Antes de tudo, espero que vocês estejam gostando da história tanto quanto eu. É um tema tabu, mas são coisas que não duvido que possam acontecer. Como falei antes, saber se a história é real seria impossível; eu gosto de pensar que sim, e fico com isso. E o melhor é que continua. Já sabem, deixem pontos e comentários pra conhecer mais histórias como essa.
Tava puto porque ela não me respondia, mas ao mesmo tempo sabia que tinha dado tudo de bandeja pra ela e que ela ia aproveitar também. Fiquei ligando, mandando mensagem e nada, acho que em certo ponto ela desligou o celular, talvez pela minha insistência. A primeira mensagem dela foi de manhã pedindo desculpas, obviamente me fiz de bravo, mas na real já não aguentava mais de curiosidade pra saber o que tinha rolado. Então deixei a raiva pra outro dia e falei pra ela me contar tudo com detalhes. Ela disse que tinha ficado sem bateria, por isso não conseguiu me responder, mas que tinha uma surpresa pra mim. Resumindo, ela falou que a vizinha já tinha a festa pronta e que tinha muita gente na casa, então ia ser foda fazer alguma coisa lá. Nisso, ela já tinha trocado de roupa, colocado algo mais relaxado. Quando meu pai chegou e foi dar uma olhada na máquina de lavar, que fica no mesmo pátio onde o povo tava, foi nessa hora que ele falou que minha mãe não ia estar em casa. Ele disse pra Valéria que precisava de umas ferramentas que não tinha trazido e que ia buscar em casa. Foi aí que ela aproveitou e falou que ia com ele.
Quando chegaram na casa, ela pediu permissão pra entrar no banheiro, vestiu um biquíni minúsculo e foi pro que era meu quarto quando eu morava lá. A ideia era que meu pai a encontrasse assim, segundo ela, "sem querer". Não demorou muito pra ele subir pra procurar ela. Ela me disse que, quando ele chamou, não respondeu pra ele ir até onde ela estava. Contou que, quando ele entrou no quarto e viu ela daquele jeito, pediu desculpas, mas não saía do quarto. Claro que tudo isso ela estava inventando na hora, e, embora meu pai com certeza tenha se surpreendido ao ver aquela mulherão quase pelada saindo do banheiro com aquele rabão, acho que não foi nenhuma novidade pra ele. Mas eu tava adorando o jeito que ela tava me contando tudo.
Segundo ela, não precisou falar nada, só se deitou na cama de bruços sem tirar os olhos dele. Disse que meu pai só fechou a porta, chegou perto dela e passou a mão no rosto dela, descendo pelas costas até chegar na bunda dela, que ele começou a acariciar. Diz que ele beijou as pernas dela e mordeu as nádegas.
Quando ela me contou isso, eu já tava com a pica dura pra caralho e tava batendo uma há um tempão, mas quando o vídeo chegou, foi a coisa mais impactante que eu já vi na vida. Enquanto tava baixando, eu soltei a pica, que parecia ter vida própria — literalmente dava pra ver as pulsações. Só com a imagem do vídeo, sem nem reproduzir, quase gozei.
Na hora que eu tava conversando com ela, ela ainda tava na casa do meu pai e eu estranhei ela demorar pra responder, porque no fim das contas ela ficou pra dormir com ele e naquele momento ele tava comendo ela. Durante o dia inteiro, ela ficou me mandando fotos tiradas pelo meu pai, enfiando a pica dele em vários lugares da casa. O vídeo foi no meu quarto e algumas fotos foram na sala, mas teve uma que me surpreendeu: ela tava de quatro na cama da minha mãe.

Eu fiquei chocado de ver como ele metia a pica nela, mas mais chocado ainda fiquei de ver como ela se mexia e como tava gostando. Isso foi em parte culpa minha, mas não me sentia mal, muito pelo contrário. A excitação foi tanta que virou um vício ver ela daquele jeito. Agora eu queria saber como é que as coisas realmente rolaram entre eles. Já não me importava mais se ela ia perceber, eu queria saber a verdade de como foi a primeira vez que ele comeu ela, naquele dia que, segundo ela, tava doente.
Tava puto porque ela não me respondia, mas ao mesmo tempo sabia que tinha dado tudo de bandeja pra ela e que ela ia aproveitar também. Fiquei ligando, mandando mensagem e nada, acho que em certo ponto ela desligou o celular, talvez pela minha insistência. A primeira mensagem dela foi de manhã pedindo desculpas, obviamente me fiz de bravo, mas na real já não aguentava mais de curiosidade pra saber o que tinha rolado. Então deixei a raiva pra outro dia e falei pra ela me contar tudo com detalhes. Ela disse que tinha ficado sem bateria, por isso não conseguiu me responder, mas que tinha uma surpresa pra mim. Resumindo, ela falou que a vizinha já tinha a festa pronta e que tinha muita gente na casa, então ia ser foda fazer alguma coisa lá. Nisso, ela já tinha trocado de roupa, colocado algo mais relaxado. Quando meu pai chegou e foi dar uma olhada na máquina de lavar, que fica no mesmo pátio onde o povo tava, foi nessa hora que ele falou que minha mãe não ia estar em casa. Ele disse pra Valéria que precisava de umas ferramentas que não tinha trazido e que ia buscar em casa. Foi aí que ela aproveitou e falou que ia com ele.
Quando chegaram na casa, ela pediu permissão pra entrar no banheiro, vestiu um biquíni minúsculo e foi pro que era meu quarto quando eu morava lá. A ideia era que meu pai a encontrasse assim, segundo ela, "sem querer". Não demorou muito pra ele subir pra procurar ela. Ela me disse que, quando ele chamou, não respondeu pra ele ir até onde ela estava. Contou que, quando ele entrou no quarto e viu ela daquele jeito, pediu desculpas, mas não saía do quarto. Claro que tudo isso ela estava inventando na hora, e, embora meu pai com certeza tenha se surpreendido ao ver aquela mulherão quase pelada saindo do banheiro com aquele rabão, acho que não foi nenhuma novidade pra ele. Mas eu tava adorando o jeito que ela tava me contando tudo.
Segundo ela, não precisou falar nada, só se deitou na cama de bruços sem tirar os olhos dele. Disse que meu pai só fechou a porta, chegou perto dela e passou a mão no rosto dela, descendo pelas costas até chegar na bunda dela, que ele começou a acariciar. Diz que ele beijou as pernas dela e mordeu as nádegas.
Quando ela me contou isso, eu já tava com a pica dura pra caralho e tava batendo uma há um tempão, mas quando o vídeo chegou, foi a coisa mais impactante que eu já vi na vida. Enquanto tava baixando, eu soltei a pica, que parecia ter vida própria — literalmente dava pra ver as pulsações. Só com a imagem do vídeo, sem nem reproduzir, quase gozei.
Na hora que eu tava conversando com ela, ela ainda tava na casa do meu pai e eu estranhei ela demorar pra responder, porque no fim das contas ela ficou pra dormir com ele e naquele momento ele tava comendo ela. Durante o dia inteiro, ela ficou me mandando fotos tiradas pelo meu pai, enfiando a pica dele em vários lugares da casa. O vídeo foi no meu quarto e algumas fotos foram na sala, mas teve uma que me surpreendeu: ela tava de quatro na cama da minha mãe.

Eu fiquei chocado de ver como ele metia a pica nela, mas mais chocado ainda fiquei de ver como ela se mexia e como tava gostando. Isso foi em parte culpa minha, mas não me sentia mal, muito pelo contrário. A excitação foi tanta que virou um vício ver ela daquele jeito. Agora eu queria saber como é que as coisas realmente rolaram entre eles. Já não me importava mais se ela ia perceber, eu queria saber a verdade de como foi a primeira vez que ele comeu ela, naquele dia que, segundo ela, tava doente.
21 comentários - Meu pai tá comendo minha namorada continuação #2
pd: pasa los videos