Naquela noite, quando voltei do trabalho, minha esposa me contou que, desde que ele a viu descer do carro e durante todo o tempo em que esteve na oficina, o mecânico tinha sido excessivamente atencioso e conversador com ela. E já à tarde, em vez de ligar pra mim, ele ligou pra ela pra dar o orçamento do conserto e, aproveitando a oportunidade, convidá-la pra tomar um café no dia seguinte. Embora minha primeira reação tenha sido só sorrir e comentar com minha mulher o quão inadequada eu achava a proposta, ela me olhou um pouco mais séria e confessou que, mesmo achando o convite meio absurdo — porque não se imaginava sentada à mesa com um mecânico —, entendia que talvez, sem querer, tivesse dado margem pra confusão. Quando ela tentou ser um pouco amigável com ele, fingindo que queria ser sua amiga pra ele não me cobrar caro demais, e o cara não parecia nada sujo ou descuidado, ela até aceitou quando ele flertou com ela, e foi provavelmente por isso que ele se animou a convidá-la. O negócio é que, embora minha esposa, ao notar minha estranheza com as ideias dela, tenha tentado minimizar o ocorrido, eu não disse mais nada. Simplesmente deixei ela ver como ia resolver a enrascada em que se meteu. E não foi sem surpresa e ansiedade que pude estar presente no dia seguinte, quando à tarde ela escolheu uma das saias que eu mesmo tinha dado pra ela recentemente, se arrumou bem gostosa com aquela saia curta justa e plissada cor de osso, meia-calça, salto alto e blusa de botões, e saiu pra encontrar ele numa cafeteria, onde pagaria e pegaria o carro dele, sob o pretexto de que ele já teria fechado a oficina naquela hora e entregaria o carro lá mesmo, pra ela não ter que voltar no dia seguinte. Ainda lembro de vê-la sair de casa vestida assim e sem que ela me pedisse, achei que o melhor seria levá-la até o lugar onde tinham combinado de se encontrar, porque não ia gostar nada de saber depois que algum sem-vergonha tivesse tentado passar a mão nela durante o trajeto. E enquanto eu dirigia meu carro, vendo o quanto aquela saia deixava à mostra, comentei que esperava que, ao vê-la vestida assim, não fossem dar mais ideias ao mecânico a ponto de ele não querer receber o pagamento em dinheiro, e ela deu uma risadinha antes de me dizer, com carinho, pra eu não ser "bobinho". Aí, depois, quando nos encontramos de novo, ela percebendo minha inquietação, divertida mas também deixando transparecer um certo nervosismo, me contou que ficaram conversando e se pegando um tempão lá dentro, e depois saíram do restaurante pra ele entregar o carro. E quando ele já tinha explicado os detalhes do conserto e outras coisas que ela simplesmente não entendeu, os dois entraram no veículo e ali na rua ele beijou ela na boca e no pescoço várias vezes, enquanto acariciava as pernas dela e subia a mão por baixo da saia, e também alternava pra meter a mão na blusa e acariciar os peitos dela por dentro do sutiã. E embora na hora eu não tenha ficado sabendo pela boca da minha esposa, pouco depois descobri que minha mulher, naquele momento, acariciou o pau dele por cima da calça, que já estava estourando, e também, sem oferecer muita resistência, deixou ele tirar os peitos dela pra fora pra ele brincar com eles por um bom tempo. Mas chegou uma hora em que ele quis tirar o pau pra fora e baixar a calcinha dela pra meter ali mesmo, e ela parou ele porque teve medo de que algum conhecido nosso ou qualquer outra pessoa pudesse passar por ali e ver, embora tenha prometido que no dia seguinte daria tudo pra ele se ele a levasse a um hotel. Como eu disse antes, no começo eu não fiquei sabendo de tudo que rolou durante o encontro dela, mas desde aquele Na mesma noite, dava pra adivinhar que algo mais tinha rolado, porque claro, quando ela voltou pra casa, percebi que tava toda molhada e com aquele instinto exaltado ainda pegando fogo, os mamilos meio inchados e sensíveis por causa dos apertões e chupadas que o amigo dela tinha dado, enquanto eu, virado num turbilhão de sensações, tava em casa esperando ela voltar. Aí, naquela noite, meti uma boa coçada nela enquanto ela me contava tudo o que supostamente tinha acontecido, e eu, sem confessar abertamente, sentia que tava sufocando de tesão em querer saber todos os detalhes mais íntimos do encontro dela, e gozava imaginando como, só uns momentos antes, outro cara tinha curtido beijar ela e acariciar o corpo inteiro dela.
No dia seguinte, acho que sem querer ser muito direta, mas sem conseguir esconder a ansiedade sobre a experiência da tarde anterior e a chance de um novo encontro, ela me disse que, voltando pra casa, tinha notado um defeito no carro. Mas, como tava com pressa de voltar, tinha esquecido de pagar nosso mecânico e me perguntou se eu topava que ela mesma fosse fazer o pagamento, já que ia se sentir super envergonhada se ele visse ela do meu lado depois dos avanços que ela tinha permitido, com medo até de que ele ficasse mais ousado dessa vez. Pra não usar rodeios, entendi que, de forma bem velada, minha mulher tava quase me pedindo permissão pra ir se encontrar sozinha com ele e deixar ele fazer o que quisesse com ela, até levar ela pra um motel e entrar pendurada nele pra ele comer ela igual fazem os casais jovens que não têm onde saciar a vontade de transar. E eu, mesmo sabendo que, depois de dar meu ok pra ela se encontrar com ele de novo, de forma mais que simbólica e definitiva, ao aceitar, ia abrir uma porta que dificilmente teria volta, e isso me deixava extremamente... Nervoso, era tamanha minha perturbação que quase sentia como se fosse eu mesmo quem estava pedindo pra ela ir com ele pra foder e se comportar como uma grande puta quando o visse. E embora não tenha feito, intoxicado pela perspectiva do que pudesse acontecer entre minha querida e até então bem-comportada esposa, quase quis pedir e insistir que ela montasse nele e fizesse tudo que o novo macho dela pedisse enquanto a comia. Resumindo, como se fosse uma experiência extracorpórea, depois de aceitar cuidar da casa e levar as crianças pros parentes, vi ela se arrumar com um vestido vermelho justo que batia acima do joelho, que, embora extremamente sensual, a deixava com cara de senhora mas gostosa, já que por ser bem justo marcava perfeitamente suas deliciosas e macias coxas ao caminhar e rebolando sobre os saltos que usava com ele, dava pra ver direitinho o contorno das enormes e redondas bundas que ela tem. Quase sentindo meu coração saltar do peito, vi como, como se tudo aquilo já não bastasse, por baixo da roupa apertada dava pra distinguir as curvas suaves da calcinha minúscula que, junto com as ligas bem visíveis do cinto de liga que ela vestia e tinha decidido usar pra ir vê-lo — sendo essas partes de um conjunto que eu a tinha visto usar pra mim só um par de vezes antes daquele dia —, me fazendo até sentir um certo ardor ao lembrar como a calcinha dela, sem ser quase uma tanga, pelo ajuste da peça deixava a maior parte da bunda dela de fora. E pra ser totalmente honesto, confesso que tive dificuldade em não pedir pra ela descartar a ideia do que quer que estivéssemos alucinando, sabendo que, definitivamente, ao vê-la assim, aquele meu conhecido não teria dúvida alguma sobre as intenções da minha mulher de se entregar a ele, mas por outro lado, algo dentro de mim que ainda não conseguia Raciocinar, talvez por causa do excesso de sangue que se acumulava nas minhas duas cabeças, ao saber que, em vez de ter eu em mente, minha mulher tinha escolhido se arrumar com algumas das minhas roupas e meus sapatos de salto favoritos para o cara que cuidava dos nossos carros, sabendo que, se as coisas continuassem como até agora, aquela pessoa logo desfrutaria de prazeres supostamente reservados só pra mim. E só de imaginar a excitação que aquele homem poderia sentir ao vê-la vestida assim pra ele, fazia meu pau ficar duro. Mas consegui me segurar e buscar meu prazer em fontes até então insuspeitas pra mim, e, conforme combinamos, depois que ela saiu, fui deixar as crianças, sendo até difícil prestar atenção enquanto dirigia e nossos filhos comentavam sobre algum outdoor que anunciava coisas que a "mamãe" deles tinha prometido comprar quando fossem à loja, enquanto eu mal conseguia me concentrar, sabendo que talvez naquela hora a mesma mulher de quem eles falavam já estivesse se rolando na cama com outro homem. Pouco depois, voltei pra casa pra tentar terminar uns afazeres atrasados, e já estava quase escurecendo quando ela me ligou. Eu estava tão nervoso que engolia saliva pesado e quase não conseguia falar, então só perguntei onde ela estava, e ela respondeu: "Ainda vou demorar mais um pouquinho, meu amor, estou com seu mecânico e ele pediu pra eu te dizer que teve que me revisar debaixo do capô do motor pra checar e trocar meu óleo"... Ouvi a voz dela meio melosa e com claros sinais de estar meio chapada ou sob efeito de álcool. "E ele, onde está agora?"... Perguntei. ..."Você, como está?"... "Ele está com um cliente e eu estou como há muito tempo não me sentia"... Ela respondeu, me deixando ainda mais intrigado, então perguntei: ..."M-mas você não me disse??., achei que ele teria"... Depois tentei corrigir, tentando não ser Tão direto e revelar o que eu imaginava que naquele momento seria minha nova condição de marido "chifrudo" e que se sabe casado com uma mulher adúltera. Na verdade, o que eu ia perguntar era o que eles estavam fazendo na oficina, já que eu achava que pelo menos o plano seria ele levá-la para um hotel onde alugaria um quarto para curtir minha mulher, mas ela me esclareceu..."Sim, eu sei, era pra gente não estar aqui, mas é que quando ele disse que gostava de como eu estava vestida toda de vermelho e com os sapatinhos que você me deu, e me levou pro escritório dele..." Ela não terminou a frase. "E, e você tá no escritório dele ainda? Os funcionários dele não tão lá também??..." Perguntei meio surpreso e preocupado com a possibilidade de mais alguém descobrir o que podia estar rolando entre minha esposa e aquele cara, e começarem os fofocas sobre a reputação dela e minha condição de marido otário. "M-mas o que você tá fazendo aí?? Bebeu alguma coisa???"... Perguntei. "O que você acha??" Ela respondeu de novo com um leve sussurro na voz. "Não sei!"... Respondi, sabendo o quanto ela fica "amigável" quando toma uns dois drinks, e completei..."Sabe que não devia beber quando tá sozinha".. "Bom, não tava tão sozinha assim, e eu não queria, mas ele me forçou a tomar" ... ela respondeu e aí explodiu. "Quer saber o que aconteceu?? Vou te contar e você não fica bravo, tá?" Sentindo até dificuldade de puxar ar pros pulmões, eu ia só dizer ou pedir pra ela ter cuidado com o que ia me falar quando ela começou...."Meu amor??, sabe o que, meu amor? Perguntou. "O que foi, meu amor?" Consegui responder. "Te enfiei os chifres que você tanto queria e do jeito que você queria, porque ele não quis me levar pro hotel e enquanto revisavam o carro, ele deitou no sofá e me fez montar nele pra enfiar a pica dele até gozar dentro de mim jorrando" "Mas e sem cami.." eu ia perguntar. "Ele não deixou eu colocar, disse que nunca usava e como eu falei que era só foi minha primeira vez com um estranho, ele me disse que confiava em você por isso não ia usar um dos seus que eu tinha na bolsa "... Ela me respondeu num tom claramente assustado, minha esposa "E você não falou não pra ele??" Perguntei, já contagiado pelo quase insultante tesão de me imaginar diante das possibilidades do que poderia acontecer depois daquele contato ilícito. "Não consegui, meu amor, ele não parou até jorrar tudo dentro de mim e depois que gozou na primeira vez, ele se vingou de mim porque me deu mais duas lapadas e meteu a pica como quis, não consegui nem colocar as mãos, me bombou de quatro e em pé, e me disse que se eu já tinha deixado ele gozar dentro de mim, o que podia ter acontecido já tinha acontecido." Ele falou todo tipo de coisa, tipo que nunca imaginou que sua esposa fosse tirar a calcinha pra ele do jeito que eu tirei e que, embora eu parecesse muito decente, na verdade me comportava como uma puta e ia deixar ele seco, sem uma gota de porra, e me disse que quando voltasse pra casa, ele ia fazer você se sentir orgulhoso por ser casado com uma mulher como eu, que sem problema nenhum aceitava virar depósito de outro homem. Mas te garanto que todas as vezes eu pedi pra ele não me engravidar"... Claro que eu já estava transtornado, até tonto de excitação e angústia com as palavras daquele sujeito bronco, além da ansiedade que me dava só de imaginar a possibilidade da minha linda esposa voltar pra casa impregnada pela semente daquele bruto tão tarado, mas, mesmo sentindo minha ereção apertada e desconfortável contra a calça, tentei manter o pouco de calma que ainda me restava. E não foi até o momento em que minha esposa se despediu de mim apressadamente, me avisando que alguém estava subindo as escadas que levavam ao lugar onde ela esperava nosso mecânico e que teria que desligar, não sem antes pedir que eu mesmo buscasse as crianças. crianças e explicasse aos familiares que ela tinha tido coisas para fazer, mas que eu supunha que ligaria para eles à noite ou na manhã seguinte, se já fosse muito tarde quando chegasse em casa. Foi quando comecei a sentir aquela urgência de desligar o telefone para me preparar para brincar com meu pau duro, que estava todo inchado e me pedia um pouco de satisfação. No fim, pelo menos duas vezes antes de buscar as crianças na casa dos pais da minha mulher, e outras duas ou três vezes enquanto esperava ela voltar do encontro com o mecânico, tive que me masturbar para conter minhas próprias vontades masculinas e aguentar até que, por volta das duas e meia ou três da manhã, finalmente ouvi o carro dela estacionar do lado de fora de casa. E, embora confesse que em vários momentos durante minha longa espera tive minhas sérias dúvidas sobre o que aconteceria ou como a experiência dela mudaria nossas vidas, quando ela entrou, ao perceber o estado bagunçado em que aquele cara a mandou de volta, com o cabelo bem desgrenhado e as roupas, além de desarrumadas, apresentando o que sem dúvida alguma eu soube que seriam marcas inequívocas dos fluidos dele secando perto do decote no tecido do vestido. E pude notar na minha própria mulher os sinais claros do prazeroso desfalecimento com que ela voltava para casa depois de ter sido fodida até a saciedade. Ao vê-la assim, imediatamente dentro das minhas calças despertou de novo a vontade de ficar com ela, então, mesmo sabendo do estado em que ela se encontrava, pedi que fôssemos para o nosso quarto para que eu pudesse ter minha vez com ela. Ela, mais para me agradar do que por outra coisa, aceitou, mas sem mostrar muito entusiasmo. Quando estávamos no quarto, eu ia levantar o vestido dela, mas ela me impediu e, depois de me dar um beijo na boca, se virou e foi subir na cama, onde, ficando de joelhos e de De costas pra mim, ela disse que tinha uma coisa que queria que eu visse e ergueu devagar o tecido do vestido dela, que foi subindo pelas pernas dela até que, deslizando justinho nas curvas das nádegas dela, finalmente revelou diante do meu olhar atônito um pedaço de pano que, apertado entre as bundas dela, parecia suprir de jeito improvisado a falta da calcinha minúscula dela. Eu mal consegui soltar uma respiração funda ao contemplar a vista traseira da minha mulher com aquele pano pendurado entre as coxas dela, mas quando ela se inclinou sobre a cama e me ofereceu a imagem das bundonas dela levantadas no ar e ainda separando um pouco mais as pernas no colchão, pra deixar cair aquele pano azul que ficou pendurado emoldurado entre as coxas dela, a intimidade manchada dela e o cobertor, completamente encharcado e coberto com uma substância de aspecto viscoso e cheiro penetrante, na hora eu entendi que aquilo seria algum tipo de presente sórdido que, como prova da conquista sobre o corpo da minha mulher, aquele cara devia ter mandado pra casa pensando que eu fosse encontrar. ..."M-mas onde é que tão as suas...?" Comecei a perguntar quando ela me interrompeu. "Ele pediu pra eu te falar que eu tinha esquecido no escritório dele, mas na verdade ele pediu pra eu deixar lá pra ele guardar na gaveta dele"... Veio a resposta avassaladora da minha querida e, até poucas horas atrás, leal e respeitável esposa, jogando agora na minha cara um aspecto da situação que eu não tinha considerado, ao imaginar o que pra aquele meu conhecido simplesmente tinha significado o fato da minha mulher ter entregado junto com os segredos mais reservados dela, também a mais íntima das peças de roupa dela, que pelo visto tinha ido parar dentro de alguma das gavetas da mesa dele, onde, confundida entre os outros "troféus" que ele guardaria junto com os de algumas outras amigas promíscuas dele. E isso eu sabia porque, conhecendo ele já há um tempo, sabia por alguns dos funcionários dele que Ele adorava colecionar esse tipo de prova íntima, e depois ainda mostrava pra outros clientes e amigos, se gabando especialmente quando, além de tudo, conseguia pegar aquelas peças íntimas, principalmente quando, como no caso da minha mulher, elas tinham sido usadas pelas namoradas ou esposas de algum dos clientes confiantes dele. E só de saber disso, me fez tremer só de pensar em quantos homens, nas semanas seguintes, teriam o prazer de contemplar as calcinhas minúsculas que minha mulher tinha usado naquela ocasião, enquanto ele os deliciava contando como me conhecia há tanto tempo, sem que isso fosse impedimento algum pra aceitar as investidas da minha mulher, que se entregou tão fácil pra ele. ... "Pedi pra ele me deixar usar o banheiro pra me limpar, mas na tarde toda, pouco depois que desligamos, ele não me deixou mais sair do escritório e a única coisa que me deixou vestir foi esse pano pra não sujar tanto, e enquanto eu esperava ele terminar de atender alguns clientes ou amigos, pra não manchar o sofá do escritório dele" – continuou me dizendo minha mulher, enquanto eu, me aproximando um pouco mais da retaguarda dela, pude sentir a semente daquele homem transbordando pra fora da fenda da minha mulher e se espalhando ainda mais na parte interna das coxas dela. Já completamente dominado por aquela luxúria e absorto diante do espetáculo decadente de ver minha própria mulher, prostrada na mesma cama que noite após noite dividia comigo, se oferecendo pra mim pra inspecionar, a contemplação da bunda gloriosa dela lambuzada com as amostras de esperma daquele homem, que já pareciam estar secando na pele dela, enquanto ainda entre as pernas dela alguns fios de sêmen escorriam do corpo dela pras meias, já foi demais pra mim e, como um possesso, montei na cama e virei ela pra deitar de costas no colchão, ao ao mesmo tempo em que, de um puxão só, eu arrancava aquele tampão improvisado que ele tinha enfiado no buraco dela — que, suponho eu, mais do que evitar que sujasse o vestido da minha esposa ou o sofá daquele escritório, na verdade tinha como objetivo segurar o máximo de tempo possível os espermatozoides dentro do corpo da minha mulher e aumentar assim o risco de engravidá-la. Sem muito esforço, logo entendi o que aquela expressão de "mexer o cremoso batidão de creme" queria dizer, porque, embora eu mal sentisse as paredes do túnel do amor da minha mulher, todo aquele creme depositado por aquele cara lá dentro parecia querer vir ao meu encontro e me lambuzar inteiro com ele, sujando toda a minha ereção, até fazendo uns sons molhados enquanto eu deslizava para dentro e para fora da feminilidade dela, e molhando também rapidamente minhas bolas, que começaram a ficar meio grudentas com aquela substância. Eu, enquanto tentava gravar e registrar na minha cabeça cada centímetro e instante daquela experiência, contemplava o rosto da minha mulher que, pelo menos naquela noite depois de tantos anos, me parecia completamente novo — embora eu reconhecesse que era a mesma dama com quem eu tinha me casado e decidido que era a pessoa certa, um exemplo de pureza e virtudes para se tornar minha esposa e mãe dos meus filhos —, também consegui notar nos olhos dela a aparência de uma nova pessoa que eu nunca imaginaria conhecer, transformada apenas no decorrer de uma única tarde numa mulher adúltera, que tinha decidido abandonar para sempre o caminho da fidelidade e honestidade, para, junto com meu orgulho de marido respeitado, perder minha dignidade e aceitar o que viesse daquela primeira vez dela com outro homem. Enquanto eu continuava bombando e sentindo o sêmen daquele outro homem cobrindo todo o meu pau, fixei o olhar no decote do vestido dela e na deliciosa porção dos peitos que ficavam à mostra, e já pude ver bem aquelas manchas acinzentadas que tinham secado no tecido, enquanto pela maior parte visível daqueles seios tenros onde meus filhos tinham mamado e tomado seus primeiros alimentos, apareciam algumas crostas de sêmen já seco sobre sua pele delicada. E me fazia pensar que, sem dúvida alguma, aquele novo homem na vida da minha esposa tinha tentado encaixar o pau entre aquele par encantador de peitos até se esvaziar completamente sobre eles, sem se importar muito com como tudo ficaria lambuzado depois que ele fizesse aquilo. Tudo aquilo já me tinha à beira do clímax, mesmo não sentindo muita pressão da buceta da minha mulher no meu órgão, então tentei me mover com ainda mais ímpeto, mas sem conseguir melhores resultados, até que minha mulher, me pegando pela nuca, me aproximou do ombro dela e, depois de me dar um beijo suave na bochecha, levou os lábios até minha orelha e sussurrou: "Você é tão lindo, meu amor, vem com a mamãe e molha ela toda." Foi a primeira coisa que ouvi ela dizer com voz rouca antes de me dar outro beijo suave e me pegar pela cintura para me aproximar mais do corpo dela na próxima investida. "Você gostou, né, foxy?"... perguntei, embora sem realmente querer ter sido grosso, me deixando levar pelo momento, e depois, para tentar suavizar minhas palavras, acrescentei: "Fiquei te esperando a noite toda pra ver como você voltava, mas você não aparecia. Com certeza você tava com aquele seu mecamiquinho dando a foda da vida pra ele, né?"... "Siiim, tava com ele enquanto você me esperava aqui, e eu te agradecia por ser tão compreensivo e deixar eu ir com ele pra ele me comer com a coisona dele!"... Ao ouvir as palavras dela, eu rosnei: "Você gostou, né?... gostou que ele te comeu e com certeza ele deve ter pedido pra você voltar a ver ele, né, sua putinha!"... "Sim, ele pediu pra eu levar o carro na semana que vem, mas que não fosse com você pra ele me apresentar a um amigo seu"... ela soltou a resposta. Eu me sentia novamente Intoxicado pelo prazer ao ouvir suas palavras suaves se referindo ao ato cometido, eu queria que aquele momento fosse eterno e nunca acabasse, mas já me sentia desmoronar. Mesmo assim, perguntei. ..."Você sabe que pra ele isso não é romance, né? Você é só mais uma das p..." ..."vadias. Mulheres de algum dos clientes dele??" Ela terminou de fazer a pergunta e respondeu...."Sim, eu sabia, e sei que sou só mais uma das que ele já teve, mas não importa porque eu gostei pra caralho, mesmo sem saber se você ia gostar de saber que outro homem teve que vir me dar o que você não me dá." Os comentários insólitos dela me faziam sentir como se fosse quase impossível respirar, e a única coisa que consegui pedir foi..."Como é??" "Não se preocupa comigo, meu amor, porque já me comeram gostoso a tarde inteira e mal consigo sentir que você tá dentro de mim".... Veio a última resposta no momento em que um orgasmo avassalador percorreu todo o meu corpo e me fez lançar dentro dela minha pesada carga, enquanto eu desfalecia sobre o corpo dela e ela acariciava meu cabelo... "Assim, papai, que lindo, me dá tudo que eu quero fazer outro bebê com você" ... ela sussurrou no meu ouvido, me causando ainda um último vislumbre de ansiedade ao pensar na possibilidade de que, naquele momento em que meu sêmen se misturava com o de outro homem que tinha estado com ela naquela mesma tarde e parte da noite, pudesse fazer ela engravidar. Pouco depois, enquanto nos aninhávamos pra dormir e eu ainda meio atordoado por todo o acúmulo de surpresas e situações vividas durante o dia, ela me perguntou se eu realmente não tinha me incomodado mais com o que aconteceu. E eu respondi que nunca iria reprová-la, embora estivesse meio confuso ainda pra refletir sobre os fatos, e também perguntei se ela tinha algum remorso. "Não, não é por isso, mas é que ele disse que queria me ver de novo e queria saber se você não se importaria de eu ir vê-lo de vez em quando. ... perguntou minha esposa transformada, deixando bem claro que, fosse o que aquele homem tivesse feito com ela durante o encontro, tinha mudado o sentido de algumas prioridades dela. Querendo eu ou não, em breve teria que aprender a viver casado com uma mulher tão sensual e gulosa por sexo. Bom, mas já tenho que ir, e depois te conto mais do que aconteceu em seguida, porque esse amiguinho da minha esposa comeu ela por pouco mais de um ano. E, embora no começo ela fosse visitá-lo uma ou duas vezes por mês, logo as visitas e as chegadas tarde em casa, com desculpas de problemas no carro dela, foram ficando mais frequentes, até que chegou um ponto em que, mais ou menos, ela saía com ele uma ou duas vezes por semana. E, não importava se fosse sábado, eu tinha que cuidar das crianças e aproveitar os fins de semana que sobravam para acompanhá-la nas compras. E tudo isso começou a acontecer de repente, sem que eu pudesse impedir nada, quando de repente ela começou a mudar um pouco o guarda-roupa, comprando sapatos de salto alto que só usava quando ia vê-lo, porque dizia que, embora ele adorasse como ela ficava ao andar com eles, para ela eram cansativos e desconfortáveis de usar, dado o tamanho do salto e a atenção excessiva que recebia de outros homens ou amigos com quem ele a apresentava. E, sem o menor pudor, pareciam querer despir ela com o olhar ao vê-la calçada com eles, com as saias cada vez mais justas e curtas, ou vestidos que se colavam ao corpo dela de maneira cada vez mais descarada, e que ela usava para agradar ele. Enquanto tudo isso acontecia, eu optei por deixar ela comprar um carro novo e, assim, evitar ter que encarar os olhares ou possíveis comentários dos funcionários dele, mas sem ter coragem de interferir na nova vida da minha mulher como amante desse cara, chegando até a tolerar o momento em que já desconfiando que minha mulher, longe de permitir só a ele a chance de pegá-la pro próprio prazer, três ou quatro vezes em que ela não voltou pra casa senão de madrugada na segunda-feira, porque ele tinha dado pra ela alguns biquínis ou roupas mais ousadas, mas com a única condição de que ela usasse durante o fim de semana com ele e na companhia dos amigos que iam junto nessas viagens.
No dia seguinte, acho que sem querer ser muito direta, mas sem conseguir esconder a ansiedade sobre a experiência da tarde anterior e a chance de um novo encontro, ela me disse que, voltando pra casa, tinha notado um defeito no carro. Mas, como tava com pressa de voltar, tinha esquecido de pagar nosso mecânico e me perguntou se eu topava que ela mesma fosse fazer o pagamento, já que ia se sentir super envergonhada se ele visse ela do meu lado depois dos avanços que ela tinha permitido, com medo até de que ele ficasse mais ousado dessa vez. Pra não usar rodeios, entendi que, de forma bem velada, minha mulher tava quase me pedindo permissão pra ir se encontrar sozinha com ele e deixar ele fazer o que quisesse com ela, até levar ela pra um motel e entrar pendurada nele pra ele comer ela igual fazem os casais jovens que não têm onde saciar a vontade de transar. E eu, mesmo sabendo que, depois de dar meu ok pra ela se encontrar com ele de novo, de forma mais que simbólica e definitiva, ao aceitar, ia abrir uma porta que dificilmente teria volta, e isso me deixava extremamente... Nervoso, era tamanha minha perturbação que quase sentia como se fosse eu mesmo quem estava pedindo pra ela ir com ele pra foder e se comportar como uma grande puta quando o visse. E embora não tenha feito, intoxicado pela perspectiva do que pudesse acontecer entre minha querida e até então bem-comportada esposa, quase quis pedir e insistir que ela montasse nele e fizesse tudo que o novo macho dela pedisse enquanto a comia. Resumindo, como se fosse uma experiência extracorpórea, depois de aceitar cuidar da casa e levar as crianças pros parentes, vi ela se arrumar com um vestido vermelho justo que batia acima do joelho, que, embora extremamente sensual, a deixava com cara de senhora mas gostosa, já que por ser bem justo marcava perfeitamente suas deliciosas e macias coxas ao caminhar e rebolando sobre os saltos que usava com ele, dava pra ver direitinho o contorno das enormes e redondas bundas que ela tem. Quase sentindo meu coração saltar do peito, vi como, como se tudo aquilo já não bastasse, por baixo da roupa apertada dava pra distinguir as curvas suaves da calcinha minúscula que, junto com as ligas bem visíveis do cinto de liga que ela vestia e tinha decidido usar pra ir vê-lo — sendo essas partes de um conjunto que eu a tinha visto usar pra mim só um par de vezes antes daquele dia —, me fazendo até sentir um certo ardor ao lembrar como a calcinha dela, sem ser quase uma tanga, pelo ajuste da peça deixava a maior parte da bunda dela de fora. E pra ser totalmente honesto, confesso que tive dificuldade em não pedir pra ela descartar a ideia do que quer que estivéssemos alucinando, sabendo que, definitivamente, ao vê-la assim, aquele meu conhecido não teria dúvida alguma sobre as intenções da minha mulher de se entregar a ele, mas por outro lado, algo dentro de mim que ainda não conseguia Raciocinar, talvez por causa do excesso de sangue que se acumulava nas minhas duas cabeças, ao saber que, em vez de ter eu em mente, minha mulher tinha escolhido se arrumar com algumas das minhas roupas e meus sapatos de salto favoritos para o cara que cuidava dos nossos carros, sabendo que, se as coisas continuassem como até agora, aquela pessoa logo desfrutaria de prazeres supostamente reservados só pra mim. E só de imaginar a excitação que aquele homem poderia sentir ao vê-la vestida assim pra ele, fazia meu pau ficar duro. Mas consegui me segurar e buscar meu prazer em fontes até então insuspeitas pra mim, e, conforme combinamos, depois que ela saiu, fui deixar as crianças, sendo até difícil prestar atenção enquanto dirigia e nossos filhos comentavam sobre algum outdoor que anunciava coisas que a "mamãe" deles tinha prometido comprar quando fossem à loja, enquanto eu mal conseguia me concentrar, sabendo que talvez naquela hora a mesma mulher de quem eles falavam já estivesse se rolando na cama com outro homem. Pouco depois, voltei pra casa pra tentar terminar uns afazeres atrasados, e já estava quase escurecendo quando ela me ligou. Eu estava tão nervoso que engolia saliva pesado e quase não conseguia falar, então só perguntei onde ela estava, e ela respondeu: "Ainda vou demorar mais um pouquinho, meu amor, estou com seu mecânico e ele pediu pra eu te dizer que teve que me revisar debaixo do capô do motor pra checar e trocar meu óleo"... Ouvi a voz dela meio melosa e com claros sinais de estar meio chapada ou sob efeito de álcool. "E ele, onde está agora?"... Perguntei. ..."Você, como está?"... "Ele está com um cliente e eu estou como há muito tempo não me sentia"... Ela respondeu, me deixando ainda mais intrigado, então perguntei: ..."M-mas você não me disse??., achei que ele teria"... Depois tentei corrigir, tentando não ser Tão direto e revelar o que eu imaginava que naquele momento seria minha nova condição de marido "chifrudo" e que se sabe casado com uma mulher adúltera. Na verdade, o que eu ia perguntar era o que eles estavam fazendo na oficina, já que eu achava que pelo menos o plano seria ele levá-la para um hotel onde alugaria um quarto para curtir minha mulher, mas ela me esclareceu..."Sim, eu sei, era pra gente não estar aqui, mas é que quando ele disse que gostava de como eu estava vestida toda de vermelho e com os sapatinhos que você me deu, e me levou pro escritório dele..." Ela não terminou a frase. "E, e você tá no escritório dele ainda? Os funcionários dele não tão lá também??..." Perguntei meio surpreso e preocupado com a possibilidade de mais alguém descobrir o que podia estar rolando entre minha esposa e aquele cara, e começarem os fofocas sobre a reputação dela e minha condição de marido otário. "M-mas o que você tá fazendo aí?? Bebeu alguma coisa???"... Perguntei. "O que você acha??" Ela respondeu de novo com um leve sussurro na voz. "Não sei!"... Respondi, sabendo o quanto ela fica "amigável" quando toma uns dois drinks, e completei..."Sabe que não devia beber quando tá sozinha".. "Bom, não tava tão sozinha assim, e eu não queria, mas ele me forçou a tomar" ... ela respondeu e aí explodiu. "Quer saber o que aconteceu?? Vou te contar e você não fica bravo, tá?" Sentindo até dificuldade de puxar ar pros pulmões, eu ia só dizer ou pedir pra ela ter cuidado com o que ia me falar quando ela começou...."Meu amor??, sabe o que, meu amor? Perguntou. "O que foi, meu amor?" Consegui responder. "Te enfiei os chifres que você tanto queria e do jeito que você queria, porque ele não quis me levar pro hotel e enquanto revisavam o carro, ele deitou no sofá e me fez montar nele pra enfiar a pica dele até gozar dentro de mim jorrando" "Mas e sem cami.." eu ia perguntar. "Ele não deixou eu colocar, disse que nunca usava e como eu falei que era só foi minha primeira vez com um estranho, ele me disse que confiava em você por isso não ia usar um dos seus que eu tinha na bolsa "... Ela me respondeu num tom claramente assustado, minha esposa "E você não falou não pra ele??" Perguntei, já contagiado pelo quase insultante tesão de me imaginar diante das possibilidades do que poderia acontecer depois daquele contato ilícito. "Não consegui, meu amor, ele não parou até jorrar tudo dentro de mim e depois que gozou na primeira vez, ele se vingou de mim porque me deu mais duas lapadas e meteu a pica como quis, não consegui nem colocar as mãos, me bombou de quatro e em pé, e me disse que se eu já tinha deixado ele gozar dentro de mim, o que podia ter acontecido já tinha acontecido." Ele falou todo tipo de coisa, tipo que nunca imaginou que sua esposa fosse tirar a calcinha pra ele do jeito que eu tirei e que, embora eu parecesse muito decente, na verdade me comportava como uma puta e ia deixar ele seco, sem uma gota de porra, e me disse que quando voltasse pra casa, ele ia fazer você se sentir orgulhoso por ser casado com uma mulher como eu, que sem problema nenhum aceitava virar depósito de outro homem. Mas te garanto que todas as vezes eu pedi pra ele não me engravidar"... Claro que eu já estava transtornado, até tonto de excitação e angústia com as palavras daquele sujeito bronco, além da ansiedade que me dava só de imaginar a possibilidade da minha linda esposa voltar pra casa impregnada pela semente daquele bruto tão tarado, mas, mesmo sentindo minha ereção apertada e desconfortável contra a calça, tentei manter o pouco de calma que ainda me restava. E não foi até o momento em que minha esposa se despediu de mim apressadamente, me avisando que alguém estava subindo as escadas que levavam ao lugar onde ela esperava nosso mecânico e que teria que desligar, não sem antes pedir que eu mesmo buscasse as crianças. crianças e explicasse aos familiares que ela tinha tido coisas para fazer, mas que eu supunha que ligaria para eles à noite ou na manhã seguinte, se já fosse muito tarde quando chegasse em casa. Foi quando comecei a sentir aquela urgência de desligar o telefone para me preparar para brincar com meu pau duro, que estava todo inchado e me pedia um pouco de satisfação. No fim, pelo menos duas vezes antes de buscar as crianças na casa dos pais da minha mulher, e outras duas ou três vezes enquanto esperava ela voltar do encontro com o mecânico, tive que me masturbar para conter minhas próprias vontades masculinas e aguentar até que, por volta das duas e meia ou três da manhã, finalmente ouvi o carro dela estacionar do lado de fora de casa. E, embora confesse que em vários momentos durante minha longa espera tive minhas sérias dúvidas sobre o que aconteceria ou como a experiência dela mudaria nossas vidas, quando ela entrou, ao perceber o estado bagunçado em que aquele cara a mandou de volta, com o cabelo bem desgrenhado e as roupas, além de desarrumadas, apresentando o que sem dúvida alguma eu soube que seriam marcas inequívocas dos fluidos dele secando perto do decote no tecido do vestido. E pude notar na minha própria mulher os sinais claros do prazeroso desfalecimento com que ela voltava para casa depois de ter sido fodida até a saciedade. Ao vê-la assim, imediatamente dentro das minhas calças despertou de novo a vontade de ficar com ela, então, mesmo sabendo do estado em que ela se encontrava, pedi que fôssemos para o nosso quarto para que eu pudesse ter minha vez com ela. Ela, mais para me agradar do que por outra coisa, aceitou, mas sem mostrar muito entusiasmo. Quando estávamos no quarto, eu ia levantar o vestido dela, mas ela me impediu e, depois de me dar um beijo na boca, se virou e foi subir na cama, onde, ficando de joelhos e de De costas pra mim, ela disse que tinha uma coisa que queria que eu visse e ergueu devagar o tecido do vestido dela, que foi subindo pelas pernas dela até que, deslizando justinho nas curvas das nádegas dela, finalmente revelou diante do meu olhar atônito um pedaço de pano que, apertado entre as bundas dela, parecia suprir de jeito improvisado a falta da calcinha minúscula dela. Eu mal consegui soltar uma respiração funda ao contemplar a vista traseira da minha mulher com aquele pano pendurado entre as coxas dela, mas quando ela se inclinou sobre a cama e me ofereceu a imagem das bundonas dela levantadas no ar e ainda separando um pouco mais as pernas no colchão, pra deixar cair aquele pano azul que ficou pendurado emoldurado entre as coxas dela, a intimidade manchada dela e o cobertor, completamente encharcado e coberto com uma substância de aspecto viscoso e cheiro penetrante, na hora eu entendi que aquilo seria algum tipo de presente sórdido que, como prova da conquista sobre o corpo da minha mulher, aquele cara devia ter mandado pra casa pensando que eu fosse encontrar. ..."M-mas onde é que tão as suas...?" Comecei a perguntar quando ela me interrompeu. "Ele pediu pra eu te falar que eu tinha esquecido no escritório dele, mas na verdade ele pediu pra eu deixar lá pra ele guardar na gaveta dele"... Veio a resposta avassaladora da minha querida e, até poucas horas atrás, leal e respeitável esposa, jogando agora na minha cara um aspecto da situação que eu não tinha considerado, ao imaginar o que pra aquele meu conhecido simplesmente tinha significado o fato da minha mulher ter entregado junto com os segredos mais reservados dela, também a mais íntima das peças de roupa dela, que pelo visto tinha ido parar dentro de alguma das gavetas da mesa dele, onde, confundida entre os outros "troféus" que ele guardaria junto com os de algumas outras amigas promíscuas dele. E isso eu sabia porque, conhecendo ele já há um tempo, sabia por alguns dos funcionários dele que Ele adorava colecionar esse tipo de prova íntima, e depois ainda mostrava pra outros clientes e amigos, se gabando especialmente quando, além de tudo, conseguia pegar aquelas peças íntimas, principalmente quando, como no caso da minha mulher, elas tinham sido usadas pelas namoradas ou esposas de algum dos clientes confiantes dele. E só de saber disso, me fez tremer só de pensar em quantos homens, nas semanas seguintes, teriam o prazer de contemplar as calcinhas minúsculas que minha mulher tinha usado naquela ocasião, enquanto ele os deliciava contando como me conhecia há tanto tempo, sem que isso fosse impedimento algum pra aceitar as investidas da minha mulher, que se entregou tão fácil pra ele. ... "Pedi pra ele me deixar usar o banheiro pra me limpar, mas na tarde toda, pouco depois que desligamos, ele não me deixou mais sair do escritório e a única coisa que me deixou vestir foi esse pano pra não sujar tanto, e enquanto eu esperava ele terminar de atender alguns clientes ou amigos, pra não manchar o sofá do escritório dele" – continuou me dizendo minha mulher, enquanto eu, me aproximando um pouco mais da retaguarda dela, pude sentir a semente daquele homem transbordando pra fora da fenda da minha mulher e se espalhando ainda mais na parte interna das coxas dela. Já completamente dominado por aquela luxúria e absorto diante do espetáculo decadente de ver minha própria mulher, prostrada na mesma cama que noite após noite dividia comigo, se oferecendo pra mim pra inspecionar, a contemplação da bunda gloriosa dela lambuzada com as amostras de esperma daquele homem, que já pareciam estar secando na pele dela, enquanto ainda entre as pernas dela alguns fios de sêmen escorriam do corpo dela pras meias, já foi demais pra mim e, como um possesso, montei na cama e virei ela pra deitar de costas no colchão, ao ao mesmo tempo em que, de um puxão só, eu arrancava aquele tampão improvisado que ele tinha enfiado no buraco dela — que, suponho eu, mais do que evitar que sujasse o vestido da minha esposa ou o sofá daquele escritório, na verdade tinha como objetivo segurar o máximo de tempo possível os espermatozoides dentro do corpo da minha mulher e aumentar assim o risco de engravidá-la. Sem muito esforço, logo entendi o que aquela expressão de "mexer o cremoso batidão de creme" queria dizer, porque, embora eu mal sentisse as paredes do túnel do amor da minha mulher, todo aquele creme depositado por aquele cara lá dentro parecia querer vir ao meu encontro e me lambuzar inteiro com ele, sujando toda a minha ereção, até fazendo uns sons molhados enquanto eu deslizava para dentro e para fora da feminilidade dela, e molhando também rapidamente minhas bolas, que começaram a ficar meio grudentas com aquela substância. Eu, enquanto tentava gravar e registrar na minha cabeça cada centímetro e instante daquela experiência, contemplava o rosto da minha mulher que, pelo menos naquela noite depois de tantos anos, me parecia completamente novo — embora eu reconhecesse que era a mesma dama com quem eu tinha me casado e decidido que era a pessoa certa, um exemplo de pureza e virtudes para se tornar minha esposa e mãe dos meus filhos —, também consegui notar nos olhos dela a aparência de uma nova pessoa que eu nunca imaginaria conhecer, transformada apenas no decorrer de uma única tarde numa mulher adúltera, que tinha decidido abandonar para sempre o caminho da fidelidade e honestidade, para, junto com meu orgulho de marido respeitado, perder minha dignidade e aceitar o que viesse daquela primeira vez dela com outro homem. Enquanto eu continuava bombando e sentindo o sêmen daquele outro homem cobrindo todo o meu pau, fixei o olhar no decote do vestido dela e na deliciosa porção dos peitos que ficavam à mostra, e já pude ver bem aquelas manchas acinzentadas que tinham secado no tecido, enquanto pela maior parte visível daqueles seios tenros onde meus filhos tinham mamado e tomado seus primeiros alimentos, apareciam algumas crostas de sêmen já seco sobre sua pele delicada. E me fazia pensar que, sem dúvida alguma, aquele novo homem na vida da minha esposa tinha tentado encaixar o pau entre aquele par encantador de peitos até se esvaziar completamente sobre eles, sem se importar muito com como tudo ficaria lambuzado depois que ele fizesse aquilo. Tudo aquilo já me tinha à beira do clímax, mesmo não sentindo muita pressão da buceta da minha mulher no meu órgão, então tentei me mover com ainda mais ímpeto, mas sem conseguir melhores resultados, até que minha mulher, me pegando pela nuca, me aproximou do ombro dela e, depois de me dar um beijo suave na bochecha, levou os lábios até minha orelha e sussurrou: "Você é tão lindo, meu amor, vem com a mamãe e molha ela toda." Foi a primeira coisa que ouvi ela dizer com voz rouca antes de me dar outro beijo suave e me pegar pela cintura para me aproximar mais do corpo dela na próxima investida. "Você gostou, né, foxy?"... perguntei, embora sem realmente querer ter sido grosso, me deixando levar pelo momento, e depois, para tentar suavizar minhas palavras, acrescentei: "Fiquei te esperando a noite toda pra ver como você voltava, mas você não aparecia. Com certeza você tava com aquele seu mecamiquinho dando a foda da vida pra ele, né?"... "Siiim, tava com ele enquanto você me esperava aqui, e eu te agradecia por ser tão compreensivo e deixar eu ir com ele pra ele me comer com a coisona dele!"... Ao ouvir as palavras dela, eu rosnei: "Você gostou, né?... gostou que ele te comeu e com certeza ele deve ter pedido pra você voltar a ver ele, né, sua putinha!"... "Sim, ele pediu pra eu levar o carro na semana que vem, mas que não fosse com você pra ele me apresentar a um amigo seu"... ela soltou a resposta. Eu me sentia novamente Intoxicado pelo prazer ao ouvir suas palavras suaves se referindo ao ato cometido, eu queria que aquele momento fosse eterno e nunca acabasse, mas já me sentia desmoronar. Mesmo assim, perguntei. ..."Você sabe que pra ele isso não é romance, né? Você é só mais uma das p..." ..."vadias. Mulheres de algum dos clientes dele??" Ela terminou de fazer a pergunta e respondeu...."Sim, eu sabia, e sei que sou só mais uma das que ele já teve, mas não importa porque eu gostei pra caralho, mesmo sem saber se você ia gostar de saber que outro homem teve que vir me dar o que você não me dá." Os comentários insólitos dela me faziam sentir como se fosse quase impossível respirar, e a única coisa que consegui pedir foi..."Como é??" "Não se preocupa comigo, meu amor, porque já me comeram gostoso a tarde inteira e mal consigo sentir que você tá dentro de mim".... Veio a última resposta no momento em que um orgasmo avassalador percorreu todo o meu corpo e me fez lançar dentro dela minha pesada carga, enquanto eu desfalecia sobre o corpo dela e ela acariciava meu cabelo... "Assim, papai, que lindo, me dá tudo que eu quero fazer outro bebê com você" ... ela sussurrou no meu ouvido, me causando ainda um último vislumbre de ansiedade ao pensar na possibilidade de que, naquele momento em que meu sêmen se misturava com o de outro homem que tinha estado com ela naquela mesma tarde e parte da noite, pudesse fazer ela engravidar. Pouco depois, enquanto nos aninhávamos pra dormir e eu ainda meio atordoado por todo o acúmulo de surpresas e situações vividas durante o dia, ela me perguntou se eu realmente não tinha me incomodado mais com o que aconteceu. E eu respondi que nunca iria reprová-la, embora estivesse meio confuso ainda pra refletir sobre os fatos, e também perguntei se ela tinha algum remorso. "Não, não é por isso, mas é que ele disse que queria me ver de novo e queria saber se você não se importaria de eu ir vê-lo de vez em quando. ... perguntou minha esposa transformada, deixando bem claro que, fosse o que aquele homem tivesse feito com ela durante o encontro, tinha mudado o sentido de algumas prioridades dela. Querendo eu ou não, em breve teria que aprender a viver casado com uma mulher tão sensual e gulosa por sexo. Bom, mas já tenho que ir, e depois te conto mais do que aconteceu em seguida, porque esse amiguinho da minha esposa comeu ela por pouco mais de um ano. E, embora no começo ela fosse visitá-lo uma ou duas vezes por mês, logo as visitas e as chegadas tarde em casa, com desculpas de problemas no carro dela, foram ficando mais frequentes, até que chegou um ponto em que, mais ou menos, ela saía com ele uma ou duas vezes por semana. E, não importava se fosse sábado, eu tinha que cuidar das crianças e aproveitar os fins de semana que sobravam para acompanhá-la nas compras. E tudo isso começou a acontecer de repente, sem que eu pudesse impedir nada, quando de repente ela começou a mudar um pouco o guarda-roupa, comprando sapatos de salto alto que só usava quando ia vê-lo, porque dizia que, embora ele adorasse como ela ficava ao andar com eles, para ela eram cansativos e desconfortáveis de usar, dado o tamanho do salto e a atenção excessiva que recebia de outros homens ou amigos com quem ele a apresentava. E, sem o menor pudor, pareciam querer despir ela com o olhar ao vê-la calçada com eles, com as saias cada vez mais justas e curtas, ou vestidos que se colavam ao corpo dela de maneira cada vez mais descarada, e que ela usava para agradar ele. Enquanto tudo isso acontecia, eu optei por deixar ela comprar um carro novo e, assim, evitar ter que encarar os olhares ou possíveis comentários dos funcionários dele, mas sem ter coragem de interferir na nova vida da minha mulher como amante desse cara, chegando até a tolerar o momento em que já desconfiando que minha mulher, longe de permitir só a ele a chance de pegá-la pro próprio prazer, três ou quatro vezes em que ela não voltou pra casa senão de madrugada na segunda-feira, porque ele tinha dado pra ela alguns biquínis ou roupas mais ousadas, mas com a única condição de que ela usasse durante o fim de semana com ele e na companhia dos amigos que iam junto nessas viagens.
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