Oi galera, sou a Sandra, tenho 32 anos e sou casada há 6 com o Manuel, que tem 31. Hoje vou contar como, há 6 meses, eu dei uma chifrada monumental no meu marido. Tudo começou quando no meu trabalho estavam organizando uma festa para o convívio dos funcionários e suas famílias. Essa festa rola todo ano, e eu tinha ficado dois anos sem ir porque nos anos anteriores coincidiu com minhas férias e a gente não estava na cidade — coisa que meu marido preferia, já que ele não é muito sociável. Mas esse ano foi uma semana antes, e eu queria ir. Quando comentei com meu marido, surgiu uma pequena discussão, nada grave:
Eu: Amor, em duas semanas é a festa anual da empresa, podemos ir.
Manuel: Sandra, você sabe que eu não curto festas. Por que você não vai sozinha?
Eu: Manu, é para funcionários e suas famílias, não faz mal você ir.
Manuel: Não conheço ninguém, chego lá e todo mundo me olha com cara feia.
Eu: Se você não fosse tão seco com eles, seria diferente.
Bom, pra não enrolar, ele aceitou de má vontade. Mas ele tem razão: alguns dos meus colegas não gostam muito dele, porque antes eles queriam ficar comigo e eu nunca dei abertura pra nada acontecer — nem mesmo nas festas, já que eu trabalhava na mesma empresa desde antes de conhecer o Manuel. E entre os funcionários é bem sabido que nessa festa é muito comum rolar sexo entre os solteiros e alguns infiéis; mas eu não sabia que esse ano eu me juntaria ao clube.
O dia chegou, e eu coloquei um vestido vermelho bem justo e curto, já que sempre gostei de me vestir sexy, e mais ainda para eventos. Meu Manuel vestiu o terno dele e a gente saiu para o salão da empresa. Ele não estava muito animado, mas não dei importância. No caminho, o assunto da conversa foi nossa viagem daquele ano, que começaria no dia seguinte. Uma vez na festa, pegamos nossas cadeiras e, como sempre, Manuel fez aquela cara de apático e sentou, sem intenção de se mover até a hora de ir embora.
Eu, por minha parte, fui até umas colegas de trabalho que quase não vejo porque trabalhamos em áreas diferentes. Elas têm cargos melhores que o meu, apesar de... que têm menos tempo que eu e surgiu uma conversa meio picante
Eu: oi amigas
Sofí: oi Sandra
Marta: e aí, Sandy
Eu: como vão no cargo de vocês?
Sofí: pois a verdade é que muito bem, no meu cargo se ganha bem e além disso os bônus, né Martita? kkkk
Marta: sim, Sofí, os bônus... e você, Sandra, ainda não te promovem?
Eu: não, meninas, e sério, eu me esforço e no fim vocês ainda têm bônus...
Marta: Sandy, Sandy, sério que você não entende que tem que merecer a promoção e os bônus?
Eu: mas sério, eu trabalho duro!
Sofí: Sandrita, é que você nunca vai avançar se não tiver iniciativa, e olha que pra você seria fácil subir se quisesse colaborar (apontando pro meu corpo)
Eu: peraí, já não entendi mais...
Sofí: simples: se Marta e eu subimos de cargo e ganhamos bônus, é porque além de fazer bem nosso trabalho, oferecemos nossos corpos pros superiores. Quando a gente diz que "ganhou bônus", quer dizer que naquela semana transamos com o chefe.
Eu: (escandalizada) sério mesmo? Só me dando pra eles vou conseguir subir? Isso é muito injusto!
Marta: Sandy, calma, todas nós já fizemos isso. E você não sofreria, é seu chefe que mais tem vontade de te comer. Se fizer rápido, até passa a gente.
Me afastei delas e fui até o Manuel. Pensei em contar dos comentários da Sofia e da Marta, mas parei porque ele continuava com aquela cara séria e além do mais estávamos há três semanas sem fazer amor, e eu estava muito excitada. De repente me veio a ideia de foder meu chefe, mas me sacudi e fui ao banheiro molhar o rosto pra ver se a vontade passava. Mas puta surpresa, a Sofia estava no banheiro e me atrevi a perguntar pra ela, já que confio muito pouco na Marta.
Eu: Sofí, sério mesmo que todas fazem?
Sofí: claro, amiga. Tá vendo a Verônica sentada na mesa dela, entre o marido e o chefe de setor?
Eu: sim, por quê?
Sofí: pois são os dois homens que comem ela. Até o bebê que ela carrega no colo não é do marido, é do chefe Ramírez. Mas o marido não sabe.
Saí do banheiro confusa quando Encontro-me com Rafael, meu superior, e realmente não me deram tempo para nada.
Rafa: Oi Sandra, como você está?
Eu: Bem, senhor.
Rafa: Não me chame de senhor, não estamos no escritório. Vem, quero conversar com você. Claro, se seu marido não se importar.
Eu: Vamos.
Rafa: Sandra, hoje vim te oferecer uma promoção para a área de exportação.
Fiquei surpresa e esperava que não houvesse sexo envolvido, mas como estava enganada.
Eu: Sério? Que alegria, espero por isso há muito tempo.
Rafa: Mas espera, você terá que fazer sua parte. Sabe, convença a mim e ao seu futuro chefe, Marcos.
Tentei fazer de desentendida, mas não funcionou.
Eu: Claro, vou trabalhar muito duro.
Ele já tocando minha perna, me diz:
Rafa: Não desse jeito, entende? Você é muito gostosa e ninguém da empresa te aproveitou ainda.
Queria recusar, mas ele estava acariciando minha perna e, embora quisesse dizer não, meu corpo pedia por sexo e apenas abri minhas pernas. Ao ver isso, ele deslizou a mão entre minhas pernas até chegar à minha calcinha, que já estava molhada. Ao alcançá-la, soltei um leve gemido. É então que ele me beija e, em seguida, me leva para um canto de onde eu podia ver claramente o Manuel, e começa a apalpar meus peitos, minhas nádegas e a me beijar. Eu já estava me deixando levar e coloquei uma mão sobre o pacote dele. E que surpresa: era o dobro do comprimento e da grossura do do Manuel. Não resisti e tirei do jeans, me abaixei para chupar. Enfiei na boca quando Marcos chega.
Marcos: Então finalmente você aceita, putinha.
Sem dizer mais nada, levantou meu vestido, puxou minha calcinha de lado e começou a lamber minha buceta. Eu estava louca de prazer. Tirei o pau do Rafa da boca para dizer:
Eu: Mete logo, seu cabrão!
E assim foi. De repente, senti seu pau enorme dentro de mim. Ele meteu de uma vez e começou com o vai e vem. Eu estava perdida e tive meu primeiro orgasmo. Os dois param e me viram.
Rafa: Quero que você veja seu marido enquanto eu te penetro, e ainda mais quando eu gozar.
Marcos: Sim, e eu quero que, depois que terminarmos e você tiver engolido meu sêmen, dê um beijo no seu marido. Eu via ele ali sozinho, sentado, me esperando e me procurando discretamente com o olhar, quando sinto o pau do Rafa entrar na minha buceta. Depois de uns 3 minutos, tive meu segundo orgasmo. Passou mais meia hora quando vejo que o Manuel está me procurando da cadeira dele, e é aí que sinto o Marcos encher toda a minha boquinha com a porra dele. Pela quantidade, foi difícil engolir sem derramar, sem contar que o filho da puta guardou o último jato da porra dele para soltar entre os meus peitos. Já não era muito, mas era mais ou menos o que o Manuel gozava numa vez. Vejo o Manuel se levantando e estou prestes a me soltar do Rafa para correr ao banheiro, quando ele me segura pela cintura e sinto quando ele goza dentro da minha buceta. Com isso, tive outro orgasmo, mas precisei ir rápido. Mesmo assim, aquele jato enorme de sêmen que tinha na minha vagina, ainda com o fio dental, começou a escorrer. Cheguei no Manuel e pedi para irmos embora. No caminho, a única coisa que ele disse foi: "Ei, você tá com um cheiro estranho". Fiquei feliz com o novo cargo, bem fodida e cheia de porra. Por sorte não engravidei, e agora eles me comem uma vez por semana, e, claro, no pelo.
Eu: Amor, em duas semanas é a festa anual da empresa, podemos ir.
Manuel: Sandra, você sabe que eu não curto festas. Por que você não vai sozinha?
Eu: Manu, é para funcionários e suas famílias, não faz mal você ir.
Manuel: Não conheço ninguém, chego lá e todo mundo me olha com cara feia.
Eu: Se você não fosse tão seco com eles, seria diferente.
Bom, pra não enrolar, ele aceitou de má vontade. Mas ele tem razão: alguns dos meus colegas não gostam muito dele, porque antes eles queriam ficar comigo e eu nunca dei abertura pra nada acontecer — nem mesmo nas festas, já que eu trabalhava na mesma empresa desde antes de conhecer o Manuel. E entre os funcionários é bem sabido que nessa festa é muito comum rolar sexo entre os solteiros e alguns infiéis; mas eu não sabia que esse ano eu me juntaria ao clube.
O dia chegou, e eu coloquei um vestido vermelho bem justo e curto, já que sempre gostei de me vestir sexy, e mais ainda para eventos. Meu Manuel vestiu o terno dele e a gente saiu para o salão da empresa. Ele não estava muito animado, mas não dei importância. No caminho, o assunto da conversa foi nossa viagem daquele ano, que começaria no dia seguinte. Uma vez na festa, pegamos nossas cadeiras e, como sempre, Manuel fez aquela cara de apático e sentou, sem intenção de se mover até a hora de ir embora.
Eu, por minha parte, fui até umas colegas de trabalho que quase não vejo porque trabalhamos em áreas diferentes. Elas têm cargos melhores que o meu, apesar de... que têm menos tempo que eu e surgiu uma conversa meio picante
Eu: oi amigas
Sofí: oi Sandra
Marta: e aí, Sandy
Eu: como vão no cargo de vocês?
Sofí: pois a verdade é que muito bem, no meu cargo se ganha bem e além disso os bônus, né Martita? kkkk
Marta: sim, Sofí, os bônus... e você, Sandra, ainda não te promovem?
Eu: não, meninas, e sério, eu me esforço e no fim vocês ainda têm bônus...
Marta: Sandy, Sandy, sério que você não entende que tem que merecer a promoção e os bônus?
Eu: mas sério, eu trabalho duro!
Sofí: Sandrita, é que você nunca vai avançar se não tiver iniciativa, e olha que pra você seria fácil subir se quisesse colaborar (apontando pro meu corpo)
Eu: peraí, já não entendi mais...
Sofí: simples: se Marta e eu subimos de cargo e ganhamos bônus, é porque além de fazer bem nosso trabalho, oferecemos nossos corpos pros superiores. Quando a gente diz que "ganhou bônus", quer dizer que naquela semana transamos com o chefe.
Eu: (escandalizada) sério mesmo? Só me dando pra eles vou conseguir subir? Isso é muito injusto!
Marta: Sandy, calma, todas nós já fizemos isso. E você não sofreria, é seu chefe que mais tem vontade de te comer. Se fizer rápido, até passa a gente.
Me afastei delas e fui até o Manuel. Pensei em contar dos comentários da Sofia e da Marta, mas parei porque ele continuava com aquela cara séria e além do mais estávamos há três semanas sem fazer amor, e eu estava muito excitada. De repente me veio a ideia de foder meu chefe, mas me sacudi e fui ao banheiro molhar o rosto pra ver se a vontade passava. Mas puta surpresa, a Sofia estava no banheiro e me atrevi a perguntar pra ela, já que confio muito pouco na Marta.
Eu: Sofí, sério mesmo que todas fazem?
Sofí: claro, amiga. Tá vendo a Verônica sentada na mesa dela, entre o marido e o chefe de setor?
Eu: sim, por quê?
Sofí: pois são os dois homens que comem ela. Até o bebê que ela carrega no colo não é do marido, é do chefe Ramírez. Mas o marido não sabe.
Saí do banheiro confusa quando Encontro-me com Rafael, meu superior, e realmente não me deram tempo para nada.
Rafa: Oi Sandra, como você está?
Eu: Bem, senhor.
Rafa: Não me chame de senhor, não estamos no escritório. Vem, quero conversar com você. Claro, se seu marido não se importar.
Eu: Vamos.
Rafa: Sandra, hoje vim te oferecer uma promoção para a área de exportação.
Fiquei surpresa e esperava que não houvesse sexo envolvido, mas como estava enganada.
Eu: Sério? Que alegria, espero por isso há muito tempo.
Rafa: Mas espera, você terá que fazer sua parte. Sabe, convença a mim e ao seu futuro chefe, Marcos.
Tentei fazer de desentendida, mas não funcionou.
Eu: Claro, vou trabalhar muito duro.
Ele já tocando minha perna, me diz:
Rafa: Não desse jeito, entende? Você é muito gostosa e ninguém da empresa te aproveitou ainda.
Queria recusar, mas ele estava acariciando minha perna e, embora quisesse dizer não, meu corpo pedia por sexo e apenas abri minhas pernas. Ao ver isso, ele deslizou a mão entre minhas pernas até chegar à minha calcinha, que já estava molhada. Ao alcançá-la, soltei um leve gemido. É então que ele me beija e, em seguida, me leva para um canto de onde eu podia ver claramente o Manuel, e começa a apalpar meus peitos, minhas nádegas e a me beijar. Eu já estava me deixando levar e coloquei uma mão sobre o pacote dele. E que surpresa: era o dobro do comprimento e da grossura do do Manuel. Não resisti e tirei do jeans, me abaixei para chupar. Enfiei na boca quando Marcos chega.
Marcos: Então finalmente você aceita, putinha.
Sem dizer mais nada, levantou meu vestido, puxou minha calcinha de lado e começou a lamber minha buceta. Eu estava louca de prazer. Tirei o pau do Rafa da boca para dizer:
Eu: Mete logo, seu cabrão!
E assim foi. De repente, senti seu pau enorme dentro de mim. Ele meteu de uma vez e começou com o vai e vem. Eu estava perdida e tive meu primeiro orgasmo. Os dois param e me viram.
Rafa: Quero que você veja seu marido enquanto eu te penetro, e ainda mais quando eu gozar.
Marcos: Sim, e eu quero que, depois que terminarmos e você tiver engolido meu sêmen, dê um beijo no seu marido. Eu via ele ali sozinho, sentado, me esperando e me procurando discretamente com o olhar, quando sinto o pau do Rafa entrar na minha buceta. Depois de uns 3 minutos, tive meu segundo orgasmo. Passou mais meia hora quando vejo que o Manuel está me procurando da cadeira dele, e é aí que sinto o Marcos encher toda a minha boquinha com a porra dele. Pela quantidade, foi difícil engolir sem derramar, sem contar que o filho da puta guardou o último jato da porra dele para soltar entre os meus peitos. Já não era muito, mas era mais ou menos o que o Manuel gozava numa vez. Vejo o Manuel se levantando e estou prestes a me soltar do Rafa para correr ao banheiro, quando ele me segura pela cintura e sinto quando ele goza dentro da minha buceta. Com isso, tive outro orgasmo, mas precisei ir rápido. Mesmo assim, aquele jato enorme de sêmen que tinha na minha vagina, ainda com o fio dental, começou a escorrer. Cheguei no Manuel e pedi para irmos embora. No caminho, a única coisa que ele disse foi: "Ei, você tá com um cheiro estranho". Fiquei feliz com o novo cargo, bem fodida e cheia de porra. Por sorte não engravidei, e agora eles me comem uma vez por semana, e, claro, no pelo.
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