
Enquanto isso, Claudia, já entediada de ficar na fila dos banheiros lotados, finalmente via que estava prestes a entrar para acalmar sua bexiga cheia, que protestava com dores por ela não esvaziar seu conteúdo.
–- Uffffff, finalmente, não aguento mais a vontade de fazer xixi, pensava consigo mesma, sem imaginar a situação pela qual sua amiga Cielo Riveros estava passando naquele momento.
Enquanto isso, num canto afastado e quase às escuras da feira, iluminado apenas pela lua cheia que aparecia majestosa naquela noite estrelada, nossa linda protagonista vivia uma situação angustiante ao ter que aguentar o velho degenerado do Seu Pedro, que estava fascinado e quase babando pelas curvas tremendas da jovem escultural e por aquele ar de ingenuidade e inocência que ela exalava.
Eu a segurava firme por aquela cintura fina e firme que estava à mostra, onde se via sua barriga chapada sem um gramo de gordura e coroada por seu umbigo sexy que prendia a atenção hipnoticamente.
O sátiro devorava ela com os olhos enquanto sua mente tramava ideias perversas para a gostosona
– Eu… eu… pre… preciso ir, por favor, me solta – suplicava a mamãezinha com aquela voz doce, melosa e inocente
–-Não… gostosinha, até acabar a rodada, minha rainha.
O velho degenerado se aproveitando da passividade da novinha gostosa a apertava contra ele, fazendo-a sentir sua ereção dura na virilha da peituda.
Para acabar de foder com tudo, a sequência interminável de baladas românticas parecia não ter fim, para o desespero de Cielo Riveros e a delícia do velho e dos seus comparsas, que agarravam nas próprias picas, esfregando-as por cima do macacão, ao ver como o chefe ficava cada vez mais ousado com a deliciosa gostosa com quem dançava.
Então o velho disse, sem tirar os olhos dos peitos macios da jovem com total morbidez
– Que mulher infernal você é, mamacita! Desde que você chegada estamos te seguindo, não penso em outra coisa além de enfiar meu pau nesse rabo divino – tudo isso sem parar de apertá-la contra mim, fazendo-a sentir meu pau duro.O velho estava hipnotizado diante dos dois peitões enormes da garotinha. Tê-los tão perto o deixava extasiado, com aqueles seios firmes e redondos que prometiam um prazer sem fim para quem os tivesse.
Só de ouvir as palavras do velho se descarando com suas intenções sujas e aquele linguajar vulgar, o corpo da garota ficou tenso e ela sentiu uma sensação de medo, quase de terror, crescendo dentro dela descontroladamente.
– Por favor… don Pedro, não me desrespeite, eu não dei motivos para que o senhor me diga essas vulgaridades – disse a garota curvilínea com uma voz ao mesmo tempo suave e tensa.
O velho soltou uma risada aterrorizante ao ouvi-la, o arrepio foi total, o medo era insuportável, seus comentários mórbidos a assustavam mais a cada segundo que passava, ela não sabia o que fazer, aquele velho a tinha bem agarrada sem soltá-la nem por um segundo, não havia muitas opções.
Dono da situação, o velho nojento disse para ela.
– Mas se você, sua puta safada, deu abertura pra gente te desrespeitar, sua vadia tarada!
Ela, desconcertada pela afirmação do velho e cada vez mais assustada com a situação quente, respondeu
–-Não… não… sei do que o senhor está falando –, disse com voz bem baixinha.
– Ah não?... puta gostosa, você não sabe? E quando você e as putinhas da sua amiga pararam no meio da ponte mostrando tudo, sem deixar nada pra imaginação, isso não é provocar e dizer que querem uma rola de macho bem grossa? Você me deixou de pau duro desde que te vi lá em cima da ponte mostrando tudo, minha rainha, fala aí, isso não é provocar, gostosona.
Cielo Riveros sentiu o rosto queimar ao ouvir as palavras do velho, enquanto o coração dava um salto. As palavras chocantes do velho nojento foram como um balde de água fria. O que ela poderia argumentar a seu favor? Dissesse o que dissesse, aqueles velhos horríveis não acreditariam nela. O velho tinha razão: sua ação na ponte a condenava.
E não suportando ver a cara lasciva de triunfo do velho ao notar que ela não tinha argumentos de defesa, a escultural jovem baixou o olhar, abaixando a cabeça, suas belas bochechas adquiriram uma cor vermelha.
E sentindo-se cada vez mais excitado e no controle da situação ao ver sua passividade, suas mãos sujas que acariciavam a pele macia e lisa da sua cintura faziam círculos cada vez maiores, abrangendo mais daquela pele deliciosa e suave, enquanto ele perguntava:
–-E aí, putinha, não vai me responder?
Ela, apenas com sua voz,
bem baixinha e visivelmente nervosa, murmurou:
– Eeeeh, eeeu sou eu…
Seus lindos e grandes olhos verdes piscavam rapidamente,
deixando claro o medo tremendo que a garota estava sentindo.
O velho tarado levantou a voz com força, assustando ainda mais a novinha.
–-Queeeeeee não te ouço, vadia! Me diz, tô certa ou não, puta de pau duro!
Apenas o silêncio da jovem voluptuosa deixou mais do que óbvio que ela não sabia, que não tinha como responder - toda a evidencia contundente a condenava.
O velho horrível do don Pedro, mais que satisfeito com a reação dela, disse:
– Quem cala consente, minha rainha – e, segurando seu queixo, a obrigo a levantar o olhar, dizendo – "Então vamos aproveitar essa rabão e esses peitões que já estão me deixando louco de vontade de chupar, gostosa.
Ao levantar o queixo da jovem escultural, notei em seus olhos um par de lágrimas e em seu rostinho uma expressão de muito medo, que só excitava ainda mais o degenerado do seu Pedro.
A menina via com horror que tudo estava começando a fugir do seu controle, não via como sairia daquela situação quente, sabia por experiência própria de outras situações similares pelas quais já havia passado, que aqueles degenerados nada os pararia até conseguirem o que queriam.
Eu estava muito tensa e nervosa, sentia que estava afundando cada vez mais num buraco profundo e nada nem ninguém poderia me salvar.
A deliciosa jovem, numa última tentativa de consertar todo aquele mal-entendido, suplicou ao velho sátiro, muito angustiada.
–-Nããão, seu Pedro, aquela história da ponte foi um mal-entendido, deixa eu te explicar.
Mas o velho, ao saber que tinha ao seu alcance aquele corpo exuberante, fresco e juvenil da adolescente, já não a ouvia e sucumbiu ao seu desejo irrefreável de possuí-la, sem importar se para isso teria que forçá-la.
A garota ao mesmo tempo tentava se soltar dele, mas de repente uma terrível sensação de pânico tomou conta da jovem, quando sentiu que as mãos que apertavam sua cintura desceram em direção ao seu bumbum redondo e empinado e o agarrou com força; como o tecido da minissaia era muito fino, ela sentia claramente os dedos afundando em suas nádegas duras e fazendo tanta pressão que a rola enorme do velho parecia ainda maior contra sua pelve.
Paralisada de medo,
só pensava no seu íntimo.
– Cielo Riveros Ai meu Deus... ele... está... me tocando. O que eu faço?
O velho acariciava as majestosas curvas das nádegas com as duas mãos, introduziu suas mãos enrugadas por baixo da mini, a pele áspera e rugosa de seus velhos dedos não lembrava de ter tocado algo tão macio, tão delicado como a pele daquela criatura.
–-Jooooodeeeer, mas que rabo é esse, gostosa? Você é uma deusa! – As mãos do velho não paravam de apertar as bundonas da garota, massageando com as palmas descascadas sob a minissaia, sentindo a pele deliciosa, nua e macia da menina.
Cielo Riveros, reagindo, batia no peito do velho tentando fazê-la soltar, mas para o sexagenário quente e rude aquelas batidas eram carícias e ele continuava apalpando o traseiro formidável da colegial. A minissaia muito curta, e por ser daquelas de voo, facilitava muito o apalpão do velho.
Aproveitava para colocar sua mão nas pernas firmes, acariciava a pele suave e morna dessas coxas até chegar à redondez de suas nádegas e, sentindo a firmeza daquelas carnes tão lindas, embriagado pelo perfume que emanava daquela criatura, tinha que se conter para evitar uma gozada.
– Cielo Riveros - Nãããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããã
Mas o velho estava enfeitiçado por aquele traseiro formidável, macio, duro, redondinho.
– Que rabão gostoso você tem, gostosa, pra enfiar o pau uma vez atrás da outra.
Ela se sentia impotente e indefesa, estava nas garras daquele velho tarado, não podia fazer nada, ele era muito mais forte que ela.
Ela olhava nos olhos dele, implorando com o olhar que parasse, mas o velho continuava se deliciando com aquelas espetaculares bundas; estava fascinado com a redondez e textura daquele par de nádegas juvenis e soberbas.
Então as mãos enrugadas e peladas começaram a deslizar lentamente para cima, chegando logo à cintura nua e curta da menina, mas não pararam por aí e seguiram sua deliciosa viagem pela pele macia da garota, com a clara intenção de alcançar os peitos redondos da jovem; o rosto do velho mostrava uma careta doentia, seus olhos estavam ficando vidrados e até a baba escorria, e não era pra menos, imaginem ficar vários meses em jejum sexual e de repente ter nas mãos uma gostosa novinha.
.. Cielo Riveros."n-não...n-não… e-espere...n-não...não
A aterrorizada colegial
então pegou as mãos do velho pelos pulsos, detendo por um momento seu
avanço quente na altura das costelas, numa reação natural de
defesa, mas para o velho rude isso não era nada, considerando que ele tinha muito
mais força que ela, para ele isso não era obstáculo, muito pelo contrário, eram
carícias sentir as mãos macias da garota em seus pulsos.
Em seguida, o velho inclinou seu rosto enrugado e barbudo em direção ao pescoço da jovem, pressionando sua boca nojenta e malcheirosa a cerveja e cigarro no pescoço extremamente sensível e esbelto da garota; dando uma chupada com os lábios, puxou sua língua nojenta e passou-a pelo pescoço muito sensível da jovem voluptuosa, que fechou os olhos diante das sensações deliciosas que a invadiram, percebendo como todos os pelos do seu corpo se arrepiaram.
O velho sentiu claramente essa reação na pele da garota porque suas mãos continuavam nos lados da novinha e esboçou um meio sorriso sinistro, sabia que estava no caminho certo com essa gostosa de menina e continuou com mais ênfase chupando o pescoço sensível de Cielo Riveros, enchendo-a de múltiplos arrepios.
– Cielo Riveros -Ooooh…Não…ooooohhhh…seu Pedro, por favor pare.
A gostosa implorava, sabendo que essas sensações que começavam a dominá-la não levariam a nada de bom; agora, enquanto ainda não estava entregue a esses prazeres, ela se conhecia muito bem e sabia onde tudo isso a levaria se despertasse seu temperamento ardente, a horrorizava se imaginar na cama transando com aquele velho nojento e seus comparsas.
– Você é uma gostosona e dá pra ver que adora uma pica, agora você tá resistindo, mas daqui a pouco vai estar gritando de prazer que nem uma putinha safada.
E então ele voltou a atacar o pescoço sensível da garota, fazendo-a sentir arrepios e sensações prazerosas, aquela língua e aquela barba que atacavam seu pescoço sem parar.
A garota sentia cada vez mais que aquele velho conseguiria seus propósitos com ela em desvantagem. Ela lutava contra o velho que a forçava e contra seu próprio corpo, que aos poucos aceitava as investidas daquele velho nojento. Notava que o nojo e a rejeição por aquele degenerado diminuíam, e em seu lugar uma sensação agradável de prazer se apoderava de seu corpo, que, como uma droga, lutava para dominar sua vontade.
Mas ela continuou lutando mesmo estando em desvantagem, levantou as mãos e as colocou no peito do velho, tentando fazer força para se soltar dele. Ele adorava a luta que a garota queria dar, o que deixou as mãos do velho livres para, sem perder tempo, agarrá-la pela cintura fina sem nenhuma delicadeza e se colar novamente ao corpo voluptuoso da garota, fazendo com que ela sentisse o pau duro do velho em sua virilha.
O velho, sorrindo, olhava para o rostinho assustado dela e, vendo aqueles lábios grossos e carnudos, sentiu um desejo enorme de beijá-los. Então, agarrando a cintura da colegial, tentou alcançar aquela boquinha deliciosa com sua língua nojenta.
– Cielo Riveros -Não, me solta... não... - velho... degenerado... – ela lutava, se debatendo e
balançando a cabeça de um lado para o outro, tentando evitar que o velho nojento roubasse um beijo de seus lábios frescos.
Ela, tão dominada como estava, só conseguia mexer o rosto de um lado pro outro tentando evitar um beijo tão nojento.
–-Gostosa, você tá uma delícia e eu tô com muito tesão, deixa eu te dar um beijo.
Cielo Riveros –-Nããão….me solta….seu Pedro….me solta-- mas o velho só apertava mais a cintura dela e tentava desesperadamente roubar um beijo da gostosa adolescente.
Enquanto isso,
o mestre Tulio e o foda-se João passeavam pelos estandes
onde os jovens se reuniam e se infiltravam entre a multidão
que dançava e se embriagava, procurando a escultural Cielo Riveros,
saindo essa dupla de degenerados de um dos últimos estandes
com zero resultado da mamãe gostosa.
–- Parece que a terra engoliu a foxy, dizia o mestre Túlio
–É isso aí, mestre Nisus, a mina sumiu e olha que a gente rastreou ela que nem cachorro e nada, dizia o fuck you Juan.
– Já vimos todos esses puteiros onde chegam os novinhos e ela não tá, vamos agora pro lado dos jogos, damos uma volta e depois seguimos pra onde tá o touro mecânico, porque temos que achá-la, temos que achá-la – disse o mestre Túlio, e pra lá se dirigiram.
Cielo Riveros sentia uma impotência tão grande; o velho era forte demais para ela e o fedor de cerveja que vinha de seu hálito era insuportável, sua língua nojenta, em um momento na luta, lambeu os lábios da garota, que ela mantinha bem apertados para evitar que o velho enfiasse sua língua nojenta entre eles.
Cielo Riveros –-Deejeemeepooor faavooor don Pedro- e então aconteceu o impensável, o velho bêbado se cansou da luta e a soltou por um momento, tentando recuperar o fôlego; isso porque tinham trabalhado muito montando os brinquedos e quase não tinham descansado, além de que estavam tomando cerveja desde cedo sem parar nem um momento, e tudo isso veio a repercutir naquele momento da luta com a colegial gostosa.
A novinha ficou desconcertada ao sentir que de repente o velho a soltava e, tentando se afastar dele, foi dando passinhos para trás enquanto se abaixava e arrumava a mini-saia, que com as mãos do velho tinha subido até a cintura, até que esbarrou na mesa de madeira onde estava encostada quando chegou.
O velho, percebendo isso, se aproximou dela novamente, não querendo deixar que a gostosa presa escapasse, e colocou suas duas mãos sujas e peludas sobre a mesa, dos dois lados da garota, deixando-a encurralada entre seus braços e sem espaço para se mexer; ele ofegava, tentando recuperar o fôlego.
– uffff uffff – ele respirava todo ofegante, estava longe de acabar a situação quente, era só uma pausa rápida.
Os outros velhos, divertidos com tudo que estava acontecendo, falaram de forma zombeteira.
–-Hahaha, compadre, essa pombinha saiu respondona, hahahaha já tá te cansando, se quiser a gente te ajuda, você já tá velho pra esses trotes.
Ferido em seu orgulho, respondeu o degenerado don Pedro.
–-Tá ligado, galera…agora vocês vão ver que eu dou conta dessa novinha e de qualquer outra que botarem na minha frente.
Enquanto isso, a novinha, ao perceber que o velho a tinha aprisionada com seus dois braços peludos e suados de cada lado da mesa, se virou dando as costas para que ele não visse que se sentia encurralada, erro crasso, e ficou imóvel, petrificada, mal conseguia respirar, o medo a tinha paralisada.
O velho degenerado sentiu o sangue ferver de desejo e novas forças se injetarem em seu corpo seboso ao sentir a colegial tão perto e ver aquelas bundas enormes e desprotegidas, indefesas, a apenas alguns centímetros dele. Era só questão de dar um passinho bem curto para sentir essas bundas soberbas em seu membro duro. Essa visão espetacular lhe deu forças renovadas para continuar seu ataque à jovem indefesa.
Dava pra ver o velho como essas bundas volumosas tremiam de tanto medo que a novinha sentia, ela tinha as duas mãos no rosto e chorava baixinho, toda arrepiada.
O tarado velho
via com luxúria como a minissaia curta subia por causa da tremenda
e empinada bunda da adolescente, que mal conseguia cobrir, o pau dele estava duro como ferro de tanto contemplar as suculentas curvas da
jovenzinha.
E o degenerado pensava — quando é que eu vou ter uma mulher gostosa dessas?, pelo menos de boa nunca.
O velho aos poucos ia recuperando as forças e, curvado, segurando a mesa com as duas mãos, não tirava os olhos do apetitoso rabão da novinha.
Isso o deixou muito excitado ao ter a visão daquelas carnes pecaminosas, onde se via claramente o pequeno e sexy biquíni que se esticava ao máximo e fazia as duras e redondas bundas se destacarem ainda mais.
Don Pedro estava com o pau latejando de tesão e sentia as bolas pulsando de excitação por ter aquela visão maravilhosa.
- Que rabão de puta! Agora você vai sentir o pau de um macho quente - disse o velho abusivo com voz rouca.
A novinha continuava de costas, encurralada, soluçando, então o velho começou a se levantar e sem tirar os olhos daquele rabão enorme que tinha na frente, começou a tirar o macacão que caiu no chão, deixando à mostra uma cueca nojenta que um dia foi branca e que cobria as partes nojentas daquele homem desagradável.
Dava pra ver como a cueca na parte da frente marcava a enorme ereção que o velho degenerado tinha, parecia uma barraca de circo. O tecido da cueca dava pra ver claramente manchas de umidade, com certeza líquido pré-ejaculatório que o tarado tinha secretado enquanto apalpava a gostosa colegial e sentia suas deliciosas curvas e carnes firmes.
Sniff... sniff... snifff... soluçava a colegial, com espasmos intermitentes, ao imaginar o que viria a seguir. As intenções daqueles velhos eram claramente óbvias. Depois de receber o primeiro ataque do velho Pedro, consciente de sua situação, suas mãos finas que estavam sobre seu rosto lindo começaram a tremer de medo. Os batimentos do seu coração se aceleraram e sua mente a colocava em uma realidade terrível. Não havia saída, totalmente afastada das pessoas naquele lugar solitário, quase escuro e perdido. Não havia ninguém que pudesse resgatá-la daqueles degenerados.
Encurtando a breve distância que o separava da jovem e, sem conseguir esperar mais, o velho se atirou sobre ela, apoiando seu membro tremendamente ereto nas redondas e duras nádegas da garota.
Tendo se livrado do pesado macacão de jeans e ficado só de cueca, as percepções das sensações agradáveis ao se colar ao corpo curvilíneo da deliciosa gostosa se multiplicaram em 300 por cento para o deleite do degenerado.
Sentindo em seu pau, ao contato com as bundonas, uma sensação prazerosa que o invadiu como nunca antes havia sentido, de umas bundas deliciosas e duras que de tão curvadas ele as sentia como algo tremendamente enlouquecedor.
Suas mãos peladas e sujas envolveram a cintura fina e curta que formava aquele ventre quase perfeitamente plano, puxando-a para perto dele e acariciando seu abdômen macio, percorrendo-o, enquanto o membro duro afundava na bunda enorme de Cielo Riveros.
Ela, ao sentir que o velho se aproximou e encostou o pau latejante nela, abriu os olhos que nem pratos e deu um pulo de sustento com a ação abusiva do velho.
– Cielo Riveros - Aaaaahhh, ahhhhhhh deeeteengaaasee doon dooon Pee Peedroo, nooo ¿quéé haacee? suélteme.
– Já não aguento, gostosa, você me deixou com um tesão da porra, para de resistir e aproveita.
Ela baixou as mãos e as colocou sobre as mãos do velho que, além de se deliciar com as nádegas redondas, apertando e acariciando seu membro ereto, aproveitava a pele macia e lisa do abdômen sexy da garota; a moça colocou as mãos sobre as mãos do velho tentando parar aquelas carícias mórbidas em seu corpo jovem, mas suas mãos finas eram arrastadas pelas mãos quentes e ásperas do velho, que não paravam de percorrer a pele fina e lisa da garota, enquanto sua bunda recebia, uma e outra vez, as estocadas do velho.
Dizer que era uma delícia seria pouco, era uma coisa maravilhosa, sentir aquele corpo fabuloso ali forçando contra a vontade dela e abusando dela.
A Claudia finalmente saiu do banheiro público e foi para onde tinha combinado de encontrar a amiga, enquanto ligava do celular para avisar que já estava indo pra lá.
– Que estranho, ele não me responde, pensava a escultural Claudia ao mesmo tempo que deduzia que, por causa da música, ela não ouvia seu celular e, sem mais preocupações, se dirigiu ao touro mecânico.
O velho tinha uma ereção tão grande que sentia que ia rasgar a cueca, seu pau estava totalmente agitado, urrando para entrar naquela carne exuberante.
– Cielo Riveros -Nããããããoooooo- sussurrou Cielo Riveros com aquela voz infantilizada, tentando se afastar contorcendo seu rabão, numa tentativa desesperada de parar as investidas do velho, conseguindo apenas que o velho ficasse ainda mais excitado com aquele movimento.
E, colocando a boca bem perto da orelha direita da garota, ele sussurrou.
–-Aaahh gostosona, vou te comer, vou te violentar, vou te levar comigo e ninguém vai te encontrar, você vai ser minha mulher, putinha que só sabe esquentar pica, até eu me cansar de você.
A garota totalmente apavorada pelas palavras do velho murmurava.
– Cielo Riveros -sniffsniff... por favor não... não por favor... p...oo..r.......fa......v...oo..rrr....nããããoooo, suplicava angustiada.
No meio de toda essa loucura, a mina ouvia o celular tocando sem parar e ficava pensando.
– Ai, Deus, com certeza é a Clau, ela deve estar preocupada comigo e eu sem poder escapar desses velhos nojentos – isso a deixava muito triste, porque já se imaginava sendo sequestrada por esses velhos asquerosos e sendo estuprada até eles se cansarem. E mais triste ainda ficava pela sua mãe, que certamente morreria de desgosto sem nunca mais ter notícias dela. E se perguntava por que tinha que passar por isso, por que sempre sofrer com os abusos dos homens.
Don Pedro continuava enfiando implacavelmente com seu pau duro nas bundas firmes da garota, enquanto atacava com sua boca barbuda o ombro quase nu da menina, lambendo-o e percorrendo-o com sua língua áspera até seu pescoço e sua orelha, para então retornar novamente ao seu ombro desnudo, num vai e vem que a enchia de arrepios e que exasperava a menina.
– Cielo Riveros - Nããããããããããããoooooo……paaaaaaaraaaaa……pooor favoooor….Peeeedrooo.
O velho continuou se deliciando com a garota, sentindo em seu membro ereto a dureza e curvatura insanas daquele bumbum juvenil, enquanto sua boca fedorenta não parava de lamber os ombros quase nus dela, já que a blusa que Cielo Riveros usava, sendo quase um top e com apenas duas finas alças nos ombros, a deixava completamente desprotegida.
Com uma habilidade que só surge quando a adrenalina da tesão é injetada no corpo, usando sua boca fedorenta e a língua áspera, o velho lutava contra o elástico da fina alça da blusinha da garota, procurando uma brecha por onde enfiar a língua e assim puxar a alça pelos ombros e deslizá-la pelo seu braço, com a intenção de deixar nus os seios da jovem, coisa nada fácil já que a blusa, por ser elástica e muito pequena, esticava ao máximo pelas protuberâncias da menina e ambas as alças estavam muito tensionadas.
Esse trabalho teria sido bem mais fácil se o velho tivesse a dentição completa, pois com os dentes ele poderia ter pegado o elástico e com um movimento de cabeça o arrastado até o ombro para deslizá-lo para baixo, mas assim, só com a língua, era uma tarefa complicada. Mas isso não importava para o velho, ele tinha paciência, além do mais, suas narinas eram continuamente inundadas pelo aroma delicioso do perfume que emanava do pescoço da gostosa.
Enquanto isso, as mãos sujas, com a pele das palmas horrivelmente descascadas, continuavam seu trabalho de acariciar aquele abdômen plano, com as mãos da garota por cima, arrastando-as sem que ela pudesse detê-las, e às vezes ele as apertava contra si para sentir ainda mais forte, em seu membro duro, a pontada que o delicioso bundão da garota lhe dava.
– Cielo Riveros -Deeejeeemee…deeejeemee don Peedroo pareee aaaahhhhh…pare…aaaaahhhh-
Cielo Riveros –-Aaaaaaahhhhh….Aaaaaaahhhh-- gemeu a colegial a cada nova puxada que o pauzão do velho dava, já que sem nenhuma consideração ele fazia movimentos selvagens com seu quadril de trás para frente e a enfiava com força, sentindo e absorvendo o impacto nas redondas bundas de Cielo Riveros.
O velho cada vez mais descontrolado dirigiu uma das mãos para cima, tentando alcançar os seios túrgidos da garota. Ela, muito angustiada ao perceber suas intenções, colocou as duas mãos sobre a do velho que subia, fazendo força para deter a invasora, sabendo que se aquelas mãos chegassem aos seus seios redondos e, pior ainda, aos seus mamilos hipersensíveis, seria o fim para ela.
A reação dela era exatamente o que o velho pervertido e cheio de manhas queria. Com um movimento rápido, ele agarrou os dois pulsos da garota, prendendo-os com força. Com apenas uma mão, o velho tinha mais força que a fina e delicada Cielo Riveros, neutralizando ambas as mãos dela, deixando-a impotente. Tudo isso o excitava ainda mais. Ele levou a mão que estava livre para baixo, e o elástico da minissaia da garota não foi obstáculo algum. Facilmente ele enfiou a mão e, deslizando, desceu um pouco mais, para o horror e a impotência da moça.
Logo ele alcançou a borda superior do minúsculo e sexy biquíni da garota gostosa e lentamente enfiou a mão escamosa, alisando-o diante do enorme desespero da menina.
Cielo Riveros - Nããããããão… para… para… não… faz… isso.
Enquanto isso, a boca do velho nojento continuava lutando com a alça que não cedia nem um milímetro, dificultando muito sua tentativa de tirar a blusa da garota.
Nisso, o velho sentiu debaixo da boca algo que não tinha percebido antes, porque o cabelo sedoso e lindo da menina o cobria: um daqueles botões de pressão na parte de trás da blusinha dela, uns 5 centímetros abaixo do ombro nas costas, percebendo que era ali que a alça da blusinha da garotinha prendia.
Então ele se dedicou à tarefa de morder com as gengivas ansiosamente o botão, que não resistiu muito aos puxões violentos do velho desequilibrado e excitado.
Click" se ouviu e a alça esticada do lado esquerdo do top, como se fosse um elástico que é puxado e solto de repente, disparou e foi cair sobre o seio semi-exposto da garota.
O velho então se jogou sobre a outra alça e com a boca a forçava vigorosamente para desabotoá-la, mas ela não cedia, mesmo que ele puxasse com vontade. Parecia que o botão resistia em deixar sua dona nua da cintura para cima.
Enquanto isso, lá embaixo do umbigo da garota se desenrolava outro drama, os dedos suados e trêmulos de excitação do velho já estavam dentro do biquíni da menina e se movendo como uma aranha em busca da entrada de sua fenda, diante da enorme desesperação da curvilínea jovem, que se contorcia angustiada tentando evitar aquela profanação. O velho continuava segurando suas mãos pelos pulsos finos, deixando-a indefesa, enquanto a outra mão, com todo o caminho livre e com paciência, buscava seu clitóris.
Cielo Riveros sabia que, se o velho tomasse conta do seu clitóris sensível e super perceptivo, era adeus vontade própria e bem-vindo gozo, prazer e aproveitamento a rodo.
Cielo Riveros "P-por favor... pare... eu imploro..." suplicava desesperada a mamasota, mas o velho tarado a ignorou, como se não ouvisse seus apelos.
Cielo Riveros Mmmmmh... Por favor... não me toque... aí... aaaah...
Contorcia e serpenteava todo o corpo e empinava a bunda pra trás numa tentativa inútil de evitar que aquela mão enrugada cumprisse sua missão quente.
Todo aquele rebolado da anatomia voluptuosa da colegial excitava ainda mais o velho depravado, sentindo aquele rabão redondo esfregando de um lado para o outro no seu membro ereto, enchendo-o de deleites e sensações prazerosas.
Cielo Riveros - Nãããão……nããão…por…favor…nããão…Seu…Peeedrooo…aaaaahhhhh.
- Ssshhhh... entrega-se, gostosa... sei que você quer... entrega-se... aproveita o prazer que vou te dar, gostosona - ele disse e voltou a se concentrar em desabotoar o botão da blusa com a boca.
Sua mão notava com muito prazer como a região da virilha da garotinha estava quase totalmente livre de pelos, mal sentia uns fininhos, seus dedos logo encontraram a entrada da intimidade da menina e os mais longos se enfiaram entre seus lábios vaginais. A guria, ao senti-los, juntou as pernas e prendeu a mão invasora, num último e desesperado ato de defesa, ao mesmo tempo que suplicava.
Cielo Riveros Nããão… porr… por favooorr… aahh… paraa… ahhhhh… ali… nããão
A colegiala estava realmente desesperada ao ver a inutilidade de seus esforços, sabia que era só questão de tempo até aquela mão se apoderar da sua bucetinha.
O velho adorava toda aquela resistência da novinha, isso deixava o degenerado ainda mais excitado.
O velho safado deu uma mordida no pescoço, fazendo a gostosa aliviar a pressão que suas lindas pernas faziam na mão dele.
Sua bucetinha tá molhada e quente, sua putinha, você tá gostando, né, vagabunda -- sussurrou o velho no ouvido dela, enquanto seus dedos se apoderavam do clitóris super sensível da colegial.
Cielo Riveros cerrou seus lindos olhos verdes e mordeu o lado dos lábios, ao sentir como aquele magreão começava a inflamá-la incontrolavelmente, fazendo-a perder a razão e enlouquecendo-a. O velho alternava as massagens no clitóris cada vez mais inchado com dedadas na boceta virgem, enfiando os dedos até tocar a delicada membrana do hímen da garota, com cuidado para não rompê-la - esse privilégio ele queria que fosse para o seu pau.
A novinha tentava reprimir as sensações cada vez mais fortes e prazerosas que tomavam conta dela a cada segundo que passava, tentando pensar na mãe, em casa, no namorado, etc., mas o velho continuava movendo habilmente os dedos na sua buceta, que estava ardendo.
Ela se sentia sozinha, abandonada e cada vez mais exausta por tanta luta, sua vontade estava muito enfraquecida também e com poucas forças para continuar resistindo.
Click" soou o segundo botão do decote da blusa da garota ao se soltar, voando até o peito da colegial, deixando seus lindos e redondos ombros desnudos.
Ela já quase sem forças para lutar, cada vez mais fraca pelas dedadas que recebia, só protestou bem baixinho.
- Cielo Riveros "Nããããoooo….deeeeixaaaaa….meeeeee….soltaaaaaa….." - os gemidos da garota eram ouvidos, pois mesmo estando em uma situação nada agradável, seu corpo curvilíneo começava a reagir às dedadas do cara na sua buceta.
- Cielo Riveros -
"Aaaaahhh!...aahhh!...aahhh!...nãããããão...aahhh....gemiasuplicante a mamazona .
P-pare...p-por favor...aahhhhggggg!...mmmmgghhhh!...aahhh!...d-deusss...ela gemia entre gemidos
Os peitos redondos da garota lutavam para não ficarem nus, seguravam estoicamente a blusinha que os cobria por um triz, com os mamilos resistindo a se mostrar para aqueles degenerados.
O velho aproximou seu rosto horrível, enrugado e barbudo do pescoço da jovem, pousando em seu ombro nu, fazendo-a sentir seu hálito que exalava fogo, enchendo-a de arrepios que o velho suado lhe transmitia.
Ao perceber o rosto do velho em seu ombro arredondado e sentir como ele chupava seu pescoço sensível e o lóbulo da orelha, ela instintivamente inclinou a cabeça para o lado ao mesmo tempo que fechava os olhos, deixando toda aquela área do corpo à disposição do velho; a boca e a barba grossa dele percorriam toda aquela pele deliciosa que o subjugava, arrepiando todos os pelos do corpo da garota, fazendo-a tremer; a jovem estava realizando as fantasias mais taradas do sexagenário.
A boca inquieta que lambia seus ombros e orelha deixava em seu percurso um rastro de saliva nojenta que escorria, por efeito da gravidade, em direção aos seios e abdômen da garota.
O velho se deliciava com o doce e agradável perfume que emanava da novinha, inundando suas narinas, aproveitando aquele aroma gostoso que o mergulhava em todo aquele frenesi descontrolado e prazeroso, cuja fonte era a gostosa da garota, e a única coisa em que ele pensava era que tudo aquilo durasse para sempre.
O velho então pôde sentir como a garota afrouxava as mãos que ele mantinha retidas, soltando-as, deixando ambos os braços caírem pesadamente ao lado do corpo da menina, sem nenhum sinal de querer continuar se opondo aos seus desejos.
Com a mão livre, sem nenhuma dificuldade, ele puxou a blusa e a tirou, despindo-a e deixando aqueles peitos formidáveis completamente nus. Do ombro que ele chupava, o velho tinha uma vista espetacular daqueles dois melões redondos à mostra, sem nada para escondê-los.
Completamente hipnotizado, eu contemplava aqueles seios espetaculares em toda sua maravilhosa nudez. Eles se erguiam túrgidos, redondos, maciços e provocantes; apesar do tamanho, a gravidade não os afetava, mantendo-se totalmente empinados, com os mamilos de uma cor escura, inchados de tanto tesão e aperto.
Os seios redondos subiam e desciam no ritmo da respiração ofegante da garota, pareciam prontos para serem chupados e apertados pela primeira vez, era impossível não cravar inevitavelmente o olhar naqueles melões maravilhosos. Eram muito imponentes, muito soberbos para não babar por eles.
Gostosa delícia… ele sussurrou, no momento em que sua mão livre se apoderou do seio túrgido, apalpando-o primeiro como se não acreditasse no que seus olhos viam, para então apertá-lo e percorrer todo o seu contorno.
Depois, com seus dedos, ele pega o mamilo inchado e começa a dar uma massagem suave na ponta delicada e hipersensível da garota, enquanto sussurrava em seu ouvido.
- Que peitões gostosos você tem, gata, você vai ver como eu vou chupá-los - e rosnando como um animal selvagem, ele enfia sua língua quente e úmida na orelha da colegial, lambendo-a como um possesso, enchendo-a de múltiplos arrepios que a deixavam extremamente excitada, ao mesmo tempo em que apertava um dos peitões enormes e com a outra mão continuava dedando ela lá embaixo sem parar, enchendo a colegial quase sem vontade de múltiplos tremores e instintivamente ela arqueava as costas ao sentir um prazer infinito que saía de seu interior.
Cielo Riveros sente seu coração bater a mil por hora, enquanto entre suas pernas também sente a pulsação úmida de sua bucetinha, quente como um vulcão prestes a explodir.
Cielo Riveros - Oohhhhhhhhhhhh oohhhhhhhhhhhhhhh aahhhhhhhhhhhhhhh -- os gemidos saíam da boca da garota que tentava se segurar, mas era impossível parar de gemer, era algo em que ela ia perdendo o controle aos poucos.
O depravado chamava ela de gostosa.
– Mamazota, você vai ver que cuzadas eu vou te dar, vou te transformar numa putinha na cama e vou encher as bolsas de dinheiro com você, deusa.
Aquela linguagem obscena e vulgar deixou a japonesa ainda mais excitada e ela levantou o bumbum instintivamente para sentir ainda mais forte a pica enorme que a cutucava, começou a rebolando os quadris já muito excitada, sentia o sangue fervendo fluindo como uma corrente de águas impetuosas.
Ela fechava seus lindos olhos verdes, pois o prazer por tudo aquilo só aumentava a cada segundo que passava. As batidas do seu coração aceleravam a cada momento e sua apertada e virginal fenda se umedecia em ondas. Ela tinha sentimentos conflitantes, porque queria que tudo aquilo acabasse, mas por outro lado desejava que nunca tivesse fim.
Literalmente o velho tinha todos os seus 5 sentidos totalmente alienados e inflamados pelo momento de prazer.
A visão: seus olhos não paravam de se deliciar com os peitos fabulosos de concurso e ver aquele rosto lindo da garotinha, excitando-o ao saber que tinha aquela preciosidade de jovem em suas garras.
Olfato: desde que começou toda a pegação, seu nariz não parou de se deliciar com aquele aroma delicioso que emanava daquele corpo de infarto, um aroma de higiene impecável, um aroma de corpo jovem, fresco e em pleno desenvolvimento, um aroma de medo e temor e um aroma do seu perfume original delicado que a gatinha só usava em ocasiões especiais.
Tato: esse, nem se fala, é o que mais tem se deleitado, sentindo aquela pele jovem viçosa e macia, sentindo o par de bundão de concurso da garota, sentindo como o corpo dela estremece a cada arrepio que ele provoca, sentindo a umidade da sua buceta, etc.
Ouvido: seu aparelho auditivo se deleitou desde que a ouviu falar pela primeira vez com aquela doce e melodiosa voz de uma garota ingênua e inocente, se deleitou quando ela implorava para que não fizesse nada ou para parar com as mãos bobas, e também quando de repente escapava um gemido de prazer.
Paladar: este sentido tem sido o que menos entrou em ação, mas também terá uma boa participação para deleite do velho. Ele se deliciou ao saborear a pele fresca e jovem da garota ao lamber seus ombros, pescoço e orelhas, apreciando o sabor delicioso que irradia daquele corpo jovem e exuberante. Aí eu conto quando provar os lábios carnudos da boca deliciosa da menina ou quando mamar e experimentar o sabor dos dois peitos da gostosa.
– Que peitos, mamãezona, são enormes e que duros estão... dizia o velho babando ao apertá-los e massageá-los alternadamente.
O abusivo e pervertido do senhor Pedro sentia como a deliciosa colegial vibrava e se estremecia por tudo que ele fazia, percebendo como a cada segundo que passava a jovenzinha oferecia menos resistência às suas investidas abusivas.
Cielo Riveros P-por favor... me-me solta... por favor, Seu Pedro... aaaaaaaahhhhhhh.
Gostosona... você é a cachorra mais delícia desse mundo, vou enfiar meu pau quente nessa sua buceta ardente.
Imediatamente os dedos intrusos e experientes nessas lides degeneradas entreabriam os lábios vaginais da adolescente, buscando afanosamente o delicado botão de seu sensível clitóris e, ao encontrá-lo, recomeçavam a friccioná-lo, fazendo com que a jovem encamável se contorcesse e um rictus de prazer se desenhasse em seu rosto.
Aaaaaaahhhhh… p-porrr… fffffaaaaa… vvvoooorrr… paaareee… aaaaahhh…
O velho sentia claramente como o corpo escultural da jovem se arqueava por instinto e como aquelas nádegas carnudas e deliciosas se colavam ainda mais nele, para enorme prazer de seu membro endurecido que ficava visível sob o elástico da cueca. O veio tinha tirado o pau ereto por cima do elástico da cueca nojenta e o enfiava por baixo da minissaia da garota para seu prazer mórbido.
Porrrrraaaaa, por favoooor... implorava a gostosa entre gemidos
As mãos e a boca muito experientes do velho estavam acabando com os últimos redutos de resistência da colegial, toda aquela estimulação ao mesmo tempo estava acabando com ela.
A mão direita do velho estava totalmente no controle do seu clitóris, dando uma massagem que estimulava muito prazerosamente o já duro cartilagem. A mão esquerda apertava os dois seios alternadamente e, às vezes, com as pontas dos dedos, dava uma massagem suave nos mamilos duríssimos. E a boca barbuda e sem dentes, junto com a língua, percorriam ansiosamente todo o pescoço e os ombros nus da gostosa jovem, e de vez em quando agarrava o lóbulo da orelha da garota, dando pequenas mordidinhas. Ela inclinava a cabeça para permitir que o velho tivesse mais facilidade no seu trabalho.
Tudo isso estava matando de prazer a escultural jovenzinha, ela apoiava suas mãos macias e delicadas sobre os braços peludos e suados do velho, na altura do pulso dele, mas não para deter as investidas do velho luxurioso, e sim que fechava suas mãos finas e dava leves apertões naquelas mãos sujas que lhe davam carícias degeneradas.
Sua resistência física estava totalmente vencida, só de vez em quando entre gemidos ela soltava algumas palavras pedindo para o velho parar com todo aquele abuso
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