Surpresa com a mamãe e a amiga dela

Cursava meu último ano de estudo na universidade. Minha mãe, meu maior orgulho, tinha trabalhado sem parar por anos pra me dar minha educação, já que meu pai nos abandonou quando eu ainda era moleque. Mamãe fazia plantões noturnos direto, é enfermeira, e graças a ela eu já tava terminando minha engenharia. Um dia, um dos meus colegas me conta que conheceu uma mulher madura num bar, que era uma pessoa de papo interessante, muito agradável de lidar, e que tinham terminado na casa dela transando gostoso pra caralho, uma mulher de mente aberta, disposta a experimentar de tudo.

A gente tava estudando pra uma prova e ele recebe uma ligação, bota no viva-voz e diz:

- Oi Felipe, como cê tá? Sou a Margarida, queria te convidar pra amanhã a partir das 10 da noite pra uma festa particular. Requisito obrigatório: levar uma máscara que cubra o rosto todo. A roupa não importa muito, porque quando chegar, cê vai ter que ficar só de cueca. Traz muita vontade, porque essas festas vão até o amanhecer. Vou te adiantar que vai ter muita mulher...

- Como cê tá, Margarida? Pode contar comigo, mas queria perguntar se posso levar um amigo. É que a gente tá se preparando pra uma prova e não queria deixar ele sozinho. Além disso, sempre é útil, já que cê disse que vai sobrar mulher, então ajudaria...

- Claro, Felipe. Vou mandar o endereço por mensagem e a senha que cê tem que falar na porta pra entrar sem problema. Boa noite, muitos beijinhos... cê sabe onde... hahahaha

- Valeu... a gente vai estar lá. Olha, só de te ouvir já me dá uma ereção... hahahaha

Na hora chegou a mensagem com todos os passos a seguir. Contei pro Carlos, meu colega:

- Então, meu parceiro, amanhã pra relaxar um pouco, a gente vai nessa festa se divertir um bocado. Até porque já tamos bem preparados pra prova e acho que merecemos um descanso.

- Porra, Felipe, pensei que cê tava me zoando com essa história da mulher que cê Você contou, mas vejo que é verdade e ela tem uma voz excitante, meio rouquinha, mas sussurrando no ouvido deve ser uma delícia. Não vou falar nada pra minha mãe, hoje ela tá em casa e não quero preocupar ela.

Seguimos estudando e já de madrugada voltei pra casa. Tinha janta pronta e guardada, ainda morna. Comi, passei pelo quarto dela e lá estava ela dormindo. Sem fazer barulho, fui dormir.

Passei o dia na universidade, nas minhas aulas e atividades diárias, e com o Felipe enchendo o saco por causa da festa à noite. Ele ficou de passar me buscar e ia cuidar das máscaras.

— Não vai vestir uma cueca surrada ou cagada, hein... hahahaha
— Caralho, você tem cada ideia. Além do mais, tenho umas cuecas festeiras com laço e tudo pra ocasiões especiais...

Nós dois rimos, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. Ele passaria na minha às 9:15 pra chegar às 10 no local. Eu ainda não sabia onde era. Minha mãe tava saindo com o uniforme branco pra trabalhar. Ela, mesmo com mais de 53 anos, se conservava muito bem. Quando podia, saía pra correr e mantinha a yoga em casa. Já alguns fios brancos apareciam no cabelo dela, mas sempre atenta comigo. Eu já queria terminar os estudos, começar a trabalhar e dar tudo ao meu alcance pra ela parar de trabalhar. Ela me deu um beijo e me abençoou. Deitei um pouco e perto das 8 levantei, tomei banho, escolhi roupa, me perfumei e fiquei esperando o Felipe. Ele chegou na hora marcada, buzinou, eu saí e fomos pro local. Já começava a ver casas grandes, uma área nobre da cidade. Chegamos na casa... imensa, com colunas altas na entrada, muitos carros estacionados. Como o do Felipe é pequeno, cabe em qualquer canto, e foi onde ele estacionou. Colocamos as máscaras. Chegamos na entrada, onde 4 caras corpulentos de terno recebiam os convidados. Todo mundo também usava máscaras. Quando chegou nossa vez, o Felipe deu o santo e senha e, sem problemas, as portas se abriram pra gente. Minha cara de susto não teve... Ninguém viu, o hall de entrada tinha uma majestosa luminária de lágrimas pendurada. Uma garota de biquíni minúsculo e topless nos recebeu e indicou onde podíamos trocar de roupa e ficar à vontade. Ficamos só de cueca. Depois disso, nos levaram a um salão enorme com móveis, camas, pessoas conversando animadamente, mulheres em lingeries exóticas, algumas mais ousadas peladas, outras com os peitos de fora. Já os homens, um pouco mais reservados — não se via pau à mostra, alguns usavam sunguinhas. Uma garota de peitões se aproximou e apontou onde era o bar. Fomos até lá, pedimos uísque com gelo e começamos a andar, observando o cenário. Tinha música e alguns casais já dançavam, outros esquentavam com beijos e apalpadas, mas cada um na sua curtição. A gente se olhava e, imagino, ria, mas as máscaras impediam de ver direito. Na área da piscina, que até cascata d'água tinha, estava lotada. Colocaram uma cama redonda gigante, tipo uns 6 metros de diâmetro, onde alguns casais já transavam enquanto outros observavam. Nesse exato momento em que a gente olhava, sinto uma mão roçando minha bunda de leve. Viro pra ver quem foi, e a mesma coisa tinha feito com o Felipe. Ela falou na hora:
— Oi, achei que você não vinha, vem cá me dar um abraço...
Achei que era a Margarida, eles se abraçaram.
— Te apresento meu amigo...
Ela colocou o dedo na boca, ele calou.
— Vamos manter o anonimato, sem nomes ou, no máximo, nomes inventados.
— Tá bem, sem problemas. Ele é meu parceiro de quem te falei.
Apertamos as mãos. Ela estava acompanhada, ambas vestidas igual: lingerie preta de renda, tiras, peitos de fora, luvas até o cotovelo, e imaginei perucas. As duas tinham a mesma cor total, as máscaras cobriam até o nariz e de lá pendiam correntinhas de pérolas. onde mal dava pra ver os lábios bem vermelhos pelo batom.
- Como você me reconheceu?
- Pela sua bunda, ou você esqueceu que eu mordi? Ainda tem minhas marcas de dente
Todo mundo riu, a amiga da Margarita disse que se chamava Rosalba, mas era de pouca conversa, na real a Margarita parecia uma tagarela, era muito divertida, dançamos, bebemos e já perto das 2 da manhã muitos estavam transando sem limites, a luxúria tava no ar, fomos pra piscina pra ficar um pouco mais longe da multidão e a Margarita partiu pra cima do Felipe, começou a fazer sexo oral nele, parecia uma diaba sem freio, enfiava tudo na boca até os lábios tocarem as bolas dele, eu observava e minha ereção não demorou, na hora a Rosalba colocou a mão no meu pau, acariciando, eu comecei a acariciar os peitos dela, meio caídos, sabia que era uma mulher de idade e não uma novinha, pele morena, essa cor me agrada, a língua dela rodeou meus mamilos enquanto lambia, levantei a cabeça pra fantasiar, chegou até meu pescoço, tinha uma língua muito ágil, daí começou a descer, a língua molhada deixava um rastro que com a brisa suave, arrepiou minha pele, já o Felipe e a Margarita estavam na ação, ele metia anal nela, ela soltava gemidos altos de prazer, e a Rosalba tava entretida lambendo minhas bolas, enfiava as duas na boca e chupava devagar, enquanto as mãos dela acariciavam minha bunda, olhava ao redor e tinha de tudo... mulher com mulher fazendo sexo oral no 69, homem com duas mulheres, homem com homem, a putaria era total, a Rosalba chupava meu pau deliciosamente, ela tinha tirado uma das luvas pra acariciar melhor, as mãos dela eram macias, a ação dela era tão gostosa que já não aguentava mais e avisei:
- Rosalba, tô quase explodindo, quer parar? Posso fazer o mesmo tratamento em você...
- Não... quero tudo na minha boca...
Dito isso, me deixei levar pela sensação gostosa e gozei a jatos, ela engolia e acho que foi demais, o sêmen escorria pelos cantos da boca dela, ela chupou tudo, até a última gota, o que escapou ela pegou com a mão e espalhou nos próprios mamilos que estavam durinhos, virei pra olhar meu amigo e ele estava entre os espasmos gozando no cu da Margarida que já parecia exausta e satisfeita com o orgasmo que teve... Rosalba se levantou, beijou meu peito, levou o dedo até a buceta dela, molhou e pelo buraco da minha máscara enfiou pra eu lamber, e foi o que fiz, chupei, ela se encostou numa parede não muito alta, abriu as pernas e afastou a calcinha fio dental, eu me deixei cair, fiquei de frente pra buceta dela, bem depilada, suculenta, brilhava com a luz de tão molhada que tava, lábios carnudos, até percebi que tinha uma cicatriz fina de cesárea, não liguei, só queria devolver o prazer que ela já tinha me dado, então sem tirar a máscara levantei ela um pouco e levei minha língua pra dentro, fuçando na intimidade dela, beijando os lábios carnudos, chegando no clitóris onde consegui arrancar um suspiro longo, ele era um pouco maior do que os que eu já tinha visto antes, isso me deixou mais excitado, o mel escorria pelas pernas dela, ela esfregava os mamilos e gemia, eu enfiei dois dedos, que ela apertou com os músculos da buceta, minha língua continuava lambendo o clitóris dela, que pulsava de prazer, meus dedos bem molhados levei até o cu dela, que cedeu e deixou entrar, na hora ouvi ela dizer:
- pussy... que delíciaaaa...!!!
Sabia que tava fazendo direito, ouvi a Margarida gemer e percebi que eles tinham começado de novo, mas eu tava focado em fazer a Rosalba gozar, minha língua tava louca, pulando de um lado pro outro, meus dedos fazendo movimentos leves no cu dela e ela reclamando de prazer, as pernas dela começaram a ficar duras, a respiração acelerou, ela gemia sem parar
- Não para... não para... não para...
Ela me surpreendeu que ela quis me deixar de lado e eu não deixei, depois entendi o motivo, ela teve um squirt... um jorro de fluido saiu das entranhas dela, parte eu bebi, parte molhou meu corpo inteiro, foi abundante, ela ficou como que soluçando, mas de prazer, fui me levantando, ela quase imóvel com tremor nas pernas, abracei ela forte e, passando por entre a chuva de pérolas da máscara dela, beijei ela, foi intenso, apaixonado, nossas línguas se moviam dançando, ouvi Margarita dizer:
  - Na minha boca, pussy... quero tudo na minha boca, me alimenta, pussy.
  Fomos nos separando, meu pau já recuperado e pulsando, coloquei ela do lado do outro casal, era um sofá que estava ali, na posição de quatro fui penetrando ela devagar, o interior dela molhado e muito quente, ela gemia e gemia, dei uns tapas na bunda dela, ela reclamou mas de prazer, quis puxar o cabelo dela, mas não queria que a peruca ficasse na minha mão e não fiz, comecei a serrar ela com força, minhas bolas quicavam, ela continuava gemendo, gozando, curtindo, Margarita limpava o pau do meu amigo com a língua, já tinha engolido tudo, a música de fundo tocava mais alta, mas ainda dava pra ouvir os barulhos de prazer que outras pessoas faziam. Todo mundo curtindo o sexo, eu mantinha meu ritmo, enquanto estávamos na ação uma garçonete se aproximou e deixou 4 taças de champanhe pra gente, me deu um tapa na bunda e foi embora, era tipo me dizer... continua curtindo... achei engraçado, Felipe colocou a Margarita na mesma posição e a gente bateu palma, as duas gemiam, a gente tava macetando as minas, alternando com uns tapas na bunda e elas se olharam e se beijaram, isso foi muito motivador, acelerei meu ritmo e falei:
  - Vou gozar... onde você quer...
  - No meu c#... enche tudo
  Tirei ele da buceta dela que destilava o néctar e como meu membro tava muito molhado, entrar no cu dela foi muito fácil... continuei com meu ritmo... ela deixou a cabeça cair no sofá e a mão dela foi pra buceta dela pra acelerar o orgasmo, conseguindo chegar quase Simultânea... o clímax... dei mais umas palmadas nela e gozei de novo... deixando o cu dela cheio de porra, ela respirava ofegante, tava exausta, eu também, sentei do lado dela e dei a taça pra ela beber... as duas mulheres se levantaram dizendo que iam ao banheiro, nos beijaram e foram embora.

— E aí, curtiu, Carlos?
— Meu parceiro... foi foda... nunca pensei que ia viver uma parada dessas, essa mina é uma diaba e curte pra caralho, pena que não sei como é a cara dela, nunca deixou eu ver...
— Relaxa, qualquer hora a gente vê elas de novo, seja num bar, numa balada...
— Que horas serão?
— Olha, nem ideia, vamos perguntar. Olha... a Rosalba deixou uma lembrança... uma das luvas dela.
— Bom, isso é tipo o sapatinho da Cinderela, só tem que ir experimentando nas mulheres pra ver qual serve... hahahaha

Perguntamos pra uma das garçonetes que horas eram, já ia dar 4h45 da manhã. Enquanto a gente andava, ainda tinha muita gente transando, alguns dormindo, poucos dançando, alguns já tinham ido embora... fomos até o banheiro... ficamos lá e não vimos elas. Continuamos procurando, voltando pro nosso lugar, nada.

— Felipe, acho que elas vazaram.
— Tô pensando a mesma coisa, mano. Deixaram a conta pra gente, mas pelo menos a gente passou um momento foda, mesmo que eu tivesse adorado trocar com elas. Aquela amiga da Margarita parece que chupa gostoso e mexe a cintura igual dançando cumbia... hahahaha
— Sabe que pensei a mesma coisa? Uma troca teria sido interessante, mesmo que tivesse que bater uma... hahahaha
— Bom, já é hora da gente ir também. Descansar hoje e amanhã apresentar a prova...

Passamos onde deixamos a roupa, nos vestimos e fomos embora. No caminho, fui sentindo o pouco perfume que ainda tinha na luva, única lembrança da noite. O Felipe me deixou em casa, entrei, fui tomar um banho e depois deitar, já ia dar umas 6h... deixei a luva em cima da mesa de cabeceira e me deitei. Acordei perto das 2 da tarde, com muita fome. Fui pra cozinha, mãe... tava cozinhando, dei um beijo na bochecha dele, pedi a bênção,
- Deus te abençoe, filho, preciso te perguntar uma coisa... hoje de manhã quando voltei, passei no teu quarto pra ver se você tava aqui e encontrei uma luva em cima da sua mesa... de onde você tirou isso??
A cara dele não era normal, percebi, o que eu falo, me perguntava...
- Mãe, foi um presente, simplesmente, de alguém que conheci ontem à noite, uma moça muito legal, chama Rosalba.
Ela saiu da cozinha, sem dizer nada, mas vi lágrimas nos olhos dela...
- Mãe, o que foi?... tá passando mal??
- Não, filho... não se preocupa...
Ela entrou no quarto, trancou a porta, pegou o telefone e ligou pra amiga.
- Oi amiga, aconteceu uma coisa, quero morrer...
- O que foi, Matilde?, você me assusta
- Margarita, aquela pessoa que eu tava ontem à noite..
Margarita não deixa ela falar
- Claro, Matilde, o amigo do Felipe, que te comeu gostoso e te fez gritar de prazer
- Margarita... aquele rapaz é o Carlos... meu filho... Deus, o que eu fiz...!!!
- Como?? Tem que ter um erro, não pode ser, por que você diz isso?
- Lembra que te falei que perdi uma luva e que ia buscar antes da gente ir embora?
- Sim, Matilde, e eu falei deixa como lembrança pra ele
- Pois estava na mesa de cabeceira do Carlos, vi e peguei, e acabei de perguntar de onde ele tirou e a resposta foi.... "uma moça chamada Rosalba me deu"
As duas ficaram mudas.

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