El tio de mi esposo me convirtió en su zorra por una semana

Oi, pessoal! Sou a Carmen, tenho 24 anos, e quero contar minha situação com o tio do meu marido, que veio morar com a gente há mais de um ano e como eu me entreguei pra ele. O tio do meu marido, que vou chamar de Raúl, é um homem de mais de 40 anos, não é feio, tem um corpo atlético e é bonitão, mas é mulherengo. Meu marido e ele sempre tiveram uma relação muito boa. Faz pouco mais de um ano, ele veio morar com a gente, tinha se separado da segunda esposa e não tinha pra onde ir. A gente mora numa cidade pequena, então meu marido trabalha a duas horas daqui. No começo, tudo ia bem. Raúl, o tio do meu marido, se comportava direitinho e ajudava financeiramente e com as tarefas de casa (às vezes limpava, cozinhava ou lavava a louça), então não dava pra sentir que era um peso. Mas numa ocasião, encontrei uma das minhas calcinhas usadas no quarto dele, debaixo do travesseiro, e quando cheirei, parecia que ele tinha batido uma punheta com ela. Não contei pro meu marido pra manter a paz em casa. Depois, comecei a perceber que ele me olhava com muita safadeza. Se eu tava de vestido, ele tentava ver além das minhas pernas. E é que eu sou uma morena de pernas longas e torneadas, meus peitos são de um tamanho bom e tenho uma bunda empinada e redonda que provoca os homens, e isso eu gosto, ver que me desejam, mas sempre mantendo a linha. Não posso dizer que sou santa, adoro sexo pesado e amo foder gostoso. Antes do meu marido, tive três namorados e com todos transei, então não cheguei na igreja com nenhum buraco virgem. Mas fui fiel ao meu marido nos quase três anos de vida de casada. Numa ocasião, entrei no meu quarto e o chuveiro tava ligado. Pensei que meu marido tinha chegado mais cedo. A porta tava semiaberta, me aproximei e dei uma olhada, e encontrei o Raúl, no chuveiro com a porta aberta, batendo uma punheta. O tio do meu marido era bem dotado, tinha uma piroca comprida, que sem dificuldade dobrava o tamanho da do meu marido. depois ele justificou que o chuveiro do quarto dele estava com problema, mas acho que o tio do Raúl planejou tudo pra eu ver aquela pica enorme dele, mas como eu disse, eu era fiel ao meu marido. Como o diabo fica tentando, a oportunidade apareceu. Meu marido ia ficar fora uma semana, a empresa tinha chamado ele pra ir pra outro país vizinho, fazer a avaliação anual e o planejamento do próximo ano. O tio Raúl e eu fomos levar meu marido no aeroporto, são umas quatro horas de carro, o voo era lá pras 6 da tarde. Depois de deixar ele, o Raúl falou pra gente ficar na cidade, porque já era tarde demais pra voltar, então ele disse que ia me convidar pra jantar. Fomos num restaurante chique, lá ele pediu uma garrafa de vinho e a gente tomou durante a comida. Eu não costumo beber, mas o vinho era uma delícia e aos poucos me soltou, me deixou meio tonta e com tesão. Como o restaurante tinha música ao vivo, ele me puxou pra dançar e assim as horas passaram. O tio dançava muito bem e ainda ficava falando no meu ouvido como eu era gostosa, a sorte que o sobrinho dele tinha. Eu percebia que ele se encostava cada vez mais em mim, usando a música de desculpa, e também notei que o volume dele crescia dentro da calça. Lembrei da vez que vi ele no chuveiro, com aquela pica enorme, e isso me deixou ainda mais com tesão. Durante a noite, a gente ficou mais íntimo, ele me tratou por "você" e eu também, conversamos sobre vários assuntos e, sinceramente, eu me sentia bem com o Raúl, o tio do meu marido. O tempo passou e já eram quase onze da noite. Uma segunda garrafa de vinho já estava pela metade. Raúl: — Bom, já é hora de procurar um lugar pra dormir. Eu: — É verdade, já tá tarde. Saímos de lá, ele dirigiu por uma rua e de repente entrou num motel cuja placa piscava um monte de luzes. Entramos e no quarto tinha uma cama grande só, e vi que em volta dela tinha muitos espelhos e um cheiro gostoso. Eu: — Só tem uma cama — falei. Raúl: — Esses hotéis modernos só têm uma cama por quarto. Nunca tinha estado... Entrei num motel, daqueles que usam só pra foder. Mas a noite acabou sendo perfeita pra me estrear como mulher adúltera, porque eu tava com tesão, quase bêbada, num lugar ideal pra ser comida, longe do meu marido, sem preocupação com hora e meu parceiro louco pra me comer, tudo conspirava naquela noite. Ao entrar, ele me beijou com paixão, pediu pra eu tirar a roupa pra ele, sentou na cama e começou a filmar com o celular, enquanto eu fazia um streaptease, fui tirando toda a roupa devagar, jogando cada peça nele, depois nua, só de salto, eu me acariciava o corpo todo. Deitei na cama, o tio do meu marido deitou do meu lado e falou umas palavras de sedução, então sem mais conversa nos beijamos, nossas línguas se enroscaram como se fossem cobras no cio, as mãos dele acariciaram minhas coxas. Começou acariciando meus peitos, depois me beijou e a boca dele foi descendo pelo meu pescoço até chegar nos meus seios, chupou gostoso, usando também a ponta da língua nos meus mamilos, isso me fez gemer de prazer. A boca dele foi descendo pela minha barriga, depois subiu e chupou meus peitos de novo, enquanto uma das mãos dele procurava minha bucetinha, brincou com meus lábios vaginais e depois enfiou um dos dedos até me molhar toda. Ele falava umas palavras muito doces, eu já tava tão com tesão que não resistia a nada que ele fazia. Aí ele sussurrou no meu ouvido que queria comer meu mel, então deslizou pra minha buceta, tirou minha calcinha e começou a me dar uma chupada de buceta que me fez vibrar de prazer. Gritei e gemi como uma condenada, enquanto ele brincava com meu clitóris com a boca e enfiava dois dedos na minha bucetinha. Senti o quarto girando e girando ao meu redor, um orgasmo tava me tomando, que prazer que eu sentia!! Depois Raul se afastou de mim, e foi tirando a roupa enquanto eu me recuperava na cama, tirou até a última peça, pude ver a ereção que ele tinha, e de novo aquela pica enorme, tinha um Cabeção vermelho enorme, nenhum dos meus ex-namorados tinha sido tão bem dotado. Ele perguntou se eu gostava do pauzão dele, eu concordei com a cabeça, ele mandou eu chupar, então ele foi se aproximando, se acomodou na cama e eu fiquei entre as pernas dele. A primeira coisa que fiz foi pegar com as mãos e apertar, tava duríssimo. Depois comecei a lamber e beijar a cabeça dele, igual faço com meu marido, aí chupei colocando na boca. Mal consegui, a glande era grande. O Raúl, às vezes, usava minha boca como se fosse uma buceta, porque ele segurava minha cabeça com as mãos e fodia minha boca com aquele cacete monstruoso. Quase me engasguei duas vezes. Depois, ele abriu minhas pernas quase no máximo e colocou o tronco enorme na entrada da minha buceta, aí empurrou e o pau lubrificado pela minha saliva foi abrindo minha xota. Eu gemia sem parar enquanto aquela carne dura ia me atravessando, nunca tinha sentido aquela sensação de preenchimento na minha buceta. Ele entrava um pouco e bombeava, penetrava mais um pouco e bombeava, até meter tudo. — Você ainda é bem apertadinha! — disse o tio do meu marido quando terminou de me penetrar. Depois começou o vai e vem típico, entrava e saía da minha buceta e isso me fazia gemer de prazer. O Raúl foi se ajeitando em cima de mim pra ficar o mais colado possível, eu me agarrei na cintura dele porque as bombadas cada vez eram mais fortes e profundas, o pau dele chegava em lugares que ninguém nunca tinha chegado antes. Não deu pra evitar, gozei igual uma puta em poucos minutos. Enquanto eu tinha meu orgasmo, ele se agarrou nos meus bicos, chupou e mordeu. A dor que senti foi tão gostosa que quase desmaiei de prazer. Depois a gente virou na cama e agora eu fiquei por cima dele. Sentei, o pau dele continuava dentro da minha buceta, comecei a cavalgar em cima do cacete dele, sentia de novo aquele preenchimento na minha buceta, tava enfiada naquele pedaço de carne dura que me deixava louca de prazer ali montada, me mexendo em cima. Gozei de novo entre sentadas e gritos. Além disso, senti ele enchendo minha buceta com o leite dele, porque o tio do meu marido gozou dentro de mim. Depois dessa boa sessão de sexo, descansamos na cama, eu estava exausta e quase bêbada, ainda não tinha processado a dimensão de tudo aquilo, minha primeira traição e logo com o tio do meu marido. Eu só queria dormir e que aquele dia acabasse. Mas o Raúl não pensava igual, eu estava dormindo de lado quando senti o pau dele se encaixando entre minhas nádegas e procurando a entrada da minha buceta. Ele esfregou várias vezes pra ficar bem duro e depois senti minha boceta engolir aquele pau de novo, eu estava meio sonolenta, fechei os olhos e deixei ele me comer do jeito que quisesse, não abri mais os olhos até o dia seguinte. Quando acordei, não sabia onde estava, minha cabeça doía, eu tava pelada e do meu lado também pelado, o tio do meu marido. Comecei a lembrar aos poucos, lembrava de ter deixado meu esposo no aeroporto e depois fui juntando as imagens, até chegar na parte de entrar no motel e no que a gente fez lá dentro. Me senti mal, suja e puta. Levantei e fui direto pro chuveiro, tinha uma marca no meu peito direito, parecia dentes marcados no meu mamilo, e minha periquita também tava dolorida, o pau do Raúl é maior do que qualquer um que já tinha entrado ali na minha vida. Tava nessa reflexão quando vejo uma figura entrando no chuveiro, era o tio do meu marido. — Tem lugar pra mim? — perguntou. Eu, que agora não tava sob efeito de nada, falei que tava ocupado, mas ele foi direto me abraçar e tentou me beijar, eu não deixei. — O que foi, ontem à noite você tava pedindo pra te comer e agora tá fugindo! — disse o Raúl. Eu comecei a chorar e falei que aquilo não era certo, que meu marido não merecia isso. — Calma, vamos! Só demos prazer ao corpo, isso foi só uma aventurinha, você continua casada com meu sobrinho e eu continuo solteiro, já sabe, olhos que não veem... — ele disse. Me abraçou e falou no meu ouvido: — Quero que você me chupe. chupões, acordei com o pau durasso, vamos, vamos... fui descendo a cabeça até o membro dele, que tava meio duro, e comecei a chupar ele ali no chuveiro. O pau dele foi endurecendo na minha boca, e ele começou a se mexer dentro de mim até gozar. Mal deu tempo de tirar da boca quando ele começou a jorrar porra, engoli um pouco e o resto caiu nos meus peitos. Depois terminamos de tomar banho e voltamos pra casa. No caminho, implorei pro Raúl deixarmos aquilo pra trás e voltarmos como antes. — Quando meu sobrinho volta? — ele perguntou. — Daqui a uma semana — respondi. — Vamos fazer uma parada: eu sou um homem muito tarado e você é uma mulher muito gostosa também. Te proponho separar isso da nossa vida, vamos aproveitar essa semana juntos e, quando seu marido voltar, acaba tudo. Juro que não encho mais o saco, aliás, vou embora daqui no dia seguinte que meu sobrinho chegar — propôs o Raúl. — E se eu não aceitar sua proposta? — perguntei. — Bom, não me considero uma má pessoa, mas posso te pressionar mandando um vídeo que tenho no celular pro meu sobrinho, onde você aparece se oferecendo e fazendo uma dança bem sensual — ele respondeu. — Seu filho da puta! — gritei. Chegamos em casa, quase todo o caminho em silêncio. Fui pro meu quarto e coloquei minha camisola. Nisso, o Raúl entrou, foi tirando a roupa até ficar pelado, depois se meteu entre meus lençóis e entre minhas pernas e começou a chupar minha buceta e meu cu. Me fez gozar em menos de dez minutos me chupando. Depois me penetrou do jeito que quis. Tive quatro orgasmos naquela noite, e ele gozou duas vezes dentro da minha buceta. Definitivamente, o tio do meu marido era um garanhão. Antes de ir embora, disse que queria que eu me preparasse pra noite seguinte, porque queria me comer por trás. Sexo anal não era estranho pra mim, mas eu praticava mais com meus ex-namorados do que com meu marido. E o Raúl me deu uma aula de como comer o cu de uma mulher. Pensei que não dava pra ter orgasmo sendo penetrada por atrás, mas tava enganada, ele me fez gozar várias vezes durante a semana. Fui a foxy dele a semana toda, ele me comeu em todo canto da casa: na sala de jantar, na sala, no chuveiro e até no chão do quarto. Como prometeu, vazou de casa no dia seguinte que meu marido chegou. Ninguém nunca me fez gozar tantas vezes igual ele fez, e do jeito que foi. Às vezes ele fala com meu marido no telefone. De vez em quando eu sonho que ligo pra ele e peço pra ele ser meu amante.

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