Oi, meu nome é Cielo Riveros, tenho 20 anos, sou morena de pele clara, com olhos castanhos claros, tenho 1,58m de altura, peitos médios puxando pra pequenos com bicos rosa, bunda média, corpo magro com curvas, lábios carnudos, cara de inocente e sensual. Numa segunda-feira, fiquei até tarde na rua pra tirar umas cópias que precisava pro dia seguinte. Saí perto das 7:30 da noite e fui andando pra casa, não me preocupava em sair tarde, era uma cidade relativamente pequena, mas quando ia atravessar uma rua, uma caminhonete preta parou, de onde saíram dois caras encapuzados. Tentei correr, mas foram mais rápidos que eu, colocaram um pano no meu nariz com um cheiro forte que me deixou tonta e apaguei.Quando acordei, percebi que tava numa espécie de cavalete num ângulo de 90 graus, tentei me mexer, mas minhas mãos e pés estavam amarrados e esticados no aparelho. Pelo menos ainda tava com minha roupa, que era uma saia preta de xadrez vermelho acima do joelho, camisa branca de manga comprida, sapatos pretos, meias brancas até o joelho e duas marias-chiquinhas no cabelo. Desesperada, pedi ajuda, mas ninguém vinha. Nessa hora, percebi que tava num quarto preto com boa iluminação, paredes revestidas de pelúcia, uma cama e alguns móveis, mas o que mais me assustou foram os brinquedos espalhados pelo quarto: tinha chicotes, dildos enormes, uns pesos, uma variedade de bolas chinesas e outros objetos que não consegui identificar.
Umas meia hora depois, ouvi movimento e uma porta se abrindo seguida de passos. Comecei a pedir socorro, mas o que recebi foi um tapa forte na bunda que me fez gritar. "Cala a boca, puta, ninguém te deu permissão pra falar", ouvi dizerem. Quando finalmente saíram das minhas costas, burramente achei que era só um, mas como eu tava errada. Na minha frente, estavam 6 caras mais velhos, altos e pelados, nada bonitos fisicamente. Tinham mais de 50 anos, com cabelos grisalhos. Uma barba de vários dias, barriga saliente e também um papo. O corpo todo coberto de pelos, e não eram grisalhos, eram grossos e escuros, um pouco gordos, de pele clara. Mas o que mais me horrorizou foram as enormes pirocas que eles tinham — nenhuma tinha menos de 28 cm de comprimento e 8 cm de largura, até moles. Imagina duras. Desesperada, comecei a lutar contra minhas amarras enquanto eles riam. "Por favor, me soltem", eu dizia, chorando. Eles iam me destruir se me estuprassem, eu era muito pequena. "Ah, sua putinha, você nunca vai sair daqui, pelo menos não por muitos, muitos anos", disse um deles enquanto apertava um dos meus peitos com força, fazendo-me lacrimejar. "Agora você vai responder todas as nossas perguntas, ou vai se dar muito mal", ele disse enquanto passava a mão no meu cabelo. Horrorizada, só balancei a cabeça. "Muito bem, raposinha. Agora responde: você é virgem em todos os buracos ou já deu?" ele perguntou, me encarando sério com os olhos pretos. Eu estava assustada, mas decidi ser sincera — talvez assim não fosse tão ruim. "Sou virgem", eu disse, mas ele me deu um tapa e falou: "Fala que sim, sua puta". Assustada, lembrei que uma amiga me mostrou um vídeo uma vez, e a garota do vídeo respondia "sim, senhor". "Sim, senhor", respondi, e pelo visto acertei. "Viu? Já tá aprendendo", ele disse enquanto ia até uma das prateleiras do quarto, enquanto outro continuava me fazendo perguntas. "Você toma pílula ou algum método anticoncepcional?" Essa pergunta me deixou ainda mais nervosa. "N-não, senhor", respondi. Quando eu disse isso, ele colocou um sorriso macabro. "Que bom, assim a gente te engravida mais fácil, pra ser nossa vaca leiteira, hahaha." Me engravidar? Esses velhos querem me engravidar? Tão loucos, sou uma menina. "Quantos anos você tem?" ele continuou perguntando, enquanto o que estava procurando na prateleira voltou com uma bolsa grande de couro e tirou uma tesoura. Eu estava muito assustada, mas decidi ficar quieta e resistir pra não me machucarem. "Vinte anos, senhor", falei, resignada. Esses velhos iam me estuprar, e quem sabe quando iam me deixar ir? Pensava com lágrimas nos olhos, enquanto o homem com a tesoura vinha na minha direção por trás e começava a cortar minha camisa. depois, os fechos do meu sutiã para depois destruí-los, quando ele fez isso, os outros ficaram olhando para meus peitos e começaram a apalpar e beliscar à vontade enquanto começavam a me dizer o que fariam comigo. "hahaha muito melhor, a gente gosta de pequenininhas pra estrear bem, pra começar, a partir deste momento você é nossa escrava, não tem direito a nada, foxy, vai se comportar obediente e submissa, vai oferecer qualquer um dos seus buracos de puta pra encher de leite quando a gente quiser ou qualquer coisa, sem réplica, podemos fazer o que quisermos com seu corpo, se nos desobedecer, vamos te castigar como quisermos, só pode falar quando a gente der permissão ou perguntar algo, e por último, vai se dirigir a nós como amo, senhor ou mestre, entendeu, puta?" ele disse quando sinto que levantam minha saia e cortam minha calcinha. "sim, amos", respondi abatida. "oh, olha só, olha só, rapazes, olhem que buceta mais fechada que temos aqui, senhores, com uns lábios gordinhos e um clitóris inchado pedindo pra ser beliscado, e ainda por cima sem pelo, do jeito que a gente gosta, uma boa buceta de menina boazinha", disse o velho que abriu meus lábios vaginais com as mãos até o máximo que a pele macia aguentou. Cielo Riveros tinha a buceta completamente depilada, rosadinha, úmida e soltava um aroma inebriante. O velho se inclinou pra olhar dentro, e ali testemunhou como minhas paredes vaginais pulsavam e começavam a secretar fluidos, enquanto os outros iam olhar minha buceta e eu morria de vergonha daqueles porcos olhando meus tesouros. "Porra, foxy, sua buceta tá pedindo pica aos berros, rapazes, que tal se tirarmos fotos pra lembrar como ela está antes de esticar os buracos ao máximo dessa foxy?" ele disse enquanto enfiava um dedo na minha buceta sem delicadeza e começava a mexer. "Pra mim tá de boa, além disso a gente grava pra imortalizar o momento e mostrar pros nossos amigos pra eles se animarem a comer essa mulher também, a gente tem gostos parecidos", disse enquanto a pegava pelas nádegas e as abria pra ver o buraco virgem do meu cu. enquanto o outro continuava enfiando o dedo na minha buceta com velocidade
e adicionando mais dedos em intervalos de tempo, o que me causava dor. “mas que porra”
eu dizia, pra em seguida ele cuspir no meu cu e enfiar o dedo lá dentro,
não consegui segurar um grito. “aiiiiiiiiiiiiiiiii não nãoooooooooooo pelo amor de Deus não” eu pedia
chorando “me soltem, eu imploro, vou pagar, faço qualquer coisa” eu dizia aos prantos.
Cielo Riveros “Desculpa, gostosa, mas isso não vai rolar” respondeu o velho
enquanto dava tapas na minha cara “Vou explicar o que vamos fazer, meus amigos e eu
vamos te foder em todos os seus buracos, e quando te enchermos de porra
tanto que não couber mais, e seus buracos estiverem bem largos pra caber uma mão,
depois a gente vê o que mais fazer com você até te deixar prenha, além disso
quinta-feira vão vir uns amigos pra te dar mais cum foxy” ele dizia enquanto
eu continuava chorando. Aquela declaração de intenções dos estupradores
fez a pobre Cielo Riveros começar a tremer sem controle dos pés à cabeça.
Nunca tinha sentido tanto medo como naquele momento da vida dela. “ai, pobre neném, que tal se a gente der leitinho
pra ela calar a boca?” ele dizia enquanto tirava da mala uma mordaça de látex
com um anel de metal que impede de fechar a boca e uma venda, pra em seguida
colocar na minha boca e vendar meus olhos “assim você não fecha a boquinha
e aprende a satisfazer sem ver” ele dizia
pra em seguida me puxar pelas tranças e enfiar o cock descomunal dele até a garganta,
e ereto era ainda maior, me causando ânsia e uma dor imensa,
sentia que tava rasgando minha garganta, enquanto ouvia o clique da câmera
que tirava fotos da minha buceta e do meu cu, além de um deles colocar câmeras pra gravar
“siim, que boquinha mais gostosa” dizia o velho quando começou a foder minha boca
com movimentos vigorosos, eu tentava respirar quando dava com a entrada
daquele cock nojento que cheirava mal e parecia que ia deslocar minha mandíbula,
mas de repente ele tirou e eu parei de sentir os dedos na buceta e no cu. Pensou que a deixariam, mas se enganou. Aquele velho queria arrebentar a buceta dela na base da pica, porque pra ele aquilo tinha que ser delicioso e muito excitante. "Lá vou eu, puta", anunciou o velho, largou uma das mãos enormes abrindo a entrada da buceta dela, e usou a outra mão pra guiar o pau dele em direção àquele buraco tão desejado. Cielo Riveros tentava se soltar, se mexendo um pouco e gritando como podia, mas as amarras e a mordaça impediam, enquanto o velho pervertido não desistia do avanço. Assim que colocou a glande inchada na fenda da garota de cabelo castanho, empurrou com toda a força, penetrando ela de forma rápida com quase toda a extensão do pau dele. Ficaram de fora uns centímetros de carne que terminaram de se enfiar dentro daquela buceta jovem e molhada na segunda estocada. "Hmmmmmmmmmmmm!! Hhhhhmmmmmmmmmmmmmmm!!" tentava gritar Cielo Riveros enquanto começava a chorar de novo. A dor que sentia na buceta era muito forte, sentia que a partiram ao meio, e os outros riam. "Olha como a puta engole", "é bem apertadinha e bem suculenta", gritou o velho, dando uns tapas na bunda dela e atacando com força, pra em seguida sentir um objeto grande pulsando no cu dela até enfiar até o fundo, arrancando um gemido imenso de dor. Ela se sentia quebrada e sentia o sangue escorrer dos buracos, enquanto as estocadas na buceta continuavam sem trégua, e o cara do boquete voltava a foder. "Que boca mais molhada e gostosa, putinha", dizia o velho, começando a bombar forte contra a boca de Cielo Riveros, estuprando ela com tudo. Deu umas estocadas fortes e rápidas, e finalmente atacou ela, deixando o pau velho cravado no fundo da garganta dela, onde começou a descarregar a porra pastosa e amarga. "Bebe, bebe, putinha, não deixa nem uma gota", dizia, colando a cara no púbis sem conseguir tirar a boca, dando a ela só a opção de engolir pra não se afogar, enquanto o velho descarregava jatos e mais jatos de esperma ácido e fedorento. direto na boca da garota, que não podia fazer nada além de engolir, se não quisesse se sufocar com todo aquele líquido entrando de uma vez na traqueia.
Quando terminou de gozar, ele se afastou pra dar lugar a outro que enfiou a pica na boca dela. "Termina rápido que também quero provar a pussy dela, e se vocês vão gozar, peguem um copo de vidro e depositem a porra lá pra depois enfiar com uma seringa na pussy da pequena slut, pra não desperdiçar nada", ele dizia pro cara que tava metendo no coño dela enquanto o outro mexia o dildo no cu dela sem piedade e os outros se masturbavam vendo. O próximo a foder a boca dela se posicionava enquanto quem tava dando no pussy começava a gozar, começou a meter com muito mais força e velocidade no pussy da pobre Cielo Riveros enquanto esfregava o clitóris dela. Finalmente, sem ele parar de meter a pica, começou a jorrar uma torrente de lava branca e grossa que inundou o útero da Cielo Riveros. Tinha tanta porra que escorria pelos cantos do pussy, o velho ofegava como um cachorro enquanto não parava de meter e tirar o rabo enorme do coño da pobre garota, e continuava soltando o leitinho gostoso ali. Naquele momento, o próximo da mamada se ajeitava, assim como o que ia entrar no pussy.
"Tio, você vai rasgar ela com esse pauzão que você tem! Hahahahahaha!"
Diziam pro próximo da mamada, a Cielo Riveros não conseguia ver, mas imaginava que o cara que acabara de abusar da boca dela e o do pussy não estavam falando à toa. Se ele tinha dito aquilo, era porque o outro estuprador devia ter uma pica descomunal, pelo menos maior que a dele. Ela começou a ficar com medo. Quando o segundo homem colocou a pica grudada nos lábios dela, ela não conseguiu fechar a boca, ele segurava a cabeça dela com as duas mãos, assim a obrigava a ficar parada no lugar enquanto ele começava a foder a boca dela como um verdadeiro garanhão no cio. Se pra Cielo Riveros as investidas que ele tinha dado no pussy já tinham sido insuportáveis... dado o velho com a pica fedorenta dele, agora ela realmente pensou que morreria afogada por ter aquela pica enorme tão gigante penetrando tão fundo na garganta dela. O velho não se contentava em enfiar só a metade, ele queria ir além e fazer a foxy engolir o rabo inteiro dele. Então não parava de empurrar e empurrar forte, com toda a vontade, até que depois de alguns minutos conseguiu passar a barreira do pescoço e enfiar a cabaça enorme dele entalada na traqueia. A pobre Cielo Riveros tinha a garganta completamente inchada e deformada por aquele vergalhão que violava a boca dela sem piedade. "Tira que vou deixar um belo buraco na buceta como Deus manda", dizia enquanto o que acabava de encher a ppk dela de porra tirava o pau da buceta dela e deixava um buraco de uns 6 cm por onde começou a correr um rio de porra e fios de sangue que mancharam as meias dela. "Uhhhhhh", gemeu Cielo Riveros, para vergonha dela, começava a gostar do que estavam fazendo com ela. "Tira a mordaça e a venda", dizia o velho que tava fodendo a boca dela. Já sem a mordaça e a venda, ela pôde ver os estupradores dela de cabeça baixa e com a boca sem força e a garganta destruída. "Cê gosta, nenenzinha?", dizia o velho de trás, e eu, com vergonha e sem força pra falar, respondi baixinho: "Sim, amo", dizia com uma tristeza imensa. "Diz pra gente o quanto cê gosta, cê gosta que a gente arrebenta e enche de porra", dizia enquanto me dava um tapa na bunda que me fez gemer de prazer e sair mais porra da minha ppk. "Amos, adoro como vocês abrem meus buracos de mulher safada, como enchem meu cofrinho de porra gostosa", dizia toda excitada. "Você vai obedecer a gente em tudo e sem reclamar", dizia mexendo o dildo no meu cu, me fazendo sentir perto o primeiro orgasmo da minha vida. "Sem meus amos", dizia sem medo e com vontade de ser fodida bem gostosa por aqueles velhos com suas picas monstruosas enormes. "Muito bem, putinha, assim que eu gosto, então vamos deixar sua ppk bem cheia de leite, quando estiver bem cheia até doer, depois vamos colocar um tampão-dildo pra nada sair e Te mantenha abertinha e esticadinha, amanhã a gente testa teu cu, hoje o dia inteiro vamos estrear bem essa buceta de mulher que você tem, entendeu? — dizia enquanto passava a mão na minha bunda. — Sim, amos, mas posso perguntar uma coisa? — falei com vergonha, de cabeça baixa, esperando a resposta dos meus amos. — O que você quer saber, putinha? — dizia enquanto o outro começava a meter o pau na minha buceta, tirava, passava pela minha fenda e metia de novo sem piedade até o fundo, me dando um prazer delicioso, arrancando um gemido gostoso que eles adoraram, enquanto eu ouvia o barulho dos meus sucos escorrendo da minha xereca e da gozada anterior. Os outros, que se masturbavam, esfregavam os paus fedorentos no meu corpo. Já decidida, me preparei pra responder enquanto me arrombavam a buceta bem gostoso: — Posso gozar, amos? — falei com vergonha e medo de uma resposta negativa, mas pra meu alívio: — Pode gozar, desde que cumpra nossas ordens e se comporte, neném — dizia enquanto cuspia na minha cara. — Obrigada, amo. — Bom, já ouviram, rapazes, metam duro que a mulher quer ficar de quatro, hahaha — dizia o velho pra que a violação fosse mais brutal que antes. Eu atendia de dois a três paus na boca enquanto chupava com gosto aqueles paus fedorentos e monstruosos, e os outros soltaram minhas mãos pra que eu os masturbasse. Foram se revezando na minha boca e buceta, os velhos começaram a violar a buceta e a boca da escrava deles com toda força. Eu sentia que ia desmaiar de tanto prazer se não me deixassem descansar um pouco. A pobre Cielo Riveros teve que aguentar de forma estoica uma longa espera de 4 horas até que seus brutos estupradores da buceta e boca gozassem, enchendo meu útero e boca com aquele esperma nojento. Cielo Riveros tinha certeza de que ia acabar grávida daqueles velhos estupradores e brutos que tinham destruído minha buceta e boca com paus deliciosamente, tinha perdido a conta de quantos orgasmos tive. Depois que se cansaram daquela posição, me soltaram do cavalete e... Jogaram ela na cama. "Vagabunda, fica de quatro e abre bem as pernas", diziam enquanto eu, com as pernas tremendo, obedecia, deixando exposta minha rachadura transbordando de porra do velho e um buraco de uns 10 cm. "Você tá linda assim, putinha, com gozo escorrendo da buceta e da boca, mas esse buraco ainda tá muito pequeno. Acho que dá pra abrir mais", falava enquanto tirava fotos da minha buceta e do meu cu que ainda tinha o dildo, enquanto outro aproximava mais a câmera pra ter um panorama melhor. Aí um subiu na cama e fez ela sentar na pica dele. "Enfia até o fundo e cavalga, garota", dizia enquanto eu, obediente, ia enfiando até o fundo e começando a cavalgar como uma louca. "Aghhhhh, amor, vou gozar AGHHHHAOHGGGGG AGHHHHH QUE DELÍCIA AGHHHHH OGHHHHH", eu gritava toda excitada. Até que outro segurou minhas mãos e as amarrou nas minhas costas. Fiquei com um pouco de medo com aquilo, por que ele tava me amarrando? Aí o que eu tava cavalgando me puxou pro peito dele com um abraço, e logo senti outra pica pulsando no buraco ocupado e apertado da minha buceta. "Não, por favor, amor", eu dizia com medo de que fossem me arrebentar. "Cala a boca, puta, engole tudo que a gente meter ou a gente rasga de verdade essa buceta gostosa que você tem", falava enquanto me dava tapas na bunda e beliscava meu clitóris, me fazendo chorar. E pareceu que aquela ameaça tinha funcionado, porque comecei a gemer de novo, mas já não reclamava. "Sim, amor, desculpa, amor", eu dizia chorando. "Só por isso você vai dormir amarrada", falou enquanto fazia um sinal pro que ainda tava forçando pra meter a segunda pica, até que com um último empurrão enfiou até as bolas. "Ahhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhh", eu chorava, sentindo que me rasgavam com aquelas picas monstruosas na minha buceta e o dildo no cu. "Ô, gatinha! Que buceta do caralho! Que buceta mais gostosaaaaa!" "Vou esvaziar minha porra no teu útero. Vou te encher de gozo, raposinha!" os velhos gritavam coisas assim enquanto estupravam minha buceta, eu tinha dois monstros na minha buceta apertada e estreita, fazendo os velhos sentirem um... Que prazer imenso! Cada vez que enterravam com força aquela pica comprida e dura dentro dela, também estavam se acabando na buceta da Cielo Riveros, que abraçava com carinho os paus enormes deles, parecendo chupá-los e querer beber toda a porra deles. Não ligaram que ela chorasse e gritasse, só continuavam metendo com força. "Abre essa boquinha e cala a boca, melhor lamber esse pirulito, sua puta." "Vamos te foder gostoso, princesa. E prometemos que você vai ter o melhor orgasmo da sua vida." Cielo Riveros já não tinha forças pra discutir nada. Só abriu os lábios delicados e começou a chupar aquela pica que ainda fedida a velho e sujeira, lambendo com tudo aquele pedaço suculento de carne dura que tinha entre os lábios. "Toma, puta, tomaaaa, não era isso que você queriaaaa... aaahhhhhhh, sua vagabundaaa... como você tira meu leiteee... siiiii, siiiii... tô gozandooooo aaahhhhhh... tomaaaa, tomaaaa, putaaa..." diziam os velhos, que deixaram a puta da escrava deles chupar até o fim de novo enquanto fodiam a buceta dela com tudo, até que comecei a gostar de ter dois paus na minha buceta, me sentindo muito cheia. Soltei a pica da boca e comecei a gritar: "AHHHH SIM SIM MAIS MAIS FORTE AMOS ME ENCHAM ME ENCHAM DE LEITEEEEEEEEE", gritava feliz enquanto apertava com força os paus deles na minha buceta escorrendo, fazendo eles também gozarem. "SIIIIIIII AAAAAAAAH, VOU GOZAR NA SUA BUceta DE VAGABUNDAAAAAAAAAA SIIIIIIIIIIII!!" diziam eles, cravando os paus no fundo da minha buceta e começando a despejar litros de porra lá dentro, soltando uma descarga poderosa de cum quente. Os dois paus estavam inundando meu interior com porras grossas e abundantes, era tanto que escorria até minhas meias cheias de sêmen e meus fluidos. Continuaram se revezando na minha buceta de dois em dois até três vezes cada um, enquanto eu chupava pica até quase me sufocar e gozava como uma louca. Os que não aguentavam até a vez deles depositavam a porra na jarra, que já estava quase na metade. deleite "porra, sua puta, nos deixou secos", dizia o de trás. "vamos descansar e depois continuamos", falou outro. "me parece bem, tragam o dildo-tampão pra tampar essa buceta comilona, as seringas sem agulha e as algemas com corda e o jarro cheio de gozada", disse o de baixo. Quando trouxeram o que foi pedido, ele me tinha enfiada por trás, tirou o pau de dentro, arrancando um gemido dolorido de mim por tantas horas de foda, pra me virar e dar as costas pro que ainda tinha o pau dentro de mim, ficando sentada em cima. Então tiraram a corda que prendia minhas mãos. "estende suas mãos pra mim", disse um, e eu estendi obediente, e depois algemaram minhas mãos com algemas acolchoadas e com a corda amarraram minhas mãos juntas no cabeceira da cama, depois com grilhões acorrentaram meus pés separando-os e me abrindo, mostrando os buracos do meu cu e da buceta ocupados, deixando-os indefesos pra me foderem à vontade. Com a cintura me suspenderam tanto no ar que só tocava com meus ombros e cabeça o corpo do velho com o pau e o dildo ainda dentro. "Você tá fenomenal, minha mulher, com a buceta indefesa e gostosa pro nosso prazer", dizia ele, acariciando meu clitóris e me fazendo suspirar de gosto. "Tragam a determinada e as seringas", dizia enquanto tiravam o pau da minha xota de forma brusca, deixando um buraco enorme de uns 15 cm com uma grande quantidade de porra e fluido, meu interior parecia branco e me fazia sentir aberta ao máximo, me preocupava que minha buceta não voltasse ao tamanho normal. "Uhhh, preciosa, essa sim é uma buceta bem usada por bons machos, vou tirar fotos pra comparar o antes e o depois, pensar que há algumas horas você era virgem, bebê", dizia orgulhoso, tirando várias fotos pra depois ir e trazer mais câmeras. Eu olhava com curiosidade o que fariam, acho que pelo meu olhar deduziram que eu queria saber. "Olha, bebê, vamos meter toda essa porra na sua buceta junto com a que você já tem até deixar vazio esse jarro", dizia, e eu só concordava, cansada. "Enquanto enchemos bem essa buceta, vamos te dizer nossos nomes e te falar as regras. Enquanto te fazemos perguntas, regras", ele dizia, e eu só balançava a cabeça enquanto o primeiro enchia uma seringa grande e enfiava na minha buceta para despejar aquela porra morna dentro de mim enquanto esfregava gostoso meu clitóris, eu suspirava saciada, mais relaxada. "Vadia, sou seu amo Tomás, tenho 57 anos, e a partir de hoje você vai nos servir para sempre. Vai se vestir com meias brancas de renda e saltos pretos, com uma saia curtinha de colégio e uma camisa branca estilo cowgirl, sem calcinha, foxy. Vai usar aqueles rabinhos de cavalo de menina com lacinhos, batom vermelho intenso e delineador nos seus olhinhos, me ouviu?", dizia meu amo Tomás, que era um preto de cabelo grisalho e olhos cinzas, com uma pica de uns 28 cm de comprimento e 8 cm de grossura, despejando mais gozo na minha buceta. "Sim, amo Tomás." "Bem", ele dizia, dando um tapa na minha bunda vermelha e indo embora para o próximo continuar. "Bom, sou seu amo Pedro, tenho 55 anos. Você vai viver num quarto com grades da casa, onde vamos te deixar trancada quando sairmos. Além disso, vai nos dizer seu nome, neném gostosa", ele dizia, enchendo minha buceta de porra. "Sim, amo Pedro. Meu nome é Cielo Riveros", eu dizia para meu amo Pedro, um homem loiro de olhos azuis e uma pica de uns 26 cm de comprimento e 8 cm de largura. "Bonito, a vadia Cielo Riveros. Gostei, neném", ele dizia, cuspindo na minha cara e indo embora para o próximo continuar. "Linda, sou seu amo Santiago, tenho 60 anos. E a partir de agora, você vai ter sempre o cu limpo e com vaselina. Podemos te emprestar para qualquer um te usar onde quiser. Além disso, onde estão seus pais?", meu amo me dizia. Ele era de cabelo preto e olhos pretos, com uma pica de uns 27 cm de comprimento e 6 de largura. "Amo, minha mãe nos abandonou e meu pai é alcoólatra", eu dizia. "Tá bem, não é como se pudessem te encontrar", ele dizia, chupando meu peito e indo embora. "Mulher, sou seu amo José, tenho 58 anos, e vou te dizer que vamos fazer a depilação a laser no corpo todo para poder te usar sem pelos na sua bunda e buceta. Além disso, vai usar uma coleira de vadia bem bonita", meu amo José me disse enquanto ia embora. Era um homem de cabelo grisalho, olhos azuis e uma pica de uns 28 cm e 9 de largura. "Linda, sou seu amo Ramón, tenho 59 anos. Você não pode mais... Caminhar na nossa presença
Você vai andar sempre de quatro e usar um cinto de castidade com um dildo na buceta ou no cu quando não estiver sendo usada — ele disse, em seguida tirando a seringa vazia para ir embora e dar espaço pro meu último dono, enquanto eu sentia minha barriga cheia e dolorida de tanta porra. "Vadia, sou seu amo Vicente, tenho 48 anos, gatinha, e como uma boa escrava você vai engolir nosso mijo sempre que a gente quiser. Além disso, vamos anillar essa sua buceta gulosa e você vai dormir com algum de nós na cama, no chão ou numa jaula quando a gente quiser" — disse o homem careca de olhos pretos, com um pau de uns 30 cm de comprimento e 9 de largura, despejando o resto da jarra em mim e depois enfiando um dildo enorme de borracha preta, de uns 28 cm de comprimento e 10 cm de grossura, com uma ventosa estranha, pra deixar minha buceta esticada e tampada. "Pronto, mulher, assim não vai vazar nada dessa boceta comilona" — ele disse, se levantando, e todos me cercaram pra mijar em cima de mim. "Abre essa boquinha e engole" — me ordenaram, e eu, indefesa, só abri a boca pra receber o mijo e engolir com nojo. "Tchau, minha menina, depois a gente vem brincar com você" — meus novos donos disseram, saindo do quarto e me deixando no escuro, e pelo cansaço eu dormi naquela cama, cheia de fluidos e mijo, com o corpo coberto dessa mistura, na boca, no cabelo, com a buceta cheia e dolorida, vermelha viva, com um dildo no meu cu todo ferrado. Talvez tenham me violentado em todos os sentidos, mas eu tava feliz: não ia mais ficar sozinha, iam me dar o necessário e eu podia aproveitar as pirocas daqueles velhos sujos. Assim, meu sonho se realizou.
0 comentários - Como o Rio Cielo me iniciou no sonho de obediência