
A mina sentiu a cabeça da vara do velhote se encaixando na entrada do cuzinho dela, e apesar da imensa tesão que aquele homem desalmado e horrível tinha despertado nela, quis dar uma segurada. Saber que tava sendo observada pelos amigos do seu Pedro fez ela esfriar um pouco.
— Céu Riveros-Ahhhh seu Pedrooo, pelo amor de Deus, não faz isso comigo, seus amigos tão olhando…!!, ousou dizer Céu Riveros, que ainda se mantinha apoiada nua na mesa e olhando com sua carinha suplicante pra quem ia ser seu estuprador.
—Cala a boca, piranha! Já te falei que você passou a noite inteira nos provocando, e agora vou te transformar na minha mulher, hahaha. Dizendo isso, seu Pedro empurrou seu pau com decisão pra dentro da linda colegial, que ao sentir a investida vigorosa no cu, não teve outra escolha senão fechar os olhos e contrair o rosto ao sentir a dor anal imensa que a estocada selvagem causou.
Dom Pedro percebeu que, apesar de sua concentração e do esforço que fazia para se enfiar no corpo poderoso de Cielo Riveros, sua pica era rejeitada por aquele pedaço soberbo de cu que estava à sua inteira disposição. Enquanto isso, seus amigos, observando o que acontecia a apenas metros deles, não paravam de esfregar suas picas e incentivavam o chefe a arrebentar o rabo daquela linda adolescente que tinha aparecido em seus miseráveis destinos.
—Vamos, chefzinho, arrebenta essa buceta dessa puta até sangrar o cu dela, kkkkk...
—É isso aí, Pedro! Vamos nessa que eu já quero provar a foxy dela!!, essa mina é tão gostosa que até chupava os dedos do ginecologista dela, kkkkkkk!!!, riam os malandros…
Cielo Riveros, ao ouvir as insolências e vulgaridades que os homens ali reunidos falavam, e ao perceber que eles também já exigiam a parte deles pra se beneficiar das bondades do corpo dela, e que um deles queria meter nela pela buceta, entrou num estado de pânico total e absoluto…
Cielo Riveros --Por favor, seu Pedro, não deixa eles fazerem isso comigo, snifff!!
--Cala a boca, putinha!! Já te falei que você é uma vadia gostosa, então vai ter que emprestar essa buceta pra todo mundo, hahahaha!! Vamos arrebentar você, coisinha gostosa, vamos te comer todinha!! Então chora o quanto quiser, ninguém vai te ouvir mesmo, e o mais certo é que depois você vai gostar tanto que amanhã vai voltar pedindo mais pica, hahahaha!! Agora fica quieta que não consigo enfiar meu pau no teu cu!!
O velho continuava na sua tentativa de penetrar, que a cada vez ficava mais difícil, enquanto isso, todo o tesão que a jovem sensual sentia foi se dissipando. Agora, o que ela sentia era medo. A música alta continuava animando o ambiente, mas Cielo Riveros estava prestes a ser estuprada numa feira, onde a poucos metros dali casais de namorados dançavam, assim como pais curtindo com suas esposas e filhos pequenos. E ela ali, numa área escura, toda nua, com três velhos tarados e pervertidos.
Dom Pedro já tava caindo no desespero, mas como essa piranha endemoniada tinha a bunda apertada! Céu Riveros soluçava e contraía todos os músculos das nádegas, então o velho optou por aplicar uma sonora série de palmadas fortes na bunda dela pra que a mulher se distendesse.
—Plafff… Plafff… plafff… plafff… ecoaram as palmadas do mecânico bruto nas carnes duras e macias de Cielo Riveros. O velho percebeu que, com essa medida selvagem, a jovem parecia se acalmar um pouco. Então, ele apontou novamente sua ferramenta de carne para o cuzinho minúsculo da colegial, fechou os olhos em sinal de concentração e empurrou firme e decidido, introduzindo assim a cabeça vibrante de seu furadeira de pau. Ele tinha conseguido, estava atravessando a novinha gostosa.
Cielo Riveros —Aaaah, nãooo!! Seu Pedro, tira issooo!!. Cielo Riveros sentia uma dor tremenda, nunca sentida antes, nem mesmo com o fodeu Juan tinha doído tanto da vez que ele enfiou no cu dela no porão da escola, e claro, se o fodeu usava medidas aceitáveis no pau dele, seu Pedro superava ele de longe em tamanho e grossura…
—Aceita logo, vagabunda!! Há pouco você disse que queria transar e agora tá se fazendo de santinha!! Kkkk… Já enfiei parte da minha pica e agora vai tomar tudinho!! Vou te comer igual Deus mandou, kkkk!! Dizendo isso, o homem horroroso firmou as mãos grossas nas cinturas macias de Cielo Riveros e empurrou com mais violência, atravessando ela com brutalidade selvagem, até sentir que as bolas dele batiam na buceta molinha de Cielo Riveros.
Cielo Riveros sentiu aquilo entrando fundo na alma, quis gritar e fugir, mas sabia que suas intenções seriam em vão. Então, aceitando sua realidade miserável, só conseguiu fechar os olhos com força, com a boca aberta num gemido de dor silenciosa, aguentando a pressão que a pica daquele velho desconhecido fazia lá dentro do seu corpo, enfiada no cu dela. Ela pensava que o que estava metido no seu rabo não era uma pica, parecia que tinham enfiado um ferro incandescente, em brasa.
Já o seu Pedrose continuava enterrado no corpo curvilíneo e potente daquela gostosa de 18 anos, via ela submissa e dominada, então começou a passar a mão na sua anatomia macia e, principalmente, na sua bunda feminina e bem feita, que ele tinha se encarregado de enfiar. O trabalho tinha sido tão difícil que ele achava que era o primeiro a estrear o rabo daquela menina inocente.
O mecânico feroz, já mais calmo, começou a meter e tirar o pau daquela bunda gloriosa. Ele sentia e experimentava como o esfíncter da Cielo Riveros apertava a rola dele de vez em quando, como se ela não quisesse que o pau dele abandonasse aquela parte sublime do corpo dela. A cada estocada que ele dava, arrancava um gemido forte de dor genuína. Cielo Riveros sentia que aquele homem impiedoso estava despedaçando ela pelo cu.
Os outros bêbados espectadores ficaram sem fala e de boca aberta, babando ao ver a épica batalha sexual que seu chefe estava travando com uma linda adolescente colegial, daquelas que se vestem e se arrumam gostosas, com saias curtas e provocantes, mas que agora estava nua e submissa. Eles já queriam provar ela também, então um deles se atreveu a pedir ao chefe que se apressasse.
—Vamos, Pedrinho, se apressa que a gente também quer provar a putinha, pedi aquele que parecia mais gostosa do resto…
Dom Pedro, que suava como um cavalo de hipódromo depois de correr uma prova, quase bufava de tanto prazer que tava sentindo…
—Má sorteee!!, vão ter que esperar a vez de vocês, par de inúteiiis!! Kkkkk, essa potranca aqui eu tenho que domar primeiro, ele dizia sem parar de empurrar, enquanto uma porrada de baba escorria da boca dele, toda banguela…
O mecânico, que precisava dos firmes movimentos de escora que acionavam o interior do cu de Cielo Riveros, passou suas mãos grossas e calejadas, fruto do trabalho pesado, por baixo da barriga lisa da moça, fazendo com que ela se endireitasse para ele poder apalpar seus peitos duros e sedosos. O velho sacou que, mesmo com as mãos grandes e peludas, elas não conseguiam agarrá-los por completo. Saber que estava enfiado no cu daquela garota de carinha de menina, mas com um corpaço do caralho que dava um infarto, quase o enlouqueceu de tesão. Por isso, começou um curto trajeto até uma parte do terreno que tinha grama, fazendo Cielo Riveros se abaixar para ficar de quatro, tudo isso sem tirar nem um milímetro do esfíncter dolorido da novinha.
Cielo Riveros já tava na quarta, sentindo o dom Pedro se esgoelar enterrando o pau no cu dela. Dentro daquela merda de estado psicológico, ela se perguntava como tinha chegado naquilo, se só uns minutos atrás tava com a Cláudia e ela tava comendo uns morangos com creme, mas agora tavam enrabando ela num lugar público, sendo observada por mais dois arrombados.
Dom Pedro empurrava contra o corpo indefeso de Cielo Riveros como um verdadeiro possesso, de repente reparou que a jovem ainda estava com as botas calçadas e essa situação o desconcentrava, ele gostava delas nuas e peladinhas, bem como Deus as tinha mandado a este mundo, então sem pensar começou a abaixar o zíper delas, primeiro de uma e depois da outra e sem muita dificuldade a despiu das botas, sua última parte de roupa que lhe restava de proteção à bela colegial, agora sim já se sentia satisfeito, a tinha enrabada e totalmente nua só para ele.
A puta ia pra frente, o mecânico não queria gozar, mas sabia que os parceiros dele esperavam a vez, feito uns cachorros no cio, rodeando o casal de contendores sexuais. E a real não era muito diferente, porque a cena era igualzinha à anterior: o líder da matilha tava acoplado e colado na puta que tava no cio, enquanto os outros machos já sentiam o cheiro atraente e instintivo de acasalamento animal.
Cielo Riveros sentia as mãos peludas de Dom Pedro percorrendo cada parte do seu corpo, e de vez em quando ele se inclinava sobre as costas dela pra beijar com a boca banguela e a barba espessa, sem fazer há uns três ou quatro dias pelo menos, a nuca e parte do pescoço, fazendo toda a sua esbelta anatomia se arrepiar e todos os pelinhos da sua pele macia ficarem em pé. A bunda dela já tinha se acostumado com a tranca enorme que ele enfiava sem piedade, com os lindos olhos verdes semi-cerrados e o cabelo solto caindo bagunçado no rosto com os movimentos ferozes de empurrão, mordendo levemente o lábio inferior e, através de gemidos suaves que já não eram de dor, mas de prazer natural e legítimo, ela deixava claro pro seu macho que já era dele.
Os pedidos suplicantes dos futuros possuidores do corpo da gatinha tiraram o casal daquele estado erótico e morbidão de prazer em que estavam…
—Vamo que vamo… mano, se liga, acaba logo com a mina que eu já tô com a pica estourando de vontade de meter…
—Se o cara tá te enrolando demais com a putinha, opinou o outro…
—Tran…qui…losss, já…vão…terr!!, respondia o mecânico entrecortado, sem parar de se mexer, com os olhos injetados de sangue e as veias das têmporas pulsando de tanta excitação…
—Isso você nos disse há um tempão e ainda tá comendo elas...
—É que vocês, uns arrombados tarados, são muito apressados e me desconcentram!! Melhor irem vigiar onde está o touro mecânico e ver se ninguém chega perto, eu aviso vocês quando for a vez de vocês…
Os velhos aceitaram de má vontade o que o chefe disse, mas era verdade, eles também pediriam privacidade na hora que fosse a vez deles com uma buceta tão gostosa, então deixaram o casal sozinho e se afastaram alguns metros.
Cielo Riveros, apesar do tesão absurdo que tava sentindo no corpo, conseguiu virar pra olhar pro seu Pedro e implorar por piedade. Ela não queria ser estuprada pelos outros.
Cielo Riveros --Por favooorrr seu Pedrooo…não deixa que seus amigoooos me me…tam…
O obeso e fortão mecânico se sentiu um Deus ao ver a mocinha inocente implorando pela ajuda dele pra não ser comida pelo resto do grupo, mas mesmo assim não tava disposto a quebrar a palavra, porque eles sempre que conseguiam enganar alguma mulher desavisada, dividiam ela — essa era a regra do grupo.
—Desculpa, piranhaaa!! Você é uma gostosa, mas meus amigos também vão te estuprar hahaha!! Vão rasgar sua buceta na porrada de picaaa!! Nós dividimos todas as putas que encontramos pelo caminho, hahaha, e você não vai ser exceção, então aproveita e se prepara!! — com isso, o velho começou uma série de metidas firmes e rápidas de pica…
—Dom…Pe…drooo…é…que…eu…sou…vir…gemmm!! Aiiii!! Meu Deussss!!, gemia a jovenzinha diante das arremetidas bestiais que seu corpo e bunda recebiam.
O mecânico achou que não tinha ouvido direito o que a menininha gostosa que ele tava enrabando tava dizendo, porque geralmente todas as novinhas da idade da Cielo Riveros já tão dando pra esses namoradinhos idiotas, e por isso mesmo que quando encontravam uns bocados tão suculentos, preferiam meter direto no cu e não na buceta.
—Não fode, sua piranha!!... Repete o que você me disse, pede seu Pedro agora se mexendo devagar…
—É verdade, seu Pedrão, eu sou vir…gem…, confirmava Céu Riveros com seu rostinho cheio de vergonha misturada com tesão ao mesmo tempo, com lágrimas no rosto, pensava que esse velho podia salvá-la da sua quase certa violação e desvirginamento vaginal, além disso, o fato de ter estado copulando e gozando analmente com ele, a fazia se sentir um pouco mais familiarizada com esse mecânico horrendo que ela conhecia há apenas uma hora, mais ou menos.
O velho ao ouvir isso de novo teve que usar toda sua força de autocontrole pra não gozar, porque só de se imaginar metendo o pau numa buceta apertadinha e virgem quase gozou no cu da colegial, e ainda por cima era a dessa mesma garota com corpo de deusa que ele tinha gloriosamente conseguido comer…
—E me diz, pedaço de buceta, se eu não deixar esses caras te comerem. Você vai se comportar bem comigo?
- Cielo Riveros - Siiim, seu Pedro, vou me comportar, mas não deixa eles me estuprarrem...
—Fechado? O velho consulta ele, estendendo a mão pra selar o compromisso…
—Fechado, respondeu CieloRiveros bem baixinho, que, ainda de quatro e com a buceta cheia, esticou pra trás sua mãozinha branca e delicada do jeito que deu, pra firmar o trato com seu Pedro…
—Me escuta, gata —disse o velhote, tirando o pau do buraco de Cielo Riveros, que, ao ficar vazio, se fechou quase automaticamente—. Pega tuas roupas que a gente vaza agora mesmo.
—Mas pra onde cê vai me levar?, se atreveu a perguntar Cielo Riveros, que de repente caiu na real.
—Você não me pergunta nada!!, quer que eu impeça esses caras de te comerem?...
—Sim, sim, seu Pedro, mas não vai me fazer nada?
--hahahaha!! Nada que a gente já não tenha feito, gostosa, mas agora só nós dois, ou você quer que eu avise os outros que chegou a vez deles? Vamos, decide!!…
—Tá bom! —decidiu CéuRiveros, não muito convencida, mas preferia continuar se deixando enrabar pelo seuPedro do que ser estuprada por aqueles canalhas. Isso somado a um certo tesão que ainda dominava a mente da garota…
O mecânico, num piscar de olhos, vestiu seu macacão de trabalho, enquanto Cielo Riveros, ainda pelada, juntava suas roupas. Nisso, ela sentiu que foi agarrada com força pelo braço; o mecânico a carregou no colo até onde estava estacionado um carro velho. Com muito cuidado, abriu a porta do carona e colocou a moça lá dentro, sentando-se ao volante. O velhote pegou as roupas de Cielo Riveros e as jogou no banco de trás, depois pegou um cobertor velho e passou pra estudante pelada, dizendo:
—Cobre esse corpo! Com isso já dá, não vamos longe. Céu Riveros, já vermelha de vergonha por se ver pelada na frente de um velho asquerosamente feio e desengonçado, só conseguiu cobrir o corpo com aquela coberta suja e imunda, que estava dura, sei lá de que tipos de secreções que tinham secado nela, mas que agora protegiam sua nudez. Foi quando ouviu o mecânico falar pelo rádio...
—Gerência!!, aqui é o Pedro Ventura…
—Diga Ventura… câmbio…
—Vou nessa por hoje, acabei de ficar doente…hehehe…
—Desculpa, Ventura… vai ter que esperar até amanhã… a feira tá no auge e a gente não pode arriscar…
—Parece que você não me ouviu, seu merdaaa! — interrompeu seu Pedro o interlocutor — Eu não tô te pedindo permissão, não!!… tô te avisando que vou embora e amanhã à noite já tô disponível pra comandar o desmonte da feira… ficou claro, sua idiotaaa!! Agora anota aí pra avisar o dono, depois eu falo com ele!!…
Depois de alguns segundos de silêncio, Cielo Riveros não soube por que tinha gostado tanto de ver seu Pedro botar no lugar aquele chato do outro lado das comunicações de rádio. Essa reação fez com que, instintivamente, ela fechasse as pernas para contrair algo que já estava fazendo falta naquela zona proibida que tinha no meio da parte superior das coxas, enquanto observava seu Pedro se virando nos assuntos dele e, sem perceber, mordia o lábio inferior de novo.
—Tá bem, Ventura, permissão autorizada, ouviu-se de repente pelo rádio. O mecânico ligou o motor e trancou as duas portas do carro velho.
Os comparsas distraídos de Dom Pedro só perceberam a fuga quando ouviram o motor pegar, e só conseguiram se aproximar do veículo quando ele já estava saindo devagar…
—E aí, mano!! Pra onde cê tá indo com a puta… e a nossa vez, vai ser quando…?
—Pois é, acabou o turno, rapaziada, vou com a minha mulher!! Kkkkk!!….pega o rádio, fica de plantão até amanhã!!, e cuidado pra não soltar a língua, senão demito os dois!, ouviram, dupla de idiotas? E se quiserem molhar a rola, vão arrumar outra puta, porque essa puta é minha. Ficou claro, seus otários? Filhos da grande puta!!
Os homens incrédulos olharam para Cielo Riveros, que lentamente foi cobrindo o rosto com o cobertor, deixando à mostra apenas seus lindos olhos verdes. Ela estava morrendo de vergonha.
Com isso, seu Pedro foi ganhando velocidade, rodeando a feira até chegar na estrada asfaltada. Cielo Riveros, escondida debaixo do cobertor, viu as botas dela ficarem jogadas e esquecidas no chão, do lado da mesa onde tinha se apoiado e se oferecido pra aquele velho que agora tinha declarado que ela era propriedade dele. Ela via toda aquela gente da feira se divertindo com as atrações, enquanto ela ia pelada num carro, com um velho levando ela pra um lugar desconhecido.
A escultural Claudia esperava entediada perto do touro mecânico, já iam ser quase 40 minutos que ela tava esperando a Cielo Riveros. Pensou que com certeza a amiga tinha encontrado algum guri da escola e ele tinha convidado ela pra alguma coisa por ali. Tava nessas divagações quando um carro todo fudido passou a só 10 metros de onde ela tava, mas o olhar dela tava virado pro lado onde o povo tava, então nem percebeu essa situação.
O fuck you Juan com o mestre Túlio, depois de tomar umas coronas bem geladas e suadas, se entregaram de novo à missão de tentar encontrar a colegial que dá pra pegar. Feito uns verdadeiros estrategistas militares, armaram uma operação pente-fino completa, desde onde tava o touro mecânico até o outro lado da festa. Tavam nos últimos detalhes quando foram vistos pela Cláudia, que ao ver os dois não hesitou em ir perguntar pela amiga deles…
—Oi, Profe! — dou uma cantada safada na Claudia pro professor dela, com quem ela já tinha se envolvido em troca de uns pontinhos pra passar de ano…
Fode-te, Juan. Quase as calças caíram quando ele viu o corpo do demônio que a puta da Claudia exibia…
—Mas se não é minha aluna favorita! —exclamou o mestre Túlio, com os olhos de cuzão ainda mais inchados que antes, resultado da aceleração sanguínea quase automática ao lembrar do jeito delicioso que Cláudia o tinha masturbado e chupado a pica no escritório dele. Naquela vez, o trato tinha sido uma boa foda, mas Cláudia, toda uma expert em esquentar paus, fez o velho gozar antes, pra assim evitar ter que se deixar foder por ele. O velho olhava ela dos pés à cabeça, pelando ela com o olhar quente.
—Ah, para, não vem com esse papinho que depois a gente acerta as contas, falou a loira, com um olhar safado de cumplicidade. —Eu tava vindo por outro motivo…
—Claro que sim, diga pra gente, minha rainha, como podemos te servir? —dizia o filho da puta, que também tava de olho no par de peitos da loira, que tavam inchadinhos e empinados…
--Queria perguntar pra vocês se não viram por aqui minha amiga Cielo Riveros. A gente veio junto pra feira e de repente ela sumiu...
—Mas qual é a sua amiga?, perguntou seu Túlio se fazendo de desentendido. —Ah, sim, sim, já lembro dela, é a menininha dos olhos verdes, pois é, não a vimos…
—Ahhh, só perguntando por via das dúvidas… se virem ela por aí, podem falar pra me ligar no celular… ou que vou estar esperando ela perto do touro mecânico…
—Pois não podia faltar, minha rainha. Se quiser, posso te acompanhar até ela chegar, pra evitar que algum babaca desses te desrespeite, propôs o foda-se João, preso pelo tesão, ao ver a amiga de Cielo Riveros, que era tão gostosa quanto ela.
—Juan, lembra do nosso assunto, lembrou o mestre Túlio, que por enquanto estava mais interessado na Céu Riveros do que na loira. Nisso, a Cláudia interrompeu pra dizer:
—Não, mas obrigada, seu João! Eu sei me cuidar sozinha, kkkkk, disse ela olhando pra ele enquanto brincava de forma provocante com uma mecha do seu cabelo loiro e a mordiscava felinamente com seus dentes brancos. Ao dizer isso, deu meia-volta e foi em direção ao touro mecânico…
Os casais tarados de degenerados ficaram bobos olhando a Claudia se retirar, rebolando todas as curvas do corpo dela, pra alegria dos olhares perversos deles.
—Mas que gostosa é essa vadia da Claudia, professor, que tal a gente ir até a casa dela e se oferecer pra procurar a Cielo Riveros, aí depois a gente dá umas cervejas pra elas e leva pra algum puteiro, deixo a Cielo Riveros pra você, e eu cuido da Claudia, o que acha, professorzinho, kkkk...
—Não é má ideia, porra!, mas quem te disse que a Cláudia ia querer dar pra você? Essa gostosa não faz nada de graça, te falo por experiência própria, dizia o mestre com ares de filósofo.
—Pois eu já tenho a fórmula infalível pra fazer aquelas duas putinhas dormirem com a gente, e na boa, mestre, hehehe...
—Assim? E me diz como a gente faria, perguntava com cara de súplica o mestre Túlio, que as bolas já estavam estourando de tanto leite acumulado só de imaginar ele na cama com Cielo Riveros, e quem sabe depois fazer uma trocadinha com o fuck you, assim comiam as duas juntas, era o que a mente degenerada dele pensava...
—Bom, primeiro a gente tem que achar aquela égua da Cielo Riveros, depois pelo trampo feito a gente convida umas rodadas de Tequila do mais vagabundo, só que elas topem e juro pra você mestre que na terceira rodada de Tequila aquele par de putas não vai saber nem da foxy, hahahaha!! É uma receita que um amigo me passou, e já testei, professorzinho, e funciona!!
—Seu filho da puta!! porra, fuck you, sua puta de merda!! Vamos então pegar a Cláudia e depois caçar a outra gostosinha, hahaha!!
Claudia, ao chegar de novo no ponto de encontro, continuava olhando pra todos os lados possíveis, tentando encontrar a amiga. A real é que já tava começando a se preocupar de verdade com a Cielo Riveros, sabia que a amiga não era que nem ela. —Ah, Cielo Riveros!! Tomara que você não tenha se metido em encrenca, pensava com seus botões.
Quando o casal singular de aproveitadores chegou até onde estava a loira colegial, foi o coxo João quem falou primeiro.
—Escuta aqui, minha rainha, aqui com o professorzinho a gente começou a se preocupar com a sua amiga. Que tal a gente te ajudar a encontrar ela?
—Pô, sei lá, acho que minha amiga deve estar por aí, a qualquer hora aparece…
—Então deixa a gente te acompanhar, gostosa, pediu o mestre Túlio, que já tão perto da loira tava começando a mostrar a presa da safadeza. — Assim quando sua amiga chegar, a gente pode ir comer alguma coisinha em qualquer barraquinha, hahaha.
—Tá bom, disse a Cláudia (casal de velhos tarados, pensou consigo mesma) — Mas não garanto que vou servir nada pra vocês, já que tô esperando meu namorado que vem com uns amigos, mentiu a loira pra não se comprometer com o par de coroas.
—Relaxa, ruivinha. Assim que a Cielo Riveros chegar, a gente acompanha vocês até teu namorado chegar, e aí a gente vaza, hehehe, o que acha? — perguntou o manco João, que também tava dando uma força pra pegar as duas gostosas. A Cláudia só concordou com um leve movimento de ombros.
—Toma, porra, fuck you, véi, compra umas cervejinhas, hehehe, pra gente se servir de alguma coisinha enquanto espera, hehehe, propôs o professor Túlio, dando umas notas pro fuck you.
Assim que o manco João foi comprar as cervejas, o mestre Tulio não perdeu tempo pra começar uma conversa safada com a aluna.
—Mas olha que gostosa, minha preciosura, e quando você vai na minha oficina pra gente resolver um assunto sobre suas notas?
—Ai nãooo!... Como é que pode, respondeu a Cláudia, com uma careta de raiva no rosto —Vocês são uns mentirosos, depois do que me fez fazer, arrumei só um par de notas e o acordo era a média…
—Pois você também não cumpriu sua palavra, gostosa. O trato era uma transada e você só me lambeu e bateu uma punheta.
—Além de ser um mentiroso, me contaram por aí que você anda se gabando de que a gente transou, e isso não foi nada disso…
—Haha, claro, devem ser daquelas vadias que têm raiva de mim, mentia o mestre Túlio.
—Mas a real, gatinha, é que se você não se esforçar, vai perder o semestre e ainda tem o próximo. Lembra que eu sempre vou estar pronto pra te ajudar, claro que isso tem um custo maior do que um simples boquete…
—Calaaaaaado!!, interrompeu Claudia balançando a cabeça pra que o professor percebesse que o fuck you já tava voltando com as cervejas, se espremendo no meio da multidão que rodeava o setor.
Se passaram uns 20 minutos em que o trio ficou esperando a Cielo Riveros aparecer, a Claudia já tava realmente preocupada com a amiga, os três olhavam pra todos os lados pra ver se viam ela, enquanto iam virando as cervejas deles…
—Bem, acho que sua amiga não vai aparecer, loirinha. Com certeza foi com algum coleguinha fazer sei lá que tipo de safadeza, hehehe, dizia o professor pra Cláudia…
—Pois se quiserem, podem ir, que eu vou atrás dela — disse Cláudia, que nem ligou pra grosseria que o professor soltou. A loira já tava se cagando de medo de verdade, por causa do sumiço prolongado da Céu Riveros.
—Isso nem se fala, respondeu o velho Túlio —fuck you, vai pra parte da frente e revira todos os becos, essa gostosa tem que estar dentro de um deles. Eu com a Cláudia vamos procurar desse outro lado e nos encontramos no outro extremo da feira pra ver como foi…
Assim que concordaram, o trio colocou a mão na massa e começou a procura.
Dom Pedro dirigia por umas ruas escuras e desertas, Cielo Riveros estava um caco de nervos sem saber pra onde ele a levava, foi quando ela percebeu que o homem horrível pegava o celular e discava um número, começando uma conversa cheia de intimidade com a pessoa com quem falava…
—Fala, mano!!…sim, sim, tudo beleza…é, é…me escuta…só queria te avisar que hoje à noite vou usar sua oficina, sim, sim, ainda tenho as cópias das chaves que você me deu…minha casa fica do outro lado da cidade, e o chalé é ainda mais longe, o mais perto é o Pé Grande, hahaha…sim…é…é uma mina que tá pedindo pra ser macetada…hahaha…como? Pera aí, espera! Seu Pedro virou pra onde a colegial tava, —Como você disse que se chama, gata? —perguntou pra menina assustada.
— Cielo Riveros! — respondeu a colegial, de forma triste e tímida.
—Se chama CieloRiveros!!, hahahaha sim, sim, um dia vou te apresentar ela, como assim???...tá de sacanagem!!!, seu Pedro ouvia com atenção o que o outro cara do outro lado da conversa dizia —Tá de sacanagem, seu arrombado!! E é gostosa pra caralho!!,... hahahahaha, é lógico que ela vai se fazer de difícil, sempre são assim no começo, mas já já depois que você meter nela, ela vai ficar vidrada na sua pica!!, sim claro, a cabana tá toda caindo aos pedaços, mas usa ela quando quiser…falou, disse o mecânico se despedindo.
O velho mecânico seu Pedro já tava sendo consumido pela ansiedade de comer a Cielo Riveros do jeito normal. A jovem tinha confidenciado pra ele que era virgem, um caso estranho pros tempos de hoje, já que geralmente era quase impossível encontrar uma bucetuda dessas nessas condições, ainda mais com as medidas de dar infarto que a gostosa tinha, sentada nua do lado dele naquele momento, só coberta por um cobertor velho que ele mantinha no carro pra emergências como essa.
Mas nem tudo ia ser tão fácil pro mecânico pervertido. No momento em que faltavam só umas duas quadras pra virar e chegar na oficina do irmão dele, ele se deparou com uma blitz da polícia bem chamativa. Quando viu o policial fazendo sinal pra ele encostar o carro no meio-fio, ele se ligou e se cagou de medo: como é que ia explicar que tava levando uma mina de 18 anos, pelada, sentada no carro dele?
—Só isso que me faltava!!, bufou o velho Pedro dando palmadas no volante, —Me escuta direito, sua piranha!!, se a polícia perceber que você tá pelada, a gente vai falar que você é uma puta e que eu te peguei no centro, ouviu!! Depois eu dou um jeito de te tirar da delegacia, entendeu?
- Cielo Riveros - Perdão, Pedrooo! Eu não sou puta…
—Você vai dizer que é puta e pronto!! E muito cuidado pra não se achar, porque assim que eu sair da cadeia, te procuro onde for e, além de arrebentar seu cu na porrada, vou te comer de novo, mas agora na frente de todos os mecânicos da feira, que são uns 20, e depois te deixo com eles, ouviu, sua puta maldita!!
—Sim… sim… seu Pedro, vou dizer pra eles que sou pu..taaa…
Um jovem policial já se aproximava do veículo com uma lanterna, Cielo Riveros e seu Pedro esperavam ansiosos pra ver como as coisas iam rolar. Uns metros mais à frente, outro grupo de fardados mantinha três bandidos encostados no muro, que tinham sido tirados de um carro. E tudo isso somado à claridade forte que vinha das luzes da viatura policial estacionada do outro lado da rua.
—Seus documentos e carteira de motorista, por favor — pediu o policial. Seu Pedro rapidamente tirou o que foi solicitado do porta-luvas. O fiscal, depois de verificar que aparentemente estava tudo em ordem, pediu de novo: — Abra o porta-malas, é uma revista de rotina.
Quando dom Pedro desceu do veículo, o jovem uniformado percebeu que a companheira daquele velho ordinário que estava no controle era só uma garotinha. Isso o deixou em alerta, e ele, esquecendo do porta-malas, deu a volta no carro até chegar na janela de Cielo Riveros. E, não satisfeito com isso, para ter certeza, abriu a porta.
A primeira coisa que pude deduzir foi que a bela jovem era só uma garotinha de no máximo 18 anos, talvez. Depois, ele percebeu que ela estava descalça e que, aparentemente, só estava coberta com um cobertor velho. Iluminou um pouco mais o interior do carro e confirmou que a roupa da moça estava nos bancos de trás. Voltou a olhar para a assustada Cielo Riveros e perguntou.
—O que significa tudo isso, senhor...
—Não sei do que o senhor tá falando — disse seu Pedro com cara de puto…
—Bom, vou te explicar, parece que essa moça tá sem roupa, é parente sua, amiga, sei lá, me diz alguma coisa, você é quem sabe...
—Será que nunca tinha dirigido um carro com uma puta gostosa lá dentro…
— Isso é verdade? — perguntou o fardado, se dirigindo a Cielo Riveros. — Deixa eu ver seus documentos, mocinha. Cielo Riveros, como conseguiu, pegou a blusa no banco de trás e tirou a pequena carteira de documentos onde sempre carregava só a identidade e a credencial da escola, e passou pro jovem policial, que ela calculava ter só uns dois anos a mais que ela.
A colegialinha que tava na cama queria contar a verdade, o jovem justiceiro tinha cara de gente boa, além de que o lugar tava cheio de polícia, seria fácil se livrar do velho que tinha estuprado e sequestrado ela na festa, pensava a apavorada Cielo Riveros, e quando ela tava prestes a abrir o bico, os olhos dela trombaram com o olhar duro e frio do seu Pedro, que naquele momento tava prometendo o inferno se ela tivesse a brilhante ideia de fazer uma merda.
—É verdade, sou pu…taaaa, disse finalmente…
—Pois bem, senhora, aqui estão seus documentos. A senhora pode ir, mas a moça vai ficar detida por estar fazendo programa na rua. E, virando-se para Cielo Riveros, disse: —Pega suas coisas e desce do carro. Vamos fazer a identificação e depois você sobe na viatura — falou para uma Cielo Riveros apavorada, já que ela ficou assim ao ouvir que iam levar ela presa por ser puta.
—Mas que filho da puta!! E pra que você tá levando ela presa se a gente não tava fazendo nada!!, rosnava seu Pedro, tentando evitar a prisão da mulher que ele queria que fosse sua parceira sexual pelo resto da noite.
Enquanto tudo isso rolava de um lado da rua, do outro lado dela, sentado na viatura policial, o sargento Eustaquio Sinforoso não perdia um detalhe do que tava acontecendo a só três metros de onde ele tava enfiando o pé na jaca com meio frango assado e batata frita. Ele via os colegas mais novos, de patente inferior e sob seu comando, fazendo todo o trampo. Isso era o que ele mais curtia no serviço: não fazer porra nenhuma e só dar ordem. Mas quando viu um deles se enroscando numa discussão pesada com um civil, pensou que já era hora de botar a mão na massa.
O sargento Sinforoso desceu de má vontade do carro da polícia, deduziu que o que tava rolando não era nada grave, então, sem pensar muito, foi até o veículo que tava sendo abordado, com uma coxa de frango na mão, pra botar ordem e ensinar pros novatos como é que se fazia o serviço.
—Silêncio, silêncioo!! —chegou dizendo o sargento, pra entender qual era a situação. Seu Eustaquio Sinforoso tava há 27 anos na polícia, moreno, com aqueles bigodes típicos mexicanos, nariz largo e comprido, altura mediana, uma barriga de pelo menos 30 litros de pança, nenhuma jaqueta do uniforme fechava nele, então tinha que usar tudo aberto, peito largo que mostrava que na juventude devia ter tido uma condição física foda, bem diferente da que tinha agora. Já era cascudo em todo tipo de procedimento, sabia muito bem quando era a melhor hora de tirar vantagem própria da situação ou simplesmente seguir o regulamento à risca.
—Meu sargento, é um 256, exercício da prostituição na via pública, informou o jovem cabo ao seu superior. O sargento olhou pra eles um por um, inspecionando, incluindo também seu jovem colega, enquanto terminava de dar a última mordida no seu frango assado, jogava o osso pra trás e terminava chupando os dedos.
— Vamos ver, seu velho — disse o sargento Sinforoso, virando-se para dom Pedro, puxando seu bastão de comando e batendo com ele nas próprias mãos. — Onde foi que você recolheu aquela puta?
Seu Pedro deu vontade de pegar ele pelos bigodes mexicanos e mandar ele pra puta que pariu com o mesmo pau que ele batia na mão.
—Peguei ela no centro!!, não sei pra que tanto auê se a poucas quadras daqui tá cheio de puta, podem ir lá e encher o cacete com elas…
—Mmm… eu sei… eu sei… —admitia o sargento. —Vejo que o senhor é mecânico —disse ele, apontando com o bastão para o macacão cheio de graxa de seu Pedro…
Pois é, e daí?
—Na delegacia, tem um carro que é do meu capitão e há semanas não conseguimos fazer ele funcionar. O senhor acha que, se um dia desses der uma passadinha lá e dar uma olhadinha, só precisaria consertar e dizer que foi o sargento Sinforoso quem mandou…
Dom Pedro, que já tinha percebido pra onde a situação tava indo, só conseguiu dar risada…
--Hahahaha!!, claro que posso ir, meu general!!, disse o velho mecânico em tom sarcástico e dando a entender que ele já estava ciente do acordo que indiretamente estavam propondo.
—Bom, aqui não vimos nada, termina dizendo o sargento encarregado do procedimento. —Mas eu gostaria de dar uma olhada na puta, gosto de saber quais são as que tão vagabundeando pelas minhas ruas…
—Mas, meu sargento, o regulamento diz... —tento rebater o jovem policial.
—Que regulamento nada, caralho!!, gritou muito irritado o sargento para seu subordinado, fazendo questão de mostrar seu sobrenome —As ruas estão cheias de bandidos e droga e você aí preocupado com puta, novato de merda!!, dizendo isso, ele se dirigiu até onde estava Cielo Riveros, que estava com os olhos cheios de lágrimas ao ver como um trio de desconhecidos decidia o futuro dela e se referiam a ela como uma vagabunda.
O sargento Sinforoso se abaixou devagar pra estudar a puta que, sob a autoridade dele, tava ganhando a liberdade. Esse tipo de procedimento ele adorava, mas quando viu a classe de vagabunda que o mecânico tava trazendo no carro, quase vomitou. Instintivamente, apontou o bastão pro corpo de Cielo Riveros, levantando com ele o cobertor sujo que cobria as nudezas dela. Bastou olhar um pouco e já foi o suficiente; a mente dele trabalhou a mil por hora, pra depois dizer ao subordinado: "Manda uma multa registrada com todos os dados pessoais dela por estar putiando na rua sem carteira de saúde. Depois de preenchida, leva ela pra viatura. E vocês, pombinhos, podem vazar.
Mas que pedaço de mulher gostosa aquele mecânico nojento ia comer, pensava o velho e tarado policial, por uns momentos sentiu uma puta vontade de desistir do trato que tinha feito e mandar o carro do capitão pra puta que pariu, pra levar aquela deusa pra delegacia e ver qual era o melhor jeito de comer ela, mas ainda tinha a noite inteira pra patrulhar, o segredo tava na infração, já ia ver como ia fazer.
Assim que o carro foi ligado, não passou nem 5 minutos e já chegaram na oficina do seu Cipriano, irmão do seu Pedro. Quando desceram do veículo e conseguiram entrar pela portinha, o velho acendeu as luzes da oficina. Cielo Riveros, que com uma mão segurava a roupa e o documento que o policial jovem tinha passado pra ela — e que ele frisou que ela tinha que pagar em até 30 dias —, com a outra mão segurava o cobertor e as roupas dela. Ela viu que lá dentro tinha uma porrada de carro em reparo, mas no meio deles se destacava uma caminhonete luxuosa que, pela cor e uns detalhes internos, a colegiala sacou que a dona devia ser uma mulher. — De quem será? — pensou por uns segundos. Foi nessa que seu Pedro arrancou da mão dela a multa que tinham dado pra Cielo Riveros por estar fazendo programa na rua…
—Kkkkkkk, já viu, sua piranha sem querer? Já podemos dizer que você é legalmente uma puta profissional, kkkkk, esse documento certifica!! É tipo seu diploma de honra na putaria!! Kkkkk!! Ele zoava a pobre Cielo Riveros, enquanto pegava ela pelo braço e guardava o documento no bolso, pra depois quase arrastar ela pra um escritório lá dentro, onde a garota assustada só viu uma cama. — Mas não se preocupa, hoje à noite você vai estrear como tal, dizia seu Pedro enquanto, diante dos olhos apavorados de Cielo Riveros, ele tirava a roupa toda. — Vou te transformar numa mulher de verdade, vou te comer até você não ter vontade nem de mijar, kkkkk!! Vou fazer de você minha cadela!! Você vai ser minha puta!!, gritava o velho desesperado.
Fazia um tempão que a Cielo Riveros não sentia aquele formigamento gostoso que de vez em quando atacava o corpo dela de um jeito tão prazeroso. Tinham sido tantas situações de tensão que ela viveu no meio dessa noite infernal que não dava pra ficar excitada com um homem tão horrível, que quase mostrou ela pelada em público e, pra piorar, fez ela mesma dizer na frente dos policiais que era uma puta vulgar de rua. Mas de novo a voz embriagada de Dom Pedro tirou ela dos pensamentos tristes...
—E aí, o que tá esperando, putona? A cama tá ali, vai ser nosso centro de operações, hehehe, ou melhor dizendo, nosso ninho de amor, hehehe. Vamo, tira esse cobertor e deita, que agora você vai provar o que é transar com um macho de verdade, taurino, hahaha!!
—Dom Pedro, pelo amor de Deus, já chega, ele se atreveu a pedir errado a Cielo Riveros, pensando que talvez esse velho tarado pudesse ter pena dela —Eu quero ir pra minha casa…
—Claro que vai pra sua casa, princesinha, mas isso vai ser amanhã e já transformada numa putinha gostosa, hahaha!! Na minha piranha!! Vou meter até nas suas narinas, hahaha!! Ouviu, sua vadiazinha!! — dizendo isso por último, de um só golpe arrancou o cobertor, deixando ela completamente nua diante do olhar tarado dele. — Vamos, sobe na cama e fica de quatro, hahaha!!
Cielo Riveros, já quase entregue ao seu triste e injusto destino, subiu devagar na cama, enquanto o sujeito ordinário do seu Pedro se descascava a pica, de olho no espetáculo erótico que a gostosa e pelada menina oferecia. Nessa hora, ela sozinha já tinha se colocado de quatro, prontinha pra levar no cu…
--Jejeje!! É bem apetitoso o que você me oferece, sweet girl yummy, mas agora vamos fazer do outro jeito, já te falei, vou te transformar na minha mulher com todas as letras, vamos fazer do jeito normal e natural, como verdadeiramente um homem e uma mulher fazem, então por favor… só vou dizer uma vez: vira de costas e abre as pernas, porque vou meter na sua bucetaaa!!
Cielo Riveros ficou olhando diretamente para aqueles olhos detestáveis dele, apavorada com o que aquele homem vil e quase velho estava propondo. Ele era nojento, peludo e flácido, os pelos do peito e dos ombros pareciam mais sujeira ensebada do que pelos masculinos. Ela se perguntava como tinha sido capaz de ter transado com ele, só algumas horas atrás, ou talvez menos, e ainda ter tido a ousadia de sentir prazer. Sentia vergonha de si mesma por ter se declarado propriedade dele, tudo por causa do corpo dele que, quando a fazia sentir tesão, a levava a fazer e dizer todo tipo de putaria. Ela não era assim, porque... porque?!, se perguntava angustiada. Aquele homem era realmente repugnante, e o que ele pretendia fazer agora era de enlouquecer. Ela sempre imaginou que sua primeira vez seria por amor, ou seja, nem com Rodrigo, seu namorado, ela tinha querido chegar a concretizar algo, justamente para guardar seu cantinho mais íntimo de amor para quando estivesse apaixonadamente casada.
Cielo Riveros pulou da cama como uma mola, dando uns passos pra trás, e toda corajosa e desafiadora, com a firme intenção de não se deixar estuprar por aquele velho nojento, disse pra ele:
—Não, Dom Pedro, eu não vou fazer isso com o senhor! — disse ela com seu rostinho cheio de raiva, pensando no seu Rodrigo… — O senhor não tem direito…
—Haha!! Então cê não quer fazer, é? —interrompeu o mecânico feroz— Pois isso a gente vai ver agora mesmo!! Cê vai ver se eu não tenho direitos!! Cielo Riveros viu ele pegar uma vassoura que tava encostada na parede, depois segurar ela com as duas mãos e quebrar no meio, viu ele vir com o pedaço grosso de pau bem firme na mão, e só de ver o sorriso sinistro que tomou conta da cara feia de seu Pedro, se arrependeu do que tinha dito. Iam bater nela com o pau, sentiu as pernas poderosas tremendo, e quanto mais o velhote se aproximava, mais vontade ela tinha de mijar ali mesmo.
Na feira, a Cláudia, o fuck you Juan e o mestre Túlio já tinham se cansado de procurar por ela. Depois de dar três voltas completas tentando encontrar o paradeiro da Cielo Riveros, estavam sentados esperando a primeira rodada de tequilas que tinham pedido pra matar a sede. A Cláudia tinha se convencido de que o mais provável era que a amiga tivesse encontrado algum cara e resolvido cair fora com ele. A qualquer momento ela ligaria, se consolava e conformava. Com os tequilas já na mesa, o trio se propôs a brindar pela noitada.
—Bom, rubita, vamos brindar pela saúde da Cielo Riveros, que deve estar por aí se divertindo, e você aqui preocupada com ela, hehehe — dizia o mestre Túlio.
—Sim, é verdade, ela é muito responsável com as coisas dela. O mais provável é que a qualquer hora ela apareça, ou me ligue. Se não me ligou, é porque tá bem. A Cláudia acabou se convencendo.
—Assim que se fala, rainha, saúde, disse o vai se foder, João.
Os homens ficaram impressionados como a Claudia bebia o conteúdo do copo em apenas dois goles, sem nem mesmo fazer careta, então rapidamente pediram mais duas rodadas, já que perceberam que a loira bebia mais do que eles.
E, de fato, a juventude da mulher, somada ao seu excelente estado físico, permitia que ela bebesse álcool sem nenhum problema. O trio conversava e ria das besteiras que o álcool os fazia dizer. O mestre Túlio deduziu que a coisa ia bem e, por enquanto, deixaria de lado a puta vontade que tinha de Cielo Riveros. Com essa outra gostosa que tinha à disposição, ele se contentaria. Então, começou a controlar a ingestão de álcool. Já o coxo, que estava bebendo que nem um desgraçado e se fazendo de bonzinho pra loirinha colegial, no ritmo que ia, não aguentaria muito, o professor calculou.
Claudia, por sua vez, já tava ligada naquele reggaetão forte e agitado, e com uma boa dose de álcool na cabeça, mas sem perder o controle, se divertia com aquele par de velhos tarados que tavam torrando o salário do mês em todas as porcarias que compravam pra ela: balões em formato de coração, bichinhos de pelúcia, vários trecos artesanais, correntes, anéis, tornozeleiras e tal. Bastava um vendedor chegar na mesa deles oferecendo qualquer coisa que os dois degenerados já começavam a brigar pra ver quem ia comprar.
Já fazia um bom tempo que a loira sentia, por debaixo da mesa, umas mãos sebentas percorrendo as coxas dela. Não soube em que momento já estava sentada no meio daquele par de manés, e cada vez mais se apertavam contra as curvas dela. Num dado momento, um rapaz novo se aproximou pra tirar ela pra dançar.
—Moça, cê quer dançar um pouco? —perguntou o rapaz, que tinha quase a mesma idade da Cláudia. A loira, se divertindo ao ver a cara de espanto que seus companheiros de farra fizeram ao perceber que talvez a pombinha pudesse alçar voo, só disse…
—Ah, que pena, adoraria dançar com o senhor, moço, mas não sei se meus tios aqui presentes vão me deixar, respondo eu, colocando o dedo indicador entre os dentes de um jeito provocante e olhando para os supostos tios. (Essa Cláudia era mesmo uma gostosa de dar gosto, em letras maiúsculas.)
O mestre Túlio, naqueles momentos, era o mais sóbrio dos três, pulou na hora,
—Mas é claro, sobrinha, vai dançar sim, ué, não podia faltar, só não vai se afastar muito, viu? Porque depois a gente pode ir dançar pra outro canto…
—Ah, obrigado, titio. O senhor é tão bom comigo — disse a loira, dando um beijo na bochecha do professor tarado, enquanto o foda-se João já bebia direto da garrafa que tinham pedido pra trazerem pra mesa.
A dança começou e a Cláudia começou a rebolado no ritmo da música. O jovem, por mais que se esforçasse pra se agarrar ao corpo daquela loira gostosa com um corpão de dar inveja, ela se afastava dele. Quando o moleque punha as mãos na cintura ou no quadril dela, ela, bem sutil, tirava elas.
Claudia tava dançando reggaeton de um jeito espetacular, mas mesmo estando no meio do salão com um guri novinho quase da idade dela, a dança dela era toda pro par de coroas que tinham passado a noite inteira com ela. Ela se mexia de um jeito sensual e provocante pra eles verem bem o que podiam ter ao alcance das mãos. Sabia que tava deixando os dois loucos de tesão e adorava isso, então agora, com a dança, queria esquentar eles ainda mais. O moleque só tava sendo usado por ela naquela tentativa de deixar o professor dela e o fuck you Juan à beira da loucura — esse último já tava quase se levantando pra ir bater no coitado do guri, por causa do ciúme que tava batendo de repente. O que a loira não sabia, por causa do álcool na mente e no corpo, é que ela já tava ainda mais no fogo do que os dois parceiros de mesa.
Quando a leva de danças acabou pra galera descansar, a loira voltou pra mesa e sentou do lado do mestre Túlio. O fuck you Juan já tava quase nocauteado pela quantidade absurda de tequila que tinha entornado. O mestre aproveitou a situação, era a hora certa.
—Já, loirinha, não se faz de difícil, você me deixa mais que excitado. Por que a gente não vai pra cama e termina o que deixamos pendente no meu escritório? — dizia ele, enquanto pousava a mão ensebada numa das coxas poderosas da loira…
—Ai não! Como é que cê acha!!, eu não sou uma garota tão fácil, até porque eu tenho namorado, dizia a loira enquanto mexia no celular pra ver se tinha alguma mensagem da Cielo Riveros.
—Vai ver que vou ser bom pra você, me pede o que quiser, mas pelo amor de Deus, vamos pra cama. Eu sei que você consegue e seu namorado não precisa ficar sabendo.
—O que eu quiser?, perguntou a loira com uma coqueteria interesseira, sem parar de olhar pro celular…
—Sim, mamãe, o que você quiser — propôs o velhote à beira do choro…
—Pois eu quero as notas dos dois semestres, e de todas as matérias, kkkk…
O mestre Túlio ficou chocado com o que a Cláudia era capaz, aquilo era demais, ele não podia mexer nas notas dos outros professores.
—Não seja fofoqueira, suas coisas! Você sabe muito bem que eu não anoto as notas de todos os professores.
—Mas no fim de cada semestre a senhora pode fazer os certificados pra mim, a senhora tem os carimbos da escola, já vi eles no seu escritório, kkkk…
O mestre Tulio se perguntou como não tinha pensado nisso antes. A Claudia tinha razão, bastava pegar dois certificados em branco e depois ele preencheria com notas falsas, além disso poderia fazer o mesmo com outras alunas que estivessem na mesma situação que a Claudia. Essa garota era um gênio mesmo, decidiu.
—Você devia se dedicar a estudar Engenharia Comercial!!, loira gostosa, olha que você tem talento pra negociar e estratégia pra convencer, mas mesmo assim seu preço é muito alto pra só uma noite de love…
—Isso tem solução, mestre, a gente podia discutir na cama, kkkk…
—Já era, gostosa, vamo nessa agora mesmo!!, bufava o velhote com seus olhos marcados e inflamados de réptil nojento.
—Bora agora mesmo, professor! Ai, que vergonha… e o que vai ser do seu João, coitado, vamos deixar ele aqui dormindo?
—Esse filho da puta de merda, quase nunca se controla com a bebida, vamos deixar pra lá, ele sabe se virar sozinho, mireina, hehehe…
—Ok, mestre, vamos deixar ele aqui, no fim das contas acho que não vai acontecer nada com ele… por favor, pega minhas coisas, tô muito cansada, — finaliza dizendo a loira.
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