Olá, meu nome é Mônica, tenho 62 anos e estou em um relacionamento há 35. Meu marido é um cara incrível, nós dois moramos em Buenos Aires, mas eu tenho um filho que vive em Mendoza há alguns anos. Ele está trabalhando para uma empresa de mineração e se mudou pra lá. Ele se chama Pablo, tem 24 anos e é meu filho mais novo.
A questão é que em junho deste ano vou visitar meu filho e vou ficar no apartamento dele com ele por algumas semanas. Geralmente, quando viajo, aproveito pra ficar e curtir a visita. Ele está namorando uma garota de 26 anos chamada Pamela, mas ainda não moram juntos.
Uma tarde, meu filho me manda um WhatsApp e diz: "MÃE, HOJE À NOITE VEM UM AMIGO JANTAR E VER UM FILME, DÁ PRA FAZER ALGUMA COISA GOSTOSA PRA JANTAR?" Eu amo cozinhar, então na hora saí pra fazer umas compras e preparar tudo.
O garoto em questão se chama Julián, tem 22 anos, é um rapaz normal, sem nada que chame muito a atenção. É alto, a única coisa que tem é que é super extrovertido e muito tarado. Isso eu descobri depois, até aquele momento não o conhecia.
Naquela noite, optei por vestir uma legging cinza claro bem justa com uma tanga bem pequena pra não marcar muito, e um moletom fininho mas quentinho que marcava bem meus peitos. O dia estava propício, já que fazia bastante frio, mas por sorte o forno me ajudava, porque eu estava assando umas pizzas caseiras.
Lá pelas 21h15 bateram na porta, e era esse garoto. Quando abro e vejo ele, ele me olha meio surpreso e diz: "A SENHORA É A MÃE DO PABLO?" Eu sorrio e digo: "SIM, SOU EU". Ele avança e me pega pela cintura pra me dar um beijo, e sinto a mão dele pousar bem no começo das minhas nádegas, bem mais abaixo da minha cintura, e ao mesmo tempo sinto claramente como ele, com um dedo, percorre o contorno da tanga que eu estava usando. Puta, naquele instante ela me diz: QUE PERFUME GOSTOSO VOCÊ TEM, isso me surpreendeu e aí já ganhou um ponto. Eu deixo ele entrar e ele, sem disfarçar, fica olhando pros meus peitos e dá um sorrisinho. Vai lá e senta no sofá. Eu passo na frente dele e vou chamar meu filho, que tava tomando banho, e ele me diz: "MÃE, DÁ ALGO PRA ELE BEBER, PRA ELE ESPERAR UM POUCO, POR FAVOR". Volto pra sala e pergunto: "O que você quer beber?" Ele me olha e responde: "Cerveja?" Então vou até a geladeira e trago uma latinha. Ele não parava de olhar pra minha virilha, que com essa legging ficava bem marcada. Aí eu abro uma cerveja pra mim também e sento com ele pra bater um papo. Gostava que ele me olhasse, era uma sensação que me fazia sentir rejuvenescida — um guri de 22 olhando pra uma veterana de 62.
A gente tava conversando e ele me pergunta: "Como você é no Instagram?" Aí falo como ele podia me achar, e ele diz: "VOU TE ADICIONAR COM UMA CONTA ALTERNATIVA PORQUE O PABLO VAI FICAR COM CIÚMES". E me adiciona com um perfil que não era o dele. Aí ele fala: "TINDER VOCÊ NÃO TEM, NÉ?" Eu rio e respondo: "Como vou ter TINDER se sou casada?" E ele: "E DAÍ? ISSO NÃO TEM NADA A VER?" E pega e começa a olhar minhas fotos do Instagram, quase todas normais, embora tenha algumas mais ousadas, e umas do verão de biquíni. Vai nessas e dá LIKE e pergunta: "Posso comentar ou seu marido enche o saco?" Eu digo: "Não tem problema, ele não tem Instagram." Ao ouvir isso, ele ri e manda uns comentários meio sacanas. Eu só ria.
Nisso, a gente ouve o chuveiro desligar e ele fala: "Me passa seu número do WSP porque o Pablo é muito chato e não vai me deixar nem falar com você." Eu não sabia o que fazer, mas acabei dando. Aí ele diz: "COLOCA NO SILENCIOSO PRA EU PODER TE ESCREVER AGORA SEM ELE DESCONFIAR." Olhei pra ele surpresa, sem entender muito bem a situação. Ele ria: "VAI, FAZ ISSO." E eu, bom, silenciei as notificações dele.
Nisso, o Pablo aparece e eles começam a conversar sobre o jogo e coisas deles. Eram colegas de trabalho — o Julián operava uma máquina viária na cutie e o Pablo dirigia um caminhão, então ficavam bem juntos. Meu filho é mó Com ciúmes de mim, ele não gosta nem de ser provocado, e isso acontece muito porque sou uma mulher bem chamativa, baixinha de corpo, mas com peitões enormes e uma bunda bem redondinha e empinada.
Eu estava parada na cozinha e eles tinham se sentado no sofá pra ver vídeos, mas os dois estavam no celular, meu filho trocando mensagem com a namorada e de repente chega um zap pra mim: "ME TRAZ OUTRA CERVEJINHA, MONI? ASSIM POSSO FICAR TE OLHANDO ENQUANTO ANDA", eu fiquei surpresa, mas curti a atitude, então fui na geladeira e, pra meu filho não desconfiar, levei uma pra cada um. Enquanto andava, olhava fixo pro Julião e ele me encarava a entreperna, eu comecei a ficar nervosa, mas era normal pra um garoto da idade dele.
Nisso, meu filho vai pro quarto falar com a namorada por videochamada e o Julião vem pra cozinha bater um papo. Na cozinha tinha um varal de roupa, já que é um apartamento, e no varal tinham duas calcinhas fio dental, uma da minha nora, bem pequena, e uma minha também bem minúscula. Ele olha pra elas e fala: "Olha as calcinhas da Pame, que bundinha gostosa a Pamela tem, haja", fazendo referência à bunda da minha nora. Não gostei do comentário, mas também não levei tão a mal, então falei: "NÃO SÃO AS DUAS DA PAME, UMA É MINHA". Ele me olha surpreso e diz: "Uff, o que eu daria pra ver como fica em você". Eu ri e ele falou: "SÉRIO, VOCÊ TEM BUNDA MELHOR QUE A DELA". Eu olhei safada pra ele e falei: "BOM, VAMOS PRA SALA LEVAR A COMIDA". O jantar foi bem normal, batendo papo sobre coisas sem importância, e o Julián ficou na dele porque o Pablo é muito ciumento mesmo e não tinha chance de o Julián falar nada sobre mim ou sobre a irmã dele. Tenho uma filha de 26 anos.
Até aquele momento, eu quase não tinha olhado pro Julián porque, pra ser sincera, tava nervosa e não tinha reparado nele, mas numa hora, quando a gente terminou de jantar e o Pablo tava arrumando o sofá e o filme, eu observei ele indo pro banheiro e vi que ele tava carregando um volume grande debaixo da calça fininha branca de futebol, e as pernas dele eram bem firmes.
O Julián tinha chegado de jogar futebol, então tava bem suado, isso me excitou um pouco mais, ele tinha um cheiro de macho. Quando ele saiu do banheiro, a gente sentou pra ver um filme no sofá, eu no meio, meu filho na minha direita e o Julián na esquerda. Tudo normal. Num momento, eu fiquei com frio, então fui pegar uma manta e a gente se cobriu os três, mas como sempre acontece, depois de dois minutos todo mundo tava com calor, então a gente resolveu tirar um pouco de roupa. Todo mundo tirou uma camada de cima, e aí meus peitos ficaram bem mais marcados na camiseta. O Julián não parava de olhar pra eles, e eu percebi que por baixo da manta ele começou a mexer a perna, encostando na minha. Parecia que eu tava encostando num ferro quente. Aos poucos, eu fui relaxando e começando a curtir o jogo.
A questão é que, enquanto o filme carregava, a gente tava os três no celular, e eu espiava o que o Julián tava escrevendo do meu lado. Ele devia perceber, ou não, mas eu vi que ele tava falando com um amigo e dizia: "NÃO SABE A BUCETA QUE A VELHA DO PABLO TEM". E ao mesmo tempo, vejo que ele escreve pra namorada do meu filho e manda: "EI, EI, PAMELINHA, QUE CALCINHAS VOCÊ DEIXOU AQUI NA CASA DO PABLINHO HE HE HE", e ela responde: "NÃO SEJA FILHO DA PUTA HE HE, NÃO CONTA QUE TÁ FALANDO COMIGO PORQUE ELE ME MATA". Eu não sabia o que fazer nem o que pensar. Aí eu levanto e vou pro quarto trocar a legging, coloco uma Vestidinho mais confortável pra ver o filme, quando sentei vi que o Julián continuava trocando mensagem com minha nora e ele tava falando da minha bunda e ela dizia, não é tão durinha quanto a minha, na hora fiquei meio puta porque meu filho tava do lado, mas beleza, não falei nada, então pra cortar a situação falo, BOM, CHEGA DE CELULAR, VAMO VER O FILME, e todo mundo largou os celulares em cima da mesa e começamos a ver um de terror.
Num dado momento depois de uns 20 min meu filho quis deitar de lado colocando os pés em cima de uma cadeira, mas falo, FILHO, ASSIM NÃO CABE, e o Julián me diz, sim Moni, DEITE EM CIMA DO MEU COLO E BOTE SUAS PERNAS DO LADO DO PABLO, meu filho fala, DÁ LOGO VÉIA, DEITA AÍ EM CIMA DELE E PARA DE ENCHER O SACO, então me ajeito e deito e apoio minha cabeça no colo do Julián, na hora percebi que tinha um travesseiro duríssimo e grandão, aí primeiro fiquei nervosa e quis sentar mas ele me segurou forte mas disfarçadamente pela nuca e me puxou pra baixo e com a outra mão ajeitou o volume e deixou na frente da minha cara, era tão grande que eu só conseguia ver a TV com um dos olhos por cima daquela barraca enorme, dava pra sentir aquele cheiro forte de ovo que os homem tem quando tão meio suados, ele passava a mão devagar atrás das minhas orelhas e no meu pescoço, eu tava super nervosa, não vou dizer que me senti abusada nem nada, mas era uma sensação estranha, vergonha de um lado, meu filho tava a centímetros, um pouco de raiva porque esse cara tava se aproveitando, e por outro lado um tesão pela situação, e pra piorar aos poucos o Julián começou a me empurrar milímetro por milímetro até minha boca encostar na calça e eu sentir o calor da carne e a dureza dela, ninguém falava nada, todo mundo olhava sério pro filme, e eu me mexia, tava deitada meio de bruços, e ele começou a passar a mão devagar nas minhas costas procurando minha De lado pra chegar nas minhas tetas, o cheiro das bolas dele já tinha me feito ficar toda molhada, mas meu filho ainda conseguia ver muito, ele tava de barriga pra cima e eu bem reta, então isso me deixava nervosa.
Num momento eu falo pro meu filho: PABLO, POR QUE VOCÊ NÃO VIRA MAIS DE LADO? ASSIM EU NÃO ENCAIXO. Aí ele se ajeita um pouco mais de lado, de um jeito que já não conseguia ver minha cabeça, o próprio corpo dele tapava, junto com o cobertor e tudo que tinha naqueles 2 metros de distância. O Julián interpretou isso na hora e, em todo o movimento que a gente fez, o nó do cordão do short se soltou, ele me pegou e me levantou mais pra cima, deixando minha cabeça na altura da ponta do volume dele e minhas tetas coladas na perna dele. Eu, naquele momento, não sabia o que fazer. O Julián, com uma mão, acariciava meu rosto e meu cabelo, e com a outra começou a percorrer minhas costas devagar, seguindo o contorno do sutiã até meus peitos e voltando pras costas. Eu tava imóvel, minha boca tava totalmente encostada na calça dele, na região da ponta do pau dele. A mão dele no meu rosto não me deixava afastar nem meio centímetro. Aos poucos, a outra mão dele começou a ir cada vez mais pra baixo até chegar na minha bunda e começou a percorrer minhas nádegas. Eu fechava os olhos e rezava pra que o Pablo não percebesse. O Julián percorria minha calcinha fio-dental por todo o contorno, mas não conseguia chegar na minha entreperna. Essa brincadeira continuou por muito tempo, grande parte do filme, até que num certo momento ele decidiu dar um passo a mais pra ver o que eu faria. Devagar, ele começou a levantar meu vestido bem suavemente, ia milímetro por milímetro até sentir minha pele. Começou a pegar minha nádega inteira, que cabia perfeitamente na mão dele, mas não conseguia chegar na minha entreperna. Tudo isso ele fazia bem sutilmente, quase sem se mexer. Pegava minha calcinha fio-dental, esticava e enfiava de volta entre os lábios da minha pussy. Eu fechava os olhos e nem respirava. A outra mão dele cada vez me apertava mais contra a cock dele, e eu já não via a TV porque ele tampava tudo. caralho, de repente o tesão começou a tomar conta dele e ele, disfarçadamente, puxou a ponta da pica pra fora da calça e começou a esfregar bem devagarinho na minha boca. O cheiro da pica era impressionante e o gosto do líquido pré-seminal era muito forte e salgado. Eu não fazia nada, só ele passava a pica nos meus lábios. Ficamos assim até o filme acabar. Nessa hora, quando comecei a me sentar, senti o Julião deixar a mão debaixo de mim e pegar na minha buceta com a mão toda. Aí pulei de susto, meio surpresa, e fui buscar cervejas e palitinhos. O Julião falou: "Bom, põe outro filme aí, Pablin". Mas meu filho respondeu: "Não, já deu". E eu falei: "Qual é, Pablo, põe outro, não seja amargo". Meu filho disse: "MAS MÃE, TÔ COM SONO E JÁ TÔ INCOMODADO DE FICAR ASSIM". Aí o Julião falou: "Então troca de lado pra mudar de posição". Eu me sentei do outro lado, meu filho levantou e foi ao banheiro. Nisso, o Julião pegou o celular e me escreveu: "TIRA O SUTIÃ E COLOCA A TANGA DA PAMELA". Eu falei: "CÊ TÁ LOUCO? COMO É QUE EU VOU FAZER ISSO?" E ele respondeu: "VAI LOGO, NÃO SEJA TÍMIDA". Aí ele foi e me trouxe a tanga e disse: "Olha", e me mostrou uma foto que a namorada do meu filho tinha mandado pra ele do cu dela com aquela tanga. "Fica assim nela. Vamos ver como fica em você." Naquela hora, me deu um ataque de ciúmes, raiva, impotência, e perguntei: "JÁ COMEU ELA?" – "AINDA NÃO", ele respondeu. Então peguei a tanga e, na frente dele, tirei a minha e coloquei a da minha nora. Ficou perfeita em mim, mal cobria a buceta. Ele pegou a que eu tinha tirado e guardou na mochila dele de lembrança. Bom, aí voltamos pro sofá. O Pablo sentou do outro lado e se deitou de lado. Dessa vez, o Julião falou: "Deita em cima do Pablo" e ficou atrás de mim, meio de lado. Mal o filme começou, ele não esperou nem 1 minuto e tirou a pica da calça. Era enorme, grossa, inacreditável. Eu olhei por um segundo e ele se cobriu, virou de ladinho e encostou a pica na minha bunda. Era grande demais pra minha bucetinha. bunda, só nos separava o tecido fino do meu vestido e a fio dental da minha nora, que era mínima. Na posição em que estávamos, não tinha como ela encaixar direito entre minhas nádegas, ia ser muito óbvio, então eu sentia ela apoiada numa das bandas. Não voava uma mosca. Eu e o Julián estávamos pegando fogo, mas imóveis, até que de repente ouvimos o Pablo soltar um ronco. Na hora, o Julián me agarrou, me virou mais de lado, levantou meu vestido e colocou o pau na entrada da minha buceta, pressionando contra a fio dental. Eu olhava pra ele de lado com a cara mais puta que tinha, paralisada. Nisso, meu filho meio que acordou e falou: "MÃE, DEIXA EU PASSAR QUE VOU NO BANHEIRO". Quando eu sentei e ele levantou pra ir, senti a mão do Julián passar por cima do meu umbigo, me segurar pela cintura, e a outra mão puxar a fio dental e enterrar aquele pauzão de uma vez. Senti meu corpo se partir ao meio. Senti aquela barra de carne me abrindo por dentro e uma pontada forte quando bateu no meu útero. Mesmo estando toda molhada, o pau era tão grosso que eu sentia uma queimação intensa na buceta e uma dor na barriga. Um segundo depois, senti o pau do Julián voltar e mais uma pancada forte. A dor era intensa. Ele tirou a mão da minha cintura, me pegou pela nuca e me apoiou no sofá. Fiquei com a bunda bem empinada, ele se ajeitou e me deu duas porradas selvagens. Doía pra caralho, ainda não conseguia sentir prazer. Nisso, ele sentou de novo e o pau saiu da minha buceta, e eu também sentei do lado. Meu filho apareceu e sentou do nosso lado, não deitou. Então eu e o Julián ficamos fervendo. E meu filho falou: "MÃE, TRAZ UMAS BREJAS AÍ, VAI". Eu estava com a saia acima da cintura e a fio dental desviada, então me descobri e pulei de pé pra não dar na cara, enquanto o Julián fazia mágica pra esconder aquele pauzão. Eu andava e doía pra caralho a virilha, mas Tive que aguentar, fui, trouxe as cervejas e sentei no meio deles, tava que não conseguia fechar as pernas de tanta ardência que sentia, meus peitos estavam com os bicos mais duros que o normal, isso me incomodava um pouco, e pra piorar meu filho tinha acordado demais, então ia ser difícil continuar com a atividade esportiva.
O filme acabou e o Julián teve que ir embora, não teve como disfarçar nem esticar mais a noite, mas claro que ele saiu de casa e começou a me escrever, e me diz: VOCÊ NÃO PODE TER UMA BUÇETA TÃO APERTADA AOS 62 ANOS, QUERO TE FODER TODA, e eu tava pegando fogo me tocando e falo: bom, vemos amanhã, e ele responde: NEM FODENDO, TÔ COM TESÃO AGORA, OU É VOCÊ OU É A PAMELA, nisso ele me manda um print do chat com minha nora, tinha mandado uma foto da pica dizendo que tinha ficado daquele jeito com a foto da bunda, minha nora topou na hora, falou pra ele ir que tava esperando, naquele momento fiquei com muito ciúme, já não sentia mais raiva do que ele tinha feito. Pra noiva do meu filho não, mas eu sentia ciúmes dela estar aproveitando aquela pica e eu não. Aí falei pra ele: "Me espera que desço em 30 minutos, quando o Pablo dormir". Enquanto isso, ele me pediu uma foto com a calcinha fio dental da minha nora, então tirei uma de quatro e mandei pra ele. Tava louco, eu também. Esperei um pouco e comecei a ouvir meu filho roncando, então levantei e fui pra fora do apartamento. Assim que entrei no carro, ele já tava com a pica dura pra fora e não falou uma palavra. Automaticamente me pegou pela nuca e me fez chupar ele. Só a cabeça cabia na minha boca, o gosto era forte, dava pra ver que ele não tinha tomado banho. Tentei chupar de algum jeito, me enlouquecia o tamanho daquilo. Ele ligou o carro e começou a dirigir, era tarde, quase não tinha ninguém na rua. Virou numa esquina e parou na frente de um galpão a duas quadras do apartamento. Tava escuro e ele disse: "Aqui vou te foder". Mandou eu passar pro banco de trás, mas ele não conseguia passar entre os bancos, então saiu e entrou atrás. Abaixou a calça toda e me fez tirar a roupa. Eu falava: "Pelada não, que pode aparecer alguém", mas era quase a mesma coisa. Por baixo do casaco eu só tinha um vestidinho sem sutiã, então tirei e sentei em cima dele. Ele me segurou pelas nádegas e encaixou a pica na entrada da minha buceta, me fazendo sentar devagar enquanto chupava meus peitos com violência. Eu sentia aquele pedaço de carne me machucando inteira, mas não conseguia parar de me mexer. Quando eu diminuía um pouco, ele me segurava forte pelo quadril e enfiava tudo. Admito que não sentia prazer porque doía muito, mas a boca dele nos meus peitos me fazia esquecer um pouco da dor. Ficamos uns 10 minutos sem parar, até que ele disse: "Chupa". Me fez deitar de lado e começar de novo a tentar chupar aquela pica que agora tava molhada dos meus fluidos e com um gosto salgado do suor dele. Eu sentia a pica pulsando e via que ele tava prestes a explodir, mas o filho da puta não gozava. começou a dizer slut, putona, conchuda, e isso começou a me deixar em êxtase, eu sentia o líquido lubrificante da minha buceta escorrendo pelas minhas pernas, ele me mandou levantar a bunda e com a mão começou a apalpar minha argolinha e começou a passar todo o líquido no meu cu, eu já imaginava o que vinha, mas estava morrendo de medo, até que ele me agarrou forte pelos cabelos e me levantou e me deu um beijo terrível na boca e disse, agora vou fazer você nunca esquecer de mim, e me virou de repente usando toda a força dele e me agarrou de novo do mesmo jeito que tinha me agarrado no sofá, pela cintura com uma mão na barriga e a outra no quadril, e apontou a pica pra entrada do meu cu, eu comecei a falar, para por favor não não, espera, mas de repente e sem eu poder fazer nada ele me enfiou no cu, de uma vez senti que morria de dor, só tinha passado a cabeça mas era como se tivesse me queimado com fogo, e só tinha entrado 5% daquela pica destruidora, eu tentava me afastar mas ele me agarrou forte pelo pescoço e disse, vou rasgar seu cu então melhor relaxar e pegou e apoiou minha cabeça contra o banco e com uma mão na nuca me apertava muito forte, ele se ajeitou atrás olhou e subiu uma perna no banco e de uma vez enfiou a pica inteira, senti minha pressão cair e por um segundo acho que desmaiei, a dor era insuportável, sentia ele me machucando por dentro, começou uma bombada selvagem, não parava, enfiava inteira, eu sentia uma dor insuportável em toda a área da bunda e da barriga, sentia minha bunda sangrando então relaxei e esperei ele terminar, eu só chorava baixinho e a dor me matava mas não podia fazer nada, ele me segurava tão forte que meu pescoço também doía, eu estava com o cu rasgado, literalmente ele tinha me arrebentado, o amigo do meu filho arrebentou meu cu, de repente depois de uns 6 minutos de foda selvagem ele começou a bufar como um touro e começou a gozar, eu sentia o calor nas minhas entranhas Do sêmen, ele foi saindo devagar do meu cu e sentou no banco, me deixando largada de quatro, sangrando e com a porra começando a escorrer. Aí ele me pegou suave pela cintura, me virou e me deu um beijo na boca. Eu coloquei o vestido de novo, mas ele não deixou eu botar a calcinha fio-dental da noiva do meu filho, levou ela também. Me enrolei no casaco e comecei a andar como dava até o apê, a dor era absurda. Lavei a rabeta e passei um creme, doeu a bunda a semana inteira, mas a experiência foi foda.
A questão é que em junho deste ano vou visitar meu filho e vou ficar no apartamento dele com ele por algumas semanas. Geralmente, quando viajo, aproveito pra ficar e curtir a visita. Ele está namorando uma garota de 26 anos chamada Pamela, mas ainda não moram juntos.
Uma tarde, meu filho me manda um WhatsApp e diz: "MÃE, HOJE À NOITE VEM UM AMIGO JANTAR E VER UM FILME, DÁ PRA FAZER ALGUMA COISA GOSTOSA PRA JANTAR?" Eu amo cozinhar, então na hora saí pra fazer umas compras e preparar tudo.
O garoto em questão se chama Julián, tem 22 anos, é um rapaz normal, sem nada que chame muito a atenção. É alto, a única coisa que tem é que é super extrovertido e muito tarado. Isso eu descobri depois, até aquele momento não o conhecia.
Naquela noite, optei por vestir uma legging cinza claro bem justa com uma tanga bem pequena pra não marcar muito, e um moletom fininho mas quentinho que marcava bem meus peitos. O dia estava propício, já que fazia bastante frio, mas por sorte o forno me ajudava, porque eu estava assando umas pizzas caseiras.
Lá pelas 21h15 bateram na porta, e era esse garoto. Quando abro e vejo ele, ele me olha meio surpreso e diz: "A SENHORA É A MÃE DO PABLO?" Eu sorrio e digo: "SIM, SOU EU". Ele avança e me pega pela cintura pra me dar um beijo, e sinto a mão dele pousar bem no começo das minhas nádegas, bem mais abaixo da minha cintura, e ao mesmo tempo sinto claramente como ele, com um dedo, percorre o contorno da tanga que eu estava usando. Puta, naquele instante ela me diz: QUE PERFUME GOSTOSO VOCÊ TEM, isso me surpreendeu e aí já ganhou um ponto. Eu deixo ele entrar e ele, sem disfarçar, fica olhando pros meus peitos e dá um sorrisinho. Vai lá e senta no sofá. Eu passo na frente dele e vou chamar meu filho, que tava tomando banho, e ele me diz: "MÃE, DÁ ALGO PRA ELE BEBER, PRA ELE ESPERAR UM POUCO, POR FAVOR". Volto pra sala e pergunto: "O que você quer beber?" Ele me olha e responde: "Cerveja?" Então vou até a geladeira e trago uma latinha. Ele não parava de olhar pra minha virilha, que com essa legging ficava bem marcada. Aí eu abro uma cerveja pra mim também e sento com ele pra bater um papo. Gostava que ele me olhasse, era uma sensação que me fazia sentir rejuvenescida — um guri de 22 olhando pra uma veterana de 62.
A gente tava conversando e ele me pergunta: "Como você é no Instagram?" Aí falo como ele podia me achar, e ele diz: "VOU TE ADICIONAR COM UMA CONTA ALTERNATIVA PORQUE O PABLO VAI FICAR COM CIÚMES". E me adiciona com um perfil que não era o dele. Aí ele fala: "TINDER VOCÊ NÃO TEM, NÉ?" Eu rio e respondo: "Como vou ter TINDER se sou casada?" E ele: "E DAÍ? ISSO NÃO TEM NADA A VER?" E pega e começa a olhar minhas fotos do Instagram, quase todas normais, embora tenha algumas mais ousadas, e umas do verão de biquíni. Vai nessas e dá LIKE e pergunta: "Posso comentar ou seu marido enche o saco?" Eu digo: "Não tem problema, ele não tem Instagram." Ao ouvir isso, ele ri e manda uns comentários meio sacanas. Eu só ria.
Nisso, a gente ouve o chuveiro desligar e ele fala: "Me passa seu número do WSP porque o Pablo é muito chato e não vai me deixar nem falar com você." Eu não sabia o que fazer, mas acabei dando. Aí ele diz: "COLOCA NO SILENCIOSO PRA EU PODER TE ESCREVER AGORA SEM ELE DESCONFIAR." Olhei pra ele surpresa, sem entender muito bem a situação. Ele ria: "VAI, FAZ ISSO." E eu, bom, silenciei as notificações dele.
Nisso, o Pablo aparece e eles começam a conversar sobre o jogo e coisas deles. Eram colegas de trabalho — o Julián operava uma máquina viária na cutie e o Pablo dirigia um caminhão, então ficavam bem juntos. Meu filho é mó Com ciúmes de mim, ele não gosta nem de ser provocado, e isso acontece muito porque sou uma mulher bem chamativa, baixinha de corpo, mas com peitões enormes e uma bunda bem redondinha e empinada.
Eu estava parada na cozinha e eles tinham se sentado no sofá pra ver vídeos, mas os dois estavam no celular, meu filho trocando mensagem com a namorada e de repente chega um zap pra mim: "ME TRAZ OUTRA CERVEJINHA, MONI? ASSIM POSSO FICAR TE OLHANDO ENQUANTO ANDA", eu fiquei surpresa, mas curti a atitude, então fui na geladeira e, pra meu filho não desconfiar, levei uma pra cada um. Enquanto andava, olhava fixo pro Julião e ele me encarava a entreperna, eu comecei a ficar nervosa, mas era normal pra um garoto da idade dele.
Nisso, meu filho vai pro quarto falar com a namorada por videochamada e o Julião vem pra cozinha bater um papo. Na cozinha tinha um varal de roupa, já que é um apartamento, e no varal tinham duas calcinhas fio dental, uma da minha nora, bem pequena, e uma minha também bem minúscula. Ele olha pra elas e fala: "Olha as calcinhas da Pame, que bundinha gostosa a Pamela tem, haja", fazendo referência à bunda da minha nora. Não gostei do comentário, mas também não levei tão a mal, então falei: "NÃO SÃO AS DUAS DA PAME, UMA É MINHA". Ele me olha surpreso e diz: "Uff, o que eu daria pra ver como fica em você". Eu ri e ele falou: "SÉRIO, VOCÊ TEM BUNDA MELHOR QUE A DELA". Eu olhei safada pra ele e falei: "BOM, VAMOS PRA SALA LEVAR A COMIDA". O jantar foi bem normal, batendo papo sobre coisas sem importância, e o Julián ficou na dele porque o Pablo é muito ciumento mesmo e não tinha chance de o Julián falar nada sobre mim ou sobre a irmã dele. Tenho uma filha de 26 anos.
Até aquele momento, eu quase não tinha olhado pro Julián porque, pra ser sincera, tava nervosa e não tinha reparado nele, mas numa hora, quando a gente terminou de jantar e o Pablo tava arrumando o sofá e o filme, eu observei ele indo pro banheiro e vi que ele tava carregando um volume grande debaixo da calça fininha branca de futebol, e as pernas dele eram bem firmes.
O Julián tinha chegado de jogar futebol, então tava bem suado, isso me excitou um pouco mais, ele tinha um cheiro de macho. Quando ele saiu do banheiro, a gente sentou pra ver um filme no sofá, eu no meio, meu filho na minha direita e o Julián na esquerda. Tudo normal. Num momento, eu fiquei com frio, então fui pegar uma manta e a gente se cobriu os três, mas como sempre acontece, depois de dois minutos todo mundo tava com calor, então a gente resolveu tirar um pouco de roupa. Todo mundo tirou uma camada de cima, e aí meus peitos ficaram bem mais marcados na camiseta. O Julián não parava de olhar pra eles, e eu percebi que por baixo da manta ele começou a mexer a perna, encostando na minha. Parecia que eu tava encostando num ferro quente. Aos poucos, eu fui relaxando e começando a curtir o jogo.
A questão é que, enquanto o filme carregava, a gente tava os três no celular, e eu espiava o que o Julián tava escrevendo do meu lado. Ele devia perceber, ou não, mas eu vi que ele tava falando com um amigo e dizia: "NÃO SABE A BUCETA QUE A VELHA DO PABLO TEM". E ao mesmo tempo, vejo que ele escreve pra namorada do meu filho e manda: "EI, EI, PAMELINHA, QUE CALCINHAS VOCÊ DEIXOU AQUI NA CASA DO PABLINHO HE HE HE", e ela responde: "NÃO SEJA FILHO DA PUTA HE HE, NÃO CONTA QUE TÁ FALANDO COMIGO PORQUE ELE ME MATA". Eu não sabia o que fazer nem o que pensar. Aí eu levanto e vou pro quarto trocar a legging, coloco uma Vestidinho mais confortável pra ver o filme, quando sentei vi que o Julián continuava trocando mensagem com minha nora e ele tava falando da minha bunda e ela dizia, não é tão durinha quanto a minha, na hora fiquei meio puta porque meu filho tava do lado, mas beleza, não falei nada, então pra cortar a situação falo, BOM, CHEGA DE CELULAR, VAMO VER O FILME, e todo mundo largou os celulares em cima da mesa e começamos a ver um de terror.
Num dado momento depois de uns 20 min meu filho quis deitar de lado colocando os pés em cima de uma cadeira, mas falo, FILHO, ASSIM NÃO CABE, e o Julián me diz, sim Moni, DEITE EM CIMA DO MEU COLO E BOTE SUAS PERNAS DO LADO DO PABLO, meu filho fala, DÁ LOGO VÉIA, DEITA AÍ EM CIMA DELE E PARA DE ENCHER O SACO, então me ajeito e deito e apoio minha cabeça no colo do Julián, na hora percebi que tinha um travesseiro duríssimo e grandão, aí primeiro fiquei nervosa e quis sentar mas ele me segurou forte mas disfarçadamente pela nuca e me puxou pra baixo e com a outra mão ajeitou o volume e deixou na frente da minha cara, era tão grande que eu só conseguia ver a TV com um dos olhos por cima daquela barraca enorme, dava pra sentir aquele cheiro forte de ovo que os homem tem quando tão meio suados, ele passava a mão devagar atrás das minhas orelhas e no meu pescoço, eu tava super nervosa, não vou dizer que me senti abusada nem nada, mas era uma sensação estranha, vergonha de um lado, meu filho tava a centímetros, um pouco de raiva porque esse cara tava se aproveitando, e por outro lado um tesão pela situação, e pra piorar aos poucos o Julián começou a me empurrar milímetro por milímetro até minha boca encostar na calça e eu sentir o calor da carne e a dureza dela, ninguém falava nada, todo mundo olhava sério pro filme, e eu me mexia, tava deitada meio de bruços, e ele começou a passar a mão devagar nas minhas costas procurando minha De lado pra chegar nas minhas tetas, o cheiro das bolas dele já tinha me feito ficar toda molhada, mas meu filho ainda conseguia ver muito, ele tava de barriga pra cima e eu bem reta, então isso me deixava nervosa.
Num momento eu falo pro meu filho: PABLO, POR QUE VOCÊ NÃO VIRA MAIS DE LADO? ASSIM EU NÃO ENCAIXO. Aí ele se ajeita um pouco mais de lado, de um jeito que já não conseguia ver minha cabeça, o próprio corpo dele tapava, junto com o cobertor e tudo que tinha naqueles 2 metros de distância. O Julián interpretou isso na hora e, em todo o movimento que a gente fez, o nó do cordão do short se soltou, ele me pegou e me levantou mais pra cima, deixando minha cabeça na altura da ponta do volume dele e minhas tetas coladas na perna dele. Eu, naquele momento, não sabia o que fazer. O Julián, com uma mão, acariciava meu rosto e meu cabelo, e com a outra começou a percorrer minhas costas devagar, seguindo o contorno do sutiã até meus peitos e voltando pras costas. Eu tava imóvel, minha boca tava totalmente encostada na calça dele, na região da ponta do pau dele. A mão dele no meu rosto não me deixava afastar nem meio centímetro. Aos poucos, a outra mão dele começou a ir cada vez mais pra baixo até chegar na minha bunda e começou a percorrer minhas nádegas. Eu fechava os olhos e rezava pra que o Pablo não percebesse. O Julián percorria minha calcinha fio-dental por todo o contorno, mas não conseguia chegar na minha entreperna. Essa brincadeira continuou por muito tempo, grande parte do filme, até que num certo momento ele decidiu dar um passo a mais pra ver o que eu faria. Devagar, ele começou a levantar meu vestido bem suavemente, ia milímetro por milímetro até sentir minha pele. Começou a pegar minha nádega inteira, que cabia perfeitamente na mão dele, mas não conseguia chegar na minha entreperna. Tudo isso ele fazia bem sutilmente, quase sem se mexer. Pegava minha calcinha fio-dental, esticava e enfiava de volta entre os lábios da minha pussy. Eu fechava os olhos e nem respirava. A outra mão dele cada vez me apertava mais contra a cock dele, e eu já não via a TV porque ele tampava tudo. caralho, de repente o tesão começou a tomar conta dele e ele, disfarçadamente, puxou a ponta da pica pra fora da calça e começou a esfregar bem devagarinho na minha boca. O cheiro da pica era impressionante e o gosto do líquido pré-seminal era muito forte e salgado. Eu não fazia nada, só ele passava a pica nos meus lábios. Ficamos assim até o filme acabar. Nessa hora, quando comecei a me sentar, senti o Julião deixar a mão debaixo de mim e pegar na minha buceta com a mão toda. Aí pulei de susto, meio surpresa, e fui buscar cervejas e palitinhos. O Julião falou: "Bom, põe outro filme aí, Pablin". Mas meu filho respondeu: "Não, já deu". E eu falei: "Qual é, Pablo, põe outro, não seja amargo". Meu filho disse: "MAS MÃE, TÔ COM SONO E JÁ TÔ INCOMODADO DE FICAR ASSIM". Aí o Julião falou: "Então troca de lado pra mudar de posição". Eu me sentei do outro lado, meu filho levantou e foi ao banheiro. Nisso, o Julião pegou o celular e me escreveu: "TIRA O SUTIÃ E COLOCA A TANGA DA PAMELA". Eu falei: "CÊ TÁ LOUCO? COMO É QUE EU VOU FAZER ISSO?" E ele respondeu: "VAI LOGO, NÃO SEJA TÍMIDA". Aí ele foi e me trouxe a tanga e disse: "Olha", e me mostrou uma foto que a namorada do meu filho tinha mandado pra ele do cu dela com aquela tanga. "Fica assim nela. Vamos ver como fica em você." Naquela hora, me deu um ataque de ciúmes, raiva, impotência, e perguntei: "JÁ COMEU ELA?" – "AINDA NÃO", ele respondeu. Então peguei a tanga e, na frente dele, tirei a minha e coloquei a da minha nora. Ficou perfeita em mim, mal cobria a buceta. Ele pegou a que eu tinha tirado e guardou na mochila dele de lembrança. Bom, aí voltamos pro sofá. O Pablo sentou do outro lado e se deitou de lado. Dessa vez, o Julião falou: "Deita em cima do Pablo" e ficou atrás de mim, meio de lado. Mal o filme começou, ele não esperou nem 1 minuto e tirou a pica da calça. Era enorme, grossa, inacreditável. Eu olhei por um segundo e ele se cobriu, virou de ladinho e encostou a pica na minha bunda. Era grande demais pra minha bucetinha. bunda, só nos separava o tecido fino do meu vestido e a fio dental da minha nora, que era mínima. Na posição em que estávamos, não tinha como ela encaixar direito entre minhas nádegas, ia ser muito óbvio, então eu sentia ela apoiada numa das bandas. Não voava uma mosca. Eu e o Julián estávamos pegando fogo, mas imóveis, até que de repente ouvimos o Pablo soltar um ronco. Na hora, o Julián me agarrou, me virou mais de lado, levantou meu vestido e colocou o pau na entrada da minha buceta, pressionando contra a fio dental. Eu olhava pra ele de lado com a cara mais puta que tinha, paralisada. Nisso, meu filho meio que acordou e falou: "MÃE, DEIXA EU PASSAR QUE VOU NO BANHEIRO". Quando eu sentei e ele levantou pra ir, senti a mão do Julián passar por cima do meu umbigo, me segurar pela cintura, e a outra mão puxar a fio dental e enterrar aquele pauzão de uma vez. Senti meu corpo se partir ao meio. Senti aquela barra de carne me abrindo por dentro e uma pontada forte quando bateu no meu útero. Mesmo estando toda molhada, o pau era tão grosso que eu sentia uma queimação intensa na buceta e uma dor na barriga. Um segundo depois, senti o pau do Julián voltar e mais uma pancada forte. A dor era intensa. Ele tirou a mão da minha cintura, me pegou pela nuca e me apoiou no sofá. Fiquei com a bunda bem empinada, ele se ajeitou e me deu duas porradas selvagens. Doía pra caralho, ainda não conseguia sentir prazer. Nisso, ele sentou de novo e o pau saiu da minha buceta, e eu também sentei do lado. Meu filho apareceu e sentou do nosso lado, não deitou. Então eu e o Julián ficamos fervendo. E meu filho falou: "MÃE, TRAZ UMAS BREJAS AÍ, VAI". Eu estava com a saia acima da cintura e a fio dental desviada, então me descobri e pulei de pé pra não dar na cara, enquanto o Julián fazia mágica pra esconder aquele pauzão. Eu andava e doía pra caralho a virilha, mas Tive que aguentar, fui, trouxe as cervejas e sentei no meio deles, tava que não conseguia fechar as pernas de tanta ardência que sentia, meus peitos estavam com os bicos mais duros que o normal, isso me incomodava um pouco, e pra piorar meu filho tinha acordado demais, então ia ser difícil continuar com a atividade esportiva.
O filme acabou e o Julián teve que ir embora, não teve como disfarçar nem esticar mais a noite, mas claro que ele saiu de casa e começou a me escrever, e me diz: VOCÊ NÃO PODE TER UMA BUÇETA TÃO APERTADA AOS 62 ANOS, QUERO TE FODER TODA, e eu tava pegando fogo me tocando e falo: bom, vemos amanhã, e ele responde: NEM FODENDO, TÔ COM TESÃO AGORA, OU É VOCÊ OU É A PAMELA, nisso ele me manda um print do chat com minha nora, tinha mandado uma foto da pica dizendo que tinha ficado daquele jeito com a foto da bunda, minha nora topou na hora, falou pra ele ir que tava esperando, naquele momento fiquei com muito ciúme, já não sentia mais raiva do que ele tinha feito. Pra noiva do meu filho não, mas eu sentia ciúmes dela estar aproveitando aquela pica e eu não. Aí falei pra ele: "Me espera que desço em 30 minutos, quando o Pablo dormir". Enquanto isso, ele me pediu uma foto com a calcinha fio dental da minha nora, então tirei uma de quatro e mandei pra ele. Tava louco, eu também. Esperei um pouco e comecei a ouvir meu filho roncando, então levantei e fui pra fora do apartamento. Assim que entrei no carro, ele já tava com a pica dura pra fora e não falou uma palavra. Automaticamente me pegou pela nuca e me fez chupar ele. Só a cabeça cabia na minha boca, o gosto era forte, dava pra ver que ele não tinha tomado banho. Tentei chupar de algum jeito, me enlouquecia o tamanho daquilo. Ele ligou o carro e começou a dirigir, era tarde, quase não tinha ninguém na rua. Virou numa esquina e parou na frente de um galpão a duas quadras do apartamento. Tava escuro e ele disse: "Aqui vou te foder". Mandou eu passar pro banco de trás, mas ele não conseguia passar entre os bancos, então saiu e entrou atrás. Abaixou a calça toda e me fez tirar a roupa. Eu falava: "Pelada não, que pode aparecer alguém", mas era quase a mesma coisa. Por baixo do casaco eu só tinha um vestidinho sem sutiã, então tirei e sentei em cima dele. Ele me segurou pelas nádegas e encaixou a pica na entrada da minha buceta, me fazendo sentar devagar enquanto chupava meus peitos com violência. Eu sentia aquele pedaço de carne me machucando inteira, mas não conseguia parar de me mexer. Quando eu diminuía um pouco, ele me segurava forte pelo quadril e enfiava tudo. Admito que não sentia prazer porque doía muito, mas a boca dele nos meus peitos me fazia esquecer um pouco da dor. Ficamos uns 10 minutos sem parar, até que ele disse: "Chupa". Me fez deitar de lado e começar de novo a tentar chupar aquela pica que agora tava molhada dos meus fluidos e com um gosto salgado do suor dele. Eu sentia a pica pulsando e via que ele tava prestes a explodir, mas o filho da puta não gozava. começou a dizer slut, putona, conchuda, e isso começou a me deixar em êxtase, eu sentia o líquido lubrificante da minha buceta escorrendo pelas minhas pernas, ele me mandou levantar a bunda e com a mão começou a apalpar minha argolinha e começou a passar todo o líquido no meu cu, eu já imaginava o que vinha, mas estava morrendo de medo, até que ele me agarrou forte pelos cabelos e me levantou e me deu um beijo terrível na boca e disse, agora vou fazer você nunca esquecer de mim, e me virou de repente usando toda a força dele e me agarrou de novo do mesmo jeito que tinha me agarrado no sofá, pela cintura com uma mão na barriga e a outra no quadril, e apontou a pica pra entrada do meu cu, eu comecei a falar, para por favor não não, espera, mas de repente e sem eu poder fazer nada ele me enfiou no cu, de uma vez senti que morria de dor, só tinha passado a cabeça mas era como se tivesse me queimado com fogo, e só tinha entrado 5% daquela pica destruidora, eu tentava me afastar mas ele me agarrou forte pelo pescoço e disse, vou rasgar seu cu então melhor relaxar e pegou e apoiou minha cabeça contra o banco e com uma mão na nuca me apertava muito forte, ele se ajeitou atrás olhou e subiu uma perna no banco e de uma vez enfiou a pica inteira, senti minha pressão cair e por um segundo acho que desmaiei, a dor era insuportável, sentia ele me machucando por dentro, começou uma bombada selvagem, não parava, enfiava inteira, eu sentia uma dor insuportável em toda a área da bunda e da barriga, sentia minha bunda sangrando então relaxei e esperei ele terminar, eu só chorava baixinho e a dor me matava mas não podia fazer nada, ele me segurava tão forte que meu pescoço também doía, eu estava com o cu rasgado, literalmente ele tinha me arrebentado, o amigo do meu filho arrebentou meu cu, de repente depois de uns 6 minutos de foda selvagem ele começou a bufar como um touro e começou a gozar, eu sentia o calor nas minhas entranhas Do sêmen, ele foi saindo devagar do meu cu e sentou no banco, me deixando largada de quatro, sangrando e com a porra começando a escorrer. Aí ele me pegou suave pela cintura, me virou e me deu um beijo na boca. Eu coloquei o vestido de novo, mas ele não deixou eu botar a calcinha fio-dental da noiva do meu filho, levou ela também. Me enrolei no casaco e comecei a andar como dava até o apê, a dor era absurda. Lavei a rabeta e passei um creme, doeu a bunda a semana inteira, mas a experiência foi foda.
10 comentários - Como o amigo do meu filho me comeu!!