Beleza, amigos, como vocês estão? Hoje vim contar minha aventura com uma veterana que trabalha num refeitório comunitário perto da minha casa, que vamos chamar de C. Ela é uma coroa gostosa, tem 6 filhos, típica magrinha de bairro, sem muito peito, mas com uma bunda bem boa. Vou deixar fotos reais, mas vou tampar o rosto dela por precaução. Sem mais delongas, vamos começar.
Um dia, eu tava em casa tomando uns mates com meu irmão e meus pais, quando bateram na porta. Meu irmão foi atender, e eu ouvi ele falando com a pessoa que dava um segundo que ia consultar. Continuei tomando mate e mexendo no celular, quando meu irmão falou pra minha mãe que era a C, a moça do refeitório, perguntando se a gente tinha algo pra dar pra ela. Enquanto meus pais procuravam, eu saí até o carro e olhei pra ela. Tava com uma calça jeans azul bem apertada e uma camisetinha branca que não caía nada mal. Quando voltei, ela me perguntou como eu tava indo em tudo. Falei "bem, e você?" e começamos uma conversinha.
C: E aí, tô na luta, né, haha.
Eu: E seu namorado? Faz tempo que não vejo ele.
C: Terminei, ele era muito tóxico.
Eu: Que merda, ainda mais que seus filhos gostavam muito dele.
C: Não acredita não, só parecia isso, haha.
Eu: De fora parecia mesmo, haha.
C: Cê ainda joga bola aqui no clube?
Eu: Agora menos, tô mais focado no trampo e em outras coisas do que no futebol.
C: Muito trampo e mulher, haha.
Eu: Não, ninguém me dá bola aqui (queria fazer pena).
C: Bom, haha, no refeitório as meninas te conhecem, haha.
Eu: Quem? Agora me deixou pensando.
C: Quase todas sabem quem você é e sempre perguntam de você.
Eu: Ah, bom, haha.
Nessa hora, minha mãe saiu e deu o que tinha pra dar pra ela. Daí em diante, por uns dias, fiquei cruzando com ela, até que uma tarde, quando voltava de fazer umas compras, encontrei ela no ponto de ônibus. Conversando uma coisa e outra, falei pra ela me convidar pra tomar uns mates. Ela disse que quando eu quisesse, era só ir na casa dela ou no refeitório, que me recebia de boa. Passaram uns dias e resolvi passar no refeitório. Bateu um papo, tomamos uns mates e, antes de ir embora, pra testar o terreno, meti um beijo nela. correspondi, então fui tranquilo. Passaram uns dias e uma noite, enquanto voltava do mercadinho, vi ela fechando a sala de jantar e falei que ia acompanhar ela até em casa, só por precaução. Quando chegamos, ela me convidou pra entrar. Ficamos conversando e comecei a beijar ela enquanto passava a mão na bunda dela por cima da calça jeans. Ela mordia meus lábios enquanto a gente trocava um beijo apaixonado.
C. Quer que eu te chupe?
Y. Dale.
De uma vez só, ela puxou minha calça e cueca pra baixo, deixando meu pau meia-bomba aparecer. Ela puxou bem a cabecinha e começou a chupar enquanto passava a mão nas minhas bolas. Depois tirou da boca e começou a chupar minhas bolas, enquanto meu pau passava pelo rosto dela.
C. Era isso que você queria?
Y. Sim, putinha.
C. Mmm, papai, você vai me comer?
Y. Sim, aqui na sala de jantar, serve?
C. Vamos pro meu quarto, só por precaução.
Ela largou meu pau e me levou até o quarto dela. Quando chegamos, em menos de 5 segundos ela já estava de fio dental, com os peitos de fora, e chupando meu pau de novo.
Ficou assim por uns minutos até que trocamos de posição e ela se deitou. Eu beijava e chupava os peitos dela enquanto pensava no que ia encontrar quando puxasse a calcinha fio dental dela. Pra minha surpresa, me deparei com uma **buceta** bem depilada, molhada e carnuda, que devorei com paixão. Depois de chupar aquela **buceta** linda, pedi pra ela ficar de quatro e comecei a meter o **pau** devagar.
C. Hummm, assim, mete, papai.
Y. Aaa, você gosta?
C. Sim, papai, você tem um **pau** gostoso.
Y. Você tem uma bunda deliciosa (aumentei o ritmo).
C. Sim, papai, me come com vontade assim, aaah.
Y. Que **buceta** gostosa você tem, fica toda molhada.
C. Sim, aaaah, mais, assim, dá.
Dava pra ouvir no quarto o plaf plaf dos nossos corpos se chocando.
Y. Sempre tive vontade de te comer, **puta**.
C. Sim, papai, mais forte assim, aaah, maaais.
C. Eu também tenho muita vontade de você, papai.
Y. Toma, plaf plaf, filha da **puta**.
C. Aaah, aah, sim, continua, aaah, vou gozar.
Y. Quem é seu **puto** macho?
C. Você, papai, aaah, vou gozar no seu **pau**.
Y. Isso, vai, **puta**, goza.
C. Tô gozando, papai, aaah, aah.
Y. Isso, assim, toma.
Os gemidos dela ficavam cada vez mais altos, o que me deixava sempre à beira de gozar, e ainda tinha o som da **buceta** dela toda melada, que me fez gozar na hora.
C. Me dá essa porra, papai, aaah, aah.
C. Quero leite, aaaay.
Y. Onde você quer, **puta**?
C. Enche toda a minha **buceta** de leite, papai, me dá mais forte, assiiim.
Y. Toma, **puta**, aaah. Terminei e caí sobre ela, exausto, dando as últimas bombadas e deixando tudo dentro dela. Ela se limpou e me deu a calcinha fio dental daquele dia. Ficamos mais uns dias trocando fotos pelo WhatsApp, e hoje nem nos falamos mais.
Bom, amigos, espero que tenham gostado do relato. Sei que foi bem curto, mas obrigado por chegarem até aqui. E agora sim, vou deixar vocês com as fotos.











Um dia, eu tava em casa tomando uns mates com meu irmão e meus pais, quando bateram na porta. Meu irmão foi atender, e eu ouvi ele falando com a pessoa que dava um segundo que ia consultar. Continuei tomando mate e mexendo no celular, quando meu irmão falou pra minha mãe que era a C, a moça do refeitório, perguntando se a gente tinha algo pra dar pra ela. Enquanto meus pais procuravam, eu saí até o carro e olhei pra ela. Tava com uma calça jeans azul bem apertada e uma camisetinha branca que não caía nada mal. Quando voltei, ela me perguntou como eu tava indo em tudo. Falei "bem, e você?" e começamos uma conversinha.
C: E aí, tô na luta, né, haha.
Eu: E seu namorado? Faz tempo que não vejo ele.
C: Terminei, ele era muito tóxico.
Eu: Que merda, ainda mais que seus filhos gostavam muito dele.
C: Não acredita não, só parecia isso, haha.
Eu: De fora parecia mesmo, haha.
C: Cê ainda joga bola aqui no clube?
Eu: Agora menos, tô mais focado no trampo e em outras coisas do que no futebol.
C: Muito trampo e mulher, haha.
Eu: Não, ninguém me dá bola aqui (queria fazer pena).
C: Bom, haha, no refeitório as meninas te conhecem, haha.
Eu: Quem? Agora me deixou pensando.
C: Quase todas sabem quem você é e sempre perguntam de você.
Eu: Ah, bom, haha.
Nessa hora, minha mãe saiu e deu o que tinha pra dar pra ela. Daí em diante, por uns dias, fiquei cruzando com ela, até que uma tarde, quando voltava de fazer umas compras, encontrei ela no ponto de ônibus. Conversando uma coisa e outra, falei pra ela me convidar pra tomar uns mates. Ela disse que quando eu quisesse, era só ir na casa dela ou no refeitório, que me recebia de boa. Passaram uns dias e resolvi passar no refeitório. Bateu um papo, tomamos uns mates e, antes de ir embora, pra testar o terreno, meti um beijo nela. correspondi, então fui tranquilo. Passaram uns dias e uma noite, enquanto voltava do mercadinho, vi ela fechando a sala de jantar e falei que ia acompanhar ela até em casa, só por precaução. Quando chegamos, ela me convidou pra entrar. Ficamos conversando e comecei a beijar ela enquanto passava a mão na bunda dela por cima da calça jeans. Ela mordia meus lábios enquanto a gente trocava um beijo apaixonado.
C. Quer que eu te chupe?
Y. Dale.
De uma vez só, ela puxou minha calça e cueca pra baixo, deixando meu pau meia-bomba aparecer. Ela puxou bem a cabecinha e começou a chupar enquanto passava a mão nas minhas bolas. Depois tirou da boca e começou a chupar minhas bolas, enquanto meu pau passava pelo rosto dela.
C. Era isso que você queria?
Y. Sim, putinha.
C. Mmm, papai, você vai me comer?
Y. Sim, aqui na sala de jantar, serve?
C. Vamos pro meu quarto, só por precaução.
Ela largou meu pau e me levou até o quarto dela. Quando chegamos, em menos de 5 segundos ela já estava de fio dental, com os peitos de fora, e chupando meu pau de novo.
Ficou assim por uns minutos até que trocamos de posição e ela se deitou. Eu beijava e chupava os peitos dela enquanto pensava no que ia encontrar quando puxasse a calcinha fio dental dela. Pra minha surpresa, me deparei com uma **buceta** bem depilada, molhada e carnuda, que devorei com paixão. Depois de chupar aquela **buceta** linda, pedi pra ela ficar de quatro e comecei a meter o **pau** devagar. C. Hummm, assim, mete, papai.
Y. Aaa, você gosta?
C. Sim, papai, você tem um **pau** gostoso.
Y. Você tem uma bunda deliciosa (aumentei o ritmo).
C. Sim, papai, me come com vontade assim, aaah.
Y. Que **buceta** gostosa você tem, fica toda molhada.
C. Sim, aaaah, mais, assim, dá.
Dava pra ouvir no quarto o plaf plaf dos nossos corpos se chocando.
Y. Sempre tive vontade de te comer, **puta**.
C. Sim, papai, mais forte assim, aaah, maaais.
C. Eu também tenho muita vontade de você, papai.
Y. Toma, plaf plaf, filha da **puta**.
C. Aaah, aah, sim, continua, aaah, vou gozar.
Y. Quem é seu **puto** macho?
C. Você, papai, aaah, vou gozar no seu **pau**.
Y. Isso, vai, **puta**, goza.
C. Tô gozando, papai, aaah, aah.
Y. Isso, assim, toma.
Os gemidos dela ficavam cada vez mais altos, o que me deixava sempre à beira de gozar, e ainda tinha o som da **buceta** dela toda melada, que me fez gozar na hora.
C. Me dá essa porra, papai, aaah, aah.
C. Quero leite, aaaay.
Y. Onde você quer, **puta**?
C. Enche toda a minha **buceta** de leite, papai, me dá mais forte, assiiim.
Y. Toma, **puta**, aaah. Terminei e caí sobre ela, exausto, dando as últimas bombadas e deixando tudo dentro dela. Ela se limpou e me deu a calcinha fio dental daquele dia. Ficamos mais uns dias trocando fotos pelo WhatsApp, e hoje nem nos falamos mais.
Bom, amigos, espero que tenham gostado do relato. Sei que foi bem curto, mas obrigado por chegarem até aqui. E agora sim, vou deixar vocês com as fotos.












11 comentários - La veterana del comedor ( Fotos Reales )
Buen relato +10!
Hermosa y mas con ese orto detonado!!! +10