8 dias com um caminhoneiro (Dia 7 e Dia 8)

Dia 7:
Ao acordar, senti que tava recostada no braço musculoso dele, tava pelada junto com o Luis mas me sentia muito confortável, me virei um pouco mas acabei acordando ele quando me mexi, o Luis despertou meio sonolento e viu que eu tava acordada:
"Bom dia Kat, como você dormiu?"
"Maravilhoso hahaha e você?"
"Hehehe, excelente"
Me recostei no peito dele e coloquei a mão num dos peitos dele, e ficava olhando pra ele como se fosse meu namorado de manhã:
"Tá com fome?"
"Não, tô com vontade de continuar dormindo"
"Mas não dá, a gente já tá atrasado pra chegar na sua família"
"Relaxa, eles vão entender"
"Não tenho tanta certeza disso mas não quero deixar eles putos, vamos"
Levantamos e trocamos de roupa, fui tomar um banho enquanto o Luis foi comprar comida, quando saí do banho, subi no caminhão e o Luis já tinha almoçado, trocado de roupa e arrumado a cama, ele me deu minha comida e eu sentei no banco do carona, o Luis sem perder tempo ligou o caminhão, voltamos pra estrada e eu comecei a comer, ele me trouxe outro sanduíche de novo, mas tava preparado diferente, adorei o gosto, terminei de comer e joguei o lixo pela janela:
"O que achou?"
"Tasty hahaha valeu"
Passaram uns segundos em silêncio, e o Luis comentou:
"... Ei... o que achou da noite passada?"
"Bom... foi legal, né?"
"Hehehe foi maravilhoso pra mim, e pra você?"
"Hahahaha acho que você já sabe hahaha"
"Hehe eu sei perfeitamente"
"Ei, uma pergunta"
"Fala"
"Por que você não gozou?"
"Hehehehe tava longe de gozar hahahaha"
"Ah..."
"Mas você terminou e foi incrível"
"Hahahaha hmm valeu? Hahahaha não sei o que dizer, mas ei, desculpa por não ter feito você gozar, me empolguei"
"Olha, já sei o que a gente pode fazer"
O Luis levantou do banco dele e deixou o short cair nos pés, depois pegou ele e jogou pro lado:
"Você pode me fazer gozar agora e a gente fica quites"
"Hahahaha é sério?"
"Bom, tá aqui se você quiser"
"E se eu te distrair?"
"Hehehehe tô no controle total, o que me diz?"
Gostei. A ideia me deixava com muito tesão, me levantei do banco e fui até ele, ele abriu as pernas e eu me ajeitei bem na frente dele de joelhos, o Luis ainda conseguia pisar nos pedais perfeitamente, o pau dele estava na minha frente, peguei e comecei a masturbar ele devagar, o Luis tinha as mãos no volante e me dava uma olhada de vez em quando, quando a gente se olhava, os dois sorriam de um jeito safado, comecei a passar a língua, beijava até molhar a cabeça dele, chupava a glande como se fosse um pirulito, ocupava toda a minha boca mas aos poucos fui empurrando mais e mais, engolia o que dava, subia até a ponta pra juntar saliva e de novo engolia mais pra descer até a base, subia de novo e descia outra vez, repetia isso uma e outra vez, ter o pau dele na minha boca me excitava muito mas não precisava de mais nada, eu estava feliz de joelhos na frente dele, o Luis devia se sentir um rei, ele estava com as pernas abertas e eu engolindo o pinto dele enquanto ele dirigia.
Eu engolia até sentir minha garganta abrindo, não sei o que faz a gente querer engolir tudo até a base, mas é algo que dá pra fazer uma vez atrás da outra até se engasgar, toda a saliva que eu juntava escorria até as bolas dele, adorava chupar aquela sacola enorme de testículos, o jeito que eles se mexiam era hipnotizante, eu estava com minha própria baba até no nariz, o Luis de vez em quando passava a mão na minha cabeça acariciando:
"Já nem sinto mais calor com o fresquinho que tá aí embaixo"
Perdi a noção do tempo, não sei por quanto tempo fiquei chupando o pau do Luis, mas o que me fez voltar foi meu celular começar a tocar, fiquei meio confusa e o Luis falou:
"Acho que é seu celular"
Levantei e vi que era minha mãe:
"É minha mãe"
"Atende"
Atendi a ligação e minha mãe perguntou onde eu estava, se já estava chegando, falei que ainda estávamos na estrada e perguntei pro Luis quanto faltava:
"Diz pra ela que amanhã cedo você vai estar com eles"
"O Luis falou que a gente chega amanhã cedo"
Minha mãe disse que já Tinha demorado tanto que até meu pai já tava com eles, falei que a gente ia se apressar e desliguei.
Olhei meu celular e já eram 6 da tarde, quando subimos no caminhão pra ir embora era umas 11 da manhã, fiquei horas chupando o pau do Luis e nem percebi quando passou tanto tempo:

"Era sua mãe?"
"Sim, ela falou que a gente já demorou muito"
"Bom, a gente ficou acordando muito tarde"
"Vamos chegar amanhã cedo?"
"Sim, eu cuido disso"
"Tá bom, confio em você"
"Ei Kat, e você vai continuar no que tava fazendo?"
"Por que você não vem? Já demorei muito chupando essa porra"
"Kkkkkkkk então você tem que se esforçar pra sair, não acha que é tão fácil assim"
"Kkkkkkkk muito aguentador, segundo você?"
"Bom, eu não me seguro, só deixo rolar até você conseguir, hehehe"

Passei na frente dele, me ajeitando de novo no meio das pernas dele, fiquei masturbando aquele pau com minhas duas mãozinhas e mesmo assim não dava pra cobrir ele inteiro, pra cima e pra baixo, mas sabia que ia demorar de qualquer jeito. Fiquei tanto tempo mamando e não consegui nem chegar perto do orgasmo dele, pensei que não tinha outro jeito a não ser só transar, só assim, mas não ia esperar até a noite pra dormir e fazer. Queria mostrar pra ele que eu conseguia e tava com vontade de vencer o joguinho dele. Fiquei um pouco brincalhona e, enquanto tava de joelhos, fui tirando meu short devagar, deixando minha bunda e minha buceta à mostra. Joguei ele de lado, perto dos pedais do caminhão, e também tirei minhas sandálias. Me levantei e o Luis me viu nua da cintura pra baixo, até os olhos dele brilharam quando me viu:

"Kkkkkkkk o que você tá fazendo, putinha?"
"Kkkkkkkk cala a boca, vou fazer você gozar"
"Perfeito pra mim"

Virei as costas pro Luis e sentei no colo dele, me desloquei um pouco pra esquerda pra ele continuar vendo a estrada e eu mesma, devagarinho, fui me sentando no pau dele. Molhei um pouco com meus fluidos, passando na ponta, e fui enfiando devagar. Aquela sensação gostosa do Luis entrando em mim de primeira é algo mágico, me apoiei nas próprias pernas dele. pra depois eu ir tirando e metendo de novo, Luis pra ficar mais confortável se recostou no banco e com a mão direita dirigia o volante e o braço esquerdo apoiou no descansa-braço do banco.
Fiquei pulando no pau dele por uns minutos, meus gemidos e o som do motor era tudo que se ouvia, já estava escurecendo e as luzes do carro impediam que os outros caminhões ou carros pudessem ver o que a gente tava fazendo, inevitavelmente o pau de Luis preenchia cada buraco da minha buceta, cada vez que eu metia até o fundo meu clitóris roçava nos testículos dele e produzia um formigamento que além disso tava me enfraquecendo, só aguentei 10 minutos pulando nele quando quem começou a perder fui eu, tava perto do orgasmo e queria sentir, metia até dentro e me rebolava em cima dele pra ele sentir no meu interior todo, queria gozar de qualquer jeito já não me importava se eu perdia, pulei e pulei, não parava de gemer:
"Ah ah ah ah ah ah... aah ah ah ah..."
Comecei a me contorcer, ia gozar, comecei a apertar o pau dele com minha buceta e comecei a lubrificar tudo:
"Vai gozar meu amor? Goza goza"
Me sentava em Luis sem parar colocando as nádegas na barriga dele:
"Ah ah ah... vou gozar"
"Vai vadia, goza"
Comecei a gozar, e começou a se ouvir minha buceta escorrendo no pênis dele, meus fluidos escorriam até os ovos dele e nas minhas pernas, fiquei sentada nele com o pau dele ainda dentro de mim, recuperei o fôlego um pouco e Luis disse:
"Gostou Kat?"
"Sim... sim, gosto de como é"
"Você aperta muito gostosa bebê"
"Cala a boca"
"Você já gozou e eu só não"
Quando ele disse isso, comecei a pular nele de novo, mas meu orgasmo anterior já tinha me deixado um formigamento que me vencia e complicava mais as coisas, pulava nele mais rápido e com mais força, sentia o esforço nas minhas pernas e comecei a senti-las quentes, mas não parei meus movimentos:
"Jejejeje você quer mesmo que eu goze né?"
O tapa tapa tapa das minhas nádegas e a barriga dele era mais alto, mas tudo foi inútil. Quem começou a gozar pela segunda vez era eu, egoisticamente quem fez de tudo pra gozar fui eu. Apertei ele de novo com minha buceta e comecei a me contorcer em cima dele, me recostei no peito dele com minhas costas, sentia meus fluidos escorrendo pelas minhas pernas e pela minha bunda de novo, já não aguentava mais, agora sim:
"Gozei..."
Falei recostada no ombro dele e olhando nos olhos, ele me olhou, sorriu e disse:
"E eu adoro quando você faz isso"
"Goza por favor, quero seu gozo"
"Quer que eu goze pra você? Olha, vamos fazer um trato"

Já eram 7:30 da noite e chegamos em outro posto onde o Luis entrou e estacionou. O caminhão ficou de frente pra uma barreira e ninguém podia nos ver. Luis desligou o caminhão e deixou as chaves no painel, me levantou com as mãos na minha cintura e me levou pra cabine. Com nós dois já lá dentro, Luis fechou a cortina e, estando eu de costas pra ele, me pegou por trás e me inclinou na cama de bruços. Senti as mãos dele abrindo minha bunda pra começar a sentir a ponta do pau dele na minha entrada. Ele meteu bruscamente e começou uma metida e tirada brutal. Já estava toda lubrificada, então deslizava com tanta facilidade, sentia o corpo todo dele esmagando o meu, meus dedos dos pés mal tocavam o chão. Era um touro, metia o pau dele até o fundo:
"Você gosta, putinha? Era isso que você queria, né?"

Eu não conseguia emitir nem uma palavra, me esforçava pra aguentar o pau dele dentro de mim, aguentando a dor tão gostosa que tava me fazendo gozar de novo. Meu formigamento já era insuportável, minhas pernas não iam me segurar mais. Como pude, pedi pra ele parar:
"Já já já... por favor..."

Ele me ouviu e disse:
"Você queria que eu gozasse, né? Então aguenta, putinha"

Comecei a gozar brutalmente, mas Luis continuou. Meu orgasmo não tinha fim, até que, em seguida, ele começou a soltar uns gemidos enormes que me diziam que ele já tava prestes a gozar:
"Ah... Aaagh vou gozar, putinha... uf uff"

Ele tirou o pau de um puxão que eu ouvi meus fluidos caírem no chão e senti todo o semen quente dele. Nas minhas nádegas:
"Aaaaaaagh... caralho!! ufff... uff..."
Ela gritava na cabine inteira e apertava minha bunda com força, sentia o gozo escorrendo nas minhas nádegas e começando a descer pelas minhas laterais, eu tentava recuperar o ar e a energia, sentia as pernas quentes e, além disso, tremendo pra caralho. Luis me soltou e levantou minhas pernas, jogando-as na cama. Fiquei deitada de bruços, respirando pela boca. Luis também estava, exalando de cansaço:
"Aí está... todo o gozo que eu tinha pra você, até minhas bolas doeram, foxy"
Fiquei deitada lá, e Luis colocou meu short e minhas sandálias. Minhas costas estavam todas suadas da camiseta dele, assim como eu. Ele pegou uma garrafa d'água e saiu do caminhão.
Fiquei pelo menos 30 minutos deitada, e depois disso Luis entrou no caminhão, trouxe o jantar e disse:
"Você devia ir tomar um banho agora, tá fedendo a puta de estrada. Amanhã não vai dar tempo até eu te deixar. Também pra limpar isso aqui"
Ele me deu um tapa forte na bunda. Todo o gozo dele já tinha secado em mim.
Obedeci. Levantei, troquei de blusa, peguei meu short e minhas sandálias debaixo do volante, vesti, peguei minha toalha e fui tomar banho no posto. Tirei todo o gozo dele das minhas nádegas, mas minha buceta também estava ressecada dos meus próprios fluidos. Terminei o banho e voltei pro caminhão. Luis e eu jantamos, e ele sugeriu que fôssemos dormir logo. Iam dar umas 9 da noite, mas ele precisava se apressar pra chegar e me deixar cedo. Terminamos de jantar e nos deitamos. Em segundos, caímos no sono os dois. Estávamos exaustos. Só lá pela madrugada, umas 4 da manhã, Luis acordou e retomou a estrada de noite.

Dia 8:
Eu vi ele acordar e arrancar, mas ainda estava com sono e dormi até umas 8 da manhã, quando acordei. Levantei e sentei no banco do carona:
"Dormiu bem?"
"Sim"
"Olha, já chegamos"
Chegamos a algum tipo de cidade, estávamos perto:
"Em 20 minutos você deve estar com sua família"
"Tá bom Então... a gente não vai mais se ver?"
"Pô, não sei, você gostaria?"
"Risadinha... hmm, é que eu costumo me apegar às pessoas muito rápido, então..."
"Hahaha, beleza, entendi. Posso te passar meu número e a gente se encontra um dia que você estiver livre, se quiser."
"Você mora perto de onde eu moro?"
"Não, mas eu ando sempre por aí por causa do trampo com o caminhão. Só aceitei vir até aqui porque seu pai é meu amigo e me pagou muito bem, hahaha."
"Hahaha, beleza, pra mim tá ótimo."

Luis me passou o número dele e eu entrei na cabine pra pegar toda a minha roupa e minhas coisas. Até que finalmente chegamos depois de uma longa viagem. Bati na porta e minha mãe me recebeu com uma das minhas tias. Elas me receberam com sorrisos, e minha mãe disse que eu estava fedendo. Meu pai apareceu e disse que a gente demorou muito. Ele perguntou pro Luis: "Por que a demora?" Luis respondeu tranquilo: "Parávamos toda noite nos postos pra descansar." Meu pai entendeu e disse, comigo do lado: "Essa menina te deu trabalho?" Luis sorriu e respondeu: "Imagina, ela se comportou super bem." Eu interrompi e falei pro meu pai: "Você devia pagar o que ele gastou com as jantas e os cafés da manhã." Os dois riram, e no final eu entrei em casa. Meu pai conversou mais um pouco com ele. Finalmente consegui tomar um banho decente, lavei meu cabelo e meu corpo. Me senti limpa depois de uma semana. Fiquei com minha família a semana toda até que decidi mandar uma mensagem pro Luis. Falei "oi" e aquele começo de conversa clássico. Perguntei onde ele estava, e ele disse que já tinha voltado pra casa dele. Falei que tinha me divertido muito com ele e que ele realmente me fez sentir segura. Ele disse que seria muito bom a gente se ver um dia, só nós dois, pra nos conhecermos melhor, sem pressão nem nada. Mesmo ele tendo o dobro da minha idade, não me importava. Ele me proporcionou uma das melhores viagens da minha vida e, sem dúvida, eu viveria tudo de novo.

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