A empresa onde trabalho como vendedor estava lançando um novo produto e todos os diretores das filiais do mundo iam comparecer, então era impossível faltar. O lugar era espetacular, um salão imponente de um hotel prestigiado da cidade, com uma decoração magnífica e dividido em cerca de 30 mesas para dez pessoas cada, uma pista de dança central e um palco num dos extremos. A localização que nos coube não era das melhores, já que ficava no lado oposto ao palco e atrás de uma coluna que atrapalhava a visão. Também não tivemos a sorte de dividir a mesa com conhecidos. Nos foi designada junto com outros quatro vendedores e seus respectivos parceiros de filiais do interior do país. Como podem imaginar, minha esposa, desde o começo, foi alvo de olhares de todos os homens do lugar, e quando digo todos, é todos mesmo — os jovens e os mais velhos devoravam ela com os olhos. Aquele vestido longo preto, justo na cintura e nos quadris, com as costas à mostra, caía perfeitamente nela, e principalmente seus sapatos de salto alto destacavam sua bunda linda e empinada que, como é seu costume, Marce exibia sem disfarce. A noite começou com um discurso chato do Diretor Geral da empresa e os aplausos de praxe ao final. Serviram o jantar e rolou alguma conversa sobre assuntos do trabalho com os colegas de mesa. A festa ia passando e nada nela era divertido, pelo contrário, era bem tediosa e nada fazia supor que em algum momento iríamos nos divertir. Por sorte, depois de terminar o primeiro prato, colocaram música para dançar e isso deixou a coisa mais animada.
— Vamos dançar? — Marce me pediu.
Peguei sua mão e fomos para a pista, que, por não ser muito grande, estava bem cheia. A sensualidade com que minha esposa se mexia aumentou os olhares de todos os caras que estavam ao nosso redor e também dos que permaneciam sentados. Especialmente percebi que em uma mesa de frente para a pista havia alguém observando-a com muita atenção, ou melhor, observando a bunda dela com muita atenção. Era um homem mais velho de aproximadamente 65 anos, grisalho e vestido de forma muito elegante com roupas finas, o que indicava que devia ser algum executivo da empresa. Era surpreendente vê-lo imóvel, quase sem se mover, apenas seguindo com o olhar a bunda que minha mulher balançava no ritmo da música. Naquele momento, pressenti o quanto o velho estava desejando aquela bunda e, na verdade, isso me agradou — finalmente a noite estava começando a ficar divertida, pensei. Considerei que alguém que admirava daquela forma a bunda da minha esposa merecia um agradecimento, e que melhor forma de fazer isso do que aproximando-a para que ele a contemplasse em toda sua expressão. Como as mesas estavam quase na beirada da pista, foi fácil para mim. Dançando e bem devagar para que a Marce não percebesse, fui levando-a para aquele lado até deixar sua linda bunda quase colada na cara do cara. Imaginei que, nessa posição, o velho iria fingir distração para que eu não percebesse sua atitude, mas não — ele continuou com os olhos fixos no corpo da minha mulher, na mesma posição e sem qualquer disfarce. A situação tinha me causado o início de uma ereção e talvez tenha sido por isso que tive coragem de continuar com a provocação. Aproximei-a de mim segurando-a pela bunda com as duas mãos e dei um beijo profundo nela. Ela me olhou surpresa sem suspeitar de nada, eu sorri e continuamos dançando. Observei o velho e aí notei que ele estava me encarando fixamente. Senti como se ele estivesse me perguntando se aquilo tinha sido para ele. Fiz um gesto com a cabeça que poderia ser interpretado como um cumprimento, mas também como uma concordância. Ele repetiu meu gesto e imediatamente voltou a baixar o olhar para a bunda da Marce. Naquele momento, as luzes se acenderam e a música parou. Confesso que voltar para nossa mesa e sentar foi um alívio, já estava ficando difícil disfarçar minha Ereção.
- O que foi aquele beijo?, ela me perguntou.
- Nada, tive vontade de te beijar, respondi.
- Você foi muito efusivo e tinha muita gente olhando, ela disse.
- Ninguém viu, respondi.
Ela não disse nada, só riu.
Enquanto comíamos o prato principal, não conseguia parar de observar o velho. Ele estava sentado junto a um grupo de três homens e três mulheres com idades parecidas com a dele. Conversava e ria constantemente, e me surpreendeu que nunca direcionou o olhar para nós. Fiquei desapontado, teria gostado que ele continuasse babando pela bunda da minha mulher.
A conversa entre os comensais da nossa mesa era bem chata, isso fazia a imagem dos olhos do velho grudados na bunda da minha esposa voltar à minha cabeça. O episódio me excitava e eu já estava com uma ereção que, por sorte, sentado, conseguia esconder.
Enquanto isso, Marce continuava conversando com uma das integrantes da mesa sem nem desconfiar dos meus pensamentos.
Novamente as luzes se apagaram e a música começou.
- Vamos?, Marce me pediu, pegando na minha mão.
- Daqui a pouco, respondi.
Era impossível levantar, antes tinha que aliviar a tensão dentro da minha calça.
- Te incomoda se eu tirar ela para dançar?, um colega de mesa me consultou.
- Não, de jeito nenhum, respondi.
Todos saíram para dançar e fiquei sozinho na mesa, então aproveitei para trocar de cadeira e ter uma vista mais ampla da pista.
Minha esposa dançava no mesmo lugar onde tinha dançado comigo, mas o velho não estava na sua cadeira. Deve estar dançando, pensei, enquanto tomava um gole de vinho.
- Posso me sentar?, ouvi atrás de mim.
- Claro, respondi. Era ele.
- Eu já não estou para esses trotes, mas que estranho você não estar dançando, ele me disse.
- Daqui a pouco, respondi, tentando me recuperar da surpresa.
- Me chamo Marcos Acuña, ele disse, estendendo a mão.
- Jorge Prieto, muito prazer, apertei a dele.
- Em que setor da empresa você está?, perguntou.
- Em vendas. E o senhor?
- Eu estou no conselho.
- Mas não se intimide, meu... Amigo, aqui somos todos iguais, riu.
- De jeito nenhum, respondi sorrindo.
- Além disso, eu estou sozinho e o senhor está com uma mulher linda, então são dois contra um, riu novamente.
- É sua namorada?
- Não, minha esposa.
- Ela é realmente muito linda e sabe disso, disse, apontando para a pista onde ela se contorcia sensual ao ritmo da música.
- É sim, ri nervosamente.
Ele foi direto ao ponto. Percebi que ele se sentia seguro, suspeitava que o espetáculo de um tempo atrás tinha sido direcionado a ele. A situação me deixava desconfortável, mas ao mesmo tempo me deixava muito excitado.
- Esse vestido fica maravilhoso nela, não acha?, me perguntou.
- Sim, respondi um pouco inquieto.
- Digo isso porque pude ver bem de perto há pouco enquanto vocês dançavam.
- O quê?, olhei para ele.
- O vestido, o que você estava pensando?, riu.
- Nada, nada, respondi ainda mais tenso.
- Posso fazer uma pergunta sem que se incomode?
Não respondi, apenas fiz um gesto afirmativo. Me sentia visivelmente nervoso.
- Sabe se sua esposa usa calcinha?
- Como assim?, perguntei com cara de desagrado.
- Desculpe se o inquietei com minha pergunta, não era minha intenção, se desculpou diante da minha reação.
- Perguntei porque esses vestidos tão justos deixam ver as tiras das calcinhas e fiquei observando a bunda da sua esposa por um bom tempo e não vi marca nenhuma, prosseguiu.
O nervosismo que sentia se transformou em excitação. O velho tinha passou dos limites, mas em vez de ficar com raiva, o joguinho me animava, afinal eu que tinha começado.
- Na verdade não sei, respondi.
- Talvez ela esteja usando um fio-dental pequeno que entra na bunda e não dá para ver, disse de propósito.
- Talvez, disse.
Eu esperava que a resposta o deixasse desconfortável, mas ele não teve nenhuma reação.
- Descobre para mim, gostaria de saber, continuou enquanto me dava a mão e se retirou, voltando para sua mesa.
É um velho esperto, pensei, passou a bola para mim para ver se eu queria continuar com o jogo. Lamentei que ele tivesse ido embora, aquele diálogo tinha me excitado muito. Continuei acompanhando com o olhar, ele se sentou de costas pra Marce sem olhar pra ela e continuou com a animada conversa com os colegas de mesa. Eu fiquei novamente sozinho e mais excitado do que antes, sem ter certeza se queria continuar com essa diversão perigosa. Depois de um tempo, a música parou e todos voltaram pra mesa.
— O que aconteceu que você não veio? — Marce me perguntou.
— Tive vontade de te ver daqui — respondi sorrindo.
Ela riu e me deu um beijo.
— E o que você viu?
— Vi que não dá pra ver marcas de calcinha — sussurrei no ouvido dela.
— Percebeu? — ela riu.
— Com esses vestidos não dá pra usar — respondeu com voz maliciosa.
— Nada mesmo? — perguntei.
— Nada mesmo — ela respondeu sorrindo.
— Te incomoda? — continuou.
— Não, de jeito nenhum — disse.
Os garçons vieram servir a sobremesa, então a conversa foi interrompida. Reconheço que estava muito excitado com a situação, e isso não me deixou pensar direito.
— Vou ao banheiro, já volto — disse.
Tive que fazer um esforço pra andar por causa da ereção que eu tinha. Por sorte não tinha muita luz, então consegui disfarçar bem. Fui direto pra mesa do velho e, ao passar perto dele, me aproximei e disse no ouvido:
— O senhor tinha razão.
Ele só me olhou, e eu continuei caminhando pro banheiro. Entrei num cubículo e abaixei a calça, já não aguentava a pressão que faziam no meu pau. Como a ereção estava total, aproveitei pra me masturbar um pouco, lembrando do olhar do velho na bunda da minha mulher.
— Sr. Prieto, o senhor está aí? — ouvi enquanto a água de uma torneira corria.
Ele tinha me seguido até o banheiro, era lógico, mas mesmo assim me deixou um pouco exaltado.
— Sim — respondi.
— Perdoe o incômodo, mas queria ter certeza se entendi direito.
— Quis dizer que sua esposa está pelada debaixo do vestido? — perguntou.
— Completamente — disse enquanto me masturbava freneticamente.
— Ah, veja só.
— Diga, acha que sua esposa topa comigo?
Um frio correu pela minha espinha, fiquei em silêncio.
— Dançar, digo.
— Teria que perguntar pra ela — disse já bem agitado.
- Você não teria problemas, certo?
- Não, foi a única coisa que saiu da minha boca.
- OK, depois te vejo.
Só quando ouvi a porta principal do banheiro fechar que consegui relaxar. Ajeitei minha roupa, lavei minhas mãos e rosto, tentando me refrescar um pouco, e voltei para a sala. Quando passei pela mesa dele, o velho nem olhou para mim.
- Como demorou, me disse a Marce.
- É que algo que comi não caiu bem, falei como justificativa.
- Dá pra ver que você está bem vermelho, quer que a gente vá embora?, ela perguntou.
- Não, por enquanto aguento, se for preciso te aviso.
Eu ainda estava explodindo de tesão, desejava que essa festa nunca acabasse. Adorava esse jogo sem que minha esposa soubesse, e com a vantagem de terminá-lo quando quisesse.
Quando a música começou de novo, todos da nossa mesa foram dançar.
- Ainda está se sentindo mal?, ela perguntou.
- Na verdade não muito bem, mas vai dançar se quiser.
- Se você quiser, pode dançar comigo, ouviu-se atrás de nós.
- Meu nome é Marcos, muito prazer, continuou ele, estendendo a mão para a Marce.
- Marcela Prieto, prazer, disse ela.
- Com seu marido já nos conhecemos, não é mesmo?
- Sim, claro, e é claro que eu a empresto, falei com um sorriso.
- Não te incomoda, amor?, perguntou ela com cara de desconcertada.
- Nada, vai lá, enquanto eu me recupero um pouco.
Ela me deu um beijo e foram, ela na frente e ele atrás, com o olhar fixo na bunda dela.
Novamente mudei de cadeira para poder apreciar melhor os dois, tinha certeza que a Marce, com o jeito que gosta de provocar os caras, ia deixar o velho maluco.
Não me enganei, pouco depois de estarem dançando de frente, ela se virou e começou a rebolando a bunda, o velho, sem disfarçar, novamente prendeu os olhos na bunda dela, dirigiu o olhar para mim e disse algo no ouvido dela, a Marce me olhou e riu, posicionando-se novamente de frente para ele.
Eles se aproximavam, sussurravam algo, riam e continuavam dançando. Já a ereção estava me causando dor, tinha que fazer algo. Como a área de as mesas estavam às escuras, me cobri com parte da toalha, abri o zíper da calça e liberei o membro desse aprisionamento. Me masturbava devagar para que ninguém percebesse nada. Realmente estava torcendo para que algo mais acontecesse, mas não foi assim, o velho se comportou como um cavalheiro, só continuaram dançando e quando a música acabou ele a acompanhou até minha mesa, se despedindo dela e de mim com um "obrigado". Pensei que tudo tinha terminado ali; nada mais equivocado.
– Vi que você se divertiu, eu disse.
– Sim, o Marcos é muito simpático, ela respondeu.
– E além disso ele tem um perfume muito gostoso, continuou.
– E também deixou ele doido, eu disse sorrindo.
– Sim, ele me deu a entender, ela riu.
– É mesmo? Como?
– Em um momento eu virei de costas e ele sussurrou no meu ouvido para eu me virar, que era velho mas não era de ferro, e que você estava me vigiando, disse com cara de safada.
– Sim, eu vi. E vi que você se virou na hora.
– Eu prometi que ia me comportar, não foi?
– Eu cumpro minhas promessas, ela sorriu.
– O velho te deixou com tesão? quis saber.
– Eu cumpro minhas promessas, ela repetiu sorrindo e me deu um beijo carinhoso.
Seus olhos diziam tudo, ela tinha adorado provocar o velho, dava pra ver que estava excitada. Não me surpreendi, eu sabia o quanto ela gostava daquilo.
– Vou ao banheiro, já volto, ela me disse.
A segui com o olhar, ao passar perto do velho ela empinou mais a bunda, eu teria apostado que ela faria isso, e continuou o caminho. O velho não conseguiu deixar de olhar, pregou os olhos naquela bunda empinada até que ela desapareceu atrás da porta do banheiro. Depois me olhou, se levantou e se aproximou.
– Peço desculpas, ele me disse.
– Por quê? perguntei.
– Por não conseguir parar de olhar a bunda da sua esposa, disse em tom pausado.
– Espero que me entenda, na minha idade só o saber que aquele lindo rabo está pelado debaixo do vestido, me excita, continuou.
– Não se preocupe, isso acontece comigo direto, respondi.
– Aliás, me honra que admirem minha mulher, continuei.
– Fico feliz que não a incomode.
– Acha que a ela incomodaria? perguntou.
– O quê? - Me mostre essa bundinha.
- Ela já mostrou na pista, eu disse.
- Não entendeu, perguntei se ela se importaria de me mostrar a bundinha sem o vestido, disse com toda confiança.
Um suor correu pelas minhas costas, meu nível de excitação já não me deixava pensar direito. Não respondi, meu silêncio deu abertura para ele continuar.
- Não acha que seria excitante para você ver sua esposa mostrando a bunda nua para um velho como eu?, prosseguiu.
Não emiti uma palavra, só olhava para a pista, enquanto ele continuava falando discretamente comigo.
- Deixo você pensar, se achar possível me avise, disse, e começou a caminhar em direção à sua mesa.
Não só achava possível, como queria que acontecesse, pensei. Estava certo de que não seria difícil convencer a Marce, ela adora essas coisas.
Se não fosse pela educação e compostura do velho, talvez tivesse deixado a oportunidade passar, mas isso e o tesão falaram mais alto, e eu estava disposto a fazer acontecer.
- Não sabe quanta gente tinha no banheiro, me disse Marce ao voltar.
- E claro, vão todas juntas, falei, como para disfarçar meus pensamentos.
- Está se sentindo melhor?, me perguntou.
- Na verdade não, estava pensando em dizer para irmos embora, respondi.
- É? Que pena, me disse.
- Bom, vamos, sem problema, continuou.
- Marcos pediu para darmos uma carona até a casa dele, te incomoda?, perguntei.
- Acha mesmo? Não te vejo bem, disse.
- Fica no caminho e ele é um diretor, não posso dizer não, comentei.
- OK, vou buscar os casacos no guarda-volumes, já volto, disse.
- Eu vou avisar o velho, falei.
Cheguei à mesa dele, ele se virou para me dar atenção.
- Já vamos embora, nos acompanha?, perguntei nervoso.
- Claro, me respondeu com um sorriso.
- Esperamos na porta, disse e me afastei.
Nos posicionamos no meu carro, o velho na parte de trás e partimos.
- Que perfume gostoso você tem, foi o primeiro comentário da minha mulher, enquanto o aroma inundava todo o interior do carro.
- Obrigado, respondeu ele.
- Fico feliz que goste, continuou.
- O O seu também é muito bonito e sugestivo, disse ele.
- Obrigada, respondeu ela com um sorriso.
- Vocês moram longe?
- Não, aqui a umas 10 quadras, respondi.
- Pena que esteja se sentindo mal, teria gostado de continuar conversando com um casal tão simpático, disse o velho enquanto me observava pelo retrovisor.
- Outro dia a gente te convida para jantar, disse a Marce.
- Não estou tão mal assim, não é pra tanto. Gostaria de passar pra tomar um café?, perguntei.
- Se sua esposa não se importar, adoraria.
- Não, por favor, como vou me importar?, disse ela me olhando desconcertada.
Acelerei o caminho para casa enquanto meus pensamentos me invadiam. Estava muito excitado e queria chegar o mais rápido possível.
Estacionei o carro na garagem e nós três fomos em direção ao elevador. Novamente o perfume do velho encheu a pequena cabine.
- Você tem que comprar um perfume assim, é muito estimulante, me sugeriu a Marce.
- É bonito, eu disse.
- Parece estimulante pra você?, perguntou ele.
- Muito, respondeu ela.
- E o que estimula?, continuou ele, olhando-a com desejo.
- Ah, tantas coisas, respondeu ela rindo.
Ele riu, eu era só um observador daquela conversa de sedução.
Convidei-o para sentar numa das poltronas macias que temos na sala, eu me sentei de frente pra ele, enquanto a Marce foi pra cozinha preparar o café prometido.
- Sua esposa já sabe?, me perguntou.
- O quê?
- Que você me trouxe pra ela me mostrar a bunda.
- De jeito nenhum, respondi inquieto.
- Acha que vai ser possível, ela não vai se arrepender, né?, perguntou com tom impaciente.
- O senhor veio ver a raba da minha esposa e ela vai mostrar, respondi desafiador.
- Assim que eu gosto, disse enquanto se acomodava na poltrona.
Meteu a mão no bolso interno do paletó e tirou uma pílula azul, colocou sobre a mesa à sua frente.
- Se você me permite, vou tomar essa pílula, na minha idade a gente precisa de uma ajudinha e com um rabo tão lindo por perto nunca se sabe, sorriu.
Entendi que ele fez esse movimento pra ver como eu reagia. Ele estava insinuando que não queria apenas ver a Marce nua, mas que pretendia algo mais. Aceitei o desafio.
— Amor, pode trazer um copo d'água? O Sr. Marcos precisa tomar um remédio — gritei para a Marce, para que ela ouvisse.
Ele sorriu e, embora mantivesse a compostura, notei nele uma expressão de desejo que não havia visto a noite toda.
Nesse momento, ela voltou com o copo na mão.
— Já está esquentando, em um instante estará pronto — disse, entregando o copo ao velho.
— A que se refere? — perguntou ele, engolindo o comprimido.
— Ao café, o que você achou? — respondeu ela, rindo.
— Você deve ser brava, hein? — continuou ela, sentando-se ao meu lado.
— Diz isso pelo que conversei com seu marido? — perguntou, olhando para mim.
— O que conversou com meu marido? Não sei, ele não me contou.
— Ah, perdão, pensei que ele tivesse contado o que conversamos na sala.
— Não contou, Prieto? — perguntou-me, fingindo distração.
— O que vocês falaram? — quis saber ela, intrigada.
— Só me perguntou se você estava de calcinha e eu respondi que não — respondi, visivelmente excitado.
Notei no rosto dela que aquilo a tinha tocado; o brilho nos olhos a traiu. Marcos percebeu e aproveitou para continuar:
— Peço por favor que não fique brava — disse.
— Você é uma mulher linda, e é muito excitante para mim saber que apenas o tecido fino do seu vestido cobre seu corpo, especialmente essa bunda tão linda — continuou.
Ela me olhou e sorriu, nervosa.
— Para seu marido foi excitante imaginar você tirando o vestido para mim, e eu adoraria ver seu corpo nu. Isso te incomodaria? — perguntou.
O rosto dela corou, acho que por uma mistura de excitação e vergonha; ela não esperava que o velho fosse tão direto.
Por alguns segundos, tudo ficou em silêncio.
— Não sei, me pegou de surpresa — disse ela.
— Olha, senhora Prieto, não fique chateada. Tome isso apenas como uma brincadeira. Seu marido vai curtir, eu vou curtir e, com certeza, você também vai... ela vai gostar. Ela me olhou e timidamente fez um gesto de convencimento e aprovação. — Prieto, eu gostaria de ver você tirando o vestido dela, me faria o favor? — perguntou. Me levantei, peguei sua mão e nos afastamos alguns metros do sofá. Fiquei de frente para ela e ela de costas para o velho. Lamentei que Marcos não pudesse ver a cara de puta que a Marce tinha naquele momento. Ele continuava acompanhando a cena atentamente, sem expressão alguma. Lentamente, desci as alças do vestido e as soltei. Não sei se foi pelo tipo de tecido ou pela maciez da pele da minha mulher, o vestido deslizou completamente e ficou aos seus pés. — O que você acha, Marcos? — me animei a perguntar. — Acho que sua esposa tem uma bunda preciosa — respondeu. — Obrigada — disse ela, virando a cabeça e procurando-o com o olhar. — Tire o vestido, mas deixe os sapatos, por favor — ele me ordenou. Fiz assim. Ela tremia de excitação, eu naquela altura só aguardava novas ordens. O velho continuava com seu terno e gravata perfeitamente ajustados, me surpreendeu que ele nem sequer se tocasse por cima da calça. — Sr. Prieto, gostaria que exibisse essa bunda como fez enquanto dançava na festa — disse. A Marce se surpreendeu, mas não disse nada, sua tesão já não permitia. Comecei a dançar devagar, peguei-a pelos quadris e ela começou a se mover sensual. Muito lentamente, fui levando-a em direção à posição do velho, até colocar sua bunda a alguns centímetros de seu rosto. Desci minhas mãos até suas nádegas e repeti a cena do salão, dando-lhe um longo beijo. — Sr. Prieto, me permite acariciar o bundinha da sua esposa? — perguntou. A Marce fechou os olhos, estava quase explodindo, eu não disse palavra, apenas a aproximei um pouco mais, quase roçando sua bunda no rosto do velho. Ele entendeu que tinha permissão e apalpou suavemente suas nádegas, enquanto a Marce empinava mais a bunda. Dei outro beijo nela e me afastei, não queria perder nada da cena. — Que pele linda a senhora tem, Sra. Prieto — disse, enquanto a acariciava com delicadeza todo o corpo dela.
-Obrigado, mal dá pra ouvir ela.
-Realmente tem uma mulher linda, Sr. Prieto, continuou ele dizendo enquanto enfiava a mão entre as pernas da Marce.
-Eu sei, falei, enquanto ela nos presenteava com um gemido de prazer.
-Tá toda molhada, Sra. Prieto, disse ele olhando para a mão encharcada pelos seus fluidos.
-Vira de costas, por favor, pediu.
Ela obedeceu. Primeiro acariciou os seios, que a essa altura estavam com os mamilos bem duros, depois desceu as mãos pelo umbigo até chegar na sua buceta totalmente depilada.
A Marce estava de olhos fechados e com a respiração ofegante. Eu abri o zíper da calça pra aliviar a pressão.
-Espero, Sr. Prieto, que tenha um pouco de paciência, logo vai ter tempo de se masturbar, sugeriu ele.
Eu obedeci, fechei o zíper de novo. Ele continuou:
-Sua esposa tem uma bucetinha linda, disse, enquanto cutucava delicadamente lá dentro.
-Mas essa buceta tem dono, e é o senhor, e eu respeito muito isso, me disse enquanto tirou os dedos de lá.
Eu e a Marce nos olhamos surpresos.
-Não se surpreendam, por respeito ao marido eu nunca pediria a buceta de uma mulher casada, continuou.
-Diferente é a raba, sempre acreditei que bundas bonitas pertencem a todos os homens, disse enquanto virava a Marce de novo.
Isso foi muito excitante pra mim, tive que fazer um esforço pra não gozar. Também deu pra ver que tinha feito efeito na minha mulher, ela mordeu o lábio inferior e ficou ainda mais corada.
Ele colocou uma mão nas costas dela e empurrou pra frente. Ela ficou de novo com a raba bem empinada, a centímetros do rosto dele.
-E esse cuzinho tá parecendo bem predisposto, né, Sr. Prieto?, perguntou me encarando, enquanto lambia dois dedos e enfiava até o fundo no buraquinho dela.
A Marce soltou um gritinho de prazer, ele deixou os dedos um tempinho dentro da raba dela e depois continuou com movimentos lentos, enfiando e tirando. Ele fez isso umas dez vezes, o suficiente pra minha esposa, que entre gemidos, o primeiro orgasmo. Tirei os dedos e dei uma palmadinha nela. — Calma, Sra. Pietro, ainda falta o melhor — disse ele com um sorriso. Ela continuava na mesma posição e dava pra ver que estava muito agitada, um filete de líquido transparente escorria por suas pernas trêmulas. — Sr. Prieto, por favor, vá buscar algo para sua esposa se limpar — ele disse. Saí da sala e fui ao banheiro pegar papel. Foi um alívio pra mim, pude tirar o pau e me masturbar um pouco, arrumei a roupa e voltei, não queria perder nada. Voltei com um rolo de papel na mão, lá estavam eles, Marcos em pé na frente dela, com uma mão entre suas nádegas e se beijando com muita paixão. — Desculpe, Sr. Prieto, mas sua esposa quis sentir meu perfume de perto. — Não é, Sra. Pietro? — perguntou. — Sim — ela mal conseguiu responder, imediatamente a língua do velho estava novamente em sua boca. Nunca tinha visto a Marce beijar com tanta paixão alguém que não fosse eu. Dava pra ver as línguas se entrelaçando e se alternando nas bocas. — Mostre ao seu marido como você gosta do meu perfume — ele dizia, e novamente enfiava a língua na boca dela. — O senhor é um homem de sorte, Prieto, sua mulher tem uma boca deliciosa — e voltavam a brincar com as línguas. Ficaram assim por alguns minutos. A cena era super erótica e eu já precisava me masturbar e ter meu primeiro orgasmo. Por sorte ele parou: — Sra. Prieto, preciso conversar a sós com seu marido, pode me dar licença um momento? — disse. Ela assentiu desconcertada e foi para o banheiro. — Olhe, Sr. Prieto, queria agradecer por me permitir admirar e tocar o lindo corpo de sua esposa. — Você vai entender que isso não pode parar por aqui — continuou. Só balancei a cabeça concordando. — Vou foder sua mulher e gostaria de fazer isso na cama de vocês, o senhor teria alguma objeção? — me perguntou. — Não — respondi quase inaudível. — Mesmo assim, pode confiar em mim, embora essa buceta seja muito desejável, como disse antes, por respeito a você, só vou penetrá-la pelo cu. — É tudo sua, eu disse.
- Agradeço muito, ele respondeu.
- Outra coisa, Pietro, eu adoraria dar para esse rabo a noite toda, você se importaria de dormir aí nos sofás?, perguntou.
- Não, de jeito nenhum, respondi com um sorriso nervoso.
- Agradeço novamente, disse ele.
- Me mostra onde é o seu quarto, pediu.
Acompanhei ele até nosso quarto.
- Vá buscar sua esposa e me traga ela, que o remédio já está fazendo efeito.
Obedeci, fui até o banheiro. Ela tinha colocado um roupão e estava se tocando na frente do espelho. Dava para ver que ela estava super excitada.
- Oi, ela me disse.
- Oi, está bem?, perguntei.
- Sim, respondeu.
- Marcos quer que eu te leve para o quarto, ele me pediu permissão para comer sua bunda lá a noite toda.
- E o que você respondeu?, perguntou enquanto se masturbava mais rápido.
- Eu disse que essa bunda era toda dele, respondi enquanto enfiava um dedo no seu buraquinho.
- Fiz errado?
Sua pele arrepiou e eu tinha certeza que não era de frio. Ela me deu um beijo ardente e pediu para eu levá-la.
Ao chegar no quarto, o velho já estava meio despido, tinha tirado o paletó e a camisa. De novo, o aroma dele tinha tomado o ambiente.
- Colchão bonito, disse enquanto fazia pressão nele com as duas mãos.
- Vamos passar uma noite maravilhosa, não é, Sra. Pietro?, perguntou.
Ela só olhou para ele com desejo.
- Tire o roupão e os sapatos e entre na cama, por favor, continuou.
Marce obedeceu na hora e, totalmente nua, deitou de bruços. Eu me posicionei numa cadeira ao lado da cama. Marcos tirou as calças e a cueca, ficando completamente pelado. Seu físico em geral combinava com a idade, estava totalmente depilado e seu membro, de tamanho considerável, já mostrava uma ereção importante.
Ele se deitou de frente para ela e acariciou suas costas e sua bunda enquanto beijava seu pescoço.
Ela procurou a boca dele e as línguas se entrelaçaram de novo.
- Viu, Prieto, dá para perceber que sua esposa não mentiu quando disse que meu perfume a estimulava.
- Venha, Sra. Prieto, cheire aqui. que costumo colocar mais quantidade, continuou dizendo enquanto guiava a cabeça dela em direção ao seu torso. Marce começou a beijar seus mamilos e desceu lentamente até chegar ao seu umbigo, onde enfiou a língua dentro. O velho gemeu pela primeira vez. Eu, que me masturbava freneticamente, não aguentei mais e tive meu primeiro orgasmo. Levantei para ir me lavar.
- Aonde vai?, me perguntou Marcos.
- Me lavar, disse, enquanto ela continuava brincando com seu umbigo.
- Espere, quero que veja como sua esposa me chupa, disse.
Marce virou a cabeça, me olhou e enfiou toda a pica do velho dentro da boca. Eu voltei ao meu lugar.
- Que bem que a senhora chupa, Sra. Pietro, disse enquanto segurava sua cabeça com as duas mãos marcando o ritmo.
Ficou assim por alguns minutos, sua boca subia e descia pelo membro de Marcos enquanto alternava o olhar entre o dele e o meu. Em um momento, foi com a boca até suas bolas. Dava para ver que o velho adorou. Pegou o membro e começou a se masturbar enquanto Marce brincava com aquela área com a língua.
- Que doce que é sua esposa, Sr. Pietro, disse entre suspiros.
- Veja o que mais encontra por aí para lamber, Sra. Pietro, continuou enquanto abria e levantava as pernas.
Ela não hesitou, desceu a língua até encontrar o ânus do velho, que lambeu com prazer.
- Isso, Sra. Pietro, divirta-se com minha bunda, que depois me toca fazer o mesmo com a sua, disse se masturbando violentamente.
Ver a cabeça da minha esposa enterrada na bunda de Marcos foi tão gostoso que tive meu segundo orgasmo.
- Eu disse que seu marido ia curtir, disse enquanto me apontava.
Ela levantou a cabeça, me olhou com aquele jeito de puta que só ela sabe fazer e enfiou a língua de novo no cu do velho.
Dava para ver que a pílula tinha feito efeito em Marcos, sua pica tinha aumentado consideravelmente de tamanho e estava dura como ferro. Eu estava exausto, precisava descansar um pouco, então aproveitei que os dois estavam muito entretidos e fui para o banheiro para lavar-me. Nem cinco minutos haviam passado e comecei a ouvir minha esposa gemendo freneticamente. Apressei-me de volta ao quarto. Lá estava minha mulher sentada sobre Marcos, com sua bunda inserida até o fundo por seu pau, cavalgando num ritmo apaixonado. A cena me causou uma ereção total novamente, tirei a calça, voltei ao meu assento e comecei a me masturbar energicamente.
—Que cu aberto sua esposa tem, disse o velho quase inaudível pelos gritos da Marce.
—E parece que ela adora paus duros, não é, Sra. Pietro? — continuou enquanto apalpava seus seios.
Ela apenas gemeu, buscou a boca de Marcos e enfiou a língua enquanto continuava a rebolar.
—Estou quase gozando, disse o velho com a respiração ofegante.
—Me dá permissão para gozar dentro da bunda da sua mulher? — me perguntou, olhando para mim.
—Claro, respondi com voz entrecortada.
Nós nos olhamos, eu e a Marce, enquanto o velho, entre gemidos, enchia seu cu de sêmen. Foi demais para nós, que gozamos juntos.
Ela ficou deitada sobre Marcos.
—Gostou, Sra. Pietro? — quebrou o silêncio Marcos.
—Muito, respondeu ela, enquanto o beijava.
—Teve uma boa vista de lá, não foi, Sr. Pietro? — sorriu.
—O que acha? — respondi, mostrando meu sêmen na minha mão.
Os três rimos. Marce se levantou, me beijou e foi para o banheiro.
—Por Deus, como fode sua esposa, você é um sortudo, Sr. Pietro.
—Obrigado, Marcos, disse.
—Você já está satisfeito? — me perguntou.
—Bastante, respondi com um sorriso.
—Vá descansar um pouco enquanto eu continuo dando nessa bunda, não se importa, não é?
—De jeito nenhum, só peço que não a faça gritar muito para eu poder dormir, respondi com um sorriso.
—Isso não posso prometer, disse também sorrindo.
No banheiro, ouviu-se a água do chuveiro caindo.
—Ouça, ela está deixando seu cuzinho limpinho para você poder continuar brincando com ele, disse para excitá-lo.
Deu resultado, seu membro cresceu imediatamente. Eu peguei um cobertor e uma travesseiro e me retirei para a sala para arrumar minha cama para aquela noite. Fui ao outro banheiro me lavar, ao sair me cruzei no corredor com a Marce que saía do dela, enrolada em uma toalha e com o cabelo molhado.
— Anda logo que o velho tá te esperando com o pau duro, eu disse.
— Uf, ela falou mordendo o lábio inferior.
— Acho que você tem chão pela frente, continuei.
— Você não vem?, ela me perguntou.
— Não, tô exausto, vou dormir na sala, aproveita, respondi.
— Obrigada, te amo, ela me disse.
Me beijou e voltou quase correndo pro quarto. Me deitei e dormi.
Já estava amanhecendo. Não sabia quanto tempo tinha passado, não tinha relógio por perto então fui ver o da cozinha. Tinha dormido duas horas e me surpreendeu que tudo estivesse em silêncio, devem estar dormindo, imaginei.
Sem fazer barulho me dirigi pro quarto, a porta estava fechada então com muito cuidado para não acordá-los a abri.
O quarto estava iluminado só pela luz da madrugada. Tinha imaginado errado, minha esposa estava de quatro com a cara apoiada no travesseiro e tinha a cara do velho enterrada na sua bunda. O espetáculo me deu uma ereção na hora. O Marcos me olhou.
— Oi, Prieto, a gente acorda ele?, perguntou, e voltou a lamber sem esperar minha resposta.
— Não, respondi.
— Oi, amor, ela me cumprimentou entre suspiros.
— Oi, falei.
Fui me sentar na minha cadeira, precisava me masturbar de novo.
— Não dormiram?, perguntei inocente.
— Ele não deixou, ela respondeu com cara de satisfeita.
— Você acha que é possível dormir ao lado desse rabo?, ele disse sorrindo.
Incrivelmente ele estava com uma ereção considerável. Nela dava pra ver que estava cansada mas feliz.
— Mostra pro seu marido como ficou a bunda, continuou o velho.
Ela se aproximou e me mostrou o cuzinho totalmente dilatado. Nunca tinha visto tão aberto, sem exagero entrariam quatro dedos sem esforço.
— Olha como o Sr. Marcos deixou meu cuzinho, ela me disse com cara de puta.
— Agradece que não doeu nada, ele é muito atento, continuei sabendo que suas palavras me excitariam.
- Obrigado, Marcos, por cuidar da minha esposa, eu disse.
- De nada, respondeu ele, entrando naquele papo quente.
- Por que não fica um pouco? Agora é a vez da sua mulher, ele sugeriu.
- Como assim? perguntei.
- Vem, Sra. Pietro, mostra pra ele como a gente brinca, disse ele, enquanto ficava de quatro.
Ela me deu um beijo e foi direto enfiar a cara na bunda do Marcos. Lambeu com vontade enquanto se masturbava com dois dedos na buceta.
Ele gemeu e também começou a se masturbar. Eu já estava com o pau doendo e precisando gozar.
- Vem que a porra tá vindo de novo, disse o velho.
Marce ficou de quatro de novo, com a raba bem empinada, Marcos se posicionou atrás e enfiou o pau até o fundo. Ela soltou um grito de prazer. Ele tirava e metia por completo até que, pela exclamação dela, deu pra perceber que ele tinha deixado toda a porra dentro de novo.
Eles caíram totalmente exaustos e eu consegui meu quarto orgasmo da noite.
Voltei pra minha cama completamente acabado e dormi.
A luz que entrava pela janela me acordou; pelo sol, imaginei que fosse meio-dia. Ouviam-se barulhos na cozinha, então me levantei e fui até lá.
- Oi, dorminhoco, disse a Marce, me dando um beijo gostoso.
Ela estava sozinha, preparando café e umas torradas. Vestia uma camiseta branca que chegava na metade da bunda e uma calcinha fio-dental preta quase invisível, e estava descalça. Olhei o relógio: eram 13h25.
- Oi, tudo bem? falei.
- Cadê o velho? perguntei.
- Ele tá no banho, respondeu.
- Você parece cansada.
- Como você quer que eu pare? Não sei como ele faz, mas o Marcos não parou a noite toda.
- E você adorou, né? disse, sorrindo.
- Amei, faz tempo que não sou comida assim, ela sorriu também.
- Como vão, lindo casal? ouvimos atrás de nós.
O velho estava vestindo um roupão meu e com o cabelo molhado.
- Espero que não se importe de eu ter pegado um roupão, ele me disse.
- Por favor, não seja por isso, respondi.
- Bom dia, Sra. Pietro, Como está?, perguntei, e beijei delicadamente seus lábios.
- Bem, muito bem, disse ela rindo.
- Sentem-se que o café da manhã já está pronto, continuou.
Nos acomodamos na mesa da cozinha e ela serviu as xícaras de café e as torradas.
- Linda noite que passamos, não é, Sr. Pietro?
- Muito agradável, respondi.
- Menos mal que saímos daquela festa chata, continuei.
- Que vitalidade o Marcos tem, disse ela.
- Estou treinado, ri.
- Com uns amigos da minha idade fazemos muito esporte.
- Além disso, costumamos nos divertir com bundas lindas e isso nos mantém jovens, riu.
- Já percebi, disse rindo.
- Você gostou, não é, Sra. Pietro?
- Muito, respondeu olhando para ele maliciosamente.
- Teríamos que repetir, não é, Prieto?
- Quando quiser, respondi.
- Gostaria de convidá-los para minha casa de campo no próximo fim de semana. Gostam da ideia?
- Claro, disse ela, adoraríamos.
- Anote o endereço, pediu.
Marce procurou nas gavetas da cozinha uma agenda e um lápis e se apoiou na bancada para anotar. Por causa da posição, sua camiseta subiu um pouco, deixando ver quase toda sua bunda linda, coberta apenas pela calcinha minúscula.
- Que vista maravilhosa a senhora está nos dando, Sra. Pietro, disse ele, fixando os olhos nela.
Ela olhou para ele e riu, enquanto levantava a bunda um pouco mais.
- Olhe como sua esposa me deixa, me mostrou, abrindo o roupão.
Estava quase com uma ereção completa.
- Já volto, Prieto, me disse enquanto tirava o roupão.
Apoiou-a por trás e começou a beijar seu pescoço, ela respondeu esfregando a bunda no pau dele. Eu me masturbava novamente.
- Mostramos ao seu marido como você gosta do meu leite?, sussurrou no ouvido dela.
Ela se virou, ajoelhou-se e enfiou todo o membro do velho na boca. Chupava como só ela sabe fazer. No rosto do Marcos dava para ver que ele não ia aguentar muito.
- Lá vem, disse entre gemidos.
Marce não parou, só continuou metendo e tirando num ritmo frenético, até encher a boca dele de porra. Veio até onde eu estava E aí, me olho com tesão e engulo tudo. Aproveitei e gozei na cara dela. Nos lavamos, trocamos de roupa e fomos nos despedir do Marcos na entrada do prédio. "Espero vocês no sábado", ele disse. Acenou pra Marce e, quando apertou minha mão, chegou perto e sussurrou no meu ouvido: "Venham de esporte, mas olha só, tragam ela sem calcinha.
— Vamos dançar? — Marce me pediu.
Peguei sua mão e fomos para a pista, que, por não ser muito grande, estava bem cheia. A sensualidade com que minha esposa se mexia aumentou os olhares de todos os caras que estavam ao nosso redor e também dos que permaneciam sentados. Especialmente percebi que em uma mesa de frente para a pista havia alguém observando-a com muita atenção, ou melhor, observando a bunda dela com muita atenção. Era um homem mais velho de aproximadamente 65 anos, grisalho e vestido de forma muito elegante com roupas finas, o que indicava que devia ser algum executivo da empresa. Era surpreendente vê-lo imóvel, quase sem se mover, apenas seguindo com o olhar a bunda que minha mulher balançava no ritmo da música. Naquele momento, pressenti o quanto o velho estava desejando aquela bunda e, na verdade, isso me agradou — finalmente a noite estava começando a ficar divertida, pensei. Considerei que alguém que admirava daquela forma a bunda da minha esposa merecia um agradecimento, e que melhor forma de fazer isso do que aproximando-a para que ele a contemplasse em toda sua expressão. Como as mesas estavam quase na beirada da pista, foi fácil para mim. Dançando e bem devagar para que a Marce não percebesse, fui levando-a para aquele lado até deixar sua linda bunda quase colada na cara do cara. Imaginei que, nessa posição, o velho iria fingir distração para que eu não percebesse sua atitude, mas não — ele continuou com os olhos fixos no corpo da minha mulher, na mesma posição e sem qualquer disfarce. A situação tinha me causado o início de uma ereção e talvez tenha sido por isso que tive coragem de continuar com a provocação. Aproximei-a de mim segurando-a pela bunda com as duas mãos e dei um beijo profundo nela. Ela me olhou surpresa sem suspeitar de nada, eu sorri e continuamos dançando. Observei o velho e aí notei que ele estava me encarando fixamente. Senti como se ele estivesse me perguntando se aquilo tinha sido para ele. Fiz um gesto com a cabeça que poderia ser interpretado como um cumprimento, mas também como uma concordância. Ele repetiu meu gesto e imediatamente voltou a baixar o olhar para a bunda da Marce. Naquele momento, as luzes se acenderam e a música parou. Confesso que voltar para nossa mesa e sentar foi um alívio, já estava ficando difícil disfarçar minha Ereção.
- O que foi aquele beijo?, ela me perguntou.
- Nada, tive vontade de te beijar, respondi.
- Você foi muito efusivo e tinha muita gente olhando, ela disse.
- Ninguém viu, respondi.
Ela não disse nada, só riu.
Enquanto comíamos o prato principal, não conseguia parar de observar o velho. Ele estava sentado junto a um grupo de três homens e três mulheres com idades parecidas com a dele. Conversava e ria constantemente, e me surpreendeu que nunca direcionou o olhar para nós. Fiquei desapontado, teria gostado que ele continuasse babando pela bunda da minha mulher.
A conversa entre os comensais da nossa mesa era bem chata, isso fazia a imagem dos olhos do velho grudados na bunda da minha esposa voltar à minha cabeça. O episódio me excitava e eu já estava com uma ereção que, por sorte, sentado, conseguia esconder.
Enquanto isso, Marce continuava conversando com uma das integrantes da mesa sem nem desconfiar dos meus pensamentos.
Novamente as luzes se apagaram e a música começou.
- Vamos?, Marce me pediu, pegando na minha mão.
- Daqui a pouco, respondi.
Era impossível levantar, antes tinha que aliviar a tensão dentro da minha calça.
- Te incomoda se eu tirar ela para dançar?, um colega de mesa me consultou.
- Não, de jeito nenhum, respondi.
Todos saíram para dançar e fiquei sozinho na mesa, então aproveitei para trocar de cadeira e ter uma vista mais ampla da pista.
Minha esposa dançava no mesmo lugar onde tinha dançado comigo, mas o velho não estava na sua cadeira. Deve estar dançando, pensei, enquanto tomava um gole de vinho.
- Posso me sentar?, ouvi atrás de mim.
- Claro, respondi. Era ele.
- Eu já não estou para esses trotes, mas que estranho você não estar dançando, ele me disse.
- Daqui a pouco, respondi, tentando me recuperar da surpresa.
- Me chamo Marcos Acuña, ele disse, estendendo a mão.
- Jorge Prieto, muito prazer, apertei a dele.
- Em que setor da empresa você está?, perguntou.
- Em vendas. E o senhor?
- Eu estou no conselho.
- Mas não se intimide, meu... Amigo, aqui somos todos iguais, riu.
- De jeito nenhum, respondi sorrindo.
- Além disso, eu estou sozinho e o senhor está com uma mulher linda, então são dois contra um, riu novamente.
- É sua namorada?
- Não, minha esposa.
- Ela é realmente muito linda e sabe disso, disse, apontando para a pista onde ela se contorcia sensual ao ritmo da música.
- É sim, ri nervosamente.
Ele foi direto ao ponto. Percebi que ele se sentia seguro, suspeitava que o espetáculo de um tempo atrás tinha sido direcionado a ele. A situação me deixava desconfortável, mas ao mesmo tempo me deixava muito excitado.
- Esse vestido fica maravilhoso nela, não acha?, me perguntou.
- Sim, respondi um pouco inquieto.
- Digo isso porque pude ver bem de perto há pouco enquanto vocês dançavam.
- O quê?, olhei para ele.
- O vestido, o que você estava pensando?, riu.
- Nada, nada, respondi ainda mais tenso.
- Posso fazer uma pergunta sem que se incomode?
Não respondi, apenas fiz um gesto afirmativo. Me sentia visivelmente nervoso.
- Sabe se sua esposa usa calcinha?
- Como assim?, perguntei com cara de desagrado.
- Desculpe se o inquietei com minha pergunta, não era minha intenção, se desculpou diante da minha reação.
- Perguntei porque esses vestidos tão justos deixam ver as tiras das calcinhas e fiquei observando a bunda da sua esposa por um bom tempo e não vi marca nenhuma, prosseguiu.
O nervosismo que sentia se transformou em excitação. O velho tinha passou dos limites, mas em vez de ficar com raiva, o joguinho me animava, afinal eu que tinha começado.
- Na verdade não sei, respondi.
- Talvez ela esteja usando um fio-dental pequeno que entra na bunda e não dá para ver, disse de propósito.
- Talvez, disse.
Eu esperava que a resposta o deixasse desconfortável, mas ele não teve nenhuma reação.
- Descobre para mim, gostaria de saber, continuou enquanto me dava a mão e se retirou, voltando para sua mesa.
É um velho esperto, pensei, passou a bola para mim para ver se eu queria continuar com o jogo. Lamentei que ele tivesse ido embora, aquele diálogo tinha me excitado muito. Continuei acompanhando com o olhar, ele se sentou de costas pra Marce sem olhar pra ela e continuou com a animada conversa com os colegas de mesa. Eu fiquei novamente sozinho e mais excitado do que antes, sem ter certeza se queria continuar com essa diversão perigosa. Depois de um tempo, a música parou e todos voltaram pra mesa.
— O que aconteceu que você não veio? — Marce me perguntou.
— Tive vontade de te ver daqui — respondi sorrindo.
Ela riu e me deu um beijo.
— E o que você viu?
— Vi que não dá pra ver marcas de calcinha — sussurrei no ouvido dela.
— Percebeu? — ela riu.
— Com esses vestidos não dá pra usar — respondeu com voz maliciosa.
— Nada mesmo? — perguntei.
— Nada mesmo — ela respondeu sorrindo.
— Te incomoda? — continuou.
— Não, de jeito nenhum — disse.
Os garçons vieram servir a sobremesa, então a conversa foi interrompida. Reconheço que estava muito excitado com a situação, e isso não me deixou pensar direito.
— Vou ao banheiro, já volto — disse.
Tive que fazer um esforço pra andar por causa da ereção que eu tinha. Por sorte não tinha muita luz, então consegui disfarçar bem. Fui direto pra mesa do velho e, ao passar perto dele, me aproximei e disse no ouvido:
— O senhor tinha razão.
Ele só me olhou, e eu continuei caminhando pro banheiro. Entrei num cubículo e abaixei a calça, já não aguentava a pressão que faziam no meu pau. Como a ereção estava total, aproveitei pra me masturbar um pouco, lembrando do olhar do velho na bunda da minha mulher.
— Sr. Prieto, o senhor está aí? — ouvi enquanto a água de uma torneira corria.
Ele tinha me seguido até o banheiro, era lógico, mas mesmo assim me deixou um pouco exaltado.
— Sim — respondi.
— Perdoe o incômodo, mas queria ter certeza se entendi direito.
— Quis dizer que sua esposa está pelada debaixo do vestido? — perguntou.
— Completamente — disse enquanto me masturbava freneticamente.
— Ah, veja só.
— Diga, acha que sua esposa topa comigo?
Um frio correu pela minha espinha, fiquei em silêncio.
— Dançar, digo.
— Teria que perguntar pra ela — disse já bem agitado.
- Você não teria problemas, certo?
- Não, foi a única coisa que saiu da minha boca.
- OK, depois te vejo.
Só quando ouvi a porta principal do banheiro fechar que consegui relaxar. Ajeitei minha roupa, lavei minhas mãos e rosto, tentando me refrescar um pouco, e voltei para a sala. Quando passei pela mesa dele, o velho nem olhou para mim.
- Como demorou, me disse a Marce.
- É que algo que comi não caiu bem, falei como justificativa.
- Dá pra ver que você está bem vermelho, quer que a gente vá embora?, ela perguntou.
- Não, por enquanto aguento, se for preciso te aviso.
Eu ainda estava explodindo de tesão, desejava que essa festa nunca acabasse. Adorava esse jogo sem que minha esposa soubesse, e com a vantagem de terminá-lo quando quisesse.
Quando a música começou de novo, todos da nossa mesa foram dançar.
- Ainda está se sentindo mal?, ela perguntou.
- Na verdade não muito bem, mas vai dançar se quiser.
- Se você quiser, pode dançar comigo, ouviu-se atrás de nós.
- Meu nome é Marcos, muito prazer, continuou ele, estendendo a mão para a Marce.
- Marcela Prieto, prazer, disse ela.
- Com seu marido já nos conhecemos, não é mesmo?
- Sim, claro, e é claro que eu a empresto, falei com um sorriso.
- Não te incomoda, amor?, perguntou ela com cara de desconcertada.
- Nada, vai lá, enquanto eu me recupero um pouco.
Ela me deu um beijo e foram, ela na frente e ele atrás, com o olhar fixo na bunda dela.
Novamente mudei de cadeira para poder apreciar melhor os dois, tinha certeza que a Marce, com o jeito que gosta de provocar os caras, ia deixar o velho maluco.
Não me enganei, pouco depois de estarem dançando de frente, ela se virou e começou a rebolando a bunda, o velho, sem disfarçar, novamente prendeu os olhos na bunda dela, dirigiu o olhar para mim e disse algo no ouvido dela, a Marce me olhou e riu, posicionando-se novamente de frente para ele.
Eles se aproximavam, sussurravam algo, riam e continuavam dançando. Já a ereção estava me causando dor, tinha que fazer algo. Como a área de as mesas estavam às escuras, me cobri com parte da toalha, abri o zíper da calça e liberei o membro desse aprisionamento. Me masturbava devagar para que ninguém percebesse nada. Realmente estava torcendo para que algo mais acontecesse, mas não foi assim, o velho se comportou como um cavalheiro, só continuaram dançando e quando a música acabou ele a acompanhou até minha mesa, se despedindo dela e de mim com um "obrigado". Pensei que tudo tinha terminado ali; nada mais equivocado.
– Vi que você se divertiu, eu disse.
– Sim, o Marcos é muito simpático, ela respondeu.
– E além disso ele tem um perfume muito gostoso, continuou.
– E também deixou ele doido, eu disse sorrindo.
– Sim, ele me deu a entender, ela riu.
– É mesmo? Como?
– Em um momento eu virei de costas e ele sussurrou no meu ouvido para eu me virar, que era velho mas não era de ferro, e que você estava me vigiando, disse com cara de safada.
– Sim, eu vi. E vi que você se virou na hora.
– Eu prometi que ia me comportar, não foi?
– Eu cumpro minhas promessas, ela sorriu.
– O velho te deixou com tesão? quis saber.
– Eu cumpro minhas promessas, ela repetiu sorrindo e me deu um beijo carinhoso.
Seus olhos diziam tudo, ela tinha adorado provocar o velho, dava pra ver que estava excitada. Não me surpreendi, eu sabia o quanto ela gostava daquilo.
– Vou ao banheiro, já volto, ela me disse.
A segui com o olhar, ao passar perto do velho ela empinou mais a bunda, eu teria apostado que ela faria isso, e continuou o caminho. O velho não conseguiu deixar de olhar, pregou os olhos naquela bunda empinada até que ela desapareceu atrás da porta do banheiro. Depois me olhou, se levantou e se aproximou.
– Peço desculpas, ele me disse.
– Por quê? perguntei.
– Por não conseguir parar de olhar a bunda da sua esposa, disse em tom pausado.
– Espero que me entenda, na minha idade só o saber que aquele lindo rabo está pelado debaixo do vestido, me excita, continuou.
– Não se preocupe, isso acontece comigo direto, respondi.
– Aliás, me honra que admirem minha mulher, continuei.
– Fico feliz que não a incomode.
– Acha que a ela incomodaria? perguntou.
– O quê? - Me mostre essa bundinha.
- Ela já mostrou na pista, eu disse.
- Não entendeu, perguntei se ela se importaria de me mostrar a bundinha sem o vestido, disse com toda confiança.
Um suor correu pelas minhas costas, meu nível de excitação já não me deixava pensar direito. Não respondi, meu silêncio deu abertura para ele continuar.
- Não acha que seria excitante para você ver sua esposa mostrando a bunda nua para um velho como eu?, prosseguiu.
Não emiti uma palavra, só olhava para a pista, enquanto ele continuava falando discretamente comigo.
- Deixo você pensar, se achar possível me avise, disse, e começou a caminhar em direção à sua mesa.
Não só achava possível, como queria que acontecesse, pensei. Estava certo de que não seria difícil convencer a Marce, ela adora essas coisas.
Se não fosse pela educação e compostura do velho, talvez tivesse deixado a oportunidade passar, mas isso e o tesão falaram mais alto, e eu estava disposto a fazer acontecer.
- Não sabe quanta gente tinha no banheiro, me disse Marce ao voltar.
- E claro, vão todas juntas, falei, como para disfarçar meus pensamentos.
- Está se sentindo melhor?, me perguntou.
- Na verdade não, estava pensando em dizer para irmos embora, respondi.
- É? Que pena, me disse.
- Bom, vamos, sem problema, continuou.
- Marcos pediu para darmos uma carona até a casa dele, te incomoda?, perguntei.
- Acha mesmo? Não te vejo bem, disse.
- Fica no caminho e ele é um diretor, não posso dizer não, comentei.
- OK, vou buscar os casacos no guarda-volumes, já volto, disse.
- Eu vou avisar o velho, falei.
Cheguei à mesa dele, ele se virou para me dar atenção.
- Já vamos embora, nos acompanha?, perguntei nervoso.
- Claro, me respondeu com um sorriso.
- Esperamos na porta, disse e me afastei.
Nos posicionamos no meu carro, o velho na parte de trás e partimos.
- Que perfume gostoso você tem, foi o primeiro comentário da minha mulher, enquanto o aroma inundava todo o interior do carro.
- Obrigado, respondeu ele.
- Fico feliz que goste, continuou.
- O O seu também é muito bonito e sugestivo, disse ele.
- Obrigada, respondeu ela com um sorriso.
- Vocês moram longe?
- Não, aqui a umas 10 quadras, respondi.
- Pena que esteja se sentindo mal, teria gostado de continuar conversando com um casal tão simpático, disse o velho enquanto me observava pelo retrovisor.
- Outro dia a gente te convida para jantar, disse a Marce.
- Não estou tão mal assim, não é pra tanto. Gostaria de passar pra tomar um café?, perguntei.
- Se sua esposa não se importar, adoraria.
- Não, por favor, como vou me importar?, disse ela me olhando desconcertada.
Acelerei o caminho para casa enquanto meus pensamentos me invadiam. Estava muito excitado e queria chegar o mais rápido possível.
Estacionei o carro na garagem e nós três fomos em direção ao elevador. Novamente o perfume do velho encheu a pequena cabine.
- Você tem que comprar um perfume assim, é muito estimulante, me sugeriu a Marce.
- É bonito, eu disse.
- Parece estimulante pra você?, perguntou ele.
- Muito, respondeu ela.
- E o que estimula?, continuou ele, olhando-a com desejo.
- Ah, tantas coisas, respondeu ela rindo.
Ele riu, eu era só um observador daquela conversa de sedução.
Convidei-o para sentar numa das poltronas macias que temos na sala, eu me sentei de frente pra ele, enquanto a Marce foi pra cozinha preparar o café prometido.
- Sua esposa já sabe?, me perguntou.
- O quê?
- Que você me trouxe pra ela me mostrar a bunda.
- De jeito nenhum, respondi inquieto.
- Acha que vai ser possível, ela não vai se arrepender, né?, perguntou com tom impaciente.
- O senhor veio ver a raba da minha esposa e ela vai mostrar, respondi desafiador.
- Assim que eu gosto, disse enquanto se acomodava na poltrona.
Meteu a mão no bolso interno do paletó e tirou uma pílula azul, colocou sobre a mesa à sua frente.
- Se você me permite, vou tomar essa pílula, na minha idade a gente precisa de uma ajudinha e com um rabo tão lindo por perto nunca se sabe, sorriu.
Entendi que ele fez esse movimento pra ver como eu reagia. Ele estava insinuando que não queria apenas ver a Marce nua, mas que pretendia algo mais. Aceitei o desafio.
— Amor, pode trazer um copo d'água? O Sr. Marcos precisa tomar um remédio — gritei para a Marce, para que ela ouvisse.
Ele sorriu e, embora mantivesse a compostura, notei nele uma expressão de desejo que não havia visto a noite toda.
Nesse momento, ela voltou com o copo na mão.
— Já está esquentando, em um instante estará pronto — disse, entregando o copo ao velho.
— A que se refere? — perguntou ele, engolindo o comprimido.
— Ao café, o que você achou? — respondeu ela, rindo.
— Você deve ser brava, hein? — continuou ela, sentando-se ao meu lado.
— Diz isso pelo que conversei com seu marido? — perguntou, olhando para mim.
— O que conversou com meu marido? Não sei, ele não me contou.
— Ah, perdão, pensei que ele tivesse contado o que conversamos na sala.
— Não contou, Prieto? — perguntou-me, fingindo distração.
— O que vocês falaram? — quis saber ela, intrigada.
— Só me perguntou se você estava de calcinha e eu respondi que não — respondi, visivelmente excitado.
Notei no rosto dela que aquilo a tinha tocado; o brilho nos olhos a traiu. Marcos percebeu e aproveitou para continuar:
— Peço por favor que não fique brava — disse.
— Você é uma mulher linda, e é muito excitante para mim saber que apenas o tecido fino do seu vestido cobre seu corpo, especialmente essa bunda tão linda — continuou.
Ela me olhou e sorriu, nervosa.
— Para seu marido foi excitante imaginar você tirando o vestido para mim, e eu adoraria ver seu corpo nu. Isso te incomodaria? — perguntou.
O rosto dela corou, acho que por uma mistura de excitação e vergonha; ela não esperava que o velho fosse tão direto.
Por alguns segundos, tudo ficou em silêncio.
— Não sei, me pegou de surpresa — disse ela.
— Olha, senhora Prieto, não fique chateada. Tome isso apenas como uma brincadeira. Seu marido vai curtir, eu vou curtir e, com certeza, você também vai... ela vai gostar. Ela me olhou e timidamente fez um gesto de convencimento e aprovação. — Prieto, eu gostaria de ver você tirando o vestido dela, me faria o favor? — perguntou. Me levantei, peguei sua mão e nos afastamos alguns metros do sofá. Fiquei de frente para ela e ela de costas para o velho. Lamentei que Marcos não pudesse ver a cara de puta que a Marce tinha naquele momento. Ele continuava acompanhando a cena atentamente, sem expressão alguma. Lentamente, desci as alças do vestido e as soltei. Não sei se foi pelo tipo de tecido ou pela maciez da pele da minha mulher, o vestido deslizou completamente e ficou aos seus pés. — O que você acha, Marcos? — me animei a perguntar. — Acho que sua esposa tem uma bunda preciosa — respondeu. — Obrigada — disse ela, virando a cabeça e procurando-o com o olhar. — Tire o vestido, mas deixe os sapatos, por favor — ele me ordenou. Fiz assim. Ela tremia de excitação, eu naquela altura só aguardava novas ordens. O velho continuava com seu terno e gravata perfeitamente ajustados, me surpreendeu que ele nem sequer se tocasse por cima da calça. — Sr. Prieto, gostaria que exibisse essa bunda como fez enquanto dançava na festa — disse. A Marce se surpreendeu, mas não disse nada, sua tesão já não permitia. Comecei a dançar devagar, peguei-a pelos quadris e ela começou a se mover sensual. Muito lentamente, fui levando-a em direção à posição do velho, até colocar sua bunda a alguns centímetros de seu rosto. Desci minhas mãos até suas nádegas e repeti a cena do salão, dando-lhe um longo beijo. — Sr. Prieto, me permite acariciar o bundinha da sua esposa? — perguntou. A Marce fechou os olhos, estava quase explodindo, eu não disse palavra, apenas a aproximei um pouco mais, quase roçando sua bunda no rosto do velho. Ele entendeu que tinha permissão e apalpou suavemente suas nádegas, enquanto a Marce empinava mais a bunda. Dei outro beijo nela e me afastei, não queria perder nada da cena. — Que pele linda a senhora tem, Sra. Prieto — disse, enquanto a acariciava com delicadeza todo o corpo dela.
-Obrigado, mal dá pra ouvir ela.
-Realmente tem uma mulher linda, Sr. Prieto, continuou ele dizendo enquanto enfiava a mão entre as pernas da Marce.
-Eu sei, falei, enquanto ela nos presenteava com um gemido de prazer.
-Tá toda molhada, Sra. Prieto, disse ele olhando para a mão encharcada pelos seus fluidos.
-Vira de costas, por favor, pediu.
Ela obedeceu. Primeiro acariciou os seios, que a essa altura estavam com os mamilos bem duros, depois desceu as mãos pelo umbigo até chegar na sua buceta totalmente depilada.
A Marce estava de olhos fechados e com a respiração ofegante. Eu abri o zíper da calça pra aliviar a pressão.
-Espero, Sr. Prieto, que tenha um pouco de paciência, logo vai ter tempo de se masturbar, sugeriu ele.
Eu obedeci, fechei o zíper de novo. Ele continuou:
-Sua esposa tem uma bucetinha linda, disse, enquanto cutucava delicadamente lá dentro.
-Mas essa buceta tem dono, e é o senhor, e eu respeito muito isso, me disse enquanto tirou os dedos de lá.
Eu e a Marce nos olhamos surpresos.
-Não se surpreendam, por respeito ao marido eu nunca pediria a buceta de uma mulher casada, continuou.
-Diferente é a raba, sempre acreditei que bundas bonitas pertencem a todos os homens, disse enquanto virava a Marce de novo.
Isso foi muito excitante pra mim, tive que fazer um esforço pra não gozar. Também deu pra ver que tinha feito efeito na minha mulher, ela mordeu o lábio inferior e ficou ainda mais corada.
Ele colocou uma mão nas costas dela e empurrou pra frente. Ela ficou de novo com a raba bem empinada, a centímetros do rosto dele.
-E esse cuzinho tá parecendo bem predisposto, né, Sr. Prieto?, perguntou me encarando, enquanto lambia dois dedos e enfiava até o fundo no buraquinho dela.
A Marce soltou um gritinho de prazer, ele deixou os dedos um tempinho dentro da raba dela e depois continuou com movimentos lentos, enfiando e tirando. Ele fez isso umas dez vezes, o suficiente pra minha esposa, que entre gemidos, o primeiro orgasmo. Tirei os dedos e dei uma palmadinha nela. — Calma, Sra. Pietro, ainda falta o melhor — disse ele com um sorriso. Ela continuava na mesma posição e dava pra ver que estava muito agitada, um filete de líquido transparente escorria por suas pernas trêmulas. — Sr. Prieto, por favor, vá buscar algo para sua esposa se limpar — ele disse. Saí da sala e fui ao banheiro pegar papel. Foi um alívio pra mim, pude tirar o pau e me masturbar um pouco, arrumei a roupa e voltei, não queria perder nada. Voltei com um rolo de papel na mão, lá estavam eles, Marcos em pé na frente dela, com uma mão entre suas nádegas e se beijando com muita paixão. — Desculpe, Sr. Prieto, mas sua esposa quis sentir meu perfume de perto. — Não é, Sra. Pietro? — perguntou. — Sim — ela mal conseguiu responder, imediatamente a língua do velho estava novamente em sua boca. Nunca tinha visto a Marce beijar com tanta paixão alguém que não fosse eu. Dava pra ver as línguas se entrelaçando e se alternando nas bocas. — Mostre ao seu marido como você gosta do meu perfume — ele dizia, e novamente enfiava a língua na boca dela. — O senhor é um homem de sorte, Prieto, sua mulher tem uma boca deliciosa — e voltavam a brincar com as línguas. Ficaram assim por alguns minutos. A cena era super erótica e eu já precisava me masturbar e ter meu primeiro orgasmo. Por sorte ele parou: — Sra. Prieto, preciso conversar a sós com seu marido, pode me dar licença um momento? — disse. Ela assentiu desconcertada e foi para o banheiro. — Olhe, Sr. Prieto, queria agradecer por me permitir admirar e tocar o lindo corpo de sua esposa. — Você vai entender que isso não pode parar por aqui — continuou. Só balancei a cabeça concordando. — Vou foder sua mulher e gostaria de fazer isso na cama de vocês, o senhor teria alguma objeção? — me perguntou. — Não — respondi quase inaudível. — Mesmo assim, pode confiar em mim, embora essa buceta seja muito desejável, como disse antes, por respeito a você, só vou penetrá-la pelo cu. — É tudo sua, eu disse.
- Agradeço muito, ele respondeu.
- Outra coisa, Pietro, eu adoraria dar para esse rabo a noite toda, você se importaria de dormir aí nos sofás?, perguntou.
- Não, de jeito nenhum, respondi com um sorriso nervoso.
- Agradeço novamente, disse ele.
- Me mostra onde é o seu quarto, pediu.
Acompanhei ele até nosso quarto.
- Vá buscar sua esposa e me traga ela, que o remédio já está fazendo efeito.
Obedeci, fui até o banheiro. Ela tinha colocado um roupão e estava se tocando na frente do espelho. Dava para ver que ela estava super excitada.
- Oi, ela me disse.
- Oi, está bem?, perguntei.
- Sim, respondeu.
- Marcos quer que eu te leve para o quarto, ele me pediu permissão para comer sua bunda lá a noite toda.
- E o que você respondeu?, perguntou enquanto se masturbava mais rápido.
- Eu disse que essa bunda era toda dele, respondi enquanto enfiava um dedo no seu buraquinho.
- Fiz errado?
Sua pele arrepiou e eu tinha certeza que não era de frio. Ela me deu um beijo ardente e pediu para eu levá-la.
Ao chegar no quarto, o velho já estava meio despido, tinha tirado o paletó e a camisa. De novo, o aroma dele tinha tomado o ambiente.
- Colchão bonito, disse enquanto fazia pressão nele com as duas mãos.
- Vamos passar uma noite maravilhosa, não é, Sra. Pietro?, perguntou.
Ela só olhou para ele com desejo.
- Tire o roupão e os sapatos e entre na cama, por favor, continuou.
Marce obedeceu na hora e, totalmente nua, deitou de bruços. Eu me posicionei numa cadeira ao lado da cama. Marcos tirou as calças e a cueca, ficando completamente pelado. Seu físico em geral combinava com a idade, estava totalmente depilado e seu membro, de tamanho considerável, já mostrava uma ereção importante.
Ele se deitou de frente para ela e acariciou suas costas e sua bunda enquanto beijava seu pescoço.
Ela procurou a boca dele e as línguas se entrelaçaram de novo.
- Viu, Prieto, dá para perceber que sua esposa não mentiu quando disse que meu perfume a estimulava.
- Venha, Sra. Prieto, cheire aqui. que costumo colocar mais quantidade, continuou dizendo enquanto guiava a cabeça dela em direção ao seu torso. Marce começou a beijar seus mamilos e desceu lentamente até chegar ao seu umbigo, onde enfiou a língua dentro. O velho gemeu pela primeira vez. Eu, que me masturbava freneticamente, não aguentei mais e tive meu primeiro orgasmo. Levantei para ir me lavar.
- Aonde vai?, me perguntou Marcos.
- Me lavar, disse, enquanto ela continuava brincando com seu umbigo.
- Espere, quero que veja como sua esposa me chupa, disse.
Marce virou a cabeça, me olhou e enfiou toda a pica do velho dentro da boca. Eu voltei ao meu lugar.
- Que bem que a senhora chupa, Sra. Pietro, disse enquanto segurava sua cabeça com as duas mãos marcando o ritmo.
Ficou assim por alguns minutos, sua boca subia e descia pelo membro de Marcos enquanto alternava o olhar entre o dele e o meu. Em um momento, foi com a boca até suas bolas. Dava para ver que o velho adorou. Pegou o membro e começou a se masturbar enquanto Marce brincava com aquela área com a língua.
- Que doce que é sua esposa, Sr. Pietro, disse entre suspiros.
- Veja o que mais encontra por aí para lamber, Sra. Pietro, continuou enquanto abria e levantava as pernas.
Ela não hesitou, desceu a língua até encontrar o ânus do velho, que lambeu com prazer.
- Isso, Sra. Pietro, divirta-se com minha bunda, que depois me toca fazer o mesmo com a sua, disse se masturbando violentamente.
Ver a cabeça da minha esposa enterrada na bunda de Marcos foi tão gostoso que tive meu segundo orgasmo.
- Eu disse que seu marido ia curtir, disse enquanto me apontava.
Ela levantou a cabeça, me olhou com aquele jeito de puta que só ela sabe fazer e enfiou a língua de novo no cu do velho.
Dava para ver que a pílula tinha feito efeito em Marcos, sua pica tinha aumentado consideravelmente de tamanho e estava dura como ferro. Eu estava exausto, precisava descansar um pouco, então aproveitei que os dois estavam muito entretidos e fui para o banheiro para lavar-me. Nem cinco minutos haviam passado e comecei a ouvir minha esposa gemendo freneticamente. Apressei-me de volta ao quarto. Lá estava minha mulher sentada sobre Marcos, com sua bunda inserida até o fundo por seu pau, cavalgando num ritmo apaixonado. A cena me causou uma ereção total novamente, tirei a calça, voltei ao meu assento e comecei a me masturbar energicamente.
—Que cu aberto sua esposa tem, disse o velho quase inaudível pelos gritos da Marce.
—E parece que ela adora paus duros, não é, Sra. Pietro? — continuou enquanto apalpava seus seios.
Ela apenas gemeu, buscou a boca de Marcos e enfiou a língua enquanto continuava a rebolar.
—Estou quase gozando, disse o velho com a respiração ofegante.
—Me dá permissão para gozar dentro da bunda da sua mulher? — me perguntou, olhando para mim.
—Claro, respondi com voz entrecortada.
Nós nos olhamos, eu e a Marce, enquanto o velho, entre gemidos, enchia seu cu de sêmen. Foi demais para nós, que gozamos juntos.
Ela ficou deitada sobre Marcos.
—Gostou, Sra. Pietro? — quebrou o silêncio Marcos.
—Muito, respondeu ela, enquanto o beijava.
—Teve uma boa vista de lá, não foi, Sr. Pietro? — sorriu.
—O que acha? — respondi, mostrando meu sêmen na minha mão.
Os três rimos. Marce se levantou, me beijou e foi para o banheiro.
—Por Deus, como fode sua esposa, você é um sortudo, Sr. Pietro.
—Obrigado, Marcos, disse.
—Você já está satisfeito? — me perguntou.
—Bastante, respondi com um sorriso.
—Vá descansar um pouco enquanto eu continuo dando nessa bunda, não se importa, não é?
—De jeito nenhum, só peço que não a faça gritar muito para eu poder dormir, respondi com um sorriso.
—Isso não posso prometer, disse também sorrindo.
No banheiro, ouviu-se a água do chuveiro caindo.
—Ouça, ela está deixando seu cuzinho limpinho para você poder continuar brincando com ele, disse para excitá-lo.
Deu resultado, seu membro cresceu imediatamente. Eu peguei um cobertor e uma travesseiro e me retirei para a sala para arrumar minha cama para aquela noite. Fui ao outro banheiro me lavar, ao sair me cruzei no corredor com a Marce que saía do dela, enrolada em uma toalha e com o cabelo molhado.
— Anda logo que o velho tá te esperando com o pau duro, eu disse.
— Uf, ela falou mordendo o lábio inferior.
— Acho que você tem chão pela frente, continuei.
— Você não vem?, ela me perguntou.
— Não, tô exausto, vou dormir na sala, aproveita, respondi.
— Obrigada, te amo, ela me disse.
Me beijou e voltou quase correndo pro quarto. Me deitei e dormi.
Já estava amanhecendo. Não sabia quanto tempo tinha passado, não tinha relógio por perto então fui ver o da cozinha. Tinha dormido duas horas e me surpreendeu que tudo estivesse em silêncio, devem estar dormindo, imaginei.
Sem fazer barulho me dirigi pro quarto, a porta estava fechada então com muito cuidado para não acordá-los a abri.
O quarto estava iluminado só pela luz da madrugada. Tinha imaginado errado, minha esposa estava de quatro com a cara apoiada no travesseiro e tinha a cara do velho enterrada na sua bunda. O espetáculo me deu uma ereção na hora. O Marcos me olhou.
— Oi, Prieto, a gente acorda ele?, perguntou, e voltou a lamber sem esperar minha resposta.
— Não, respondi.
— Oi, amor, ela me cumprimentou entre suspiros.
— Oi, falei.
Fui me sentar na minha cadeira, precisava me masturbar de novo.
— Não dormiram?, perguntei inocente.
— Ele não deixou, ela respondeu com cara de satisfeita.
— Você acha que é possível dormir ao lado desse rabo?, ele disse sorrindo.
Incrivelmente ele estava com uma ereção considerável. Nela dava pra ver que estava cansada mas feliz.
— Mostra pro seu marido como ficou a bunda, continuou o velho.
Ela se aproximou e me mostrou o cuzinho totalmente dilatado. Nunca tinha visto tão aberto, sem exagero entrariam quatro dedos sem esforço.
— Olha como o Sr. Marcos deixou meu cuzinho, ela me disse com cara de puta.
— Agradece que não doeu nada, ele é muito atento, continuei sabendo que suas palavras me excitariam.
- Obrigado, Marcos, por cuidar da minha esposa, eu disse.
- De nada, respondeu ele, entrando naquele papo quente.
- Por que não fica um pouco? Agora é a vez da sua mulher, ele sugeriu.
- Como assim? perguntei.
- Vem, Sra. Pietro, mostra pra ele como a gente brinca, disse ele, enquanto ficava de quatro.
Ela me deu um beijo e foi direto enfiar a cara na bunda do Marcos. Lambeu com vontade enquanto se masturbava com dois dedos na buceta.
Ele gemeu e também começou a se masturbar. Eu já estava com o pau doendo e precisando gozar.
- Vem que a porra tá vindo de novo, disse o velho.
Marce ficou de quatro de novo, com a raba bem empinada, Marcos se posicionou atrás e enfiou o pau até o fundo. Ela soltou um grito de prazer. Ele tirava e metia por completo até que, pela exclamação dela, deu pra perceber que ele tinha deixado toda a porra dentro de novo.
Eles caíram totalmente exaustos e eu consegui meu quarto orgasmo da noite.
Voltei pra minha cama completamente acabado e dormi.
A luz que entrava pela janela me acordou; pelo sol, imaginei que fosse meio-dia. Ouviam-se barulhos na cozinha, então me levantei e fui até lá.
- Oi, dorminhoco, disse a Marce, me dando um beijo gostoso.
Ela estava sozinha, preparando café e umas torradas. Vestia uma camiseta branca que chegava na metade da bunda e uma calcinha fio-dental preta quase invisível, e estava descalça. Olhei o relógio: eram 13h25.
- Oi, tudo bem? falei.
- Cadê o velho? perguntei.
- Ele tá no banho, respondeu.
- Você parece cansada.
- Como você quer que eu pare? Não sei como ele faz, mas o Marcos não parou a noite toda.
- E você adorou, né? disse, sorrindo.
- Amei, faz tempo que não sou comida assim, ela sorriu também.
- Como vão, lindo casal? ouvimos atrás de nós.
O velho estava vestindo um roupão meu e com o cabelo molhado.
- Espero que não se importe de eu ter pegado um roupão, ele me disse.
- Por favor, não seja por isso, respondi.
- Bom dia, Sra. Pietro, Como está?, perguntei, e beijei delicadamente seus lábios.
- Bem, muito bem, disse ela rindo.
- Sentem-se que o café da manhã já está pronto, continuou.
Nos acomodamos na mesa da cozinha e ela serviu as xícaras de café e as torradas.
- Linda noite que passamos, não é, Sr. Pietro?
- Muito agradável, respondi.
- Menos mal que saímos daquela festa chata, continuei.
- Que vitalidade o Marcos tem, disse ela.
- Estou treinado, ri.
- Com uns amigos da minha idade fazemos muito esporte.
- Além disso, costumamos nos divertir com bundas lindas e isso nos mantém jovens, riu.
- Já percebi, disse rindo.
- Você gostou, não é, Sra. Pietro?
- Muito, respondeu olhando para ele maliciosamente.
- Teríamos que repetir, não é, Prieto?
- Quando quiser, respondi.
- Gostaria de convidá-los para minha casa de campo no próximo fim de semana. Gostam da ideia?
- Claro, disse ela, adoraríamos.
- Anote o endereço, pediu.
Marce procurou nas gavetas da cozinha uma agenda e um lápis e se apoiou na bancada para anotar. Por causa da posição, sua camiseta subiu um pouco, deixando ver quase toda sua bunda linda, coberta apenas pela calcinha minúscula.
- Que vista maravilhosa a senhora está nos dando, Sra. Pietro, disse ele, fixando os olhos nela.
Ela olhou para ele e riu, enquanto levantava a bunda um pouco mais.
- Olhe como sua esposa me deixa, me mostrou, abrindo o roupão.
Estava quase com uma ereção completa.
- Já volto, Prieto, me disse enquanto tirava o roupão.
Apoiou-a por trás e começou a beijar seu pescoço, ela respondeu esfregando a bunda no pau dele. Eu me masturbava novamente.
- Mostramos ao seu marido como você gosta do meu leite?, sussurrou no ouvido dela.
Ela se virou, ajoelhou-se e enfiou todo o membro do velho na boca. Chupava como só ela sabe fazer. No rosto do Marcos dava para ver que ele não ia aguentar muito.
- Lá vem, disse entre gemidos.
Marce não parou, só continuou metendo e tirando num ritmo frenético, até encher a boca dele de porra. Veio até onde eu estava E aí, me olho com tesão e engulo tudo. Aproveitei e gozei na cara dela. Nos lavamos, trocamos de roupa e fomos nos despedir do Marcos na entrada do prédio. "Espero vocês no sábado", ele disse. Acenou pra Marce e, quando apertou minha mão, chegou perto e sussurrou no meu ouvido: "Venham de esporte, mas olha só, tragam ela sem calcinha.
10 comentários - Comeram a buceta da minha esposa
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tremendo