Bom, como alguns já sabem, vingança é minha praia. Não sou uma pessoa ruim, mas adoro colocar de quatro as mulheres daqueles que um dia me fizeram mal.
Essa não foi exceção. Em 2022, apareceu um negócio que ia me render quase 100 mil dólares de lucro, pra mim e pro meu sócio, cada um. Meu sócio... um cara de 34 anos, tranquilo até então. Sempre concordamos em várias coisas e fechamos muitos negócios juntos, não tinha motivo pra desconfiar dele. Além disso, a mulher dele, Georgina, me odiava porque dizia que eu estava levando o marido pro mau caminho por ser mais novo que ele, enfim. Nesse negócio que íamos fazer, os dois precisávamos investir um capital de pelo menos 2 mil dólares em alguns insumos. Aí eu falei: "Beleza, pega meus 2 mil, e amanhã eu venho aqui."
No dia seguinte, a gente tinha que viajar às 6 da manhã pra buscar nossos lucros. Quando cheguei em casa umas 22h, meu sócio me ligou dizendo que não íamos poder viajar porque o negócio tinha furado. Beleza, até aí tudo certo, sou um cara de negócios e sei que essas coisas acontecem...
Uns dias depois, tava passando perto da casa dele e resolvi passar pra dar um oi. Vi que tinha um carro mais novo estacionado na frente. Parei, bati na porta, e saiu a esposa dele... uma gostosa linda de 30 anos, olhos verdes, cabelo preto cacheado, uma raba e uns peitos maravilhosos. E ainda por cima, quando falava comigo, sempre chegava perto e olhava pra minha boca, me deixando todo desconfortável. Ela saiu e disse: "Oi, 'Z', o Eduardo não tá, saiu há pouco."
Eu falei: "Ah, beleza, ok, sem problema. Fala pra ele que passei pra dar um oi."
Virei as costas, entrei no carro e fui embora. Andei umas quadras e cruzei com uma ex-namorada minha (prima do meu sócio), uma mina bem putinha haha, a gente tinha umas aventuras do caralho. Parei pra falar com ela, e conversando, conversando, ela disse: "Você também tá bem igual ao Edu?"
Eu: "Por quê?"
Ela: "Porque uns dias atrás ele tava com uma caixa de tênis cheia de dólares. de um negócio que ele fez com uma máquina colheitadeira"
(Negócio que a gente devia fazer junto e, além disso, ele não me devolveu os 2 mil dólares da suposta grana que investi)
Eu: "Ah é? Olha só, então o Eduardo tá bem, hein?"
Liguei o carro quase no talo, pensando: filho da puta, você vai me pagar...
O tempo foi passando, obviamente parei de ir na casa dele e ele parou de vir na minha, e também paramos de nos falar por telefone.
Uma manhã, eu tava deitado na cama descansando, e o celular começou a vibrar. Olhei pra tela e era um número desconhecido. Por costume, não atendo número privado. Tocou de novo, aí atendi.
Eu: "Alô?"
Voz de mulher do outro lado: "Alô, Z, preciso de ajuda."
Eu: "Quem tá falando?"
Voz de mulher: "Sou a Georgina. O Eduardo saiu com o carro, deu um problema e ele acertou uma pessoa num supermercado. Agora não deixam ele sair porque tiraram as chaves do carro e tão esperando a polícia. Pelo amor de Deus, me ajuda."
Eu: "Tá, fala onde ele tá que já vou."
Ela: "Ele tá na rua tal, no supermercado."
Eu: "Ahhh, já sei qual é. Fala pra ele que tô indo."
Ela: "Eu também vou. A gente se encontra lá."
Peguei o carro que tinha deixado na calçada. Pra minha sorte, é um dos mais chamativos que tenho. Indo pro supermercado onde o Eduardo tinha ficado, cruzei com a mulher dele. Quando vi, ela tava dirigindo o carro que tava estacionado na frente da casa, e tudo começou a fazer sentido...
Chegando lá, peguei um semáforo e parei. Ela conseguiu passar. Quando tô chegando, vejo o Eduardo entrando no carro dela. Aí encostei com o meu carro e falei: "Anda duas quadras, me dá esse carro e vão embora neste."
E ele responde: "Não, não vou nesse não, porque esse é muito chamativo. Mas vê se você consegue voltar no supermercado, que deixei meu celular lá."
Quando chego no supermercado... com quem eu cruzo quase de frente? Com a amante do Eduardo, aquela que eu cobria quando ele escapava da Georgina pra ir Encontrar ela, e falei: "E aí, Tami, beleza?"
Ela: "Oi Z, tudo bem? Por favor, não conta pra ninguém que me viu, você veio buscar o celular do Edu?"
Eu sorri e respondi: "Fica tranquila, ninguém vai ficar sabendo, cê me conhece. Vim buscar o phone sim."
Ela me deu o celular, entrei no carro e fui embora. Quando tava indo pra casa do Eduardo, passei numa esquina e vi que uma viatura tinha parado ele e a esposa. Óbvio que parei pra perguntar o que tava rolando, pra ver se dava pra dar um jeito. O policial, bem educado, explicou que tinham que levar o Eduardo porque ele agrediu um cara no supermercado.
Beleza, falei pra Georgina: "Não se preocupa, vou ligar pros meus advogados agora e a gente vê como resolve." Entreguei o celular do Eduardo pra ela e fui embora.
No dia seguinte, ela me liga de novo e diz: "Z, tudo bem? Dá pra vir aqui? Tentaram arrombar a casa."
Fui rápido pra casa da Georgina. Quando cheguei, não vi nenhuma porta arrombada nem nada, eram 14h. Perguntei: "O que houve? Você e os meninos tão bem?"
Ela: "Tô mais ou menos, obrigada por vir. Desculpa te incomodar, mas ontem à noite ouvi uns barulhos no telhado e fiquei com medo."
Aí eu saí pro quintal da casa dela, não vi nada estranho nem fora do lugar, até as bicicletas das crianças estavam lá, intactas. Quando voltei pra dentro, a Georgina tava com o celular do Eduardo na mão e falou: "Você sabia de alguma coisa disso?"
E me mostrou uma foto do Eduardo beijando a Tâmara, dentro do chat com ela, que tava salva como "Prima Dai".
Eu, fingindo que não sabia de nada: "Não, juro que não."
E ela: "Qual é, Z, você era sócio dele. Ele te passou a perna nos negócios, por que você ia querer esconder?"
Eu: "Por isso mesmo, não tenho motivo pra esconder. Eu não sabia de nada, e também não sei quem é essa mina."
Ela começou a chorar, e me senti mal. Então abracei ela e falei pra ficar tranquila, que tudo ia dar certo, que ele ia sair logo e eles iam poder se resolver. falar
Quando ela se acalmou um pouco, eu fui embora
Um dia, o Eduardo me liga da cadeia e diz: “Oi Z, como cê tá? Me faz um favor? Dá pra levar um dinheiro pra Georgina? Amanhã é o aniversário de um dos meus filhinhos e congelaram minhas contas bancárias.”
Eu: “Claro, Edu, sem problema. Quanto precisa?”
Ele: “Dá pra levar pelo menos 30 mil?”
Eu: “Fechou, fica tranquilo. Avisa ela que passo daqui a pouco.”
Acontece que eles nem se falavam mais, porque já tava tudo uma merda. Fui na casa da Georgina, bati na porta e quando ela abriu, me atendeu com um sorriso: “Oooola Z, como cê tá? Entra, entra.”
Ela tava com uma legging colorida, e puta que pariu, que rabo marcado, uma loucura.
Eu: “E aí, Gorda, tudo bem?”
Ela: “Tudo, tudo. Tô me virando sozinha por aqui. Aquele ali já faz meses que não manda nem um centavo, e fiquei sabendo que a tal da Tamara vai visitar ele na cadeia.”
Eu, nem lerdo nem preguiçoso: “Ah, mas então cê tá perdendo tempo, hein? Tem que arrumar alguém também.”
Ela: “É, já vamos ver.”
Nisso, ela tava cozinhando de costas pra mim, enquanto eu tava encostado na bancada antes de entrar na cozinha, sem parar de olhar praquele rabo.
Cheguei por trás, ela se virou e ficou me encarando. E olha, ela sempre olha pra sua boca, sei lá o que tem.
Falei: “Me dá um abraço.”
Abracei ela bem forte, pra sentir o abraço, e passando a mão nas costas dela, falei: “Fica tranquila que você vai conseguir.”
Ela se aninhou no meu peito, ficou lá se apoiando, e disse: “Valeu, sério mesmo.”
Eu: “Sem problema, vim trazer um dinheiro pra você.”
Ela: “Não, pelo amor, como vou aceitar dinheiro de você? Ainda mais que tô mal, depois não vou conseguir te pagar e não quero ficar mal com a única pessoa que vem ver como eu tô.”
Eu: “Não, fica tranquila, não precisa me devolver.”
Abri a carteira na mesma hora, tirei 300 dólares e entreguei pra ela: “Toma, pega.” Vamos fingir que é um presente pra gente fazer as pazes" — falei.
Ela me olha e pergunta: "As pazes por quê?"
Eu: "Porque já sei que você não me queria."
Ela: "Isso era antes."
Eu, sem me segurar mais, vendo que ela olhava pros meus lábios, instintivamente soltei: "Geor, por favor, não olha mais pra minha boca enquanto eu falo, porque você fala aqui perto e me olha assim... e não quero que você me dê um murro."
Ela: "Te deixo nervoso? E por que eu te daria um murro?"
Eu: "Nervoso, sim. E sei lá, capaz que escape um beijo e você me acerte por abusado."
Na mesma hora, olhando pra minha boca e sem falar nada, ela começou a se aproximar pra me beijar. Comecei a agarrá-la de beijos na cozinha. A primeira coisa que fiz foi pegar naquele rabo lindo que ela tem. Essa gata tava há meses sem transar, e se transou, devia ter sido super rápido, porque o idiota do Eduardo só ficava comendo as amantes. Enquanto eu a apalpava, empurrei ela contra a bancada e meti a mão por dentro da legging pela frente... era uma enxurrada ali embaixo, de tão molhada que a desgraçada tava. Ela desabotoou meu cinto e, enquanto a gente se beijava, puxou minha rola pra fora da calça e começou a me punhetar. Uma cena super quente, tudo isso sem parar de nos beijar desenfreadamente. Virei ela, mandei apoiar as mãos na bancada da cozinha, abaixei um pouco a legging sem tirar a calcinha fio dental porque, óbvio, não queria perder aquele rabo de fio dental. QUE CALCINHA LINDA que essa gata tava usando, branca de renda com uns babadinhos nas laterais, sinistra. Só puxei ela pro lado e comecei a meter pica sem parar naquela puta, ela gemendo e eu apalpando os peitos dela com uma mão e segurando o rosto com a outra. Ela parou e falou: "Vamos pra cima" (pro quarto).
Subimos e ela tirou toda a roupa. O corpo dela... uma escultura. Que pedaço de mina abandonada que o Eduardo deixou, sendo que a Tâmara era um bagre perto da Georgina. Ela sentou na cama e disse: "Vem."
Cheguei perto e... Ela começou a chupar rápido que nem uma louquinha, a gostosa tava sedenta de pica, mal. Eu deitei e falei: "vem pra cima de mim", sabendo que assim ia fazer ela gozar. Ela começou a cavalgar com aquela raba enorme em cima da minha pica, até que eu parei ela, fiz ela deitar no meu peito e era minha vez. Comecei a comer ela, metendo a pica até o talo dos ovos dentro daquela buceta inundada de fluido. Fiz ela gozar e ela falou: "para, para, que ficou sensível".
Eu não queria parar. Tirei ela de cima de mim e coloquei ela de lado, tipo colherinha. Não dava pra não apreciar a vista daquela raba. Agarrei os peitos dela com uma mão e comecei a meter, porrada atrás de porrada. Gozei dentro sem perguntar, enchi ela de porra, literalmente, e ela disse: "Isso é o que dá se fazer de quem tem amantes. Agora eu comi o ex-sócio dele".
Vocês devem estar pensando... O Z quis se vingar porque o ferraram num negócio, mas... dessa vez me usaram como instrumento de vingança, e de novo eu digo... que gostosa é a vingança, kkkk.
As fotos dessa puta:
P.S.: ainda tô devendo a de corpo inteiro pra vocês, mas a gente continua se falando no WhatsApp com umas conversas bem quentes, só que ainda não mandou nudes..
Essa não foi exceção. Em 2022, apareceu um negócio que ia me render quase 100 mil dólares de lucro, pra mim e pro meu sócio, cada um. Meu sócio... um cara de 34 anos, tranquilo até então. Sempre concordamos em várias coisas e fechamos muitos negócios juntos, não tinha motivo pra desconfiar dele. Além disso, a mulher dele, Georgina, me odiava porque dizia que eu estava levando o marido pro mau caminho por ser mais novo que ele, enfim. Nesse negócio que íamos fazer, os dois precisávamos investir um capital de pelo menos 2 mil dólares em alguns insumos. Aí eu falei: "Beleza, pega meus 2 mil, e amanhã eu venho aqui."
No dia seguinte, a gente tinha que viajar às 6 da manhã pra buscar nossos lucros. Quando cheguei em casa umas 22h, meu sócio me ligou dizendo que não íamos poder viajar porque o negócio tinha furado. Beleza, até aí tudo certo, sou um cara de negócios e sei que essas coisas acontecem...
Uns dias depois, tava passando perto da casa dele e resolvi passar pra dar um oi. Vi que tinha um carro mais novo estacionado na frente. Parei, bati na porta, e saiu a esposa dele... uma gostosa linda de 30 anos, olhos verdes, cabelo preto cacheado, uma raba e uns peitos maravilhosos. E ainda por cima, quando falava comigo, sempre chegava perto e olhava pra minha boca, me deixando todo desconfortável. Ela saiu e disse: "Oi, 'Z', o Eduardo não tá, saiu há pouco."
Eu falei: "Ah, beleza, ok, sem problema. Fala pra ele que passei pra dar um oi."
Virei as costas, entrei no carro e fui embora. Andei umas quadras e cruzei com uma ex-namorada minha (prima do meu sócio), uma mina bem putinha haha, a gente tinha umas aventuras do caralho. Parei pra falar com ela, e conversando, conversando, ela disse: "Você também tá bem igual ao Edu?"
Eu: "Por quê?"
Ela: "Porque uns dias atrás ele tava com uma caixa de tênis cheia de dólares. de um negócio que ele fez com uma máquina colheitadeira"
(Negócio que a gente devia fazer junto e, além disso, ele não me devolveu os 2 mil dólares da suposta grana que investi)
Eu: "Ah é? Olha só, então o Eduardo tá bem, hein?"
Liguei o carro quase no talo, pensando: filho da puta, você vai me pagar...
O tempo foi passando, obviamente parei de ir na casa dele e ele parou de vir na minha, e também paramos de nos falar por telefone.
Uma manhã, eu tava deitado na cama descansando, e o celular começou a vibrar. Olhei pra tela e era um número desconhecido. Por costume, não atendo número privado. Tocou de novo, aí atendi.
Eu: "Alô?"
Voz de mulher do outro lado: "Alô, Z, preciso de ajuda."
Eu: "Quem tá falando?"
Voz de mulher: "Sou a Georgina. O Eduardo saiu com o carro, deu um problema e ele acertou uma pessoa num supermercado. Agora não deixam ele sair porque tiraram as chaves do carro e tão esperando a polícia. Pelo amor de Deus, me ajuda."
Eu: "Tá, fala onde ele tá que já vou."
Ela: "Ele tá na rua tal, no supermercado."
Eu: "Ahhh, já sei qual é. Fala pra ele que tô indo."
Ela: "Eu também vou. A gente se encontra lá."
Peguei o carro que tinha deixado na calçada. Pra minha sorte, é um dos mais chamativos que tenho. Indo pro supermercado onde o Eduardo tinha ficado, cruzei com a mulher dele. Quando vi, ela tava dirigindo o carro que tava estacionado na frente da casa, e tudo começou a fazer sentido...
Chegando lá, peguei um semáforo e parei. Ela conseguiu passar. Quando tô chegando, vejo o Eduardo entrando no carro dela. Aí encostei com o meu carro e falei: "Anda duas quadras, me dá esse carro e vão embora neste."
E ele responde: "Não, não vou nesse não, porque esse é muito chamativo. Mas vê se você consegue voltar no supermercado, que deixei meu celular lá."
Quando chego no supermercado... com quem eu cruzo quase de frente? Com a amante do Eduardo, aquela que eu cobria quando ele escapava da Georgina pra ir Encontrar ela, e falei: "E aí, Tami, beleza?"
Ela: "Oi Z, tudo bem? Por favor, não conta pra ninguém que me viu, você veio buscar o celular do Edu?"
Eu sorri e respondi: "Fica tranquila, ninguém vai ficar sabendo, cê me conhece. Vim buscar o phone sim."
Ela me deu o celular, entrei no carro e fui embora. Quando tava indo pra casa do Eduardo, passei numa esquina e vi que uma viatura tinha parado ele e a esposa. Óbvio que parei pra perguntar o que tava rolando, pra ver se dava pra dar um jeito. O policial, bem educado, explicou que tinham que levar o Eduardo porque ele agrediu um cara no supermercado.
Beleza, falei pra Georgina: "Não se preocupa, vou ligar pros meus advogados agora e a gente vê como resolve." Entreguei o celular do Eduardo pra ela e fui embora.
No dia seguinte, ela me liga de novo e diz: "Z, tudo bem? Dá pra vir aqui? Tentaram arrombar a casa."
Fui rápido pra casa da Georgina. Quando cheguei, não vi nenhuma porta arrombada nem nada, eram 14h. Perguntei: "O que houve? Você e os meninos tão bem?"
Ela: "Tô mais ou menos, obrigada por vir. Desculpa te incomodar, mas ontem à noite ouvi uns barulhos no telhado e fiquei com medo."
Aí eu saí pro quintal da casa dela, não vi nada estranho nem fora do lugar, até as bicicletas das crianças estavam lá, intactas. Quando voltei pra dentro, a Georgina tava com o celular do Eduardo na mão e falou: "Você sabia de alguma coisa disso?"
E me mostrou uma foto do Eduardo beijando a Tâmara, dentro do chat com ela, que tava salva como "Prima Dai".
Eu, fingindo que não sabia de nada: "Não, juro que não."
E ela: "Qual é, Z, você era sócio dele. Ele te passou a perna nos negócios, por que você ia querer esconder?"
Eu: "Por isso mesmo, não tenho motivo pra esconder. Eu não sabia de nada, e também não sei quem é essa mina."
Ela começou a chorar, e me senti mal. Então abracei ela e falei pra ficar tranquila, que tudo ia dar certo, que ele ia sair logo e eles iam poder se resolver. falar
Quando ela se acalmou um pouco, eu fui embora
Um dia, o Eduardo me liga da cadeia e diz: “Oi Z, como cê tá? Me faz um favor? Dá pra levar um dinheiro pra Georgina? Amanhã é o aniversário de um dos meus filhinhos e congelaram minhas contas bancárias.”
Eu: “Claro, Edu, sem problema. Quanto precisa?”
Ele: “Dá pra levar pelo menos 30 mil?”
Eu: “Fechou, fica tranquilo. Avisa ela que passo daqui a pouco.”
Acontece que eles nem se falavam mais, porque já tava tudo uma merda. Fui na casa da Georgina, bati na porta e quando ela abriu, me atendeu com um sorriso: “Oooola Z, como cê tá? Entra, entra.”
Ela tava com uma legging colorida, e puta que pariu, que rabo marcado, uma loucura.
Eu: “E aí, Gorda, tudo bem?”
Ela: “Tudo, tudo. Tô me virando sozinha por aqui. Aquele ali já faz meses que não manda nem um centavo, e fiquei sabendo que a tal da Tamara vai visitar ele na cadeia.”
Eu, nem lerdo nem preguiçoso: “Ah, mas então cê tá perdendo tempo, hein? Tem que arrumar alguém também.”
Ela: “É, já vamos ver.”
Nisso, ela tava cozinhando de costas pra mim, enquanto eu tava encostado na bancada antes de entrar na cozinha, sem parar de olhar praquele rabo.
Cheguei por trás, ela se virou e ficou me encarando. E olha, ela sempre olha pra sua boca, sei lá o que tem.
Falei: “Me dá um abraço.”
Abracei ela bem forte, pra sentir o abraço, e passando a mão nas costas dela, falei: “Fica tranquila que você vai conseguir.”
Ela se aninhou no meu peito, ficou lá se apoiando, e disse: “Valeu, sério mesmo.”
Eu: “Sem problema, vim trazer um dinheiro pra você.”
Ela: “Não, pelo amor, como vou aceitar dinheiro de você? Ainda mais que tô mal, depois não vou conseguir te pagar e não quero ficar mal com a única pessoa que vem ver como eu tô.”
Eu: “Não, fica tranquila, não precisa me devolver.”
Abri a carteira na mesma hora, tirei 300 dólares e entreguei pra ela: “Toma, pega.” Vamos fingir que é um presente pra gente fazer as pazes" — falei.
Ela me olha e pergunta: "As pazes por quê?"
Eu: "Porque já sei que você não me queria."
Ela: "Isso era antes."
Eu, sem me segurar mais, vendo que ela olhava pros meus lábios, instintivamente soltei: "Geor, por favor, não olha mais pra minha boca enquanto eu falo, porque você fala aqui perto e me olha assim... e não quero que você me dê um murro."
Ela: "Te deixo nervoso? E por que eu te daria um murro?"
Eu: "Nervoso, sim. E sei lá, capaz que escape um beijo e você me acerte por abusado."
Na mesma hora, olhando pra minha boca e sem falar nada, ela começou a se aproximar pra me beijar. Comecei a agarrá-la de beijos na cozinha. A primeira coisa que fiz foi pegar naquele rabo lindo que ela tem. Essa gata tava há meses sem transar, e se transou, devia ter sido super rápido, porque o idiota do Eduardo só ficava comendo as amantes. Enquanto eu a apalpava, empurrei ela contra a bancada e meti a mão por dentro da legging pela frente... era uma enxurrada ali embaixo, de tão molhada que a desgraçada tava. Ela desabotoou meu cinto e, enquanto a gente se beijava, puxou minha rola pra fora da calça e começou a me punhetar. Uma cena super quente, tudo isso sem parar de nos beijar desenfreadamente. Virei ela, mandei apoiar as mãos na bancada da cozinha, abaixei um pouco a legging sem tirar a calcinha fio dental porque, óbvio, não queria perder aquele rabo de fio dental. QUE CALCINHA LINDA que essa gata tava usando, branca de renda com uns babadinhos nas laterais, sinistra. Só puxei ela pro lado e comecei a meter pica sem parar naquela puta, ela gemendo e eu apalpando os peitos dela com uma mão e segurando o rosto com a outra. Ela parou e falou: "Vamos pra cima" (pro quarto).
Subimos e ela tirou toda a roupa. O corpo dela... uma escultura. Que pedaço de mina abandonada que o Eduardo deixou, sendo que a Tâmara era um bagre perto da Georgina. Ela sentou na cama e disse: "Vem."
Cheguei perto e... Ela começou a chupar rápido que nem uma louquinha, a gostosa tava sedenta de pica, mal. Eu deitei e falei: "vem pra cima de mim", sabendo que assim ia fazer ela gozar. Ela começou a cavalgar com aquela raba enorme em cima da minha pica, até que eu parei ela, fiz ela deitar no meu peito e era minha vez. Comecei a comer ela, metendo a pica até o talo dos ovos dentro daquela buceta inundada de fluido. Fiz ela gozar e ela falou: "para, para, que ficou sensível".
Eu não queria parar. Tirei ela de cima de mim e coloquei ela de lado, tipo colherinha. Não dava pra não apreciar a vista daquela raba. Agarrei os peitos dela com uma mão e comecei a meter, porrada atrás de porrada. Gozei dentro sem perguntar, enchi ela de porra, literalmente, e ela disse: "Isso é o que dá se fazer de quem tem amantes. Agora eu comi o ex-sócio dele".
Vocês devem estar pensando... O Z quis se vingar porque o ferraram num negócio, mas... dessa vez me usaram como instrumento de vingança, e de novo eu digo... que gostosa é a vingança, kkkk.
As fotos dessa puta:

P.S.: ainda tô devendo a de corpo inteiro pra vocês, mas a gente continua se falando no WhatsApp com umas conversas bem quentes, só que ainda não mandou nudes..
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