
Ela, no meio da sua puta excitação, via o rosto de Dom Pedro transformado em como o tinha visto pela primeira vez naquela mesma noite. O rosto dele tinha mudado para uma careta sinistra de luxúria, os olhos vermelhos de tesão, as veias das têmporas tinham ficado visíveis de tão excitado, da boca escorria um fio de baba nojenta que se perdia na moita daquela barba espessa. Tudo isso somado à pele enrugada, à falta de higiene, à sujeira e ao suor do aspecto dele. Se a garota não estivesse tão doida pelo velho, com certeza teria desmaiado ao ver essa aberração da natureza.
Ela tinha as pálpebras semi-cerradas de tesão, o velho nojento de olho baixo, e se deliciava olhando os peitos redondos e nus da guria, perfeitamente formados, túrgidos, que se erguiam majestosos, balançando agitados no ritmo da respiração dela; os bicos inchados eram rodeados por uma auréola carnuda e gostosa; a visão daqueles melões enormes era de tirar o fôlego.
O velho não conseguiu evitar passar uns instantes contemplando a visão dessa deusa, com aqueles melões enormes de carne que se erguiam majestosos e subiam e desciam no ritmo da respiração ofegante, cobertos por um suor leve que os fazia brilhar. Os olhos do degenerado saltavam das órbitas ao admirar esses melões enormes.
Cielo Riveros mantinha seu lindo rosto cheio de expectativa pelo próximo passo que o velho tarado daria, enquanto corava ao perceber que estava completamente pelada da cintura pra cima, sob o olhar libidinoso de um velho safado.
Então o véio falou.
—Mamasota, você é muito gostosa de verdade, que par de peitões grandes e divinos, viu que foda que vou te meter, você vai ver as estrelas, bombonzão.
Então ele voltou sua atenção pros lábios carnudos e molhados da gatinha, ficando hipnotizado e lembrando que ainda não tinha provado eles, aliás, nunca tinha provado os lábios de uma novinha tão gostosa e se encheu de vontade de possuir esses lábios tentadores.
Ela estava na expectativa, sentindo uma mistura rara de medo, ansiedade e uma excitação real.
Ela percebeu as intenções dele ao vê-lo se aproximar da boca carnuda dela, o rosto horrível, enrugado e barbudo do velhote, e totalmente dócil e entregue, se preparou para receber aquela boca fedorenta e sem dentes nos seus lábios finos e delicados.
Cielo Riveros abriu a boca, pronta pra fazer o velho gozar com os lábios dela.
Ao mesmo tempo, o velho apertava ela pela cintura, puxando ela pra perto, fazendo ela sentir sem cerimônia o volume duro que ele tinha formado na virilha.
–-Aaaahhhhhhh mamazota…, e deu um beijo nojento pra caralho; os dois se fundindo num beijo caliente, o velho manchando aqueles lábios suculentos e fresquinhos da novinha, enfiando a língua cheia de álcool naquela boca tão fina e delicada, dominando ela, que sentia nas papilas gustativas os ácidos e gases nojentos da cerveja e do tabaco que o velho passava naquele hálito podre e nojento. Ela já não resistia mais, toda mansa, se deixava fazer.
A invasora e linguaruda do velhote explorava até a garganta dela, e ela respondia àquele beijo nojento com verdadeira paixão. Sentia aquela língua fedorenta se mexendo com agilidade e destreza na boca dela, e queria senti-la percorrendo todo o seu corpo escultural. Aquele velho podia facilmente ser avô dela, mas naqueles momentos ela só queria que fosse o macho dela. Ela suspirava, aproveitando como o velho abusava dela, e o abraçava pelos ombros, se derretendo igual manteiga com aquele beijo quente.
O velhote curtia aquela boca deliciosa de onde saía um hálito quente, limpo e muito gostoso, a língua dele percorria todos os dentes perfeitos dela, explorando cada um. Ela sentia aquela barba espessa arranhando os lábios, mas isso não importava, o que ela queria era saciar aquele fogo que tava consumindo o corpo dela, e não ligava que fosse com aquele velho nojento.
Cielo Riveros, em vez de rejeitar o velho nojento, ergueu as mãos dos ombros dele e, instintivamente, as levou para a parte de trás da cabeça do velho, enfiando os dedos na mecha de cabelos grisalhos e começando a dar uma massagem suave e deliciosa com as pontas dos dedos, para o deleite do velho, o que confirmava que ela estava sim curtindo o momento sexual.
As bocas delas pareciam uma só, as línguas se fundiram numa só, os fluxos de saliva se misturavam... segregando ainda mais, e era tanta quantidade que escorria como fiozinhos pelos cantos das duas cavidades bucais.
O velho a beijava apaixonadamente, com a língua entrelaçada na dela, trocando os fluidos salivares... e ela gemendo... soltando suspiros carregados de erotismo... de desejo carnal! E ele, enlouquecido pelo prazer que aquela deliciosa garotinha lhe dava, enquanto as mãos desciam para as jovens bundonas da menina, enfiando-se por baixo da minissaia, acariciava e apertava; podia sentir claramente como aquelas bundonhas se contraíam ritmicamente com o movimento da pelve da garota para frente e para trás, como se estivesse trepando.
Gozava a bunda escultural da colegial que estava totalmente entregue, as mãos enrugadas percorriam as pernas lisas e macias e o rabo da garota excitada, que mansamente se deixava apalpar; a pica do velho estava prestes a explodir e pulsava desejando penetrar aquele cuzão de infarto.
O velho puxou a minissaia dela pra baixo, com a colaboração dela que levantou as pernas pra saia sair sem dificuldade, tirando ela e deixando a gatinha só de biquíni sexy e botas até o joelho; deixando à vista de qualquer um que passasse a calcinha preta cobrindo a redondeza da bunda dela, que mordia um pouco do tecido, e a beleza das suas pernas bem torneadas.
O velho continuou acariciando e apertando aquelas redondas e lindas nádegas carnudas de pele macia.
–- Que buceta gostosa que você tem, puta, vou meter a pica foxy em você, falava pra ela enquanto dedava o cu dela, enfiando o polegar uma e outra vez e depois dois dedos, que introduzia e mexia em círculos tentando dilatar o cu fechado dela.
Cielo Riveros fechava os olhos, se entregando a tudo que aquele velho degenerado quisesse fazer com ela, era presa dos desejos dele e do corpo fogoso dela, tão sensível a toda aquela massagem que uma única mão do velhote em qualquer parte do corpo dela já bastava pra fazê-la tremer de tesão.
De repente o velho, parando de beijá-la, levou sua boca ansiosa para o pescoço desprotegido dela, que continuava agarrada na cabeça do velhote, dando uma massagem doce e suave na parte de trás da cabeça dele.
Cielo Riveros, ao sentir para onde ele estava indo, achou que ia desmaiar só de imaginar o prazer que aquela boca barbuda ia dar quando chupasse seus peitos nus. Sentia o coração a duzentos por hora.
O velho ergueu as mãos e as levou pros peitos redondinhos da guria, enquanto beijava e chupava o pescoço dela. Começou a massagear as tetas, apertando elas, sentindo o bico durinho no toque dos dedos. Ela se arrepiou com a ousadia da carícia e suspirava toda ofegante.
Por momentos, o velho tarado morde de leve o pescoço da garota, fazendo ela se assustar, e ela afundava mais os dedos nos cabelos grisalhos do velho, puxando ele para perto do coração, que o velho percebeu batendo forte.
Dom Pedro se refestelava com os peitos da garota, apertava, massageava, espremia do jeito que queria os duros seios da colegial, alternando os apertões com massagens nos dois bicos enormes e inchados da menina, sabendo ele, cheio de manhas de velho, o quanto as mulheres são sensíveis nessa parte do corpo. Esfregava com tanta habilidade que ela se arqueou um pouco, resultado do prazer que aquele velho lhe dava.
As sucções no pescoço fino dela e as massagens nos mamilos sensíveis estavam matando ela de prazer, o velho nojento tinha conseguido despertar o temperamento fogoso dela.
–-aahhhhhhhhhhhhhh…aiiiii…siiiiii…uffff……. uffff …aahhhhhhh.
A boca do velho soltava seu hálito ardente no pescoço dela, a boca que chupava o pescoço dela era como brasas de fogo.
Então o velho abaixou mais o rosto enrugado, direcionando-o pros peitos desprotegidos da garota e, sem parar de apertá-los, abriu bem a boca barbuda e pegou o mamilo junto com a auréola, começando a dar uma sugada forte com aquela boca sem dentes; ela sentia o calor do caralho que saía daquela boca e como a língua deslizava habilmente sobre a sensibilidade imensa do mamilo dela.
A deliciosa novinha sentiu
claramente como um intenso e tremendo formigamento nascia na sua bucetinha e começou
a subir por todo o corpo, se espalhando rapidamente; sentia o sangue
fervendo de novo e, arqueando as costas ao máximo, gemia cheia de
sensações arrepiantes que o velho dava com a chupada violenta nos peitos dela.
Cielo Riveros –-Mmmmm,,aaahhhhh, aaahhh... deusss, deussss, deusssss, que gostosooo issooo se senteeeeee!!.
O velho tava se esbaldando com os peitinhos jovens da garota, chupava com muita fome os peitos bem sensíveis da novinha e esfregava o pau duro na buceta da menina.
— Hmmmmm que delícia de peitões que você tem, sua danadinha.
Cielo Riveros estava em êxtase, quase sem conseguir soltar palavras coerentes de tanta excitação. Tudo que saía da boca dela eram gemidos deliciosos, que soavam como música para os ouvidos do velho abusador.
–-Aiiiiiiiiiiiiiiii... aiiiiiiiiiiiiiiii.... que gostooooosoooo!!!; arrepios intensos percorriam a pele macia da menina, uma e outra vez o velhinho chupava desesperadamente os biquinhos enquanto ela se contorcia de prazer e se agarrava na cabeça do velho, apertando-a contra os peitos dela
A mina quase morria com as sensações tão intensas que começavam a enlouquecê-la, aquela boca sem dentes nos mamilos dela matava de prazer, sentir como aquela boca banguela sugava só com a gengiva o mamilo dela e junto com a raspada da língua, dava um prazer nunca antes experimentado.
Cielo Riveros explodia em gemidos fortes de prazer, não conseguia se controlar, tudo era demais pra garota; arrepios intensos percorriam sua pele macia, o velho, fora de si, também chupava gulosamente os peitos dela, mordia, apertava, com a complacência dela que tinha a cabeça jogada pra trás e as costas arqueadas ao máximo, totalmente entregue.
Cielo Riveros –-Aaaahhh…aaahhh…dooooor…Peeeedrooo… assim…assimmmmm…aiiiiiii, com a cara toda desmontada de tesão.
O velho afundava sua cara açucarada entre os peitos mamáveis da jovenzinha, lambuzando-a com a própria saliva e o suor dela, que cobria toda a superfície daqueles dois globos incomparáveis de carne.
O velho já todo excitado com os gemidos da novinha, chupava com muito sadismo os peitos da gostosa, fazendo ela gemer cada vez mais forte e arrepiando ela toda.
Cielo Riveros Aaaaaaaiiiii…meuuu Deeeeuuussss…..paaaiiiii…..Aquele formigamento insuportável que percorria sua buceta a enlouquecia, fazendo-a perder toda a compostura; nesse ponto, sua virginal pererequinha pulsava forte como se o coração tivesse se instalado lá embaixo.
O velho não parava de chupar e encher os peitos dela de saliva, enquanto dizia:
–- Você gosta, puta?.. Agora você vai sentir o que é dar a buceta, vou meter o pau em você.
– Cielo Riveros -Sssiii.sssii...ssiii....-gemía, indefesa, a garotinha.
Mamava sem parar aquelas tetas incríveis como um bebê faminto, matando a colegial de prazer, fazendo brotar lágrimas abundantemente dos seus lindos olhos verdes de tanto prazer que aquele velho horrível lhe dava. Ela sentia que, por momentos, suas pernas potentes fraquejavam com o ataque implacável do velho ao seu corpo tão desejado.
Aí o velho recarregou ela na mesa pesada de madeira, virou ela de costas pra ele e pegou o biquíni da guria. Segurando o elástico, começou a puxar devagar, sem encontrar resistência nenhuma, deixando ela completamente pelada. A única coisa que a garota ainda vestia eram as botas.
Cielo Riveros era como uma marionete nas mãos daquele velho tarado, que podia fazer com ela o que bem entendesse; o velho olhava pra aquela bundona redonda da novinha que tava prestes a comer e já lambia os beiços sabendo que um prazer imenso o esperava.
Assim, por trás dela, o velho a empurrou suavemente sobre a mesa, deixando a garotinha da cintura pra cima sobre a superfície, com as tetas redondas esmagadas pelo próprio peso dela, ficando a moça em forma de um L.
A vista era impressionante daquelas nádegas redondas e majestosas erguidas, pecaminosamente desafiadoras e na plenitude dos seus 18 anos. O velho não conseguia se desgrudar de olhar aquele par carnudo e empinado de bundão que, com as pernas completamente esticadas sem flexionar, aumentava ainda mais aquele rabão.
O velho filho da puta sádico pegou no seu pau duro de dimensões respeitáveis, uns 20 centímetros de comprimento, grosso na circunferência, cheio de veias pulsando, e começou a esfregar ele contra aquela raba de concurso.
0 comentários - Cielo River: minhas aventuras sexuais com coroas 9