Como me volvi saunero (Parte 7)

Chegando nos dias atuais. Minhas visitas ao sauna ficaram um pouco mais frequentes. Em 1 ano fui umas 8/9 vezes. Como já contei em outro capítulo, em algumas visitas não rolava nada demais além de um boquete ou masturbação sem nada memorável.
Em agosto de 2023 foi minha última visita. Depois de tantas visitas, o nervosismo não existe mais. Você começa a entender que ali dentro todo mundo tá na mesma que você. Tarados, depravados, cheios de fantasia. Todo mundo quer a mesma coisa, sexo. E ninguém quer confusão nem enrolação. É um espaço de poucas palavras, as regras são claras.

Como sempre, vestiário, pelado e pro cinema. Sentei, dei uma olhada no filme e no que o pessoal tava fazendo. Pra ser um dia de semana cedo, tinha movimento. Passei uns 40 minutos de boa. Olhando os outros se pegando e transando.

Não tinha ninguém que me atraísse muito, mas entre todos tinha um senhor que dava pro gasto. Uns 50, bigode, estilo militar, moreno, pau normal. Já tinha visto ele umas vezes e ele me viu olhando.

Num momento ele fica parado a uns 4/5 metros de mim. De toalha. Olhei pra ele umas vezes, até que criei coragem e me aproximei. "Posso chupar seu pau?" perguntei. Ele só balançou a cabeça.

Eu me ajoelhei, ele ficou parado apoiado num palco que tem no cinema e chupei o pau dele uns 15 minutos. De vez em quando eu subia e a gente se beijava, mas encontrei uns beijos ruins de novo. Nessa hora descobri que ele era brasileiro, porque falava português. Não liguei muito e continuei chupando.

Numa hora enjoei, levantei e depois de me despedir fui dar uma volta. Claro que terminei de novo no cinema.

Sentado num sofá, via os outros fazendo coisas, até que dois caras sentaram num sofá perto de mim e um começou a chupar o outro. O que tava sendo chupado me chamou, mas recusei.

Depois de um tempo, o chupador levantou e foi embora. O homem que fez sinal pra mim veio pro meu lado, de pau duro, e sentou. Não me atraía muito o senhor, mas ele tava duro e era um pau bonito, sem ser nada demais. Peguei nele e me abaixei. Chupar ele.
Deitei de lado, sem ajoelhar no chão, o que deixou ele tocar minha bunda. Na hora tirei a toalha pra dar acesso ao meu cu. Os dedos dele foram direto lá. Começaram a brincar.

Não tinha muita prática, faltava ser mais suave e lubrificar. Cuspi na minha mão e lubrifiquei o buraco na esperança de melhorar, mas não consegui. Um lado meu pedia pra ele me comer, mas o outro dizia que não, nem tava me tocando direito.

Depois de um tempo nessa brincadeira de boquete e dedada no cu, e uns beijos ruins no meio, me levantei. Fiquei sentado do lado dele batendo punheta pra ele, e ele bateu pra mim. Eu tava muito excitado e a punheta foi boa, não demorei pra espirrar tudo. No meu parceiro, em mim e em tudo que tava perto.

Ele pediu desculpas por não gozar, mas já tinha acabado algumas vezes.

Saí feliz e todo melado de porra. Orgulhoso de ser bi, de experimentar minha sexualidade e meu corpo. Mas sabendo que ainda tem caminho pela frente, e que termina comigo sendo comido finalmente.

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