Terapia Especial. XXI:

PrincesaCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5026790/Terapia-Especial-Capitulo-I.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/5137710/Terapia-Especial-Capitulo-XX.htmlMeus filhos saíram pra me receber com um abraço bem forte, e atrás deles vinha minha Princesa, com aquele cabelo loiro solto, que o vento balançava suavemente. Pra minha surpresa, ela tava vestida de um jeito mais casual, com uma legging preta, tênis branco e um moletom folgado com capuz rosa pastel. Os olhos puros dela se cravaram nos meus, e igual na primeira vez que a vi, senti o tempo desacelerar, como se naquele lugar só existisse ela e eu.

Meu coração irritante foi se acalmando, e cada passo que ela dava fazia brotar um sorriso leve no meu rosto. A distância entre a gente era pequena, mas mesmo assim eu queria sair correndo até ela, abraçar e beijar aquela gostosa. Só que fui arrancado desse mundo por um grito forte do meu pai. Minha atenção se desviou pro que tava rolando a alguns metros da gente, e tudo indicava que quem fez meu pai gritar foi meu sobrinho Félix, que tava na frente dele com uma mulher sensual.–“Lo… Lorena?”balbuciei, lembrando vagamente que a Romina tinha me dito que a mãe dela e o Félix tinham começado a namorar faz um tempo. Por um momento, pensei que meu sobrinho tinha apresentado meu pai pra Lorena como namorada dele, e o velho não gostou, ele que sempre se gabava de ser um homem correto. No entanto, conforme olhava pros outros presentes, entendi que o Félix tinha soltado uma bomba maior do que revelar o namoro.

O que ele podia ter dito pra causar uma reação dessas nos outros?, eu me perguntava, embora ao mesmo tempo imaginasse que devia ser uma besteira que todo mundo tinha exagerado, menos meus filhos, cunhadas e minha mulher. Rostos sérios e estupefatos cercavam meu sobrinho, que parecia ficar nervoso e se arrepender do que tinha dito. A única que tinha um sorriso debochado era a irmã dele, a Lily, que desviou o olhar levemente na minha direção e me cumprimentou levantando a mão.

Fiz o mesmo, pra não deixar ela no vácuo. A filha mais nova do meu irmão tinha se tornado uma mulher linda e vulgar ao mesmo tempo. Diferente da Chloe, ela não tentava pegar rola com o corpo deslumbrante, mas sim ser o centro das atenções com roupas que não deixavam nada pra imaginação. Naquele momento, ela vestia uma saia vermelha que mal cobria as coxas, meias brancas até os joelhos e uma regata preta onde os peitões enormes balançavam sem nada segurando, e dava pra ver tudo pelo decote.

Em outra hora, teria chamado mais minha atenção, mas naquele instante, meu foco era dois: minha esposa e o que tava rolando com o Félix.—"Pai, desde quando você sabe andar de moto?Consulto o Axel, de forma inesperada, mas percebi que tanto o Benjamim quanto a Vanessa também estavam curiosos sobre isso. O que era normal, porque nunca tinha falado pra eles da minha paixão por motos.—"Uuufff… Desde antes de você nascer, filho.respondeu April, parando na minha frente, com um sorriso nervoso.

Ela devia estar feliz de me ver bem e nervosa por ter que me encarar, sabendo do segredo dela. Mesmo assim, o clima entre nós dois era harmonioso e nada desconfortável, talvez porque já estávamos mentalizados de que precisávamos conversar com sinceridade. Toda aquela paz e alegria que reinava no nosso círculo se desfez por culpa do meu pai.–“Responde de uma vez, sua putinha, Félix. Cê tá pensando mesmo em casar com essa coroa? Porque ela podia muito bem ser tua mãe.”–disse o velho com cara séria, mas descaradamente olhava de forma lasciva pra Lorena.—"Não exagera tanto, vô. A Lorena é só 14 anos mais velha que eu.disse meu sobrinho, tentando conseguir a aprovação do hipócrita do meu pai.—"14 anos pra você parece pouco? Como namorada eu até aceito, até como amante, mas como esposa não, Félixdeclarou o velho de forma categórica.—"Nunca pensei em usar ele como exemplo, mas por que você não segue os passos do filho da puta do Tomás? Que casou com uma mina gostosa e da idade dele.— acrescentou com desprezo e um certo tom de deboche.

Ouvir ele zombar e se referir daquele jeito ao meu filho fez meu sangue ferver. Eu sabia que o Axel já não ligava mais para os insultos e as gozações do meu pai, mas eu, toda vez que ouvia ele caçoar daquele filho da puta, sentia como se cravassem um par de punhais no meu coração. Já estava de saco cheio da hipocrisia e do ego daquele homem. Me afastando dos meus filhos, dei um passo à frente, tentando ir encarar ele, mas a April me segurou, agarrando minha mão.–"PrincesaMurmurei surpreso ao sentir a mão sedosa dela me parando. Ela balançou a cabeça de um lado pro outro, tava certa em me impedir porque não valia a pena perder tempo com aquele cara, já que por mais que eu discutisse, ele nunca ia mudar. Relaxei um pouco e suspirei, enquanto via minha esposa dar um olhar fulminante pro meu pai, que deve ter percebido, porque depois de uns segundos falando aquilo, ele começou a rir e parou bem na hora que ela encarou ele.

Ver minha Princesa de cenho franzido e aqueles olhos de matar me fez tremer também, embora ao mesmo tempo sentisse orgulho e alegria por ela ter calado a risada do velho. Acariciando de leve a bochecha direita dela, fiz com que o olhar dela se desviasse pra mim e voltasse ao normal. Tinha tanta coisa que a gente precisava se dizer, mas naquele instante a única coisa que eu queria era abraçar ela. E foi o que fiz, envolvi ela nos meus braços, nem forte demais nem suave demais, o suficiente pra sentir o calor dela.

April encostou a cabeça no meu ombro e, com os braços fininhos, me abraçou com ternura. Eu sentia a respiração dela passando pelo meu pescoço, fazendo minha pele arrepiar, como se a gente estivesse pelado, no nosso quarto. Por aqueles minutos, tudo ao redor ficou em segundo plano, e eu só queria ficar assim com ela pela eternidade. Sem palavras no meio, a gente se pedia desculpas um pro outro daquele jeito, e senti um alívio enorme quando olhei de novo pros olhos azuis dela.Desculpa… Eu te amoSussurra, beijando ela da forma mais carinhosa possível, não tinha luxúria naquele contato, só o amor que a gente sentia um pelo outro. Foi o beijo que, sem dúvida, mais aproveitei na minha vida, o gosto era diferente e no meu estômago sentia um friozinho especial. Quando nos separamos, sorrimos como dois moleques que tinham acabado de confessar o amor, queríamos continuar nossa reconciliação com outro beijo, mas o Ricardo nos interrompeu.Puxa, vocês sabem mesmo transformar um clima tenso num amigável.expresso, meu irmão, apoiando as mãos nos nossos ombros.—"Não é surpresa, até na hora de se vestir eles estão ligadosDisse minha ex-cunhada, com uma taça na mão esquerda e tomando um gole do vinho que tinha.–"São um para o outro, não consigo imaginá-los separados"–minha sobrinha concluiu aquela rodada de elogios. Mentiria se dissesse que não me senti nada confortável com aquelas palavras, sabendo que há uns dias eu tava me beijando e abraçando com outra.

A Lily, sorrindo, me abraçou por trás, apoiando os peitões enormes em mim, me dando um arrepio.–“Qual foi, mano, ficou nervoso?”–exclamei ela com certa malícia.—"Como não fazer, se você me abraça por trásRespondi tranquilo, sem nenhum pingo de nervosismo. Lily riu, e diferente das outras minas, nela eu não via uma fixação em mim, só ternura, igual quando era criança. Era lógico, porque nem todas as garotas iam ficar atrás de mim, até porque eu também não era um Adônis.

Na real, todas essas minas com quem eu tinha ficado, de algum jeito foram empurradas pela April pra me enxergar com olhos cheios de tesão, ou ela ajudou a criar o clima e o cenário pra eu conquistar elas. Todas, menos a Rosita, ela foi a única que a April não participou. Depois daquela conversinha, a gente começou a interagir todo mundo e as risadas não faltaram. Fiquei o tempo todo do lado da minha Princesa, de mãos dadas, como era de costume.

Conversei com o Félix e a Lorena, parabenizei eles pelo noivado e, pra minha surpresa, meu pai não era o único chato que não queria eles juntos. Minha ex-cunhada e minha mãe também estavam meio pistola, mas diferente do meu pai, eu conversei com elas, tipo um defensor do amor entre meu sobrinho e a mãe da Romina. Minhas palavras incentivaram a Vanessa, o Axel e o Benjamim a também darem seus pitacos. Meus filhos pareciam bem mais maduros do que eu lembrava, e fiquei feliz deles darem argumentos sólidos e bem fundamentados.

A Lily também entrou na conversa e notei na hora que a presença dela deixava o Axel inquieto. Isso não era suficiente pra deduzir que rolou algo entre eles, claro, mas o olhar safado da minha sobrinha pra ele chamou minha atenção e eu fiquei de olho nos dois. De longe, observei cada movimento deles, até criei uma situação pra deixar os dois sozinhos e ver se minhas suspeitas eram reais ou só viagem minha.

Nesse tempinho, me afastei da April pra chegar perto deles e ouvir a conversa. Mas não consegui, porque assim que me separei da minha mulher, o Ricardo veio falar comigo.—"Tomás, precisamos conversarmanifestou, enquanto fumava um cigarro,—"Pode ser depois?falei, tentando me livrar dele, pra ir ouvir a conversa da minha sobrinha com meu filho.—"Nãorespondeu de forma séria, o que me deixou intrigado, porque meu irmão não costumava ser assim.

Eu: O que foi, Ricardo?

Ele, antes de me responder, olhou em volta pra confirmar que ninguém estava ouvindo nossa conversa. No rosto dele dava pra ver o nervosismo, o que ele queria me perguntar tava pesando pra caralho.

Ricardo: Quem é Bianca?

Eu: Bi-Bianca?

Ricardo: (Suspira) Uns dias atrás, uma garota chamada Chloe veio me visitar. Ela se apresentou como nossa sobrinha e disse que você conhecia ela, assim como as irmãs dela e a mãe, Bianca.

Fiquei em silêncio, não porque tinha medo de contar a verdade pro meu irmão, mas porque não esperava essa jogada da Chloe. Qual era o motivo dela fazer isso?, me perguntei, enquanto meu irmão esperava minha resposta.

Eu: Ok… Antes de te responder, me explica. Só a Chloe foi te ver? E você pode descrever ela?, pra confirmar que é a mesma garota.

Ricardo: S-sim… Só ela veio me visitar… É-é… Bom, como descrever ela sem parecer um tarado?

Pensou em voz alta, com um desconforto visível por ter que falar da sobrinha. Se ele tava assim, era porque estávamos falando da mesma Chloe, só uma garota gostosa pra caralho como ela podia fazer meu irmão corar com algo tão besta quanto uma simples descrição.

Eu: Cabelo preto, 1,65m, olhos de gata, curvas do caralho, com tatuagens em várias partes do corpo e uns peitões quase do tamanho dos da April. Se for assim, é a mesma Chloe que eu conheço. Da personalidade não vou falar nada, porque no começo ela foi bem filha da puta comigo e no final acabou sendo bem legal.

Meu irmão ficou pasmo com esses pequenos detalhes que eu falei dela, e olha que nem me esforcei pra mencionar quantas tatuagens ela tinha, em que lugar, o jeito dela se vestir, também não falei dos lábios grossos dela, nem do formato do nariz.

Eu: Ricardo?

Toquei nele pra ver se reagia.

Ricardo: S-sim… É ela sim.

Falou baixinho e ficando vermelho, enquanto Ele evitava me olhar na cara. Eu fiquei em silêncio e soltei uma risadinha, porque nunca tinha visto meu irmão tão pilhado por uma mulher. Bom, quando apresentei a April pela primeira vez, ele ficou nesse estado, mas mais do que nervoso, a cara dele era de espanto e incredulidade.

Ricardo: S-só... Só me diz se ela é nossa sobrinha e se temos uma irmã.

Notei uma certa desesperança nas palavras dele pra saber a verdade. Será que eu tinha feito algo errado? Será que ele tinha mentido sobre ela ter ido vê-lo? Talvez eles só tenham se encontrado uma noite, e não me surpreenderia nada se a Chloe tivesse dado pra ele. A essa altura, nada mais me surpreendia, ainda mais vindo daquela garota que eu conhecia perfeitamente e sabia o quão promíscua ela era.

Eu: Por quê?

Murmurei, cravando meu olhar nos olhos do Ricardo.

Eu: Por que esse nervosismo, irmão? Por acaso você comeu sua sobrinha?

Respondi, vendo como a testa franzida que ele tinha por causa da minha risada sumiu e a alma dele saiu do corpo com a afirmação. Não consegui segurar a risada, diante do óbvio.

Eu: Não fode, irmão. Você realmente comeu nossa sobrinha. Mas não te culpo, a mina é uma dinamite, quase impossível resistir a ela. Só que o que ela tem de sensual é o que a torna perigosa. Ela adora foder e zoar os homens, usa eles como brinquedos até se cansar e partir pra outro.

Ricardo: Então... Ela não mentiu pra mim?

Parecia que meu irmão não tinha me ouvido. Desde que eu confirmei que a Chloe era nossa sobrinha, ele se perdeu no próprio mundo.

Eu: Não, e você precisa me contar como a conheceu, porque claramente ela não foi até sua porta pra te conhecer e se apresentar. Além disso, a Blanca não é a única filha fora do casamento que o pai tem.

Ricardo: O quê?

Eu: Tem mais duas. Como você não pôde vir ao casamento do Axel, não conheceu a Camila, ela tem 25 anos. E o outro é o Bruno, um moleque de 19 anos, filho da Isidora.

Ricardo: I-Isidora?

Eu: Sim. nossa ex-vizinha, a irmã da Vicky.

Quando falei isso, meu irmão desabou e não é brincadeira, porque o filho da puta desmaiou, se apoiando em mim. Com muito esforço, eu segurava ele pra não cair de vez no chão. Ia gritar pra alguém me ajudar, quando o Axel apareceu na hora.–“O que foi, pai?”–perguntou assustado, me ajudando a carregar o tio dele.–"O que aconteceu com meu papai?"–disse Lily, muito preocupada e quase chorando.—"Nada, gata. Só se assustou com uma notícia.Eu disse, tentando acalmá-la, mas não foi o suficiente.

Mesmo tendo uma figura de dar inveja, ela ainda era uma criança. Ter 18 anos não significava que ela deixaria de se preocupar com o pai. Ao avançar alguns metros, Félix percebeu o que estava acontecendo e se aproximou para ajudar. No fim, deixamos meu irmão deitado em uma cama. Todo mundo me perguntava o que tinha acontecido, e eu só me limitava a dizer que uma notícia o assustou. April foi a única que desconfiou qual notícia era aquela, e me fez a pergunta, sussurrando no meu ouvido. Eu só concordei com a cabeça.

Lily quis ficar ao lado do pai, enquanto se agarrava no Axel. Ela não queria que meu filho a soltasse. Era claro que entre eles já tinha rolado alguma coisa, porque não me explicava tanta proximidade da minha sobrinha com o meu filho. Eu sabia que não era mais certo ficar espiando eles, mas alguma coisa me empurrava a querer saber o que tinha acontecido entre os dois, e se Axel talvez estivesse dando falsas esperanças pra Lily, assim como eu fiz com a Rosita. Eu não queria que minha sobrina criasse fantasias sobre algo que nunca ia se concretizar.Você deve estar se perguntando por que eles são tão íntimos, né?De repente, ouvi um sussurro que me deu um calafrio. Assustado, me virei pra encarar minha filha, que apoiou a cabeça no meu peito.—"Finalmente é você, papai. Ultimamente você tem agido tão estranho que até suas batidas do coração soavam diferentes.disse, mudando de assunto. Apesar da minha curiosidade, não quis perguntar nada pra Vanessa, só abracei ela e acariciei o cabelo dela.—"Lily, desde segunda-feira ela tá ficando com a gente. Só contei pra mamãe, porque você nunca tava em casa, também não respondia minhas ligações nem minhas mensagens"—minha filha acrescentou, erguendo o olhar e cravando-o no meu.—"Mas eu já tinha estado aqui antes. Umas duas semanas atrás, onde com a Ignacia decidimos nos divertir com ela e o Axel só curtiu"—Confesso, Vanessa, com um sorrisinho safado entre os lábios.

O quebra-cabeça estava montado, o que me deu um certo alívio e, ao mesmo tempo, não, ao pensar que agora talvez a Lily ficasse obcecada pelo Axel. Mas não consegui pensar por muito tempo, porque, sem esperar, a Vanessa me deu um tapa. Fiquei chocado com a porrada que a minha filha me deu, que não foi nada leve, já que virou minha cara pro lado. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa sobre isso, foi ela quem falou:—"Isso é por preocupar a mamãe e fazer ela chorar. Não faça de novo, ok?Ela expressou com os olhos vidrados.
O tapa doeu mais nela do que em mim. Vanessa nunca teria querido levantar a mão pra me dar um tapa, mas eu merecia naquele momento pela minha atitude. Eu só concordei com a cabeça, abracei ela com mais força e pedi desculpas. Era o mínimo que eu podia fazer, enquanto a ardência da palma da mão dela começava a sumir devagar. Naquele exato momento, Axel saiu do quarto e nos viu, confuso por nos ver ali parados e pelo choro leve da Vanessa.— “Aconteceu alguma coisa?”Perguntei ingenuamente, abrindo meus braços, convidando ele a se aproximar e se juntar a nós. Mais do que nunca, queria abraçar cada um dos meus filhos, ao lembrar daquele pesadelo frio e cruel que tive, onde eles não existiam. Axel aceitou meu convite e me abraçou junto com a irmã dele, que também era sua mulher. Não gostava de chorar na frente deles, não porque quisesse bancar o durão ou manter uma imagem de ser sem sentimentos como meu pai, mas porque prefiro compartilhar alegrias com eles, e não tristezas.–“Valeu”Sussurro para os dois, dando um beijo na nuca de cada um. Não tinha mais nada a dizer, foi só aquele momento em que um pai precisa do consolo dos filhos. A gente ia voltar pra onde todo mundo estava, quando o Axel me segurou, porque tinha algo pra me perguntar. A Vanessa deixou a gente a sós, o que deixou o Axel mais relaxado. No começo, não entendi por que ele suspirou aliviado, mas não demorei pra sacar a situação, porque meu filho me fez praticamente a mesma pergunta que meu irmão: quem era a Blanca?

Eu: Blanca?

Exclamei, tendo um déjà vu.

Axel: Vou facilitar pra você, pai. Além da tia Camila, tem outros filhos do vovô que ele não reconheceu?

Eu: Sim… Tem sim…

Axel: O Bruno é um deles, né?

Fiquei mudo ao ouvir essa pergunta e, ao mesmo tempo, me perguntava como ele tinha descoberto isso.

Eu: Isso mesmo…

Axel: Então a garota que foi me visitar não estava mentindo.

Murmuro algo angustiado.

Eu: Garota? Que garota?

Axel: Mar, a filha da Blanca e uma das minhas primas.

Eu: Mar? A Mar foi te ver?

Minha cabeça explodia tentando entender o que essas pestinhas estavam pensando. Agora, a versão do meu irmão de que a Chloe foi visitá-lo parecia fazer mais sentido, se a Mar fez o mesmo com o Axel. Além disso, são tão putinhas que não era difícil imaginar que, depois de se apresentarem, tenham dado pra tio e primo, respectivamente.

Axel: Sim, é uma longa história. Mas ela me deu isso e disse que era um presente pro vovô.

Ele falou, tirando uma espécie de quadro pequeno embrulhado em papel de presente. Sem nem ver, os dois sabíamos que dentro daquele embrulho estava a prova da hipocrisia do meu pai. Tentei pegar, mas o Axel não quis soltar, porque sabia que eu ia dar pro meu pai. No fundo, apesar de todo o tratamento que ele recebia, não queria machucá-lo.–"Filho…"–balbucia—"Não vale a pena, paiRespondi pra ele. Mesmo ele dizendo aquilo, eu queria o quadro e ir entregar pro meu pai, talvez pra acabar de vez com essa mentira toda e encarar ele, como eu devia ter feito há uns meses, desde que descobri a verdade.

A gente continuava na briga, por quem ficava com o quadro, e tudo terminou quando a April apareceu.–“O que foi?”–pergunto, naquele instante, meu filho afrouxou pela surpresa e eu me apossei daquele presente.—"Nada, só que o Axel não queria me dar o presente que as outras netas dele mandaram pro meu pai.falei, virando-me e caminhando na direção onde ele estava.—"Mamãe, para eleexpresso Axel, com uma certa desesperação,–“Tom, você tem certeza?”-Eu interpelo ela, me segurando no braço dela.—"Simmurmurei, convicto da minha decisão, ela me soltou e eu caminhei até onde estavam meu pai e os outros.—"Mas, mãe"—ouvia de longe o Axel reclamando,—"É um assunto entre seu pai e seu avô, eu pouco posso fazer a respeito.disse minha Princesa, bem na hora em que eu parei na frente do meu pai. Ele me olhou com um certo desprezo, como se quisesse que eu fosse embora dali.—"Pai, acho que você agradeceu meus sogros, por emprestarem as cabanas deles pra gente comemorar seu aniversárioForam minhas primeiras palavras.

Enrique: O quê? Eles ainda não te aceitam como o marido da sua puta?

Eu: Puta?

A calma que eu tinha foi se dissipando diante daquele homem irônico e cínico.

Enrique: Ah, qual é, não precisa mais esconder ou negar, filho. Todo mundo já sabe que sua esposa está se encontrando com outro.

Eu: Você está enganado e exijo que peça desculpas agora mesmo.

Enrique: Por quê? Por chamar ela de gostosa? Mas é isso, Tomás. Abre os olhos, aceita, não precisa se sentir mal por ter uma vagabunda como mulher, que abre as pernas pra um preto, porque você é incapaz de satisfazer ela.

Ele falou num tom debochado que me fez perder toda a paciência.

Eu: De onde você tira essas histórias? Ele é só o médico da April, seu velho degenerado.

Enrique: (Rindo) O médico dela... E se encontra com ela de noite. Só aceita seus chifres, filho.

Eu: Pela última vez, peça desculpas.

Enrique: Não vou, seu...

Eu: Por que você acha que todo mundo é igual a você?! Uns hipócritas de merda!

Falei, deixando toda aquela sala em silêncio, sem nenhum murmúrio de ninguém presente.

Eu: Você me enganou por tanto tempo, mas não mais, sei quem você é de verdade. Não sinto mais pena de você, nem me sinto um merda por ter comido a mamãe.

Mais de uma pessoa ficou chocada e confusa com o que acabei de dizer, mas isso não me parou. Ele tinha me provocado a fazer aquela cena, depois de ter ofendido minha mulher.

Eu: Você fez tanto mal que não merece que a gente comemore nada, e mesmo assim a gente faz, porque somos uma cambada de masoquistas. Feliz aniversário, pai.

Entreguei o quadro, ele pegou e, sem dizer nada, abriu, vendo o que era óbvio: uma pintura, um retrato onde saíamos nós cinco irmãos.–“O que é isso?”–o velho se dignou a consultar—"Somos todos teus filhos. Quem dera tu tivesse tido culhão pra nos contar que tínhamos mais três irmãos. Que tu teve dois casos fora do casamento e que se aproveitou de uma Isidora instável.Concluí, olhando pra minha mãe que tinha mais perguntas do que nunca, mas eu não me sentia preparado pra responder nada.–“Dê uma explicação para os presentes, seu Henrique. Diga pra todo mundo quem você é de verdade e, de quebra, peça desculpas de joelhos pra minha mulher, porque o único erro dela é me amar tanto, que até me perdoa quando eu mais fodo tudo, tipo ter sido infiel pra ela.”Exclamei, sentindo um alívio imenso, tinha tirado um peso das costas que me torturou por meses, que pareceram anos ou uma eternidade. Mas, papai, longe de reconhecer os pecados dele, riu como se tudo fosse uma piada e ainda teve a cara de pau de jogar o quadro no chão.

Percebi que, pra ele, nenhum dos filhos importava nem um pouco.Ok… Então, não tenho mais nada pra fazer aquiAdicionei, me virando, sentindo a necessidade de ficar sozinho e ir pra longe. Sem dizer nada, peguei a moto e comecei a pilotar, enquanto me afastava daquele lugar, mais tranquilo eu me sentia e era livre pra chorar tudo o que queria por causa do egoísmo do meu pai. Tudo ficou eclipsado dentro de mim, nem percebi onde estava até tirar o capacete.

O vento soprava de um jeito amigável, me convidava a refletir, depois de tudo que eu tinha vivido. Mesmo assim, como um moleque desiludido porque o pai não apareceu no aniversário dele, soltei umas lágrimas de dor. Ficava me perguntando por que eu fazia aquilo, se sabia como meu pai era, mas no fundo do meu coração, esperava que ele deixasse de lado o orgulho besta e o egoísmo, pra começar uma nova relação de família.

Se ele não fosse meu pai, eu teria dado um soco nele, por ter insultado minha Princesa. Até pensei nisso por um segundo enquanto encarava ele, vontade não faltou, mas ele era meu pai, e eu nunca vou levantar a mão pra ele. Destruído, sentei no chão e levei o rosto até os joelhos dobrados, deixando escapar mais lágrimas. Eu devia estar feliz porque tinha resolvido tudo com minha mulher, mas ainda assim não parava de sentir uma amargura que me abraçava e me afundava.

Brigar com o pai sempre me causava isso, mas naquele momento ainda mais, porque nada mais seria como antes e, sem ele abrir mão daquela imagem falsa, falar com ele era impossível. Quanto mais pensava, mais caía na desolação, até sentir os braços quentes da minha esposa, que ficou em silêncio, porque sabia que só a presença dela já bastava e sobrava.—Pri-Princesa… Sei que tudo isso parece estranho pra você ou uma piada de mau gosto… Mas é assim que eu sou, esquisito e melodramático… Falei isso há 21 anos e me surpreende que você tenha me aturado desde então.afirmei, segurando a mão dela.—"E eu te falei que, talvez não tenha sido o melhor começo, mas algo dentro de mim dizia que eu devia trabalhar com você pra poder te conhecer. Daí você me trouxe pra esse lugar e nossa história começou. A gente teve altos e baixos como todo casamento, mas nunca um tão ruim, como o que começou quando eu descobri que tinha câncer.disse ela, tirando meu rosto do meu esconderijo, pra que eu olhasse nos olhos dela e nossos lábios se tocassem com ternura.

Eu: Desculpa, Princesa… Me perdoa por ter sido cego e ter te traído do jeito que eu fiz.

April: (Sorri) Nós dois erramos, eu não devia ter sido distante nem fria com você. Quando eu quis reagir, você já olhava diferente, eu deixei de ser o centro da sua atenção e desde que você parou de me beijar, eu soube que ela não era um passatempo, mas que tinha roubado seu coração.

Eu: N-não… Eu…

April: Ssshh… Você não precisa me explicar nada. Mesmo sabendo quem era essa nova paixão que você escondia de mim, resolvi fazer de conta que não sabia. Porque achei que ao lado dela, você seria feliz e preferia te ver sorrir, do que te ver angustiado por minha causa.

As palavras dela penetravam fundo na minha consciência e, apesar de ela não querer me fazer sentir mal, era inevitável que eu me sentisse assim.

April: Pensei em te deixar ir, Tom… Em sumir da sua vida, pra que você fosse feliz com quem ocupava o lugar que sempre foi meu no seu coração. Na verdade, se a Rosita não te conquistasse, eu já tinha a candidata perfeita pra ser meu substituto, mas aí, eu encontrei a Celeste. Ela já é avó, mas ainda conserva a beleza dela, mesmo com o corpo murchando com a idade.

Eu: Celeste?

April: Sim, sua senhoria e primeira obsessão. Conversar com ela me fez bem, me fez voltar ao passado, quando éramos só uns moleques e você não sabia lidar com os outros. Aí, eu entendi: eu não consigo viver sem você, por isso me recuso a desistir de você.

Ela confessou, com os olhos cheios d'água. Um silêncio profundo tomou conta de nós dois, meu queixo tremia e com muito esforço criei coragem pra não calar o que sentia.

Eu: Sabe, ontem à noite encontrei a Isidora. Deixamos tudo pra trás e pude ver com meus próprios olhos que ela se esforça pra limpar a imagem ruim dela. Aí percebi que eu não era tão diferente do meu pai e por isso talvez agora eu chore, porque quase Perdi tudo o que quero, por meu egoísmo e orgulho.

April: Tom, você não é igual a ele. Você é corajoso e essa é a qualidade pela qual me apaixonei tão rápido por você. Diferente do seu pai, você tem culhão pra confessar que cagou o pau, que ficou com outra pelas minhas costas e não me deixou aproveitar como você metia nela (ri brevemente). Então para de chorar, love, porque eu tô feliz de ter te conhecido e escolhido, e se eu reencarnar ou nos separarem, eu te procuraria de novo, porque não consigo ser feliz sem você.

Nos deixamos levar por aquele momento tão romântico que tava rolando entre a gente, nossos lábios se fundiram num beijo longo e quente, nossas mãos iam despindo nossos corpos, pra que pudessem se abraçar e compartilhar o calor, o cheiro e o suor. Ver a barriguinha dela já redonda me encheu de ternura, e ela, pra eu não me distrair do nosso momento íntimo, levantou meu queixo, pra eu olhar nos olhos dela, aqueles olhos de fera que só queriam que eu a visse como minha mulher voluptuosa e ardente.

A saliva meladinha dela me lembrava porque os beijos dela eram meus favoritos, um gosto único e excitante, misturado com a doçura dela mesma. Sorrimos como dois pivetes fazendo uma travessura. Minhas mãos amassavam aquela bunda minúscula e sedosa, que eu já tinha esquecido como era maravilhoso apalpar. April soltava suspiros leves, enquanto com os dedos ela brincava com minha vara, que tava dura e pronta pra bater, como sempre.

Pelo olhar fixo no meu pau e o corpo trêmulo dela, eu sabia que ela tava morrendo de vontade de transar, mas alguma coisa impedia ela de dar o passo final. Com a burrice que eu tive, nem parei pra descobrir que tratamento ela tava fazendo, por causa do câncer. Talvez fosse aquilo que tava limitando ela. Eu não queria pressionar, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela foi descendo devagar, até deixar minha rola no meio das duas tetonas dela.

Sentir o calor Abraçador daquelas duas bolas de carne, me levou de volta ao céu, depois de ter encarado o próprio inferno. Passando a língua pelos lábios finos, se preparava para engolir tudo. Abrindo a boca, envolveu minha cabecinha e passou a língua macia ao redor dela, enquanto me olhava na cara, com uma inocência e malícia únicas.–“Porraaaaaa…! Meu Deus, como você manda bem, amor!”- balbuceei eufórico, ao sentir um boquete dela de novo.

Sem dizer uma palavra, foi devorando meu pau, passando a língua em círculo ao redor dele, até fazê-lo desaparecer por completo dentro da boca dela.–“Uuuuuufff… Meuuuu Deeeussss!… ¡¡Sim, sim…!!”-Exclamei, olhando pro céu e segurando a cabeça dela com minhas mãos. Tinha a impressão de que meu pau tava derretendo dentro da garganta dela e, ao mesmo tempo, uns espasmos me faziam delirar e berrar do jeito mais obsceno possível.—"E me diz, amor, quem chupa melhor a sua buceta?pergunto, lambendo os lábios e sorrindo de forma provocante.—"Rosita ou eu?acrescentou, arranhando minhas bolas. Dava pra sentir curiosidade, tesão e ciúmes no tom dela, e com meu silêncio, a última coisa ficava mais evidente pela testa franzida.—"Essa puta faz tão bem assim?interpelo, abraçando meu pau com os peitos dela e me batendo uma punheta.–“Sim…”-respondi engolindo seco.—"Mas você tá me lembrando agora mesmo que tá em outro nível, Princesa"—complemente.

Ela, ao ouvir essa afirmação da minha parte, ficou feliz e sorriu de forma triunfante. Sem me dar um minuto de descanso, continuou me masturbando com os peitos, fazia isso de um jeito sutil e elegante, cada movimento era melhor que o anterior. Me agarrando na grama, eu uivava de tão bom que aquilo me fazia sentir, não mostrava resistência às travessuras dela, deixava a April fazer tudo o que quisesse ou passasse pela cabeça dela. Meu pulso estava acelerado e sentia minha garganta seca de tanto gemer.

April mordeu os lábios, porque estava prestes a soltar toda a minha carga nela. Antes que eu fizesse isso, começou a me contar como percebeu meu caso com a Rosita e por que não disse nada. Era óbvio que enganar ela era quase impossível, além disso, eu não fui nada cuidadoso, quer dizer, tem que ser muito idiota para convidar descaradamente sua amante para dentro de casa com sua mulher por perto.

April, em vez de me odiar e ficar triste pela minha traição, sentiu um pequeno alívio, por saber que pelo menos eu a traía com alguém que estava na lista dela. Além disso, ela não podia me culpar, segundo ela, porque me negligenciou, deixou que qualquer um me enganasse e, inconscientemente, era isso que ela buscava com aquela atitude tão fria: que eu me apaixonasse por outra. Aquilo me deixou meio gelado, mas conhecendo a April como eu conhecia, não foi difícil aceitar que ela pensasse daquele jeito.

Mesmo assim, era impossível parar para pensar, já que eu estava alucinando com aquela masturbação maravilhosa que ela me dava com os peitos. Depois de explicar como descobriu meu adultério, ela deu uma lambida suave e rápida na minha glande, me fazendo explodir como um vulcão e soltar um gemido forte de satisfação. Não sei de onde tinha tirado tanta porra, mas deixei a cara dela toda lambuzada. Ela, com os dedos, pegava o sêmen que estava no rosto lindo dela e levava à boca do jeito mais promíscuo possível.

Ver como ela brincava com o dedo, passava a língua em volta e saboreava meu gozo fez com que eu ficasse duro de novo.–"Deus… Tá animado mesmo, amor. Parece que a Rosita no final não consegue te satisfazer igual eu faço"–manifestou, mordendo o lábio inferior e com o olhar fixo na minha piroca ereta e cheia de veias.—"Tá com sorte, gatinho. Porque eu tô sedenta e só quero sua porra cremosa.acrescento, segurando a cabeça do meu pau e limpando o resto de porra que tinha.

Os movimentos da língua dela eram lentos e delicados, como se estivesse pintando no meu pau. Não sentia os dentes dela de jeito nenhum, uma qualidade que já me tinha acostumado, mas de forma intencional, de repente, senti o arranhão dos dentes dela. Em vez de me incomodar, curti como um masoquista aquela mordida leve. Com os dedos, ela começou a apertar minhas bolas, espremendo como se estivesse tirando suco de limões. Levei aquilo como meu castigo por ter sido infiel pra ela.

Sabia que não era o melhor momento, mas por uns segundos, passou pela minha cabeça a imagem de ter tanto a April quanto a Rosita do meu lado, dividindo meu pau. Aquilo fez ele ficar ainda mais duro e soltar uns jatos de líquido pré-gozo.–"No que você tá pensando?"–Minha mulher exclamou, passando a língua na minha glande, pra limpar aquele resto de porra que eu tinha gozado.—"Em que você e a Rosita, chupam minha pica, como boas amigas"—Disse pra mim mesmo, bufando.

Ela continuou chupando com uma puta vontade, enquanto eu começava a mexer a pélvis de leve. Aos poucos, fui pegando mais ritmo e comecei a foder a boca da minha mulher. Ela parecia não se importar com isso, pelo contrário, tava adorando e morrendo de vontade de ser comida do jeito que eu sabia fazer. Agarrando ela pelo cabelo, fui dando umas estocadas fundas na garganta dela. Meu corpo inteiro se enchia de satisfação enquanto aumentava o coro dos meus gemidos.

Por mais que eu quisesse continuar, cheguei no meu limite, bombeando toda a minha gozada dentro da boquinha dela. A April não deixou uma gota escapar dos lábios dela e, como a expert que era, engoliu tudo com gosto. Fiquei sentado, respirando pesado, enquanto minha esposa saboreava a boca, fazendo umas bolhinhas entre os lábios com a saliva misturada com meu leite.—"Sabe, amor, enquanto eu estiver no tratamento do câncer, vai ser muito difícil a gente transar direto como antes.disse, sentando no meu colo e colocando minha vara entre os glúteos dela.—"Na verdade, pode ser que a gente só faça isso depois que os bebês nascerem, eu fizer a cirurgia e me recuperaracrescentou com o fogo da luxúria em suas pupilas.—"Mas não posso ficar sem transar por mais tempo, então quero que me dê uma boa foda, que me faça sentir satisfeita até que eu possa fazer de novo com você"—Concluo, mordendo meus lábios e acendendo mais uma vez. Minha pica ficou dura como pedra, pronta pra satisfazer ela e fazê-la ronronar.

Me ajeitando, apontei meu pau pro cuzinho dela. Devagarzinho, fui enfiando minha pica lá dentro. A April arranhou meus ombros com as unhas ao sentir minha espada entrando cada vez mais fundo nela, acompanhada de um gemido longo onde a última vogal do meu nome se destacava. Quando finalmente tinha toda minha pica dentro daquele buraco apertado e acolhedor, minha Princesa olhou nos meus olhos e me beijou, mexendo levemente os quadris, querendo pular, mas parecia não ter força suficiente pra isso.

Segurando ela pelas coxas, fui dando umas estocadas leves no cu dela, que a fizeram uivar de prazer.–“Mais!, me dá tudo, Tom!”-exclama ela, em festa. Sem conseguir resistir aos seus desejos lascivos, fui dando tudo o que tinha, metia com força e dureza na bunda dela, que com esses meses em que a gente tinha parado de transar, parecia ter ficado mais apertada do que já era.–"Cê tá gostando do jeito que eu faço, amor?"-Perguntei, mordendo os biquinhos durinhos dos peitos dela.

April: Sim, sim, sim…!! Adoro, meu amor. Arromba minha bunda, igual você fazia com aquela negra.

Ela se arrepiou, arqueando as costas e cravando as unhas na minha pele, enquanto gozava.

April: Você não faz ideia de como eu tenho inveja dela, por estar aproveitando você todo esse tempo.

Eu: E ela tinha inveja de você por ser minha mulher.

April: (Rindo) Parece que somos duas putas do mesmo naipe. Uma pena que a gente não seja capaz de te dividir.

Sussurrei, quase como se não quisesse que ela ouvisse, mas só de escutar, minha mente já imaginou como seria um ménage com as duas. Mesmo sendo uma fantasia, por alguns segundos pareceu muito real. Ter as duas de cada lado, com suas peles tão contrastantes, enquanto ordenhavam meu pau com as mãos delicadas. Quando acordei desse sonho quente, foquei em fazer minha mulher gozar — não devia perder tempo fantasiando com algo que nunca ia se realizar.

April: Ooohhh… Toooom…!! Como é bom, porra!

Eu: Ah, é? Tanto assim você adora sentir meu pau enfiando na sua bunda?

April: Você melhor que ninguém sabe que eu adoro ter essa pica enorme enfiada nos meus buraquinhos!

Eu: E eu adoro enfiar ela nos seus buraquinhos. Uuuufff… Que raba gostosa você tem, amor. Tinha esquecido como era delicioso meter no seu cu!

Falei, socando com mais força. Minha cabeça tava girando com o frenesi que eu tava vivendo, ao mesmo tempo que guardava com carinho aquele momento — que não ia se repetir tão cedo. Tava chegando no clímax quando ela quis trocar de posição. Ficou de quatro, e eu enfiei tudo, até o último centímetro do meu pau. Quando fiz isso, uma corrente elétrica percorreu minhas costas, arrepiando meus pelos. Amassando as tetas dela que balançavam, fui metendo e tirando meu pau do cu dela.

Aquele encontro mágico e quente terminou com mais uma gozada grossa minha. Nos beijando, a gente se falava mil coisas como dois apaixonados. adolescentes que juravam amor eterno um pro outro. Eu tava completamente exausto, mas a April parecia ter o espírito de uma loba insaciável e não me deixava deitar no chão pra descansar. Pior que meu pau continuava duro, enfiado entre aquelas duas bundas pomposas. Então, minha Princesa não ia acreditar que eu tava cansado.

Eu tinha esquecido por um momento que ela ficava assim, toda safada, quando tava grávida. Era uma predadora de verdade, e meu pobre membro era o brinquedo dela, que ela não ia largar até que tivesse morto e seco. A buceta dela escorria fervorosamente os jogos, os braços finos me abraçavam em forma de cruz e, incrivelmente, conseguiam sustentar meu corpo inerte. Ela lambia, mordia, chupava e beijava meus ombros, pescoço e peito, como se quisesse apagar todas as marcas que a Rosita tinha deixado no meu corpo.

O hálito sufocante dela entrava pelos meus poros, enquanto eu era só um espectador do apetite sexual voraz que ela tinha reprimido.Ca-querido, vamos dar um descanso pro Lucas e pro Leãodisse, quase exasperado e à beira do colapso. E pelo visto minhas palavras funcionaram, porque ela parou, embora ainda não me deixasse cair no chão.—"Lucas e Leão?murmuro com sua voz angelical—"Como é que você sabe que é assim que eu quero que os gêmeos se chamem?Eu te encaro, fixando o olhar no teu.–“I-intuição”–Gaguejei timidamente, ainda não queria confessar sobre meu pesadelo, já que nem tinha tido tempo de refletir sobre ele. E como era de se esperar, essa resposta não convenceu totalmente a April, mas, por sorte, fomos interrompidos. Aquele lugar que foi meu refúgio na época da faculdade e que só compartilhei com minha Princesa, agora era ponto de encontro de um grupinho de amigos, que ao nos verem ficaram paralisados e quase sem fala.–"Pro-pro-pro-fes-profe April"–Gaguejou uma das garotas, corada mas sem desviar o olhar da gente. Ela, ao ouvir o nome, se virou, mas em vez de se assustar ou se envergonhar por ser vista pelada e naquela posição, ficou ainda mais excitada.Puxa, mas se são minhas alunas. O que foi, meninas? Tão surpresas por me encontrar assim ou pelo meu marido gostoso e a pica grande e grossa dele?manifestou, pegando na minha vara com uma das mãos e acariciando ela de leve.  

Nenhuma das minas falou nada e os caras estavam entre excitados e decepcionados. Eles com certeza já tinham batido uma mais de uma vez pra minha mulher e iam guardar aquela imagem, mas com certeza desejavam que eu não estivesse nela.–"Querem dar uma provadinha?"–disse April, já possuída pela sua libido e batendo no meu pau como se fosse uma borracha.–"Pri-Prin... Princesa, isso já tá indo longe demais"–Sussurro pra ela, esperando que voltasse ao normal.—"Eu sei. Só queria te exibir pra mim.afirmou, com um sorriso safado nos lábios.—"Agora me dá do teu melcompletou, enquanto recolocava meu pau dentro da sua bundinha linda. Porra, ela não liga que os alunos dela nos vejam fodendo e nos gravem, nem que a imagem que eles agora têm dela seja de uma puta. Com toda a minha rola enfiada dentro dela, soltou um gemido excitante, me dando a força necessária para acompanhá-la nessa loucura.

A bunda dela rebolava num ritmo espetacular, e eu tinha certeza de que, para os espectadores, era uma delícia vê-la se mexer daquele jeito tão obsceno.–"Aaahh… amor, que pau gostoso você tem!!"–dizia ela, brincando com o cabelo loiro e dando um novo postal para seus alunos, um onde suas tetas descomunais balançavam pra cima e pra baixo a cada penetrada.–“Aaii… To-Toommyyy… Tô gozando!!!”-exclamou, apoiando-se nos meus ombros e arqueando as costas.

Senti como o cu dele se apertou mais no meu pau, enquanto o corpo todo dele se contorcia e tremia, até que finalmente gozou. Só naquele instante vi no rosto dele que estava satisfeita. Eu não aguentei por muito mais tempo e acabei gozando também, dessa vez bem mais fraco que das outras vezes, porque eu tinha realmente esvaziado as bolas. Depois do show que demos pra aqueles moleques, nos vestimos pra ir embora. Pensei que, sem estar sob o impulso do desejo sexual, ela fosse agir com timidez, mas não.

Minha mulher continuava do mesmo jeito brincalhona e, sorrindo, perguntou mais uma vez pras garotas se queriam provar meu pau. Quando voltamos pra casa, a primeira coisa que fiz foi devolver a moto pro filho do vizinho. Depois entrei em casa e me encontrei com meus filhos, cunhadas, meu sobrinho e a futura esposa dele. Minha Princesa me pegou pela mão, e a Vanessa, que estava com o Simão, nos entregou ele com um sorriso. Nós dois carregamos nosso filho mais novo, e por alguns segundos fomos cercados por um abraço coletivo.

A vida da minha família em geral foi muito afetada depois que a verdade sobre a vida oculta do meu pai veio à tona. Minha mãe, nos primeiros dias, ficou muito confusa com a notícia. Por muito tempo, ela via o marido como alguém frágil e com quem a vida tinha sido injusta, sem saber quem ele era de verdade. Ao descobrir os segredos dele, ela já não sabia o que pensar. Depois de quase uma semana sem falar com meu pai, ela decidiu conhecer a Blanca, a Camila e o Bruno.

Por outro lado, meu irmão também foi afetado, mas principalmente por ter se envolvido com a Chloe. Ele achava difícil interagir com a Blanca, ainda mais quando nossa sobrinha mais velha estava por perto. Já com a Camila e o Bruno, ele conversava com mais naturalidade e não demorou pra fazer amizade com eles. Falando no Bruno, durante essa última semana, estamos preparando ele e a Agustina para um possível reencontro com a Isidora. Além de avaliar com minha cunhada o momento perfeito pra confessar o último segredo dela.

Camila, enquanto isso, voltou pra fazer as terapias dela com a April. Agora que o segredo da minha mulher era do meu conhecimento, ela podia atender minha irmã como devia e ajudar ela a superar o trauma. Ia ser um caminho longo, mas com paciência e motivação, a Camila ia conseguir superar a fobia dela, porque minha Princesa não costumava deixar serviço pela metade.

Depois do anúncio do casamento deles, Félix e Lorena me escolheram como padrinho da festa, o que me pegou de surpresa, porque eu imaginava que talvez a Lorena quisesse alguém mais próximo dela, tipo o Eduardo. Aceitei de boa e, em poucos dias, me avisaram que iam ser pais. Tava tudo dando certo pra caralho pro meu sobrinho, porque não só no love tava bem, como ele começou a trabalhar numa empresa onde pagam bem e não exploram ele.

Alexander finalmente começou a sair de forma oficial com a Bella, o que me deixou feliz, já que ele tinha superado a Lucia e, principalmente, a Teresa de vez. Aquela imagem de irreverente não mudou muito, porque já era parte da personalidade dele, mas, ao lado da nova parceira, ele começou a agir com mais responsabilidade e maturidade. A primeira coisa que a Bella conseguiu foi ele largar o cigarro; nem precisou pedir, ele mesmo percebeu que não valia mais a pena continuar se envenenando com nicotina.

Quanto aos meus filhos, o que posso dizer deles? Axel e Vanessa vão me fazer ser avô — bom, na verdade é a Ignácia que tá grávida, mas como eles dois são praticamente o casal da irmã da minha mulher, dá pra dizer que eles vão me fazer ser avô. A Vanessa ainda não planeja engravidar; tem outras coisas na cabeça antes de querer dar à luz um filho, ainda mais sabendo que a mãe dela tinha câncer. Ela foi a segunda pessoa a saber disso, já que a primeira foi a Lucrécia.

Minha cunhada foi o grande apoio emocional da minha mulher durante Todo aquele tempo em que ela se calou e guardou silêncio sobre a doença dela. Sem dúvida, sou grato à Lu e agora entendo mais do que nunca o motivo do afastamento dela durante todos esses meses da família, porque ela não ia aguentar a pressão de mentir pra gente, então manter distância era a única opção pra apoiar a irmã dela do jeito que ela queria. Axel e Ignacia foram o terceiro e o quarto, respectivamente, a saber do câncer da April.

Benjamín era o único dos nossos filhos que não sabia o que tava acontecendo com a mãe dele, enquanto Josefina e Diana ficaram sabendo pela Ignacia, mas nenhuma delas conseguia falar sobre o assunto. Quando chegou o dia de contar a verdade pro Benja, ele ficou arrasado, desabou num choro longo e desesperador, uma reação natural. A gente abraçou ele e tentou fazer ele entender que não seria o fim, mas mesmo assim, levou uns dias pra ele conseguir processar tudo.

As coisas também mudaram pra mim, e é que depois de um mês, finalmente criei coragem pra encontrar a Rosita. Minha intenção era bem simples, só queria pedir desculpas por tudo e desejar o melhor pra ela na vida daqui pra frente. Era isso que eu tinha planejado fazer, mas o discurso sumiu da minha cabeça quando vi ela entrar na cafeteria. Ela tava radiante e gostosa, com um vestido longo branco com flores amareladas e um decote divino nos peitos dela.

Ela sentou, tentando manter distância de mim, porque se sentia desconfortável me vendo. A história que a gente tinha escrito não era nada curta pra agir com naturalidade e tão carinhoso. Por isso, eu esperava uma atitude mais fria da parte dela, mas, pelo nervosismo dela, ela se comportava de um jeito tímido. Coisa que me desconcertava, porque me contagiava, por essa mesma inquietação, as palavras que eu queria dizer desapareceram e eu fiquei em silêncio sem saber o que fazer.

Também não sabia pra onde olhar, porque se eu baixasse o olhar pro chão, minha ansiedade aumentava, assim como se eu tentasse olhar por de um dos meus lados. Se eu a via de frente, lembrava dos beijos e carícias que trocamos, além disso, era impossível para meus olhos não apreciar o decote e me perder naqueles melões de chocolate.—"Então… Sua mulher tem câncerdisse quebrando o gelo que ficou entre os dois por mais de 5 minutos.–“S-sim…”-Respondi de forma seca, tentando me acalmar.

Rosita: Também ouvi dizer que você está grávida. Parabéns.

Falei, já mais calma e me presenteando com um sorriso que me hipnotizava.

Eu: O-obrigado…

Não conseguia formar uma frase, só palavras soltas. Pensei que ia ficar assim e no fim não conseguiria dizer tudo o que ensaiei na minha cabeça, horas antes do nosso encontro. O que me frustrava, no entanto, ela pegou nas minhas mãos e com aquele gesto simples, senti que tudo o que me pressionava desaparecia.

Rosita: Olha, você não tem culpa de nada. Fui eu quem te procurei primeiro, então fica tranquilo, eu não te odeio e nunca vou odiar.

Eu: M-mas…

Rosita: Mas nada. Eu sabia que um cenário assim podia acontecer, sempre soube, mesmo assim quis me arriscar, quis tentar ter algo com você e não me arrependo.

Ela falou com os olhos meio marejados.

Rosita: Sabe… Se eu aceitei ficar com você, foi porque queria te dizer uma coisa importante.

Eu: Uma coisa? O quê?

Rosita: É que… Na última noite que passamos juntos… Eu… Eu… Eu engravidei.

Ela declarou, me deixando gelado e estupefato. Se antes já me custava formular palavras, naquele instante não consegui dizer nada. A última parte da afirmação dela se repetiu na minha cabeça uma e outra vez.

Rosita: Eu… Eu não vou te chantagear ou pedir pra você assumir nosso filho. Só queria que você soubesse, porque acho que é o certo. Então não se preocupa, vou sumir da sua vida, junto com meu bebê, e você nunca mais vai saber de nós.

Ela disse, baixando a cabeça, como se eu não ligasse a mínima pro pequeno fruto que crescia dentro dela. Meu rosto atônito se transformou num cheio de alegria, com um sorriso de orelha a orelha.

Eu: Do que você tá falando, Rosita? Como assim vai embora? Eu quero ficar do lado do nosso filho. Não vou abandonar ele, porque esse tipo de homem não sou eu.

Rosita: M-mas e a April?… Eu: Minha princesa, jamais me perdoaria se deixasse você ir embora e não reconhecesse nosso bebê.

Rosita me abraçou com força e desabou em lágrimas, lágrimas de felicidade. Com certeza passou noites se torturando com a ideia de que eu ia pedir pra ela ir embora, que não assumiria a criança e que tinha escolhido ficar com minha mulher. Uma coisa era eu escolher a April em vez dela, mas não era igual ao meu pai, que ia renegar meus filhos fora do casamento. Eu tinha me envolvido com ela e, se não queria engravidá-la, podia ter usado camisinha, algo que não fiz, por isso tinha a responsabilidade de assumir o bebê e reconhecê-lo como devia.

Enquanto a abraçava, não conseguia evitar sorrir com a notícia e me embriagar com seu aroma sedutor. Quanto mais eu cheirava, mais excitado por ela me sentia. Sabia que não era certo, mas já não pensava com clareza, então, quando ela se afastou e me olhou nos olhos, não consegui conter meus impulsos lascivos e beijei ela. Nós dois sabíamos que estávamos cometendo uma loucura, que não podíamos fazer aquilo, e mesmo assim continuamos. Minha mente se apagou por alguns minutos, não sei o que fiz, mas quando tudo parecia clarear dentro de mim, já era tarde pra me segurar.

Eu estava no apartamento dela, no quarto dela, pelado e me deliciando com sua figura voluptuosa de ébano. Dava beijos ardentes que marcavam sua pele escura, e quando nossas línguas se entrelaçavam, sentia minha boca derreter, como algodão-doce. Rosita estava mais sensível que o normal, só de passar a mão no corpo dela, ela gemia forte, mas ao mesmo tempo, parecia mais insaciável do que nunca.

Dei umas lambidas suaves no comprimento da sua bucetinha, o que a fez uivar de prazer. Seus doces sucos fizeram um brilho nas minhas papilas gustativas. Queria saboreá-los por uma eternidade, mas bastaram mais algumas lambidas pra ela ter um orgasmo. Voltando à sua boca abrasadora, continuei explorando sua silhueta com minhas mãos, até que parei pra afinar a bunda dela e dilatar o esfínter. Depois que deixei o reto dela pronto, comecei a meter como um louco, um que não comia há anos.

Os gemidos rasgados e os arranhões dela me excitavam ainda mais pra continuar com essas estocadas brutais que eu dava no cu dela. Minha rola entrava com fúria até o fundo da bunda quente e apertada dela, e eu tirava com mais calma até deixar só a cabeça enfiada naquela caverna traseira. Entre gritos e berros, Rosita pedia mais e implorava pra eu meter mais forte. Trocando uns beijos safados com ela do jeito mais promíscuo, aumentei o ritmo pra agradar ela.

O ronronar dela era música pros meus ouvidos, sem aguentar por muito mais tempo, acabei gozando uma porra imensa e cremosa. Leite que pintei o corpinho preto dela. Fiquei deitado do lado dela, com a cabeça rodando, mas consciente do que fiz. Fiquei calado até ela quebrar o silêncio.—"Acho que é isso, a despedidaafirmo, raspando meu peito com suas unhas compridas e me encarando fixamente.—"Despedida? Não, amor. Isso aqui é só o começo da nossa nova relação.respondi.

Atônita, me olhou com incredulidade, incapaz de balbuciar qualquer palavra. Talvez pensasse que eu estava tirando uma com a cara dela, que era impossível que agora eu quisesse ficar com ela e largar a April. De certa forma, ela estava certa, era impossível eu largar minha Princesa, mas isso não queria dizer que eu não pudesse ficar com ela também.—"A partir de hoje você vai morar com a gente. Eu vou bancar seus gastos e vamos criar nossos filhos, nós três juntos.disse, gerando mais dúvidas do que respostas.

Rosita: Os três?

Eu: Sim. Você, a April e eu.

Rosita: A April? Você acha que a April vai aceitar uma parada dessas?

Eu: Claro, é só falar que você tá grávida que ela vai entender a situação e vai adorar a ideia. Te falo com toda certeza, porque conheço minha Princesa como a palma da minha mão.

O rosto da garota se encheu de felicidade.

Rosita: Tá falando sério?

Perguntou, sem acreditar no que eu dizia.

Eu: Super sério, meu amor, mas só se você quiser.

Falei, passando a mão de leve nas costas dela.

Rosita: Claro que quero, mas me explica uma coisa.

Eu: Fala.

Rosita: Se eu for morar com você e a April, vou virar sua segunda mulher, né?

Eu: Na teoria, sim.

Rosita: Então quer dizer que posso te pegar quando der na telha?

Ao ouvir aquilo, soltei uma risadinha, de tão safada e travessa que essa garota era.

Eu: Pode, mas já vou avisando que com duas gostosas como você e minha esposa, vai ser foda dar conta todo dia.

Rosita: Eu confio que você vai dar conta, seu piranha. Olha só como você tá durinho, com certeza já tá pensando nas sacanagens que vai fazer com a gente duas.

Sussurrou, me masturbando devagar. Sorri pra ela e beijei ela, tomando conta daquela boquinha de novo. Tudo ficou em silêncio, como se não existisse nada ao redor fazendo barulho. Abri os olhos e me vi em casa, no meu quarto, do lado da April. A luz fraca da lua entrava pela sacada. Levantei pra ir no banheiro e, depois de mijar, ouvi o Simón choramingando. Fui até o quarto dele, peguei ele no colo e descemos pra cozinha, enquanto eu andava com ele nos braços, lembrava das verdadeiras últimas palavras da Rosita.

Ela, depois de me dizer que não se arrependia da nossa trepada, confessou que ia pros Estados Unidos. Aquilo me quebrou, e mesmo que eu não amasse ela como amava minha Princesa, ela tinha sido muito importante pra mim nesse último tempo. Mas era o que era. O melhor que a Rosita podia fazer, só elogiei ela e desejei tudo de bom na vida dela, exatamente como tinha planejado no meu discurso. Mas, antes dela ir embora, confessei que eu também não me arrependia de ter me envolvido com ela e agradeci por ela ter sido minha luz por uns meses.

1 comentários - Terapia Especial. XXI:

la verdad que este es el segundo capitulo donde se fue de foco la historia. Asi que no termine de leer. Disculpas, pero ya no es lo que esperaba
LyonF8 +1
No hay nada qué disculpar. Entiendo perfectamente que quizás no se cumplieron algunas expectativas y que haya cosas que no agraden. Es natural y te agradezco el comentario. Si gusta puedes enviarme un mensaje privado, sobre las cosas que no te gustaron, después de todo, no tengo problema de leer alguna queja o critica, siempre que sean con buenas palabras. 😉