Ilhado Entre Bucetas[65]Parte 01[/65]

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Aislado Entre Mujeres [65] - Parte 01.



Capítulo 65.

Libertinagem.

Numa manhã, enquanto a gente tomava café da manhã, a Macarena avisou que já é oficial: vai começar a campanha de vacinação contra a Covid. Essa notícia devia ter me deixado feliz, porque com certeza animou um monte de gente. Muita gente deve estar doida pra voltar à vida normal; mas eu não. Pra mim, isso significa que esse jeito de viver isolado, com minha família, tá chegando ao fim.
Sei que as coisas daqui pra frente vão mudar pra caralho. Não sei o que minhas irmãs tão pensando. Talvez alguma queira ficar morando nessa casa por anos, mas algo me diz que não vai ser assim.
— E essa vacuna é confiável? — Perguntou minha mãe.
—Olha, mãe… espero que você não seja daquelas pessoas que acham que vão colocar um chip na gente pra controlar a mente ou pra nos rastrear, como uns paranoicos falam por aí.
—Não, Maca, nada a ver. Eu quero me vacunar sim, tenho mais medo de não fazer isso. Só quero saber se, de todas as opções de vacinas contra a Covid, a gente vai ter a melhor.
—Bom, quando chegar a hora, talvez você possa escolher a que quiser… ou quem sabe te enfiem a que cair no seu colo. Não sei. O que eu sei é que todas são eficientes. E vão meter duas doses em nós.
—Dois? Isso me tranquiliza, sinto que é como um reforço.
Macarena conseguiu acalmar um pouco a Alicia. Pensei que minha mãe fosse dar mais trabalho com a campanha de vacinação, porque ela é paranoica por natureza; mas ela entende que o risco é sair na rua sem se vacinar. Mesmo assim, as palavras da minha irmã não serviram pra aliviar minha preocupação com o que vai rolar depois.
— O que vocês pretendem fazer quando estiverem vacinadas? — Perguntei pra todas as presentes. A única que não estava lá era a Ayelén, que continuava na dela, passando horas trancada no quarto da minha mãe.
— Não sei — disse Pilar —. Nem tinha pensado nisso.
—Quero ir de férias pra mesma praia que fui com a Camila Contreras — garantiu a Macarena.
—Claro, porque você tá afim de ser comida de novo por vários, bem na praia —disse Gisela, com um sorriso safado.
—Claro. Quero aproveitar minha liberdade. Quero passear de buceta pela praia e terminar dando pra primeira pica grande que eu encontrar.
—Parece interessante —disse Pilar, com uma risadinha.
—E você, Gise? —Perguntei—. Tem planos?
—Sim, a gente conversou com a Brenda —ela olhou pra amiga e as duas trocaram sorrisos cúmplices—. Vamos alugar um apartamento pra gente duas.
— Vocês vão oficializar a relação de vocês? — Perguntou a Tefi.
Não, nada disso. Vamos continuar sendo boas amigas... tão boas que vamos transar pra caralho. Mas não somos namoradas." — Falou isso último olhando pra mim —. "Com o que a gente ganha no escritório, dá pra alugar um lugar decente.
—E você, Tefi? —Perguntou a Maca.
—Tô igual a Pilar. Não faço ideia do que vou fazer. Vou pensar nisso durante esses dias.
Por algum motivo estranho, essas palavras me acalmaram um pouco.
—Nahuel… Tem algo em mente? —Perguntou Pilar.
—Vou ficar aqui —respondi na hora—. Nessa casa tenho tudo que preciso. Por que eu iria embora?
—Ela quer ficar com a mamãe —disse Alicia, me abraçando forte. Minha cara acabou enterrada entre os peitões dela—. Que lindo… tomara que mais de uma resolva ficar um tempinho. Me dá um medinho de todas irem embora.
—Bom, mãe… mas é lógico —disse a Maca—. A gente já passou mais de um ano trancada nessa casa, queremos sair um pouco, viver a vida. Espero que você não seja contra isso.
—Não, não… fiquem tranquilas. Mesmo doendo ver vocês indo embora, juro que não vou interferir. Só quero que sejam felizes. Já causei muito dano tentando cuidar de vocês do meu jeito e sei que o melhor é confiar que vocês sabem o que fazer com suas vidas.
—Quem é essa mulher, e o que ela fez com a minha mãe? — Perguntou Pilar. Todo mundo riu.
Eu fiquei afundado naquelas tetas, refletindo sobre o que vai vir e sentindo saudade do presente.

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—Vamos, prestem atenção —disse Macarena, no dia seguinte. Tivemos que convencer a Ayelén a sair da toca dela pra todo mundo ouvir esse anúncio importante. —Está oficialmente decretado o início da competição de "chupar bucetas".
—Isso significa que já podemos começar? — Perguntou Gisela, olhando para Brenda com um sorriso safado.
—Quase, já começamos. Antes queria definir umas regras: pra começar, o concurso não vai durar só um dia. Vamos estender ele pela semana inteira.
—Uma semana inteira? Acho que é demais.
—Olha, mãe… —continuou Maca—. Provavelmente essa vai ser nossa despedida do isolamento e do estilo de vida que a gente construiu nesses meses. Acho que a gente tem que se despedir com estilo. Cês não acham?
—Concordo —disse Pilar.
Todos nós concordamos, a Alicia não teve outra alternativa a não ser aceitar. A única que não deu opinião foi a Ayelén. Ela ficava olhando pra todo mundo em silêncio, como se ainda estivesse traumatizada com a notícia de ser nossa irmã. Não julgo ela, essa parada também tá me deixando mal.
—E como é que a gente vai fazer o concurso? —Perguntou a Tefi—. Vocês vão dar pontos por desafios ou algo assim?
—Não, vai ser bem mais subjetivo —disse a Maca—. Por isso é importante a gente respeitar uma regra: honestidade acima de tudo. Se não fizermos isso, a competição não faz sentido. Todas nós vamos ter que chupar o pau de todas… e no final cada uma vai decidir, de acordo com a opinião sincera, quem chupa melhor. Obviamente, ninguém pode votar em si mesma.
—Tá bom pra mim, eu prometo que vou ser sincera —garantiu Gisela—. Não vou favorecer ninguém, nem prejudicar ninguém.
—Mesmo que a vencedora possa ser eu? —Perguntou Ayelén. Não me surpreendeu que isso a fizesse reagir. Essa mina é extremamente competitiva.
—Sim. Se eu realmente acho que você é a melhor, vou falar. E todas as outras deveriam fazer o mesmo. A competição tem que ser justa e equilibrada. Mas não sei como vamos resolver o problemazinho do Nahuel… o coitadinho nasceu com pinto.
—É, coitado… não sabe o que tá perdendo —disse Macarena—. Mas também pensei numa coisa pra ele. Ele participa igual a gente, então pode ganhar o concurso. E ele disse que queria aprender a fazer direito. Por isso montei um sistema especial pra ele. Sei que mais de uma vez ele vai ficar de pau duro… e vai querer enfiar em algum buraco. Não podem deixar.
—Ufa, mano! —protestei—. Uma semana com a pica dura sem poder meter em lugar nenhum?
—Pode enfiar na tomada —disse a Tefi pra mim—. Isso ia te dar um estímulo bem potente.
—Ha, ha… muito engraçada —falei, com sarcasmo.
—Se você quer meter o pau em alguma de nós, tem que merecer —continuou Macarena, e prendeu toda a minha atenção—. Aqui também a honestidade é importante. Se o Nahuel não chupa bem, então não tem direito de meter o pau em lugar nenhum, nem na boca. Já se ele fizer direito… elas têm que chupar ele. Se ele fizer muito bem, têm que deixar ele meter na buceta… e se ele fizer excelente. Bem, aí terão que entregar o cu.
—Epa… isso eu gosto —respondi com entusiasmo—. Vou caprichar bem.
—Todas estão dispostas a seguir essas regras com total honestidade? —Todas concordaram com a cabeça—. E nada de dar buraco por pena, ok? Se o cara quer meter, então que aprenda a chupar uma buceta como deve ser.
—Tá bom pra mim —falei—, mas que reconheçam quando eu faço muito bem… ou excelente.
—Sim, isso é obrigatório. Senão, vai ter consequências… e isso vale pra todas, incluindo você, Ayelén. Então, se alguma não quiser que o Nahuel meta… é só ficar de fora do concurso e pronto. Vocês vão participar? —Mais uma vez, todas concordaram—. Beleza, então quando quiserem chupar a buceta de alguém, é só pedir permissão e pronto… menos com a Brenda, ela prefere que façam sem avisar. Não é mesmo?
—Muito verdade —respondeu a citada, com um sorriso angelical.
—Perfeito. Começa o concurso…
—E você, Tefi? —Perguntou Ayelén—. Também vai chupar bucetas? Já não se incomoda mais em fazer isso?
Não passou nem um milissegundo de concurso e a Ayelén já teve que criar um climão.
— Só quero ganhar, igualzinho você — respondeu a Tefi, dando de ombros —. E espero que seja sincera se eu fizer isso com você.
—Fica tranquila, sei que você tem um talento especial pra chupar buceta… como se tivesse praticado muito. Bom, todas aqui já chuparam mais de uma buceta. Vai ser uma competição acirrada. Que vença a melhor. Se alguma quiser começar comigo, espero ela no meu quarto.
Ela girou nos calcanhares e desapareceu pelo corredor em direção ao quarto da Alicia. Poucos segundos depois, Pilar a seguiu. Ela notou a preocupação no rosto de Cristela e disse:
—Não se preocupa, tia… vou na paz. Já tô de saco cheio das brigas dessa família. Só quero que a gente se dê bem… mesmo que seja por uma semana. E espero que todo mundo tente fazer as pazes com a Ayelén. Gostando ou não, ela é nossa irmã. E sei que vai soar estranho depois do que acabei de falar, mas… mesmo a gente tendo se dado mal no passado, essa mina me dá um tesão danado. Tô morrendo de vontade de comer a buceta dela.
—Tô muito orgulhosa das suas novas atitudes lésbicas, mana —disse Gisela, com um sorrisão—. Espero que você capriche muito comigo. Pretendo fazer o mesmo com você.
—Ai, caralho… é que… isso me acontece por ler tanto pornô lésbico. Fico tarada e dá uma vontade danada de ficar com uma mulher.
—Não sabia que você lia pornô lésbico —disse Gise—. Sempre achei que as histórias que você lia eram bem hétero.
—Essas já me entediaram faz tempo. O interessante mesmo veio quando comecei a explorar outros tipos de histórias. Até algumas com incesto.
—Upa… quero ler um livro desses — disse Macarena.
—Depois te passo. Tenho um de uma mina que comeu o irmão dela que tu vai amar.
—Olha só… e você guardava isso bem escondido, gostosa. Não me falou nada —Maca olhou pra ela de braços cruzados—. Fala a verdade: foi daí que surgiu essa vontade de provar a pica do Nahuel?
Pilar mostrou um sorriso macabro, achei que não ia responder porque seguiu seu caminho, mas parou e disse:
—Tava desesperada pra provar uma pica… mas se fosse a do meu irmão, melhor ainda. E não me olha estranho, toda mina fica com tesão por incesto. Por isso essa semana vai ser um puta descontrole. E você, gostosa, é a mais incestuosa de todas… é quem mais curte isso. Não vem dizer que não. Por isso quer parar com isso, sabe que senão não vai conseguir se segurar.
—Eu sei, admito que é assim… embora também faça isso pelo bem de todos vocês. Reconheço que o incesto sempre me deu tesão, desde que comecei a “brincar” com a Cristela. Eu gosto pra caralho, não consigo evitar. Por isso, o melhor pra mim e pra vocês é cortar tudo… mas, essa semana vou aproveitar ela ao máximo e sem culpa.
—Você tá morrendo de vontade de comer a buceta de todas nós, né? —Pilar perguntou.
—É isso aí… e vou fazer com muito prazer. Se essa vai ser nossa despedida do incesto, então acho que todo mundo tem que aproveitar… de um jeito selvagem.
—Gosto do jeito que essa puta fala —garantiu Gisela—. E vou aproveitar essa semana pra acertar as contas com você, tá claro? Pra cada boceta que você chupar, vai ter que chupar a minha duas vezes.
—Tá bom, aceito.
—Você vai chupar tanto minha pica que vai acabar apaixonada por mim —eu podia ver como aquela segunda personalidade da Gisela ia ganhando terreno conforme ela ficava excitada. Até o jeito de olhar dela estava mudando.
—Sim, vou chupar ela toda, todo dia…
—Vem, puta… começa agora…
Gisela tirou a calça e a tanga. Alicia se moveu sem dizer uma palavra e foi se ajoelhar na frente dela. Todos ficamos olhando como ela começou a chupar a buceta dela com absoluta devoção. Até a Pilar decidiu ficar mais um pouco e admirar essa cena lésbica tão poderosa.
—Quero que você admita, mamãe… quero que você diga.
—O que é que eu tenho que falar?
—Você sabe muito bem…
—Tá bom… admito: sou sapatão.
—Apesar de você gostar tanto de pau? — Perguntou Gisela.
—Sim… as picas me excitam, mas as bucetas me apaixonam. Prefiro as mulheres. —Deu uma lambida na filha dela.
—Quando eu arrumar uma namorada, vou falar pra ela: "Sou sapatão, igual minha mãe".
—Tá bom…
—E se for uma namorada muito boa, uma que é pra valer… aí você vai transar com ela. Vamos transar as três juntas.
—Isso não vai contra o pacto que a gente fez de não transar mais entre a gente? — Perguntou a Tefi.
—Não tô nem aí. Essa mulher me deve muito — insistiu Gisela —. E me deve uma trepada com a minha namorada, por causa da vez que ela expulsou minha amiga na base do chute, enquanto a gente tava transando.
—Pra mim parece justo —disse Macarena—. Ela deve mais pra Gise do que pra qualquer outra pessoa.
—Sim, também acho que é o mais adequado —disse Pilar—. Bom, vou pegar a Ayelén, não aguento mais. Se alguma quiser se juntar, já sabe onde nos encontrar.
Foi assim que começou essa semana de pura libertinagem. No final, a Alicia topou aproveitar ao máximo e isso me aliviou pra caralho. Não quero sentir o olhar inquisidor dela toda vez que eu faço algo com uma das minhas irmãs.
Poderia ter partido pro ataque sem mais delongas, e isso teria sido um erro. A cena entre a Gisela e minha mãe deixou meu pau duro e cheio de vontade de ação. Mas as regras do jogo me impedem de chegar em qualquer uma e simplesmente meter. Tinha que conquistar a oportunidade pra fazer isso.
Fiz uma análise rápida das minhas opções. A primeira que descartei foi a Macarena, minha experiência anterior me diz que ela vai ser muito exigente… embora também seja a que mais conselhos poderia me dar sobre sexo oral. Ela adora ensinar. Vou tentar com ela mais tarde. A Tefi também descartei, ela me intimida um pouco e também acho que vai ser muito exigente. As duas opções que sobraram eram a Cristela e a Brenda. Ambas são boas opções. A Cristela estaria disposta a me ajudar e seria compreensiva comigo. E a Brenda… hmm, não sei como ela reagiria nessa situação… e isso me deixou curioso.
Decidi por ela e lembrei que ela não gosta de pedir permissão, então simplesmente peguei na mão dela e a levei até meu quarto. Ela fez o caminho toda com um sorriso de orelha a orelha. Parecia bem feliz por eu ter escolhido ela. Antes de entrarmos no quarto, vi a Tefi levando a tia Cristela pro quarto dela, e a Macarena preferiu fazer um menage com a Pilar e a Ayelén, porque vi ela sumir no corredor. Fiquei mais tranquilo ao ver que todo mundo tinha achado alguém pra começar o jogo.
Comecei a despir a Brenda, pelo visto ela gostou que eu tomasse a iniciativa. Deixou eu tirar toda a roupa dela e depois pedi pra ela deitar na cama.
Acariciei a buceta dela, tava bem molhada, claramente ela também ficou excitada vendo a Alicia chupando a Gisela. Sem mais enrolação, meti a cara e comecei a chupar. Fui devagar, como se tivesse medindo cada movimento. Passei a língua por vários lugares da boceta dela, tentando achar os pontos que mais a deixavam louca.
—Tô fazendo certo? — Perguntei.
—Sim… mas não importa… enfia em mim mesmo assim.
—Hã?
—Sim, quero que você meta em mim. Agora mesmo.
—Que puta que tu é —falei, entre risadas.
—Hoje tô com muita vontade de transar. Também pode meter no meu cu, se quiser.
—Adoraria fazer isso, mas quero respeitar as regras do jogo.
—Não precisa…
—Pra mim sim. Quero aprender a fazer isso direito, e meter é um bom incentivo. Quero merecer, exatamente como dizem as regras do jogo.
—Ufa… agora me irrita um pouquinho que você seja tão nobre; mas é algo admirável. Cê é um cara legal, Nahuel. Gostei muito de você.
—Valeu… cê caiu bem pra caralho pra mim também. E queria que cê fosse sincera. A Gisela manda muito nisso, então cê já sabe como é quando alguém faz direito. Vou meter em você, com muito gosto; mas só se eu mereci de verdade. Cê vai ser honesta comigo?
—Sim, tá bom. Te prometo ser honesta.
—Beleza, me diz como eu faço.
Voltei pra ação, a buceta dela estava deliciosa e eu tava realmente curtindo lamber ela.
—Mmm… vai ter que se esforçar um pouco mais.
—E quanto seria um pouco mais?
—Muito mais —ela soltou uma risadinha.
—Tá dizendo que eu sou ruim nisso?
—Desculpa, você pediu pra eu ser sincera… e é o que eu penso. Te falta muito pra chegar no nível da Gisela… pra caralho.
—Tá bom, vou me esforçar mais.
Retomei as lambidas, dessa vez com mais ênfase e foquei naqueles cantinhos que achei que seriam mais eficazes. O clitóris dela levou várias linguadas e também lambi o meio da buceta dela. Minha pica pulsava, como se estivesse se preparando pra entrar em ação; mas as palavras da Brenda deram um puta baque nela.
—Mmm… não, não está tão boa assim.
—Pelo menos dá pra você me chupar? — Perguntei.
—Acho que não. Disseram que você ganhava uma chupada se pelo menos fizesse direito… e isso nem chega perto de "direito".
—Ai, caralho. Não achei que fosse tão ruim assim. O que eu tô fazendo de errado?
—Tudo. Você tá lambendo como se estivesse limpando ela. Tipo, são lambidas sem sal. O importante é a atitude, não é só uma questão física. A gente adora sentir que tão comendo a buceta com vontade… com vontade de verdade.
—Mmm… já entendi. Vou tentar de novo.
Gostaria de dizer que, depois de vários minutos de esforço, consegui pelo menos fazer a Brenda me chupar a pica; no entanto, ela manteve a sinceridade intacta e me disse que eu não tinha alcançado nem os padrões mínimos. Prometi que da próxima vez ia me sair melhor.
No primeiro dia, fiquei sem nada. Depois da Brenda, a Gisela entrou no meu quarto e pediu pra eu continuar o que minha mãe tinha começado. Chupar a buceta da Gisela me deixou muito inibido, e sei que fiz muito mal feito; nem precisei que ela me dissesse. Ela saiu do meu quarto poucos minutos depois, sem falar nada. Dava pra ver a decepção no olhar dela.
Naquela noite, nem me masturbei, não queria me dar nenhum tipo de recompensa até fazer direito.

Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?
      
Não vou aceitar a derrota tão fácil assim. No dia seguinte fiquei na expectativa, esperando encontrar o momento certo pra voltar à ação. Além disso, podia curtir o que as outras faziam. Pareciam ocupadas com sexo o tempo todo. Embora às vezes parassem pra comer, bater um papo, tomar banho ou beber algo, não demorava muito até que voltassem a transar com alguém. Dava a impressão de que a roupa tinha sido proibida na minha casa. Nenhuma fez o menor esforço pra se vestir. A nudez era total e constante, o que me deixava de pau duro toda hora.
Dessa vez não consegui fazer uma análise pra tentar achar minha melhor opção, percebi que todas arrumavam um parceiro em menos de dois minutos.
Alicia saiu do banho, acabou de se lavar, largou a toalha no encosto do sofá e mostrou toda a sua nudez.
—Quem quer provar isso agora mesmo? — Ela perguntou.
Macarena, que estava se acariciando a buceta enquanto via a Tefi chupando a Pilar (coisa que também me deixava maravilhado), se levantou e pegou a mãe pelo braço, levando ela pro quarto. A Cristela se juntou a elas na hora. Tenho certeza de que formaram um trio daqueles, com muita energia. Essas três adoram transar gostoso.
Sabia que a Gisela e a Brenda estavam num dos quartos fazendo um 69, porque vi elas de passagem, e isso me deixou com uma única opção: a Ayelén. Ela tava sentada no sofá na frente da Pilar e da Tefi, curtindo a cena. Quando nossos olhares se cruzaram, ela sorriu pra mim… isso me fez ficar de alerta. Sei que quando ela sorri é porque tá planejando fazer alguma sacanagem… mas tinha algo estranho nesse sorriso.
— Quer continuar praticando comigo? — Ela me perguntou.
—Eh… hum… —a proposta me deixou sem jeito—. Bom, se não te incomoda…
—Vai, vamos…
Ela se levantou e foi direto pro meu quarto. Eu segui ela e, ao entrar, encontrei ela deitada na cama, com as pernas bem abertas. Não disse nada, só apontou pra buceta dela com um sorriso.

Diário de Quarentena:
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:

"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.
Fica esperto, cadete Nahuel… isso pode ser uma armadilha.>

Me aproximei com cuidado e fiquei bem entre as pernas dela. Ela tava radiante, uma gostosa… não vou negar, ao vê-la tão disposta na minha frente, minha pica despertou. Pode ser chata pra caralho, mas também é uma delícia.
Meti a cabeça entre as pernas dela com todo cuidado, como se a buceta dela tivesse dentes. Acariciei, como se quisesse ter certeza de que não ia me morder… ou algo pior. Quando percebi que estava agindo que nem um idiota, me joguei pra lamber. O primeiro contato não foi nada mal, Ayelén não fez nenhuma tentativa de me humilhar. Nem sequer se mexeu. Poucos segundos depois, consegui ganhar um pouco de confiança e comecei a chupar com mais vontade.
Foca mais aqui pra baixo" — ele me disse —, "na região do clitóris.
Olhei pra ela sem parar de lamber. Será que ouvi direito? Ela tava me dando dica de como fazer oral numa mulher?
Fiz o que ela pediu, passei minha língua várias vezes no clitóris dela.
—Não precisa ser contato direto… dá pra brincar um pouco com a tensão, lambendo em volta do clitóris. Por aqui…
Com o dedo, ela traçou um círculo que deixava o "botãozinho do prazer" dela bem no centro. Não dava pra acreditar que justo ela, de todas as mulheres lá em casa, tava me ensinando a fazer isso. Os conselhos dela pareciam sinceros, então botei em prática. Lambi tudo em volta do clitóris e percebi como ela se arrepiou e começou a gemer.
—Agora vai se aproximando devagar do clitóris…
Fui traçando um caminho em espiral até o centro e, quando cheguei no destino, me deu na telha dar um pequeno chupão.
—Mmm… sim, isso foi bom. Dava pra repetir o processo inteiro de novo… mas também não abusa, fica chato se fizer sempre a mesma coisa.
Repeti o processo mais duas vezes e depois voltei a usar a tática velha e confiável: “Passa a língua onde te der na telha”. Essa última parte não pareceu convencer tanto a Ayelén, os gemidos dela foram se apagando aos poucos.
—Como é que eu fui? —Perguntei, só pra ter certeza.
—Bem… digamos que você ganhou uma chupada de pau; mas não pode meter.
Isso me surpreendeu pra caralho. Com a Brenda eu nem tinha conseguido bater a primeira meta.
—Tô surpresa que você tá sendo tão sincero. Cê vai mesmo chupar minha buceta?
Sim, prometi que não ia trapacear e vou cumprir… porque quero uma competição justa.
—Ah, é? E já chuparam sua buceta várias vezes?
—Pilar, Macarena, sua mãe e a Brenda. Ainda faltam as outras. Com certeza a próxima vai ser a minha mãe.
—E das que já fizeram, quem você acha que poderia ganhar o concurso?
—Acho que eu poderia ganhar —respondeu, mostrando que a velha Ayelén ainda estava ali—. Mas como não posso votar em mim mesma, por enquanto diria que sua mãe está na frente.
Com todo o ódio que ela sente pela Alicia, colocar ela como uma possível vencedora tem que servir como prova da sua sinceridade absoluta. Isso me emocionou. Naquele instante, eu soube que a Ayelén tava fazendo um esforço enorme pra fazer as pazes… pra se sentir parte da família… pra se sentir amada.
—Muito bem… embora a Gisela também tenha ficado com uma fama muito boa — falei. —Vai ser uma competição bem pesada.
—É isso aí… ainda mais porque muitas tão aprendendo novas “técnicas”. Principalmente com a Alicia e a Cristela, que são as mais experientes. Mas eu levo vantagem sobre as outras, porque eu já tô comendo elas desde antes da pandemia, já aprendi pra caralho. Bom, cê quer que eu chupe sua pica agora ou vai guardar pra mais tarde?
—Se você prometer que vai fazer quando eu pedir, a gente deixa pra mais tarde.
—Muito bem —levantou-se e saiu do quarto—. Me avisa quando quiser… ah, e se quiser ganhar uma chupada de pau praticamente de graça, chupa a buceta da Pilar. Ela é a menos exigente de todas.
—Bom, valeu pela dica.


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No terceiro dia de concurso, a situação escalou. Saí do meu quarto e me deparei com o que parecia um hospital de campanha improvisado. Os sofás tinham sido encostados nas paredes da sala, e o lugar que antes ocupavam agora estava cheio de colchões. Tinha três, de casal, colocados um do lado do outro. Juntos, formavam um colchonão gigante no chão. E, como não podia ser diferente, já tinha ação rolando em cima deles. Gisela, Cristela, Macarena e Brenda formavam uma espécie de roda entre elas. Depois, a Pilar me explicou que aquilo se chama "Daisy Chain" no jargão pornô e que ela tinha lido sobre essas práticas nos romances eróticos dela. A premissa era simples: cada mina tinha que chupar a buceta da que estava deitada na frente, e, por sua vez, essa tinha que chupar a da próxima.
Brenda estava chupando a Cristela, que por sua vez chupava a Macarena, enquanto ela estava comendo a buceta da Gisela. E pra completar essa “roda”, a Gisela estava chupando a Brenda.
O fato dessa cena estar rolando na sala da minha própria casa me fazia perceber o nível de putaria que a gente tinha alcançado. Antes, as práticas incestuosas tinham que acontecer dentro dos quartos, de porta fechada. Depois, a gente passou a ter umas interações nas áreas comuns; mas sempre sentindo um baita peso na consciência e tentando não abusar disso. Mas agora… não tinha mais limite, nem vergonha, nem segredo. Todas estavam dando em qualquer lugar da casa, sem o menor problema.
Num dos sofás encostados na parede estava a Alicia, ajoelhada na frente da Tefi. Obviamente tava chupando a buceta dela, mas o que mais me chamou a atenção foi ver a Ayelén deitada no chão de barriga pra cima, com a Alicia sentada na cara dela. Parece que já tão se entendendo melhor. Isso me agradou pra caralho.
Perguntei onde estava a Pilar e a Tefi me disse que ela tinha acabado de sair do banho, que agora devia estar no quarto dela.
Encontrei a Pilar deitada na cama dela, se masturbando. Ela tava de olhos fechados e enfiava dois dedos na buceta dela bem rápido.
—Por que você não está na sala, com as outras? —Perguntei.
—Ah… oi, Nahuel. Só tava “esquentando os motores”, e pensando nas coisas que fiz nesses últimos dias. Eu gosto de lembrar delas, às vezes fico mais excitada lembrando do que na hora do ato em si.
—Ah, deve ser porque você tá acostumada a ler sobre sexo.
—É, foi exatamente isso que pensei. O sexo físico ainda é algo novo pra mim. Já faz anos que eu me masturbo lendo romances eróticos. Tomara que quando essa porra de pandemia acabar, eu encontre alguém pra transar... mas, pelo visto, tá difícil.
—Por quê? Se você é mó gostosa, muitos adorariam transar com você.
—Pode ser… mas tenho vergonha de ficar encarando os caras.
—Não se preocupa com isso agora, e lembra que você tem a Macarena como irmã. Ela pode te ajudar com esse assunto.
—Tomara. Adorei provar sua piroca, mas queria experimentar outras… senão nunca vou arrumar um namorado.
—Vai dar tudo certo, pode ter certeza. Enquanto isso... não quer que eu chupe sua buceta? Quero aprender a fazer direito.
—Sim, vai fundo… mas não se ofende se eu ficar de olhos fechados pensando em outra coisa.
—De jeito nenhum, pensa no que quiser… e espero que você curta.
A buceta da Pilar tava bem molhada, sinal claro de que ela já tava se tocando há um tempão. Isso me agradou. Os lábios da buceta dela são mais carnudos que os das minhas outras irmãs, têm um toque especial.
Minha tática foi repetir o que aprendi com a Ayelén. Lambi em volta do clitóris, uma e outra vez. Aproveitei cada momento em que chegava no centro pra dar uns chupões bem dados. Também desci um pouco mais e lambi bem no meio da buceta, enfiando a língua. Isso pareceu agradar a Pilar, porque ela gemeu toda vez que eu fazia isso.
Chupei por um bom tempo e esperava ter ganhado pelo menos um boquete bem dado.
—E aí, como foi? — Perguntei.
—Uf… muito bem, maninho. Muito, mas muito bem.
—Mas não chega a ser excelente.
—Mmm… talvez pra "excelente" ainda falte um pouco; mas um "muito bem" quer dizer que você pode meter.
—O quê? Sério?
—Sim, claro… me fode por um tempo. Você mereceu.
Me posicionei sobre ela, com a pica dura, e comecei a meter devagar. Ayelén tinha razão: a Pilar é menos exigente. Algo me dizia que minhas outras irmãs não teriam chamado isso de "muito bom", então eu devia continuar me esforçando. Mas com a Pilar já era o suficiente para enterrar a pica… e senti um alívio imenso quando fiz isso. Já estava sentindo falta daquela sensação morna de meter o pau numa buceta molhada e bem dilatada. Pilar fechou os olhos de novo e eu fui enfiando devagarinho. Não foi difícil enterrar tudo. Comecei a dar umas estocadas curtas e aproveitei para chupar os peitos dela. Deus, como é gostoso brincar com esses peitos tão grandes. Chupei os bicos com força e consegui fazê-la gemer.
A gente ficou transando na mesma posição por uns minutos e eu tirei antes de gozar.
—Você vai me dar de beber o seu leite? —Ela perguntou.
—Não, ainda não quero gozar. Preciso guardar energia pro resto do dia. Tô confiante que vou ganhar a chance de meter em outra… ou pelo menos chupar minha rola. Se eu gozar agora, depois não vai subir.
—Ufa… tá bom. Que pena… com a vontade que eu tava de tomar a porra toda.
—Te prometo que se antes de dormir eu ainda não tiver terminado, eu te dou essa buceta.
—Acho que isso não vai rolar.
— Por que não?
—Porque você já tá chupando muito bem, tenho certeza que vai meter em outra pessoa. Embora... quem sabe, se eu tiver sorte, posso comer uma buceta cheia de porra. Isso também ia me dar muito tesão.
—Bom, então te aviso se eu tiver afim de gozar, e aí a gente vê como faz.
—Okiss… ah, já que estamos nessa… cê pode chamar a Brenda? Peguei um dildo bonito da reserva da mamãe e quero enfiar no cu dela. Adoro enfiar coisas no cu daquela putinha, ela grita que nem uma louca. Ela é uma gostosa… seria legal ter ela como cunhada.
Ela piscou um olho pra mim. Entendi o recado.
Voltei pra sala e encontrei várias minas andando de um lado pro outro, tavam servindo uma bebida gelada. Era suco de fruta, daquele de caixinha. Pedi pra encherem um copo pra mim e falei pra Brenda que a Pilar tava esperando ela. Ela passou por mim, passou a mão na minha pica e disse:
—Espero que você venha me buscar em algum momento — depois desapareceu de vista.
—Parece que essa mina tem umas ideias com você —disse Cristela, me entregando o copo de suco—. Você devia trocar uma ideia com ela.
—Emm… sei lá, pode ser. —Me aproximei mais dela e sussurrei—. Cê acha que ela aceitaria se eu pedir pra ser mais que amigos?
—Mmm… nem ideia, com mulher nunca se sabe, Nahuel. Olha só os problemas que tive com sua mãe… quando achei que finalmente íamos ficar juntos e que tudo tava perfeito, ela falou que a nossa história tinha que acabar. Assim, do nada, sem aviso. Hoje entendo os motivos dela; mas mesmo assim me deixou muito confuso na hora que ela disse.
—Que bicho complicado é a mulher.
—Ha! E não pense que os homens são tão simples. Eles têm suas manias. O pior é quando são muito possessivos. Nunca seja assim, Nahuel. Não importa quem seja a mulher que estiver na sua vida, ela não te pertence. Não é um objeto com seu nome gravado. Tá claro?
—Sim, bem claro.
—Dá um espaço pra ela respirar, deixa ela sentir que ainda tem controle sobre a própria vida. Mas enfim, não quero te dar um sermão chato. É que… eu ficaria muito decepcionada se meu único sobrinho homem, criado no meio de mulheres, virasse um misógino possessivo. Sentiria como um puta fracasso.
—Acho que todas as minhas irmãs sentiriam o mesmo. Muito obrigada pelos conselhos, tia. Quer que eu retribua o favor de alguma forma? Quer que eu chupe a sua buceta?
Não, quero que você meta no meu cu.
—Sério mesmo?
Sim, quero que me meta bem forte" —ela pegou na minha piroca, que já ficou dura na hora—. "Me diz, Nahuel... cê se sente confiante o bastante pra ganhar a chance de enfiar no meu cu? Porque senão, não me faz perder tempo.
—Ah… já entendi… hmm… melhor deixarmos pra outra hora. Me faria bem praticar um pouco mais.
—Ok, se precisar praticar, cê tem várias opções. Eu já te dei umas aulas de "educação sexual", essa fase a gente já passou. Não me procura pra "treinar". Me procura quando quiser fazer uma prova final.
—Entendido.
Naquele instante, eu disse pra mim mesmo: "Nahuel, tem que dar o máximo". E comecei minha rotina de treino pesado.
*Toca a música do Rocky Balboa*
Dediquei o resto do terceiro dia e o quarto dia inteiro pra chupar o máximo de bucetas que consegui. Comecei com a minha mãe, a Alicia se mostrou bem aberta (e não só de pernas), me deu uns conselhos que somei aos que a Ayelén tinha me dado. A Alicia me recompensou com uma chupada de pau, mas não consegui mais que isso. Sem desistir, continuei com a Gisela. Ela ficou bem exigente e selvagem. Sentou na minha cara e me inibiu tanto que não consegui um resultado bom. Tive que ir embora de mãos abanando.
Minha tentativa com a Macarena também não foi das mais produtivas. Ela me pediu pra chupar a buceta dela deitada de bruços, porque tava entretida com a buceta da Tefi. Aproveitei pra chupar um pouco o cu dela, o que também somava pontos pro campeonato, sei disso porque vi a Alicia chupando o cu da Gisela com muita intensidade e ela disse que se continuasse assim, ganharia o primeiro lugar. Eu fiquei longe disso, mas pelo menos consegui que a Maca me chupasse um pouquinho.
E assim continuei, tentando, falhando e conseguindo pequenas recompensas. Às vezes saía com o grande prêmio de meter na buceta de alguma, e cada vez foram menos as vezes que fui embora de mãos vazias. Pelo menos conseguia que me chupassem a pica. Até a Tefi teve que me chupar por um bom tempo, mesmo depois de me garantir que eu não conseguiria.
O tempo todo eu ouvia uma voz na minha cabeça dizendo: “Vai, Nahuel… não desiste, você consegue. Continua assim.”
Procurei todas (menos a Cristela) pelo menos uma vez, com algumas tentei várias vezes. Especialmente com a Pilar… sabia que chupar a buceta dela era garantia de meter a pica, embora a desgraçada não tenha me dado o “excelente” que eu precisava pra meter no cu dela.
Mas isso não me parou. Segui em frente, mesmo que às vezes acabasse exausto. Isso virou uma puta farra de sexo, não tem uma pessoa na minha casa que passe mais de uma hora sem transar com alguém… a não ser que queiram dormir.



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