Digamos primeiro que eu venho de uma família muito, muito cristã e sempre cresci com uma base bem religiosa sobre o que é a família, sobre o amor e, principalmente, sobre o casamento... que uma esposa deve estar sempre para o marido e vice-versa, e que ninguém pode separá-los. E, bem... uma coisa é o que se prega nas igrejas, outra é o que acontece na sua casa, porque meus pais começaram a ter problemas e eu não gostava da ideia de eles se separarem, porque sentia que minha vida já era triste o suficiente para, agora, somar a todos os meus problemas o fato de estar numa família disfuncional. Então, simplesmente, fiquei deprimida e entrei numa fase da minha vida em que eu era só uma emo ou gótica que via tudo negativo, se maquiava de preto e queria se sentir rebelde e transgressora. Somando a isso, também fiquei depressiva, achando que tudo dava errado pra mim e que a única solução pros problemas era não existir. Então, é... não quero me chamar de poser, mas aparentemente eu era, porque fazia tudo que uma emo da minha época fazia (tô falando do ano de 2008) e eu fazia tudo que se costumava fazer naquela época quando você era emo, exceto se cortar, porque, pra ser sincera, eu tinha muito medo de cortar os braços... Mas, obviamente, eu estava familiarizada com a ideia de que se cortar era pra sentir dor, porque a ideia completa é que a pessoa está tão destruída que já não sente mais nada, então prefere sentir dor, porque sentir aquela dor te faz lembrar que você está vivo e que não está tão morto por dentro. E, bem, com essa ideia em mente, se somou a ideia do meu irmão, porque desde pequenos nós fomos muito unidos, sempre fomos parceiros de brincadeiras, de travessuras e, na verdade, eu passava muito tempo com ele, mas quando entrei na adolescência, me afastei muito dele por causa de todas essas ideias de crise existencial, problemas familiares e toda essa depressão. E, bem... ele sempre foi alguém muito nobre e Terno comigo, mas também era muito tímido. Mal conseguia manter uma amizade e, obviamente, não era popular com as garotas, então nunca tinha namorado. E assim, no meu cerebrinho de 15 anos, a adolescente Melanie teve a ideia de misturar as coisas... se eu era covarde o suficiente para me cortar, mas gostava da ideia de sentir dor para me sentir viva, e meu irmão não era popular com as garotas e já estava numa idade em que começava a sentir desejo por elas, então por que não ajudar meu irmão e, ao mesmo tempo, buscar uma forma de sentir dor? Com isso, a resposta ficou clara na minha mente e o resultado era sexo anal... Assim, meu irmão poderia satisfazer a libido sexual dele e eu poderia sentir a dor que me faria sentir viva.
Digamos primeiro que eu venho de uma família muito, muito cristã e sempre cresci com uma base bem religiosa sobre o que é a família, sobre o amor e, principalmente, sobre o casamento... que uma esposa deve estar sempre para o marido e vice-versa, e que ninguém pode separá-los. E, bem... uma coisa é o que se prega nas igrejas, outra é o que acontece na sua casa, porque meus pais começaram a ter problemas e eu não gostava da ideia de eles se separarem, porque sentia que minha vida já era triste o suficiente para, agora, somar a todos os meus problemas o fato de estar numa família disfuncional. Então, simplesmente, fiquei deprimida e entrei numa fase da minha vida em que eu era só uma emo ou gótica que via tudo negativo, se maquiava de preto e queria se sentir rebelde e transgressora. Somando a isso, também fiquei depressiva, achando que tudo dava errado pra mim e que a única solução pros problemas era não existir. Então, é... não quero me chamar de poser, mas aparentemente eu era, porque fazia tudo que uma emo da minha época fazia (tô falando do ano de 2008) e eu fazia tudo que se costumava fazer naquela época quando você era emo, exceto se cortar, porque, pra ser sincera, eu tinha muito medo de cortar os braços... Mas, obviamente, eu estava familiarizada com a ideia de que se cortar era pra sentir dor, porque a ideia completa é que a pessoa está tão destruída que já não sente mais nada, então prefere sentir dor, porque sentir aquela dor te faz lembrar que você está vivo e que não está tão morto por dentro. E, bem, com essa ideia em mente, se somou a ideia do meu irmão, porque desde pequenos nós fomos muito unidos, sempre fomos parceiros de brincadeiras, de travessuras e, na verdade, eu passava muito tempo com ele, mas quando entrei na adolescência, me afastei muito dele por causa de todas essas ideias de crise existencial, problemas familiares e toda essa depressão. E, bem... ele sempre foi alguém muito nobre e Terno comigo, mas também era muito tímido. Mal conseguia manter uma amizade e, obviamente, não era popular com as garotas, então nunca tinha namorado. E assim, no meu cerebrinho de 15 anos, a adolescente Melanie teve a ideia de misturar as coisas... se eu era covarde o suficiente para me cortar, mas gostava da ideia de sentir dor para me sentir viva, e meu irmão não era popular com as garotas e já estava numa idade em que começava a sentir desejo por elas, então por que não ajudar meu irmão e, ao mesmo tempo, buscar uma forma de sentir dor? Com isso, a resposta ficou clara na minha mente e o resultado era sexo anal... Assim, meu irmão poderia satisfazer a libido sexual dele e eu poderia sentir a dor que me faria sentir viva.
4 comentários - Emo anal... (Incesto)