Sou o brinquedo sexual do meu padrasto (parte 2)

Reuniões secretas no meu quarto quando não tinha ninguém em casa.

Olá de novo...?
Dessa vez vou contar como foi minha primeira reunião quando ainda tinha 16 anos, e como eram algumas outras reuniões, quando não tinha ninguém em casa. Mas eram poucas vezes que a gente podia fazer isso, e às vezes iam todos, às vezes só alguns. Vocês vão entender que todos os amigos do papi chuki eram casados, e já vão sacar por que às vezes uns estavam e outros não. Mas era assim que as coisas rolavam.

Continuando a história...
Quem já leu o outro relato já sabe o que acontecia no carro do papi chuki. Num desses dias, papi chuki me fala pra fazer uma reunião em casa com quem pudesse ir, porque naquele fim de semana minha mãe ia visitar meus avós. Meu avô tinha sido internado no hospital depois de um pequeno acidente, quebrou a perna, e minha mãe tinha que ficar com ele no hospital pra cuidar. Aí ele comentou essa ideia com o amigo dele e comigo. Fiquei pensativa, mas o amigo dele adorou a ideia. Eu só falei que respondia mais tarde, porque tinha combinado de ir com minha mãe pro hospital. Mas meu padrastro disse que convenceria minha mãe pra eu não ir. Então a gente combinou que, se eu não ficasse no hospital, viria pra casa pra reunião. Se não, a reunião seria cancelada.

E foi assim que o amigo do papi chuki contou pros outros amigos sobre a ideia. Segundo me disseram, todo mundo curtiu muito a ideia, e já tinham inventado um monte de pretextos pra sair de casa naquele dia. Já estavam preparados, independente de eu poder ir ou não.

Aí chegou sexta-feira, o dia da visita. Minha mãe, eu e papi chuki fomos pro hospital e ficamos lá até as 8 da noite. Então papi chuki comenta com minha mãe que já era hora de ir embora, e eles decidiram que só minha mãe e outro irmão dela ficariam cuidando do meu avô. Eu e papi chuki iríamos pra casa descansar. A gente concordou, e então... Papi Chuki manda um recado para todos os seus amigos, pra ficarem prontos porque às 21h30 a gente estaria lá em casa. Ficamos mais uma hora lá fazendo companhia, nessa hora eu acabei dormindo de tão entediada que estava, só lembro que já estava no carro e o Papi Chuki dirigia, estacionou numa loja e comprou licor, cervejas e cigarros. Eu comprei um energético que o Papi Chuki me recomendou pra levar e tomar, e foi o que fiz enquanto íamos pra casa, e aí já fiquei bem acordada. No caminho, passamos pra buscar dois amigos dele: um era o amigo dele, Pepe, e o outro, que me apresentaram pela primeira vez, se chama don Telmo, de 49 anos, divorciado, e era muito alto — segundo disseram, media uns 1,90m, meio moreno e barrigudo. Disseram que ele era da cidade de Tecate.

Fiquei surpresa e nervosa porque era a primeira vez que o via, enquanto don Pepe e Papi Chuki me diziam pra me acalmar, que ele era um amigo de confiança. E eu só fiquei meio quieta, respondendo uma ou outra pergunta que me faziam até chegar em casa.

Umas duas quadras antes de chegar, os outros amigos dele estavam esperando numa loja. Chegamos, eles subiram no carro e fomos pra casa, enquanto eu já estava bem nervosa com tantos homens que tinham entrado no carro. Entramos em casa e o Papi Chuki me disse pra ir me trocar, pra colocar o uniforme que eu usava pra ir à escola e tomar banho antes; enquanto isso, eles me esperariam na sala. E foi o que fiz.

Fui pro meu quarto, tomei banho, coloquei o uniforme da minha escola, sequei o cabelo e já estava pronta. Estava bastante nervosa por causa do homem novo que me apresentaram; então desci até onde eles estavam. Estavam bebendo, assistindo a um filme de ação, muito animados, e quando me viram soltaram um grito de empolgação. E eu, quietinha e nervosa, só respondia com palavras simples (me sentia assim porque era a primeira vez que estava com todos eles de uma vez e com um estranho novo; porque com os outros eu já conhecia e a gente já tinha intimidade). Fui cumprimentando cada um e dando um beijo na bochecha, até que sentei do lado do Papi Chuki. Ele começou a me tocar e a levantar minha saia, enquanto os outros riam e olhavam. Aos poucos, fiquei mais à vontade e comecei a falar mais coisas.

Trocaram o filme e colocaram um daqueles filmes pornô. Eles abaixaram as calças e começaram a tocar nos próprios pênis. Enquanto isso, eu abaixei a calça do Papi Chuki, peguei o pau dele com as mãos e comecei a chupar. Outro, que estava ao meu lado, começou a me tocar. Eu só fechava os olhos e mamava o Papi Chuki. Fiquei assim por alguns minutos, até que o Papi Lucho me disse para ir chupar o outro amigo dele. Fui e mamei outro, que também ficou me apalpando e tocando nas minhas partes. Eu só fazia o que mandavam, não estava excitada.

Fiquei com todos assim, até chegar no estranho do Telmo. Ele só observava. Quando cheguei nele, sentei entre as pernas dele (mas só fiz porque os outros amigos me disseram para fazer isso). Ele só sorria ou ria, mas pude sentir com minhas nádegas que ele tinha um volume muito maior que o resto. Eu só sentei e depois levantei, já com mais confiança. Ele começou a meter a mão nas minhas partes e, por último, me beijou no pescoço e na boca, com o resto incentivando e gritando alegremente. Fiquei um bom tempo com ele assim.

Até que nos acalmamos. Voltei a sentar ao lado do meu Papi Chuki. Ele me deu um copo com uma bebida meio doce, não parecia tão forte, e tomei de uma vez só. O Papi Chuki me disse para ir ao meu quarto e esperar lá, que eles iriam um por um. Fui para o meu quarto e esperei deitada na minha cama. A bebida que tomei me deixou mais tranquila e calma.

O primeiro que entrou foi o Daniel, de 43 anos. Ele disse que tinha feito um sorteio e que ganhou o primeiro lugar. Então, se despiu, subiu na cama e começou a tocar nas minhas partes e a me beijar. Eu só deixava, mas antes que ele continuasse, pedi para apagar as luzes. foi assim que ele fez. Ele ficou me beijando e colocando o pênis na minha bunda e na minha buceta até que ele disse que já ia gozar e que eu devia chupar, e foi o que fiz. Limpei o pênis dele com um pano úmido e chupei até ele gozar dentro da minha boca. Quando acabou, fui bem rápido ao banheiro para cuspir a porra dele.

As qualidades do Daniel são que ele tem um pênis de 13 cm, não sai muita porra, e digo isso pelas muitas vezes que fiquei com ele. É bem pouca a quantidade que sai, e ele é o mais rápido de todos, leva no máximo 5 minutos quando já fiz ele gozar antes, mas dessa vez ele demorou um pouco mais e saiu a mesma quantidade. Então ele se vestiu e foi embora, enquanto eu estava no banheiro enxugando a boca e saí para esperar o próximo.

O segundo que entrou foi o senhor Angel, de 57 anos. Ele tinha o pênis um pouco maior, de 16 cm, e era um pouco mais demorado que o anterior. Tinha que chupar bem forte o pênis dele para ele ficar bem duro e fazer ele gozar mais rápido. Ele entrou no quarto e eu também pedi para apagar as luzes, e ele fez. Começou a me beijar e a tocar minhas partes com o pênis dele. Esse sim tentou me enfiar o pênis, mas eu não deixava, porque doía cada vez que ele tentava meter a cabecinha do pênis na minha buceta. Eu tentava me afastar sempre que ele tentava, mas ele me agarrava bem forte pela cintura e tentava mesmo assim. Ficamos nessa luta até que ele me disse para ficar de quatro com as pernas fechadas, e eu fiquei. Ele meteu o pênis entre minhas pernas e minha buceta e começou com a metida e tirada bem rápida. Nesse momento, comecei a esquentar e a me excitar, soltando gemidos, e ele também. Até que ele me disse para me deitar para ele gozar na minha cara. Fiquei com a cara toda encharcada da porra dele. Ele se deitou ao meu lado de cansado, e eu fui ao banheiro me limpar. Quando saí do banheiro, me deitei ao lado dele, já que ele também me deixou cansada, e ele desceu até minha buceta e começou a lamber até eu começar a sentir uma cócegas muito gostosa, mas durou bem pouco. Então ele se vestiu e saiu do meu quarto. me deixando assim
são vontades e assim fiquei na minha cama.
O terceiro foi o senhor César, de 52 anos, quase igual ao senhor Ângelo,
sempre com vontade de enfiar o pinto dele, mas diferente do outro, esse sim
jorra bastante porra. Ele tem um pênis de 14 cm. Quando ele entrou, foi a mesma coisa que o
outro: entrou e já foi me beijando e tentando enfiar, e eu não facilitava pra ele.
E assim passamos os dois, ele querendo me desvirginar e eu tentando não deixar ele
enfiar, até que ele me disse pra não me mexer e que só ia enfiar a
cabecinha do pênis dele pra deixar a porra dentro e eu fiquei quieta. E ele só
enfou a cabecinha na entrada da minha buceta e começou a gozar. Eu só sentia
algo bem quentinho na minha vagina enquanto ele beijava meu pescoço e tentava enfiar
um pouco mais o pênis na minha buceta. E nesses momentos eu fiquei muito excitada por
sentir tanto líquido saindo do pênis dele, que soltei um gritinho e fiquei
bem quieta e molhada de cansaço. Ele foi ao banho, se vestiu e saiu.
Toquei minha buceta e estava bem molhada e fiquei assim, sem vontade de levantar.

E entrou o quarto, o senhor Pepe, de 39 anos. Tem um pênis de 15 ou
16 cm e, igual ao resto, ele me apalpou e disse que minha buceta estava bem
molhada. Eu disse que era o sêmen do senhor César, mas ele não ligou e
continuou me apalpando até que me pediu pra chupar ele até tirar a porra, e
eu aceitei e fiz isso. Chupei ele enquanto ele mexia na minha buceta, nas minhas nádegas,
até que depois de menos de 10 minutos ele gozou na minha boca e, igual da outra
vez, fui correndo ao banheiro pra cuspir aquela porra. Ele se vestiu e saiu do quarto até
eu sair do banheiro.

Me deitei do lado mais seco da minha cama porque em outras
partes estavam úmidas de sêmen e fiquei ali um tempinho até que entrou o senhor
Telmo, o novo. Ele me perguntou como eu estava, eu respondi que bem, mas um pouco
cansada. Então ele me perguntou se podia atendê-lo também, eu disse que
tudo bem. Então ele se despiu e me pediu pra chupá-lo. Peguei o pênis dele
com minhas mãos e notei que o pênis dele era mais grosso e um pouco maior. que o pau do don Angel me deixou muito surpresa porque eu não conseguia segurar com as mãos e quando eu queria chupar quase não cabia na minha boca, então fiz o que pude, peguei nas bolas dele que eram ainda maiores e ficavam penduradas enquanto ele me dizia que eu estava fazendo muito bem, melhor que as outras mulheres. Até que ele decidiu mudar de posição, com as pernas abertas, e ele foi colocando a cabeça do pau na minha buceta, ficando assim brincando com minha bunda e minha vagina. Até que vejo que entram todos os amigos do papi chuki no quarto, com música e cervejas, me dizendo que entraram para ver se eu estava bem e eu disse que sim, e eles se acomodaram por ali, uns sentando em volta da cama, outros em pé, enquanto don Telmo continua no seu trabalho; aí ele me diz para ficar de quatro e eu faço isso com as pernas fechadas, e ele mete entre minhas pernas e começa com o vai e vem, enquanto outro se aproxima com o pau dele e me diz para chupar, e eu também faço, e assim todos começam a querer que eu chupe cada um; até que don Telmo começa a intensificar os movimentos e, no último momento, tenta enfiar o pau na minha buceta, mas como não entra de tão grande que é, ele começa a me forçar e aí sinto que ele goza, ele tentando meter e eu forçando para tirar ele de cima, mas ele se joga sobre mim me esmagando e me deixando exausta e cansada, fiquei ali sem conseguir me levantar e os outros continuaram me apalpando, e até aí eu lembro porque acabei dormindo de tão cansada que estava e só sentia como eles me pegavam e me viravam de lado para continuarem nas suas coisas, só tenho leves lembranças disso. Na manhã seguinte, acordei na cama e coberta, mas com alguma dor e as lençóis úmidos, e minha buceta um pouco irritada e com muito fluido saindo, que era grudento, então fiquei deitada assim até que mais pela manhã papi chuki entra e me pergunta como amanheci, eu respondi que dolorida e muito suja, aí ele me diz para tomar um banho quente, que já ia me trazer uns remédios para a dor e que Fiquei com medo porque minha mãe não ia demorar para chegar em casa e foi assim que fiz.
Mais tarde, meu pai Chuki veio com as pílulas, me pegou e eu estava pronta para quando minha mãe chegasse. Arrumamos meu quarto e jogamos fora os lençóis muito sujos, e os outros foram para a máquina de lavar.
E assim terminou a primeira vez que fiz isso com os 5 amigos do pai Chuki, mas dessa vez com um estranho a mais que já começou a ser mais um do nosso grupo.Sou o brinquedo sexual do meu padrasto (parte 2)

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