Descobri que minha mãe fode com o vizinho

Oi, meu nome é David. Sou um jovem de 23 anos e minha ocupação é estudar. Atualmente, estou cursando arquitetura na universidade. Segundo muitos professores, tenho um grande potencial que ainda precisa ser lapidado, tipo um diamante bruto. Minha aparência física não é muito importante pra mim, mas posso dizer que tenho uma altura média de 1,70m. Não tenho muito corpo nem um físico atlético pra me gabar, mas também não estou acima do peso; diria que tenho um físico normal.

Ultimamente, tenho pensado se devia compartilhar essa história. Tinha minhas dúvidas sobre isso, mas sinto que pode ser necessário pra entender meu relacionamento tão peculiar com minha mãe. Acho que contar vai ser uma forma de me "desabafar", por assim dizer.

Pra contextualizar, no começo deste ano, meu pai faleceu num acidente de carro. Os detalhes não são muito claros e não gosto de lembrar, mas foi um acidente de estrada em que todos os envolvidos morreram: meu pai e a outra pessoa, que também não sobreviveu. O acidente pegou minha mãe e eu de surpresa, tanto que ela quis entrar com um processo contra a família da outra vítima. Porém, os advogados e o juiz decidiram que ninguém devia pagar nada nem prestar contas pro outro. Iriam deixar isso como um acidente e nenhum de nós voltaria a trocar uma palavra.

Foi algo que deixou minha mãe completamente arrasada, e eu também não me surpreenderia de sentir o mesmo. Por sorte, se é que dá pra chamar assim, meu pai tinha um bom capital acumulado no banco. Pelas condições dele, estabeleceu que o dinheiro seria pra mim. Além disso, ele deixou a casa onde a gente morava no nome dos dois. Então, minha mãe e eu tínhamos um lugar pra morar e não precisávamos nos preocupar muito com dinheiro.

A verdade é que a morte do meu pai deixou uma marca muito profunda na gente. Nos dias seguintes ao funeral, eu não estava animado nem um pouco, apesar das boas palavras e o apoio da minha mãe. Ela era uma mulher muito carinhosa e empática comigo, mas eu sabia que ela também estava lidando com o próprio luto.

Minha mãe se chama Teresa, é uma mulher adulta de 40 anos que me teve numa idade jovem. Não diria que ela é particularmente inteligente, já que nunca se destacou nos estudos nem teve a oportunidade de fazer faculdade. Porém, tanto ela quanto meu pai assumiram a responsabilidade de me criar desde novos, e felizmente conseguiram se virar. Minha mãe é o que poderíamos chamar de dona de casa tradicional: sabe cozinhar, lavar, varrer e cuidar das finanças da casa. Ela realmente se encaixa no papel típico de uma mulher com essas características.

Algo que não combina muito com a aparência dela é que ela está muito bem conservada. Tem o cabelo liso castanho, uns olhos marrons que refletem clareza nas pupilas, e um rosto com lábios, nariz e boca bem delicados e atraentes, mesmo aos 40 anos. Apesar de ser de maior idade, o corpo dela é muito tonificado e bem cuidado, algo que muitas adolescentes invejariam. Medindo uns 1,60 m, algo que a deixa à mercê de homens grandes. Tem quadris largos e peitos de 100 cm que não sei bem se são naturais ou não. A bunda dela também é bem grande e saliente, o que sugere que ela malha na academia. Tudo isso é completado pela pele bronzeada, o que a deixa atraente para qualquer homem.

Durante toda a minha vida, acreditei que minha mãe seria como um anjo que me confortaria e ajudaria nos momentos difíceis. Porém, naqueles dias, eu agia de forma imatura, discutindo e gritando com ela, sem considerar os próprios sentimentos dela e o estado de luto. Não tenho certeza se deveria me sentir grato ou arrependido por isso, mas por causa dessas circunstâncias, aconteceu um evento que transformou nossas vidas drasticamente.

Era uma segunda-feira, o começo da semana, e eu estava de mau humor. Acordei sem nenhum entusiasmo, mas minha mãe abriu a porta do meu quarto e disse:
— Levanta, querido, hoje é um grande dia.

Apesar de ter ficado viúva há alguns dias, seu ânimo era evidente. Mesmo me sentindo incomodado, não demorou muito para o problema se intensificar.

Durante a manhã, minha mãe agiu normalmente. Me preparou o café da manhã e conversamos sobre assuntos do dia a dia.
— Filho, quero te contar uma coisa — disse enquanto se sentava para tomar café.
— O quê? — respondi de forma estoica. Ela explicou que um dos vizinhos nos convidou para um churrasco comunitário e esperava que eu me preparasse para ir depois das minhas aulas. Ela estava animada, mas eu reagi negativamente perguntando quem tinha convidado minha mãe.

— O Henrique? — perguntei.
— Sim, o vizinho da frente — respondeu. Minha reação foi agressiva.
— Aquele gordo, mãe, você quer mesmo ir? Sabe como ele te olha? — respondi de maneira grosseira.
— Não vejo problema, ele é um homem bom. Talvez tenha se divorciado algumas vezes, mas é gentil — minha mãe estava defendendo aquele homem e eu explodi de raiva.
— O QUÊ?! JÁ ARRANJOU UM PADRASTO PRA MIM! — gritei sem pensar.
— Filho, não fale comigo nesse tom — ela respondeu com paciência e calma, mas naquele momento minha paciência se esgotou.
— O QUÊ? AGORA VAMOS FINGIR QUE O PAI NUNCA EXISTIU?! ESQUECEU DELE TÃO RÁPIDO?! — ao responder assim, toquei no nervo da minha mãe e ela explodiu de raiva.
— SEU PAI NÃO ESTÁ AQUI, DAVID, MAS NÃO DUVIDE QUE EU O AMAVA, AINDA O AMO, MAS ELE NÃO ESTÁ. ACHA QUE É O ÚNICO DE LUTO? — foi nesse momento que tanto minha mãe quanto eu começamos a gritar e nos insultar de forma feia, mas a briga terminou de um jeito muito doloroso.
— SE QUER OUTRO HOMEM COM VOCÊ, VAI LÁ, VOCÊ NÃO PASSA DE UMA FRACASSADA — e minha mãe respondeu com um tapa na minha cara e disse:
— E SE NÃO TIVESSE TE TIDO, MOÇO, TERIA APROVEITADO MAIS TEMPO COM SEU PAI — naquele momento, nós dois... Percebemos o que havíamos dito, e eu, com voz baixa, quase chorosa, me despedi da minha mãe.
- Vou embora, não se incomode em me esperar - disse soluçando.
- Filho, pelo amor de Deus, me desculpe, eu... por favor só... - não terminei de ouvir minha mãe quando fechei a porta na cara dela e fui embora.

Naquele dia me sentia tão mal que decidi não ir para as aulas. Fiquei vagando sem rumo pela cidade, mergulhado na dor causada pelas palavras da minha mãe. Imaginava que ela também estivesse arrasada e chorando pelo que aconteceu. Foi muito difícil juntar a coragem necessária para voltar para casa, mas finalmente consegui. Sabia que tinha que consertar as coisas com minha mãe, mas o que aconteceu a seguir me levou a descobrir um segredo muito mais profundo, algo que não me arrependeria de ter descoberto.

Eram quase 20:00 horas quando cheguei em casa, a verdade é que não queria entrar de jeito nenhum, as luzes da parte de baixo estavam acesas e não queria encontrar minha mãe de frente, então entrei pela garagem. Sendo honesto, esperava que minha mãe tivesse me trazido o jantar, já que não consegui comer nada o dia todo e estava morrendo de fome, mas não podia contar com isso. Mas notei algo estranho ao entrar, o carro do meu pai tinha as luzes de estacionamento acesas e o motor estava funcionando, pensei que minha mãe o tivesse usado, mas ela não sabe dirigir, então foi outra pessoa.

Depois de desligar o carro completamente, decidi entrar em casa com um pouco de incerteza, talvez um dos vizinhos a tivesse levado àquele evento que ela mencionou, mas não tinha certeza. Ao entrar na sala, pude ver que havia roupas espalhadas por todo o cômodo, uma camisa, saltos altos, uma calça bem larga, e principalmente roupa íntima, consegui reconhecer as calcinhas e os sutiãs da minha mãe no chão. Era algo óbvio, eram dela! Não havia outra mulher que tivesse esse tamanho.

Por alguns segundos pensei que era impossível, muitas coisas passaram pela minha cabeça... coisas, minha mãe na cama com alguém era a primeira opção. Sério que a machuquei tanto? Quem é o homem que a seduziu? Ela terá feito isso com alguém além do meu pai? Foram perguntas que se acumularam todas de uma vez, mas só havia uma maneira de resolver minhas dúvidas.

Meus passos me levaram a seguir o rastro de roupas até as escadas. À medida que subia, verificava as peças jogadas pelo chão. Um nó de inquietação se formava no meu estômago. Primeiro era uma camisa, era alguém grande, talvez forte. Depois o sutiã da minha mãe. Por acaso ela andou por aí com os peitos à mostra? Em seguida, calças e calcinha. O que veio primeiro? O homem tirou primeiro ou minha mãe o seduziu? Minha mãe o seduziu tirando a calcinha?

Subi as escadas com passos pesados, minha mente ainda tentando processar o que acabara de ver. A porta do quarto da minha mãe continuava entreaberta, como um convite involuntário a continuar observando o que acontecia lá dentro. Uma mistura de curiosidade e apreensão me impulsionou a espiar pelo vão.

Meus olhos se fixaram na cena que se desenrolava no quarto. Uma sensação estranha percorreu meu corpo da cabeça aos pés ao ver minha mãe, Teresa, ajoelhada na frente de um homem que agora identifiquei como o filho da puta do Enrique. ELA ESTAVA FAZENDO UM BOQUETE NELE!

Não conseguia acreditar. A mulher que tanto carinho deu à minha vida estava chupando o pau de um homem que não era meu pai. E TINHA QUE SER O ENRIQUE! Naquele momento, me senti destruído. Minhas bochechas queimavam de vergonha e desconcerto enquanto observava essa cena íntima que eu não deveria ter testemunhado. Minha mente não conseguia processar, quase comecei a chorar ali mesmo.

Mas algo aconteceu. Quando baixei o olhar, vi que meu pau estava totalmente duro. Por acaso fiquei excitado ao ver minha mãe daquela forma? O que há de errado comigo? Não podia negar que a cena era muito bizarra, mas decidi seguir o jogo com essa nova sensação. Abaixei minhas calças e comecei a me masturbar. Não queria que a ação acabasse tão rápido, então continuei olhando... De relance, pra que não percebessem que eu estava ali.

Olhando de novo, minha mãe estava de joelhos, completamente nua. Só dava pra ver a figura dela de lado. As curvas da minha mãe eram marcantes, a cabeleira longa, os peitos enormes e o rabão dela faziam um contraste total com o sujeito cujo pau ela estava chupando.

Enrique era um homem gordo, cheio de pelos por todo o corpo, e ainda mais em volta do pau. Dava pra ver que ele não tomava banho com frequência, e até dava pra dizer que era um pedófilo em potencial. Mas ninguém podia negar que ele tinha uma genitália bem proeminente e generosa na grossura.

Um homem daqueles recebendo um boquete de uma mulher muito fora da liga dele, e o filho da puta estava curtindo a boca da minha mãe.

– OHh Teresa, você sabe chupar meu pau, continua, puta, CON-TI-NUA– Enrique só conseguia curtir o boquete da minha mãe.

–Gghhhh Aghh MMM Gjoo Gggh– minha mãe não conseguia falar, só emitia sons pela saliva e pelos engasgos por causa do ato oral violento.

Minha mãe não conseguia respirar, só conseguia se concentrar no membro do Enrique, só parava pra pegar ar, chupava as bolas dele como se fossem balas, e voltava a se engasgar com o pauzão tremendo que tinha na frente. Ela só fazia aquilo, como caralhos ela podia gostar de um pau tão sujo e fedorento? Até eu, que estava a poucos metros deles, só conseguia pensar no catinga do Enrique. Se ele cheirava tão forte, como devia estar o pau dele.

Só o Enrique estava curtindo a boca da minha mãe, até que, de uma hora pra outra, ele se levantou da cama e agarrou a cabeça dela, batendo contra a própria pelve, enfiando o pau inteiro na garganta da minha mãe.

–EU VOU GOZAR, TERESA, AHHH, ENGULA TUDO, puta, ENGULA MEU SEMEN– foi o que ele conseguiu dizer. Minha mãe não conseguia escapar, só dava pra ver ela prendendo a respiração e engolindo até a base toda a carne do Enrique. Só vi minha mãe com lágrimas nos olhos por causa de um ato daqueles. Minha mãe só conseguia olhar pro teto, em sinal de êxtase, e com uma das zona completamente encharcada.

Meus olhos não conseguiam processar a cena, a garganta da minha mãe estava sendo violentada por um homem nojento, ele só via minha mãe como um brinquedo sexual e com isso em mente, minha masturbação acelerou.

– ENGULA TUDO, VADIA – foi tudo que consegui ouvir quando Enrique puxou minha mãe violentamente contra seu pau e gozou na boca dela, minha mãe não conseguiu reagir e apenas se resignou a engolir a carga grossa do seu amante, só dava pra ver o rosto dela perturbado e excitado ao mesmo tempo. O rosto da minha mãe está batendo no pau de um homem horrível, mas será que minha mãe está gostando? É realmente excitante bater nas bolas de um homem que nem tem a decência de se depilar antes de transar. Eu não conseguia acreditar e acreditaria ainda menos ao ver que por causa dessa cena eu gozei na porta. Me masturbei por isso, por ver minha mãe vulnerável, tenho nojo de mim.

Mas não conseguia parar, pois minha mãe se separou do macho dela e simplesmente engoliu completamente a semente do seu homem.

– UAU, TERESA, VOCÊ É UMA PUTA SEM REMÉDIO, ISSO FOI INCRÍVEL – falou Enrique como se minha mãe fosse uma prostituta qualquer, embora com o que acabou de acontecer, não me surpreende nem um pouco.

– Eu... merda, acabei de fazer algo horrível *soluço* meu filho... não pode fazer isso, sinto muito, Enrique – foi o que minha mãe respondeu com uma culpa que a corroía, ela ainda nessa situação só pensa em mim, no seu filho, minha mãe é muito boa.

Mas o momento foi completamente interrompido por Enrique ao agarrá-la pelas pernas e levantar minha mãe acima do chão.

– EITA, ENRIQUE, O QUÊ? – foi tudo que minha mãe conseguiu responder na hora.

– Teresa, fica quieta só, quero experimentar sua buceta de mulher viúva – Enrique respondeu à pergunta, mas com uma ereção que confirmava sua resposta anterior.

– ME SOLTA, PERVERTIDO INFELIZ, VOU TE PROCESSAR POR ISSO!! – minha mãe tentava de todas as formas escapar do seu amante sem nenhum sucesso, tentei ajudá-la mas Fiquei imóvel quando vi que Enrique estava recuperado e com o pênis totalmente ereto. No meio de sua confusão e angústia, minha mãe tentou protestar, ameaçando com um processo por estupro enquanto se debatia e tentava se libertar da força de Enrique. Suas palavras saíam entrecortadas e cheias de medo, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, ela sentiu o pênis de Enrique abrindo caminho dentro de sua buceta.

Um gemido escapou dos lábios de minha mãe quando a penetração começou. Seu corpo, apesar dos protestos iniciais, reagiu imediatamente ao estímulo, e ela sentiu uma onda de prazer e desejo percorrendo todo o seu ser. Seus seios balançavam com o movimento, e sua vagina se esticou e se encheu completamente com a ereção de Enrique.

As sensações a dominaram completamente. O prazer e a luxúria tomaram conta de seu corpo, e todos os seus pensamentos se desvaneceram. Ela ficou totalmente fora de si, seu rosto mostrava um êxtase que fez minha masturbação acelerar, e seus gemidos se misturaram com meus sons de autoprazer.

Enrique movia seus quadris com intensidade dentro dela. Seus lábios tremiam e um gemido ininteligível escapava de sua garganta a cada investida. Seus olhos, cheios de lágrimas, pareciam perdidos no teto, seu olhar vidrado e sua língua aparecendo, uma expressão de pura entrega e êxtase.

As lágrimas continuavam a escorrer por seu rosto, e em seu estado de confusão e desejo avassalador, não estava claro se eram lágrimas de tristeza ou de êxtase. O corpo de minha mãe, no entanto, não podia negar a intensidade do prazer que estava sentindo. Seus seios se moviam a cada embestida, seus mamilos endurecidos e sua buceta apertava e se agarrava ao pau de Enrique com força.

Enrique, ansioso para prolongar a experiência, tentou falar com ela, usando uma linguagem vulgar e desafiante.
—Ei, puta, você não gosta de ser estuprada? —Suas palavras ecoaram no quarto, mas minha mãe não respondeu com palavras coerentes. Em seu... No lugar, ela soltava gemidos e suspiros entrecortados, sua mente mergulhada num turbilhão de sensações.
–Ighh OHHH gggh ahhhhh– Suas cadeiras batiam ritmicamente nas de Enrique, criando um som erótico e sensual no quarto. O prazer percorria ambos os corpos e parecia que Enrique tinha planejado engravidar minha mãe.
Mas em um momento ele parou. De repente, Enrique interrompeu o ato, deixando minha mãe cair no chão para sentar na beirada da cama. Minha mãe, com uma mistura de raiva e cansaço aparente, olhou para ele e perguntou com voz trêmula:
–Por que você parou? Por que não me deixou terminar? – Enrique encarou-a fixamente e disse com voz dominante.
–Se você quiser, seja minha putinha. Vem e me fode com sua buceta– minha mãe ficou paralisada pela proposta.
–Enrique, vamos amor, só vem e termina de me violentar, não é? – perguntou minha mãe, deixando ele ver sua bunda enorme para provocá-lo, minha mãe se rebaixa a isso para gozar? Que decepção.
Mas Enrique também percebeu isso e disse:
–Olha amor, eu já aproveitei, posso me vestir e sair satisfeito, mas se você quer terminar, vem e usa seu cu para me satisfazer, ENTENDIDO? –
Minha mãe ficou hesitante por um momento, mas a luxúria que a consumia falou mais alto. Ela se levantou na frente de Enrique, dando as costas de maneira provocante. Depois, com um movimento ousado, deu um sentada forte e continuou o ato com ferocidade.
As cadeiras de minha mãe se agitavam como as de uma cadela no cio, ela só conseguia pensar em acasalar e estava disposta a satisfazer os desejos do seu "macho". A conversa que seguiram parecia tirada de uma cena de dominação e submissão, com minha mãe agindo como uma ninfomaníaca insaciável que só buscava a satisfação do seu "dono".

–Sou sua putinha, Enrique…– gritou minha mãe com voz lasciva.
–Me faça sua– Enrique assumiu seu papel de dominador e a pegou com firmeza, levando-os a um frenesi de luxúria desenfreada. Os gemidos e os sons do encontro sexual Eles encheram o quarto enquanto se entregavam ao prazer carnal sem restrições. Eu não conseguia parar de me masturbar, minha mão não parava.

O ato carnal entre minha mãe e o Enrique continuava com uma ferocidade incontrolável. Cada sentada da minha mãe fazia os peitos dela dançarem loucamente, a pele suada do amante dela. O rosto dela estava contorcido numa expressão de êxtase, e os gemidos dela enchiam o quarto, crus e vulgares.

O Enrique, dominante e entregue ao prazer, curtia cada sentada da mulher dele com cada enfiada. A paixão os deixou suados e extasiados, entregues ao desejo mais primitivo e luxurioso.

– Isso, sua puta... – o Enrique rosnou entre dentes. – Cavalga como a vadia safada que você é. – O Enrique só via minha mãe como uma simples puta, que existia e vivia pra satisfazer ele.

O êxtase os prendeu numa dança de luxúria desenfreada. O Enrique rosnou de desejo, anunciando que ia gozar dentro da minha mãe. Ela, no auge do clímax, balançou a cabeça, os gemidos dela enchendo o quarto.

– ISSO, GOZA DENTRO DE MIM, AHHHHHG! – Minha mãe respondeu com voz lasciva e eufórica, e o Enrique correspondeu.

Na última enfiada, os dois atingiram o pico do prazer. O Enrique gozou dentro da minha mãe, enchendo ela com a porra quente e grossa dele. Enquanto isso, minha mãe, no auge do êxtase, teve um reflexo incontrolável e mijou, soltando um jato de líquido que se misturou com a paixão do momento, manchando o chão todo.

Minha mãe se separou do Enrique, o corpo dela exausto e tremendo. A porra do Enrique e o próprio líquido dela se espalharam pelo chão, criando uma prova do prazer desenfreado que eles tinham compartilhado.

Os dois estavam ofegantes e completamente saciados. Os corpos deles estavam encharcados de suor, e as mentes deles, turvas pelo êxtase. O encontro sexual tinha sido bruto, mas isso na minha mente fez com que eu não visse minha mãe como mãe, mas como uma atriz pornô que eu queria que continuasse transando, era algo nojento, mas eu queria ver minha mãe naquele estado e meu corpo me traiu, devido à minha masturbação violenta eu havia manchado a porta da minha mãe com meu sêmen, um testemunho dos meus desejos mais sombrios e primitivos.
Todos os presentes ficamos exaustos e satisfeitos, Enrique se acomodou na cama, ainda se recuperando do ato carnal que haviam protagonizado. Olhou para minha mãe com um olhar carregado de desejo e sussurros lascivos.
–Isso foi incrível, minha putinha. Quer continuar? –Teresa, com um tom de birra como se fosse uma criança mimada, respondeu irritada: –Não sei, talvez a gente devesse... ah, me deixa em paz! –
Enrique apenas riu do comentário e disse à minha mãe.
–E então, Teresa, vamos continuar, o que você acha? Antes que seu filho chegue– mas de repente minha mãe o interrompeu
–David? – minha mãe ficou paralisada de medo ao me ver na porta, ao cruzar nossos olhares, ficamos paralisados.
O medo, a vergonha e o terror se refletiam nos olhos da minha mãe, e o mesmo turbilhão de emoções me invadiu. Nenhum de nós sabia o que dizer ou como reagir naquele momento, e ficamos paralisados, presos numa situação vergonhosa e devastadora. A imagem da minha mãe, tão vulnerável e perdida, era uma imagem que eu nunca esqueceria, e a vergonha tomou conta de mim por ter testemunhado algo tão íntimo e pessoal.
No entanto, a situação deu uma guinada inesperada quando minha mãe, num ato reflexo, se levantou do chão e começou a gritar com Enrique. Suas palavras foram cortantes e cheias de acusações.

–Você é um estuprador! Cai fora daqui! –gritou minha mãe, sua voz cheia de fúria e desespero. A vergonha que ela sentira inicialmente dera lugar à raiva, e minha mãe estava expulsando Enrique do quarto aos chutes, nu e humilhado.
Fiquei na soleira da porta, ainda em estado de choque pelo que testemunhara. A cena se tornara caótica e perturbadora, e minha mãe passara da submissão e a A luxúria se transformou em fúria e acusação em questão de segundos. Meu coração batia forte, e eu sentia uma profunda confusão e excitação pelo que havia acontecido.

Me vi em uma situação completamente inesperada e dilacerante. Minha mente estava num caos de emoções, enquanto observava minha mãe enfrentando a situação com um arrependimento esmagador. Não sabia o que pensar nem como reagir ao que acabara de testemunhar.

As lágrimas que escorriam pelo rosto da minha mãe eram como um torrente de remorso, um fluxo que revelava a profundidade de sua angústia. Sua voz trêmula se esforçava para encontrar as palavras certas, enquanto tentava explicar o que havia acontecido naquele quarto. Naquele momento, a confusão e a surpresa se misturavam na minha mente, deixando-me sem palavras.

– David, eu... não sei como explicar... Foi um erro terrível, uma loucura... – suas palavras saíam entrecortadas, e sua voz estava cheia de pesar.

Era evidente que minha mãe estava em estado de choque emocional, lutando para encontrar uma forma de comunicar a magnitude do que havia acontecido. Enquanto falava, suas lágrimas continuavam a fluir, como se fosse incapaz de conter a maré de emoções que a inundava.

– Me perdoa, David! Por favor, me perdoa! – suplicou, suas palavras ecoando com desespero no quarto.

Vi minha mãe correr para o banheiro, seus passos apressados ecoando pelo chão da casa. A porta se fechou com um baque surdo, deixando-me sozinho e perplexo no meio de um mar de emoções. A imagem da minha mãe se desmanchando em lágrimas e pedindo perdão ficou gravada na minha mente, e me deixou com um nó no estômago e uma sensação de confusão avassaladora.

Mas uma coisa era certa: dali em diante, minha mãe e eu nunca mais tivemos uma relação normal.

Continua…

5 comentários - Descobri que minha mãe fode com o vizinho

10 puntos
Me llama la atención ver cómo sigue la historia. Una o dos fotos de referencia no estarian mal y llamaría más la atención.
Muy buen relato viejo, y concuerdo con los de las imágenes, sería más cómodo no ver tanta letra en la lectura 🙌🏼
Tiene continuación el otro relato?

Y cómo se llama el otro relato?
Excelente relato y por favor sube la continuación