Como conheci a Martina

Talvez meu post anterior tava no lugar errado, e eu devia ter começado por este, já que foi o começo de tudo. Mas fazer o quê, não pensei que ia ter tanta repercussão e que vocês iam querer saber mais da nossa relação.
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Passada a metade de 2022, eu tinha conseguido um trampo novo, era muito melhor do que o que eu tinha, e me pagavam mais, além de que não precisava ficar viajando toda hora, o que me permitiu morar onde moro agora de forma fixa.
Tinha um bom amigo do colégio bem aqui nesse lugar, com quem a gente eventualmente saía pra um bar, era uma constante quase todo fim de semana.
O lugar era bom porque tinha um bar na frente, e atrás umas mesas de sinuca.
Com o Pablo fomos como de costume, mas naquele dia o clima tava estranho, tudo mais calmo, tinha pouca gente. Tomamos uns drinks e eu perguntei se ele queria jogar uma sinuca, e ele topou.
Enquanto a gente jogava, vimos duas minas na mesa do lado jogando pela primeira vez, parecia que elas eram bem ruins mesmo. Não que a gente seja muito bom, mas elas eram ruins de verdade, hahaha.
Aí quando a gente terminou de jogar, chamei o Pablo pra ir lá fora fumar um cigarro.
—Caraio, viu como tão as gostosas do lado? Bucetudas demais.
—É, parceiro, vamos chamar elas pra jogar uma partida. Eu pago se quiser.
Pablo é um cara que sabe falar muito bem com as pessoas, então em 2 frases convenceu elas a jogar.
—Ei, mas vamos fazer isso em casal, um de vocês com cada uma de nós — Disse Martina entre risadas.
Beleza, então vem comigo" — falei pra ela.
A Martina tinha uma calça jeans que, do jeito que marcava a raba dela, era inacreditável, além de uma regata que ficava acima do umbigo.
Pra não prolongar muito, a gente se conheceu ali, a outra mina que tava com ela era amiga dela.
E entre uns copos e já pegando confiança, decidimos jogar a revanche.
A primeira eles tinham ganhado o Pablo e outra gostosa.
Então eu falei pra ela
— Marti, cê tem problema se eu te ajudar com os tiros? É que não quero perder pra esse babaca. — Falei rindo.
-Não, não, de jeito nenhum, me ajuda aí, tô puta da vida com esse otário porque ele não quis sair.
Parece que ela também queria ganhar.
Questão que nessa altura já era umas 2 da manhã e o lugar tava pra fechar. Então a transa tinha que ser rápida.
Pra não prolongar a história, toda vez que a Martina dava uma sentada, eu ajudava com a mão e me aproximava devagarzinho da bunda dela com meu pau.
Depois de uns bons tiros, só tinha sobrado a negra, e era a vez dela.
Pablo já tinha notado que eu tava afim dele, a outra gatinha não sei por que era meio burra, mas fazer o quê.
Fiquei atrás da Martina, ajudei ela a segurar o taco entrelaçando nossas mãos, mirei e bati na bola, ganhamos.
Quando a gente ganhou, eu apoiei ela toda sem disfarçar, e ela comemorou do jeito mais provocador contra a amiga dela.
Depois disso, o lugar já estava fechando, então a gente tinha que decidir o que fazer.
Pablo e a outra gostosa foram com seus respectivos parceiros, e ficamos só eu e a Martina.
— Quer que eu te leve até sua casa? — perguntei.
-Vamos, vocês não saem?
- Não, não, já tamos velhos pra isso, acho que agora vou tomar uma taça de vinho e dormir.
—Ah, cê gosta de vinho?
- De vez em quando eu dou uns pegas.
—E dá pra saber se você vai estar sozinho ou acompanhado?
—Mmmm, beleza, se quiser vir, vou estar acompanhado, senão sozinho — falei rindo.
-Hahaha, beleza, vou com você.
Então fomos pro meu apê.
Durante a viagem, dava pra ver que o efeito do álcool já tava passando, e ela começou a ficar mais na dela, falando pouco, mas eu imaginava que depois do vinho ela ia se soltar de novo e começar a bater um papo.
Não me perguntem por quê, mas eu tinha certeza de que naquela noite eu ia levar ela pra cama. Não sei se já aconteceu com vocês, mas naquele dia eu tava me sentindo confiante.
Chegamos no apartamento, e a Martina tava mais gostosa do que no bar, era linda com toda aquela luz.
Abri o melhor vinho que eu tinha, não podia passar vergonha na frente da convidada. Enchi uma taça pra ela, outra pra mim, diminui umas luzes e ligamos a TV no sofá.
Já com 2 copas na cabeça, começou a se soltar mais.
-Onde fica o banheiro?
-Aqui à direita, pode entrar.
Enquanto ela ia no banheiro, fui pegar mais vinho porque tava batendo e eu tava gostando, ela tava falando mais e a TV ficava em segundo plano.
Quando ela sai, eu entro no banheiro. Depois disso, vejo ela no antebanho se olhando no espelho.
-Com licença, vou lavar as mãos.
Lava esses pratos assim, vou me arrumar aqui kkkkk
Se era isso que queria, isso ia ter.
Enquanto ela estava na frente do espelho, cruzei minhas mãos por baixo das dela e lavei elas junto, enquanto a apoiava um pouquinho e ela só ria.
- Não te parece que você me apoiou demais jogando sinuca?
- Isso te incomodou? Des...
—Quando eu disse que me incomodou? Eu te perguntei se não foi demais.
-Aaaa kkkk, acho que faltou um pouco, nunca é demais.
E aí ela mexe a bunda pra trás, agora apoiando a raba no meu pau, e me segurando pelo pescoço.
Passei uma das minhas mãos esfregando a buceta dela por cima da calça jeans, enquanto ela arqueava o corpo de tesão.
Aí comecei a ficar muito excitada.
Depois eu agarrei ela pela cintura, enquanto a gente se olhava pelo espelho, a cara dela já era de prazer e tesão, tava bem corada.
Enquanto ela continuava esfregando a raba no meu pau, fui passando a mão por baixo da camiseta e do sutiã dela, e comecei a apertar os biquinhos, que já estavam bem durinhos.
Virei ela e começamos a nos beijar de um jeito muito apaixonado.
Enquanto a gente se beijava, eu não parava um segundo de agarrar a bunda dela e dar uns tapas, e percebia que isso só aumentava a excitação dela.
Ela, ao mesmo tempo, pegava na minha pica por cima da calça.
Até que peguei ela pelo pescoço e fui levando aos poucos pra ela ficar de joelhos enquanto continuávamos nos beijando. Agora ela tinha ficado de joelhos, na frente do meu pau, e começou a me tocar um pouco por cima enquanto desafivelava minha calça.
Assim que ela desabotoa, começa a chupar minha pica.
Muito devagar, ela passava a língua por toda a minha pica, que ia crescendo na boca dela.
Ela não colocava tudo na boca, então eu optei por agarrar o cabelo dela e marcar o ritmo da penetração.
Agora sim, meu pau entrava todinho na boquinha dela.
-Olha pra mim enquanto chupa minha pica.
E muito obediente, começou a me olhar enquanto me chupava.
O ritmo da penetração na buceta ia aumentando a ponto de minhas bolas baterem no períneo dela, até que a boca dela se encheu de saliva.
Nesse momento ela sentou e tirou a camiseta e o sutiã, deixando as tetas dela à mostra.
Toda a saliva foi parar nas tetas dela e no peito dela.
- Você gostou? - Ela me perguntou
Adorei.
Enquanto tudo isso acontecia, ela me batia uma punheta, até que se levantou.
Uma vez de pé, a gente continuou se beijando, até que ela se encostou na bancada do lavabo e abriu as pernas. Dei umas palmadas nela e comecei a puxar a calça pra baixo. Lá embaixo, o cuzinho dela já tava vermelho de tanta palmada, e ela tava de fio dental azul escuro.
-Que bunda gostosa- e dei mais um tapa nela.
-Jajaja adoro palmadas na bunda.
Apoiei ela mais uma vez, agora com a fio dental vestida e a calça no joelho, enquanto passava a mão na buceta toda molhada — ela mal conseguia ficar em pé de tanto tesão.
Puxei um pouco a fio dental dela e enfiei devagar.
-Uyyy como entrou, tá bem molhadinha
-Aí eu adoro, me dá forte.
Peguei ela pelo cabelo e pelas cadeiras e comecei a meter bem forte de pé.
-Ai, a puta que pariu, não aguento mais minhas pernas. - Ela me disse
Apoiei a cabeça dela na pia e continuei metendo forte, ela não parava de gemer.
Era lindo meter com força, vendo que ela não resistia a nada.
Peguei ela pelo cabelo de novo e levantei pra ela se ver no espelho.
—Que puta que tu é.
- Ai, adoro, me dá, me dá - ela dizia enquanto a gente se olhava pelo reflexo do espelho.
Segurei os dois braços dela com toda minha força com uma mão e com a outra puxava o cabelo dela enquanto metia forte.
Depois disso, a gente começou a se beijar e nenhum dos dois aguentava mais de pé, então continuamos na cama.
Ela ainda de jeans e fio dental, deitou de barriga pra cima enquanto eu comecei a chupar a buceta dela.
Ela tava pegando fogo, me puxava pelo cabelo pra me pressionar contra o clitóris dela enquanto não parava de gemer.
—Me come, não aguento mais.
Agora ela de barriga pra cima, a gente comeu.
Eu comecei metendo não tão rápido como antes, mas ela com as mãos na minha cintura marcava um ritmo cada vez mais rápido, enquanto com a outra mão começou a se tocar.
—Não aguento mais — falei, e tirei meu pau da buceta dela, gozando em toda a barriga e no peito dela. Depois disso, ela soltou um gemido bem forte, sinal de que tinha gozado.
—Nunca tinha transado com alguém tão gostoso na primeira vez — ela me disse.
-Eu também não kkkkk
-Como você se divertiu?
-Uai, muito bom, você é muito gostosa, mina.


Depois disso, a gente tomou banho junto e foi deitar pra dormir.





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