Margarita submissa feminizada e depois Jessica, a esposa

Eu era um cara como qualquer outro, magrinho, baixinho 1,61, cabelo loiro comprido, fazia sucesso com as minas, mas sempre tive atração por roupa de mulher. Várias vezes me vesti escondido em casa com a roupa da minha irmã. Com 24 anos, fui morar com minha namorada num apartamento dos meus pais. Embora não fizesse muito, de vez em quando me vestia com a roupa dela — até os sapatos serviam, eu calço 37 e ela um número a mais. Depois de três anos morando juntos, a coisa não deu certo e decidimos terminar. Fiquei morando sozinho lá, não queria voltar pra casa dos meus pais com quase 28 anos, e como o apê era deles, acabei ficando. Comecei a ler contos na internet e, lendo histórias de feminização, acabei entrando em fóruns e redes sociais sobre o assunto. Fiquei curioso pra ser feminizado por uma mulher e usado como uma servinha submissa. Depois de meses fuçando esses lugares e comentando em alguma rede social, recebo uma mensagem.

— Oi Joel, me chamo Maria e pelo que li, você gostaria de ser uma submissa feminizada.
— Oi Maria, sim, é uma fantasia que tenho.
— Posso realizar ela pra você, se quiser. Tenho experiência com submissos, tenho um em propriedade, mas nunca feminizei ninguém. O que me diz?
— Sei lá, agora tô com vergonha.
— Pensa bem, sua Ama Maria vai estar esperando.
— Sim, Ama Maria, vou pensar.
— Começamos bem, já me chamou de Ama. Amanhã te escrevo pra ver o que me diz, Margarida.
— Sim, Ama Maria... Margarida?
— Sim, Margarida. Esse vai ser seu nome de submissa se aceitar.
— Tá bem, Ama.
— Até amanhã, Margarida.
— Até amanhã, Ama.

Aquela noite quase não consegui dormir pensando naquela oferta. O trabalho foi um suplício, na frente do computador 8 horas, morrendo de sono. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ver se tinha alguma mensagem — não tinha nada. Logo depois de jantar, olhei de novo e já tinha uma mensagem.

— Oi Margarida, já pensou?
— Sim, Ama Maria, decidi aceitar sua proposta.
— Me alegro Margarita, mas primeiro queria ver uma foto sua e, se possível, marcar de te conhecer. - sim, ama, como você quiser. Mandei uma foto e ela demorou um pouco pra responder. - você vai ser uma submissa muito linda, posso fazer um ótimo trabalho com você, sabia? Nessa foto de menino já dá pra ver que você é bem feminina. - a senhora acha, ama? - sim, acho. - bom, não sei o que dizer. - você trabalha, quando folga, de manhã ou de tarde? - de tarde, Ama. - que tal a gente se ver na quarta? - tá bom, ama. - então quarta às 19:00 te espero na Bershka do shopping. - tá certo, Ama. - você tem calcinha em casa? - sim, algumas que minha ex deixou lá. - então escolhe uma e vem com ela vestida. Na minha presença, a partir de hoje, você sempre vai se apresentar de calcinha. Pra mim você já é a Margarita, minha serva submissa. - fico com vergonha de sair de calcinha, ama, e se acontecer algo comigo? - se você vai criar caso, a gente para por aqui. - tá bom, ama. - assim que tem que ser, uma garota obediente. Então quarta te espero lá. - sim, Ama Maria. - até quarta, Margarita. Chegou o dia e, entre as poucas calcinhas que minha ex deixou lá, que eram as que ela não usava, escolhi uma azul claro de renda e vesti. Saí nervoso, com medo de que alguém percebesse que eu estava usando, tinha a sensação de que minha calça ia transparentar e iam ver. Ao mesmo tempo, sentia excitação porque cruzava com garotas e eu estava de calcinha igual a elas naquele momento. Cheguei dez minutos antes e fiquei esperando na porta, e ela não demorou a chegar. - oi, Margarita, como você está? - bem, Ama Maria, um pouco nervoso. - nervosa, Margarita, se acostume a falar no feminino comigo. - sim, Ama Maria. - me segue, quero conferir se você está de calcinha. - sim, Ama, estou. - tenho certeza, mas quero ver. Ela entrou na loja e eu segui. Pegou várias saias curtas e me fez seguir até os provadores. - tira a calça, quero que experimente essas minissaias. Com vergonha, eu... Tirei as calças. — Margarita, que calcinhas lindas você está usando. Experimentei 4 saias curtas, meu nervosismo e excitação estavam no máximo, podiam me ver pelos buracos que ficavam nas laterais das cortinas. — O que você acha, Margarita, se ficar com essas duas? Essa jeans e essa rosa, que ficam bem justinhas e curtinhas em você. — Como a senhora quiser, Ama. — Então pega, leva elas, são suas. Saímos do provador e ela deu as outras duas para a moça que estava na entrada. — Ela vai ficar com essas duas. A moça me olhou sorrindo, meu rosto ficou vermelho na hora. Fomos ao caixa e eu paguei. — Agora você precisa de umas roupas íntimas, porque roupa para você eu tenho umas, mas minha lingerie não vou te dar, você tem que comprar a sua, isso é muito íntimo. — Sim, Ama. Ela me fez comprar três conjuntos: rosa, preto e vermelho. — Bom, Margarita, por hoje já chega de compras, o resto eu coloco. — Sim, Ama, como a senhora quiser. Fomos a um bar e ela me convidou para comer e explicou as regras que eu deveria seguir. — Você me causou uma boa impressão, Margarita. Você tem cara de menina, com esse cabelo loiro comprido, corpo magrinho, posso fazer de você uma mulherzinha bem submissa. Embora você já tenha isso no sangue, você é muito submissa, não é? — Sim, Ama, eu sou. — Pois quando estiver tudo bem, podemos começar seu treinamento. — Eu só estou livre nos fins de semana. — Que tal esta sexta? Você vem à tarde para minha casa e dorme lá, se quiser fica até domingo. — Combinado, Ama. — Então vou te dar umas condições: quando chegar na minha casa, você sempre virá de calcinha e sutiã por baixo da roupa. Assim que eu abrir a porta, você tira a roupa e se apresenta para mim só de lingerie. Vai direto para o meu quarto, lá eu vou te vestir e te maquiar. Depois, você vai me servir como empregada, fazer o que eu pedir. Vou te dar aulas de maquiagem e comportamento feminino. Você concorda, Margarita? — Sim, Ama Maria. — Uma última coisa: como está sua situação financeira? — Bem, Ama. — As primeiras 6 semanas que Venha, você me dará 100 euros. Vou guardando. Se depois dessas 6 semanas você for uma boa sumissa e não se recusar a fazer nada que eu pedir, devolvo o dinheiro. Você concorda?
- Sim, ama, aceito o desafio.
- Na sexta, te espero na minha casa.

Ela me passou o endereço, nos despedimos, e na sexta me apresentei na casa dela com minha calcinha rosa de renda. Assim que cheguei, ela me levou para o quarto.
- Tira essa roupa, Margarita.
- Sim, ama.
- Você tem bom gosto para lingerie, gostosa.
- Sim, ama.

Eu estava com ela no quarto quando outra mulher entrou.
- Esta é a Andrea, minha namorada. Nós duas vamos te transformar numa mocinha bem feminina e submissa.

Primeiro, ela colocou uma gaiolinha rosa em volta do meu pau. Disse que eu sempre usaria aquilo na presença dela e que faria eu fazer xixi sentado, igual qualquer mulher. Depois, me vestiram com a minissaia rosa que ela me fez comprar, um top branco, sapatos de salto, e começaram a me maquiar. Maquiaram até minhas sobrancelhas. Meu cabelo comprido foi penteado de um jeito mais feminino, e me fizeram desfilar. Foi aí que começaram minhas aulas de comportamento feminino: como andar, como sentar, diferentes poses. Fiquei assim por um bom tempo.

Me mandaram sair do quarto, e fomos para fora da casa. Tinha um jardim pequeno e, nos fundos, uma horta onde um rapaz trabalhava.
- Oi, Miguel. Vem, vou te apresentar a Margarita, minha nova sumissa.

Ela fez as apresentações. Tive que dar dois beijos nele, o que foi bem vergonhoso para mim — não era a mesma coisa ser vista por uma mulher e por um homem tão feminizada.
- Margarita, agora você conhece o Miguel, meu submisso. Ele cuida da horta e da comida. Se precisar de algo dele, ele vai estar sempre disposto a ajudar. Mas lembre-se: mesmo sendo meu submisso, ele está acima de você. Você é uma sumissa feminizada e deve obedecer a ele.
- Sim, ama.

O primeiro dia foi assim. Jantamos os quatro juntos, e me deram um quarto para dormir enquanto estivesse lá. No sábado... Pela manhã, minha Ama me mostrou onde estavam os utensílios de limpeza da casa, já que essas seriam minhas tarefas como empregada. Da comida, quem cuidava era o Miguel, que era cozinheiro, e eu tinha que ajudá-lo na cozinha no que ele pedisse. Depois, a limpeza dos utensílios e pratos já era por minha conta. O fim de semana passou rápido; além das tarefas, tive momentos de relax com minha Ama. Voltei pra minha casa no domingo à noite, combinando de voltar na sexta seguinte, quando continuei com minhas aulas de comportamento feminino. No sábado à noite, fiz minha primeira saída vestida de mulher, andando pelo condomínio. No fim de semana seguinte, continuei evoluindo como criada, e no sábado à tarde já fiz minha primeira saída para fazer compras com minha Ama e o Miguel. Fiquei nervosa pra caralho; o shopping tava cheio de gente e eu ainda não tava acostumada a andar de salto e minissaia, mas passei no teste. E assim foi até chegar o sexto fim de semana.

Minha Ama me disse que eu tinha que me apresentar naquela sexta de lingerie rosa. Assim que cheguei, ela me fez vestir minha saia rosa e um top rosa também, incluindo saltos da mesma cor. Como toda sexta, jantamos juntos: minha Ama, a namorada dela, o Miguel e eu. Depois de jantar: — Vamos, Margarita, pro seu quarto, tenho um presente pra você. — Sim, Ama. Eu segui ela e a parceira dela; o Miguel ficou na sala. — Tira a saia e o top e vai vestindo isso. Ela me passou umas meias rosadas, uma cinta-liga e um baby doll. Depois de vestida: — Ajoelha entre nós duas, de frente pra porta. — Sim, Ama. Ela começou a acariciar minha cabeça. — Você gosta da vida que eu faço você levar, Margarita? — Sim, Ama. — Você gosta de ser submissa? — Sim, Ama. — Este é o sexto fim de semana. Sabe que, se passar no último teste, eu devolvo os 600 euros. — Sim, Ama. — Hoje vou ser um pouco mais permissiva com você. É um teste complicado; se passar, devolvo o dinheiro hoje mesmo. Tá preparada? — Sim, minha Ama. — Quanto tempo sem transar? — Nove meses, desde que me separei. — Miguel, vem aqui. quarto. Miguel entrou só de cueca.
— O que você acha do Miguel? Além de ser seu parceiro de submissão, você nunca o viu como homem.
— Não, Ama.
— Pois agora quero que você o olhe com olhos de mulher. O que acha do Miguel?
— Ama, não sei... a senhora sabe que eu não gosto de homens.
— Concentre-se e entre no seu papel. Você sabe fazer isso. Olhe para ele como mulher. Ele é bonito?
— Sim, Ama. Diria que sim.
— Miguel, o que você acha da Margarida? Você gosta dela?
— Sim, senhora. Ela é uma garota gostosa.
— Chega mais perto, Miguel.

Miguel ficou bem na minha frente, e minha Ama pegou minha mão e a levantou até tocar o peito dele. Ela foi me fazendo acariciá-lo, descendo a mão até colocar por cima do volume coberto pela cueca, e apertou minha mão ali. Eu estava paralisada, sem saber reagir, só me deixando levar.

— O que você quer não é verdade, Margarida. Você está morrendo de vontade de enfiar isso na sua boca.
— Não, Ama, não quero fazer isso.
— Eu te disse que vou ser permissiva com você. É um passo difícil, mas se você chupar o pau dele, recupera 200 euros.
— Mas, Ama, me entenda...

Enquanto dizia isso, minha Ama abaixou a cueca do Miguel, e o pau dele saltou como uma mola, batendo no meu queixo.
— Vamos, Margarida, não resiste.

Minha Ama pegou o pau do Miguel, e a ponta ficou a centímetros da minha boca. Eu quis me levantar e sair correndo dali, mas não consegui. Fiquei ali, submissa, olhando para aquele pau duro na minha frente. Minha Ama segurou minha cabeça e me aproximou, encostando ele nos meus lábios.
— Vamos, Margarida, abre essa boquinha e chupa.

Ao sentir a ponta nos meus lábios, minha boca se abriu sozinha, e minha Ama empurrou minha cabeça para frente, enfiando a ponta na minha boca.
— Isso, Margarida, você é uma garota obediente. Agora chupa a ponta. Assim, neném, assim você está indo bem.

No começo, senti um gosto desagradável, mas depois de chupar um pouco, não tinha mais gosto de nada. Minha boca foi se enchendo de um líquido viscoso e escorregadio.
— Eu prometi a você, Miguel, que conseguiria uma putinha sissy para você. E agora você já tem uma bem submissa aos seus pés. Você vai ter uma boa slutty. Submissa, você está indo muito bem, Margarita. Agora passa a língua no pau dele de cima a baixo, isso, assim mesmo, muito bem. Chupa as bolas do seu macho, enfia elas na boca. Muito bem, agora sobe de novo e enfia ele na boca até o fundo, dentro, fora, dentro, fora, muito bem. Quanto tempo sem gozar, Miguel? — Um mês, senhora, desde que a senhora proibiu. — Ela vai estar cheia de porra gostosa e quentinha pra alimentar sua putinha, não é, Miguel? — Sim, senhora. — Ouviu, Margarita? Ele tá carregado de leite pra você. Eu só escutava, não conseguia falar, tinha a boca cheia de pau. — Miguel, quando for gozar, avisa. Não quero que a primeira descarga seja na boca, não quero que você afogue ela. — Sim, senhora. Dona Maria controlava meu boquete com a mão na minha cabeça até que Miguel disse que ia gozar. Minha dona tirou o pau da minha boca e mandou Miguel se masturbar. Ele não demorou a gozar na minha cara e, logo depois da primeira descarga, enfiou de novo na minha boca. — Agora você, Margarita, enfia até o fundo e mete e tira com rapidez. Minha boca foi enchendo de porra, e eu ia engolindo como podia, com uns engasgos aqui e ali. O pau de Miguel perdeu a rigidez. — Pronto, senhora, descarreguei tudo. — Sabe, Margarita, você está linda com sêmen na cara, mas a porra de macho não se desperdiça. Ela e a namorada foram tirando o leite da minha cara e enfiando de volta na minha boca. — E então, Margarita, o que achou? — Estou surpresa, nunca passou isso pela minha cabeça, muito menos que eu conseguiria fazer. — Sempre tem uma primeira vez. Eu sabia que você faria. Te aceitei como submissa com esse propósito. E um homem que quer ser submisso é porque não é homem, mesmo que não saiba. Vocês são sissys, desejando um dia ter um macho que coloque vocês no devido lugar. — Nunca passou pela minha cabeça, dona. — Toma, sou mulher de palavra, seus 200 euros. Sabe o que vem agora, né? Você vai ser desvirginada pelo Miguel. Vai entregar sua virgindade pra ele. Tá pronta? — Minha dona, acho que não tô preparada pra isso. Ninguém está preparada pra primeira vez, mas um dia chega. Fica de pé, Margarita, sobe na cama e fica de quatro. Obedeci minha Senhora e me coloquei como ela mandou. — Miguel, é toda sua. Miguel começou a tocar minha bunda, eu tava nervosa. Ele afastou minha calcinha de lado e começou a chupar meu cu. — Você tá molhada, Margarita. Minha Senhora me olhou e perguntou: — Você gozou, Margarita? — Sim, minha Senhora, enquanto chupava ele. — Isso é muito lindo, garota, você gozou igual uma mulher de verdade sem se tocar, só com uma mamada. Agora continua aproveitando. Enquanto Miguel chupava meu cu, eu soltei vários gemidos. Nunca tinham feito isso comigo e eu tava adorando. — Bom, Miguel, acho que já é hora de você foder a buceta da sua mulher. Ele parou de chupar. Minha Senhora lubrificou minha buceta, como ela tinha chamado, enquanto Miguel colocava uma camisinha, que minha Senhora também passou lubrificante. — Tá preparada, Margarita? — Não, Senhora, não. — Relaxa, você vai ver que vai adorar. Senti uma coisa empurrando no meu cu, ou na minha buceta, e uma pressão quando foi entrando. Comecei a sentir dor na hora. — Por favor, para, tá doendo muito. — Calma, garota, é normal doer. Relaxa que logo vai passar. — Tá doendo muito, minha Senhora. — Pra aproveitar, tem que sofrer. A pica do Miguel continuava entrando. Eu aguentava a dor como dava. — E agora, Margarita, como você tá? — Tá doendo, Senhora, e sinto muita pressão. — Normal sentir pressão, você já tem 18 centímetros enfiados na buceta. Já meteu tudo. Vamos, Miguel, agora vai devagar, fode sua mulher, não quero que você machuque ela. Miguel começou a meter e tirar devagar. Ele tava segurando minha cintura. Em pouco tempo, foi aumentando o ritmo e a dor virou prazer. Eu gemia bem feminino. — Parece que você já gostou, Margarita, né? — Siiim, Senhora, ufffff, ahhhhh. — Te falei que você ia adorar. Me avisa quando for gozar, Margarita. — Sim, Senhora. Miguel continuou com a mete e tira, cada vez mais rápido e mais forte. Eu tava morrendo de prazer. - bufffff minha Ama, vou gozar. - isso Margarita, pode gozar, agora você é toda uma mulher e goza como tal. - sim, Ama. Antes de Miguel gozar, eu gozei mais duas vezes. Quando ele terminou, deixou dentro por um momento e depois me empurrou na cama, onde fiquei extasiada, deitada. - e aí, Margarita, gostou? - sim, minha Ama. - só falta um último passo para certificar a união de vocês como casal. Devia ter sido o primeiro, mas deixei pro final. Abraça o pescoço do Miguel e se beijem com paixão até eu mandar parar. Me agarrei no pescoço dele e começamos a nos beijar, línguas entrelaçadas. Foi aí que me senti toda uma menina sendo segurada por ele, me senti tão frágil nos braços dele e tão feminina, até que Ama Maria mandou parar. - bem, você ganhou os outros 400 euros, mas agora é uma mulher e vai ter novas regras. - que regras, minha Ama? - como a mulher sissy que agora é do Miguel, ele quer que você use calcinha todo dia, né Miguel? - sim, senhora. - tem algum problema com isso, Margarita? - bom, não sei, no trabalho... - pelo que eu saiba, você não precisa se trocar lá no escritório, usa roupa de rua. - sim, Ama. E se acontecer alguma coisa? - são danos colaterais, neném, não tem problema. Além disso, na frente de um computador, o que pode acontecer? Então sem desculpas, você vai trabalhar de calcinha. - sim, Ama. - segunda regra: quando ele te foder, não vai tirar sua calcinha, vai puxar pro lado. Assim, quando você gozar, vai molhar ela e vai andar sempre úmida. Pode se limpar depois, mas vai ficar molhada graças a você, macho. Tá bem? - sim, Ama. - a partir de hoje, quando vier no fim de semana, vai dormir com ele e fazer tudo que ele mandar, sempre disposta às necessidades sexuais dele, como o macho que é. Concorda? - sim, Ama. - e por último, amanhã vocês estão de folga. Vão passear de manhã como casal, se conhecerem bem, um passeio de mãos dadas ou abraçados, um bom almoço e à tarde, como você ganhou 600 euros, vai fazer compras. Com o que ele disse, a primeira coisa que você precisa comprar são umas calcinhas, porque agora você vai precisar. Como uma sissy submissa, você deve pedir a opinião do Miguel e comprar as que ele mandar. Depois pode comprar umas roupas, umas saias curtas, vestidos, uns sapatos bonitos. Você concorda, Margarida? — Sim, Ama. — Amanhã vou ligar pra uma amiga encomendar maquiagem pra você, e você passa pra buscar com o Miguel. Agora que tem namorado, tá na hora de ter sua própria maquiagem e aprender a se maquiar pra ele. — Como a senhora quiser, Ama. — Então tá tudo dito. Agora vou deixar vocês a sós no quarto, que tenho certeza que vão querer aproveitar. Elas saíram do quarto, ela e a namorada dela, e nos deixaram sozinhos. — Bom, e agora, Margarida? Certeza que você quer isso. — Não sei, Miguel, tô confusa. Não esperava por isso. — E por que você fez isso? — Não sei, já te falei, tô confusa. — Mas você gostou. — Sim, e tô surpresa, nunca pensei nisso. Ele falou comigo sempre olhando nos meus olhos e, depois dessa minha última resposta, me beijou na boca. Minha reação foi me agarrar no pescoço dele e me deixar beijar. Um beijo longo. As mãos fortes dele percorreram meu corpo, especialmente minha bunda. As minhas começaram a se mexer, acariciando o peito dele, até que uma pegou na rola dele e começou a bater uma. — Miguel, nunca pensei que faria isso. — Não? E você gosta, gostosa? — Sim. Enquanto a gente continuava se beijando e eu batia uma pra ele, minha mente só pensava no que eu tinha na mão. E sem pensar duas vezes, comecei a descer, chupando o peito dele até ficar de joelhos, mamando de novo na rola dele. Ficar assim me deixava com muito tesão, e eu entendi que aquele era meu lugar: ser uma boa sissy submissa e passiva. Fiquei um tempão saboreando e curtindo a rola do meu macho. — Gostosa, vou gozar. Acelerei os movimentos com a boca. Aquela porra eu queria toda pra mim, saborear e degustar, e que fosse direto pro meu estômago. A porra de um macho não pode ser desperdiçada, é nosso prêmio pelo nosso trabalho. Minha boca foi se enchendo, e eu engolia tudo. que podia o que não saía pela comissura dos meus lábios, quando deixei ela bem limpinha, ele me deitou na cama de barriga pra cima, percorreu meu corpo com as mãos, pegou o lubrificante, me lubrificou bem e se meteu entre minhas pernas. Enquanto nos olhávamos nos olhos, ele começou a me penetrar devagarinho, minha vista às vezes ia pro meio das minhas pernas e eu via aquele pedaço de pau entrando até que vi que tava toda dentro. Ainda doeu um pouco, mas nada comparado com antes. Ele começou a meter e tirar, me fazia gemer de prazer e me deixava muito cachorra de me ver de pernas abertas com a calcinha rosa tampando minha jaulinha e sendo possuída pelo Miguel, que não demorou pra eu gozar duas vezes. Ele me mudou de posição e começou a me foder de conchinha um tempo pra depois meter de quatro como uma putinha até gozar. Ele tirou a camisinha e pediu pra eu chupar de novo, fiz gostoso até deixar bem limpinha. Ele se deitou do meu lado e eu dormi enquanto ele me segurava colada nele. Acordei com ele dormindo de barriga pra cima e eu colada nele com um braço e a mão no peito dele. Ele dormiu totalmente pelado e eu com o babydoll rosa e a calcinha combinando. Me levantei com cuidado pra não acordar ele e fui fazer xixi sentadinha que nem uma mocinha, bom, a jaulinha me obrigava a isso, com a calcinha abaixada no meio da coxa. Fiquei pensando ao ver elas ali, igual tantas vezes tinha visto na minha ex-namorada, agora era eu que tava assim e isso me deixou com tesão. Quando voltei pro quarto, me deitei na cama do lado do Miguel e comecei a acariciar o peito dele. Ele acordou, ficou me olhando e a gente acabou se beijando. Não demorei pra ter o pau dele nas minhas mãos e quando vi, já tava com ele na boca. Fiz um boquete bem gostoso até encher minha boca com o café da manhã que ele me presenteou, porra que eu mesma tirei do pacote. — Acordou bem gulosa, hein. — Sim, Miguel. — Por que não prepara o café? — Vou sim. Me levantei e fui pra cozinha preparar café pro meu homem e pra Tudo era minha obrigação como empregada, estava fazendo isso quando a Dona Maria entrou na cozinha. - Bom dia, Margarita. - Bom dia, Dona. - Parece que você teve uma boa noite, ouvi você gemer. - Sim, Dona. - E conta, o que você fez? Me conte tudo. - Bem, chupei ele de novo e depois ele me comeu de novo, e agora, acabei de acordar e chupei ele de novo. - Parece que encontrei uma boa putinha para o Miguel, me diga, é verdade ou não que você ficou bem gostosa? - Sim, Dona. Servi o café e a namorada do meu Dona e do Miguel chegou, tomamos café juntos, recolhi a mesa e meu Dona me levou para o quarto dela. - Como você sabe, hoje você vai passar o dia com o Miguel, seu homem, e quero que você vá bem feminina, que realce sua feminilidade, então preparei uma roupa bonita para você. Vai, toma um banho e volta. Quando saí do banho, ela já estava preparada na cama: uma saia longa branca justa, uma camiseta preta, com uma calcinha fio dental e sutiã de renda, e uns sapatos de salto alto preto. - Vamos, gatinha, comece a se arrumar, que um homem não deve esperar. Depois de vestida, aliás, a saia ficava totalmente justa abaixo do joelho e foi difícil colocá-la. - Anda um pouco para eu te ver. Era muito difícil andar com aquela saia tão justa; a cada passo, minhas pernas eram freadas pela saia, me fazendo dar passos bem curtinhos. - Uff, Dona, é muito difícil andar com essa saia. - Eu sei, Margarita, por isso escolhi ela. Vai te obrigar a dar passos curtinhos, bem femininos, e seu corpo fica bem estiloso com essa saia. Senta, que vamos começar com a maquiagem. Depois de maquiada, me olhei no espelho e, verdade, estava maravilhosa. Minha Dona me ajudou a preparar uma bolsa onde colocou tudo essencial para uma mulher: maquiagem, carteira, etc. - Já está pronta, Margarita. Espero que tenha um dia maravilhoso com o Miguel. Saímos do quarto, o Miguel me esperava na sala e nos preparamos para sair. Exatamente quando fui descer as escadas da saída de casa, eu me conta como ia ser difícil usar aquela saia, tive que descer de lado e precisei pedir ajuda pro Miguel pra me ajudar a descer segurando na mão dele com medo de cair, o Miguel me levou até o carro de mãos dadas, abriu a porta do carro pra mim e segunda dificuldade com aquela saia, custei pra sentar no carro e uma vez sentada sentia a pressão na minha bunda e pernas que me faziam sentar de um jeito muito feminino, um tempinho de carro e paramos onde eu tinha que pegar a maquiagem, do carro até a loja tinha uns 200 metros, não tava acostumada com aquela saia tão justa e meus passos eram curtinhos e custava pra andar de salto, a Raquel, que era o nome da moça, tinha preparado todo tipo de maquiagem pra mim e gastei uma boa grana pagando, voltamos pro carro e fomos pra área do porto, e começamos a passear, às vezes de mãos dadas e outras de braço na cintura, aos poucos fui me acostumando a andar com a saia e os saltos, cada vez me sentia mais segura e feminina, tava percebendo como é difícil ser mulher com essas roupas e acompanhar o passo de um homem. Sentamos num terraço pra tomar algo e acabou virando hora do almoço, comemos ali mesmo, depois do almoço fomos pro shopping, lá eu tinha que cumprir as ordens da minha Amante, entramos primeiro em umas duas lojas e numa delas comprei uma minissaia jeans, ao sair de lá fomos pra loja de lingerie, olhei curiosa toda a roupa íntima e acabei comprando 2 conjuntos de renda e várias calcinhas avulsas, foi aí que percebi que tava agindo normal como uma garota qualquer, pelo meu tom de dava pra ver que era travesti mas não ligava, me sentia segura e conversei com a vendedora numa boa, mais tarde tomamos uma cerveja, já era quase 8 da noite e eu tava muito cansada, andar com aquela saia me deixava exausta e a gente ia voltar pra casa da Amante Maria quando recebi uma mensagem dela. - oi Margarida, como foi o dia. - bem Ama, tô muito cansada, por isso com essa saia e esses saltos é difícil andar. — Sim, eu já sei, por isso agora que você tá falando que tá cansada, pede pro Miguel te levar hoje à noite pra dançar num lugar que vou te falar, vou te mandar a localização agora. — Minha ama, não aguento mais. — Por isso que eu faço isso, Margarita, porque você não aguenta mais, você precisa aprender a ser mulher e aguentar o que a gente aguenta. — Minha ama, sério, não aguento mais. — Aqui quem manda sou eu, então vai dançar um pouco e quando chegarem em casa, cumprir como mulher com seu macho. — Sim, Ama, o que a senhora mandar. Ela me mandou a localização do lugar, fomos jantar e depois pro local que minha ama tinha escolhido. Era um lugar escuro, intimista, só tinha casais, música calma, casais abraçados dançando devagar, pedimos uns cubas-libres, o Miguel me chamou pra dançar, me pegou pela cintura, eu reparei como as garotas seguravam seus homens, abraçadas no pescoço deles, imitei, me agarrei no pescoço do Miguel, ele rapidamente procurou minha boca, começamos a nos beijar, uma das mãos dele já tava acariciando minha bunda, eu sentia como se não tivesse nada, aquela saia tão justa no meu corpo parecia uma segunda pele, eu olhava pros outros casais, via as garotas bem agarradas nos seus caras, se beijando e sendo apalpadas por eles, isso me deixou com muito tesão, pensar que eu era mais uma, me excitei só de pensar nisso e acabei molhando a calcinha, gozei simplesmente assim, depois de três ou quatro músicas. — Miguel, vamos sentar, tô cansada, minhas pernas tão doendo. Ficar sentada também não era muito confortável, a saia me obrigava a sentar com as pernas viradas de lado, bem feminina, depois de um bom tempo, mais um cuba-libre e uns amassos. — O que você acha, Margarita, vamos pra casa? — Sim, Miguel, tô muito cansada. — Então vamos. Chegamos em casa, a Ama Maria ainda tava acordada com a namorada dela, as duas estavam peladas na sala, estavam um pouco bêbadas e com tesão. — Olha só, o casalzinho chegou, como foi o dia, Margarita? — Bem, Ama, mas muito Cansada, minhas pernas e pés tão doendo. — Pois ainda não é hora de descansar, Margarita, agacha na frente do Miguel e chupa ele. Eu me abaixei na frente dele, a saia apertava minha bunda e minhas pernas, como não conseguia abrir as pernas, tive que colocá-las pro lado. Desabotoei a calça do Miguel, tirei o pau dele e comecei a chupar. — Cê gosta de chupar o pau do seu macho, né, Margarita? — Sim, Ama. — Sabia que você seria uma boa puta pra ele, e assim você parece tão mulher, devia usar mais essas saias, elas deixam seu corpo tão lindo e feminino. Enquanto minha ama falava, eu continuava chupando até o Miguel gozar na minha boca. — Tô muito orgulhosa de você, Margarita, não me enganei quando te escolhi, você é uma excelente empregada, adora estar feminizada, fazer as tarefas femininas, isso tá no seu sangue, você é uma boa submisso obediente e uma excelente sissy, tem clara sua posição, além de ser, sabe que deve satisfazer seu macho, se olha, não parou de mamar até ele gozar na sua boca, e assim deve ser uma boa sissy, e agora vocês podem ir descansar na cama, bom, Miguel primeiro, acho que você quer foder a Margarita. — Sim, senhora. — Então vamos pra cama, casalzinho. Que alívio quando tirei a saia e me deitei na cama, Miguel se deitou ao meu lado e foi direto pro serviço, pegou o lubrificante, lubrificou bem minha buceta, colocou uma camisinha e se meteu entre minhas pernas na posição tradicional, o missionário, e meteu, começou a me dar estocadas que rapidamente me fizeram gemer. Enquanto me comia, eu olhava pra cara dele, isso me fez lembrar da minha ex-namorada, que enquanto eu a comia, gostava de olhar nos meus olhos, agora era eu a namorada sendo comida e que olhava nos olhos do seu macho. Quando ele gozou, se deitou ao meu lado e a gente rapidamente dormiu. De manhã, acordei primeiro pra preparar o almoço pra minha Ama, a namorada dela e meu homem. Depois de almoçar, Miguel foi dar uma olhada na horta e eu fui... Dediquei à limpeza da casa até a hora do almoço, depois de comer tivemos um tempinho de relaxar até que minha Amante começou a beijar a namorada no sofá e a se apalparem mutuamente. — Que isso, Margarida, não tá beijando o Miguel? Acorda que o dia tá acabando e quero que você volte pra casa bem satisfeita com essa buceta bem comida. A gente começou a se beijar, mas o Miguel rapidamente baixou minha cabeça pra eu chupar a rola dele, coisa que fiz com gosto até que minha Amante mandou eu sentar em cima do Miguel de pernas abertas e enfiar a rola dele até o fundo. Eu mesma comecei a subir e descer cavalgando em cima dele como uma amazona experiente, como sempre gozei primeiro eu. Minha Amante mandou o Miguel me colocar de quatro. — Vai, Miguel, dá duro nessa sua putinha pra ela ir feliz pra casa. Ele me fez gozar mais duas vezes antes dele gozar. Quando ele gozou, a gente ficou um tempinho relaxando e eu fui direto pro chuveiro. Coloquei minha roupa de homem, mas de calcinha por baixo da calça e voltei pro meu apê. Desde aquele dia, sempre usei calcinha por baixo da minha roupa de homem, até pra trabalhar no escritório. Durante a semana, usava calcinhas normais tipo slip, geralmente de renda, e nos fins de semana, pra servir minha Amante e ficar com meu macho, usava calcinha fio dental ou tanga. Tenho de várias cores, mas a cor que mais uso e que mais gosto, como uma boa sissy, é rosa. Comecei a praticar maquiagem em casa quando voltava do trabalho. Isso fazia com que em casa eu já me vestisse de mulher pra fazer isso com a pouca roupa que tinha e coisas que aproveitei que minha ex deixou em casa e roupas que fui comprando pela internet. Meu dia a dia era chegar em casa, me vestir de mulher, me maquiar, fazer a faxina e minha janta assim. De noite, eu tirava a maquiagem e dormia de calcinha e sutiã segurando meus peitos de silicone, e no começo com duas camisolas que minha ex deixou, e depois comprei algumas e um pijama de mulher. Eu desejava sair do trabalho pra fazer isso. , aliás, eu olhava minhas colegas com inveja, que podiam ir trabalhar de saia, e eu só usava calcinha por baixo da minha calça. Foi assim que comecei a viver como mulher. O primeiro pacote que chegou me pegou vestida, e eu não abri a porta; deixaram na casa de uma vizinha. Depois disso, quando esperava um pacote, não me vestia, ficava esperando chegar, até que um dia me pegou de surpresa e abri a porta toda vestida. A partir desse dia, não tive mais vergonha de abrir assim. Nos fins de semana, continuava servindo minha Ama e passando a noite com Miguel. Cada dia me custava mais me vestir de homem para ir trabalhar. E então chegou a pandemia do COVID, e me vi sozinha, trancada em casa. Comecei a viver 24 horas por dia como mulher, já que estava sozinha. Primeira semana muito chata, sozinha. Na segunda, comecei a trabalhar de casa, o que me permitiu trabalhar de saia e salto, mas não podia me maquiar e tinha que usar camiseta de homem nas videochamadas de trabalho. Com Miguel, que falava todo dia por WhatsApp ou videochamada, na segunda semana, como ele não trabalhava, foi colocado em layoff na empresa. Eu disse se ele se atrevia a vir me ver um dia, que me sentia muito sozinha. Ele veio me ver. Recebi ele com meu babydoll rosa, cinta-liga, pelada e de salto. Assim que entrou e nos beijamos um pouco, me ajoelhei e presenteie ele com um boquete suculento, e depois levei ele pela mão direto pra cama, onde fiquei de quatro, oferecendo minha buceta desejosa de ser fodida. Passamos a tarde toda transando, e depois preparei o jantar pra nós dois. Aquela noite dormimos juntos. De manhã, ele foi embora, prometendo que voltaria pra passar uns dias comigo. Dois dias depois, apareceu na minha casa com uma mala pra passar uns dias, que acabaram sendo os dois meses e meio que restavam de confinamento. Durante esses dois meses e pouco, aconteceram muitas coisas que mudaram minha vida. Me dediquei de corpo e alma a cuidar dele como uma esposa cuida do seu homem. todo dia preparava a comida pra ele, lavava as roupas dele e tudo que uma mulher pode fazer pelo seu amado, mas enquanto isso, coisas foram acontecendo. De manhã, eu continuava trabalhando de casa, vestida só da cintura pra baixo. Uma tarde, começaram as palmas às 20h pros trabalhadores da saúde, e Miguel me empurrou pra varanda pra aplaudir. Acabei encontrando minhas vizinhas na varanda ao lado, duas irmãs que têm um centro de estética e sou bem amiga delas. Miriam é dois anos mais velha que eu, e Vanessa tem a minha idade. — Oi — cumprimentou o Miguel. — Oi — responderam elas. Foi aí que repararam em mim e ficaram chocadas ao me reconhecer vestida de mulher. — Joel!!! — Oi — cumprimentei, envergonhada. — O que cê tá fazendo vestido assim? — É longo de explicar. — Bom, a gente tem tempo, tamo presas aqui até sei lá quando. — Agora não é hora. — Bom, um dia cê explica, a gente ficou meio surpresa e confusa de te ver assim. — Meninas, vou entrar, me desculpem. Entrei envergonhada pra dentro e me sentei no sofá, toda acalorada, mesmo sem fazer calor nenhum. Miguel sentou do meu lado e me abraçou, pedindo desculpa por ter me puxado à força pra varanda. Me deu beijos e chupou meu pescoço, e isso fez o inevitável: me excitei, correspondi aos beijos dele e me entreguei apaixonadamente pra ele. Não voltei a sair na varanda, e três dias depois recebi uma mensagem da Miriam. — Oi Joel, como cê tá? — Bem. — Quer vir aqui em casa tomar um café e conversar? Queria saber. — Ok, Miriam, acho que devo uma explicação pra vocês. — Tá bom pra ti às 5? — Ok. Depois de almoçar com o Miguel e ficar um tempo relaxado vendo TV, às 5 fui na casa das minhas vizinhas com uma minissaia jeans e uma camiseta preta de manga comprida. Toquei a campainha, coloquei a máscara, e a Miriam abriu. — Oi Joel, entra, mas tira a máscara. — Oi Miriam. Nos demos dois beijos e depois cumprimentei a Vanessa. — Bom, Joel, explica o que é isso. — É longo de explicar. Podem me chamar de Margarita, é meu nome de garota. — Bom, Margarita explica. Contei toda a história e me confortou que elas me entendessem, passei umas duas horas com elas, combinamos de nos encontrar uma tarde para tomar café, já que estávamos confinados e assim podíamos nos distrair. Já estávamos dois meses trancados, Miguel continuava comigo e eu cada vez mais à vontade com ele, mais metida na minha vida como mulher e me sentindo bem. Uma tarde tomando café com minhas vizinhas, a Miriam reparou no meu cabelo. — Margarita, seu cabelo tá muito acabado, devia cortar as pontas, tão cheias de pontas duplas. — É, quando isso tudo acabar vou passar no salão. — Se quiser, a gente desce pro salão e arruma tudo com as persianas baixas, ninguém vai nos ver. — Tem certeza? — Claro, a gente nem precisa sair na rua, entramos pela porta do prédio. Elas tinham o salão lá embaixo e entrava por uma porta no patamar. — Hoje já é tarde, tenho que preparar o jantar daqui a pouco. — Amanhã é sábado, você tem home office? — Não, amanhã sábado não. — Então amanhã às 10 te espero no salão. — Tá bom. Às 10 bati na porta do salão. — Entra, Margarita, estamos prontas. Você topa se entregar nas nossas mãos? — Vamos ver o que vocês vão fazer comigo. — Fica tranquila, quando o Miguel te ver, vai ver a sua gata bem gostosa. — Primeiro, com seu cabelo loiro assim, eu faria umas mechas. — Não vai exagerar. — Fica tranquila. Ela lavou meu cabelo e começou a mexer nele enquanto a Vanessa. — Eu vou arrumar essas unhas pra você, não gostaria de unhas postiças? — Sim, mas se eu tiver que ir comprar, não saio assim. — A gente tá trancada, deixa o Miguel ir comprar. — Bom, tá certo. Eu não sabia dizer que não gostava tanto de ficar bem feminina, me deixei levar. Duas horas depois, ao me ver no espelho, a Miriam tinha feito muita coisa, cortado as pontas e feito um corte de menina, delineado minhas sobrancelhas bem finas e femininas, e minhas unhas com uma manicure francesa e rosa. — Vocês exageraram, segunda-feira como é que vou fazer videoconferência de trabalho assim? — Sabe de uma coisa? Margarita, você gostou do que fizemos com você e está na hora de se mostrar como você é feliz, por isso te arrumamos assim. — Mas e se minha chefe não me aceitar desse jeito? — Não tenha medo e vai em frente. Miriam tinha razão, já fazia dois meses que eu estava em tempo integral como mulher e era feliz, já tinha passado pela minha cabeça, eu gostava de viver assim e estava muito bem ao lado do Miguel, até tinha pensado que seria bonito ter peitos, então fui subindo pensando nisso até em casa, o Miguel ficou de queixo caído quando me viu. — Nossa, você está uma gostosa, a que se deve essa mudança? — Coisas da Miriam, você gostou? — Muito, gata. — E se eu te dissesse que quero continuar assim para sempre, e que você fique aqui comigo, com sua gata. Ele me pegou pela cintura e me deu um beijão que molhou minha calcinha. — Você se dá por respondida com isso? — Acho que sim, amor, mas não me contento só com o beijo. Peguei bem firme no pau dele por cima da calça. — Agora quero isso. — Tudo seu, gata. Me ajoelhei, tirei a calça e a cueca dele e comecei a chupar olhando nos olhos dele. — Você me enlouquece, Miguel. — Já vi, gata. Passei a língua no pau inteiro dele de cima a baixo, chupei bem as bolas dele, e depois chupei o pau de novo até ficar bem alimentada com a porra que meu macho me deu. Levantei, sentei ele no sofá, chupei de novo até deixar bem duro, e eu mesma afastei minha calcinha para o lado e sentei nele, enfiando tudo na minha buceta, cavalgando como uma boa amazona bem puta até que ele encheu tudo de porra. Era a primeira vez que eu transava sem proteção, mas eu queria, tinha que mostrar que era toda dele. Tirei ele e ajustei minha calcinha, e enquanto nos beijávamos, sentia minha calcinha ficando molhada com a porra dele até ficar bem encharcada. Fui direto para o chuveiro. Naquela noite, transamos de novo. O domingo se apresentava um dia complicado por decisões que tive que tomar. A primeira foi o nome: Margarita não me agradava, eu queria me chamar Jessica e aí decidi mudar para Miguel, ele adorou minha escolha. Conversamos com Ama María e contamos que íamos morar juntos como casal e que ela não levasse a mal, íamos deixar a relação que tínhamos com ela. Ela levou super bem, até a mudança do meu nome. A segunda coisa foi falar com minhas vizinhas e amigas, elas ficaram muito felizes por mim e pela minha decisão difícil de viver como mulher. A mais complicada era falar com minha chefe e explicar tudo. Não dava pra esconder na segunda-feira na videochamada de trabalho: meu cabelo, minhas sobrancelhas, minha aparência já era muito feminina. Então, depois de pensar muito, criei coragem, liguei pra ela primeiro e depois fizemos videochamada. Ela ficou paralisada, mas não criou problema nenhum com minha mudança e decisão. A única coisa que pediu foi que, naquele mesmo domingo, ela falaria com meus colegas de trabalho — duas minas e um cara, agora seríamos três mulheres — e faria uma videochamada com todo mundo pra me apresentar como Jessica e explicar minha transição. Tudo foi perfeito, e na segunda-feira Jessica já começou a trabalhar remoto como tal.

A partir daí, começou uma guerra de sentimentos internos na minha cabeça. Eu queria me ver cada vez mais feminina. A primeira coisa foi a depilação a laser. Quando o confinamento acabou, já estava decidida: queria ter peitos, feminizar minha voz. Marquei consulta com uma endocrinologista e, depois de vários exames médicos, comecei a tomar hormônios. Iniciei os trâmites pra mudança de nome e, em poucos meses, era Jessica pra todos os efeitos. Minha primeira cirurgia foi no pomo de Adão e nas cordas vocais, consegui uma voz mais feminina. Depois de um ano tomando hormônios, coloquei implantes: 500 gramas de silicone em cada peito. Em setembro de 2021, Miguel e eu casamos no civil. Desde então, somos um casal feliz, adoro exercer o papel de esposa. Por costume, desde que Ama María colocou minha gaiolinha, me acostumei a fazer xixi sempre sentada. Desde que deixei minha Ama, não uso mais ela, mas sempre faço sentada. De vez em quando, até... Já fiz isso em pé, principalmente fora de casa, mas até na rua eu faço agachada. Levanto um pouco a saia, afasto a calcinha pro lado, tiro pra fora e faço igual uma mulher. No dia 16 de junho de 2023, às 8h30 da manhã, fiz meu último xixi em pé. Tava numa cama do hospital, prestes a entrar no centro cirúrgico pra fazer uma vaginoplastia. Quando acordasse, ia ter que fazer sempre sentada. Foi uma decisão difícil de tomar, mas minha obsessão por ser uma mulher completa me levou até ali.

Depois da operação, fiquei 7 dias internada. Achava que ia ser uma cirurgia dolorosa, mas sofri mais quando coloquei os peitos. Minha recuperação foi rápida. Vi minha buceta no quinto dia, quando tiraram o curativo. No começo, foi estranho olhar pra minha virilha e ver uma rachinha ali, mas quando coloquei a calcinha, principalmente fio dental, e nada incomodava, me ver tão lisinha me enchia de orgulho. Tinha que usar dilatadores pra manter a profundidade da minha buceta. Todo dia tinha que enfiar e deixar uns 20 minutos lá dentro. Precisei ir várias vezes fazer revisão. Ontem, dia 18 de agosto, passei pela última revisão, super satisfatória.

Saí de lá felizona. Fui direto pra uma loja de lingerie, onde comprei um picardia com fio dental, tudo de renda vermelha. Amo vermelho, acho bem putinha, e eu gosto de ser assim. Falei pro Miguel que tava tudo no caminho certo, que tava tudo bem. De noite, fui pro banheiro, o Miguel já tava na cama. Coloquei o que tinha comprado, meus saltos de 12 centímetros e meus lábios bem vermelhos. Saí do banheiro e fui entrando devagar no quarto. Primeiro mostrei uma perna e meu pé de salto, depois meu corpo lentamente. No começo ele não falou nada, quando me viu inteira, aí reagiu: — Nossa, gata, você tá demais! E essa surpresa, hein?

Não falei nada. Fui até a cama, deitei do lado dele. Ele só tava de cueca. Beijei ele na boca com paixão, enquanto pegava na pica dele com a mão. Mano, fui descendo beijando o peito dela enquanto tirava a cueca, até chegar naquela rola que eu tanto gostava. Comecei a chupar ela e, quando tava bem dura, subi e falei no ouvido dela. — O médico disse que já tô pronta pra ter relações, e tô morrendo de vontade de sentir dentro da minha buceta virgem a sua rola linda. Deitei de barriga pra cima e abri as pernas. — Sério, amor. — Sim, meu amor, tô doida pra isso, mas quero ver como entra. Ele se colocou entre minhas pernas, colocou a ponta na minha buceta, afastou a calcinha fio-dental pro lado. — Devagar, amor, que pode doer um pouco. Fui olhando como ele ia entrando, me senti estranha de novo por não ver meu antigo pau pendurado ali, mas feliz por saber que, de agora em diante, a única rola que eu veria entre minhas pernas seria a do meu macho. Ele foi me penetrando aos poucos, eu olhava como a rola entrava na minha buceta. Soava estranho ainda, mas agora eu tinha uma buceta. Entrou com facilidade, tava bem lubrificada e não senti dor nenhuma. Tava inteira dentro e ele começou a me foder, primeiro devagar, um vai e vem suave, vai e vem. Comecei a sentir um prazer que nunca tinha sentido antes, comecei a gemer igual uma mulher. — Alternava meu olhar entre os olhos dele e minha entreperna. — Siimm, assim continua, não para, que gostoso, meu amor. Assim, continua, continua, mmm, tô gostando, ahahah, que gostoso ser mulher. Ele me olhava sem dizer nada, só sorria enquanto me fodia. Assim por uns 10 minutos. — Uffff, vou gozar. — Sim, ahhh, ahhh, sim, amor, goza dentro, quero sentir seu leite na minha buceta. Ele deu umas três ou quatro estocadas bem fortes e eu senti o calor do leite dentro de mim. Parou de se mexer, deixou a rola inteira dentro e tirou devagar. — Bufff, que gostoso, meu amor, te amo muito, querido. — Eu também te amo, minha menina. Ele se deitou do meu lado, ajeitou minha calcinha fio-dental. Eu sentia uma sensação estranha dentro da minha buceta, cheia de leite. A gente se beijou um pouco. — Nena, vamos fazer um anal? — Desculpa, Miguel, hoje não. Esse momento foi muito especial pra mim e quero lembrar dele assim. Sem mais nada. - Tá bom, amor, te entendo. - Valeu. Levantei da cama, fui pro banheiro, desci só o necessário da calcinha pra me olhar, tava toda cheia de porra. Olhei minha buceta, tava com os restos de sêmen do meu homem. Agora tô sentada no sofá, sinto minha calcinha molhada da porra dele, mas não quero trocar ainda. Me excita pra caralho ter minha buceta recém-desvirginada, toda viscosa e bem molhada. Meu homem já tinha me feito mulher.

3 comentários - Margarita submissa feminizada e depois Jessica, a esposa

GIEGUI
Que lindo que una ama así nos descubra y nos convierta en lo que somos en realidad