pra um velho horroroso meter mais fundo, não conseguia acreditar que era ela.
Cielo Riveros — Aaahhhh...! Uyyyyyy...! Seu Cip... Ciprianooooo... meu amorrrrrr...!!! g... gostosoooo...!! gostosoooo...!!! mete mais forteeeee...!!! mais d... duroooooo...!!! mais fundoooo... Mmmmm...!!!
Enquanto também ouvia o velho mecânico xingando ela sem parar de foder bestialmente,
— Assim, putaaaaaa...!!! que delícia como você dá, vadiaaaa!!! você só é uma cadela no cio feita pra dar e receber picaaaa, hahahaha!!!!, foram os xingamentos mais leves que Cláudia ouviu tratando a amiga, enquanto via ela sendo puxada pelos cabelos, com o rosto levantado, e reparou num sorriso estranho no rosto dela, um sorriso que nunca tinha visto antes, como se ela gostasse de ouvir toda aquela putaria, e também viu fios de saliva escorrendo da boquinha dela, sem que ela percebesse.
A assustada Cláudia se sentiu no limbo, nunca imaginou que ia encontrar a amiga de infância numa situação tão escandalosa, tentando não chamar a atenção dos amantes, deu meia-volta sem saber o que fazer, enquanto seu Pedro olhava da caminhonete, bem entretido e na expectativa do que viria agora.
— Eles... eles... tão fazendo amorrrr...!, disse a loira pro velhote quando finalmente as pernas dela a levaram até onde seu Pedro esperava.
— Hahahaha...!!! que merda é essa, garota!!??, aquela puta não tá fazendo as merdas que você fala, tão só comendo ela, hahahaha, entendeu agora quando eu te falei que ela era só uma putinha, hahahaha!!!
O velho não deu tempo de reação pra loira, porque assim que terminou de falar suas últimas besteiras, pegou Claudia pelo braço com força e começou a arrastá-la até onde Cielo Riveros estava com o irmão.
— O que o senhor tá fazendo, seu Pedrooo...!!! — gritou a loira ao ser arrastada brutalmente pro inferno.
— Haha...!!!, vamos ver de perto como eles tão comendo, hahahaha, pra depois a gente fazer o mesmo e se juntar a eles, hahahaha...!!!! — ria o velho bestialmente enquanto, entre chutes e tapas da loira, a levava pra dentro daquela casinha nojenta no campo.
— Nãoooo, eu não vou fazer isssooo...!!!
— Vai sim, sua burraaa...! vamos te comer... puta, hahahaha...! você vai sair prenhada depois dessa noite junto com aquela outra vagabunda que é sua amiga, hahahaha...!!! vai acabar virando uma piranha numa esquina ou num beco ganhando dinheiro pra mim... sua vadiaaaa!!!
O velho ficava excitado até a loucura falando todo esse tipo de putaria pras mulheres que ele estuprava, além de estar decidido a levar adiante aquele negócio com o qual ameaçava as mulheres que transformava em suas éguas.
Assim que seu Pedro conseguiu meter Claudia pra dentro da casinha, ele a jogou no colchão podre que estava ao lado do catre onde estavam comendo Cielo Riveros. A loira estava histérica e não entendia como a amiga conseguia continuar naquilo com ela e seu Pedro ali, porque achou que viu num momento como sua doce colega de escola a olhou com seus olhos verdes vidrados, e depois de três segundos simplesmente virou o rosto, revirou os olhos e continuou aguentando as porradas ferozes que estavam dando no corpo dela. (A loira ainda não tinha percebido que Cielo Riveros estava sendo comida de cu)
Por sua vez, a garota estava gozando com aquela pica grossa enorme atacando ela. Com força pela retaguarda, ela sentiu como se, em outra dimensão diferente daquela em que estava entregue, uma voz feminina e bem conhecida por ela discutia com a voz de outro homem que também lhe soava familiar. Sua mente sussurrava baixinho que era Cláudia e Dom Pedro, que já tinham chegado e estavam a apenas um metro de onde ela estava sendo comida. Mas, embora quisesse acabar com tudo aquilo e ir até sua amiga para agarrá-la e fugirem juntas daquela espelunca cheia de luxúria, foram as sensações deliciosas e os prazeres profundamente carnais que a impediram, dando-lhe a escolha entre acabar com tudo ou fugir com a amiga de infância. Infelizmente para ela, Céu Riveros só pensou na própria tesão e escolheu a primeira opção, simplesmente se abandonou.
O velho Cipriano, que percebeu a presença do irmão e daquela loira gostosa, começou a aumentar a força das suas estocadas. Ele se divertia como um filho da puta, enfiando e insultando a garota na presença da loirinha. Naquele momento, sua cara estava desfigurada, e ele só gritava que ela era apenas uma puta.
Céu Riveros, por sua vez, só babava. Seu sorriso safado deixava claro para os presentes que, naqueles momentos ardentes, ela adorava ouvir todas aquelas vulgaridades e putarias. Enquanto sentia as estocadas cada vez mais selvagens e firmes, fechava os olhos com força, lambia os lábios vermelhos e carnudos, enquanto seu cabelo sedoso, com os fortes movimentos para frente e para trás que fazia com o corpo, tapava e destapava seu rostinho no mesmo ritmo em que estava sendo fodida.
Dom Pedro, atento à situação, viu que a assustada Cláudia ainda olhava com cara de incrédula para sua amiga do coração.
— Jejejejeje... Tá convencida, loira?! Sua amiga é só uma vadiazinha...!! Uma putaaa...!!!! Que só vive pra levar picaaaa, hahahahaha!!!! — enquanto os gemidos de Céu Riveros eram a música de fundo. pra uma conversa tão extravagante assim.
Cielo Riveros —Aaaaaaahhhhh...! Aaahhhhhhhhhhhhhh...!! Uuyyyyyyyyyyyyy...!!!, gemia a garota, que já quase desmaiava de prazer, enquanto o mecânico continuava metendo nela bestialmente.
—Por que você fica quietinha, sua loiraaaa...!? Ainda não se tocou que a sua amiga caladinha era mais puta que você, hahahaha!!!!, continuava zombando seu Pedro, enquanto com seus olhos rachados tirava a camisa e já estava abaixando o zíper da calça.
—É queeee... não sei o que dizeeeeer... e... isso... isso é... é... é inacreditáveeeeel...!, disse finalmente uma atordoada Cláudia, que ainda estava semi-deitada no colchão nojento onde a tinham jogado, sem saber como reagir a tudo que estava acontecendo ali. Claramente percebia que aquele outro velho nojento, o tal de seu Pedro, também estava se despindo sem se importar que ela o visse.
Mas o esperto do seu Pedro, sabendo que aquela outra vagabunda devia estar sentindo algo na bocetinha com a função excitante que a amiga, que não parava de gritar e se queixar como a pior das putas de Sodoma e Gomorra, estava lhe dando, uma vez nu, mostrou à loira sua piroca ereta.
—Olha, loiraaaa!!!!, rugiu o mecânico da feira, balançando o pau a apenas meio metro de onde estava a espantada Cláudia, olhando a luxúria de tudo que estava vivendo.
A loira estudante, embora assustada, ainda assim viu aquele velho balançando uma piroca descomunal e grossa, escura, toda cheia de nós de nervos e veias grossas verde-azuladas que pareciam cheias de sangue circulando, pulsando rapidamente. Automaticamente, lembrou do que o professor Túlio tinha enfiado nela há um tempo, mas essa era totalmente diferente, muito mais comprida e grossa, e se não fosse pelo emaranhado de pelos grisalhos na raiz, ela simplesmente a acharia linda, pensava consigo mesma, enquanto... Ela continuava olhando, engolindo saliva e com os gemidos de êxtase da amiga ao fundo. Até que de repente caiu na real, porque quando levantou o olhar pra analisar o dono daquela monstruosidade de pau, viu de novo o velhote como ele era: um velho nojento que olhava pra ela com um sorriso banguela, todo pelado, com aquela barriga enorme caída, igual a todos os penduricalhos do corpo dele, com umas pernas finas e branquelas. Aquele velho era verdadeiramente horripilante, pensou consigo mesma, mas que tinha uma pica do caralho que era impossível não ficar olhando, estudando ela uma e outra vez.
Enquanto isso, no catre, o animal do seu Cipriano não dava trégua pra puta colegial que o irmão dele tinha emprestado. Metia tão forte que, quando a pélvis dele batia na bundona da menina, os "splapss!!!!" contínuos que ecoavam no quarto eram mais que escandalosos.
Cielo Riveros tava se mijando de tão gostoso que tava sentindo. O irmão do seu Pedro a penetrava com tanta firmeza quanto prazer, pensava consigo na sua consciência ardente. Então, sem aviso, veio um orgasmo tão intenso que, pelo jeito de gemer, dava pra ver que era dos mais gostosos e escandalosos.
Seu Pedro e a Claudia viram em primeira fila como a menina, no maior tesão, arqueou as costas e empinou a bundona, querendo com isso que a pica do velhote penetrasse mais fundo. Mas, nisso, o corpo dela pregou uma peça e ela explodiu num orgasmo excitante que ia causar estragos na mente perturbada da amiga que assistia.
Claudia via como a expressão no rosto da amiga era de dor e prazer ao mesmo tempo, o que a deixou num estado delirante de ansiedade, já que o corpo suado e gostoso da amiga naqueles momentos brilhava, ofegava e se contorcia pelo imenso prazer que deviam estar fazendo ela sentir, além de ouvi-la falando putarias. presa pela tesão,
Cielo Riveros --Aaaaaahhhhh...!Aahhhhhhhhh...!! Assim...!!! Ahhhh...!!! p...papiii...!!! queriiiidoooo...!!!! Me g... go... gozoooo...!!!! Aahhhhhh... pa...papiiiiiiii U... uyyyyyyyy...!!!!.
Dom Cipriano também se virava pra falar com o respeitável público,
--Kkkkkkkkkkk...olha como essa desgraçada gozaaaa...!!!! kkkkkkkk...!!!!! Era o que gritava Dom Cipriano pros seus espectadores ao perceber como a novinha se acabava enquanto ele destruía o cu dela, e não satisfeito com isso, pegou a jovem que naqueles momentos estava gozando no sétimo céu, virou ela pra eles e, enfiando os braços fortes por debaixo das pernas dela, exibiu ela em toda a magnificência orgásmica, totalmente aberta de pernas e empalada pelo cu, enquanto da buceta dela saíam jorros intensos de líquidos íntimos que confirmavam categoricamente o estado lamentável em que a colegial se encontrava.
--Olha só como essa puta gozaaa...!!!, kkkkkk...!!!, sua loira, já faz tempo que você tá olhando como ela dá o cu e não faz nada, kkkkkkk me mostra que você também é tão puta quanto ela, kkkkkk... quero que você chupe minha pica...
Cláudia, que não conseguia tirar o olhar das condições luxuriosas em que Cielo Riveros estava gozando, sentiu-se tomada por uma excitação tremenda, e ao ouvir as palavras de baixo calão de Dom Pedro, que se masturbava com a pélvis jogada pra frente e com a coisa bem perto do rosto dela, lembrou do pedido da amiga quando ainda estavam na casa dela: "talvez eles vão querer fazer isso com elas...", mas ao ver aquele animal com quem ela teria que se deitar, tentava se dar forças pra não cair no que a amiga já estava metida; a mente dela dizia que não, mas o corpo estranhamente já desejava aquilo com loucura.
Foi nesse momento que se viu agarrada com força pelo braço por Dom Pedro, que a fez ficar de pé pra começar a maltratar ela com brutalidade, ao mesmo tempo que a apertava contra ele. Os seus pelos nus começou a beijar ela no pescoço, no rosto, nos lábios, enfiou a língua dentro da boca dela e começou a mexer com avidez; beijava e lambia o pescoço dela, enquanto a loira, ao se ver atacada com aquele tratamento, sentia o corpo todo ficar molhado, a buceta dela ficou encharcada quase na hora, mas ficava pensando que devia resistir àquela tentação toda, porque o velho era nojento de feio, até o mestre Tulio tinha mais presença que aquele selvagem nojento que já quase tava comendo ela vestida.
Mas a loira quase não se mexia, não queria responder aos beijos dele, até que dom Pedro, já à beira de um treco nervoso por causa da putaria que aquela gostosa de cabelo dourado tava causando nele, lembrando aquela outra deusa que ele tinha conhecido naquela manhã, como conseguiu, arrancou o minivestido preto dela, e depois de fazer o mesmo com o sutiã, começou a chupar os peitos dela, que eram bem grandinhos apesar de não serem tão grandes quanto os da Cielo Riveros, chupava com brutalidade, mordia e lambia os bicos com desespero, enquanto a loirinha, já quase se entregando, só se deixava sentir e curtir os momentos antes de ser quase estuprada.
Quando dom Pedro terminou de chupar os peitos da loira, ela já tava quase tendo o primeiro orgasmo, tudo era quente dentro da casinha do tesão, o velho enfiou a mão grande na calcinha rosa pequenininha dela, pra sentir que a mina tava toda molhada, levou a mão com os sucos da buceta até a boca da Claudia e fez ela provar o próprio gosto, depois beijou ela e os dois provaram aqueles fluidos gostosos que a mãe natureza tava dando pra eles, o velho repetiu a operação várias vezes, até que a gostosa excitada, ainda não muito segura daquilo tudo, acabou chupando os dedos dele e beijando ele, adorava o gosto da própria buceta na boca.
Enquanto o mecânico tava se beijando nojento com a Claudia, ele via de canto de olho que o... Irmão, não parava de meter no cu da Cielo Riveros, e os dois estavam de olhos fechados, entregues ao que estavam fazendo. Ele pensou que, por enquanto, o melhor era se entreter com a loira — ainda tinha muita noite pela frente. Então jogou ela de novo no colchão, ajoelhou-se, levantou as pernas dela e tirou a última peça de roupa que a cobria. O velho, vendo aquela buceta chamativa, cheia de pelos dourados, começou a babar na hora. Não aguentou mais: enfiou a cara toda naquela xota molhada e chupou ela inteira, comeu com vontade, raspando com as gengivas podres e os pelos duros da barba por fazer. Lambeu igual um cachorro faminto, fazendo a Cláudia gozar duas vezes seguidas — ela ainda não acreditava em tudo que tava rolando. Enquanto se sentia de pernas abertas, se oferecendo pra um velho nojento, também via, da posição dela, a amiga...Agora ela se soltava da pica do seu Cipriano e começava a chupar com uma fome gostosa. De quatro, mas agora virada pra pica do irmão do seu Pedro.Esse último, de vez em quando, levantava o olhar ardente pra ver como a loirinha colegial tava reagindo. Observa ela de olhos arregalados vendo a amiga chupando o pau do irmão dela, então largou rápido a boceta da Claudia pra engatinhar e se posicionar atrás dela. Assim, os dois estirados naquela colchonete infame, o velho safado começou a degradar a loira com o corpaço exuberante que a amiga dela tinha.
— Que que cê acha, loirinha, hehehe, sua amiguinha não é uma putinha de verdade?
O velho ficou alucinado com o piercing de correntinha que a loirinha tinha no umbigo, enquanto falava isso cutucando ela com o pau nas costas. A Claudia sentia ele às vezes, de olhos fechados, imaginando na mente e tentando adivinhar quantos centímetros aquilo devia ter, pra depois abrir os olhos e ver a amiga engatinhando de novo no catre e ficando de quatro. Aí o seu Cipriano metia de novo no cu dela, com ela recebendo com cara de depravada. A loira confusa pensava como a amiga conseguia agir daquele jeito tão infame naquela cama mixuruca, até que ela mesma não falava nada diante das condições vergonhosas em que a colocavam e que a incentivavam a fazer aquilo com qualquer um dos dois velhos.
O velho Pedro, achando que sabia o que tava passando na cabeça da Claudia, continuou esquentando a mente da loira:
— Quer ver do que sua amiga é capaz quando fica com tesão? Hehehe...
Diante do silêncio da Claudia, já que o olhar dela tava fixo nas enfiadas furiosas que a amiga tava levando de novo no rabo, com a cabeça enterrada na colchonete, o atrevido do seu Pedro se mexeu rápido, levantou e foi se aproximando do mesmo colchão onde rolava a segunda enfiada na colegial. O coração da Claudia batia a mil por causa da ansiedade tremenda. saber que merda tinha passado pela cabeça daquele homem pervertido, já que via ele se aproximando perigosamente do lugar onde estavam comendo Cielo Riveros, até que ouviu ele berrar o que tinha pensado:
—Levanta, filho da puta...! Vamos fazer isso juntos, hahahahaha...!!!
Enquanto Cielo Riveros continuava sentindo aquela pica enorme se desfazendo deliciosamente uma e outra vez lá dentro do cu dela, foi quando ouviu a voz cachaçada de seu Pedro grunhindo pro irmão dela levantar, e sem ainda estar consciente do que ia acontecer, sentiu os braços fortes de seu Cipriano passando por debaixo dos dela pra endireitá-la e deixar ela com as costas arqueadas contra a barriga enorme que ele tinha, pra depois, com pavor, ver um feroz seu Pedro se posicionando bem na frente dela com a pica que já quase estourava de tão dura que tava naqueles momentos, enquanto o velho não parava de bater punheta.
Por sua vez, ao ouvir aquele pedido absurdo e desequilibrado, uma mão trêmula de Claudia começou a deslizar do quadril dela pra uma das tetas, e ela mesma começou a se esfregar, produto da excitação que sentia ao ver o que ia acontecer com a amiga a apenas um metro dos olhos dela, que ainda tava levando no cu enquanto o pau do velho ameaçava ela pela frente, tão grande que por fora chegava até a altura do umbigo de Cielo Riveros.
A loira tava deitada de lado no colchão imundo e com a outra mãozinha já fazia círculos na barriga dela, já roçando os primeiros pelinhos pubianos, nem ela mesma percebia que tava prestes a começar a se masturbar vendo a amiga debutar pela primeira vez na vida numa dupla penetração.
Quando Cielo Riveros já percebeu o que ia acontecer, pela primeira vez na noite desde que seu Cipriano tinha metido nela à força, caiu na real do quão abominável era. Era toda aquela situação, embora ela estivesse se divertindo como uma porca enquanto o irmão de Dom Pedro a enrabava, agora ela sentia o quão impudico era tudo aquilo, enquanto via de relance sua amiga estendida nua ao lado dela, observando tudo o que ela tinha feito e o que agora iam fazer com ela.
Cielo Riveros — Nããão... Dom Pedro, por favoooor, isso nãooo...!, disse ela, enquanto na mente ecoavam as palavras do velho: "Levanta ela, cara... vamos fazer isso entre nós dois...". A garota, enquanto suplicava isso por último, agora sentia Dom Cipriano movendo lentamente o pau dentro do cu dela, enquanto Dom Pedro continuava dando instruções como se a buceta dela fosse mais um motor dos brinquedos do parque.
— Kkkkkkkkk... Cala a boca, putaaaa!!! e mostra pra sua amiga que você aguenta duas picas ao mesmo tempo, kkkkkkk!!!! — Vamos, abre mais essas pernonas pra deixar entrada livre pro meu pau, assim a gente vai foder gostoso entre os três, kkkkkk...!!!!, exclamava o velho, que com as mãos peludas separava os joelhos dela um do outro.
Cielo Riveros — Nããão...! Me soltaaaa...!! Dom Pedro, o que você tá fazendo...!!!??? Me solta, dizia a garota, que, imobilizada e empalada por Dom Cipriano, só via aquele demônio de homem se preparando pra meter nela pela frente.
Cielo Riveros, já um pouco mais lúcida, sentia uma vergonha imensa pelo que iam fazer com ela na frente da amiga. Tentava com todas as forças se soltar do velho que a segurava por trás, mas era quase impossível, já que ela não tinha nem um terço da força do oponente, e sabia que se Dom Pedro se ajeitasse na frente, tudo estaria perdido. E foi assim: Dom Pedro já estava se posicionando pra penetrar a buceta dela.
— Você é uma putinha deliciosa, hehehehe, foi a primeira coisa que Dom Pedro disse, depois de estudar como A garota tava toda suada por causa da porrada de cu que tavam metendo nela, o velho já encaixava o pau dele na entrada da buceta da menina.
Cielo Riveros sentia, com lágrimas nos olhos, as mãos enormes de seu Cipriano agarrando os peitos dela, enquanto ele não parava de mexer o pau por trás dela. Quando ela já sentia o outro pau pronto pra atacar pela frente, a garota mal conseguiu apoiar as mãozinhas nos peitos ressecados de seu Pedro. Sabendo o que ia rolar, começou a implorar pra que aquilo não acontecesse:
— Cielo Riveros: — Por favoooor...! Já chegaaaa...! Já chegaaaa...!! Vão me matar de tanta pica, tão doendo meus dois buracos... — pedia com voz baixinha, olhando pro lugar onde a amiga degenerada já tinha começado a se masturbar gostosamente, esperando que ela fosse estuprada na frente e atrás.
— Kkkkkkk...!!! Claro que sim, sua putinhaaaa... kkkkkkk...!!! Você vai ver, vai adorar e depois vai ficar viciada em se esfregar com dois e até três caras ao mesmo tempo, kkkkkkk...!!!!
— Hehehehe, e que peitões que essa puta tem...!, esses sim são umas tetasssss...!! kkkkkkkkk...!!!! — ria seu Cipriano atrás dela, enquanto não parava de amassá-los ao mesmo tempo que mexia a vara dele, tirando e enfiando o mais fundo que conseguia.
Cielo Riveros, que já tava quase a ponto de desatar a chorar, olhou pro céu tentando achar alguma explicação pra tudo aquilo estar acontecendo com ela, mas só viu o teto de madeira cheio de manchas de umidade. E quando abriu a boquinha de novo pra pedir clemência, sentiu a boca de seu Pedro se grudar na dela, enfiando a língua seguida de um jato de saliva morna e azeda, com gosto de tabaco e cachaça velha.
Cielo Riveros, ao sentir aquela língua comprida e fedorenta tentando se encontrar com a dela, num reflexo de autodefesa, se atreveu a morder com força aquela coisa. invasivo músculo lingual.
O velho, que a soltou na hora por causa da forte dor que sentiu na língua, passou a mão na boca como se não acreditasse no que tinha acabado de acontecer. Cuspiu na mão e viu o sangue, sem preâmbulos nem nada. Juntou forças com a mão direita e deu um tapa forte no meio da cara dela.
— Plaffffffff...!!!!! —, e o que que há com você, sua puta estúpida...!! Você me mordeu...!!!!!, bufou o velhote depois do tapa doloroso e forte que deu com toda a força, ao perceber o quanto a garota tinha ficado atrevida.
— hahahaha...! Mordeu a putinha essa...!? hahahaha...!!! Isso te serve de lição por ser tão cerimonioso. Vai meter ou não vai, cara? Já tô ficando entediado de ficar comendo ela nessa posição enquanto você fica de beijinhos e boquetes e essas merdas, hahahahaha, ria seu Cipriano ao ver o irmão com a boca toda ensanguentada.
— Sua puta...!!! Depois a gente acerta as contas só nós dois, essa sacanagem que você fez comigo não vai ficar assim, e não vai adiantar nada seus choros e lamúrias de idiota. Então, de agora em diante, tenta se comportar como uma verdadeira fêmea, porque você é totalmente minha, sua vadia... tá clara, sua puta...!!!!?
Cielo Riveros, com medo de levar outra surra, só balançou a cabeça, o rostinho marcado pelas lágrimas.
— Você vai nos satisfazer até a gente se fartar, sua puta...!!! A garota ficou quase imóvel, vendo o nojento do seu Pedro, enquanto ele dizia a última parte sem nenhum preâmbulo, enfiar de uma vez a grossa pica dele dentro da buceta dela, mas só conseguiu entrar até a metade do erótico canal íntimo que a Cielo Riveros tinha embaixo da pélvis.
— Aaarrrgggggghhhttt...!!!! Que gostoso, sua puta...!!!! berrou o enlouquecido seu Pedro quando, sem aviso nenhum, enfiou de forma quase impecável no cuzinho vaginal da garota. — Come, puta...!! Come... hahahaha...!!! continuou berrando seu Pedro bem na cara dela, sem parar de mexer o membro que a Nena, agora sim eu sentia que enchia completamente o cu dela e usei a palavra: pussy, enquanto seu Cipriano batia com o pau sem piedade na retaguarda dela. A nua Cláudia, com seus olhos verdes arregalados, continuava se masturbando, sem perder nenhum detalhe daquela dupla penetração impecável em que dois velhos degenerados, amigos dela, mantinham a amiga, enquanto a loira continuava olhando como eles se serviam da amiga dela, já quase convencida de que não era a primeira vez que ela fazia isso com esses caras, e que aquelas porradas eram só parte do repertório sexual deles pra aproveitar mais o coito, já que ela mesma, quando viu a porrada violenta na cara da Cielo Riveros, quase se mijou de tesão. Ficou se perguntando desde quando a amiga se metia nesse tipo de putaria sem convidar ela.
Enquanto isso, no catre, os dois velhos mantinham seus longos cocks bem enfiados nos buracos da colegial, aproveitando ela e empalando com firmeza. Os movimentos deles, quentes e ritmados, já quase levantavam a garota no ar. Ambos os membros eram longos e grossos, e Cielo Riveros sentia isso, só soluçando enquanto o corpo dela era sacudido e apertado pelas barrigas suadas dos parceiros sexuais naquele sanduíche erótico que estavam fazendo com ela.
— Uhumm...! Que quentinha que tá essa sua pussy por dentro, sua putaaa...!!! haha...!!! — disse seu Pedro pra garota chorosa, enquanto cravava as unhas pretas nas cadeiras macias da nena. O enorme membro dele abria caminho entre as paredes estreitas da jovem, que gemeu sentindo a vara de seu Pedro penetrando cada vez mais fundo, devagar mas sem parar, enquanto ele, a cada investida, ganhava mais força nas carnes tenras da garota, enquanto pela retaguarda seu Cipriano também fazia a parte dele. Cielo Riveros foi assim macetada como uma Puta que era, mas adorava uma pica...
Os minutos passavam e a Claudia não parava de se punhetar a buceta às custas da amiga, que era quem tava levando a parte mais pesada daquela orgia improvisada pra qual a própria amiga tinha convidado ela.
Enquanto isso, no colchão, o Cipriano e o Dom Pedro tiveram que segurar com mais força a Cielo Riveros, porque aquelas fricções excitantes que ela tava sentindo dentro dos buracos fizeram ela tensionar o corpo todo quando, num momento, ela teve as duas picas enormes bem enfiadas dentro dela. Foi o Dom Pedro quem, aproveitando aquele momento excitante da garota, começou a bombar, primeiro com movimentos vigorosos mas lentos, que faziam a vara grossa dele aproveitar o roçar gostoso da carne interna da buceta, mas logo, de repente, as estocadas foram ganhando intensidade, os pentelhos duros e grisalhos dele se enroscavam deliciosamente nos pelinhos íntimos da menina cada vez que as duas pélvis se encontravam.
O corpo da Cielo Riveros se movia dócil entre os dois homens, até que as duas mãozinhas dela, como por mágica, começaram a subir pela pele do Dom Pedro até que, num dado momento, por causa daquela fricção interna excitante que a deixava ardendo, sem ela perceber quando foi, ela simplesmente se abraçou no corpo que tava na frente dela. Aquelas piconas novamente a tinham no céu.
-- Kkkkkkkkk... olha a loirinha... te falei...!!! Sua amiguinha já esquentou, kkkkkkk...!!! -- gritava o Dom Pedro pra Claudia enquanto a garota não parava de se remexer, tentando sincronizar os movimentos dela com os dos dois velhotes.
Ficaram comendo ela por uns 20 minutos, pelo menos, e como ali a voz do Dom Pedro era a que mandava, foi ele quem disse pro irmão a ideia brilhante que tinha acabado de ter, já que ainda não tava afim de gozar:
-- Essa putinha tá muito quente e a potranca da amiga dela tá na mesma, kkkkk... que tal se a gente meter nela? Loira pra vocês duas se esfregarem um pouco, hahahahaha...!!!
--Hahahahaha boa ideia, cara, faz tempo que não vejo um par de putas se pegando entre si... hehehehe...
--Solta ela, meu bom... eu cuido disso, hehehehe..., decreta finalmente seu Pedro.
Seu Cipriano tira a pica do cu de Cielo Riveros, o que soou como se estivessem abrindo uma garrafa, e então seu Pedro simplesmente enfia a pica nela pela frente e a agarra brutalmente pelos cabelos, arrastando-a para fora da cama e jogando-a com força no colchão onde Cláudia estava de costas, ainda se masturbando de olhos fechados e com suas lindas pernas luxuriosamente abertas.
Tanto Cláudia quanto Cielo Riveros se surpreenderam quando, quase sem perceber, estavam as duas estiradas no colchão imundo, enquanto os dois velhos, completamente nus, batiam punheta olhando para elas, cada um com cara de quem era o mais desequilibrado.
--Escutem bem, par de vadias...! hehehehe, ainda não são nem três da manhã, e daqui não saímos até o amanhecer, hehehehehe, e pra isso faltam umas 4 horas pelo menos, então como ainda temos tempo pra foder vocês do jeito que a gente quiser, agora vão fazer as putarias mais gostosas que vocês imaginarem. Se obedecerem, vão passar muito bem, mas se começarem com esses choros e desculpas, a gente vai bater, vai foder vocês e depois vazar com as roupas de vocês, deixando vocês abandonadas aqui e peladas, hehehehe. E isso eu digo especialmente pra você, putinha, que depois que fode e até se mija de tesão, começa a me dar problema com suas merdas de frescura idiota, hehehehehe, disse o velho, se referindo a Cielo Riveros, que já estava quase chorando de novo, mas vendo a cara transtornada do coroa, preferiu respirar fundo e segurar o choro.
Cláudia, cujo tesão passou na hora ao entender o que aqueles velhos queriam delas, e vendo como pressionavam cruelmente sua amiga, que por mais safada que fosse... Ela tava começando a sacar as coisas agora, mas ainda não deixava de ser tímida. Muito gostosa, mas tímida, no fim das contas, pensou a loira, tentando clarear os pensamentos. Mas o que realmente irritou a loira foi o tratamento déspota e autoritário que aquele velho nojento usava pra falar com elas. Até então, ela tava até curtindo meio que de boa, mas agora as coisas mudavam de vez. Ela não ia aceitar ser tratada daquele jeito, nem ela nem a amiga.
Os dois velhos ficaram surpresos ao ver aquela jovem de cabelos dourados se levantar rapidamente pra encarar eles.
— E o que vocês pensaram, seus dois velhos desgraçados... Quem vocês pensam que são pra vir ameaçar a gente e nos tratar como se fôssemos propriedade de vocês...!?
Dom Cipriano e Dom Pedro, depois de superarem o susto inicial ao ver a Cláudia pelada como estava tentando dar sermão neles como se fossem crianças, começaram a rir dela e a explicar como as coisas iam ser daquele momento em diante.
— Kkkkkkkkk...!!! Já... para com essa putaria de patricinha, você fica ridícula aí pelada reclamando... kkkkkkk...!!! Só deita no colchão e abre as pernas, sua loira burra...!!! Você veio aqui pra dar pra gente, não pra dar sermão, — disse Dom Cipriano, enquanto não parava de se masturbar, olhando aquela garota dos pés à cabeça. Ela tinha algo da Deusa dele, mas ainda faltava pra chegar no nível, pensava consigo, embora ver aquela correntinha em forma de caderninho pendurada no umbigo dela o deixasse louco de tesão.
— Eu não vim aqui pra nada, seu velho de merda...!!! — gritou a exaltada e pelada Cláudia pra Dom Cipriano, e continuou: — Cielo Riveros...! Não seja boba...! Levanta que a gente vaza agora mesmo...!!! — exclamou a colegial irritada pra amiga, que ainda estava de olhos marejados, jogada no mesmo colchão onde já tinham comido a Gabriela também. Momento em que Cielo Riveros tentou se levantar, seu Pedro rugiu como um leão:
— Tuuuu...!!!, nem te atreve a ficar de pé, guria, lembra quem é teu donoooo...!!!!
A surpresa fez Cielo Riveros recuperar na hora o respeito que sentia por aquela besta velha, só abaixando o olhar, se recriminando por estar falhando com a amiga que só queria defendê-la naquele momento.
— E tu, loirinha...! te aviso que essa potranca me pertence... e aproveito pra deixar claro que tu, a partir de hoje, também vira uma das minhas éguas. A cara do velho era de um demônio, os olhos dele tinham se enchido de sangue de novo.
— Ela não pertence a ninguém, seu velho nojento, e eu muito menos... cê acha que por causa das suas migalhas de dinheiro sujo cê vira nosso dono...!? shssss...! onde cê viu isso...!! então me deixa passar que a gente vaza agora, Cielo Riveros... te falei pra levantar e pegar tua roupa...!!
Seu Pedro, já sem aguentar tanta insolência da colegial loira e nua, num movimento rápido agarrou o braço dela e depois pegou no pescoço, apertando até que a loira fosse se abaixando aos poucos por falta de ar. Foi aí que Cielo Riveros, com medo pela integridade da amiga, se jogou aos pés do velho pra interceder por ela:
— Seu Pedro, nãooooo... não mata ela, por favor...! snifssssss...!! eu... eu faço tudo o que vocês dois quiserem...!! sniffssss... mas não mata ela, nãooooo...!!!
— É que essa desgraçada se acha superior a mim...!! e isso eu não toleroooo!!!!, sai do lado, guria, que agora mesmo eu ensino essa foxy a me respeitar.
Cielo Riveros, ao notar que o velho soltou o pescoço da amiga, se afastou e ficou de joelhos.
— cof...! coff...!! coffff...!!!, tossiu Claudia enquanto recuperava o ar. Nisso, sentiu que era agarrada com força pelos ombros pelas mãos enormes de seu Pedro, e ele simplesmente a fez deitar no chão. de costas, enquanto ele se jogava por cima dela, pra depois de fazer ela abrir as pernas, meter a pica sem nenhum tipo de cerimônia.
Claudia, ao se sentir deitada de costas de novo, mas agora com a diferença de que o nojento do seu Pedro se jogava por cima dela com claras intenções de estuprá-la, não conseguiu reagir quando já sentiu o contato e o calor daquele tremendo pau que já estavam metendo à força, e bem no momento em que se viu obrigada a abrir as pernas, sentiu a invasão completa da pica dele lá no fundo da sua fenda íntima.
No começo, aquela porra grossa e enorme não entrou tão fácil, porque, apesar de estar bem lubrificada com os líquidos da Cielo Riveros, a cabeça dela era meio grande pra entrada da buceta dela, então o velho, sacando bem a situação, segurou firme na cintura daquele corpo e empurrou com força.
— Arrrrrrrrrrrrrrghhhhhttttttt...!!!!!! — rugiu seu Pedro ao sentir a pica enfiada na caverna da loira... — Então é esse o gosto da sua buceta gostosa, puta que pariu...!!!! — berrou o mecânico, enquanto cuspia nojento na cara dela e dava mais um empurrão feroz, enfiando o mais fundo que suas forças permitiam.
— Mmmmmmmffffsssssssssssss...!!! — gemeu Claudia com a cara cuspida, ao se sentir cheia de pica, enquanto tinha que aguentar aquilo tudo.
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