Mi primera pija? Si, la de mi primo (Relato Gay)

Contar o começo do tesão e da habilidade de chupar pica não é da noite pro dia. Tem sua história.
E o que mais posso fazer aqui é contar o que realmente rolou. E não tem porque mentir, não ganho nada com isso. Além disso, são memórias desbloqueadas, já que a pessoa desse relato com quem tive essas experiências morreu muito jovem numa briga há muitos anos, então esses momentos eu guardo na mente. Por respeito, o nome não vai ser o original.
Eu tinha uns 12 anos (meu primo, 17, Matias) quando, por causa de curiosidades e conversas, fiquei sozinho com ele no quarto dele, mais precisamente num domingo de meio-dia que as famílias se reuniam, poucos celulares, pouca tecnologia. Então a gente tava zoando e falando de coisas aleatórias até que meu primo me perguntou se eu já tinha batido uma, mas não só me tocando no banho e nada mais. A casa era grande, e de repente ele levantou da cama dele e trancou a porta, e aí um nervosismo bateu em mim e a gente ficou de frente um pro outro, ele tirou a pica dele e tirou a minha... E era grande, digamos pra idade dos dois, e eu pela primeira vez, sim... era peluda... então ele me ensinou como bater uma, puxando a pele pra frente e pra trás.. Essa putaria fez eu ter uma ereção e, bom, Mati tava parecendo mais tarado que um cachorro no cio e a gente começou a se punhetar, mas também percebi que naquele momento era perigoso demais, dada a quantidade de gente que rondava a casa e podia rolar de tudo, mas o prazer do meu pau duro recebendo aquela massagem pra cima e pra baixo não me deixava raciocinar.
Por sorte, um barulho fez a gente parar e, suponho que por sacanagem da parte do Matias, ele falou:
- Bate uma depois quando for tomar banho, talvez na primeira não saia nada.
Soou convincente, do mesmo jeito ele continuava com a pica dura pra caralho. E a bomba foi:
- Primo, me ajuda a bater uma - Minha cara foi, suponho, de surpresa, excitado sei lá... mas eu num momento ficava falando "não, não, não" e ele se aproximava mais e me implorava por favor.
- Vai, primo, vai! Uma só! Masturbação e saímos, e pronto.
Em 5 minutos de histeria e insistência, fico do lado do Matías (ambos em pé) e ele segura minha mão e diz:
— Aperta forte aqui e vai — e na sequência minha mão começou, vendo como a cabeça aparecia e desaparecia por mágica.. Lembro da respiração dele, ofegante, e num momento ele tira minha mão e babaca com bastante saliva
— Sua mão é muito macia e isso vai me ajudar muito mais.
Ele me faz massagear a rola dele, pra deixar ela toda molhada, e me faz retomar a masturbação. Nisso, não sei, passaram uns 10 minutos que parecia que tinha sido 1 hora, quando no meio da masturbação ouço barulhos de novo e paro. Ele segura minha mão firme.
— Não, não, vai vai que não vem ninguém! — Continuo batendo uma pra ele até que ele solta um gemido e me diz "Não para".. E aí eu vi, era um monte, lembro de uns 3 jatos de porra que saíram.
Fiquei meio surpreso e aí num instante ele limpou a bagunça do chão e nos arrumamos pra sair. Rimos pra caralho, me higienizei no banheiro e um mundo obscuro haha se abriu porque naquele período até meus 17 anos, depois da morte repentina do meu primo, alguém ocuparia o lugar dele por muito tempo: Meu Tio.
Vou continuar contando alguns momentos que tive com os dois (separadamente, claro, porque nunca teve ménage nem nada disso). Mas as coisas que descobri com meu primo duraram uns 1 ano — 1 ano e meio.

Também se tiver algum encontro, vou colocar aqui, hein. Abraços.

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