Sou a Cristina; tenho 23 anos e sou casada há dois anos com um homem maravilhoso. Eu e Pablo nos conhecemos há um tempo, ele estava na universidade estudando Arquitetura e eu estudava em uma escola de modelo. Recém-casados, decidimos nos virar sozinhos e morar onde nosso bolso permitisse. Venho de uma família de bom nível econômico, assim como o Pablo. Mas quando decidimos casar, ele recém-formado e eu prestes a me formar, decidimos começar do zero, sem nenhuma ajuda das nossas famílias. Foi assim que começamos nossa vida num bairro comum da cidade, onde tinha casas bonitas e outras bem feias, e essa variedade também se aplicava às pessoas que moravam lá. Da nossa parte, não socializávamos muito com os vizinhos; inclusive, o Pablo não gostava nada do nosso vizinho do lado; ele dizia que o cara me olhava demais e nem disfarçava como os outros. Já tinham até se estranhado por causa dessas besteiras. Na minha opinião, seu Tito, nosso vizinho, com seus cinquenta e tantos anos nas costas, uma barriga de chope e uma cara de ogro mal-humorado, nunca tinha tido a chance de ver de perto uma "mulher tão gostosa". Quando eu falava isso pro meu marido, ele relaxava e me devolvia um sorriso. Além disso, a esposa do velho, dona Raquel, era uma senhora muito amorosa e eu me divertia conversando com ela quando vinha me pedir alguma coisa de vez em quando; então pedia pro Pablo não ser tão antipático com os vizinhos do lado. Por outro lado, e pra ser sincera, nossa intimidade era bem tranquila; da minha parte, nunca tinha ido pra cama com outro homem que não fosse o Pablo e ele, embora tivesse bem mais experiência, me tratava com muito respeito; quem sabe? Talvez não quisesse me deixar desconfortável. De certa forma, eu sabia que ele não me satisfazia na cama, mas me negava isso. Bom, acho que com essa pequena introdução, vocês vão sacar como estava minha vida; em Geral bem normal e, por isso mesmo, se me dissessem o que ia acontecer, nunca teria acreditado. Tudo começou uns seis meses atrás. Como já contei, a vida sexual com o Pablo não era lá essas coisas; quero dizer, ele me fazia sentir que não dava conta dele como homem, e isso me apagava como mulher. Cada vez mais, eu me sentia mais carente. O Pablo trabalhava numa construtora e ganhava bem, enquanto eu ficava em casa focada nos meus estudos pra tirar o diploma de advogada; a gente tinha fé que logo eu me formaria e começaria a contribuir pra realizar o sonho da casa própria. Uma tarde, tava um calorão daqueles, então vesti uma calça jeans apertada, uma blusa bem leve, e saí pra comprar uns refrigerantes. Na rua, percebi que vários olhares estavam descaradamente no meu rabo ou nos meus peitos. O mais surpreendente foi que notei que aquilo me excitava; quando via algum velho tarado ou um moleque olhando meu corpo, eu ficava toda molhada e não conseguia evitar de andar de um jeito sensual pra provocar mais olhares. Quando começaram os comentários ousados tipo “olha que rabão”; “belos peitos, moça”; “você tem cara de quem chupa bem” ou “gosta de provocar paus”, minha excitação já era demais. Cheguei em casa e só me tranquei no banheiro pra me masturbar, e não tô mentindo quando digo que fiquei quase uma hora gozando sem parar, foi sensacional. Foi naquele dia que nunca vou esquecer, foram as lembranças daqueles olhares e daquela ousadia dos homens, todos excitados e desejosos, que me deixaram satisfeita. Minha noite foi tranquila e relaxada, me senti muito bem, mas não durou muito. Na manhã seguinte, o Pablo já tinha ido trabalhar, e eu fiquei sozinha com as lembranças. Não demorei pra pegar a mesma calça jeans e uma blusa ainda mais apertada e sair pra caminhar, só caminhar, observar e ouvir. Os comentários obscenos não demoraram a aparecer, e o que tinha rolado no dia anterior se repetiu. No dia seguinte, saí de novo, e no outro, e no outro. Comecei a fazer mais Exercício pra ficar mais gostosa, comprei maquiagens mais coloridas e até treinava jeitos de andar mais sensuais. Com certeza era feliz com meu novo hobby, percebia que os olhares e, principalmente, os comentários daqueles estranhos na rua me enchiam de tesão, me faziam sentir mulher, e num bairro daqueles não era difícil encontrar algum cara que te olhasse descaradamente e te falasse uma putaria, até a diferença de status social me dava umas ideias loucas que acabavam em excitação, era como uma PRINCESA GOSTOSA no meio de plebeus famintos e loucos por CARNE FRESCA… plebeus sujos e fedorentos desejando minha Carne. Um dia que tava muito excitada; foi uma quarta-feira, sim, lembro bem. Naquela manhã em especial tava muito agitada, e pensei que aquela saída tinha que ser especial. Coloquei uma saia no meio da coxa, bem leve pra destacar o formato da minha bunda, pelada porque minha calcinha fio-dental já tinha sido engolida por ela; em cima só uma blusa apertava meus peitos onde dava pra ver meus bicos duros e empinados; deixei minha cintura de fora e umas sandálias de salto completavam meu visual incrível. Saí de casa pronta pra chamar a atenção de qualquer homem que cruzasse meu caminho. Andei muito naquele dia e ouvi um monte de comentários nojentos. Depois de um tempo que tinha saído de casa, atravessei o Parque Central e um velho vagabundo tava sentado num banco. Desde que vi ele de longe sabia que ia me falar uma coisa pesada, até senti uma certa emoção quando me aproximei com minha caminhada provocante mais ensaiada. Passei por ele e ouvi, tá gravado na minha memória, ele me disse com uma voz rouca e até diria malvada “Deixa eu lamber sua buceta, puta”. Senti uma verdadeira descarga elétrica percorrer meu corpo, me senti molhada de uma hora pra outra, foi tipo um orgasmo instantâneo. Parei por um segundo e depois, como pude, continuei andando, assustada, excitada e, acima de tudo, com muito tesão. Nunca tinham me chamado assim, de Pronto, tudo ficou tão claro, era assim que eu gostava de me sentir: suja, provocante, vagabunda, uma verdadeira puta! Naqueles momentos, só queria estar em casa, precisava me masturbar. Percebi que tinha andado muito, estava longe e me sentia ansiosa. Decidi pegar o ônibus, fui até o ponto mais próximo e entrei no primeiro que ia na direção Sul. Quando cheguei em casa, fui direto pro banheiro, liguei a água pra encher a banheira. Planejava ficar lá por umas duas horas: me tocando, me excitando, me satisfazendo sozinha. Tava desesperada e ansiosa — “deixa eu lamber sua buceta, sua puta!” ecoava na minha cabeça e me dava arrepios. A banheira já tava quase cheia e eu ia fechar a porta do banheiro quando a campainha tocou. “Porra, quem será?” pensei. Nem tinha decidido se ia atender ou não quando tocaram de novo. Fechei a torneira da banheira e fui ver quem era; não queria que nada me distraísse, e um palhaço tocando insistentemente na porta com certeza ia me distrair. Abri a porta e lá estava ele, Seu Tito, nosso vizinho. Assim que abri, o olhar dele grudou nos meus peitos, isso me excitou, não posso negar. Primeiro ele pediu desculpas pela putaria e depois, varrendo meu corpo com os olhos, me pediu um pouco de açúcar. Não me surpreendeu, já que eles sempre pedem alguma coisa, mas quem geralmente pede açúcar é a Dona Raquel, então perguntei por ela. Ele disse, num tom de brincadeira, que ela tava doente e que por isso era ele quem tava me enchendo o saco. Fiquei um momento observando como ele me devorava com os olhos; gostei do jeito que ele me olhava, me excitava. Pedi pra ele entrar e me acompanhar enquanto eu enchia a tigela que ele trouxe pra levar o açúcar. Caminhei até a cozinha sabendo que ele me seguia sem tirar os olhos da minha bunda, que eu balançava de propósito; no caminho, entendi por que ele me olhava daquele jeito: tinha respingado água da banheira na minha blusa, e ela tava colada nos meus peitos, meus mamilos quase nus, pra alegria do velho. Fiquei preocupada por Um momento... A impressão que eu podia causar nele, talvez pudesse comentar com o Pablo, ou ele ia pensar que sou uma provocadora. Essa última ideia me excitou, e os problemas que poderia ter com meu marido não me importaram mais, pareciam tão distantes. Minha excitação pedia pra eu brincar com o Dom Tito, queria ver ele me desejando, me arrepiava só de pensar que estava sozinha em casa com um velho tarado que só queria provar meu corpo. Instintivamente, minha bunda se empinou, meus ombros foram pra trás e meu andar ficou deliciosamente sexy, mas casual ao mesmo tempo. Quando chegamos na cozinha, me inclinei em ângulo reto pra pegar o açúcar no armário de baixo, demorei fingindo que não achava. Quando finalmente encontrei, me virei e pude ver o velhote se endireitando. Quase fiquei louca ao pensar que aquele velho tinha visto minha rabeta. Olhei pra calça dele e percebi a ereção, ele notou que eu tava olhando o volume mas não disse nada, assim como eu não falei nada quando peguei ele olhando debaixo da minha saia. Tava doida, muito nervosa, mas não daquele nervosismo comum, e sim daquele jeito que só a excitação extrema consegue provocar. Pedi pra ele aproximar o recipiente que trouxe, ele chegou perto e apoiou no balcão. Comecei a encher a tigela, mas bem devagar, queria que aquele momento durasse o máximo possível. Os olhos dele estavam na altura do meu pescoço, ele tava a trinta centímetros de mim e olhava descaradamente pros meus peitos quase nus. A excitação dele... não, não posso chamar o que vi de excitação, era tesão puro. Aquele velho queria devorar meus seios e eu sabia, e isso me excitava, e mais ainda me excitava saber que eu tava mostrando pra ele. Eu era uma puta provocando um velho tarado. Terminei de encher a tigela de açúcar e me virei de costas pra ele, fechei os olhos e suspirei sem que ele visse. Fiquei ali encostada nos armários da cozinha, fingindo que arrumava alguma coisa. Sabia que ele tava me olhando por trás, e não saber onde ele tinha os olhos fixos me dava ideias muito provocantes. ─Sabe... Cristina, você tem umas pernas lindas—disse Dom Tito, eu fiquei paralisada. —Espero que não se importe de eu falar isso. —Não—respondi, imóvel, acho que parecia meio submissa porque ele continuou. —E essa cintura, tá indo pra academia? Concordei com a cabeça, se tivesse respondido com um "sim" teria saído mais como um gemido do que uma palavra. —E essa bunda, me desculpe falar, mas tá fantástica—senti ele dar um passo em minha direção e depois pousar suavemente as mãos na minha cintura —Uau... e sua pele é macia como seda. —Obrigada, Dom Tito—falei nervosa. As mãos dele começaram a se mover devagar sobre meus quadris. O fato de estar naquela situação, com um velho me olhando descaradamente e ao mesmo tempo tocando e sentindo minha pele, só aumentava minha excitação; me limitei a ouvi-lo e tentar disfarçar meu estado o melhor possível. —Você tem um corpaço, e há um tempo vem mostrando isso sem vergonha... devia se cuidar, pode acontecer algo... além disso, devem falar um monte de safadeza pra você na rua—disse perto do meu ouvido. Ele encostou o volume dele na minha bunda, pude sentir contra minhas nádegas a excitação dele, uma excitação pulsante. O maldito estava se esfregando em mim descaradamente. Eu era a mulher do vizinho dele, daquele vizinho que ele não gostava muito... Droga, era um velho que estava se aproveitando de mim, um velho que podia ser meu pai e ainda era inimigo do meu marido. Sentia um volume que não era o do Pablo e quando eu tinha força suficiente para murmurar um "não, já chega" meu corpo não me apoiava. Até comecei a roçar minha bunda contra as calças dele, com minhas nádegas tentava lenta e suavemente prender aquele membro pulsante; era um movimento sutil, mas tenho certeza que ele sentia. Era óbvio que sentia, porque começou a se pressionar mais forte contra mim, não muito, mas foi notório. Eu estava realizando os desejos sujos daquele velho e não tinha forças para impedir que ele abusasse do meu corpo. As mãos dele me rodearam suavemente até pegar meus peitos. —Que peitões Peitos ─ sussurrou no meu ouvido. Ele se referiu vulgarmente aos meus seios! Aquela grosseria que eu ouvia na rua, agora estavam me falando no ouvido. Minhas mãos se apoiaram firmemente nas dele sobre meus peitos. ─Já chega, me solta, Seu Tito─ pedi, mas minhas mãos se apertaram contra mim, meu corpo não tinha intenção de resistir e eu entendi que me excitava pedir pra parar e não ser atendida; que aquele velho não me desse ouvidos; que a tesão dele fosse mais forte, eu me sentia desejada e abusada mas, acima de tudo, morrendo de excitação. Ele apertava meus peitos com paixão; amassava com força, murmurando no meu ouvido que estavam grandes e firmes. Começou a apertar com mais força; tive que me apoiar no móvel da cozinha pra não perder o equilíbrio, as mãos dele apertavam meus peitos e o corpo dele pressionava minha cintura contra os armários, pra manter o volume dele na altura da minha bunda eu tive que flexionar um pouco as pernas. Eu estava fora de mim, não parava de pensar no quão erótica era a situação; aquele velho que toda noite dividia a cama com aquela velha chamada Raquel, agora tinha um corpo muito mais jovem e bem mais gostoso pra se satisfazer, e aquele corpo era meu, uma mulher casada; a esposa do vizinho impecável dele, e estava se deixando fazer só por puta; POR puta. Ele ficou um tempo massageando meus peitos e apertando uma e outra vez o pacote dele contra minha bunda. Eu estava louca, parecia ter um orgasmo preso dentro de mim; qualquer um poderia dizer que o pouco de juízo que me restava me impedia de dar o prazer da vitória praquele velho maldito; mas não, não era esse o motivo, eu só queria que aquilo explodisse dentro de mim, a ideia de me sentir dominada pelo Seu Tito me arrepiou. O velho apoiou uma das mãos na parte superior da minha coxa direita, aos poucos foi levantando a saia até conseguir acariciar a pele da minha perna, me acariciou com bravura; me virei um momento e vi como ele observava os próprios movimentos por baixo da minha saia. O rosto dele era doentio, parecia um Lunático, o rosto enrugado dele denunciava um prazer mórbido. Quando de repente ele pegou a saia e a virou sobre minhas costas, o sorriso de deleite que mostrou ao ver minha pequena calcinha presa entre minhas nádegas redondas, instintivamente me fez empinar ainda mais minha bunda, mostrando-a em todo seu esplendor. —Isso, mostra essa buceta como deve ser— comentou enquanto me dava um tapa forte no rabo. O comentário dele, misturado com o som forte da palmada, me fez entender que não tinha mais volta, minha excitação era forte demais e eu não podia negar.; Seu Tito me tinha nas mãos velhas e nojentas dele. Enquanto continuava admirando meu traseiro, ele pegou minhas nádegas e as separou, para apoiar na linha da minha tanga o volume grosso que se notava nas calças dele. Quando soltou minhas nádegas, senti entre elas as pulsações do membro excitado dele e enterrei minha bunda debaixo da barriga dele. Ele me pegou pelas ancas nuas e apertou o pacote dele com força, até ouvi um gemidinho da parte dele, enquanto de mim escapava um mais evidente. —Uiiii... mexe essa bunda, Cristina... requebra do jeito que a gente gosta de ver— disse. Obedeci e empinei a bunda o máximo que pude, comecei a mexer devagar de um lado para o outro enquanto roçava na calça dele. Me virei por um instante; me excitava ver o rosto dele, o velho estava no paraíso e o tesão da situação me deixava no paraíso também. As palmadas no meu rabo começaram a ecoar e senti cócegas de dor nas minhas nádegas quando o velhote se divertia batendo nelas; essa dor me fazia sentir mais abusada, à mercê do ogro faminto de carne humana que tinha me pegado, aquele ogro que agora ia saciar as perversões mais sujas e degeneradas dele com meu corpo. Seu Tito afastou o volume da minha bunda, ficou ao meu lado e apoiou a mão na parte baixa das minhas costas. Começou a acariciar suavemente meu traseiro, passava de nádega em nádega, seguia pelas minhas coxas e de vez em quando acariciava rapidamente minha entreperna por Sobre minha calcinha fio dental. Parei de rebolar a bunda, lamentei por um momento o fim das palmadas, mas logo elas voltaram, e não vieram sozinhas. — Que porra é essa?!, eu não mandei parar, continua rebolando essa bunda, sua puta! — ele gritou enquanto me dava um tapa forte. — Como você me chamou?... uuuyyy... Seu Tito... aaahhh... Como você me chamou? — gaguejei como pude, enquanto recomeçava a rebolar descontroladamente a bunda. — Puta... você não passa de uma puta fogosa... e ainda tem um corpaço do caralho... não se preocupa que eu vou te meter essa pica, sua puta... e na cama do seu marido bonitinho. A dor, misturada com a excitação incrível que senti ao ouvi-lo me chamar de puta, desencadeou um orgasmo que resultou em gemidos fortes e a tensão de todo o meu corpo. Enquanto gozava com aquela sensação, a ideia de aquele velho falar mal do Pablo me excitava ainda mais, meu primeiro orgasmo daquele dia foi longo e intenso. — AAAhhhhhh, me deixa, Seu Tito... uuuyyyy.... pelo amor de Deus — gemia enquanto levava tapas fortes na minha bunda. Fiquei parada em cima do balcão da cozinha; Seu Tito percebeu que eu tinha acabado de gozar e não exigiu mais que eu rebolasse a bunda, só ficou me acariciando, ou melhor, me apalpando enquanto eu recuperava o fôlego. Meu rosto estava encostado na parede, meus olhos fechados e a respiração pesada denunciava minha passividade. O velho se aproximou e enfiou a língua entre meus lábios, brincou um pouco dentro da minha boca e depois lambeu meus lábios e minha bochecha. Num puxão só, arrancou minha saia e jogou no chão; eu reagi e me afastei um metro dele. Lá estava eu, na frente do vizinho, com uma calcinha fio dental minúscula, uma blusinha molhada grudada nos meus peitos e de pé nuns chinelos de salto. Com certeza eu estava uma gostosa, porque o sorriso do velho era doentio de tão safado. Ele começou a se acariciar por cima da calça na minha frente; a ideia de aquele velho estar se masturbando olhando pro meu corpo fez voltar aqueles arrepios que eu achava que tinham acabado depois do orgasmo. — Você é muito gostosa, Cristina. Pois é, o filho da puta do seu marido tem sorte pra caramba. —Por favor, não se refira a ele assim— repreendi, sem muita convicção. —Ha ha... Como você quer que eu chame ele?… ah sim, corno, essa é a palavra, ele é um filho da puta corno— disse enquanto apertava o volume entre as pernas e me olhava nos olhos— Acabei de apalpar à vontade a esposa gostosa dele, até dei um belo beijo nela e agora tô olhando ela semi nua na minha frente enquanto bato uma bronha gostosa… com certeza você é muito gostosa, olha essas pernas, são um luxo!….Agora quero que você desfile pra mim, que me mostre esse corpaço…Vai, anda como uma puta! Me esquenta!. Cara, eu não gostava do que ele tinha dito, mas era verdade; eu era uma puta, uma puta que queria continuar brincando ou que brincassem com ela. Me perdoa, Pablo, me perdoa por não conseguir evitar me entregar como uma puta. Andei devagar na frente dele. Mostrei meus passos mais ensaiados enquanto olhava pro volume nas calças dele; sabia que ele gostava que eu olhasse, e eu adorava excitar ele; esquentar aquele velho, um velho que nunca poderia sonhar com uma mulher como eu, me provocava demais. Quando passava perto dele, ele não perdia a chance de me dar um tapa na bunda ou apalpar meus peitos, enquanto me enchia de insultos me chamando de puta ou vagabunda. Eu estava no paraíso. —Isso mesmo, dona Cristina, rebola essa bunda pra esse velhinho tarado…me mostra como a esposa do filho da puta do meu vizinho pode ser provocante…que puta gostosa….e vai ser minha!…o corpo dela vai ser meu…não é verdade?….não é verdade, Cristina? ….não é verdade, puta?….Vamos, responde!—O velho cruzou meu caminho, me segurou pela cintura e me olhou nos olhos com um sorriso de satisfação estampado no rosto. —Sim….sim, seu Tito…meu corpo será seu…e será como o senhor quiser— respondi. Submissa diante do avanço das mãos dele, que enfiou por baixo da minha blusa para apertar meus peitos. —Você gosta que apalpem suas tetas?…putas como você adoram isso. —Sim, seu Tito, eu gosto que apertem minhas tetas— dizer tetas, me referindo aos meus próprios seios, gostei. As mãos dele levantaram minha blusa pra poder ver como ele amassava meus peit... tetas. ─E você gosta que chupem elas?, quer ser minha vaquinha leiteira?.... que tetas lindas, Cristina, com certeza seu marido idiota também gosta delas─ disse enquanto começava a lamber meus mamilos. ─Sim, ele gosta muito, Dom Tito─ respondi sem tirar os olhos da língua dele─ ele se orgulha de ser o único que já beijou elas. Ao ouvir isso, ele apertou com força, enquanto a lambida nas minhas tetas se transformou em chupadas e mordidas descontroladas, Pablo nunca tinha me beijado assim; me senti muito desejada e suja ao mesmo tempo por permitir que aquele velho nojento me apalpasse daquele jeito. Depois de alguns minutos, soltou minhas tetas pra colocar as mãos na minha bunda, me apertava e acariciava as nádegas violentamente. ─E sua bunda... porra, que delícia, você tem uma bunda dos sonhos, slut... e quem tá passando a mão nela sou eu.... aaaaahhhh... e não aquele maricas do seu marido.... que rabão, slut.... você gosta que toquem na sua bunda, slut? ─Adoro que apalpem minha bunda, Dom Tito.... uuuuuyyyyy!.... adoro esquentar velhos como o senhor..... aaaaayyyyy..... adoro que abusem do meu cu.... aaaayyyyy não, não tá certo... ai ai, por favor me solta, Dom Tito, por favor não abuse de mim─ falei feito uma bebezinha assustada, o que excitou o velho e ele voltou com suas fortes e adoráveis palmadas nas minhas nádegas. ─Que slut você é, Cristina... uma slut linda, olha essa carinha de anjo... que lábios mais lindos... você gostaria de ganhar um doce de prêmio?─ O velho começou a desabotoar o cinto e quando ia abrir a calça, se arrependeu─ vai, procura, slut... mostra pra esse velho o que você gosta. Era o momento, até aquele instante não tinha percebido o quanto estava ansiosa pra me comportar como uma verdadeira slut; tinha chegado a hora de fazer em vez de deixar fazer e minha excitação só aumentava. ─Vai, senhorita Cristina, procura o que as cachorras como você gostam. Te garanto que tá bem duro; bem duro no Honra a você. Anda, vagabunda, acaricia ele pra mim. O velho já tinha percebido o tesão que me dava me chamar de vagabunda, e sabia aproveitar isso. Eu estava assustada, sabia que era muito diferente deixar me tocar do que provocar prazer em outro homem, ainda mais se fosse aquele velho que meu marido detestava, mas estava decidida a continuar o jogo e a ideia de me entregar ao Dom Tito me deixava louca. Me deixar foder por aquele velho tarado me transformava numa vagabunda, e eu adorava isso, queria ser uma vagabunda ansiosa por prazer… por pica. Aproximei minhas mãos do volume das calças dele; o velho suspirou de prazer quando apertei o pacote dele, sentindo a dureza do membro. Ele me olhava com uma careta estranha, como um estuprador zombeteiro olha para sua vítima indefesa. Pude sentir um pau longo e grosso por baixo do tecido, amei aquilo, aquele velho estava mesmo com tesão, e me fazia sentir toda uma mulher. Desabotoei a calça dele e acariciei por baixo da cueca, fechei os olhos para aproveitar a sensação de tocar aquela barra de carne velha, uma das minhas mãos agarrou seus testículos peludos, que acariciei suavemente; a outra apertou forte seu mastro e com um sutil sobe e desca comecei a masturbá-lo. Ele me viu distraída e enfiou a língua de novo na minha boca, parecia que tinha juntado saliva para inundar meu rosto, era nojento mas excitante; devolvi o beijo dele como uma menina se deixando fazer, como se fosse meu primeiro beijo e depois me deixei lamber o rosto. A pele do membro dele era lisa por causa da rigidez; a glande estava úmida e sujava minha mão quando eu a acariciava. O tamanho do membro dele era maior que o do Pablo e isso me excitava, me dava tesão a ideia de que aquele velho me desse mais prazer que meu marido; com seus anos a mais, sua barriga e seu rosto feio, ele ia me possuir como nunca meu amado esposo tinha feito. Dom Tito suavemente me guiou até a mesa da cozinha. Eu, sem soltar o membro dele, o segui; já estava perdida, estava faminta. ─Agora você vai chupar ele, vagabunda… você vai chupar a pica do seu vizinho─ disse Dom Tito. quando ele me obrigava a me inclinar sobre a mesa. Me deixou apoiada numa ponta dela, com minha cabeça na altura do pau dele e minha bunda empinada do outro lado. Enquanto acariciava minha raba, começou a dar uns tapinhas na minha cara com o pau dele. ─O que você acha do seu docinho? Hã, putinha, você gosta?─ começaram os tapas incríveis na minha bunda─O que seu maridinho diria se te visse com meu pau na cara?….aaaaggghhh…vai! abre a boca, puta. ─Meu marido nunca me pediu pra chupar ele, Seu Tito─falei antes de desabotoar os últimos botões da camisa dele e passar minha língua sensual pela barriga peluda─Esse pau de velho vai ser o primeiro que minha boca vai saborear…. O senhor, Seu Tito, vai ser o primeiro a meter o pau na minha boca. Não acreditava no que meus lábios tinham acabado de dizer; sabia que isso ia esquentar o velho, e tava ciente de que isso me esquentava, mas falar com aquela mistura de inocência e sensualidade me surpreendia. ─Então abre a boca, puta─disse com a voz rouca. Primeiro passei a língua no pau dele, ele se inclinava pra ver por baixo da barriga. Percorria da base daquela piroca grossa até a cabecinha molhada, tinha um gosto de suor com um leve cheiro de mijo; eu gostava, o gosto de tesão de velho me agradava, lambuzei a haste com saliva e as bolas também, que eu me enfiasse entre os pelos pra alcançar as bolas dele com a língua deixava ele louco, dava pra sentir nos apertões ou tapas na minha bunda. Quando chupei a cabecinha dele com meus lábios, cada mão apertou a respectiva nádega que segurava. ─Isso, puta, chupa…me mostra do que seu marido idiota tem perdido. Comecei a chupar o pau dele com fome, enquanto meus lábios subiam e desciam até onde conseguia enfiar na boca, minha mão apertava e punhetava o que ficava de fora; minha língua lambia a cabecinha sem parar e minha bunda rebolava sem cessar. Já tava nessa há um tempo quando comecei a diminuir o ritmo. ─Vamos, puta! Continua chupando… continua chupando a rola desse velho tarado — exclamei enquanto ele me dava tapas fortes na minha bunda. Retomei meu ritmo, minha excitação tinha crescido. Ao me tratar de puta e mandar eu continuar, me fazia mais desejável… mais puta… mais vagabunda. Enquanto chupava, não conseguia evitar soltar gemidos presos na garganta, meu tesão era visível; e ficava ainda mais evidente quando eu diminuía o ritmo na rola dele, na esperança de que ele gritasse comigo de novo, me xingasse e me desse tapas como uma menina que não faz a lição. — Adoraria ver o filho da puta do seu marido te vendo chupar minha rola… aaarrgg… a corpaço de mulher que você tem, chupando a rola do vizinho desprezível… enquanto ele apalpa sua bunda deliciosa… aaaahhhh… isso, puta, come seu doce, sua puta reverenda — ele dizia, sabendo que eu ficava ainda mais excitada com os insultos dele. Ele tirou a rola deliciosa da minha boca e se posicionou atrás de mim. Pegou minha calcinha fio dental e deixou ela no meio da coxa. Olhei pra ele, ele estava olhando minha bunda já nua e minha entreperna totalmente exposta. Ele colocou a mão na minha buceta molhada e acariciou, molhando meus poucos pelos com meus próprios fluidos. — Você tá toda molhada, puta… igual uma puta no cio — ele disse enquanto colocava a ponta da rola nos meus lábios vaginais. — Não, Seu Tito, não enfia… por favor… não me estupra — implorei, sabendo que ele não ia me ouvir; já falei, adoro que ele não ligue se eu quero ou não. — Você tá louca pra levar rola… sua puta… acha que vou te deixar assim? Pois agora você vai pedir… vai me pedir pra enfiar… vai, me pede pra te atravessar… me pede pra te fazer minha… me pede pra possuir o corpo da mulher do meu vizinho… vai, puta, não vou enfiar até você pedir — disse o velho enquanto roçava a glande na entrada da minha buceta. Ele ficou um tempo acariciando minha bunda e minha entreperna com o pau, os tapas continuavam na minha bunda. Minha excitação me dominava, aquele velho me apalpando e olhando meu corpo nu, exceto pela minha blusa. Molhada e já não aguentava mais de vontade de sentir ele enfiar em mim. Virei pra olhar ele, nossos olhares se encontraram, o sorriso malvado dele me fazia sentir dominada e descontroladamente com tesão. ─Por favor, Dom Tito….aaaaaiiiii….me possua…desconta no Pablo fodendo a mulher dele…quero sentir você abusando de mim…uuuuiiiii….quero sentir essa piroca grossa dentro de mim….por favor, Dom Tito, me satisfaz e serei sua pra sempre…..pra você descontar todo o prazer no meu corpo….por favor, Dom Tito, acalma minha putaria─ falei olhando nos olhos dele de um jeito suplicante, enquanto eu mesma acariciava minha bunda e rebolava do jeito que sabia que ele gostava. O velho aguentou até eu terminar meu pedido desesperado; ele se deliciou olhando minha cara de tesão enquanto eu pedia pra ele cravar aquela piroca em mim. Parei de olhar quando ele me pegou pela cintura, encaixou a ponta do pau e de uma só enfiada meteu tudo. A piroca grossa dele abriu caminho dentro de mim feito uma furadeira. Arrancou um grito desgraçado de mim, a dor e o prazer se misturavam de um jeito gostoso entre minhas pernas. Ele ficou parado ali um momento, com toda aquela carne dentro de mim; nunca tinha sentido nada tão fundo. Me dava tesão pensar em como eu tinha deixado o velho vizinho me comer; a ideia era repetitiva, mas não conseguia parar de ficar excitada. De repente, começou a metida violenta, entra e sai, ele me segurava pela cintura e me puxava pra ele com a mesma força que tava me enfiando. Senti a barriga dele na parte de baixo das minhas costas quando ele se inclinou pra pegar nos meus peitos; tava por cima de mim me fodendo igual um animal. Eu tava com as pernas juntas, presas pela calcinha no meio da coxa, e os cotovelos apoiados na mesa, dando espaço pra ele apalpar à vontade meus peitos duros de tesão. Ele me montou igual uma puta. ─¡Aaaaaaiiiiiii!….tá doendo!…….¡uuuuuiiiiii!…….tá me partindo!…….¡Dom Titooooo!…….¡NÃO PARAAAAA!………¡NÃO, ME SOLTA, NÃO POSSO FAZER ISSO COM O PABLO!…….¡VELHO NOJENTO!..¡¡¡PARA DE ME ESTUPRAR!!!. ─¡CALTA BOCA SUA PUTA MALDITA!…..¡TO SÓ COMEÇANDO COMEÇANDO!……QUE GOSTOSO É TE COMER!……AAAAARRRRGGGGG…….VOCÊ DISSE QUE SERIA MINHA SE EU METESSE!…..É MINHA, CRISTINA! AMANHÃ QUANDO SEU FILHO DA PUTA DO SEU MARIDO ESTIVER TRABALHANDO!….¡¡¡¡EU VOU VIR TE COMER DE NOVO!!!!!…….E VOCÊ VAI ME ESPERAR, OUVIU, VAI ME ESPERAR PORQUE VAI TÁ MORRENDO DE VONTADE DESSE VELHO NOJENTO!─gritava enquanto me comia. ─Sim, Seu Tito…..aaaayyyyyy….vou esperar o senhor, submissa e complacente…..pronta pra tudo!…..vou ser sua putinha…..uuuuyyyyy…….A mulher do Pablo VAI SER SUA CADELAAAA!…..AAAAHHHHH…….AAAAAHHHHH─Explodi no meu segundo orgasmo, foi longo e intenso, mas não me deixou satisfeita; me deixou cansada e mais calma, mas não satisfeita, ainda tava faminta. O velho parou, não tirou de dentro, mas ficou parado atrás de mim. Não demorei pra começar a me mexer num vai e vem suave, agora era eu que tava comendo o pau dele. Podia sentir minhas nádegas colando na virilha dele quando minha bunda se enfiava debaixo da barriga dele. Eu me movia em direção à mesa sentindo o roçar do membro dele dentro de mim, pra depois enfiar de novo e sentir a pele peluda dele nas minhas coxas e nádegas. ─Isso, putinha….come ele….me mostra que você gosta…..me mostra que você adora─dizia o velhote enquanto acariciava minhas costas.─Agora mais rápido….mais rápido, eu disse!─Ele bateu de novo na minha bunda com as mãos enrugadas. Acelerei o ritmo dos meus movimentos. Ele não se mexia, era eu que, sob o jugo das palmadas dele, devorava a ferramenta dele entre minhas pernas num vai e vem frenético, feito uma gostosa satisfazendo o cavaleiro dela. Sabia que ele adorava me ver me dando prazer com o pau dele, sabia que ele gozava enquanto me deixava bater só pra manter o falo dele dentro de mim. Me sentir a putinha dele; ouvir ele me insultar, e insultar meu marido, me deixava descontrolada. Meu único controle era deixar ele abusar do meu corpo, contanto que continuasse me curtindo, eu me mantinha submissa a ele. Depois de um tempo curtindo meus movimentos, de repente ele se afastou de mim, tirando o pau e me deixando sem Grande vazio entre as pernas. Me virei pra ver o que ele tava fazendo e me assustei ao ver ele subindo as calças. — Continua, Seu Tito… por favor, continua abusando de mim — supliquei, ofegante. — Quero continuar te curtindo na sua cama, putinha, onde você dorme com seu lindo maridinho — disse o velho maldito. — Não, por favor, Seu Tito, não nos humilhe assim. Por favor, eu imploro, faz o que quiser comigo, mas não humilha ele assim! — roguei, me levantando da mesa. — Só pelo prazer de humilhar ele, vou foder sua esposa na cama dele e você vai me seguir; porque você é uma putinha faminta de pau e meu pau vai pro seu quarto. E não demora, putinha, ou a porra que tenho guardada pra você, vou espalhar no travesseiro dele — disse ele, saindo da cozinha com o corpo desengonçado. Subi a calcinha fio dental; minha blusa, dessa vez molhada do meu próprio suor, continuava grudada no corpo. Não podia acreditar que aquele velho tinha me deixado largada na cozinha, garantindo que eu não aguentaria a vontade de segui-lo. Queria humilhar o Pablo me comendo na nossa cama de casal. Peguei minha saia curta e pensei em vesti-la, ir atrás daquele velho maldito e tirar ele da minha casa. Ele podia se foder e me estuprar na marra ali mesmo, talvez fosse mais baixo e velho, mas ainda era mais forte que eu. A ideia me excitou. Depois pensei em segui-lo, dar o gosto praquele velho de merda; mostrar que, contanto que ele continuasse abusando de mim, eu humilharia meu amado marido da pior forma possível. Percebi que gostava, gostava da ideia de ser submissa a ele e entregar meu corpo na nossa cama. Fiquei excitada, parecia uma viciada sofrendo sem droga; precisava de pau e iria atrás, sem me importar com as consequências. Quando entrei no quarto, me senti como uma menina indo pra aula pela primeira vez; tava nervosa, ansiosa e assustada, mesmo assim andei com um gingado sensual e orgulhoso. Ele tava pelado perto da cama, só com umas meias velhas que parecia que não ia tirar. — Vem cá, Cristina, vem pras minhas mãos. Te alcancem. Vai, agrada o Dom Tito, esse velhinho que vai te dar o que você merece — disse o miserável velhote. Me aproximei dele, como ele ordenou. De um puxão, arrancou todos os botões da minha blusa e deixou meus peitos livres na frente dele. Não demorou pra agarrá-los com as mãos e chupá-los como um bezerro faminto; as mãos dele percorreram minha bunda e ele adorava puxar minha calcinha fio dental pra ela apertar contra minha intimidade, enquanto a língua subia pro meu pescoço e depois pro meu rosto, onde ele até se atreveu a me beijar nojento. Fiquei excitada. Respondi ao beijo nojento dele como uma puta vulgar. Pela primeira vez, senti a pele peluda e enrugada dele abraçar meu corpo. Já sem controle, me entreguei e abracei ele pelos ombros, deixando meu corpo inteiro à mercê dele, sem nenhuma proteção. Acariciei suavemente a nuca dele enquanto ele me curtia. Ele me afastou bruscamente, e dessa vez foi minha calcinha fio dental minúscula que foi arrancada de mim com um puxão forte. Ele me pegou pelo braço e me jogou na cama, caí de costas, dominada, entregue, excitada. Ele se masturbava devagar, enquanto se deliciava olhando meu corpo com aquela careta doentia que me deixava tão molhada. — Abre essas pernas, puta, mostra pra esse velho como você se entrega na cama onde dorme com seu marido… e me pede, me pede pra te pegar, te foder como uma puta — disse o velho com malícia. Olhei pra ele, sabia que ele gostava de me ver nos olhos quando eu pedia pidonha pra ele me pegar, quando pedia como uma mulher desesperada. — Dom Titoooo… por favor… me possua aqui… na cama que eu divido com o Pablo — Abri minhas pernas devagar, dobrando os joelhos, expus minha intimidade por completo, me oferecendo como uma puta — Vai, velho… aaaaiii… abusa do meu corpo… abusa do corpo da mulher de outro homem… uuuuiiiii… usa ela como uma puta. — continuei, enquanto minhas mãos percorriam suavemente minha virilha e meus peitos, expostos pra ele. — Dom Tito, vem me pegar… enfia essa piroca gostosa… me come… vai, velho… me fode… estupra a mulher do teu vizinho…desconta em mim…vai, Seu Tito, desconta usando meu corpo—fechei os olhos e virei o rosto, com isso me entreguei à excitação que acabei de provocar ao dizer essas palavras, e deixei claro que o corpo exuberante e nu sobre a cama: o corpo da mulher do filho da puta do vizinho, era seu. Bastou sentir ele subir na cama, pra eu começar a gemer baixinho. Senti a ponta do pau dele na minha buceta. Enquanto ele se enterrava dentro de mim, senti a barriga dele cair sobre meu ventre esbelto e a língua começar a percorrer meu pescoço. Enrolei minhas pernas nele, a textura flácida dele me lembrava a diferença de idade. A pele peluda e enrugada se amassava sob a pressão das minhas coxas. A respiração dele era pesada e ansiosa, parecia um cachorro desesperado. A ideia de me deixar gozar por um velho que poderia ser meu pai, um velho gordo e feio; e que ainda era inimigo do meu marido, me excitava de um jeito inacreditável. O vai e vem frenético, a fodida que o Seu Tito tava me dando, arrancava gritos de prazer de mim, meu terceiro orgasmo não demorou pra chegar. Cansada, mas ainda entregue às estocadas do velho, abri os olhos. A foto do meu casamento no criado-mudo, comigo de noiva e o Pablo sorrindo do meu lado, era testemunha do abuso do meu corpo. Meus olhos grudaram na foto, senti lágrimas brotarem dos meus olhos e escorrerem pelas minhas bochechas. As lágrimas eram por um sentimento de culpa, culpa por não conseguir dizer não praquele velho que se saciava comigo. Pedi perdão ao Pablo, apertei de novo com minhas pernas o corpo do meu estuprador; abracei ele; acariciei suas costas peludas; procurei sua boca ofegante e beijei ele como a mulher faminta que eu era. —Mete mais forte….aaaahhhh….mete mais forte, velho nojento….perfura mais duro—gemia suplicante, colada nos lábios dele e ainda com lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas. Ele percebeu minha tristeza, o que provocou uma risada debochada. —Já é tarde, Cristina…seu corpo já é meu…sente meu pau…você é uma puta nojenta…afundada aos desejos de qualquer um que queira te dar pica... a qualquer um que queira gozar do teu corpanzil... até mesmo esse velho que tá te montando—me torturava, provocando ondas de prazer. Ele se levantou sobre os joelhos, juntou minhas pernas e apoiou no ombro direito dele, e continuou com fortes estocadas, chegando a tirar a pica firme dele pra depois enfiar até o fundo de uma só vez. Nessa posição, com minha bunda de novo à mostra, batendo na virilha dele debaixo da barriga, e ao alcance das mãos dele, os tapas voltaram a ecoar como chicotadas de prazer no ritmo do vai e vem. —Toma, puta... é assim que você gosta de levar pica?!... aaaarrrrgggg... você é uma menina má que merece ter o cu destruído na base da porrada—ele balbuciava, segurando minhas pernas contra o peito dele—Isso, puta!... adoro ver como seus peitos pulam... grita, puta, continua gritando... me mostra como você gosta da pica; como você gosta de meter pica. Os insultos dele; os tapas; o olhar de desprezo me deixavam em êxtase. Eu vi ele investindo contra meu corpo ardente com uma ânsia de desejo e ódio. Quando ele cuspiu em mim, fazendo a saliva cair no meu rosto, eu incentivei, pegando os restos da humilhação dele com movimentos famintos da minha língua. Eu era a puta dele e, contanto que ele continuasse me fodendo, eu era capaz disso e mais. De repente, as estocadas dele diminuíram de intensidade até ele tirar o membro de dentro de mim. Meu corpo continuava no vai e vem extinto, com ânsia de luxúria. —Continua, Seu Tito... me dá mais pica—pedi entre ofegos. —Vou te dar sim, puta, não se preocupa—respondeu ele enquanto os dedos dele passeavam da minha intimidade inundada até meu buraco virgem de trás—Seu marido já pediu seu cu alguma vez? —Já, Seu Tito—respondi, percebendo que a resposta não agradou ele—mas não entreguei, ele queria, mas eu neguei—aquela leve careta de deboche apareceu de novo no rosto dele. —Então vai ser meu, vou desvirginar seu cu, putinha—disse ele enquanto esfregava a glande dele no meu ânus. —Não!... ai meu Deus, não por favor, Dom Tito não─supliquei, envolta em desejo. Senti o pau dele enterrar até a metade, minhas pernas travaram suas tentativas leves de se soltar dos braços dele, e fiquei imóvel diante da empalação que estava sofrendo. Fiquei muda, e só quando ele enterrou tudo de uma vez e senti as bolas peludas dele entre minhas nádegas; foi que soltei um grito forte de dor. A dor me inundou; meus gritos pareceram incentivar as estocadas dele, que de investidas suaves viraram rapidamente facadas frenéticas. ─TÔ DOENDO!…AAAAAAAHHHHHH…TIRA ISSO, VELHO NOJENTO!.. AAYYYYYY….TÔ DOENDO!….AAAAYYYYY!….TÔ ME PARTINDO!, DOM TITO!…AAYYY… TÁ ME PARTINDO….TÔ DOENDO!─ gritei enquanto meus gritos se misturavam com gemidos de prazer─ AAAYYYYY!….QUE GOSTOSO…..PARTE MEU CU, VELHO FILHO DA PUTA!…AAAAAAAAHHHHHH!….PERFURA ATÉ O FUNDO!. ─que buceta apertada, puta …é isso, come tudo….aaaaagggghhhh….será que teu marido ia gostar de me ver fodendo teu cu?…aaaarrggg…saber que a mulher dele é uma puta…o quanto ela adora uma pica…tanto que qualquer vagabundo aparece e enfia no cu dela….TOMA, PUTA!….SENTE ATÉ DENTRO!─ ele grunhiu enquanto me empurrava de um jeito que me senti partida, foi mais fundo do que nunca e a dor foi tanta que me deu convulsões de prazer; eu estava tendo o orgasmo mais incrível da minha vida. Ele agarrou um peito meu e apertou forte, ao mesmo tempo que tirava o pau do meu cu pra me jorrar com os jatos de porra. Meus peitos; meu pescoço; minha cara, estavam sendo inundados de esperma daquele velho nojento. ─VAI, PUTA!…TÁ AÍ SUA PORRA!…PUTA! …PUTA! …PUTA! …PUTA! …PUTA! …PUTA! …PUTA!─ ele gritava. O orgasmo dele pareceu infinito. Meu corpo recebia as descargas de porra com fome; entre contorções incríveis de prazer, eu tentava pegar até a última gota de porra na minha pele. Minhas mãos espalharam o esperma pelos meus peitos, dando um brilho excitante, enquanto meus lábios capturavam o resto. que estivessem ao seu alcance, devorando o elixir delicioso da sua humilhação. — Aí, você tá toda banhada de cum, sua puta. Saboreia, aproveita do jeito que eu sei que você gosta. Foi assim que ficou a puta do meu vizinho; a puta da mulher do meu vizinho… que rabo gostoso você tem… e eu acabei de te comer — terminou me dando um tapa forte na bunda e deixando minhas pernas caírem de lado, se levantou. Fiquei exausta em cima da cama, o último tapa ainda ardia no meu rabo. Ofegante, vi ele se vestir. Do lado dele, a foto do meu casamento me lembrava que eu tinha sido humilhada e abusada na cama que dividia com o Pablo. Aquele velho nojento tinha me feito dele; eu, a mulher do vizinho que ele odiava. E agora ele se vestia para me deixar ali, abusada, usada, humilhada e estuprada, mas acima de tudo dominada. Ele fez o que quis comigo e agora ia embora; satisfeito. Pegou minhas chaves de casa, que estavam em cima do criado-mudo, olhou a foto, levantou pra ver melhor, se virou pra me encarar e aquela maldita careta de prazer voltou a aparecer no rosto dele. Jogou a foto perto de mim. — Nada me daria mais prazer do que ficar e ver a cara do seu marido quando te encontrar toda melada de porra, igual uma puta nojenta — disse o velho guardando as chaves — mas prefiro que por enquanto ele não descubra; agora você é minha e vou te aproveitar, Cristina. Já vai chegar o dia em que vou gozar humilhando ele. Me sentei na cama e me cobri com o lençol. Ele se aproximou, apoiou o dedo no meu queixo e levantou meu rosto pra eu olhar pra ele. — Vou levar as chaves porque de agora em diante vou entrar nessa casa quando eu quiser — disse com a voz rouca — Vou voltar depois do almoço, quero que você tome um banho e me espere na cama… com seu vestido de noiva, ouviu? — ficou me encarando, esperando uma resposta — Ouviu? — perguntou de novo. — Sim, seu Tito. Ele foi embora, saiu do quarto e logo ouvi a porta da rua fechar. Levei as mãos ao rosto e chorei; de vergonha; de raiva; de alegria, não sei, só sei que chorei nua em cima da cama, sentindo o gozo secar na minha pele, e meu Meu cu ardia. As lágrimas escapavam por entre meus dedos pra molhar os lençóis que me cobriam. Tomei um banho, me preparei pra fazer as malas; era meio-dia. Aqui geralmente se almoça lá pras duas. Isso me dava duas horas pra arrumar tudo e vazar daqui. Ligaria pro Pablo da casa dos meus pais pra ele me buscar lá, e a gente iria pra longe, sem dar explicação nenhuma. Ele faria isso por mim, ele me amava e iria comigo sem perguntar nada, num gesto romântico típico dele. Enquanto arrumava as malas, encontrei meu enxoval de noiva, lembrei das palavras daquele velho. Me acalmei, minha pressa tinha sumido; toda minha atenção se fixou nas pequenas peças brancas que cobriram meu corpo na minha noite de núpcias. Minhas ligas; meu sutiã de renda e a pequena calcinha fio-dental deslizaram por entre meus dedos, estavam macios e lembrei o quanto o Pablo gostava deles; ele dizia que eu ficava gostosa, que podia estar morto de cansado, mas quando me pegava de surpresa com essas peças enfeitando meu corpo, não aguentava a vontade de me comer. Quando me dei conta, já estava vestindo elas, tava na frente do espelho e me admirava o quanto sensual eu parecia; minha cinturinha fina, se abrindo nuns quadris lindos, dava sustentação pra minha calcinha pequena. Me virei; o conjunto daquele fio-dental se perdendo entre minhas nádegas, com aquela cinta-liga fina roçando minha bunda e se unindo às minhas ligas no meio da coxa, me fazia parecer incrível. Estranhei nunca ter parado pra me olhar, aquele sutiã meia-taça juntava meus peitos gloriosos criando uma vista incrível do decote. Andei olhando no espelho, me sentia sensual, me sentia como uma mulher excitante… e gostei. Me aproximei devagar da cama. Enquanto trocava os lençóis, vieram na minha mente as imagens daquele velho abusando de mim; aquele velho que dividia noite após noite a cama com uma coroa, tinha aproveitado do meu corpo, um corpaço como ele mesmo chamou, um corpo jovem e gostoso daqueles que com certeza nem na juventude dele ele pôde aproveitar; e eu… e eu Eu tinha deixado, tinha deixado ele me apalpar e depois me penetrar; eu era uma puta… tinha sido a puta dele; a puta dele, só porque ele me pegava, esse era meu preço, não pedia mais nada, só que me curtissem. Me enfiei entre os lençóis limpos, sentia minha roupa apertando meu corpo; me deitei de lado, de costas pra entrada do quarto, e esperei. Lembrei do Pablo, sabia que ele só chegaria às sete, ele tava trabalhando e nunca desconfiaria do que a mulher dele tava fazendo na ausência dele. De repente, a fechadura da porta da frente rangeu; os passos foram direto pro quarto e depois pra perto da cama; de um puxão, o lençol que me cobria ficou aos meus pés e um sonoro e zombeteiro “uauuu”. Senti o peso de outra pessoa na cama e, em seguida, uma mão áspera me puxou pela cintura. —Vem cá, putinha. Não vou entrar em detalhes sobre o que o Dom Tito fez comigo naquela tarde. Ele me penetrou; me insultou; me deu palmadas; até começou me comendo por trás pra depois terminar na minha buceta “vou te dar um filho, puta” gemeu quando me enchia com o esperma dele. Depois me obrigou a chupar ele por quase uma hora, enquanto me apalpava, me xingava e batia na minha bunda, até que gozou na minha boca e me forçou a engolir todo o leite dele….voltei a me comportar como uma puta. Os dias passaram e eu me transformei numa puta submissa e obediente pro velho, ele me fez fazer um monte de coisas que nem nos meus piores pesadelos pensei que um dia seria forçada a fazer. Talvez outro dia eu conte essas coisas, agora tenho que me arrumar pra cumprir o que ele mandou pra hoje; ontem contei pra ele sobre o velho malandro do parque e o que ele despertou em mim “Temos que premiar esse iluminado” foram as palavras dele.
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