Voltamos, galera! Fazia um tempão que não tinha um tempinho livre pra fazer isso no trampo. Vamo direto ao ponto.
Era verão, começava o fim de semana, numa província onde rola muita gente estudando. Eu com 22 anos, ela com 18 recém-feitos. Eu, através das irmãs, consegui o apê do lado do meu pra elas, então a gente tinha contato, mas nunca tinha passado disso: trocar umas palavras, uma mensagem de vez em quando ou quando ela precisava de algo.
Era sexta à noite, um amigo meu tava fazendo aniversário e resolvemos nos juntar pra tomar algo e comemorar. Nada demais, só um fernet, conversa e música. Nisso, ela me manda mensagem dizendo que tava entediada, perguntando o que eu tava fazendo. Aí acendeu uma luz na minha cabeça: mandei um convite pra ela. E já avisei meu amigo: "Vou levar um presentinho pra você". Pensei que talvez ele pudesse pegar ela – eu já tinha comido as irmãs, ela era mais nova e nunca rolou nada entre a gente, então achei que com ele podia dar certo.
Já no apê, a gente tava os três na varanda. Depois de umas longas conversas, risadas e de ter bebido bastante, levantei pra ir no banheiro. Quando tava voltando, ela se levantou, veio na minha direção, me agarrou e me deu um beijão. No estado que eu tava, perdi o controle e, sem saber como, a gente acabou no banheiro. Comecei a passar a mão nela por todo lado. Ela tava de saia curta, então enfiei a mão por tudo. Sem rodeios, levantei a saia dela, puxei a calcinha fio dental e, de frente, comecei a chupar toda aquela buceta molhadinha. Ela começou a gemer igual uma louca.
Pra minha surpresa, ouvi batidas na porta e alguém gritando: "Sai daí!". Era a irmã do meu amigo, que eu nem sabia que tava no quarto ao lado do banheiro. Que vergonha! Saímos do banheiro, peguei na mão dela e vazamos. Falei pro meu amigo: "Me desculpa, não era a intenção, mas no estado que a gente tava, uma coisa levou à outra". Saímos de lá, nos pegamos no elevador, saímos de mãos dadas como se fôssemos namorados de uma vida inteira. E, uma vez no carro, fomos pra casa. Fim, éramos vizinhos. Eu pensava que a essa altura a coisa já tinha esfriado, mas quando chegamos, ela me olhou e disse: "Sobe??" Quando me dei conta, de novo estávamos nos pegando no elevador, a caminho do apartamento dela. Quando subimos, começou a pior parte: ela ficou melancólica com algumas coisas que acho que todo mundo passa quando se desapega da família. Continuamos tomando umas cervejas que ela tinha, pra minha surpresa, e terminamos no chuveiro, nos banhando, já sendo um pouco mais sutis, porque ela era muito cautelosa e meio que me mantinha no meu lugar. Eu colocava a mão um pouco pra não parecer tão punheteiro, não apressava as coisas. Depois, na cama, começou a melhor parte. Ainda lembro do corpo dela, uma gostosa, um sorriso único, puta que pariu, que bombom eu estava prestes a comer. Quando comecei de novo a chupar a buceta dela e quis colocar um dedo, percebi que ela era virgem. Sim, senhores, a coisa mais deliciosa do mundo: eu estava chupando a buceta e o cu de uma virgem. Ela me olhou e disse: "Sim, sou virgem, e quero que você seja o primeiro." Uma loucura, literalmente. Nos conhecíamos há 4 horas, nunca tínhamos tido nenhum contato prolongado além de um "oi". Na verdade, eu a via como uma garota qualquer. Enfim, eu estava desvirginando ela devagar. Eu, já com um pouco mais de experiência, fui conduzindo até que, estando por cima dela, a penetrei. Para meu deleite, não podia acreditar! Acho que naquele momento deixei o sexo de lado e me dediquei a beijá-la, fazê-la se sentir confortável e aproveitar o momento. Depois, fomos tomar outro banho juntos. Quando voltamos, dormimos. No dia seguinte, de manhã, imaginem: eu com uma mina do lado, mais forte que chute de batida policial. Acordei de pau duro, comecei a beijar os peitos dela, fui descendo, beijando todo o corpo até chegar na buceta. Dei um boquete nela que ela se contorcia. Virei ela e chupava a bunda dela até que ela começou a levantar mais e mais a rabeta. Coloquei ela de quatro, ensinei como meio que arquear as costas e detalhes assim, e comecei a penetrar ela. Puxava ela pelo cabelo e ela ficava louca, até que, lentamente, com a outra mão, comecei a apalpar aquela bunda que... Já com a língua comecei a abrir, quando entrou a ponta do primeiro dedo ela ficou louca. Longe de reclamar, me disse que gostava. Então, sem hesitar, tirei meu pau da buceta e enfiei por outro buraco, entrando devagar, só a cabeça. Ela se contorcia toda. Fiquei um tempão assim, metendo bem devagar e com sutileza, até que terminamos deitados, eu por cima dela, já penetrando ela toda pelo cuzinho, até gozar dentro dela. Com a bunda arrombada, ela foi se limpar no banheiro, depois eu fiz o mesmo e nos deitamos juntos. Meu pau ainda tava duro — imagina, era o sonho do cara que eu tava vivendo. Ela tocava nele com a mão e, quando vi, ela disse: "É assim que chupa", e se levantou sozinha e começou a chupar. Dava pra ver que ela tava louca pra experimentar. Então, de novo, sentei na cama, mandei ela se ajoelhar no chão e fui guiando ela como se fosse um filme pornô. Falei pra ela passar a língua de baixo pra cima primeiro e depois brincar com a pontinha. E ela, como uma putinha fiel, cumpria meus pedidos sem falar nada. Depois, falei que ela tinha que ir chupando e enfiando até o fundo, sem esquecer das bolas, que ela chupava também — uma delícia. Depois ela continuou sozinha. Só falei que quando eu gozasse, ela tinha que tomar toda a porra. Ela, fiel e obediente, quando falei que tava perto de gozar, abriu a boca, enfiei e, meio engasgada, engoliu toda a porra. Ensinei ela a limpar bem meu pau com a boca. E assim foi durante uns 3 ou 4 meses que ficamos juntos. Depois a família descobriu, as irmãs, que a gente tava junto. Deu uma treta, justo por causa do meu trabalho — no fim do ano eu ia me mudar pra outra província. Então, bom, o nosso não deu certo e tivemos que separar, cada um seguiu seu caminho. Pelo que sei, ela continua solteira, eu tenho minha família. E é assim a vida. Que putinha gostosa... Sonho em um dia poder comer ela de novo.
Era verão, começava o fim de semana, numa província onde rola muita gente estudando. Eu com 22 anos, ela com 18 recém-feitos. Eu, através das irmãs, consegui o apê do lado do meu pra elas, então a gente tinha contato, mas nunca tinha passado disso: trocar umas palavras, uma mensagem de vez em quando ou quando ela precisava de algo.
Era sexta à noite, um amigo meu tava fazendo aniversário e resolvemos nos juntar pra tomar algo e comemorar. Nada demais, só um fernet, conversa e música. Nisso, ela me manda mensagem dizendo que tava entediada, perguntando o que eu tava fazendo. Aí acendeu uma luz na minha cabeça: mandei um convite pra ela. E já avisei meu amigo: "Vou levar um presentinho pra você". Pensei que talvez ele pudesse pegar ela – eu já tinha comido as irmãs, ela era mais nova e nunca rolou nada entre a gente, então achei que com ele podia dar certo.
Já no apê, a gente tava os três na varanda. Depois de umas longas conversas, risadas e de ter bebido bastante, levantei pra ir no banheiro. Quando tava voltando, ela se levantou, veio na minha direção, me agarrou e me deu um beijão. No estado que eu tava, perdi o controle e, sem saber como, a gente acabou no banheiro. Comecei a passar a mão nela por todo lado. Ela tava de saia curta, então enfiei a mão por tudo. Sem rodeios, levantei a saia dela, puxei a calcinha fio dental e, de frente, comecei a chupar toda aquela buceta molhadinha. Ela começou a gemer igual uma louca.
Pra minha surpresa, ouvi batidas na porta e alguém gritando: "Sai daí!". Era a irmã do meu amigo, que eu nem sabia que tava no quarto ao lado do banheiro. Que vergonha! Saímos do banheiro, peguei na mão dela e vazamos. Falei pro meu amigo: "Me desculpa, não era a intenção, mas no estado que a gente tava, uma coisa levou à outra". Saímos de lá, nos pegamos no elevador, saímos de mãos dadas como se fôssemos namorados de uma vida inteira. E, uma vez no carro, fomos pra casa. Fim, éramos vizinhos. Eu pensava que a essa altura a coisa já tinha esfriado, mas quando chegamos, ela me olhou e disse: "Sobe??" Quando me dei conta, de novo estávamos nos pegando no elevador, a caminho do apartamento dela. Quando subimos, começou a pior parte: ela ficou melancólica com algumas coisas que acho que todo mundo passa quando se desapega da família. Continuamos tomando umas cervejas que ela tinha, pra minha surpresa, e terminamos no chuveiro, nos banhando, já sendo um pouco mais sutis, porque ela era muito cautelosa e meio que me mantinha no meu lugar. Eu colocava a mão um pouco pra não parecer tão punheteiro, não apressava as coisas. Depois, na cama, começou a melhor parte. Ainda lembro do corpo dela, uma gostosa, um sorriso único, puta que pariu, que bombom eu estava prestes a comer. Quando comecei de novo a chupar a buceta dela e quis colocar um dedo, percebi que ela era virgem. Sim, senhores, a coisa mais deliciosa do mundo: eu estava chupando a buceta e o cu de uma virgem. Ela me olhou e disse: "Sim, sou virgem, e quero que você seja o primeiro." Uma loucura, literalmente. Nos conhecíamos há 4 horas, nunca tínhamos tido nenhum contato prolongado além de um "oi". Na verdade, eu a via como uma garota qualquer. Enfim, eu estava desvirginando ela devagar. Eu, já com um pouco mais de experiência, fui conduzindo até que, estando por cima dela, a penetrei. Para meu deleite, não podia acreditar! Acho que naquele momento deixei o sexo de lado e me dediquei a beijá-la, fazê-la se sentir confortável e aproveitar o momento. Depois, fomos tomar outro banho juntos. Quando voltamos, dormimos. No dia seguinte, de manhã, imaginem: eu com uma mina do lado, mais forte que chute de batida policial. Acordei de pau duro, comecei a beijar os peitos dela, fui descendo, beijando todo o corpo até chegar na buceta. Dei um boquete nela que ela se contorcia. Virei ela e chupava a bunda dela até que ela começou a levantar mais e mais a rabeta. Coloquei ela de quatro, ensinei como meio que arquear as costas e detalhes assim, e comecei a penetrar ela. Puxava ela pelo cabelo e ela ficava louca, até que, lentamente, com a outra mão, comecei a apalpar aquela bunda que... Já com a língua comecei a abrir, quando entrou a ponta do primeiro dedo ela ficou louca. Longe de reclamar, me disse que gostava. Então, sem hesitar, tirei meu pau da buceta e enfiei por outro buraco, entrando devagar, só a cabeça. Ela se contorcia toda. Fiquei um tempão assim, metendo bem devagar e com sutileza, até que terminamos deitados, eu por cima dela, já penetrando ela toda pelo cuzinho, até gozar dentro dela. Com a bunda arrombada, ela foi se limpar no banheiro, depois eu fiz o mesmo e nos deitamos juntos. Meu pau ainda tava duro — imagina, era o sonho do cara que eu tava vivendo. Ela tocava nele com a mão e, quando vi, ela disse: "É assim que chupa", e se levantou sozinha e começou a chupar. Dava pra ver que ela tava louca pra experimentar. Então, de novo, sentei na cama, mandei ela se ajoelhar no chão e fui guiando ela como se fosse um filme pornô. Falei pra ela passar a língua de baixo pra cima primeiro e depois brincar com a pontinha. E ela, como uma putinha fiel, cumpria meus pedidos sem falar nada. Depois, falei que ela tinha que ir chupando e enfiando até o fundo, sem esquecer das bolas, que ela chupava também — uma delícia. Depois ela continuou sozinha. Só falei que quando eu gozasse, ela tinha que tomar toda a porra. Ela, fiel e obediente, quando falei que tava perto de gozar, abriu a boca, enfiei e, meio engasgada, engoliu toda a porra. Ensinei ela a limpar bem meu pau com a boca. E assim foi durante uns 3 ou 4 meses que ficamos juntos. Depois a família descobriu, as irmãs, que a gente tava junto. Deu uma treta, justo por causa do meu trabalho — no fim do ano eu ia me mudar pra outra província. Então, bom, o nosso não deu certo e tivemos que separar, cada um seguiu seu caminho. Pelo que sei, ela continua solteira, eu tenho minha família. E é assim a vida. Que putinha gostosa... Sonho em um dia poder comer ela de novo.
0 comentários - As irmãs putinhas - 3