Contexto. Eu tinha 17 anos, último ano do colégio, morava numa cidade pequena e já tinha perdido a virgindade com um cara, mas ninguém sabia. Meus melhores amigos eram Nicolás e Álvaro, fazíamos tudo juntos, desde nos defender quando a gente se pegava na porrada até ir pra balada ou jogar bola. Os dois eram os gatos e rebeldes da escola, eu sempre andava com eles e, se não fosse porque de vez em quando eles estavam com umas minas pra transar, o pessoal ia achar que rolava algo entre nós — inclusive, essa era uma piada recorrente entre eles.
- Nicolás: 17 anos, pele branca, olhos e cabelo preto, carinha linda.
- Álvaro: 18 anos, o repetente da turma, olhos castanhos claros, pros padrões argentinos moreninho ou melhor dizendo, trigueiro.
O pai do Nicolás tava reformando o hotel dele, modernizando os quartos que tinham ficado ultrapassados, já que eram dos anos 80. Como o hotel tinha piscina pra gente durante as noites de fim de semana, a gente aproveitava pra fazer o pré antes de ir pra balada. Algumas noites a gente bebia tanto que terminava bêbado brincando na piscina ou jogando um baralho que fazia quem perdia a mão beber. Quem perdia o jogo inteiro, quando acabava o monte de cartas, tinha que tomar um gole nojento que a gente preparava junto antes ou cumprir uma prenda — e olha, ninguém queria tomar aquele gole. Da última vez foi uma mistura de vodka barata com café, pimenta e sal.
No fim de semana anterior, o perdedor foi o Nico. Ele tomou um gole pequeno e a repulsa foi tanta que ele escolheu a prenda. Eu e o Álvaro tivemos a ideia de mandar o Nico dar uma volta no quarteirão pelado. Foi engraçado, pena que às 12 da noite na cidade não tem ninguém na rua, senão ia dar o que falar na escola inteira. (É, a gente era bem sacana com as prendas, kkk.)
Naquela noite, quando cheguei no hotel, encontrei o Álvaro na porta. Ele já tinha mandado uma mensagem pro Nico e tava esperando ele abrir a porta. Ele tava carregando uma... mochila que parecia pesada.
Assim era o Nico
- Eu: "E aí, qual é a boa pra hoje? Vamo pra balada ou vamo ficar enrolando aqui?"
- Álvaro: "Sei lá, eu comprei um monte de bebida e o Nico me falou que ontem ele ligou a caldeira pra esquentar a água da piscina."
- Eu: "Que filho da puta, o Nico! Não me falou nada, não trouxe um short."
- Álvaro: "Já era, fica de cueca mesmo. Qual é o problema?
Assim era o Álvaro
Chegou o Nico, abriu a porta do hotel, o hall tava cheio de material de construção, como já era de costume ver há uns meses. Ele nos levou pra parte de trás do prédio, onde ficava a piscina coberta. Tinha levado uma mesa, três cadeiras, o aparelho de som e um balde cheio de gelo pros drinks.
Tava um calorão no lugar, a piscina soltava vapor e o ambiente tava muito úmido, então a gente preparou uns drinks e entrou na água pra nadar. O Nico e o Álvaro de short, e eu de cueca boxer. A gente brincou um pouco com uma bola, fazendo passes de polo aquático, e quando encheu o saco, começamos com nosso jogo de sempre. Primeiro preparamos o drink, dessa vez foi vodka misturada com vinho tinto, Fernet, sal, açúcar, pimenta, limão e vinagre.
Pra tomar nas primeiras rodadas, começamos de boa. Cada um que perdia uma mão tinha que tomar meio copo de Fernet com Coca Booty. A gente tava ganhando e perdendo bem equilibrado. No meio do jogo, passamos pros shots de vodka. Nessa metade do jogo, ou porque a sorte me abandonou ou porque já tava bêbado, comecei a perder. Acabei tomando uns seis shots contra dois ou três que o Nico e o Álvaro devem ter tomado. Perdi e era hora de tomar o drink ou cumprir a prenda. Os filhos da puta dos meus amigos tavam se cagando de rir. Tentei tomar aquela porcaria que a gente preparou junto, e já o cheiro era nojento. Tomei um gole e tive ânsia.
- Álvaro: Para de encher o saco, não toma essa merda não! Aceita a prenda!
- Eu: Não, nem fudendo, semana passada a gente exagerou com o Nico na hora de decidir sua prenda, você vai me matar!
- Nico: Beleza, a gente faz o seguinte: a gente fala a prenda, e se você não tiver coragem, pode ir tomando o drink aos poucos. A gente te dá 10 minutos pra você tomar essa bosta no lugar de fazer o fundo branco.
Eles se mensagearam pelo celular, um do lado do outro, discutindo qual ia ser a prenda. Não demoraram mais de 2 minutos. O Nico levantou da mesa e foi buscar alguma coisa. Os caras saíram do vestiário, mas antes me olharam com aquele olhar maldoso e de risada, bem típico nosso quando decidíamos o castigo do perdedor.
- Eu: vejo o Álvaro e pergunto "o que vocês inventaram?"
- Álvaro: já que você encheu tanto o saco porque a gente não mandou você trazer um short, agora vai ter que usar o que a gente escolher pelo resto da noite.
O Nico saiu do vestiário sorrindo, com uma mão nas costas segurando alguma coisa. Quando chegou do meu lado, colocou em cima da mesa. Na minha cabeça, eu pensava: "seus filhos da puta, na próxima vocês me pagam". Era uma sunga de mulher, daquelas inteiriças. Obviamente tentei dar um jeito de fugir daquela merda, mas não consegui, então não tive escolha a não ser aceitar. Fui pro vestiário puto da vida e vesti a porra da sunga. Quando saí e fui andando na direção dos meus amigos, eles começaram a zoar, me cantando como se eu fosse uma gostosa.
Assim que ficava a malha em mim.
- Álvaro: Oi, gostosa, como você tá linda, vem aqui que vou te mostrar as estrelas.
- Nico: Uff, que puta, vou te arrebentar toda.
- Eu, puto, falei: Vão pra puta que pariu, passaram dos limites, seus viados.
- Álvaro: Olha quem tá chamando a gente de viado, a que vestiu uma malha de mulher.
Sentei e falei que queria a revanche. Jogamos e eu, mais bêbado que eles, perdi de novo.
- Nico: Beleza, vamos te dar uma coisa simples: fica de joelhos e dá um beijo no nosso volume por cima do short.
Recusei, mas entre a bebedeira e a vontade que eu tava de fazer aquilo, acabei topando. Além disso, sempre rolava umas merdas entre nós três em segredo.
Fiquei de joelhos e o Nico chegou perto, me olhou com cara de filho da puta e eu beijei o volume dele. Na hora, fiquei com uma vergonha do caralho, mas meu pau começou a endurecer. Sempre gostei dos dois, mas não queria perder eles como amigos, e ainda achava que eram héteros. Quando chegou a vez do Álvaro, ele me olhou com cara de superioridade e riu ao ver que minha virilha tava acordando. Pegou minha cabeça com as mãos e esfregou meu rosto lá. Aí eu levantei e me afastei.
- Eu: Que porra você tá fazendo, seu idiota? Passou demais, foi longe pra caralho.
- Álvaro: Não se faz de sonsa, se tá com o pau durasso, e já confirmamos: o cara que te desvirginou e te arrebentou o cu é um dos nossos putinhos. A gente percebe como você olha pra gente, não somos burros.
Fiquei surpreso e olhei pro Nico, que concordou sorrindo enquanto me olhava de cima a baixo. Não sabia como reagir, não sei se passaram 5 ou 10 segundos enquanto eu processava o que tava rolando, até que o Álvaro tomou a iniciativa, chegou perto de mim, me puxou pelo cabelo e começou a me beijar de língua. Na mesma hora, senti o Nico atrás de mim, me apoiando e chupando meu pescoço. Tava em êxtase! Meus dois amigos, pra quem eu dediquei tanta punheta, estavam me fazendo deles. Se revezaram pra me beijar na boca e no pescoço enquanto me apalpavam. Por cima da calcinha, meu pau e a bunda. Ficamos um tempinho assim até que o Nico parou tudo e segurou minha mão.
- Nico: Vamos pra um lugar mais confortável.
Ele me levou pelos corredores do hotel enquanto o Álvaro vinha atrás, passando a mão na minha bunda, até chegar num quarto que ainda não tinha começado a reforma. Tinha uma cama de casal. Eles me fizeram sentar e tiraram os shorts na minha frente. Os dois estavam de pau duro, bem durões. O pau do Nico parecido com o meu, uns 16 ou 17 centímetros por 4 de largura, com um saco grande cheio de porra e a perna toda cheia de pelo preto. Já o pau do Álvaro era de 18 ou 19 centímetros, largo, pelo menos 4,5 centímetros, tudo bem depilado e as bolas menores, diferente do Nico. Eles se revezaram pra me fazer chupar os paus até me mandarem parar.
- Nico: Agora é sua vez, putinha. Deita de bruços e com uma mão puxa a calcinha da sua bunda pra baixo.
Eu obedeci, e o Nico ficou atrás de mim e começou a chupar meu cu de um jeito sem controle, parecia que ele tava me comendo só com a língua. Comecei a gemir igual um louco até que o Álvaro sentou na cama na minha frente e me fez chupar as bolas dele enquanto ele batia uma.
- Álvaro: Vamos trocar, agora é minha vez. Deixa eu segurar um pouco porque ainda não quero encher essa putinha de porra.
Quando trocaram, o Álvaro me fez ficar de quatro. Com uma mão ele puxava a calcinha pra chupar minha bunda e com a outra ele batia uma por cima da calcinha. O Nico me fez chupar o pau dele, intercalando com as bolas. Ficamos assim uns dez minutos.
- Nico: Já tá pronta, vamos comer ela. Deixa eu ir primeiro, se você der primeiro vai arrebentar ela toda.
- Álvaro aceitou de má vontade, mas falou pro Nico não se empolgar, pra começar devagar.
- Nico: Claro, porra, cê tá pensando o quê? Se eu quero ela pra ser nossa namorada.
O Nico foi até o criado-mudo e pegou um gel lubrificante. Passou no pau dele e colocou um pouco no meu buraco, que já tava bem dilatado. Colocaram ela de lado. Álvaro me beijava (acho que não queria que eu continuasse chupando porque ele tava perto de gozar) e Nico começou a entrar devagar pra me dilatar mais. Doía um pouco, mas dava pra ver que ele tinha bastante experiência. Quando entrou inteiro, Álvaro abafou meus gemidos de dor enfiando a língua até minha garganta.
- Nico: Uff, parece virgem, que buceta gostosa que tu tem, putinha, me deixa louco não poder meter com tudo.
- Álvaro: Cê gosta, putinha? Quer mais?
- Eu: Ahh, dói, mas eu gosto.
Logo em seguida, Nico foi aumentando o ritmo aos poucos, até perceber que a dor já tinha passado e eu só tava gozando. No final, ele virou um bicho no cio. Sem tirar de dentro, me colocou de quatro de novo pra eu chupar o Álvaro e, num gemido brutal, senti o pau dele inchar ainda mais e me encher de porra. Ele ficou imóvel uns segundos até esvaziar dentro e se levantou da cama pra ir ao banheiro.
- Nico: A putinha já tá bem aberta, agradece que você vai poder meter com tudo.
Quando Nico foi embora, Álvaro mandou eu tirar a calcinha e me colocou na posição de pernas pro alto, se posicionou com o pau na minha entrada.
- Álvaro: Quero ver as caras que você faz enquanto te como. Dessa foda você não vai esquecer na vida.
Ele me enfiou, se é que dá pra dizer enfiar, metendo um quarto do pau de uma vez. Por sorte eu já tava dilatada, porque senão tava sentindo como se fosse me partir ao meio. Mal conseguiu entrar até o fundo, não demorou um minuto pra passar de meter devagar a meter com tudo. Eu tava gemendo igual uma louca, parte de prazer, parte de dor. De vez em quando ele beliscava meus mamilos e abafava meus gritos com um beijo de língua. No momento mais intenso, Nico voltou do banheiro e começou a bater uma enquanto via o show.
- Nico: Me avisa quando você for gozar que eu já tô quase dando outra carga de porra pra essa putinha.
- Álvaro: Não falta nada! Se apressa em bater uma que a gente enche ela. ao mesmo tempo. Você também, puta, se toca. Assim a gente goza junto, nós três.
O primeiro a gozar foi o Álvaro, mesmo tendo bolas menores que o Nico, parecia que um cavalo estava me enchendo com os jatos que eu sentia sair. Quase na mesma hora eu gozei e, enquanto saíam os últimos jatos da minha pica que sujavam minha barriga e peito, o Nico se aproximou pra me fazer tomar e engolir a segunda carga de porra dele. Quando terminou, os dois foram pro banheiro se limpar. Eu me sentia exausto e, entre tanta foda e a bebedeira, acabei dormindo.
Quando acordei de manhã, tinha um amigo deitado de cada lado. O Nico tinha um braço em cima de mim. Minha bunda estava dolorida e meu peito tinha minha porra já seca. Eu me sentia envergonhado, não sabia o que fazer. Tentei devagar tirar o braço do Nico sem acordá-lo, mas não consegui. Minha cara deve ter sido muito expressiva, porque ele sorriu pra mim e me pegou pelo queixo pra me dar um beijo, que eu correspondi.
-Nico: não tenha vergonha, se você gosta da gente e a gente gosta de você. Eu e o Álvaro somos um casal, mas só somos ativos. Faz tempo que queremos namorar com você. Nós três nos damos super bem e você não sabe o quão felizes estávamos quando confirmamos que você também tava na mesma que a gente.
-Álvaro: eu tava fingindo que tava dormindo, já tava acordado há um tempo, mas não sabia o que dizer. É verdade que a gente gosta muito de você. Desculpa se fomos muito brutos ontem à noite, pra nos justificar, estávamos bêbados, mas o que o Nico disse é verdade.
-Eu: sim, eu gostaria de ser namorado de vocês.
Depois disso, a gente se beijou, nós três, e naquela manhã não transamos; na verdade, eles me fizeram amor. Foi um relacionamento gostoso. Pra todo mundo, éramos três bons amigos, mas na intimidade eu era a mulher de dois caras. Às vezes me fodiam sem piedade e outras vezes eram super doces e românticos. Até que, por coisas da vida, me mudei pra outra cidade.
Se vocês gostaram, não esqueçam de dar pontos e comentar. É sempre uma grande motivação pra fazer esses posts. Deixo meu canal aqui se quiserem me ver.https://es.pornhub.com/model/twowolvesbdsm
- Nicolás: 17 anos, pele branca, olhos e cabelo preto, carinha linda.
- Álvaro: 18 anos, o repetente da turma, olhos castanhos claros, pros padrões argentinos moreninho ou melhor dizendo, trigueiro.
O pai do Nicolás tava reformando o hotel dele, modernizando os quartos que tinham ficado ultrapassados, já que eram dos anos 80. Como o hotel tinha piscina pra gente durante as noites de fim de semana, a gente aproveitava pra fazer o pré antes de ir pra balada. Algumas noites a gente bebia tanto que terminava bêbado brincando na piscina ou jogando um baralho que fazia quem perdia a mão beber. Quem perdia o jogo inteiro, quando acabava o monte de cartas, tinha que tomar um gole nojento que a gente preparava junto antes ou cumprir uma prenda — e olha, ninguém queria tomar aquele gole. Da última vez foi uma mistura de vodka barata com café, pimenta e sal.
No fim de semana anterior, o perdedor foi o Nico. Ele tomou um gole pequeno e a repulsa foi tanta que ele escolheu a prenda. Eu e o Álvaro tivemos a ideia de mandar o Nico dar uma volta no quarteirão pelado. Foi engraçado, pena que às 12 da noite na cidade não tem ninguém na rua, senão ia dar o que falar na escola inteira. (É, a gente era bem sacana com as prendas, kkk.)
Naquela noite, quando cheguei no hotel, encontrei o Álvaro na porta. Ele já tinha mandado uma mensagem pro Nico e tava esperando ele abrir a porta. Ele tava carregando uma... mochila que parecia pesada.
Assim era o Nico- Eu: "E aí, qual é a boa pra hoje? Vamo pra balada ou vamo ficar enrolando aqui?"
- Álvaro: "Sei lá, eu comprei um monte de bebida e o Nico me falou que ontem ele ligou a caldeira pra esquentar a água da piscina."
- Eu: "Que filho da puta, o Nico! Não me falou nada, não trouxe um short."
- Álvaro: "Já era, fica de cueca mesmo. Qual é o problema?
Assim era o Álvaro Chegou o Nico, abriu a porta do hotel, o hall tava cheio de material de construção, como já era de costume ver há uns meses. Ele nos levou pra parte de trás do prédio, onde ficava a piscina coberta. Tinha levado uma mesa, três cadeiras, o aparelho de som e um balde cheio de gelo pros drinks.
Tava um calorão no lugar, a piscina soltava vapor e o ambiente tava muito úmido, então a gente preparou uns drinks e entrou na água pra nadar. O Nico e o Álvaro de short, e eu de cueca boxer. A gente brincou um pouco com uma bola, fazendo passes de polo aquático, e quando encheu o saco, começamos com nosso jogo de sempre. Primeiro preparamos o drink, dessa vez foi vodka misturada com vinho tinto, Fernet, sal, açúcar, pimenta, limão e vinagre.
Pra tomar nas primeiras rodadas, começamos de boa. Cada um que perdia uma mão tinha que tomar meio copo de Fernet com Coca Booty. A gente tava ganhando e perdendo bem equilibrado. No meio do jogo, passamos pros shots de vodka. Nessa metade do jogo, ou porque a sorte me abandonou ou porque já tava bêbado, comecei a perder. Acabei tomando uns seis shots contra dois ou três que o Nico e o Álvaro devem ter tomado. Perdi e era hora de tomar o drink ou cumprir a prenda. Os filhos da puta dos meus amigos tavam se cagando de rir. Tentei tomar aquela porcaria que a gente preparou junto, e já o cheiro era nojento. Tomei um gole e tive ânsia.
- Álvaro: Para de encher o saco, não toma essa merda não! Aceita a prenda!
- Eu: Não, nem fudendo, semana passada a gente exagerou com o Nico na hora de decidir sua prenda, você vai me matar!
- Nico: Beleza, a gente faz o seguinte: a gente fala a prenda, e se você não tiver coragem, pode ir tomando o drink aos poucos. A gente te dá 10 minutos pra você tomar essa bosta no lugar de fazer o fundo branco.
Eles se mensagearam pelo celular, um do lado do outro, discutindo qual ia ser a prenda. Não demoraram mais de 2 minutos. O Nico levantou da mesa e foi buscar alguma coisa. Os caras saíram do vestiário, mas antes me olharam com aquele olhar maldoso e de risada, bem típico nosso quando decidíamos o castigo do perdedor.
- Eu: vejo o Álvaro e pergunto "o que vocês inventaram?"
- Álvaro: já que você encheu tanto o saco porque a gente não mandou você trazer um short, agora vai ter que usar o que a gente escolher pelo resto da noite.
O Nico saiu do vestiário sorrindo, com uma mão nas costas segurando alguma coisa. Quando chegou do meu lado, colocou em cima da mesa. Na minha cabeça, eu pensava: "seus filhos da puta, na próxima vocês me pagam". Era uma sunga de mulher, daquelas inteiriças. Obviamente tentei dar um jeito de fugir daquela merda, mas não consegui, então não tive escolha a não ser aceitar. Fui pro vestiário puto da vida e vesti a porra da sunga. Quando saí e fui andando na direção dos meus amigos, eles começaram a zoar, me cantando como se eu fosse uma gostosa.

Assim que ficava a malha em mim.- Álvaro: Oi, gostosa, como você tá linda, vem aqui que vou te mostrar as estrelas.
- Nico: Uff, que puta, vou te arrebentar toda.
- Eu, puto, falei: Vão pra puta que pariu, passaram dos limites, seus viados.
- Álvaro: Olha quem tá chamando a gente de viado, a que vestiu uma malha de mulher.
Sentei e falei que queria a revanche. Jogamos e eu, mais bêbado que eles, perdi de novo.
- Nico: Beleza, vamos te dar uma coisa simples: fica de joelhos e dá um beijo no nosso volume por cima do short.
Recusei, mas entre a bebedeira e a vontade que eu tava de fazer aquilo, acabei topando. Além disso, sempre rolava umas merdas entre nós três em segredo.
Fiquei de joelhos e o Nico chegou perto, me olhou com cara de filho da puta e eu beijei o volume dele. Na hora, fiquei com uma vergonha do caralho, mas meu pau começou a endurecer. Sempre gostei dos dois, mas não queria perder eles como amigos, e ainda achava que eram héteros. Quando chegou a vez do Álvaro, ele me olhou com cara de superioridade e riu ao ver que minha virilha tava acordando. Pegou minha cabeça com as mãos e esfregou meu rosto lá. Aí eu levantei e me afastei.
- Eu: Que porra você tá fazendo, seu idiota? Passou demais, foi longe pra caralho.
- Álvaro: Não se faz de sonsa, se tá com o pau durasso, e já confirmamos: o cara que te desvirginou e te arrebentou o cu é um dos nossos putinhos. A gente percebe como você olha pra gente, não somos burros.
Fiquei surpreso e olhei pro Nico, que concordou sorrindo enquanto me olhava de cima a baixo. Não sabia como reagir, não sei se passaram 5 ou 10 segundos enquanto eu processava o que tava rolando, até que o Álvaro tomou a iniciativa, chegou perto de mim, me puxou pelo cabelo e começou a me beijar de língua. Na mesma hora, senti o Nico atrás de mim, me apoiando e chupando meu pescoço. Tava em êxtase! Meus dois amigos, pra quem eu dediquei tanta punheta, estavam me fazendo deles. Se revezaram pra me beijar na boca e no pescoço enquanto me apalpavam. Por cima da calcinha, meu pau e a bunda. Ficamos um tempinho assim até que o Nico parou tudo e segurou minha mão.
- Nico: Vamos pra um lugar mais confortável.
Ele me levou pelos corredores do hotel enquanto o Álvaro vinha atrás, passando a mão na minha bunda, até chegar num quarto que ainda não tinha começado a reforma. Tinha uma cama de casal. Eles me fizeram sentar e tiraram os shorts na minha frente. Os dois estavam de pau duro, bem durões. O pau do Nico parecido com o meu, uns 16 ou 17 centímetros por 4 de largura, com um saco grande cheio de porra e a perna toda cheia de pelo preto. Já o pau do Álvaro era de 18 ou 19 centímetros, largo, pelo menos 4,5 centímetros, tudo bem depilado e as bolas menores, diferente do Nico. Eles se revezaram pra me fazer chupar os paus até me mandarem parar.
- Nico: Agora é sua vez, putinha. Deita de bruços e com uma mão puxa a calcinha da sua bunda pra baixo.
Eu obedeci, e o Nico ficou atrás de mim e começou a chupar meu cu de um jeito sem controle, parecia que ele tava me comendo só com a língua. Comecei a gemir igual um louco até que o Álvaro sentou na cama na minha frente e me fez chupar as bolas dele enquanto ele batia uma.
- Álvaro: Vamos trocar, agora é minha vez. Deixa eu segurar um pouco porque ainda não quero encher essa putinha de porra.
Quando trocaram, o Álvaro me fez ficar de quatro. Com uma mão ele puxava a calcinha pra chupar minha bunda e com a outra ele batia uma por cima da calcinha. O Nico me fez chupar o pau dele, intercalando com as bolas. Ficamos assim uns dez minutos.
- Nico: Já tá pronta, vamos comer ela. Deixa eu ir primeiro, se você der primeiro vai arrebentar ela toda.
- Álvaro aceitou de má vontade, mas falou pro Nico não se empolgar, pra começar devagar.
- Nico: Claro, porra, cê tá pensando o quê? Se eu quero ela pra ser nossa namorada.
O Nico foi até o criado-mudo e pegou um gel lubrificante. Passou no pau dele e colocou um pouco no meu buraco, que já tava bem dilatado. Colocaram ela de lado. Álvaro me beijava (acho que não queria que eu continuasse chupando porque ele tava perto de gozar) e Nico começou a entrar devagar pra me dilatar mais. Doía um pouco, mas dava pra ver que ele tinha bastante experiência. Quando entrou inteiro, Álvaro abafou meus gemidos de dor enfiando a língua até minha garganta.
- Nico: Uff, parece virgem, que buceta gostosa que tu tem, putinha, me deixa louco não poder meter com tudo.
- Álvaro: Cê gosta, putinha? Quer mais?
- Eu: Ahh, dói, mas eu gosto.
Logo em seguida, Nico foi aumentando o ritmo aos poucos, até perceber que a dor já tinha passado e eu só tava gozando. No final, ele virou um bicho no cio. Sem tirar de dentro, me colocou de quatro de novo pra eu chupar o Álvaro e, num gemido brutal, senti o pau dele inchar ainda mais e me encher de porra. Ele ficou imóvel uns segundos até esvaziar dentro e se levantou da cama pra ir ao banheiro.
- Nico: A putinha já tá bem aberta, agradece que você vai poder meter com tudo.
Quando Nico foi embora, Álvaro mandou eu tirar a calcinha e me colocou na posição de pernas pro alto, se posicionou com o pau na minha entrada.
- Álvaro: Quero ver as caras que você faz enquanto te como. Dessa foda você não vai esquecer na vida.
Ele me enfiou, se é que dá pra dizer enfiar, metendo um quarto do pau de uma vez. Por sorte eu já tava dilatada, porque senão tava sentindo como se fosse me partir ao meio. Mal conseguiu entrar até o fundo, não demorou um minuto pra passar de meter devagar a meter com tudo. Eu tava gemendo igual uma louca, parte de prazer, parte de dor. De vez em quando ele beliscava meus mamilos e abafava meus gritos com um beijo de língua. No momento mais intenso, Nico voltou do banheiro e começou a bater uma enquanto via o show.
- Nico: Me avisa quando você for gozar que eu já tô quase dando outra carga de porra pra essa putinha.
- Álvaro: Não falta nada! Se apressa em bater uma que a gente enche ela. ao mesmo tempo. Você também, puta, se toca. Assim a gente goza junto, nós três.
O primeiro a gozar foi o Álvaro, mesmo tendo bolas menores que o Nico, parecia que um cavalo estava me enchendo com os jatos que eu sentia sair. Quase na mesma hora eu gozei e, enquanto saíam os últimos jatos da minha pica que sujavam minha barriga e peito, o Nico se aproximou pra me fazer tomar e engolir a segunda carga de porra dele. Quando terminou, os dois foram pro banheiro se limpar. Eu me sentia exausto e, entre tanta foda e a bebedeira, acabei dormindo.
Quando acordei de manhã, tinha um amigo deitado de cada lado. O Nico tinha um braço em cima de mim. Minha bunda estava dolorida e meu peito tinha minha porra já seca. Eu me sentia envergonhado, não sabia o que fazer. Tentei devagar tirar o braço do Nico sem acordá-lo, mas não consegui. Minha cara deve ter sido muito expressiva, porque ele sorriu pra mim e me pegou pelo queixo pra me dar um beijo, que eu correspondi.
-Nico: não tenha vergonha, se você gosta da gente e a gente gosta de você. Eu e o Álvaro somos um casal, mas só somos ativos. Faz tempo que queremos namorar com você. Nós três nos damos super bem e você não sabe o quão felizes estávamos quando confirmamos que você também tava na mesma que a gente.
-Álvaro: eu tava fingindo que tava dormindo, já tava acordado há um tempo, mas não sabia o que dizer. É verdade que a gente gosta muito de você. Desculpa se fomos muito brutos ontem à noite, pra nos justificar, estávamos bêbados, mas o que o Nico disse é verdade.
-Eu: sim, eu gostaria de ser namorado de vocês.
Depois disso, a gente se beijou, nós três, e naquela manhã não transamos; na verdade, eles me fizeram amor. Foi um relacionamento gostoso. Pra todo mundo, éramos três bons amigos, mas na intimidade eu era a mulher de dois caras. Às vezes me fodiam sem piedade e outras vezes eram super doces e românticos. Até que, por coisas da vida, me mudei pra outra cidade.
Se vocês gostaram, não esqueçam de dar pontos e comentar. É sempre uma grande motivação pra fazer esses posts. Deixo meu canal aqui se quiserem me ver.https://es.pornhub.com/model/twowolvesbdsm
4 comentários - 😈😈😈Relato gay-fui la hembra de mis mejores -FOTOS😈😈😈