Sou a Cristina, tenho 23 anos e estou casada há dois anos com um homem maravilhoso. Conheci o Pablo há algum tempo, ele estava na universidade estudando Arquitetura e eu estudava em uma escola de modelos. Recém-casados, decidimos nos tornar independentes e morar onde nosso bolso permitisse. Venho de uma família de bom nível econômico, assim como o Pablo. Mas quando decidimos nos casar, ele recém-formado e eu prestes a me formar, nos propusemos a começar do zero e sem nenhuma ajuda de nossas famílias. Foi assim que começamos nossa vida em um bairro comum da cidade, onde havia tanto casas bonitas quanto outras bem feias, e a variedade também se aplicava às pessoas que moravam nelas. Por nossa parte, não socializávamos muito com nossos vizinhos, até porque o Pablo não gostava nada do nosso vizinho do lado; ele dizia que o cara me olhava demais e nem era discreto como os outros; já tiveram mais de um desentendimento por esse tipo de besteira. Na minha opinião, o seu Tito, nosso vizinho, com seus cinquenta e tantos anos, uma barriga de cerveja e uma cara de ogro mal-humorado, nunca tinha tido a oportunidade de observar tão de perto uma "mulher tão gostosa". Quando eu dizia isso pro meu marido, ele relaxava e me devolvia um sorriso. Além disso, a esposa do velho, dona Raquel, era uma senhora muito amorosa e eu me divertia conversando com ela quando ela vinha me pedir alguma coisa de vez em quando; então eu pedia pro Pablo não ser tão antipático com os vizinhos do lado. Por outro lado, e pra ser sincera, nossa intimidade era bem tranquila; do meu lado, nunca tinha estado na cama com outro homem que não fosse o Pablo, e ele, embora com bem mais experiência, me tratava com muito respeito; quem sabe? Talvez não quisesse me deixar desconfortável. De certa forma, eu sabia que ele não me satisfazia na cama, mas me negava a admitir. Bom, acho que com essa pequena introdução, vocês vão entender como era minha vida; em Uma vida sexual bem normal e, por isso mesmo, se me tivessem dito o que ia acontecer, eu nunca teria acreditado. Tudo começou há uns seis meses. Como já contei pra vocês, a vida sexual com o Pablo não era lá essas coisas; o que quero dizer é que ele me fazia sentir que não o satisfazia como homem, e isso me deixava sem tesão como mulher. Fui ficando cada vez mais carente. Pablo trabalhava numa construtora e ganhava bem, enquanto eu trabalhava em casa, focada no meu exame da OAB; a gente tinha esperança de que eu logo me formaria e começaria a contribuir pra conquistar nossa casa dos sonhos. Uma tarde estava tanto calor que coloquei um jeans bem justo, uma blusa bem leve, e saí pra comprar uns refrigerantes. Na rua, percebi que mais de um olhar estava descaradamente direcionado pro meu bumbum ou pros meus peitos. O mais surpreendente foi que percebi que isso me excitava — quando via algum velho tarado ou algum moleque olhando pro meu corpo, eu ficava molhada e não conseguia evitar andar de um jeito sensual pra provocar mais olhares. Quando começaram os comentários ousados, tipo “que rabão, hein”, “belos peitos, moça”, “tem cara de quem mama bem” ou “você gosta de deixar os caras de pau duro”, minha excitação já estava no limite. Cheguei em casa e fui direto me trancar no banheiro pra me masturbar, e não tô mentindo quando digo que fiquei quase uma hora, orgasmo atrás de orgasmo, foi incrível. Foi nesse dia, que nunca vou esquecer — foram as lembranças daqueles olhares e daquela ousadia de homens excitados e cheios de desejo que me deixaram satisfeita. Minha noite foi tranquila e relaxada, eu me sentia muito bem, mas não durou muito. Na manhã seguinte, Pablo já não estava, tinha ido trabalhar, e eu fiquei sozinha com as lembranças. Não demorou muito pra eu pegar o mesmo jeans e uma blusa ainda mais justa e sair pra caminhar, só pra caminhar, observar e ouvir. Os comentários obscenos não demoraram a aparecer, e o que aconteceu no dia anterior se repetiu. No dia seguinte, saí de novo, e no outro, e no outro. Comecei a fazer mais exercício para me ver melhor, comprei maquiagens mais coloridas e até praticava formas de andar mais sensuais. Definitivamente estava feliz com meu novo hobby, percebia que os olhares e principalmente os comentários daqueles estranhos na rua me enchiam de erotismo, me faziam sentir mulher, e num bairro dessas características não era difícil encontrar algum sujeito que te olhasse descaradamente e te dissesse alguma grosseria, até a diferença de status social me provocava ideias loucas que resultavam em excitação, era como uma BELA PRINCESA entre plebeus famintos e desejosos de CARNE FRESCA… sujos e malcheirosos plebeus desejosos da minha Carne. Um dia que estava muito excitada; foi uma Quarta-feira, sim, sim que me lembro. Essa manhã em especial estava muito inquieta, e pensei que essa saída deveria ser especial. Coloquei uma saia na altura da coxa, bem leve para destacar o formato da minha bunda, nua pois meu pequeno thong já tinha sido absorvido por ela; em cima só uma blusa apertava meus peitos onde se notavam meus mamilos duros e empinados; deixei minha cintura à mostra e umas sandálias com salto completavam meu visual incrível. Saí de casa disposta a chamar a atenção de qualquer homem que cruzasse meu caminho. Andei muito nesse dia e ouvi muitos comentários nojentos. Pouco depois de sair de casa, cruzei o Parque Central e um velho malandro estava sentado num banco. Desde que o vi de longe sabia que ia me dizer algo pesado, até senti certa emoção quando me aproximava com minha caminhada provocante mais ensaiada. Passei perto dele e o ouvi, é inesquecível na minha memória, ele me disse com uma voz rouca e até poderia dizer malévola “Deixa eu lamber sua buceta, puta”. Senti uma verdadeira carga elétrica percorrer meu corpo, me senti encharcada de uma hora pra outra, foi como um orgasmo instantâneo. Parei por um segundo e depois como pude continuei andando, assustada, emocionada e principalmente excitada. Nunca me tinham chamado assim, de pronto tudo estava tão claro, assim que eu gostava de me sentir; suja, provocante, rasteira, uma verdadeira puta!. Naqueles momentos só queria estar em casa, precisava me masturbar. Percebi que tinha caminhado muito, estava longe e me sentia ansiosa. Decidi pegar o ônibus, fui até o ponto mais próximo e entrei no primeiro que ia em direção ao Sul. Quando cheguei em casa fui direto para o banheiro, abri a torneira para encher a banheira. Planejava ficar ali por algumas horas; me tocando, me excitando, me satisfazendo. Estava desesperada e ansiosa “deixa eu lamber sua buceta, puta!” soava na minha cabeça e me dava arrepios. A banheira estava quase cheia e eu estava prestes a fechar a porta do banheiro quando a campainha tocou, «merda, quem pode ser?» pensei. Ainda não tinha decidido se atendia ou não quando tocaram de novo. Fechei a torneira da banheira e fui ver quem era, não queria que nada me distraísse e um palhaço tocando insistentemente na porta com certeza me distrairia. Abri a porta e lá estava ele, Seu Tito, nosso vizinho. Mal abri a porta e seu olhar se fixou nos meus peitos, isso me excitou, não posso negar. Primeiro ele pediu desculpas pela i******ça e depois, percorrendo meu corpo com os olhos, me pediu um pouco de açúcar, o que não me surpreendeu já que eles estão sempre pedindo alguma coisa, mas quem geralmente pede o açúcar é Dona Raquel, então perguntei por ela. Ele disse num tom de brincadeira que ela estava doente e que por isso era ele quem me i******ava. Me dei um momento observando como ele me devorava com os olhos, gostei do jeito que ele me olhava, me excitava. Pedi que ele entrasse e me acompanhasse enquanto eu enchia a tigela que ele trouxera para levar o açúcar. Caminhei até a cozinha sabendo que ele me seguia sem perder de vista minha bunda intencionalmente rebolada; no caminho entendi porque ele me olhava daquele jeito, tinha respingado água da banheira na minha blusa e ela estava colada nos meus peitos, meus mamilos quase estavam à mostra para o deleite do velho. Me preocupei por um momento, a impressão que poderia dar, talvez pudesse comentar com Pablo, ou ele pensaria que sou uma provocadora, isso me excitou e os problemas que poderia ter com meu marido não me importaram, os vi muito distantes; minha excitação pedia que eu brincasse com o Don Tito, queria vê-lo me desejando, me estremecia ao pensar que estava sozinha em casa com um velho tarado que só queria experimentar meu corpo. Instintivamente minha bunda se arrebitou, meus ombros foram para trás e minha caminhada ficou exquisitamente sexy mas casual ao mesmo tempo. Quando chegamos na cozinha, me inclinei em ângulo reto para pegar o açúcar do armário de baixo, demorei simulando que não o encontrava; quando finalmente o encontrei, me virei e pude ver como o veio se endireitava. Quase fiquei louca ao pensar que aquele velho tinha visto minha bunda. Olhei para sua calça e percebi sua ereção, ele percebeu que eu olhava para o volume mas não disse nada, assim como eu não disse nada ao pegá-lo olhando sob minha saia. Estava como louca, muito nervosa, mas não nervosa de forma comum, e sim daquela forma que só a excitação extrema pode provocar. Pedi que ele aproximasse o recipiente que trazia, ele se aproximou e o apoiou sobre os armários; comecei a encher a tigela, mas devagar, queria que aquele momento durasse o máximo possível. Seus olhos chegavam à altura do meu pescoço, ele estava a trinta centímetros de mim e olhava descaradamente para meus peitos quase nus, sua excitação… não, não posso chamar o que vi de excitação, era tesão; aquele velho queria devorar meus seios e eu sabia e isso me excitava, e mais ainda me excitava que eu estava mostrando para ele, era uma puta esquentando um veio tarado. Terminei de encher a tigela de açúcar e me virei dando as costas, fechei os olhos e suspirei sem que ele me visse; fiquei ali contra os móveis da cozinha simulando que arrumava algo. Sabia que ele me olhava por trás e não saber onde ele tinha fixado o olhar me gerava ideias muito provocantes. — Sabe Cristina, você tem umas pernas lindas — disse Don Tito, e eu fiquei gelada. — Espero que não se i****e que eu diga isso. — Não — respondi, estava imóvel, acho que pareci um pouco submissa porque ele continuou. — E essa cintura, você está indo na academia?. Balancei a cabeça, se eu tivesse respondido com um “sim” teria soado mais como um gemido do que como uma palavra. — E essa bunda, desculpe-me por dizer, mas está fantástica — senti ele dar um passo na minha direção e então apoiar suavemente as mãos na minha cintura — Uau… e sua pele é macia como seda. — Obrigada, Don Tito — disse nervosa. Suas mãos começaram a se mover suavemente sobre meus quadris. O fato de estar naquela situação, com um velho me olhando descaradamente e ao mesmo tempo tocando e sentindo minha pele, não fazia nada além de aumentar minha excitação; me limitei a ouvi-lo e tentar disfarçar meu estado o melhor possível. — Você tem um corpão, e há algum tempo você tem mostrado descaradamente… deveria se cuidar, poderia acontecer algo com você… além disso, devem falar muitas grosserias com você na rua — disse perto do meu ouvido. Apoiou o volume dele na minha bunda, pude sentir sobre minhas nádegas a excitação dele, uma excitação latejante. O maldito estava se esfregando em mim, descaradamente. Eu era a mulher do vizinho dele, daquele vizinho de quem ele não gostava muito… Droga, era um velho se aproveitando de mim, um velho que poderia ser meu pai e ainda por cima era inimigo do meu marido. Sentia um volume que não era o do Pablo e quando era forte o suficiente para murmurar um “não, chega” meu corpo não me apoiava. Até comecei a esfregar minha bunda nas calças dele, com minhas nádegas tentei lenta e suavemente prender aquele membro latejante; era um movimento sutil, mas tenho certeza de que ele sentiu. Era óbvio que ele sentiu, porque começou a cutucar com mais força, não muita, mas foi notável. Estava tornando realidade os desejos sujos daquele velho e não tinha forças para evitar que ele abusasse do meu corpo. Suas mãos me envolveram suavemente até prender meus seios. — Que peitos bons peitos – sussurrou no meu ouvido. Ele se referiu vulgarmente aos meus seios! Aquelas grosserias que eu ouvia na rua, agora eram ditas no meu ouvido. Minhas mãos se apoiaram com força nas dele, sobre meus peitos. – Já chega, solte-me, seu Tito – pedi, mas minhas mãos se apertaram contra mim, meu corpo não tinha intenção de resistir e entendi que me excitava pedir para parar e não ser atendida; que aquele velho não me desse ouvidos; que a sua tesão fosse mais forte. Me sentia desejada e abusada, mas sobretudo morta de excitação. Ele apertava meus peitos com paixão; os amassava com força, murmurando no meu ouvido que estavam grandes e firmes. Começou a me esfregar com mais força; tive que me apoiar no móvel da cozinha para não perder o equilíbrio, suas mãos apertavam meus peitos e seu corpo comprimia minha cintura contra os armários, para manter o volume dele na altura das minhas nádegas tive que flexionar levemente as pernas. Estava fora de mim, não parava de pensar no quão mórbida era a situação; aquele velho que todas as noites compartilhava a cama com aquela mulher velha que é a Raquel, agora tinha um corpo muito mais jovem e bem melhor formado para se satisfazer, e aquele corpo era meu, o de uma mulher casada; a esposa de seu vizinho impecável, e eu estava me deixando fazer aquilo só por puta; POR PUTA. Ele ficou um tempo massageando meus peitos e apertando de novo e de novo seu pacote contra minha bunda. Eu estava louca, parecia ter um orgasmo preso no meu interior; qualquer um diria que o pouco juízo que me restava me impedia de dar o prazer do triunfo àquele velho maldito; mas não, não era essa a razão, eu só queria que aquilo explodisse dentro de mim, a ideia de me sentir dominada pelo seu Tito me estremecia. O velho apoiou uma de suas mãos na parte superior da minha coxa direita, aos poucos foi subindo a saia até que pôde acariciar a pele da minha perna, me acariciou com ousadia; me virei um pouco e vi como ele observava seus movimentos por baixo da minha saia. Seu rosto era doentio, parecia um lunático, seu rosto enrugado traía um prazer mórbido. Quando repentinamente pegou na minha saia e a virou sobre minhas costas, o sorriso de deleite que surgiu ao ver minha pequena calcinha presa entre minhas nádegas redondas, me fez instintivamente empinar ainda mais minha bunda, mostrando-a em seu máximo esplendor. ─Isso, me mostra essa bunda como deve ser─ comentou enquanto dava uma forte palmada na minha raba. Seu comentário, misturado com o som alto da palmada, me fizeram entender que não havia mais volta, minha excitação era forte demais e eu não podia negá-la.; Don Tito me tinha em suas velhas e nojentas mãos. Enquanto continuava admirando minha bunda, pegou minhas nádegas e as separou, para apoiar sobre a linha do meu fio dental o volume grosso que se notava em sua calça. Quando soltou minhas nádegas senti entre elas as pulsações de seu membro excitado e enterrei minha bunda sob sua barriga. Ele me pegou pelos quadris nus e pressionou seu pacote com força, até pude ouvir um pequeno gemido vindo dele, ao mesmo tempo que um mais evidente escapou de mim. ─Uiii… mexe essa bunda, Cristina… rebola do jeito que a gente gosta de ver─ disse. Obedeci e empinei o máximo que pude a bunda, comecei a balançar suavemente de um lado para o outro enquanto esfregava em sua calça. Me virei por um instante; me excitava ver seu rosto, o velho estava na glória e o mórbido da situação me tinha na glória também. As palmadas na minha bunda começaram a soar e senti cócegas de dor nas minhas nádegas quando o veio se deliciava batendo nelas; essa dor me fazia sentir mais abusada; à mercê do ogro faminto por carne humana que me havia capturado, aquele ogro que agora ia saciar suas mais sujas e degeneradas perversões com meu corpo. Don Tito afastou seu volume da minha bunda, se pôs ao meu lado e apoiou sua mão na parte baixa das minhas costas. Começou a acariciar suavemente minha bunda, passava de uma nádega para a outra, seguia pelas minhas coxas e de vez em quando acariciava fugazmente minha virilha por sobre meu fio dental. Parei de mexer minha bunda, lamentei por um momento a interrupção das palmadas, mas logo elas voltaram e não vieram sozinhas. ─Que foi?!, eu não disse para parar, continua rebolando essa raba, sua vagabunda! ─exclamou enquanto me dava uma forte palmada. ─Como é que me chamou?…ui…Seu Tito…aaahhh….Como é que me chamou?.─balbuciei como pude, enquanto retomava descontroladamente o rebolado da minha bunda. ─Vagabunda…você não passa de uma vagabunda tarada…e ainda por cima com um corpinho de arrepiar…não se preocupa que eu vou te comer, vagabunda…e na cama do seu lindo marido. A dor, misturada com a excitação incrível que senti ao ouvi-lo me chamar de vagabunda, desencadearam um orgasmo que resultou em gemidos fortes e a tensão de todo o meu corpo. Enquanto gozava com aquela sensação, a ideia daquele velho falar mal do Pablo me excitava ainda mais, meu primeiro orgasmo daquele dia foi longo e intenso. ─AAAhhhhhh, para, Seu Tito…ui…por favor─ eu gemia enquanto recebia fortes palmadas na minha bunda. Fiquei parada sobre o balcão da cozinha; o Seu Tito percebeu que eu tinha acabado de ter um orgasmo e já não exigia que eu mexesse a bunda, limitou-se a me acariciar ou melhor, a me apalpar enquanto eu recuperava o fôlego. Meu rosto estava apoiado contra a parede, meus olhos fechados e a respiração forte denunciavam minha passividade. O velho se aproximou e enfiou a língua entre meus lábios, brincou um momento dentro da minha boca e depois lambeu meus lábios e bochecha. De um puxão só arrancou minha saia e jogou no chão; eu reagi e me afastei um metro dele. Lá estava eu, na frente do vizinho, com um fio dental minúsculo, uma blusinha molhada que grudava nos meus seios e em pé sobre umas sandálias de salto. Com certeza eu estava uma gostosa, porque o sorriso do velho era doentemente safado. Ele começou a se acariciar, massageando o volume na frente de mim; a ideia daquele velho se masturbando olhando para o meu corpo provocou o retorno daquela coceirinha que eu achava que tinha acabado depois do orgasmo. ─Você tá bem gostosa, Cristina, O filho da puta do seu marido tem sorte mesmo. — Por favor, não se refira a ele assim — repreendi sem muita convicção. — Ha ha… Como você quer que eu o chame?… Ah, sim, corno, essa é a palavra, é um filho da puta corno — disse enquanto apertava o volume na calça e me olhava nos olhos. — Acabei de apalpar como quis a sua linda esposa, até dei um beijinho nela e agora estou olhando ela semi-nua na minha frente enquanto bato uma boa punheta… definitivamente você é muito gostosa, olha essas pernas, estão um luxo!… Agora quero que desfile para mim, que me mostre esse corpão… Vai, anda como uma puta! Me esquenta!.
Cara, eu não gostei do que ele tinha dito, mas era verdade; eu era uma puta, uma puta que queria continuar brincando ou que brincassem com ela. Me perdoe, Pablo, me perdoe por não conseguir evitar me entregar como uma puta. Caminhei lentamente na frente dele. Meus passos mais ensaiados eu mostrei enquanto olhava o volume na calça dele; sabia que ele gostava que eu olhasse ali, e eu gostava de excitá-lo; esquentar aquele velho, um velho que nunca poderia sonhar com uma mulher como eu, me provocava demais. Quando passava perto dele, não perdia a oportunidade de me dar um tapa na bunda ou apalpar meus peitos, ao mesmo tempo que me enchia de insultos me chamando de puta ou vagabunda. Eu estava no céu.
— Isso, senhorita Cristina, balança essa bunda para esse velhinho tarado… me mostre o quão provocante pode ser a esposa do filho da puta do meu vizinho… que puta mais gostosa… e vai ser minha!… seu corpo vai ser meu… não é verdade?… não é verdade, Cristina?… não é verdade, puta?… Vamos, responde! — O velho se atravessou no meu caminho, me pegou pelos quadris e me olhou nos olhos com uma careta de satisfação interrompida no rosto.
— Sim… sim, Seu Tito… meu corpo será seu… e será como você quiser — respondi. Submissa diante do avanço das mãos dele, que meteu debaixo da minha blusa para apertar meus peitos.
— Você gosta que apalpem seus peitos?… putas como você gostam. — Sim, Seu Tito, eu gosto que apertem meus peitos — disse. tetas, me referindo aos meus próprios seios, gostei. Suas mãos levantaram minha blusa para poder ver como ele amassava meus peit… tetas. —E você gosta que chupem elas? Quer ser minha vaquinha leiteira?… Que tetas lindas, Cristina, com certeza seu marido idiota também gosta — disse enquanto começava a lamber meus mamilos. —Sim, ele gosta muito, Don Tito — respondi sem tirar os olhos da língua dele — ele se sente orgulhoso de ser o único que as beijou. Ao ouvir isso, ele apertou elas com força, enquanto o lamber das minhas tetas se transformou em chupadas e mordidas descontroladas. Pablo nunca me beijou assim; me sentia muito desejada e suja ao mesmo tempo por permitir que aquele velho nojento me apalpasse daquela maneira. Depois de alguns minutos, ele soltou minhas tetas para colocar as mãos na minha bunda, apertando e acariciando minhas nádegas violentamente. —E seu cu… merda, que delícia, você tem uma bunda de sonho, putinha… e quem tá massageando sou eu… aaaaaahhhh… e não aquele viadinho do seu marido… que rabão, puta… você gosta que mexam na sua bunda, putinha? —Adoro que mexam na minha bunda, Don Tito… uuuuyyyyy!… adoro esquentar velhos como o senhor… aaaaayyyyy… adoro que abusem da minha bunda… aaaaayyyyy não, não está bem… ai ai, por favor me solte, Don Tito, por favor não abuse de mim — disse como uma garotinha assustada, o que deixou o velho ainda mais excitado e ele voltou com suas palmadas fortes e adoráveis nas minhas nádegas. —Que puta você é, Cristina… uma puta linda, olha essa carinha de anjo… que lábios lindos… você gostaria que eu te premiasse com um doce? — O velho começou a desabotoar o cinto e quando ia desabotoar a calça, se arrependeu — Anda, procura ele, puta… mostra pra esse velho o que você gosta. Era o momento, até aquele instante não tinha percebido o quanto estava ansiosa para me comportar como uma verdadeira puta; tinha chegado a hora de fazer em vez de deixar fazer e minha excitação estava aumentando rapidamente. —Ande, senhorita Cristina, procure o que cachorras como você gostam. Te garanto que está bem duro; bem duro e É uma honra pra você. Anda aqui, sua vagabunda, me acaricia — O velho já tinha percebido o tesão que me dava ele me chamar de vagabunda, e sabia aproveitar. Eu estava assustada, sabia que era muito diferente deixar ser tocada a provocar prazer em outro homem, e mais ainda se fosse aquele velho que meu marido detestava, mas estava decidida a continuar brincando e a ideia de me entregar ao Seu Tito me deixava louca. Me deixar foder por aquele velho tarado me transformava numa vagabunda, e isso me encantava, eu queria ser uma vagabunda ansiosa por prazer… por pica. Aproximei minhas mãos do volume das calças dele; o velho suspirou de prazer quando apertei seu pacote, sentindo a dureza do seu membro. Ele me olhava com uma careta estranha, como um estuprador zombeteiro olha para sua vítima indefesa. Pude sentir um pênis longo e grosso sob o tecido, adorei, aquele velho é que estava com fogo, e me fazia sentir uma mulher de verdade. Desabotoei sua calça e o acariciei por baixo da cueca, fechei os olhos para curtir a sensação de tocar naquela velha barra de carne, uma das minhas mãos agarrou seus testículos peludos, que acariciei suavemente; a outra apertou com força seu mastro e, com um sutil sobe e desce, comecei a masturbá-lo. Ele me viu desprevenida e enfiou a língua na minha boca de novo, parecia que tinha juntado saliva para inundar meu rosto, era nojento mas excitante; devolvi o beijo como uma menina se deixando levar, como se fosse meu primeiro beijo, e depois me deixei ser lambida no rosto. A pele do seu membro estava lisa pela rigidez dele; a cabeça estava úmida e melava minha mão quando a acariciava. O tamanho do seu membro era maior que o do Pablo e isso me excitava, me esquentava a ideia de que aquele velho me desse mais prazer que meu marido; com seus anos a mais, sua barriga e sua cara feia, ele ia me comer como meu amado esposo nunca tinha feito. Seu Tito gentilmente me guiou em direção à mesa da cozinha. Eu, sem soltar seu membro, o segui; já estava perdida, estava com fome. — Agora você vai me chupar, vagabunda… vai chupar a pica do seu vizinho — disse Seu Tito. quando ele me forçava a me inclinar sobre a mesa. Ele me deixou apoiada em um canto dela, com minha cabeça na altura do seu membro e minha bunda empinada do outro lado. Enquanto acariciava minha bunda, ele começou a dar pequenas batidinhas no meu rosto com o pau dele. ─O que você acha do seu docinho? Hein, putinha, você gosta?─ começaram os tapas incríveis nas minhas nádegas─O que será que seu maridinho diria se te visse com meu pau na cara?….aaaaggghhh…vai! abre a boca, puta. ─Meu marido nunca me pediu para chupar ele, Don Tito─disse antes de desabotoar os últimos botões da sua camisa e passar sensualmente minha língua pela sua barriga peluda─ Seu pau de velho vai ser o primeiro que minha boca vai provar…. Você, Don Tito, vai ser o primeiro a enfiar seu pau na minha boca. Eu não conseguia acreditar no que meus lábios tinham acabado de pronunciar; sabia que aquilo ia esquentar o velho, e tinha consciência de que aquilo me excitava, mas dizer com aquela mistura de inocência e sensualidade me deixava impressionada. ─Então abre a boca, puta ─disse com sua voz rouca. Primeiro, passei minha língua pelo membro dele, ele se inclinava para poder ver por baixo da barriga. Percorri da base do seu pau grosso até a glande úmida, tinha um gosto de suor com uma pequena essência de urina; eu gostava, o gosto de tesão de velho me agradava, banhei o mastro dele com saliva e os testículos também, que ele me afundasse entre seus pelos para alcançar os testículos com minha língua o deixava louco, eu podia sentir isso nos apertões ou tapas na minha bunda. Quando envolvi a glande dele com meus lábios, cada uma de suas mãos apertou a respectiva nádega que estava presa. ─Isso, puta, chupa ele…mostra do que seu marido idiota tem perdido. Comecei a chupar o pau dele de forma faminta, enquanto meus lábios percorriam de cima até onde conseguia entrar na minha boca, minha mão apertava e masturbava o que ficava de fora; minha língua acariciava sua glande sem parar e minha bunda se mexia sem cessar. Já estava há um tempo assim quando comecei a diminuir o ritmo. ─Vamos, puta!, continua chupando... continua chupando o pau desse velho tarado — exclamou enquanto dava palmadas fortes nas minhas nádegas. Retomei meu ritmo, minha excitação tinha aumentado. Me tratar como puta e me ordenar a continuar me tornava mais desejável... mais puta... mais vulgar. Enquanto chupava, não conseguia evitar emitir sons de gemidos presos na garganta, meu tesão estava evidente; e ficava ainda mais óbvio quando eu diminuía a massagem no pau dele, com a intenção de que ele gritasse comigo de novo, me insultasse e me desse palmadas como uma menina que não cumpre sua tarefa. — Eu adoraria ver aquele filho da puta do seu marido vendo você me chupar... aaarrgg... esse corpão de mulher chupando para o vizinho desprezível dele... enquanto ele apalpa essa deliciosa bunda... aaaahhhh... isso, puta, engole tudo, sua putinha reverenda — dizia sabendo que eu ficava ainda mais excitada com seus insultos. Afastou seu delicioso instrumento de mim e se posicionou atrás de mim. Agarrou minha calcinha e a deixou na metade das minhas coxas. Olhei para ele, ele estava olhando minha bunda já nua e minha virilha totalmente exposta. Colocou a mão sobre minha vagina molhada e a acariciou, impregnando meus poucos pelos com meus próprios fluidos. — Você está toda molhada, puta... igual puta no cio — disse enquanto posicionava a ponta do pau sobre meus lábios vaginais. — Não, seu Tito, não mete... por favor... não me estupra — implorei sabendo que ele não me daria ouvidos; já disse, eu adoro que ele não ligue se eu quero ou não. — Você está louca para levar pau... sua puta do caralho... acha que vou te deixar assim não é... pois agora você vai me pedir... vai me pedir para meter... vai, pede para eu te atravessar... pede para eu te fazer minha... pede para eu possuir o corpo da mulher do meu vizinho... vai, puta, não vou meter até você me pedir — disse o velho enquanto esfregava a cabeça do pau na entrada da minha vagina. Ficou um tempo acariciando minha bunda e virilha com o falo dele, as palmadas continuavam nas minhas nádegas. Minha excitação me dominava, aquele velho estava me apalpando e olhando meu corpo nu, exceto pela minha blusa. molhada e já não aguentava mais a vontade de sentir ele dentro de mim. Virei para olhá-lo de novo, nossos olhares se encontraram, seu sorriso malicioso me fazia sentir dominada e descontroladamente excitada. ─Por favor, Seu Tito….aaaaayyyyyy….me coma…desconte o Pablo fodendo a mulher dele…quero sentir que você abusa de mim…uuuuyyyyy…quero sentir seu pau grosso dentro de mim…por favor, Seu Tito, me satisfaça e serei sua para sempre…para que você despeje seu prazer no meu corpo…por favor, Seu Tito, acalme meu fogo─ disse, olhando nos olhos dele de forma suplicante, enquanto eu mesma acariciava minha bunda e a rebolava do jeito que sabia que ele gostava. O velho aguentou até eu terminar meu pedido desesperado; ele se deliciou olhando meu rosto excitado enquanto eu pedia para ele me enfiar aquela rola. Parei de olhar quando ele me pegou pelos quadris, posicionou a ponta do seu membro e com uma única investida me enfiou tudo. Seu pau grosso abriu caminho no meu interior como uma broca. Arrancou um grito dilacerante de mim, a dor e o prazer se misturavam de forma exquisita entre minhas pernas. Ele ficou ali um momento, com toda a sua carne dentro de mim; nunca tinha sentido nada tão fundo. Me excitava pensar em como tinha deixado o velho vizinho me comer; a ideia era repetitiva, mas não conseguia parar de me excitar. De repente, começou o mete e saca violento, ele me segurava pelos quadris e me puxava para ele com a mesma força que estava me enfiando. Pude sentir a barriga dele na parte baixa das minhas costas quando ele se inclinou para agarrar meus peitos; ele estava sobre mim, me fodendo selvagemente. Eu tinha as pernas juntas, amarradas pelas minhas calcinhas na metade das coxas, e meus cotovelos, apoiados na mesa, davam espaço para ele apalpar à vontade meus peitos excitados. Ele me tinha montada como uma puta. ─¡Aaaaaayyyyyyy!….tá doendo!…….¡uuuuuuyyyyyy!…….tá me partindo!…….¡Seu Titooooo!…….¡NÃO PARE NÃOOOO!………¡NÃO, ME SOLTA, NÃO POSSO FAZER ISSO COM O PABLO!…….¡VELHO NOJENTO!..¡¡¡PARA DE ME ESTUPRAR!!!. ─¡CALA A BOCA, SUA PUTA MALDITA!…..¡SÓ ESTOU COMEÇANDO! COMEÇANDO!……QUE delícia é te comer!……AAAAARRRRGGGGG…….VOCÊ DISSE QUE SERIA MINHA SE EU TE METESSE!…..VOCÊ É MINHA, CRISTINA! AMANHÃ, QUANDO SEU MARIDO FILHO DA PUTA ESTIVER TRABALHANDO!….EU VOU VOLTAR PRA TE COMER DE NOVO!!!!!…….E VOCÊ VAI ME ESPERAR, OUVIU, VOCÊ VAI ME ESPERAR PORQUE VAI ESTAR COM FOME POR ESTE VELHO NOJENTO!─ ele gritava enquanto me fodia. ─Sim, seu Tito…..aaaayyyyyy….eu vou esperar, submissa e complacente…..disposta a tudo!…..vou ser sua putinha…..uuuuyyyyy…….A mulher do Pablo VAI SER SUA CACHORRA!…..AAAAHHHHH…….AAAAAHHHHH─ Meu segundo orgasmo explodiu, foi longo e intenso, mas não me deixou satisfeita; me deixou cansada e mais calma, mas não satisfeita, ainda estava com fome. O velho parou, não tirou de dentro, mas ficou quieto, parado atrás de mim. Não demorei muito para começar a me mover num vai e vem suave, agora era eu quem estava comendo o pau dele. Podia sentir minhas nádegas batendo na virilha dele quando minha bunda enfiava sob a barriga. Me movia em direção à mesa sentindo o atrito do membro dele dentro de mim, para depois enfiá-lo de novo e sentir a pele peluda dele nas minhas coxas e nádegas. ─Isso, putinha….come gostoso….mostra que você gosta…..mostra que você adora─ dizia o veio enquanto acariciava minhas costas.─Agora mais rápido….mais rápido, eu disse!─ Ele voltou a dar tapas nas minhas nádegas com as mãos enrugadas. Acelerei o ritmo dos meus movimentos. Ele não se mexia, era eu quem, sob o jugo das suas palmadas, devorava a ferramenta dele entre minhas pernas num entra e sai frenético, como uma gostosa satisfazendo seu cavaleiro. Sabia que ele adorava me ver me dando prazer com o pau dele, sabia que ele gozava enquanto me deixava bater só pra manter o falo dele dentro de mim. Me sentir como a putinha dele; ouvi-lo me insultar, e insultar meu marido, me deixava descontrolada. Meu único controle se baseava em deixar ele abusar do meu corpo, contanto que continuasse me dando prazer, me mantinha submissa a ele. Depois de um tempo curtindo meus movimentos, surpreendentemente ele se afastou de mim, tirando e me deixando com uma um vazio enorme entre as pernas. Olhei de novo o que estava fazendo e me assustei ao vê-lo puxando as calças pra cima. ─Continue, seu Tito… por favor, continue abusando de mim─ supliquei, ofegante. ─Quero continuar gozando você na sua cama de puta, onde você dorme com seu lindo maridinho─ disse o velho maldito. ─Não, por favor seu Tito, não nos humilhe assim. Por favor, eu imploro, faça o que quiser comigo, mas não o humilhe desse jeito!─ roguei, levantando da mesa. ─Só pelo prazer de humilhar ele, vou foder a esposa dele na própria cama e você vai me seguir; porque você é uma puta faminta por pica e minha pica vai pro seu quarto. E não demore, puta, ou o gozo que tenho guardado pra você, vou derramar no travesseiro dele─ disse, arrastando seu corpo desengonçado pra fora da cozinha. Ajustei minha calcinha fio-dental; minha blusa, dessa vez molhada pelo meu próprio suor, continuava colada no meu corpo. Não conseguia acreditar que aquele velho tinha me deixado largada na cozinha, afirmando que eu não aguentaria a vontade de segui-lo. Ele queria humilhar o Paulo me comendo na nossa cama matrimonial. Peguei minha saia curta e pensei em vesti-la, ir atrás daquele velho maldito e expulsá-lo da minha casa. Ele poderia me bater e me violentar brutalmente ali mesmo, talvez fosse mais baixo e mais velho, mas ainda era mais forte que eu. A ideia me excitou. Depois pensei em segui-lo, dar o gosto pra aquele veio de merda; mostrar que, contanto que ele continuasse abusando de mim, eu humilharia meu amado marido da pior forma. Percebi que eu gostava, gostava da ideia de ser submissa a ele e entregar meu corpo na nossa cama. Fiquei excitada, parecia uma viciada aflita pela falta da droga; eu precisava de pica e iria atrás dela, não importando as consequências. Quando entrei no quarto, me senti como uma menina indo à aula pela primeira vez; estava nervosa, ansiosa e assustada, mesmo assim caminhei com um andar sensual e orgulhoso. Ele estava nu ao lado da cama, só usando umas meias velhas que aparentemente não pensava em tirar. ─Vem aqui, Cristina, vem pras minhas mãos que você alcance. Vem, satisfaça o Don Tito, esse velhinho que vai te dar o que você merece — disse o miserável vejete. Me aproximei dele, como ele ordenou. De um puxão, ele arrancou todos os botões da minha blusa e deixou meus peitos livres diante dele. Não demorou para pegá-los entre suas mãos e chupá-los como um bezerro faminto; suas mãos percorreram minha bunda e ele gostava de puxar meu fio dental para que ele apertasse contra minha intimidade, enquanto sua língua subia em direção ao meu pescoço e depois ao meu rosto, onde inclusive se atreveu a me beijar nojentamente. Me excitei. Respondi ao seu beijo nojento como uma vadia vil. Pela primeira vez senti sua pele peluda e enrugada abraçar meu corpo. Já descontrolada, me entreguei e o abracei pelos ombros, deixando todo meu corpo à sua mercê, e sem nenhuma proteção. Acariciei suavemente sua nuca enquanto me deliciava. Ele me afastou bruscamente, e desta vez foi meu fio dental minúsculo que foi arrancado de mim com um puxão forte. Ele me pegou pelo braço e me jogou sobre a cama, caí de costas, dominada, entregue, excitada. Ele se masturbava lentamente, enquanto se deleitava olhando meu corpo com aquela careta doentia que tanto me excitava. — Abre suas pernas, puta, mostra para esse velho como você se entrega na cama onde dorme com seu marido… e me peça, peça para eu te pegar, para te foder como uma puta — disse o velho com malícia. Olhei para ele, sabia que ele gostava de me ver nos olhos quando eu pedi, lastimável, para ele me pegar, quando eu pedia como uma mulher desesperada. — Don Titoooo… por favor… me possua aqui… na cama que divido com o Pablo — Abri minhas pernas lentamente, dobrando meus joelhos expus completamente minha intimidade, me oferecendo como uma puta — Vem, velho… aaayyyy… abuse do meu corpo… abuse do corpo da mulher de outro homem… uuuuyyyyyy… use-a como uma puta. — continuei, enquanto minhas mãos percorriam suavemente minha virilha e meus peitos, expostos para ele. — Don Tito, vem me pegar… enfia esse pau gostoso… goza em mim… vem, velho… me come… violenta a mulher de seu vizinho… descontraia em mim… vamos, Seu Tito, desabafe usando meu corpo─fechei os olhos e virei o rosto, mergulhando na excitação que aquelas palavras tinham acabado de provocar em mim, deixando claro que o corpo exuberante e nu sobre a cama: o corpo da mulher do filho da puta do seu vizinho, era dele. Bastou sentir que ele subia na cama para eu começar a gemer delicadamente. Senti a ponta do pau dele na minha buceta. Enquanto ele afundava dentro de mim, senti a barriga dele cair sobre meu ventre esbelto e sua língua começar a percorrer meu pescoço. Envolvi-o com minhas pernas, sua contextura flácida me lembrava a diferença de idade. Sua pele peluda e enrugada se achatava sob a pressão das minhas coxas. Sua respiração era pesada e ansiosa, parecia um cachorro desesperado. A ideia de me deixar gozar por um velho que poderia ser meu pai, um velho gordo e feio; e que ainda por cima era inimigo do meu marido, me excitava de um jeito incrível. O vai e vem frenético, a foda que o Seu Tito estava me dando, arrancavam gritos de prazer de mim, meu terceiro orgasmo não demorou a chegar. Cansada, mas ainda entregue às enfiadas do velho, abri os olhos. A fotografia do meu casamento sobre a mesinha de cabeceira, comigo de noiva e o Pablo sorrindo ao meu lado, era testemunha do abuso do meu corpo. Meus olhos grudaram na fotografia, senti lágrimas brotarem e escorrerem pelas minhas bochechas. As lágrimas eram por um sentimento de culpa, culpa por não conseguir dizer não àquele velho que se saciava comigo. Pedi perdão ao Pablo, voltei a apertar com minhas pernas o corpo do meu estuprador; abracei-o; acariciei suas costas peludas; busquei sua boca ofegante e beijei-o como a mulher faminta que eu era. ─Me dá mais forte….aaaahhhh….me dá mais forte, seu velho nojento….me fode mais duro─gemia suplicante, colada nos seus lábios e ainda com lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas. Ele percebeu minha tristeza, o que provocou nele uma risada debochada. ─Já é tarde, Cristina… seu corpo já é meu… sente o meu pau….você é uma puta nojenta….afundada aos desejos de qualquer um que queira te dar pau… a qualquer um que queira gozar do seu corpão… até esse velho que você tem montando em você — me torturava, provocando ondas de prazer. Ele se levantou sobre os joelhos, juntou minhas pernas e as apoiou sobre seu ombro direito e continuou com fortes embestidas, chegando a sacar seu garboso pau para depois enterrá-lo até o mais profundo de uma só vez. Nessa posição, com minha bunda novamente à vista, batendo na sua virilha sob sua barriga, e ao alcance de suas mãos, as palmadas voltaram a ressoar como chicotadas de prazer no ritmo do seu vai e vem. — Toma, puta …… assim que você gosta de levar?!…..aaaarrrrgggg… você é uma garotinha má que merece ter a bunda destruída a porradas — balbuciava agarrando minhas pernas contra seu peito — Isso, puta!…. adoro ver como seus peitos pulam… grita, puta, continua gritando… me mostra como você gosta de pau; como você gosta que enfiem pau em você. Seus insultos; seus golpes; seu olhar de desprezo me tinham em êxtase. Eu o vi arremetendo contra meu corpo ardente com uma ânsia de desejo e ódio. Quando ele cuspiu em mim, fazendo com que sua saliva caísse no meu rosto, eu incentivei recolhendo os restos de sua humilhação, com movimentos famintos da minha língua. Eu era sua puta e contanto que ele continuasse me comendo, era capaz disso e mais. De repente, suas embestidas diminuíram a intensidade até ele sacar seu membro do meu interior. Meu corpo ainda seguia o vai e vem extinto com ânsia de luxúria. — Continua, Don Tito… me dá mais pau — pedi entre gemidos. — Vou te dar, puta, não se preocupe — respondeu enquanto seus dedos passeavam da minha intimidade inundada até meu buraco posterior virgem — Alguma vez seu marido pediu sua bunda? — Sim, Don Tito — respondi percebendo que a resposta não o agradou muito — mas não entreguei a ele, ele queria mas eu neguei — aquela leve expressão zombeteira voltou a aparecer em seu rosto. — Pois será meu, vou desflorar seu cu, putinha — disse enquanto esfregava a cabeça do pau contra meu ânus. — Não!… oh meu Deus não, por favor, Don Tito, não─suplicou envolta em desejo. Senti seu membro afundar até a metade, minhas pernas travaram suas leves tentativas de se libertar de seus braços, ficando imóveis diante da empalação que estava sofrendo. Fiquei muda, e só quando ele o enterrou de uma vez por todas e senti suas bolas peludas entre minhas nádegas é que soltei um grito forte de dor. A dor me inundou; meus gritos pareceram incentivar suas investidas, que de estocadas suaves rapidamente se transformaram em facadas frenéticas. ─TÁ DOENDO!…AAAAAAAHHHHHH…TIRA ISSO, SEU VELHO NOJENTO!.. AAYYYYYY…TÁ DOENDO!….¡AAAAYYYYY!…TÁ ME PARTINDO, DON TITO!…AAYYY… TÁ ME PARTINDO AO MEIO….TÁ DOENDO!─ gritei, enquanto meus gritos se misturavam com gemidos de prazer─ ¡AAAYYYYY!…QUE GOSTOSO…..ME FODE, SEU VELHO DE MERDA!…¡AAAAAAAAHHHHHH!…ME ENFIA ATÉ O FIM! ─que cuzinho apertado, sua vagabunda…isso, engole tudo….aaaaagggghhhh…você gostaria que seu marido me visse metendo no seu cu?…aaaarrggg…que soubesse que puta é a mulher dele…o quanto ela adora uma pica…tanto que qualquer vagabundo vem e enfia no seu rabo…TOMA, PUTINHA!…SENTE ATÉ O FONDO!─rosnou enquanto me fodia de um jeito que me senti partida ao meio, ele entrou mais fundo que nunca e a dor foi tanta que me provocou convulsões de prazer; estava tendo o orgasmo mais incrível da minha vida. Ele agarrou um dos meus peitos e apertou com força, ao mesmo tempo que puxava seu pau do meu cu para me esguichar com seus jatos de porra. Meus peitos; meu pescoço; meu rosto, estavam sendo inundados pela porra daquele velho nojento. ─TOMA, PUTINHA!…AQUI ESTÁ SEU LECO!…VAGABUNDA! …PUTA! …Safada! …Vadia! …Piranha! …Cachorra! …Vagaba!─gritava. Seu orgasmo me pareceu infinito. Meu corpo recebia suas descargas de porra com fome; entre incríveis contorções de prazer, eu tentava receber até a última gota de porra na minha pele. Minhas mãos espalharam sua porra pelos meus peitos, dando-lhes um brilho excitante, enquanto meus lábios capturavam os restos. que estivessem ao seu alcance, devorando o elixir requintado de sua humilhação. —Ah, você está toda banhada de porra, sua putinha, saboreie, aproveite como sei que você gosta. É assim que fica a puta do meu vizinho; a puta da mulher do meu vizinho… que rabão gostoso você tem… e acabei de meter até o talo — terminou me dando um tapa forte na bunda e, deixando minhas pernas caírem para o lado, ele se levantou. Fiquei exausta sobre a cama, sua última palmada ainda marcada na minha pele. Ofegante, vi enquanto ele se vestia. Ao lado dele, a foto do meu casamento me lembrava que eu tinha sido humilhada e abusada na cama que dividia com Pablo. Aquele velho nojento me fez dele; a mim, a mulher de seu vizinho odiado. E agora ele se vestia para me deixar aí, abusada, usada, vexada e estuprada, mas acima de tudo dominada. Ele fez o que quis comigo e agora ia embora; satisfeito. Pegou minhas chaves de casa, que estavam no criado-mudo, viu a foto, levantou-a para ver melhor, virou-se para mim e aquele maldito sorriso de prazer voltou a aparecer em seu rosto. Jogou a foto ao meu lado. —Nada me daria mais prazer do que ficar e ver a cara do seu marido ao te ver toda banhada na minha porra, como uma puta nojenta — disse o velho, guardando as chaves — mas prefiro que, por enquanto, ele não saiba; agora você é minha e pretendo aproveitar você, Cristina. Chegará o dia em que vou gozar humilhando ele. Sentei na cama e me cobri com os lençóis. Ele se aproximou e, apoiando um dedo no meu queixo, levantou meu rosto para que eu o olhasse. —Levo as chaves porque, de agora em diante, pretendo entrar nesta casa quando eu quiser — disse com sua voz rouca — Voltarei depois do almoço, quero que você tome um banho e me espere na cama… com seu enxoval de noiva vestido, entendeu? — ficou me encarando, esperando uma resposta — Entendeu? — perguntou de novo. —Sim, Seu Tito. Ele foi embora, saiu do quarto e então ouvi a porta da rua se fechar. Levei as mãos ao rosto e chorei; de vergonha; de raiva; de alegria, não sei, só sei que chorei nua sobre a cama, sentindo o sêmen secar na minha pele, e minha Meu ânus ardia. As lágrimas escapavam por entre meus dedos para molhar os lençóis que me cobriam. Tomei um banho, decidi fazer minhas malas; era meio-dia. Por aqui costumamos almoçar por volta das duas. Isso me dava duas horas para arrumar as coisas e ir embora daqui. Ligaria para Pablo da casa dos meus pais para que ele me buscasse lá, e iríamos para longe, sem explicações no meio. Ele faria isso por mim, ele me amava e iria comigo sem perguntar nada, num gesto romântico típico dele. Enquanto arrumava, encontrei meu enxoval de noiva, lembrei das palavras daquele velho. Me acalmei, minha pressa havia se dissipado; minha atenção total se fixou nas minúsculas peças brancas que cobriram meu corpo na minha noite de núpcias. Minhas cinta-ligas; meu sutiã de renda e a calcinha fio dental deslizaram entre meus dedos, estavam macios e lembrei o quanto Pablo gostava deles; ele dizia que eu ficava linda, que podia estar muito cansado, mas bastava me surpreender com essas peças adornando meu corpo, que ele não aguentava a vontade de fazer amor comigo. Quando percebi, já as tinha vestido, estava em frente ao espelho e admirava o quão sensual eu parecia; minha cinturinha fina, abrindo-se em um quadril lindo, dava suporte à minha calcinha minúscula. Me virei de lado; o conjunto daquele fio sumindo entre minhas nádegas, com aquela fina cinta-liga roçando minha bunda e se unindo às minhas ligas na metade da coxa, me faziam parecer incrível. Estranhava nunca ter parado para me observar, aquele sutiã de meia taça unia meus seios gloriosos criando uma vista incrível do decote. Andei olhando para o espelho, me senti sensual, me senti como uma mulher excitante… e gostei. Me aproximei lentamente da cama. Enquanto trocava os lençóis, vieram à minha mente as imagens daquele velho abusando de mim; aquele velho que compartilhava noite após noite a cama com uma velha, tinha gozado do meu corpo, um corpaço como ele mesmo chamou, um corpo jovem e lindo que certamente nem na juventude ele pôde desfrutar; e eu… e eu Eu tinha deixado, deixei ele me apalpar e depois me penetrar; eu era uma puta… tinha sido a puta dele; sua puta, só porque ele me pegou, esse era meu preço, não pedia mais nada, só que me gozassem. Me enfiei entre os lençóis limpos, sentia meu corpo apertado pelo enxoval; deitei de lado, dando as costas para a entrada do quarto, e esperei. Lembrei do Pablo, sabia que ele só chegaria às sete, ele estava trabalhando e nunca suspeitaria do que sua mulher estava fazendo na sua ausência. De repente, a fechadura da porta da frente rangiu; os passos foram direto para o quarto e depois para a beira da cama; num puxão, o lençol que me cobria ficou aos meus pés e um sonoro e zombeteiro "uauuu". Senti o peso de outra pessoa na cama e depois uma mão áspera me puxou pela cintura. ─Vem cá, putinha. Não vou entrar em detalhes sobre o que o Don Tito me fez aquela tarde. Me penetrou; me insultou; me deu palmadas; até começou me penetrando por trás para depois terminar na minha buceta. "Vou te dar um filho, puta", ele gemeu enquanto me enchia com seu sêmen. Depois me obrigou a chupá-lo por quase uma hora, enquanto me apalpava, insultava e dava tapas na minha bunda, até que ele gozou na minha boca e me forçou a engolir toda a porra… voltei a me comportar como uma puta. Os dias passaram e me tornei uma puta submissa e obediente para o velho, ele me fez fazer muitas coisas que nem nos meus piores pesadelos imaginei que um dia seria obrigada a fazer. Talvez outro dia eu conte essas coisas, agora preciso me arrumar para cumprir o que ele me ordenou para hoje; ontem contei a ele sobre o velho tarado do parque e sobre o que ele despertou em mim. "Temos que premiar esse iluminado", foram as palavras dele.
Cara, eu não gostei do que ele tinha dito, mas era verdade; eu era uma puta, uma puta que queria continuar brincando ou que brincassem com ela. Me perdoe, Pablo, me perdoe por não conseguir evitar me entregar como uma puta. Caminhei lentamente na frente dele. Meus passos mais ensaiados eu mostrei enquanto olhava o volume na calça dele; sabia que ele gostava que eu olhasse ali, e eu gostava de excitá-lo; esquentar aquele velho, um velho que nunca poderia sonhar com uma mulher como eu, me provocava demais. Quando passava perto dele, não perdia a oportunidade de me dar um tapa na bunda ou apalpar meus peitos, ao mesmo tempo que me enchia de insultos me chamando de puta ou vagabunda. Eu estava no céu.
— Isso, senhorita Cristina, balança essa bunda para esse velhinho tarado… me mostre o quão provocante pode ser a esposa do filho da puta do meu vizinho… que puta mais gostosa… e vai ser minha!… seu corpo vai ser meu… não é verdade?… não é verdade, Cristina?… não é verdade, puta?… Vamos, responde! — O velho se atravessou no meu caminho, me pegou pelos quadris e me olhou nos olhos com uma careta de satisfação interrompida no rosto.
— Sim… sim, Seu Tito… meu corpo será seu… e será como você quiser — respondi. Submissa diante do avanço das mãos dele, que meteu debaixo da minha blusa para apertar meus peitos.
— Você gosta que apalpem seus peitos?… putas como você gostam. — Sim, Seu Tito, eu gosto que apertem meus peitos — disse. tetas, me referindo aos meus próprios seios, gostei. Suas mãos levantaram minha blusa para poder ver como ele amassava meus peit… tetas. —E você gosta que chupem elas? Quer ser minha vaquinha leiteira?… Que tetas lindas, Cristina, com certeza seu marido idiota também gosta — disse enquanto começava a lamber meus mamilos. —Sim, ele gosta muito, Don Tito — respondi sem tirar os olhos da língua dele — ele se sente orgulhoso de ser o único que as beijou. Ao ouvir isso, ele apertou elas com força, enquanto o lamber das minhas tetas se transformou em chupadas e mordidas descontroladas. Pablo nunca me beijou assim; me sentia muito desejada e suja ao mesmo tempo por permitir que aquele velho nojento me apalpasse daquela maneira. Depois de alguns minutos, ele soltou minhas tetas para colocar as mãos na minha bunda, apertando e acariciando minhas nádegas violentamente. —E seu cu… merda, que delícia, você tem uma bunda de sonho, putinha… e quem tá massageando sou eu… aaaaaahhhh… e não aquele viadinho do seu marido… que rabão, puta… você gosta que mexam na sua bunda, putinha? —Adoro que mexam na minha bunda, Don Tito… uuuuyyyyy!… adoro esquentar velhos como o senhor… aaaaayyyyy… adoro que abusem da minha bunda… aaaaayyyyy não, não está bem… ai ai, por favor me solte, Don Tito, por favor não abuse de mim — disse como uma garotinha assustada, o que deixou o velho ainda mais excitado e ele voltou com suas palmadas fortes e adoráveis nas minhas nádegas. —Que puta você é, Cristina… uma puta linda, olha essa carinha de anjo… que lábios lindos… você gostaria que eu te premiasse com um doce? — O velho começou a desabotoar o cinto e quando ia desabotoar a calça, se arrependeu — Anda, procura ele, puta… mostra pra esse velho o que você gosta. Era o momento, até aquele instante não tinha percebido o quanto estava ansiosa para me comportar como uma verdadeira puta; tinha chegado a hora de fazer em vez de deixar fazer e minha excitação estava aumentando rapidamente. —Ande, senhorita Cristina, procure o que cachorras como você gostam. Te garanto que está bem duro; bem duro e É uma honra pra você. Anda aqui, sua vagabunda, me acaricia — O velho já tinha percebido o tesão que me dava ele me chamar de vagabunda, e sabia aproveitar. Eu estava assustada, sabia que era muito diferente deixar ser tocada a provocar prazer em outro homem, e mais ainda se fosse aquele velho que meu marido detestava, mas estava decidida a continuar brincando e a ideia de me entregar ao Seu Tito me deixava louca. Me deixar foder por aquele velho tarado me transformava numa vagabunda, e isso me encantava, eu queria ser uma vagabunda ansiosa por prazer… por pica. Aproximei minhas mãos do volume das calças dele; o velho suspirou de prazer quando apertei seu pacote, sentindo a dureza do seu membro. Ele me olhava com uma careta estranha, como um estuprador zombeteiro olha para sua vítima indefesa. Pude sentir um pênis longo e grosso sob o tecido, adorei, aquele velho é que estava com fogo, e me fazia sentir uma mulher de verdade. Desabotoei sua calça e o acariciei por baixo da cueca, fechei os olhos para curtir a sensação de tocar naquela velha barra de carne, uma das minhas mãos agarrou seus testículos peludos, que acariciei suavemente; a outra apertou com força seu mastro e, com um sutil sobe e desce, comecei a masturbá-lo. Ele me viu desprevenida e enfiou a língua na minha boca de novo, parecia que tinha juntado saliva para inundar meu rosto, era nojento mas excitante; devolvi o beijo como uma menina se deixando levar, como se fosse meu primeiro beijo, e depois me deixei ser lambida no rosto. A pele do seu membro estava lisa pela rigidez dele; a cabeça estava úmida e melava minha mão quando a acariciava. O tamanho do seu membro era maior que o do Pablo e isso me excitava, me esquentava a ideia de que aquele velho me desse mais prazer que meu marido; com seus anos a mais, sua barriga e sua cara feia, ele ia me comer como meu amado esposo nunca tinha feito. Seu Tito gentilmente me guiou em direção à mesa da cozinha. Eu, sem soltar seu membro, o segui; já estava perdida, estava com fome. — Agora você vai me chupar, vagabunda… vai chupar a pica do seu vizinho — disse Seu Tito. quando ele me forçava a me inclinar sobre a mesa. Ele me deixou apoiada em um canto dela, com minha cabeça na altura do seu membro e minha bunda empinada do outro lado. Enquanto acariciava minha bunda, ele começou a dar pequenas batidinhas no meu rosto com o pau dele. ─O que você acha do seu docinho? Hein, putinha, você gosta?─ começaram os tapas incríveis nas minhas nádegas─O que será que seu maridinho diria se te visse com meu pau na cara?….aaaaggghhh…vai! abre a boca, puta. ─Meu marido nunca me pediu para chupar ele, Don Tito─disse antes de desabotoar os últimos botões da sua camisa e passar sensualmente minha língua pela sua barriga peluda─ Seu pau de velho vai ser o primeiro que minha boca vai provar…. Você, Don Tito, vai ser o primeiro a enfiar seu pau na minha boca. Eu não conseguia acreditar no que meus lábios tinham acabado de pronunciar; sabia que aquilo ia esquentar o velho, e tinha consciência de que aquilo me excitava, mas dizer com aquela mistura de inocência e sensualidade me deixava impressionada. ─Então abre a boca, puta ─disse com sua voz rouca. Primeiro, passei minha língua pelo membro dele, ele se inclinava para poder ver por baixo da barriga. Percorri da base do seu pau grosso até a glande úmida, tinha um gosto de suor com uma pequena essência de urina; eu gostava, o gosto de tesão de velho me agradava, banhei o mastro dele com saliva e os testículos também, que ele me afundasse entre seus pelos para alcançar os testículos com minha língua o deixava louco, eu podia sentir isso nos apertões ou tapas na minha bunda. Quando envolvi a glande dele com meus lábios, cada uma de suas mãos apertou a respectiva nádega que estava presa. ─Isso, puta, chupa ele…mostra do que seu marido idiota tem perdido. Comecei a chupar o pau dele de forma faminta, enquanto meus lábios percorriam de cima até onde conseguia entrar na minha boca, minha mão apertava e masturbava o que ficava de fora; minha língua acariciava sua glande sem parar e minha bunda se mexia sem cessar. Já estava há um tempo assim quando comecei a diminuir o ritmo. ─Vamos, puta!, continua chupando... continua chupando o pau desse velho tarado — exclamou enquanto dava palmadas fortes nas minhas nádegas. Retomei meu ritmo, minha excitação tinha aumentado. Me tratar como puta e me ordenar a continuar me tornava mais desejável... mais puta... mais vulgar. Enquanto chupava, não conseguia evitar emitir sons de gemidos presos na garganta, meu tesão estava evidente; e ficava ainda mais óbvio quando eu diminuía a massagem no pau dele, com a intenção de que ele gritasse comigo de novo, me insultasse e me desse palmadas como uma menina que não cumpre sua tarefa. — Eu adoraria ver aquele filho da puta do seu marido vendo você me chupar... aaarrgg... esse corpão de mulher chupando para o vizinho desprezível dele... enquanto ele apalpa essa deliciosa bunda... aaaahhhh... isso, puta, engole tudo, sua putinha reverenda — dizia sabendo que eu ficava ainda mais excitada com seus insultos. Afastou seu delicioso instrumento de mim e se posicionou atrás de mim. Agarrou minha calcinha e a deixou na metade das minhas coxas. Olhei para ele, ele estava olhando minha bunda já nua e minha virilha totalmente exposta. Colocou a mão sobre minha vagina molhada e a acariciou, impregnando meus poucos pelos com meus próprios fluidos. — Você está toda molhada, puta... igual puta no cio — disse enquanto posicionava a ponta do pau sobre meus lábios vaginais. — Não, seu Tito, não mete... por favor... não me estupra — implorei sabendo que ele não me daria ouvidos; já disse, eu adoro que ele não ligue se eu quero ou não. — Você está louca para levar pau... sua puta do caralho... acha que vou te deixar assim não é... pois agora você vai me pedir... vai me pedir para meter... vai, pede para eu te atravessar... pede para eu te fazer minha... pede para eu possuir o corpo da mulher do meu vizinho... vai, puta, não vou meter até você me pedir — disse o velho enquanto esfregava a cabeça do pau na entrada da minha vagina. Ficou um tempo acariciando minha bunda e virilha com o falo dele, as palmadas continuavam nas minhas nádegas. Minha excitação me dominava, aquele velho estava me apalpando e olhando meu corpo nu, exceto pela minha blusa. molhada e já não aguentava mais a vontade de sentir ele dentro de mim. Virei para olhá-lo de novo, nossos olhares se encontraram, seu sorriso malicioso me fazia sentir dominada e descontroladamente excitada. ─Por favor, Seu Tito….aaaaayyyyyy….me coma…desconte o Pablo fodendo a mulher dele…quero sentir que você abusa de mim…uuuuyyyyy…quero sentir seu pau grosso dentro de mim…por favor, Seu Tito, me satisfaça e serei sua para sempre…para que você despeje seu prazer no meu corpo…por favor, Seu Tito, acalme meu fogo─ disse, olhando nos olhos dele de forma suplicante, enquanto eu mesma acariciava minha bunda e a rebolava do jeito que sabia que ele gostava. O velho aguentou até eu terminar meu pedido desesperado; ele se deliciou olhando meu rosto excitado enquanto eu pedia para ele me enfiar aquela rola. Parei de olhar quando ele me pegou pelos quadris, posicionou a ponta do seu membro e com uma única investida me enfiou tudo. Seu pau grosso abriu caminho no meu interior como uma broca. Arrancou um grito dilacerante de mim, a dor e o prazer se misturavam de forma exquisita entre minhas pernas. Ele ficou ali um momento, com toda a sua carne dentro de mim; nunca tinha sentido nada tão fundo. Me excitava pensar em como tinha deixado o velho vizinho me comer; a ideia era repetitiva, mas não conseguia parar de me excitar. De repente, começou o mete e saca violento, ele me segurava pelos quadris e me puxava para ele com a mesma força que estava me enfiando. Pude sentir a barriga dele na parte baixa das minhas costas quando ele se inclinou para agarrar meus peitos; ele estava sobre mim, me fodendo selvagemente. Eu tinha as pernas juntas, amarradas pelas minhas calcinhas na metade das coxas, e meus cotovelos, apoiados na mesa, davam espaço para ele apalpar à vontade meus peitos excitados. Ele me tinha montada como uma puta. ─¡Aaaaaayyyyyyy!….tá doendo!…….¡uuuuuuyyyyyy!…….tá me partindo!…….¡Seu Titooooo!…….¡NÃO PARE NÃOOOO!………¡NÃO, ME SOLTA, NÃO POSSO FAZER ISSO COM O PABLO!…….¡VELHO NOJENTO!..¡¡¡PARA DE ME ESTUPRAR!!!. ─¡CALA A BOCA, SUA PUTA MALDITA!…..¡SÓ ESTOU COMEÇANDO! COMEÇANDO!……QUE delícia é te comer!……AAAAARRRRGGGGG…….VOCÊ DISSE QUE SERIA MINHA SE EU TE METESSE!…..VOCÊ É MINHA, CRISTINA! AMANHÃ, QUANDO SEU MARIDO FILHO DA PUTA ESTIVER TRABALHANDO!….EU VOU VOLTAR PRA TE COMER DE NOVO!!!!!…….E VOCÊ VAI ME ESPERAR, OUVIU, VOCÊ VAI ME ESPERAR PORQUE VAI ESTAR COM FOME POR ESTE VELHO NOJENTO!─ ele gritava enquanto me fodia. ─Sim, seu Tito…..aaaayyyyyy….eu vou esperar, submissa e complacente…..disposta a tudo!…..vou ser sua putinha…..uuuuyyyyy…….A mulher do Pablo VAI SER SUA CACHORRA!…..AAAAHHHHH…….AAAAAHHHHH─ Meu segundo orgasmo explodiu, foi longo e intenso, mas não me deixou satisfeita; me deixou cansada e mais calma, mas não satisfeita, ainda estava com fome. O velho parou, não tirou de dentro, mas ficou quieto, parado atrás de mim. Não demorei muito para começar a me mover num vai e vem suave, agora era eu quem estava comendo o pau dele. Podia sentir minhas nádegas batendo na virilha dele quando minha bunda enfiava sob a barriga. Me movia em direção à mesa sentindo o atrito do membro dele dentro de mim, para depois enfiá-lo de novo e sentir a pele peluda dele nas minhas coxas e nádegas. ─Isso, putinha….come gostoso….mostra que você gosta…..mostra que você adora─ dizia o veio enquanto acariciava minhas costas.─Agora mais rápido….mais rápido, eu disse!─ Ele voltou a dar tapas nas minhas nádegas com as mãos enrugadas. Acelerei o ritmo dos meus movimentos. Ele não se mexia, era eu quem, sob o jugo das suas palmadas, devorava a ferramenta dele entre minhas pernas num entra e sai frenético, como uma gostosa satisfazendo seu cavaleiro. Sabia que ele adorava me ver me dando prazer com o pau dele, sabia que ele gozava enquanto me deixava bater só pra manter o falo dele dentro de mim. Me sentir como a putinha dele; ouvi-lo me insultar, e insultar meu marido, me deixava descontrolada. Meu único controle se baseava em deixar ele abusar do meu corpo, contanto que continuasse me dando prazer, me mantinha submissa a ele. Depois de um tempo curtindo meus movimentos, surpreendentemente ele se afastou de mim, tirando e me deixando com uma um vazio enorme entre as pernas. Olhei de novo o que estava fazendo e me assustei ao vê-lo puxando as calças pra cima. ─Continue, seu Tito… por favor, continue abusando de mim─ supliquei, ofegante. ─Quero continuar gozando você na sua cama de puta, onde você dorme com seu lindo maridinho─ disse o velho maldito. ─Não, por favor seu Tito, não nos humilhe assim. Por favor, eu imploro, faça o que quiser comigo, mas não o humilhe desse jeito!─ roguei, levantando da mesa. ─Só pelo prazer de humilhar ele, vou foder a esposa dele na própria cama e você vai me seguir; porque você é uma puta faminta por pica e minha pica vai pro seu quarto. E não demore, puta, ou o gozo que tenho guardado pra você, vou derramar no travesseiro dele─ disse, arrastando seu corpo desengonçado pra fora da cozinha. Ajustei minha calcinha fio-dental; minha blusa, dessa vez molhada pelo meu próprio suor, continuava colada no meu corpo. Não conseguia acreditar que aquele velho tinha me deixado largada na cozinha, afirmando que eu não aguentaria a vontade de segui-lo. Ele queria humilhar o Paulo me comendo na nossa cama matrimonial. Peguei minha saia curta e pensei em vesti-la, ir atrás daquele velho maldito e expulsá-lo da minha casa. Ele poderia me bater e me violentar brutalmente ali mesmo, talvez fosse mais baixo e mais velho, mas ainda era mais forte que eu. A ideia me excitou. Depois pensei em segui-lo, dar o gosto pra aquele veio de merda; mostrar que, contanto que ele continuasse abusando de mim, eu humilharia meu amado marido da pior forma. Percebi que eu gostava, gostava da ideia de ser submissa a ele e entregar meu corpo na nossa cama. Fiquei excitada, parecia uma viciada aflita pela falta da droga; eu precisava de pica e iria atrás dela, não importando as consequências. Quando entrei no quarto, me senti como uma menina indo à aula pela primeira vez; estava nervosa, ansiosa e assustada, mesmo assim caminhei com um andar sensual e orgulhoso. Ele estava nu ao lado da cama, só usando umas meias velhas que aparentemente não pensava em tirar. ─Vem aqui, Cristina, vem pras minhas mãos que você alcance. Vem, satisfaça o Don Tito, esse velhinho que vai te dar o que você merece — disse o miserável vejete. Me aproximei dele, como ele ordenou. De um puxão, ele arrancou todos os botões da minha blusa e deixou meus peitos livres diante dele. Não demorou para pegá-los entre suas mãos e chupá-los como um bezerro faminto; suas mãos percorreram minha bunda e ele gostava de puxar meu fio dental para que ele apertasse contra minha intimidade, enquanto sua língua subia em direção ao meu pescoço e depois ao meu rosto, onde inclusive se atreveu a me beijar nojentamente. Me excitei. Respondi ao seu beijo nojento como uma vadia vil. Pela primeira vez senti sua pele peluda e enrugada abraçar meu corpo. Já descontrolada, me entreguei e o abracei pelos ombros, deixando todo meu corpo à sua mercê, e sem nenhuma proteção. Acariciei suavemente sua nuca enquanto me deliciava. Ele me afastou bruscamente, e desta vez foi meu fio dental minúsculo que foi arrancado de mim com um puxão forte. Ele me pegou pelo braço e me jogou sobre a cama, caí de costas, dominada, entregue, excitada. Ele se masturbava lentamente, enquanto se deleitava olhando meu corpo com aquela careta doentia que tanto me excitava. — Abre suas pernas, puta, mostra para esse velho como você se entrega na cama onde dorme com seu marido… e me peça, peça para eu te pegar, para te foder como uma puta — disse o velho com malícia. Olhei para ele, sabia que ele gostava de me ver nos olhos quando eu pedi, lastimável, para ele me pegar, quando eu pedia como uma mulher desesperada. — Don Titoooo… por favor… me possua aqui… na cama que divido com o Pablo — Abri minhas pernas lentamente, dobrando meus joelhos expus completamente minha intimidade, me oferecendo como uma puta — Vem, velho… aaayyyy… abuse do meu corpo… abuse do corpo da mulher de outro homem… uuuuyyyyyy… use-a como uma puta. — continuei, enquanto minhas mãos percorriam suavemente minha virilha e meus peitos, expostos para ele. — Don Tito, vem me pegar… enfia esse pau gostoso… goza em mim… vem, velho… me come… violenta a mulher de seu vizinho… descontraia em mim… vamos, Seu Tito, desabafe usando meu corpo─fechei os olhos e virei o rosto, mergulhando na excitação que aquelas palavras tinham acabado de provocar em mim, deixando claro que o corpo exuberante e nu sobre a cama: o corpo da mulher do filho da puta do seu vizinho, era dele. Bastou sentir que ele subia na cama para eu começar a gemer delicadamente. Senti a ponta do pau dele na minha buceta. Enquanto ele afundava dentro de mim, senti a barriga dele cair sobre meu ventre esbelto e sua língua começar a percorrer meu pescoço. Envolvi-o com minhas pernas, sua contextura flácida me lembrava a diferença de idade. Sua pele peluda e enrugada se achatava sob a pressão das minhas coxas. Sua respiração era pesada e ansiosa, parecia um cachorro desesperado. A ideia de me deixar gozar por um velho que poderia ser meu pai, um velho gordo e feio; e que ainda por cima era inimigo do meu marido, me excitava de um jeito incrível. O vai e vem frenético, a foda que o Seu Tito estava me dando, arrancavam gritos de prazer de mim, meu terceiro orgasmo não demorou a chegar. Cansada, mas ainda entregue às enfiadas do velho, abri os olhos. A fotografia do meu casamento sobre a mesinha de cabeceira, comigo de noiva e o Pablo sorrindo ao meu lado, era testemunha do abuso do meu corpo. Meus olhos grudaram na fotografia, senti lágrimas brotarem e escorrerem pelas minhas bochechas. As lágrimas eram por um sentimento de culpa, culpa por não conseguir dizer não àquele velho que se saciava comigo. Pedi perdão ao Pablo, voltei a apertar com minhas pernas o corpo do meu estuprador; abracei-o; acariciei suas costas peludas; busquei sua boca ofegante e beijei-o como a mulher faminta que eu era. ─Me dá mais forte….aaaahhhh….me dá mais forte, seu velho nojento….me fode mais duro─gemia suplicante, colada nos seus lábios e ainda com lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas. Ele percebeu minha tristeza, o que provocou nele uma risada debochada. ─Já é tarde, Cristina… seu corpo já é meu… sente o meu pau….você é uma puta nojenta….afundada aos desejos de qualquer um que queira te dar pau… a qualquer um que queira gozar do seu corpão… até esse velho que você tem montando em você — me torturava, provocando ondas de prazer. Ele se levantou sobre os joelhos, juntou minhas pernas e as apoiou sobre seu ombro direito e continuou com fortes embestidas, chegando a sacar seu garboso pau para depois enterrá-lo até o mais profundo de uma só vez. Nessa posição, com minha bunda novamente à vista, batendo na sua virilha sob sua barriga, e ao alcance de suas mãos, as palmadas voltaram a ressoar como chicotadas de prazer no ritmo do seu vai e vem. — Toma, puta …… assim que você gosta de levar?!…..aaaarrrrgggg… você é uma garotinha má que merece ter a bunda destruída a porradas — balbuciava agarrando minhas pernas contra seu peito — Isso, puta!…. adoro ver como seus peitos pulam… grita, puta, continua gritando… me mostra como você gosta de pau; como você gosta que enfiem pau em você. Seus insultos; seus golpes; seu olhar de desprezo me tinham em êxtase. Eu o vi arremetendo contra meu corpo ardente com uma ânsia de desejo e ódio. Quando ele cuspiu em mim, fazendo com que sua saliva caísse no meu rosto, eu incentivei recolhendo os restos de sua humilhação, com movimentos famintos da minha língua. Eu era sua puta e contanto que ele continuasse me comendo, era capaz disso e mais. De repente, suas embestidas diminuíram a intensidade até ele sacar seu membro do meu interior. Meu corpo ainda seguia o vai e vem extinto com ânsia de luxúria. — Continua, Don Tito… me dá mais pau — pedi entre gemidos. — Vou te dar, puta, não se preocupe — respondeu enquanto seus dedos passeavam da minha intimidade inundada até meu buraco posterior virgem — Alguma vez seu marido pediu sua bunda? — Sim, Don Tito — respondi percebendo que a resposta não o agradou muito — mas não entreguei a ele, ele queria mas eu neguei — aquela leve expressão zombeteira voltou a aparecer em seu rosto. — Pois será meu, vou desflorar seu cu, putinha — disse enquanto esfregava a cabeça do pau contra meu ânus. — Não!… oh meu Deus não, por favor, Don Tito, não─suplicou envolta em desejo. Senti seu membro afundar até a metade, minhas pernas travaram suas leves tentativas de se libertar de seus braços, ficando imóveis diante da empalação que estava sofrendo. Fiquei muda, e só quando ele o enterrou de uma vez por todas e senti suas bolas peludas entre minhas nádegas é que soltei um grito forte de dor. A dor me inundou; meus gritos pareceram incentivar suas investidas, que de estocadas suaves rapidamente se transformaram em facadas frenéticas. ─TÁ DOENDO!…AAAAAAAHHHHHH…TIRA ISSO, SEU VELHO NOJENTO!.. AAYYYYYY…TÁ DOENDO!….¡AAAAYYYYY!…TÁ ME PARTINDO, DON TITO!…AAYYY… TÁ ME PARTINDO AO MEIO….TÁ DOENDO!─ gritei, enquanto meus gritos se misturavam com gemidos de prazer─ ¡AAAYYYYY!…QUE GOSTOSO…..ME FODE, SEU VELHO DE MERDA!…¡AAAAAAAAHHHHHH!…ME ENFIA ATÉ O FIM! ─que cuzinho apertado, sua vagabunda…isso, engole tudo….aaaaagggghhhh…você gostaria que seu marido me visse metendo no seu cu?…aaaarrggg…que soubesse que puta é a mulher dele…o quanto ela adora uma pica…tanto que qualquer vagabundo vem e enfia no seu rabo…TOMA, PUTINHA!…SENTE ATÉ O FONDO!─rosnou enquanto me fodia de um jeito que me senti partida ao meio, ele entrou mais fundo que nunca e a dor foi tanta que me provocou convulsões de prazer; estava tendo o orgasmo mais incrível da minha vida. Ele agarrou um dos meus peitos e apertou com força, ao mesmo tempo que puxava seu pau do meu cu para me esguichar com seus jatos de porra. Meus peitos; meu pescoço; meu rosto, estavam sendo inundados pela porra daquele velho nojento. ─TOMA, PUTINHA!…AQUI ESTÁ SEU LECO!…VAGABUNDA! …PUTA! …Safada! …Vadia! …Piranha! …Cachorra! …Vagaba!─gritava. Seu orgasmo me pareceu infinito. Meu corpo recebia suas descargas de porra com fome; entre incríveis contorções de prazer, eu tentava receber até a última gota de porra na minha pele. Minhas mãos espalharam sua porra pelos meus peitos, dando-lhes um brilho excitante, enquanto meus lábios capturavam os restos. que estivessem ao seu alcance, devorando o elixir requintado de sua humilhação. —Ah, você está toda banhada de porra, sua putinha, saboreie, aproveite como sei que você gosta. É assim que fica a puta do meu vizinho; a puta da mulher do meu vizinho… que rabão gostoso você tem… e acabei de meter até o talo — terminou me dando um tapa forte na bunda e, deixando minhas pernas caírem para o lado, ele se levantou. Fiquei exausta sobre a cama, sua última palmada ainda marcada na minha pele. Ofegante, vi enquanto ele se vestia. Ao lado dele, a foto do meu casamento me lembrava que eu tinha sido humilhada e abusada na cama que dividia com Pablo. Aquele velho nojento me fez dele; a mim, a mulher de seu vizinho odiado. E agora ele se vestia para me deixar aí, abusada, usada, vexada e estuprada, mas acima de tudo dominada. Ele fez o que quis comigo e agora ia embora; satisfeito. Pegou minhas chaves de casa, que estavam no criado-mudo, viu a foto, levantou-a para ver melhor, virou-se para mim e aquele maldito sorriso de prazer voltou a aparecer em seu rosto. Jogou a foto ao meu lado. —Nada me daria mais prazer do que ficar e ver a cara do seu marido ao te ver toda banhada na minha porra, como uma puta nojenta — disse o velho, guardando as chaves — mas prefiro que, por enquanto, ele não saiba; agora você é minha e pretendo aproveitar você, Cristina. Chegará o dia em que vou gozar humilhando ele. Sentei na cama e me cobri com os lençóis. Ele se aproximou e, apoiando um dedo no meu queixo, levantou meu rosto para que eu o olhasse. —Levo as chaves porque, de agora em diante, pretendo entrar nesta casa quando eu quiser — disse com sua voz rouca — Voltarei depois do almoço, quero que você tome um banho e me espere na cama… com seu enxoval de noiva vestido, entendeu? — ficou me encarando, esperando uma resposta — Entendeu? — perguntou de novo. —Sim, Seu Tito. Ele foi embora, saiu do quarto e então ouvi a porta da rua se fechar. Levei as mãos ao rosto e chorei; de vergonha; de raiva; de alegria, não sei, só sei que chorei nua sobre a cama, sentindo o sêmen secar na minha pele, e minha Meu ânus ardia. As lágrimas escapavam por entre meus dedos para molhar os lençóis que me cobriam. Tomei um banho, decidi fazer minhas malas; era meio-dia. Por aqui costumamos almoçar por volta das duas. Isso me dava duas horas para arrumar as coisas e ir embora daqui. Ligaria para Pablo da casa dos meus pais para que ele me buscasse lá, e iríamos para longe, sem explicações no meio. Ele faria isso por mim, ele me amava e iria comigo sem perguntar nada, num gesto romântico típico dele. Enquanto arrumava, encontrei meu enxoval de noiva, lembrei das palavras daquele velho. Me acalmei, minha pressa havia se dissipado; minha atenção total se fixou nas minúsculas peças brancas que cobriram meu corpo na minha noite de núpcias. Minhas cinta-ligas; meu sutiã de renda e a calcinha fio dental deslizaram entre meus dedos, estavam macios e lembrei o quanto Pablo gostava deles; ele dizia que eu ficava linda, que podia estar muito cansado, mas bastava me surpreender com essas peças adornando meu corpo, que ele não aguentava a vontade de fazer amor comigo. Quando percebi, já as tinha vestido, estava em frente ao espelho e admirava o quão sensual eu parecia; minha cinturinha fina, abrindo-se em um quadril lindo, dava suporte à minha calcinha minúscula. Me virei de lado; o conjunto daquele fio sumindo entre minhas nádegas, com aquela fina cinta-liga roçando minha bunda e se unindo às minhas ligas na metade da coxa, me faziam parecer incrível. Estranhava nunca ter parado para me observar, aquele sutiã de meia taça unia meus seios gloriosos criando uma vista incrível do decote. Andei olhando para o espelho, me senti sensual, me senti como uma mulher excitante… e gostei. Me aproximei lentamente da cama. Enquanto trocava os lençóis, vieram à minha mente as imagens daquele velho abusando de mim; aquele velho que compartilhava noite após noite a cama com uma velha, tinha gozado do meu corpo, um corpaço como ele mesmo chamou, um corpo jovem e lindo que certamente nem na juventude ele pôde desfrutar; e eu… e eu Eu tinha deixado, deixei ele me apalpar e depois me penetrar; eu era uma puta… tinha sido a puta dele; sua puta, só porque ele me pegou, esse era meu preço, não pedia mais nada, só que me gozassem. Me enfiei entre os lençóis limpos, sentia meu corpo apertado pelo enxoval; deitei de lado, dando as costas para a entrada do quarto, e esperei. Lembrei do Pablo, sabia que ele só chegaria às sete, ele estava trabalhando e nunca suspeitaria do que sua mulher estava fazendo na sua ausência. De repente, a fechadura da porta da frente rangiu; os passos foram direto para o quarto e depois para a beira da cama; num puxão, o lençol que me cobria ficou aos meus pés e um sonoro e zombeteiro "uauuu". Senti o peso de outra pessoa na cama e depois uma mão áspera me puxou pela cintura. ─Vem cá, putinha. Não vou entrar em detalhes sobre o que o Don Tito me fez aquela tarde. Me penetrou; me insultou; me deu palmadas; até começou me penetrando por trás para depois terminar na minha buceta. "Vou te dar um filho, puta", ele gemeu enquanto me enchia com seu sêmen. Depois me obrigou a chupá-lo por quase uma hora, enquanto me apalpava, insultava e dava tapas na minha bunda, até que ele gozou na minha boca e me forçou a engolir toda a porra… voltei a me comportar como uma puta. Os dias passaram e me tornei uma puta submissa e obediente para o velho, ele me fez fazer muitas coisas que nem nos meus piores pesadelos imaginei que um dia seria obrigada a fazer. Talvez outro dia eu conte essas coisas, agora preciso me arrumar para cumprir o que ele me ordenou para hoje; ontem contei a ele sobre o velho tarado do parque e sobre o que ele despertou em mim. "Temos que premiar esse iluminado", foram as palavras dele.
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