A Madura Gostosa da Loja

Faby: Bom dia, jovem, em que posso ajudar? (A coroa que atendia a loja, de roupas femininas, especialmente roupas femininas, muita lingerie pra escolher, e dar pra sua mina, pra um momento ou uma noite de paixão).

Eu: Bom dia, senhora, só tô dando uma olhada rápida.

Faby: Pergunte sem compromisso.

Uma milf completa, com uns quilinhos a mais no torso, mas dava pra ver uns peitões bons, puxando pra grandes, marcados na blusa justa dela, parecia que o sutiã que ela usava era de meia taça, ou um tamanho menor pros peitões dela, por baixo vestia uma legging vermelha, que parecia querer estourar nas pernas redondas dela, nos quadris largos, quadris gigantescos, talvez tamanho 105 ou mais, dava pra ver a calcinha dela por transparência, daquelas calcinhas nada sexy, ou pelo menos eu achava, porque era daquelas que cobrem a bunda toda, embora se ela usasse só aquela calcinha, com certeza marcaria mais a buceta gostosa dela, mais do que já marcava naquela legging, de costas a roupa apertava um pouco, e dava pra ver as nádegas muito muito redondas, de pele morena clara perolada, cabelo cacheado caindo pelos ombros e costas, sorriso lindo, com uma semelhança com a atriz mexicana Lourdes Munguía, claro, com o rostinho e corpo mais cheinhos, pelo que sabia, era separada há meses do parceiro, o homem com quem teve 2 filhos, e como estava bem conservada depois de 2 filhos, era amiga de uma das minhas tias, que tinha lojas no mercado local, via ela conversando muito com a tia, na maioria das vezes que eu encontrava ela e minha tia, nunca faltou um dia que ela não me sorrisse, várias vezes parecia que falavam de mim, e ela sempre me encarava, vinha de uma separação, mas nunca vi ela com nenhum homem.

Eu: Sim, dona Faby, valeu.

Várias vezes a gente brincava junto com minha tia, e ela entrava nas brincadeiras, de que eu era solteiro, de que se eu gostava de mulher, de que se eu gostava por que não tinha namorada, de que eu era grandão, de que era forte, de que se eu passeava. com meninas, que se eu gostava de dançar, que ela também gostava de dançar, que não queria mais nada com ninguém, que estava decepcionada, que os velhos davam nojo pra ela, que tinha milf saindo com jovens, que eu também gostaria de sair com uma, que de qualquer jeito um relacionamento com alguém mais velho sempre seria uma aventura, que a velha dela a deixou por uma mais nova, que então tudo e todos se cansam da parceira, e a sós eu disse, mesmo que a parceira seja uma senhora gostosa como ela, ela me agradeceu, a partir desse comentário, era mais comum ela me tocar, me sorrir mais, que se uma mão nos peitorais, que se uma mão nos meus bíceps, que se uma mão na minha perna ao rir das minhas besteiras, que aos poucos mudava o jeito de se vestir, de mais conservadora pra mais jovem, menos roupa largada pra mais justa, até decotada e curta.

Enquanto dou uma olhada rápida nuns trajes e flerto com ela, me ligam do trabalho porque precisavam da minha ajuda, não me resta nada além de ir embora, mas acende uma luz na minha cabeça, e peço o número de telefone dela, com o pretexto de perguntar sobre o repertório e os pedidos, ela me dá de bom grado.

Eu: Até logo, Dona Faby.

Faby: Até logo, jovenzão.

Enquanto vou saindo, ela se inclina me dando as costas e que surpresa, vejo uma bunda gigante mordendo aqueles leggings na virilha, os lábios da buceta dela estão enormes, quase perdi a visão me afastando daquela bunda, sorrindo cheio de tesão, ela vira a cabeça rapidamente, foi só um segundo, mas eu vi ela sorrindo pra mim, não vi que ela ficou brava porque eu tava olhando fixamente praquele bundão.

Fui embora pensando a manhã inteira naquela bunda enorme, bunda de milf. E é que eu já tava há meses sem sexo, imagens assim enchiam meus ovos de porra. Por acaso, sem querer e querendo, bendito seja aquele dia que passei com ela, porque o que eu queria comprar ia dar de presente pra uma prostituta swinger, e foi o único jeito que eu tinha de sair do celibato de meses, uma milf casada que cobrava 500 conto e que agradecia mais se ganhasse alguma coisa, era pra isso que eu queria comprar, tava juntando dinheiro fazia tempo pra isso, pra um momento de tesão com uma desconhecida, mas o que eu planejava não rolou, o melhor foi improvisar, com uma milf conhecida, separada e magoada. No meio-dia o trampo foi diminuindo, e foi assim que, sem parar de pensar naquela deusa, resolvi mandar uma mensagem pra ela.

Eu: Oi dona Faby, sou o Mateu, o sobrinho da Dona Carmem.

Em poucos minutos ela respondeu.

Faby: Oi Mati, já não tão te enchendo de serviço?

Eu: Não, já deu uma aliviada no trampo.

Faby: Ah que bom Mati, que inveja, aqui não para de chegar cliente.

Não era muito comum ver homem numa loja daquelas, mas entendi na hora por que ela falava "cliente", e poxa, o corpaço dela era a atração no momento.

Eu: Ué, então tá bom, né?

Faby: Mais ou menos, quase não compram, o máximo que fazem é perguntar e olhar.

É claro, olhar o corpaço suculento dela (pensei comigo mesmo).

Eu: Ah sim, daqui a pouco vou passar lá, mas eu compro alguma coisa, viu, não vou só olhar, e com tanto repertório aí pra ficar só admirando, até queria ter alguém pra dar tanta coisa que você vende aí.

Faby: Ah tá bom hein, fica combinado que você vai comprar, mas não me incomoda se você ficar um tempinho olhando, parece que você tem bom gosto, garoto.

Eu: Claro dona, então você também gosta do que eu tava de olho?

Faby: Sim, parece que você gosta de mimar as mulheres.

Eu: Claro, tem que tratar elas como rainhas pra elas gostarem mais da gente.

Ela demorou um pouco pra responder.

Faby: Muito bem, assim que tem que ser, você é todo detalhista, eu queria que meu ex tivesse sido assim quando a gente namorava, mas fazer o que, eu era novinha e inexperiente, ele foi meu primeiro namorado e o único que tive.

Eu: E então, além de ter te traído, ele não era detalhista, então por que você ficava com ele?

Faby: Ah, sei lá, tem muita virtudes, mas essas virtudes valem pouco quando se compartilha com outra pessoa, por isso decidimos nos separar.

Eu: Ah sim, e quantos anos ficaram juntos?

Faby: Uai, a idade do meu filho mais velho, 18 anos.

Eu: Ah sim, então vocês se juntaram quando você tinha uns 14?

Faby: Jijijiji, não, quantos anos você acha que eu tenho?

Eu: Uns 32 ou 33, né?

Faby: Ai não, se eu já tô quase na menopausa, jijiji, não, não é verdade, não tanto, mas não tenho essa idade.

Eu: Então quantos você tem?

Faby: Ai, isso não se pergunta pra uma dama, muleque.

Eu: Bom, é que pra mim, quanto mais madura a fruta, mais suco ela dá.

Faby: O quê?

Eu: Jejeje, quer dizer, confesso pra você, eu curto muito as milf, se não fosse porque tenho mais sorte com as mais novinhas, as milf seriam as que eu mais pegaria.

Faby: Ai menino, que caladão você parece às vezes, mas me surpreende pra caramba também.

Eu fiquei ocupado naquele momento umas meia hora.

Eu: Jejeje, é melhor parecer calado, o que a gente come deve fazer em silêncio, os cavalheiros têm que ser assim.

Faby: É verdade, gatinho, tomara que muitos pensassem como você, mas não, vão pela vida contando pra todo mundo com quantas elas se metem.

Eu: Pois é, mas eu não sou desses, dona Faby.

Faby: Mais te vale, menino.

Eu mando um piscada, ela me manda um emoji com bochechas coradas e olhos fechados. É hora de sair pra almoçar, levo meia hora, e aproveito pra fazer uma visita pra dona Faby, chego e vejo ela arrumando roupa nas prateleiras de baixo, um velho tá bobão olhando pra bunda gostosa dela, o velho tenta passar por trás roçando nela, mas ela se levanta rápido e vira pra me olhar, o velho quase na hora vaza.

Eu: Oi donazinha, já voltei.

Faby: Oi Mati, me faz um favor, abaixa a cortina até os teus joelhos, por favor.

Eu: Vai comer?

Faby: Não, lindo, é que quero descansar um pouco de tanta gente que entra e não compra nada.

Eu: Sério? Tanto assim?

Faby: Sim, gostoso, só velho tarado vem só pra encher o saco.

Eu: Velhos — Como é que aquele ali que acabou de sair?
Faby: Ah sim, você viu? Velho sem-vergonha, rabo verde.
Eu: Pois é, você até podia ser filha dele.
Faby: Né? Que nojo, me diz, o que você quer que eu te mostre?
Eu: Ah, nem sei por onde começar, melhor eu dar uma olhada e depois te falo.
Faby: Beleza, Mati.

Começo a explorar tanta roupa que tem, ela arruma a mercadoria, a bunda dela vai de um lado pro outro, se abaixa, se levanta, caminha rebolando muito, me pega olhando pra ela de vez em quando, enquanto a gente conversa. Passo numa dessas vezes que ela tá inclinada por trás, os espaços são pequenos, antes eu já tinha ajustado a ereção, me arrisco e roço de leve na bunda enorme dela, ela não sai, continua como se nada arrumando a mercadoria, finjo que não foi nada e vou de novo atrás dela, dessa vez encosto mais, e aí ela sente mesmo.

Faby: Nossa, o espaço é muito pequeno, né Mati?
Eu: É um pouco, desculpa.
Faby: Ah, não é nada, acidentes acontecem.
Eu: Hehehe, né?

Vou pra outro lugar, agora é ela que vem perto de mim se inclinar, devagar vou me aproximando daquela bunda, chega o momento tão esperado e meu volume tá roçando de leve na bundaona dela, toca uma música de reggaeton, e ela entra no ritmo, mexe aquela bunda, e aí sim, meu pau completamente duro enfia bem na fenda da bunda dela.

Faby: Ah, desculpa Mati, não vi que você tava atrás.
Eu: Sem problemas, dona Faby, acidentes acontecem.
Faby: Kkkk, devolveu pra mim, ah Mati, que simpático você é, gosto muito de você.

Ela leva uma mão no meu braço.
Faby: Nossa Mati, que forte você é, malha?
Eu: Pouco, dona, é mais o trampo na roça.
Faby: Ah, verdade, tomara que meu filho gostasse mais de trabalhar na roça, ele é igualzinho ao pai, até nisso de não gostar de trabalhar no campo.
Eu: Bom, pelo que vi, ele não é tão forte quanto o pai, com certeza na digestão e no corpo puxou a senhora, sua filha vai se parecendo com a senhora, mas ela... É loira. Faby: Você já deu em cima da minha filha, né? Com essa sua sorte com as novinhas. E era verdade, a filha dela já tava uma gostosa, e dava pra ver que ia ficar com uns peitões ainda maiores, porque com 16 anos já tava igual a mãe de peito. Eu: Não, dona Faby, que isso, além do mais ela ainda é de menor. Faby: Ah, fala sério, como se isso importasse pra você. Eu: Sério, nunca me envolvi com menor de idade. Faby: Ah, garoto, não sei se acredito em você. Eu: Como eu disse, prefiro as milf, elas já sabem o que querem. Faby: Ah, garoto, sério que você me surpreende, que quietinho você guardava isso. Eu: É que também não é pra ficar contando por aí, todo mundo ia me julgar, e pior, julgam as mulheres que gostam de caras como eu, por isso essas coisas têm que ser aproveitadas no silêncio, assim convive melhor, e assim aproveita melhor. Faby: Ah, menino, com certeza já pegou várias. Eu: Não, também não, se tive muitas experiências, mas não com muitas, tem que aproveitar várias vezes até um de nós ou elas se cansarem. Faby: Sério, que maduro você parece pra ser um bebê. Eu: Já tenho 26 anos, dona Faby, já cresci, e muito. Faby: É, notei, acho que até demais, tomara que homens como meu marido tivessem crescido tanto quanto você, qual sua altura? Eu: 1,75. Faby: Ah, você é grandão, eu sou uma anã do seu lado. Eu: Nem tanto, dona Faby, o bom de ser baixinha é que não parece tão baixinha, de longe parece mais alta, e mais nova. Faby: Ah, obrigada pelos elogios. Eu: Os que te enfeitam, gostosa. Faby: Kkkkk, ah, Mati, que divertido você é, kkkkk, quem sabe agora que me contou das suas aventuras você vem me visitar mais vezes. Eu: Bom, não vai ser tão seguido, também não é toda hora. Faby: E por quê? Eu: É que não dá o orçamento pra ser toda hora. Faby: Ué, você vai em puta, ah, fala sério. Eu: Não, claro que não. Faby: Então? Eu: Acontece que tem que ir Mas longe, pagar um hotel, convidar elas pra beber ou algo assim. Nem fodendo que eu ia contar que quase sempre as putas esposas pedem cooperação.

Faby: Nossa, e mais ou menos, quanto você gasta num encontro desses?

Eu: Mais ou menos mil pesos, às vezes mais, às vezes menos.

Faby: Ah, não fode, e tudo isso por um tempinho de diversão, Mati, não fode.

Eu: Bom, talvez a senhora ache muito, mas é o mesmo que se gasta tentando pegar uma mina da minha idade, pra no final ela não deixar nem abraçar.

Faby: Ah, Mati, e é por isso que você tá assim?

Eu: Mais ou menos, o pior é que não achei ninguém que eu goste tanto e que goste de mim também.

Faby: Ah, mas muitas te acham gostoso, hein, ficam babando por você.

Eu: Mas a senhora tem certeza que eu ia gostar delas?

Faby: Ah, não, e a maioria é coroa, hahahaha.

Eu: Bom, depende das coroas, mas com uma coroa não daria pra ter um relacionamento sério.

Faby: Isso é verdade, pelo menos você não gasta toda hora.

Eu: Acredite, se eu ganhasse mais, todo fim de semana eu ia e gastava esses mil pesos.

Faby: Tanto assim? Você ia viciar?

Eu: Não, porque um vício é quase todo dia.

Faby: E quase todo dia você não aguentava, ou aguenta?

Eu: Quase todo dia sim, todo dia talvez não, tem que dar um descanso pro corpo.

Faby: Pois é, eu quase todo dia não aguentava, talvez a cada semana, hahaha.

Eu: A senhora não sabe se não experimentar.

Faby: Ah, já chega, Mati, melhor, sabi o quê? Me ajuda a subir essa escada, tenho um pouco de medo de altura.

Eu: Um pouco? É só meio metro.

Faby: Ah, cala a boca e me ajuda, segura a escada, que ela tá toda bamba.

Eu: Não será que a bamba é outra?

Faby: Já chega, Mati, não me enche o saco.

Eu: Hehehehe, tô só zoando, senhora.

Faby: Cuzão malvado.

Ela se segurou em mim pra subir na escada curta e arrumar uns pacotes nas prateleiras de cima. Eu comecei a ter uma vista incrível da parte de trás dela, tinha uma manchinha leve de umidade na buceta dela. Dava pra sentir o cheiro da mulher no cio que estava em cima de mim, tremendo. Ela ia cair e eu segurei suas coxas grossas, era uma delícia, tanta carne nas minhas mãos.

Faby: Ai, obrigada, Mati, vou ter que pedir sua ajuda toda vez que você vier, mesmo que de vez em quando.

Eu: Tá tirando? (Faço cócegas nas pernas dela).

Faby: Ai não, Mati, não, vou cair, ai, melhor eu descer. (Nisso, continuei fazendo cócegas, ela desceu rápido, tropeçando, e foi inevitável que a rabeta dela não fosse parar no meu volume, enterrando de vez).

Faby: Ai, bruto, viu, derrubei essas coisas por sua causa. (Lá estava ela, de quatro, com aquele bundão roçando no meu volume, eu tava louco pra meter ali mesmo. Toquei a legging na cintura dela, e a calcinha tinha aparecido um pouco, era preta de renda transparente. Fiquei me perguntando se a calcinha inteira era assim, pelo pouco que dava pra ver. Que legging boa, vestia como uma luva.)

Eu: Óia, dona Faby, que legging bonita, hein (falei enquanto ela ainda juntava as coisas colada em mim).

Faby: É, né? São bem confortáveis também.

Eu: Ah, é? Pena que não vende dessas aqui.

Faby: Não, meu filho, essas foram presente de um pedido online.

Eu: Uau, me passa o contato, não?

Faby: Se quiser.

Eu: Mas se eu desse uma dessas pra minha ficante (ela se endireita, sem se desgrudar de mim, vira pra olhar nos meus olhos, ainda de costas).

Faby: O quê?

Eu: Bem... não ia ficar tão bom em você. (Quase nos beijamos, quando batem na cortina).

Eu: Fabiruchis, cê tá aí? (Ela se assusta e fala baixinho).

Faby: Rápido, se esconde, e sai sem ninguém te ver pelo outro lado.

Eu sorri e dei um beijão nela de surpresa, ela me fulmina com o olhar. No fim, saí escondido e consegui o que queria. Tinha certeza que isso ia render mais.

Continua...

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