Acordei com uma dor forte nos ovos. Aquilo acabou com qualquer sonolência. Vi a mamãe, totalmente nua e com a buceta bem depiladinha, esmagando meus ovinhos de menina com o pé. Quando viu que eu estava acordada, deu uma risadinha e parou de esmagar meus ovos. Mamãe estava com o cabelo molhado, as tetas bem gostosas e usava brincos dourados nas orelhas combinando com o colar. Ela mandou eu levantar. E eu levantei. Estava totalmente nua, sem pelo no corpo e meu pinto temporariamente sem castidade, mas mole graças ao tempo que passava na castidade.
Já tinha passado uma semana desde que estive com a babá. Mamãe e papai tinham alugado uma cobertura na praia para fazer "Jogos de Praia", como eles chamavam. O verão já estava chegando e hoje fazia um dia tão quente quanto se fosse verão.
Me escuta bem, vadiazinha — disse mamãe autoritária. Eu prestei atenção —: Vou te explicar o que vai rolar: você vai subir lá em cima, e vou te dar instruções do que fazer. Depois, vou te dar outras ordens. Você NÃO pode ir mijar. Vai no banheiro e passa um pouco de perfume. Depois sobe. Se demorar, vai ter castigo, entendeu?
Eu assenti e na sequência mamãe subiu. A bunda empinada dela se ergueu e pude ver com todos os detalhes as nádegas e o cu. Ela subiu e eu fui direto pro banheiro. Atravessei um corredor pequeno e passei pela porta da cozinha, que ficava à direita, bem ao lado do banheiro. Entrei no banheiro.
Mesmo com vontade de mijar (e uma excitação do caralho, não vou mentir), não mijei. Sabia que mamãe ia perceber, porque a urina acumulada da noite faria eu demorar um tempão. Passar perfume só levaria uns segundos, então abri o armário do móvel e peguei meu perfume: um vidrinho de perfume infantil da Minnie Mouse. Passei no pescoço, no cabelo e na minha coisinha. Depois, guardei no armário e subi rápido, tentando ignorar a vontade de mijar. Quando cheguei lá em cima, me deparei com o cenário.
Eu estava num terraço de cem metros quadrados que incluíam um quartinho interno. No meio do terraço estavam mamãe e papai. Papai estava completamente nu, seu corpo coberto de pelos e o pau dele mole naquele momento, visível pra mim e coberto por uma mata espessa. Mole, ele media quase dez centímetros, em contraste com a minha coisinha que mal chegava a quatro. Me aproximei de quatro por ordem da mamãe, que tinha vestido um biquíni vermelho. Quando cheguei, mamãe disse:
Vou preparar o jogo — ela piscou o olho pra mim —. Dá prazer pro seu namorado enquanto eu preparo tudo.
Dito isso, ela desceu.
Meu namorado. Era isso que meu pai era agora. Meu homem, meu macho. Meu guri. Engoli seco e me dirigi pro pau do meu namorado. Comecei dando uma lambida nos ovos dele. Dei lambidas suaves. Primeiro em círculos, depois nas laterais e de baixo pra cima. Depois dei vários beijinhos. Primeiro um ovo. Depois o outro. Lambi desde as bolas, passando pelo tronco e chegando na cabeça. Finalizei com um beijinho carinhoso e em seguida meti o pau do papai na minha boquinha. Engoli até o fundo e segurei por uns segundos, olhando pro papai. Ele sorria satisfeito e acariciava meu cabelo com carinho. O pau do papai tinha gosto de sêmen e era meio salgado. Tirei o pau da minha boca e comecei o boquete. Pra dentro, pra fora. Às vezes até o fundo, outras vezes até a metade. Líquido seminal saía tanto do pau dele quanto da minha coisinha, que não conseguia ficar dura.
Mamãe apareceu então. Eu continuei lambendo e beijando o pau do papai.
Que gostoso você faz, bebê — mamãe me elogiou com sinceridade.
Então, mamãe mandou parar e eu me dirigir pro chuveiro que tinha no terraço. Um chuveirinho encostado na parede. Papai e eu fomos pra lá e eu me coloquei debaixo. Mamãe ligou o chuveiro. Ele não tinha regulador de temperatura, então saiu água totalmente fria. Apesar do calor, no começo foi desconfortável. Mamãe riu enquanto eu tomava banho. Meu cabelo, minha coisinha e meu corpinho estavam completamente molhados. Aquilo me deu ainda mais vontade de urinar, mas eu sabia que ainda não tinha permissão. Mamãe usou as mãos para me ensaboar (sabonete feminino). Cabelo, corpo. Ela se demorou no meu pintinho, massageando ele por alguns minutos.
— É tão pequenininho — mamãe riu.
Aquilo me caiu como um tapa. Eu recebia humilhações assim constantemente, mas nunca me acostumava. Depois de um tempo, ela colocou minha bunda pra cima e, usando o dedo do meio, começou a penetrar meu ânus. Pra dentro e pra fora. Assim, ensaboou meu bumbum. Depois usou o chuveiro pra me limpar toda (pra limpar meu ânus, fez a mangueira do chuveiro jorrar água na minha bunda).
— Já tá limpinho — disse mamãe, orgulhosa. Depois completou —: Agora começa o jogo: você vai procurar quatro objetos que estão espalhados pela casa. Conforme achar um objeto, vai me entregar. Quando achar dois, vou tirar uma peça de roupa — ela piscou o olho pra mim —. Não tem limite de tempo, mas quanto mais você demorar, mais tempo vai passar sem mijar. Fica a seu critério.
Após uma pausa, mamãe disse:
— Os objetos pra achar são: o perfume do papai, uma camisinha com o esperma dele, uma banana e a parte de baixo de um dos meus biquínis. Pode ser qualquer um.
Com essa informação, o jogo começou. Eu não sabia quais eram as intenções deles, mas dava pra imaginar. Mesmo assim, não tinha outra escolha senão jogar o jogo deles, então me preparei pra jogar e pensar onde poderiam estar.
No quartinho não tinha nada. Mamãe e papai me seguiam e, às vezes, cochichavam pelas minhas costas. Nem ideia do que diziam. No final, achei meu primeiro objeto bem rápido: a parte de baixo do biquíni da mamãe. Um biquíni rosinha, muito bonitinho, pendurado no varal. Envergonhada, peguei ele enquanto me sentia vigiada pelos vizinhos do prédio da frente (embora não tivesse certeza se alguém tava me olhando ou não).
— Parabéns — mamãe aplaudiu e me deu um beijinho carinhoso na minha coisinha, que deu um pulinho —. Agora vai atrás do próximo.
Pra isso, desci do terraço. Agora eu tava na sala, que tinha um sofá e uma televisão. Olhei pra todo lado, mas não Vi rastro de banana (embora já imaginasse onde estava), nem camisinha nem perfume (que também imaginava onde estava). Então, em vez disso, fui pra cozinha (à minha direita) e peguei a banana. Mamãe guardou o biquíni e a banana nas mãos dela. Mas não iam ficar ali por muito tempo, porque depois fui pro meu quarto, e de lá, mamãe pegou uma mochila rosa da Barbie e guardou tudo ali.
Então mamãe cumpriu a palavra: tirou a parte de cima do biquíni, mostrando os peitos lindos e firmes dela. Fiquei um tempinho besta antes de ela me dar um tapa e mandar eu continuar procurando. Comecei a procurar e encontrei, debaixo do travesseiro da minha cama, uma camisinha cheia de porra.
Mamãe e papai riram e mamãe disse:
Papai encheu ela ontem à noite, coração. Ele colocou debaixo da sua caminha. Hoje você vai saborear.
Engoli seco enquanto mamãe guardava a camisinha na mochila. Depois, fui pro quarto do papai e da mamãe e, na cômoda, encontrei o frasco de perfume do papai. Mamãe guardou e disse:
Hora de se divertir, céu. Mas aqui não. Lá em cima. Pra os vizinhos verem.
Então, de mãos dadas com meu namorado, subimos lá em cima de novo.
Uma vez lá em cima, e exposta pra todos os vizinhos, mamãe tirou a banana e o perfume. Passou o perfume do papai na banana e depois me fez vestir a calcinha. Mas não foi só vestir. Papai cuidou de mijar nela antes. Aí, pude vestir. E foi então que mamãe, entre risadas, esvaziou a camisinha com a porra do papai na banana. Tava com uma banana que cheirava a papai e carregava o esperma dele.
Chupa, putinha — ordenou mamãe.
Obedeci, fiz isso. Lambi de baixo pra cima, limpando aquela banana da porra do meu namorado.
Tá gostosa, princesa? — perguntou mamãe, debochando.
Eu concordei, ainda com a banana na boquinha. Continuei passando a língua naquela banana recheada de porra, sentindo na minha língua não só o gosto da porra do papai, mas também o perfume dele, tão másculo. Mamãe e papai riam. Depois, comecei a chupar a banana. Enfiei quase inteiro na boca, já limpo dos restos de sêmen. Mesmo assim, ainda sentia o gosto de porra e, claro, o perfume.
E pra dentro e pra fora. Como sempre. Aumentando o ritmo cada vez mais. Eu gemia de vez em quando e mamãe me olhava orgulhosa. Não sabia se algum vizinho estava me vendo. Olhei de canto, mas não vi ninguém. E se tivesse, sabia que teria que aguentar. Então continuei chupando até mamãe falar chega.
"Que gostosa você faz isso, putinha" — ela disse — "Agora fica de quatro."
Eu obedeci. O chão estava quente, mas nada de queimar, como eu esperava. Mamãe foi descendo meu biquíni devagar e jogou de lado. Com a bunda empinada, mamãe pegou a banana com uma mão e, sem piedade, meteu dentro do meu cu. Devagar, a banana foi percorrendo todo meu reto enquanto meu corpinho tremia e eu sentia prazer. Logo me senti cheia, quando a banana estava totalmente dentro de mim. Mamãe e papai riram. Mamãe então enfiou a camisinha vazia (embora com restos de porra) também no meu cu. Depois das risadas, me deixaram levantar e aí descemos do terraço.
De volta pra dentro, mamãe colocou em mim uma toalha de praia feminina. Era rosa com desenhos de unicórnios. Mamãe cobriu minha cintura com ela e disse:
"Agora vamos pra piscina do condomínio. Tá tranquila agora, mas com certeza vem gente logo."
Ela riu e, de mãos dadas com mamãe e papai, nós três fomos em direção à saída. Antes de sair, mamãe vestiu o biquíni e papai a sunga, e pegaram uma mochila que mamãe carregou nas costas. Aí, saímos.
Trancaram a porta e caminhamos pelo corredor. Do lado, tinha um vizinho amigo dos meus pais. Mas ainda não estava em casa. Entramos no elevador e mamãe apertou o térreo. Estávamos no quarto andar. Então, mamãe, safada, tirou a toalha de mim, me deixando totalmente nua. Minha coisinha empinada sentiu o ar e ficou mais dura.
"Que ridículo de coisinha" — disse mamãe e deu um tapinha nas minhas bolinhas.
Foi de leve. mas o bastante pra doer um pouquinho. Quando o elevador abriu as portas, mamãe me enrolou de novo na toalha e a gente saiu. Atravessamos um portão de barras de ferro e já estávamos na piscina. Tava vazia naquele momento. Era retangular, com grama ao redor e um chuveiro no fundo. Mamãe e papai tiraram a toalha de mim e colocaram no chão. Aí, me mandaram ficar debaixo do chuveiro enquanto mamãe pegava sabonete feminino na mochila.
Papai ligou o chuveiro, que tava frio. A água caiu em bicas pelo meu cabelinho, meu corpo e minha bucetinha. Quando eu já tava bem molhada, mamãe me tirou do chuveiro e passou as mãos cheias de sabão nos meus bracinhos, pernas, peitos, costas e barriga. Ela fazia movimentos circulares e rápidos. Depois, papai cuidou de ensaboar minha bundinha. Com uma mão, esfregou minha coisinha pra cima e pra baixo. Quase dava pra dizer que ele tava me masturbando, mas era mais como uma massagem. Também massageou as bolinhas. Me colocou de quatro e, com a outra mão, ensaboou minhas nádegas e depois enfiou dois dedos dentro do meu cuzinho. Ainda senti a banana e a camisinha lá dentro.
— Não vamos lavar o ânus dele ainda, papai — disse mamãe —. Deixa pra depois.
Papai concordou e terminou de esfregar. Me colocaram de novo debaixo do chuveiro e ele me limpou toda. Agora eu tava cheirando a sabonete feminino. Mas mamãe ainda não tinha terminado. Pegou um frasco de perfume Chanel e passou um pouco na minha bucetinha, cabelo, pescoço, nádegas e no ânus.
— Assim você cheira melhor — riu mamãe.
Cheirando a Chanel, papai me pegou pela mão e a gente entrou junto na piscina enquanto mamãe olhava sentada na toalha, dando risadinhas. Papai e eu começamos a nadar. Eu completamente pelada, ele de sunga. Papai me abraçou e me deu um beijo carinhoso. Os lábios dele grudaram nos meus e a língua dele brincou com a minha. Ao mesmo tempo, senti minha bucetinha colada no pau dele, que tava bem duro e enorme. Um beijo, no som de "muack". Outro. E outro. E mais um, enquanto ele acariciava meu cabelo. Depois, ele baixou a outra mão e... Ele passou a mão na rachinha da minha bunda. Eu dei um leve pulo e gemi. Isso pareceu agradar o papai. A mamãe riu.
Nós dois estávamos molhados. Nadamos mais um pouco e, de repente, o papai mergulhou. Segundos depois, eu dei outro pulo e gemi. O papai estava chupando minha bunda com a língua! Era uma delícia. Ele enfiava e tirava. Umas três vezes, depois lambia em círculos. O papai saiu e nisso chegaram uns vizinhos. Era um casal aposentado: um homem de cabelo grisalho e barba, com barriga, e uma mulher de cabelo branco. Os dois deviam ter uns setenta anos. Eles nos cumprimentaram e nós também (eu, envergonhada).
Vem, bebê, sai da piscina, que a gente tem que descer pra praia.
Falou com doçura a mamãe. O papai já tinha saído e só restava eu, completamente pelada, ali. Envergonhada (sabia que iam me ver sem roupa), saí da piscina pela escada. Minha bundinha empinada e minha coisinha ereta apareceram pros vizinhos que, sem dizer nada, ficaram me olhando.
Vi a mamãe soltar uma risadinha disfarçada e me mandou sentar na toalha. Em seguida, por ordem dela, eu me deitei, exibindo ainda mais meu pintinho.
Fica assim por uns quinze minutos, pros vizinhos verem o quanto você é gostosa.
Sussurrou a mamãe pra mim.
Ela gosta de nudismo — foi a desculpa que a mamãe deu.
Os vizinhos concordaram, mas logo a mulher começou a ler uma revista e o marido foi nadar na piscina. De vez em quando, me olhavam de um jeito mal disfarçado, o que deixou minhas bochechas vermelhas e me deixou cada vez mais nervosa.
Depois desse quarto de hora, a gente se levantou e a mamãe colocou a toalha em volta de mim. Feito isso, saímos da piscina pro corredor, e dali, atravessando uma porta perto, chegamos na rua. Então, a mamãe soltou uma gargalhada e disse:
Vocês viram a cara dos vizinhos? Isso é demais. Você não precisa disso.
Dito isso, a mamãe arrancou a toalha de mim.
Pelinha o resto do dia, bebê.
E de mãos dadas com o papai e a mamãe, eu caminhei. exibindo meu pintinho.
Descemos uma ladeira onde não tinha ninguém. Mamãe não era boba: não tinha pirado nem nada, mas sabia que naquela área quase não tinha gente. Ficar pelada só ia aumentar meu tesão e, principalmente, minha vergonha, e deixar mamãe e papai felizes. Chegamos a uma rua cheia de supermercados. Mamãe colocou a toalha de novo em mim e disse:
"Só enquanto compro umas coisinhas pra esta noite. Papai vai te levar ao banheiro. Ele precisa desabafar."
Ela piscou o olho pra mim e foi embora. Entrei com papai no supermercado. Era pequeno, e tinha uns caixas na frente, onde estavam umas atendentes cuidando de vários clientes. Fomos pro fundo, à esquerda, e entramos no banheiro. Papai trancou a porta. O banheiro era pra uma pessoa só, com um vaso e uma pia. Só isso. Papai então abaixou a sunga dele e tirou minha toalha. Agora eu tava completamente pelada, o pau dele bem duro e apontado pra mim.
"De joelhos" — ele ordenou.
Submissa, obedeci. Sabia o que vinha a seguir. Papai aproximou o pau lindo dele da minha boquinha e apontou. Eu abri bem grande a boca. E logo um líquido amarelado e quente jorrou do pau dele e encheu minha boca.
"Saboreia meu líquido, putinha" — papai disse.
Ele terminou de mijar e espirrou as últimas gotas no meu rosto, me salpicando. Engoli a urina do papai e depois ele mandou eu me levantar. Colocou a toalha de novo em mim. Aí saímos e fomos pro caixa. Esperamos um pouco até mamãe aparecer. Ela pagou por um litro de porra, bananas e uma caixa de camisinhas. Depois, colocou tudo numa sacola e saímos da loja.
"Como vamos nos divertir esta noite" — mamãe disse, animada.
Então, quando chegamos no calçadão da praia, eles decidiram tirar de vez a toalha de mim, que guardaram na mochila. Entramos na areia da praia, ignorando alguns olhares curiosos, e nos sentamos numa área mais afastada. Como era maio, tinha gente, mas não tanta quanto se esperaria. A bandeira tava verde e o mar... Tranquilo. Usaram minha toalha, aí mamãe pegou outra da mochila, vermelha lisa. Papai e mamãe sentaram lá, e eu fiquei na minha. Aí mamãe pegou protetor solar e mandou eu passar nos dois.
Comecei pela mamãe. Passei nas costas, pescoço, ombros, braços, pernas e, claro, na bunda dela. Mamãe tinha uma bunda muito gostosa. Do jeito que tava excitada, dava vontade de lamber ela toda e meter meu pintinho nela. Mas me segurei. Não era certo. Eu era Sissy, uma menininha, e só podia transar com meu namorado e com quem ele me desse permissão.
Aí, depois passei creme nos peitos dela, e ela mesma cuidou de massagear os peitos pra espalhar o creme, deixando minha bunda ainda mais durinha, se é que isso era possível.
E aí veio o papai. Foi ainda mais quente. Comecei pelas costas, braços, pescoço, pernas e depois o cu dele. Tive que usar minhas mãos pra esfregar o creme em todas essas partes. Mamãe ria. Depois, com minhas mãozinhas, espalhei o protetor solar nos peitorais do papai, na barriga dele e, claro, no pau dele, que deixei por último. Tava duro e pronto pra me foder. Com minhas mãozinhas, massageava devagar. Pra baixo e pra cima. Me ajoelhei e massageei os ovos dele. Algumas pessoas que estavam longe começaram a olhar, e mamãe bloqueou a visão pra eu poder continuar dando prazer pro papai. Não só tava um calor infernal do sol, suspeito que essa situação tinha aumentado a temperatura em dez graus.
Aí chegou minha vez.
Me levantei e foi o papai quem me besuntou de protetor solar. Com as mãos dele, espalhou o creminho nos meus bracinhos e pernas, depois nos meus peitinhos, nas minhas costas e barriga e, finalmente, na minha coisinha. Gemi quando as mãos lindas e calejadas dele massagearam minha coisinha. Pra cima, pra baixo. Os ovos ele massageou em círculos. Saiu líquido seminal da minha bunda enquanto ele massageava, e quase gozei, mas papai parou na hora.
Aí mandaram eu deitar e pegar sol. Fiz isso, exibindo meu pintinho pra cada pessoa que passava. Uma garota gostosa, loira, que me viu (eu tava de biquíni e tinha peitos copo C), tapou a boca, segurando o riso. Mamãe piscou o olho pra mim. Eu, envergonhada, desviei o olhar.
Não fecha os olhos, querida — ordenou mamãe.
Eu sabia por que ela tava falando aquilo: queria que eu passasse ainda mais vergonha sem poder fugir da realidade. Mamãe e papai tinham vestido de novo o biquíni e a sunga deles, respectivamente.
Aí, aconteceu algo que eu não esperava. Vi o vizinho do lado dos meus pais chegando. Era um homem na casa dos quarenta, cabelo curto preto e olhos azuis. Vestia sunga preta e camiseta branca. Vinha com passo firme na nossa direção. Envergonhada, fiquei parada enquanto mamãe e papai se levantaram pra cumprimentar ele.
Eles conversaram uns dez minutos. Pelas expressões, no começo parecia uma conversa meio séria, mas depois o tom mudou pra alegre. O vizinho foi embora feliz e mamãe e papai se aproximaram, e mamãe sussurrou pra mim:
Adivinha só, querida. Hoje à noite você tem um encontro com o vizinho.
O vizinho se chamava Antônio.
Fiquei vermelha de vergonha. Parece que eles tinham falado de mim. Mamãe e papai me contaram que o vizinho me viu da varanda dele naquela manhã. Primeiro brincando com a banana e depois, na piscina. E ele disse que aquilo era ilegal e tal. Mas era bem conhecido no prédio que ele gostava de ir pro clube noturno da cidade. Então, me ofereceram como escrava dele naquela noite e ele aceitou. Parece que ele curtia submissos como eu.
Chegou a hora de dar um passeio. Papai me pegou pela mão e, peladinha, fomos até a beira. Ali começamos a caminhada. Meus passos deixavam marcas na areia. Areia macia e molhada. Às vezes, o mar fazia cócegas nos meus pés e eu sentia o frio batendo nos meus tornozelos. Sentia a mão de papai quente e reconfortante, mas me sentia terrivelmente desconfortável e envergonhada. Porque todo mundo me olhava. Embora o nudismo fosse permitido naquela praia, muito pouca gente praticava e era raro ver alguém pelado. salvei uma ou outra garota de topless que ficavam olhando e segurando o riso. Minha coisinha ficou dura, mas era tão pequenininha depois de tanto tempo na castidade, que parecia que nem estava ereta. Tava claro que a mamãe tinha razão, e eu não servia pra dar prazer pra uma garota.
O passeio durou pelo menos vinte minutos, só na ida. Chegamos numa enseada, meio afastada dos outros, e nos escondemos entre duas pedras. Não tinha ninguém por ali. Papai então me mandou abaixar a sunga dele e eu fiz. O pau dele apareceu, duro e pingando líquido seminal.
— Me dá prazer, princesa — ordenou papai.
E eu obedeci. Devagar, lambi todo o pauzão gostoso do meu boy. A ponta da minha língua roçou as bolas, a haste e a cabeça do papai. Depois, comecei a dar beijinhos suaves na cabeça, depois nas bolas e depois na haste, nessa ordem. E finalmente enfiei o pau na minha boquinha. Coloquei primeiro a cabeça, depois a haste, até a metade. Fiquei olhando pra ele e ele piscou o olho, sinal de que eu tava indo bem. Saliva e líquido seminal inundaram minha boquinha. Enfiei a boca até as bolas. Depois voltei. Pra dentro, pra fora. O tempo todo. Eu gemia e sentia as bolas do meu macho batendo no meu queixo. Sentia o pau dele salgado. Chegou uma hora que ele começou a me empurrar e eu deixei. Basicamente, ele tava fodendo minha boca e tinha um gosto delicioso. Pra dentro, pra fora. Pra dentro, pra fora. Uma estocada. Depois outra. E outra. E mais uma. Quanto mais ele metia, mais papai suava e mais eu suava. Além disso, comecei a me sentir engasgada, porque papai não tirava a cabeça de vez, já metia de novo. Cada vez mais rápido.
Papai finalmente parou. Tirou o pau da minha boca e começou a se masturbar na minha cara. Pra cima, pra baixo. Cada vez mais rápido. Com uma violência total. Tava ansioso pra gozar. Mas nem um décimo do que eu tava. Sentia minha bucetinha durinha, louca pra soltar porra. Só orgasmos arruinados eram permitidos pra mim e já fazia um tempo que não tinha um. Eu não tinha direito.
— Abre a boquinha princesa.
Eu abri, mostrando a língua. E um jato grosso de porra saltou da ponta do pau do papai, acabando respingando nas minhas bochechas, cabelo, testa e língua.
Parece que exagerei — sorriu papai —. Tudo bem. Não engole a porra. Mantém na boca até a gente voltar. E não se limpa.
Então papai vestiu a sunga de novo e, segurando o esperma dele na minha língua, voltamos pelo mesmo caminho.
Agora era pior que antes. As pessoas me olhavam com nojo, embora ninguém dissesse nada. Outros riam. Algumas garotas faziam disfarçado, mas outras apontavam pra mim. Vermelha de vergonha, queria voltar logo pra nossa toalha ou, melhor, pro apartamento. Quando já achava que não podiam me humilhar mais, que tinham acabado as ideias, acontecia isso. Nem preciso dizer que eu tava totalmente excitada, pelada, e o rosto coberto de porra do meu papai. Era realmente humilhante. E de certo modo, acho que eu curtia.
Quando chegamos na toalha, mamãe riu.
Parece que alguém se divertiu — disse provocante.
Por ordem do papai, mostrei minha boquinha pra mamãe. Depois de tirar uma foto com o celular, me deixaram engolir a porra. Feito isso, pude me limpar. Isto é, com meus dedos, tirar a porra do meu rosto e engolir tudo. Depois das risadas do papai e da mamãe, colocaram a toalha de novo por cima de mim e começamos a voltar pro apartamento.
Temos que voltar cedo — anunciou mamãe —. Precisa dar banho na menina e preparar ela pro encontro com o Antonio.
Vermelha de vergonha, não disse nada, enquanto de mãos dadas com a mamãe caminhávamos pra casa.
Meia hora depois, já estávamos dentro de casa.
Mamãe ligou a banheira e, enquanto isso, papai e ela se despentiram. Eles iam me dar banho, disseram. Colocaram tudo que eu usaria depois, pro encontro, na minha caminha: um perfume feminino pra meninas, cinto de castidade, brincos, peruca e, curiosamente, nada de roupa.
O Antonio pediu que você esteja completamente pelada, princesa — disse mamãe safada.
Eu engoli seco. Ao Parece que o encontro seria na casa dele. Uma noite íntima no terraço. Mamãe e papai não iam olhar, ou foi o que disseram. Mas eu estaria à mercê dele. Ele poderia me castigar, e fazer o que achasse melhor. Tipo me foder e me apalpar. Eu era totalmente dele naquela noite. Sua escrava.
Assim que a banheira ficou pronta, mamãe e papai me levaram até lá. Colocaram os sabonetes ao redor da banheira e nenhuma esponja. Não precisava. Depois, entrei na banheira.
Mamãe e papai entraram também, comigo. Papai atrás de mim, mamãe na frente. Então, os dois pegaram o frasco de gel e ensaboaram as mãos. Papai esfregou minhas costas, enquanto mamãe cuidava dos meus peitos e da barriga. Depois de ensaboar minhas pernas, papai me virou e ensaboou minha bunda pequenininha, enquanto mamãe cuidava do meu cuzinho. Ela enfiava um dedo primeiro. Pra dentro, pra fora. Percorria toda a frestinha do meu cu. Eu quase gemia. Papai esfregava com uma mão só meu pintinho. Pra cima, pra baixo. Quase dava pra dizer que ele me masturbava. Fazia devagar. Aí, mamãe enfiou outro dedo e já eram dois que ela metia e tirava. Terminada a parte, mamãe mandou eu ensaboar ela e o papai, então comecei na hora.
Comecei pela mamãe. Ensaboei os braços, pernas e pescoço dela. Depois, as costas. Como sempre, ela me negou ensaboar a bunda ou os peitos dela. Então, fui pro papai. Depois dos braços e pernas, passei pros peitorais lindos dele. Ensaboei em círculos, sentindo a dureza, enquanto ele me olhava com desejo. Eu sei o que ele queria. Meter o pauzão dele até o fundo da minha garganta, me fazer pular como a garotinha que eu era e gemer como a gostosa que sou.
Engoli saliva, tentando não olhar muito pra ele. Minha coisinha estava bem durinha e com líquido seminal. Tava doida pra me tocar, mas como de costume, não tinha permissão, então continuei ensaboando os peitorais do meu homem.
Passei pra barriga dele e cheguei no pau dele. Já estava ereto e com líquido seminal. Media uns vinte centímetros contra os quatro da minha coisinha, se tanto. Engoli saliva. De novo. Aquilo era um pauzão. Ele era um homem de verdade. Por isso ele era o dominante e eu a submissa. Me ajoelhei e comecei a esfregar. Pra cima, pra baixo. Massageei as bolas dele por ordem da mamãe com a outra mão.
Você gosta da pica do papai, não é, coração? — disse a mamãe, safada.
Sim, mamãe, eu amo — respondi, completamente vermelha que nem um tomate.
Ela e o papai riram. Uma risada suave e debochada.
Então está na hora do papai sentir prazer, não é?
Diante dessa pergunta retórica, não respondi, agi. Engolindo saliva de novo, comecei a lamber com minha língua aquela pica ensaboada. Comecei pelas bolas. Limpando os restos de sabão que eu mesma tinha espalhado. Lambida por lambida, fui tirando o sabão dos ovos dele. Era nojento, por causa do sabão, mas ao mesmo tempo, excitante. Depois de limpar as bolas do papai, vi pelo canto do olho a mamãe passando sabão nos peitos, movendo as mãos em círculos.
Lambi devagar o tronco do papai, até chegar na cabeça, que lambi em círculos. Pronto. A pica do papai estava toda limpinha. Mas agora era hora de dar prazer a ele. Enfiei a pica dele na minha boca. Primeiro, coloquei só a cabeça. Papai gemeu.
Continua, putinha — ele ordenou.
Continuei até a metade do tronco. A pica dele era tão grande que comecei a ter ânsia. Desde que transei com ele no Dia dos Namorados, não tínhamos feito de novo. E a pica dele era maior que o normal, então era difícil pra mim. Por sorte ou não, quem sabe, a mamãe e a Isa tinham me treinado com consolos daquele tamanho o tempo todo. Agora eu entendia por quê.
Consegui chegar até as bolas e fiquei ali, olhando nos olhos dele. Papai acariciou minha bochecha e depois meu cabelo.
Boa menina. Agora chupa.
E foi o que eu fiz. Pra dentro, pra fora, sem tirar a cabeça. Chegava na cabeça e enfiava de novo até o fundo. Pra dentro, pra fora. Eu ouvia o som da minha boquinha batendo nas bolas dele. Cuspi na cabeça e lambi em círculos. Continuei chupando. Pra dentro e pra fora. Uma vez e outra. E mais outra. Lambi as testíbooties em círculos e dei beijinhos suaves e doces neles. Também no tronco, que lambi de novo. Passei a língua por todo o tronco e depois coloquei meu pauzão de novo na minha boquinha de menininha.
Foi aí que o papai segurou minha cabeça. Eu já sabia o que vinha. Deixei ele fazer. Pra dentro, pra fora, papai começou a foder minha boca. Eu sentia o gosto do esperma dele dentro de mim, querendo sair. A dureza dele.
Que yummy a cock do papai, hein, bebê? — a mamãe falou.
Eu concordei entre gemidos. Papai foi aumentando a velocidade. Pra dentro, pra fora. E quando ele já ia gozar, quando achei que sentiria todo o esperma quente e grosso na minha língua, papai parou. Ele tirou a cock devagar da minha boca e a mamãe disse, enquanto eu respirava ofegante (meu coração subia e descia rápido):
Ainda não, coração. Papai e eu vamos brincar mais um pouco com você antes de ir pro vizinho.
Dito isso, ele piscou o olho pra mim e sentou na banheira. Papai sentou também e mandou eu sentar em cima dele. Mais especificamente, na cock dele. Eu fiz, sendo penetrada pelo pauzão dele. Devagar, ele entrou no meu cu até a altura dos testíbooties.
Mamãe jogou água no meu cabelo e corpo com as mãos, e o papai fez o mesmo. Logo eu estava limpinha e o sabão foi embora rápido. Claro, ainda sentia a cock quente e dura do papai no meu bum. Papai acariciou meu cabelo e eu apoiei minha cabecinha nos peitorais lindos dele. Papai cheirava a sabão. O sabão que eu passei nos dois. Papai me virou e fiquei de frente pra ele. Ele aproximou os lábios dos meus. Eu sabia o que vinha e deixei ele fazer. Ele encostou os lábios nos meus e demos um beijo doce e suave. Papai colocou a língua e brincou com a minha enquanto a mamãe dizia com ternura:
Que lindo, uma princesinha e o namorado dela se dando love.
Meu rosto ficou vermelho de novo.
Terminado o beijo, papai se levantou, se apoiando nos braços, me rodeando com os braços fortes dele e eu ainda enfiada na cock dele. Ele saiu do chuveiro e a mamãe imitou. Nós três pingando água. Papai então ele tirou a rola de mim (senti um vazio no meu buraquinho) e me colocou suavemente no chão, onde a mamãe pegou uma toalha e começou a me secar. Depois, eu sequei o papai e a mamãe se secou sozinha. Esfreguei bastante a rola do papai com a toalha e, em seguida, de mãos dadas com ele, fomos para o quarto. Papai mandou eu ficar de joelhos e eu obedeci.
Abre a boca, putinha — ordenou meu homem.
Obedeci, mostrando a língua.
Papai começou a se masturbar. Pra cima, pra baixo. Com força e bem rápido. Ouvi a mão dele esfregando a rola e, em poucos segundos, um jato de porra transparente e quente sujou meu cabelo, meu rosto e minha boquinha. Levou um minuto inteiro pra parar de gozar e, quando parou, ainda tinha resto de sêmen na rola e na mão dele. Por ordem da mamãe, comecei a limpar meu homem.
Lambi primeiro a mão dele, depois de engolir a porra. Chupei um por um todos os dedos dele, como se fosse a rola dele, e lambi a palma da mão. Depois, fui limpar a rola dele. Lambi os ovos dele, o tronco, onde tinha resto de sêmen, e então a cabeça, que lambi em círculos. Enfiei a rola dele na minha boca e, com umas chupadas rápidas, deixei a rola dele brilhando.
Excelente — disse a mamãe, maravilhada —. O Antonio vai ficar encantado.
Você vai assim — disse o papai, dominante — pra ele não esquecer quem é seu dono.
Vamos, vamos "te vestir" — disse a mamãe, rindo.
Ela colocou o cinto de castidade em mim (com o tesão enorme que eu tava, não foi difícil, apesar de tudo, porque meu pintinho tava bem pequeno). Depois, colocou uma peruca loira em mim e colocou os brincos, que eram de coração prateados. E finalmente o perfume, que era da Hello Kitty, de menininha. Passou no meu pescoço, na minha coisinha enjaulada, nos peitos e na racha do cu, além das bochechas.
Já tava pronta pra ir ver meu vizinho. Então, de mãos dadas com a mamãe (que vestiu uma camiseta branca e jeans), fomos pra casa do Antonio.
Saímos de casa. Eu tava totalmente nua e, embora era a casa ao lado, isso não tornava as coisas mais fáceis. Mamãe fechou a porta e, ainda segurando minha mão, fomos até a casa do vizinho. Mamãe tocou a campainha duas vezes.
O vizinho abriu a porta. Não estava usando nada sexy, em vez disso, vestia apenas jeans compridos, chinelos de ficar em casa e uma camiseta vermelha lisa.
Você está linda — ele me disse depois de um instante.
Obrigada — respondi, tímida.
Obrigado, Carmen, hoje vai ser uma noite excelente.
Espero que sim, Antônio. Aproveite.
Dito isso, mamãe foi embora e Antônio me mandou entrar. Foi o que fiz. Antônio fechou a porta e me mostrou a casa dele rapidamente:
A entrada era um corredor comprido. À esquerda ficavam o banheiro e, depois, a cozinha. À direita, dois quartos. Era só isso. Antônio me mandou cozinhar o jantar para ele.
Olha o que tem na geladeira e faz o que você quiser. Deixo você escolher.
Por sorte, mamãe tinha me ensinado a cozinhar durante meu treinamento, antes de ficar com papai. Então, depois de olhar o que tinha na despensa, decidi fazer uma omelete simples e uns bifes de porco. Depois de pronta, servi a comida num prato médio e Antônio me elogiou por cozinhar tão rápido. Sentei então no colo dele, sentindo o volume do seu belo pau. Antônio foi comendo devagar a comida dele. Eu ouvia ele mastigar e engolir, enquanto sentia, sem nenhum disfarce, ele ir tocando partes do meu corpo devagar. No começo, deu um carinho suave no meu rosto. Engoli seco e até senti um leve arrepio. Depois, foi descendo até minhas pernas, que acariciou lentamente, e então, diretamente, tocou meu pintinho. Mamãe tinha dado a chave da minha castidade pra ele, então ele tirou a gaiolinha. Massageou minhas bolinhas e eu respondi com gemidos de colegial. Depois, massageou e apalpou minha bunda inteira. Com a mão inteira (dava pra sentir o calor) começou a me masturbar. Pra cima e pra baixo, devagar. Quando sentiu meu líquido seminal, parou e colocou de volta o cinto de castidade. castidade.
Bem, princesa, vamos pro quarto. Seu vizinho quer saber que tipo de putinha você é.
Submissa, e de mão dada com ele, fui pro quarto dele, onde ele me jogou na cama. Era macia, de casal. Ele tirou toda a roupa até ficar completamente nu. Mostrava o pau de quinze centímetros, grosso e já com líquido seminal escorrendo. Engoli seco. Sabia o que vinha a seguir. Antonio nu tinha barriga e peitos meio caídos. Mesmo assim, era de certa forma atraente pra uma garotinha como eu.
Antonio subiu na cama comigo e me virou de bruços.
De quatro.
Submissa, obedeci, com medo de que algo pior acontecesse se eu não obedecesse meu vizinho. Então, com a bunda empinada, senti o pau de Antonio brincando com a racha do meu cu. E devagar, a cabeça foi entrando dentro de mim. Como já tava aberto de antes, não senti dor. Mas senti, sim, mesmo que custasse admitir, prazer. E mais ainda quando o pau de Antonio foi se enfiando devagar no meu interior. O tronco até chegar nos colhões. Agora o pau do meu vizinho tava completamente dentro de mim. Ele me preenchia toda. E a ação começou. Pra dentro, pra fora. Antonio ia me bombando enquanto eu gemia.
Toma pau, gostosa — disse Antonio.
Eu respondi entre gemidos. Pra dentro e pra fora de novo. Com as mãos, ele agarrou minha cintura e continuou metendo enquanto a cama inteira tremia.
Nem preciso dizer que ele tava me fodendo ainda cheia de porra. Da porra do papai. Depois de mais umas metidas (sentia o pau dele não só duro, mas também escorregadio entrando no meu cu), Antonio mudou de posição e me deitou de barriga pra cima na cama, enchendo meu cu de novo.
Pra dentro e pra fora. Ouvia o bater das bolas dele no meu cu uma vez e outra. Sem parar, dando metidas rápidas e incansáveis. Antonio tava muito tarado. Com certeza, tinha se tocado pensando em mim o dia inteiro. Tudo que queria me fazer. E agora ia colocar (ou melhor, tava colocando) em prática o que queria. fazendo. E eu adorava. Ouvia a respiração ofegante dele enquanto o pau dele me inundava por completo. Ele se aproximou de mim e me deu um beijo carinhoso. Os beijos do Antonio eram gostosos. Ele colocava a língua e brincava com a minha. Outro beijo. E mais um. Tudo enquanto o pau dele continuava preenchendo meu buraquinho. Outro beijo. Mais um. E então ele parou, tirou o pau e me mandou chupar. E foi o que eu fiz. Deitada de bruços, ele se ajoelhou na cama e comecei a chupar o pau dele.
Antes de tudo, dei vários beijinhos doces na cabeça. Ele gemeu de prazer. Lambi em círculos a cabeça e com a língua lambi as bolas. Da esquerda para a direita e dei mais alguns beijinhos, depois percorri todo o tronco com a língua e dei mais uns beijos. E finalmente coloquei o pau na minha boca.
Primeiro, coloquei a cabeça e, quase imediatamente depois, a metade do tronco. Antonio gemeu mais. O pau do Antonio, além de salgado, era grosso. Ele se mexia um pouco dentro de mim, me deixando ainda mais tesuda. Coloquei até as bolas e olhei nos olhos dele. Depois de um carinho no cabelo da parte dele, ele disse:
Continua, nenenzinha.
E eu fiz. Para dentro e para fora. Chupava e chupava aquele pica lindo. Sentia o líquido seminal dele dentro de mim e continuava fazendo o boquete no Antonio. Ele gemia de prazer e até segurou minha cabecinha. Quando ele achou adequado, começou a foder minha boca. Para dentro e para fora, com violência e muita rapidez. Sem parar. Quase não conseguia respirar. As estocadas dele na minha boca eram iguais ou maiores que as do meu cu. Quando achei que ele ia gozar na minha boca, ele parou, se deitou na cama e me mandou montar. E como uma boa nenenzinha submissa, obedeci. Montei em cima dele, segurando os peitorais dele com minhas mãozinhas de menina. Ele segurou minha cintura e deu um tapa na minha bunda. Eu dei um pulo e ele riu. Coloquei o pau dele no meu cu, até as bolas, e comecei a me mexer devagar. Devagar primeiro e em círculos. Depois, fui aumentando a velocidade até começar a cavalgá-lo. Para cima e para baixo, a toda velocidade. Ouvia o som das bolas dele. chocar com os meus.
Vem, putinha, vem. Continua.
Dizia Antônio com a respiração entrecortada. Eu continuava pulando. Se eu tivesse peitos, eles teriam balançado, mas eu não tinha e minha coisinha estava enjaulada. Antônio deu vários tapas na minha bunda e aproximou meu rosto do dele para me dar um beijo. Tudo enquanto continuava fodendo meu cu. Nos separamos e eu continuei pulando. E finalmente, chegou o clímax. Com os braços dele, ele me tirou da pica, me colocou de barriga pra cima na cama e começou a se masturbar. Não demorou nem dez segundos. Ele esfregava a pica com tanta força que pensei que ia sair voando. Mas o que saiu voando foi um jorro enorme de porra que foi direto no meu rosto e barriga. Me encheu toda e o jorro durou pelo menos vinte segundos, sem parar de sair muita porra.
Toma sua porra, putinha — disse Antônio.
Assim que fiquei toda encharcada, Antônio ficou ali parado, imóvel, respirando e recuperando o fôlego. Como uma boa menininha, limpei a pica dele com a língua, lambendo os ovos, o tronco e a glande, absorvendo cada vestígio de sêmen. Depois, Antônio e eu dormimos juntos, eu com a pica dele enfiada no cu e cheia de porra, que ele não me deixou limpar até a manhã seguinte. Esse foi meu café da manhã, junto com a urina dele. Aliás, antes de dormir, eu não tive permissão, mas ele mandou eu abrir bem a boca e soltou um belo jorro de mijo quente e grosso que encheu não só minha língua, mas também parte do meu rosto. Assim, mijada e cheia da porra dele, adormeci, com vontade de gozar e mijar. Tive um sonho erótico no qual papai e o vizinho me comiam, cada um de um lado. Na manhã seguinte, voltei pra minha cidade com papai e mamãe. O vizinho espera poder me foder de novo. E talvez ele faça isso. Quem sabe.
Já tinha passado uma semana desde que estive com a babá. Mamãe e papai tinham alugado uma cobertura na praia para fazer "Jogos de Praia", como eles chamavam. O verão já estava chegando e hoje fazia um dia tão quente quanto se fosse verão.
Me escuta bem, vadiazinha — disse mamãe autoritária. Eu prestei atenção —: Vou te explicar o que vai rolar: você vai subir lá em cima, e vou te dar instruções do que fazer. Depois, vou te dar outras ordens. Você NÃO pode ir mijar. Vai no banheiro e passa um pouco de perfume. Depois sobe. Se demorar, vai ter castigo, entendeu?
Eu assenti e na sequência mamãe subiu. A bunda empinada dela se ergueu e pude ver com todos os detalhes as nádegas e o cu. Ela subiu e eu fui direto pro banheiro. Atravessei um corredor pequeno e passei pela porta da cozinha, que ficava à direita, bem ao lado do banheiro. Entrei no banheiro.
Mesmo com vontade de mijar (e uma excitação do caralho, não vou mentir), não mijei. Sabia que mamãe ia perceber, porque a urina acumulada da noite faria eu demorar um tempão. Passar perfume só levaria uns segundos, então abri o armário do móvel e peguei meu perfume: um vidrinho de perfume infantil da Minnie Mouse. Passei no pescoço, no cabelo e na minha coisinha. Depois, guardei no armário e subi rápido, tentando ignorar a vontade de mijar. Quando cheguei lá em cima, me deparei com o cenário.
Eu estava num terraço de cem metros quadrados que incluíam um quartinho interno. No meio do terraço estavam mamãe e papai. Papai estava completamente nu, seu corpo coberto de pelos e o pau dele mole naquele momento, visível pra mim e coberto por uma mata espessa. Mole, ele media quase dez centímetros, em contraste com a minha coisinha que mal chegava a quatro. Me aproximei de quatro por ordem da mamãe, que tinha vestido um biquíni vermelho. Quando cheguei, mamãe disse:
Vou preparar o jogo — ela piscou o olho pra mim —. Dá prazer pro seu namorado enquanto eu preparo tudo.
Dito isso, ela desceu.
Meu namorado. Era isso que meu pai era agora. Meu homem, meu macho. Meu guri. Engoli seco e me dirigi pro pau do meu namorado. Comecei dando uma lambida nos ovos dele. Dei lambidas suaves. Primeiro em círculos, depois nas laterais e de baixo pra cima. Depois dei vários beijinhos. Primeiro um ovo. Depois o outro. Lambi desde as bolas, passando pelo tronco e chegando na cabeça. Finalizei com um beijinho carinhoso e em seguida meti o pau do papai na minha boquinha. Engoli até o fundo e segurei por uns segundos, olhando pro papai. Ele sorria satisfeito e acariciava meu cabelo com carinho. O pau do papai tinha gosto de sêmen e era meio salgado. Tirei o pau da minha boca e comecei o boquete. Pra dentro, pra fora. Às vezes até o fundo, outras vezes até a metade. Líquido seminal saía tanto do pau dele quanto da minha coisinha, que não conseguia ficar dura.
Mamãe apareceu então. Eu continuei lambendo e beijando o pau do papai.
Que gostoso você faz, bebê — mamãe me elogiou com sinceridade.
Então, mamãe mandou parar e eu me dirigir pro chuveiro que tinha no terraço. Um chuveirinho encostado na parede. Papai e eu fomos pra lá e eu me coloquei debaixo. Mamãe ligou o chuveiro. Ele não tinha regulador de temperatura, então saiu água totalmente fria. Apesar do calor, no começo foi desconfortável. Mamãe riu enquanto eu tomava banho. Meu cabelo, minha coisinha e meu corpinho estavam completamente molhados. Aquilo me deu ainda mais vontade de urinar, mas eu sabia que ainda não tinha permissão. Mamãe usou as mãos para me ensaboar (sabonete feminino). Cabelo, corpo. Ela se demorou no meu pintinho, massageando ele por alguns minutos.
— É tão pequenininho — mamãe riu.
Aquilo me caiu como um tapa. Eu recebia humilhações assim constantemente, mas nunca me acostumava. Depois de um tempo, ela colocou minha bunda pra cima e, usando o dedo do meio, começou a penetrar meu ânus. Pra dentro e pra fora. Assim, ensaboou meu bumbum. Depois usou o chuveiro pra me limpar toda (pra limpar meu ânus, fez a mangueira do chuveiro jorrar água na minha bunda).
— Já tá limpinho — disse mamãe, orgulhosa. Depois completou —: Agora começa o jogo: você vai procurar quatro objetos que estão espalhados pela casa. Conforme achar um objeto, vai me entregar. Quando achar dois, vou tirar uma peça de roupa — ela piscou o olho pra mim —. Não tem limite de tempo, mas quanto mais você demorar, mais tempo vai passar sem mijar. Fica a seu critério.
Após uma pausa, mamãe disse:
— Os objetos pra achar são: o perfume do papai, uma camisinha com o esperma dele, uma banana e a parte de baixo de um dos meus biquínis. Pode ser qualquer um.
Com essa informação, o jogo começou. Eu não sabia quais eram as intenções deles, mas dava pra imaginar. Mesmo assim, não tinha outra escolha senão jogar o jogo deles, então me preparei pra jogar e pensar onde poderiam estar.
No quartinho não tinha nada. Mamãe e papai me seguiam e, às vezes, cochichavam pelas minhas costas. Nem ideia do que diziam. No final, achei meu primeiro objeto bem rápido: a parte de baixo do biquíni da mamãe. Um biquíni rosinha, muito bonitinho, pendurado no varal. Envergonhada, peguei ele enquanto me sentia vigiada pelos vizinhos do prédio da frente (embora não tivesse certeza se alguém tava me olhando ou não).
— Parabéns — mamãe aplaudiu e me deu um beijinho carinhoso na minha coisinha, que deu um pulinho —. Agora vai atrás do próximo.
Pra isso, desci do terraço. Agora eu tava na sala, que tinha um sofá e uma televisão. Olhei pra todo lado, mas não Vi rastro de banana (embora já imaginasse onde estava), nem camisinha nem perfume (que também imaginava onde estava). Então, em vez disso, fui pra cozinha (à minha direita) e peguei a banana. Mamãe guardou o biquíni e a banana nas mãos dela. Mas não iam ficar ali por muito tempo, porque depois fui pro meu quarto, e de lá, mamãe pegou uma mochila rosa da Barbie e guardou tudo ali.
Então mamãe cumpriu a palavra: tirou a parte de cima do biquíni, mostrando os peitos lindos e firmes dela. Fiquei um tempinho besta antes de ela me dar um tapa e mandar eu continuar procurando. Comecei a procurar e encontrei, debaixo do travesseiro da minha cama, uma camisinha cheia de porra.
Mamãe e papai riram e mamãe disse:
Papai encheu ela ontem à noite, coração. Ele colocou debaixo da sua caminha. Hoje você vai saborear.
Engoli seco enquanto mamãe guardava a camisinha na mochila. Depois, fui pro quarto do papai e da mamãe e, na cômoda, encontrei o frasco de perfume do papai. Mamãe guardou e disse:
Hora de se divertir, céu. Mas aqui não. Lá em cima. Pra os vizinhos verem.
Então, de mãos dadas com meu namorado, subimos lá em cima de novo.
Uma vez lá em cima, e exposta pra todos os vizinhos, mamãe tirou a banana e o perfume. Passou o perfume do papai na banana e depois me fez vestir a calcinha. Mas não foi só vestir. Papai cuidou de mijar nela antes. Aí, pude vestir. E foi então que mamãe, entre risadas, esvaziou a camisinha com a porra do papai na banana. Tava com uma banana que cheirava a papai e carregava o esperma dele.
Chupa, putinha — ordenou mamãe.
Obedeci, fiz isso. Lambi de baixo pra cima, limpando aquela banana da porra do meu namorado.
Tá gostosa, princesa? — perguntou mamãe, debochando.
Eu concordei, ainda com a banana na boquinha. Continuei passando a língua naquela banana recheada de porra, sentindo na minha língua não só o gosto da porra do papai, mas também o perfume dele, tão másculo. Mamãe e papai riam. Depois, comecei a chupar a banana. Enfiei quase inteiro na boca, já limpo dos restos de sêmen. Mesmo assim, ainda sentia o gosto de porra e, claro, o perfume.
E pra dentro e pra fora. Como sempre. Aumentando o ritmo cada vez mais. Eu gemia de vez em quando e mamãe me olhava orgulhosa. Não sabia se algum vizinho estava me vendo. Olhei de canto, mas não vi ninguém. E se tivesse, sabia que teria que aguentar. Então continuei chupando até mamãe falar chega.
"Que gostosa você faz isso, putinha" — ela disse — "Agora fica de quatro."
Eu obedeci. O chão estava quente, mas nada de queimar, como eu esperava. Mamãe foi descendo meu biquíni devagar e jogou de lado. Com a bunda empinada, mamãe pegou a banana com uma mão e, sem piedade, meteu dentro do meu cu. Devagar, a banana foi percorrendo todo meu reto enquanto meu corpinho tremia e eu sentia prazer. Logo me senti cheia, quando a banana estava totalmente dentro de mim. Mamãe e papai riram. Mamãe então enfiou a camisinha vazia (embora com restos de porra) também no meu cu. Depois das risadas, me deixaram levantar e aí descemos do terraço.
De volta pra dentro, mamãe colocou em mim uma toalha de praia feminina. Era rosa com desenhos de unicórnios. Mamãe cobriu minha cintura com ela e disse:
"Agora vamos pra piscina do condomínio. Tá tranquila agora, mas com certeza vem gente logo."
Ela riu e, de mãos dadas com mamãe e papai, nós três fomos em direção à saída. Antes de sair, mamãe vestiu o biquíni e papai a sunga, e pegaram uma mochila que mamãe carregou nas costas. Aí, saímos.
Trancaram a porta e caminhamos pelo corredor. Do lado, tinha um vizinho amigo dos meus pais. Mas ainda não estava em casa. Entramos no elevador e mamãe apertou o térreo. Estávamos no quarto andar. Então, mamãe, safada, tirou a toalha de mim, me deixando totalmente nua. Minha coisinha empinada sentiu o ar e ficou mais dura.
"Que ridículo de coisinha" — disse mamãe e deu um tapinha nas minhas bolinhas.
Foi de leve. mas o bastante pra doer um pouquinho. Quando o elevador abriu as portas, mamãe me enrolou de novo na toalha e a gente saiu. Atravessamos um portão de barras de ferro e já estávamos na piscina. Tava vazia naquele momento. Era retangular, com grama ao redor e um chuveiro no fundo. Mamãe e papai tiraram a toalha de mim e colocaram no chão. Aí, me mandaram ficar debaixo do chuveiro enquanto mamãe pegava sabonete feminino na mochila.
Papai ligou o chuveiro, que tava frio. A água caiu em bicas pelo meu cabelinho, meu corpo e minha bucetinha. Quando eu já tava bem molhada, mamãe me tirou do chuveiro e passou as mãos cheias de sabão nos meus bracinhos, pernas, peitos, costas e barriga. Ela fazia movimentos circulares e rápidos. Depois, papai cuidou de ensaboar minha bundinha. Com uma mão, esfregou minha coisinha pra cima e pra baixo. Quase dava pra dizer que ele tava me masturbando, mas era mais como uma massagem. Também massageou as bolinhas. Me colocou de quatro e, com a outra mão, ensaboou minhas nádegas e depois enfiou dois dedos dentro do meu cuzinho. Ainda senti a banana e a camisinha lá dentro.
— Não vamos lavar o ânus dele ainda, papai — disse mamãe —. Deixa pra depois.
Papai concordou e terminou de esfregar. Me colocaram de novo debaixo do chuveiro e ele me limpou toda. Agora eu tava cheirando a sabonete feminino. Mas mamãe ainda não tinha terminado. Pegou um frasco de perfume Chanel e passou um pouco na minha bucetinha, cabelo, pescoço, nádegas e no ânus.
— Assim você cheira melhor — riu mamãe.
Cheirando a Chanel, papai me pegou pela mão e a gente entrou junto na piscina enquanto mamãe olhava sentada na toalha, dando risadinhas. Papai e eu começamos a nadar. Eu completamente pelada, ele de sunga. Papai me abraçou e me deu um beijo carinhoso. Os lábios dele grudaram nos meus e a língua dele brincou com a minha. Ao mesmo tempo, senti minha bucetinha colada no pau dele, que tava bem duro e enorme. Um beijo, no som de "muack". Outro. E outro. E mais um, enquanto ele acariciava meu cabelo. Depois, ele baixou a outra mão e... Ele passou a mão na rachinha da minha bunda. Eu dei um leve pulo e gemi. Isso pareceu agradar o papai. A mamãe riu.
Nós dois estávamos molhados. Nadamos mais um pouco e, de repente, o papai mergulhou. Segundos depois, eu dei outro pulo e gemi. O papai estava chupando minha bunda com a língua! Era uma delícia. Ele enfiava e tirava. Umas três vezes, depois lambia em círculos. O papai saiu e nisso chegaram uns vizinhos. Era um casal aposentado: um homem de cabelo grisalho e barba, com barriga, e uma mulher de cabelo branco. Os dois deviam ter uns setenta anos. Eles nos cumprimentaram e nós também (eu, envergonhada).
Vem, bebê, sai da piscina, que a gente tem que descer pra praia.
Falou com doçura a mamãe. O papai já tinha saído e só restava eu, completamente pelada, ali. Envergonhada (sabia que iam me ver sem roupa), saí da piscina pela escada. Minha bundinha empinada e minha coisinha ereta apareceram pros vizinhos que, sem dizer nada, ficaram me olhando.
Vi a mamãe soltar uma risadinha disfarçada e me mandou sentar na toalha. Em seguida, por ordem dela, eu me deitei, exibindo ainda mais meu pintinho.
Fica assim por uns quinze minutos, pros vizinhos verem o quanto você é gostosa.
Sussurrou a mamãe pra mim.
Ela gosta de nudismo — foi a desculpa que a mamãe deu.
Os vizinhos concordaram, mas logo a mulher começou a ler uma revista e o marido foi nadar na piscina. De vez em quando, me olhavam de um jeito mal disfarçado, o que deixou minhas bochechas vermelhas e me deixou cada vez mais nervosa.
Depois desse quarto de hora, a gente se levantou e a mamãe colocou a toalha em volta de mim. Feito isso, saímos da piscina pro corredor, e dali, atravessando uma porta perto, chegamos na rua. Então, a mamãe soltou uma gargalhada e disse:
Vocês viram a cara dos vizinhos? Isso é demais. Você não precisa disso.
Dito isso, a mamãe arrancou a toalha de mim.
Pelinha o resto do dia, bebê.
E de mãos dadas com o papai e a mamãe, eu caminhei. exibindo meu pintinho.
Descemos uma ladeira onde não tinha ninguém. Mamãe não era boba: não tinha pirado nem nada, mas sabia que naquela área quase não tinha gente. Ficar pelada só ia aumentar meu tesão e, principalmente, minha vergonha, e deixar mamãe e papai felizes. Chegamos a uma rua cheia de supermercados. Mamãe colocou a toalha de novo em mim e disse:
"Só enquanto compro umas coisinhas pra esta noite. Papai vai te levar ao banheiro. Ele precisa desabafar."
Ela piscou o olho pra mim e foi embora. Entrei com papai no supermercado. Era pequeno, e tinha uns caixas na frente, onde estavam umas atendentes cuidando de vários clientes. Fomos pro fundo, à esquerda, e entramos no banheiro. Papai trancou a porta. O banheiro era pra uma pessoa só, com um vaso e uma pia. Só isso. Papai então abaixou a sunga dele e tirou minha toalha. Agora eu tava completamente pelada, o pau dele bem duro e apontado pra mim.
"De joelhos" — ele ordenou.
Submissa, obedeci. Sabia o que vinha a seguir. Papai aproximou o pau lindo dele da minha boquinha e apontou. Eu abri bem grande a boca. E logo um líquido amarelado e quente jorrou do pau dele e encheu minha boca.
"Saboreia meu líquido, putinha" — papai disse.
Ele terminou de mijar e espirrou as últimas gotas no meu rosto, me salpicando. Engoli a urina do papai e depois ele mandou eu me levantar. Colocou a toalha de novo em mim. Aí saímos e fomos pro caixa. Esperamos um pouco até mamãe aparecer. Ela pagou por um litro de porra, bananas e uma caixa de camisinhas. Depois, colocou tudo numa sacola e saímos da loja.
"Como vamos nos divertir esta noite" — mamãe disse, animada.
Então, quando chegamos no calçadão da praia, eles decidiram tirar de vez a toalha de mim, que guardaram na mochila. Entramos na areia da praia, ignorando alguns olhares curiosos, e nos sentamos numa área mais afastada. Como era maio, tinha gente, mas não tanta quanto se esperaria. A bandeira tava verde e o mar... Tranquilo. Usaram minha toalha, aí mamãe pegou outra da mochila, vermelha lisa. Papai e mamãe sentaram lá, e eu fiquei na minha. Aí mamãe pegou protetor solar e mandou eu passar nos dois.
Comecei pela mamãe. Passei nas costas, pescoço, ombros, braços, pernas e, claro, na bunda dela. Mamãe tinha uma bunda muito gostosa. Do jeito que tava excitada, dava vontade de lamber ela toda e meter meu pintinho nela. Mas me segurei. Não era certo. Eu era Sissy, uma menininha, e só podia transar com meu namorado e com quem ele me desse permissão.
Aí, depois passei creme nos peitos dela, e ela mesma cuidou de massagear os peitos pra espalhar o creme, deixando minha bunda ainda mais durinha, se é que isso era possível.
E aí veio o papai. Foi ainda mais quente. Comecei pelas costas, braços, pescoço, pernas e depois o cu dele. Tive que usar minhas mãos pra esfregar o creme em todas essas partes. Mamãe ria. Depois, com minhas mãozinhas, espalhei o protetor solar nos peitorais do papai, na barriga dele e, claro, no pau dele, que deixei por último. Tava duro e pronto pra me foder. Com minhas mãozinhas, massageava devagar. Pra baixo e pra cima. Me ajoelhei e massageei os ovos dele. Algumas pessoas que estavam longe começaram a olhar, e mamãe bloqueou a visão pra eu poder continuar dando prazer pro papai. Não só tava um calor infernal do sol, suspeito que essa situação tinha aumentado a temperatura em dez graus.
Aí chegou minha vez.
Me levantei e foi o papai quem me besuntou de protetor solar. Com as mãos dele, espalhou o creminho nos meus bracinhos e pernas, depois nos meus peitinhos, nas minhas costas e barriga e, finalmente, na minha coisinha. Gemi quando as mãos lindas e calejadas dele massagearam minha coisinha. Pra cima, pra baixo. Os ovos ele massageou em círculos. Saiu líquido seminal da minha bunda enquanto ele massageava, e quase gozei, mas papai parou na hora.
Aí mandaram eu deitar e pegar sol. Fiz isso, exibindo meu pintinho pra cada pessoa que passava. Uma garota gostosa, loira, que me viu (eu tava de biquíni e tinha peitos copo C), tapou a boca, segurando o riso. Mamãe piscou o olho pra mim. Eu, envergonhada, desviei o olhar.
Não fecha os olhos, querida — ordenou mamãe.
Eu sabia por que ela tava falando aquilo: queria que eu passasse ainda mais vergonha sem poder fugir da realidade. Mamãe e papai tinham vestido de novo o biquíni e a sunga deles, respectivamente.
Aí, aconteceu algo que eu não esperava. Vi o vizinho do lado dos meus pais chegando. Era um homem na casa dos quarenta, cabelo curto preto e olhos azuis. Vestia sunga preta e camiseta branca. Vinha com passo firme na nossa direção. Envergonhada, fiquei parada enquanto mamãe e papai se levantaram pra cumprimentar ele.
Eles conversaram uns dez minutos. Pelas expressões, no começo parecia uma conversa meio séria, mas depois o tom mudou pra alegre. O vizinho foi embora feliz e mamãe e papai se aproximaram, e mamãe sussurrou pra mim:
Adivinha só, querida. Hoje à noite você tem um encontro com o vizinho.
O vizinho se chamava Antônio.
Fiquei vermelha de vergonha. Parece que eles tinham falado de mim. Mamãe e papai me contaram que o vizinho me viu da varanda dele naquela manhã. Primeiro brincando com a banana e depois, na piscina. E ele disse que aquilo era ilegal e tal. Mas era bem conhecido no prédio que ele gostava de ir pro clube noturno da cidade. Então, me ofereceram como escrava dele naquela noite e ele aceitou. Parece que ele curtia submissos como eu.
Chegou a hora de dar um passeio. Papai me pegou pela mão e, peladinha, fomos até a beira. Ali começamos a caminhada. Meus passos deixavam marcas na areia. Areia macia e molhada. Às vezes, o mar fazia cócegas nos meus pés e eu sentia o frio batendo nos meus tornozelos. Sentia a mão de papai quente e reconfortante, mas me sentia terrivelmente desconfortável e envergonhada. Porque todo mundo me olhava. Embora o nudismo fosse permitido naquela praia, muito pouca gente praticava e era raro ver alguém pelado. salvei uma ou outra garota de topless que ficavam olhando e segurando o riso. Minha coisinha ficou dura, mas era tão pequenininha depois de tanto tempo na castidade, que parecia que nem estava ereta. Tava claro que a mamãe tinha razão, e eu não servia pra dar prazer pra uma garota.
O passeio durou pelo menos vinte minutos, só na ida. Chegamos numa enseada, meio afastada dos outros, e nos escondemos entre duas pedras. Não tinha ninguém por ali. Papai então me mandou abaixar a sunga dele e eu fiz. O pau dele apareceu, duro e pingando líquido seminal.
— Me dá prazer, princesa — ordenou papai.
E eu obedeci. Devagar, lambi todo o pauzão gostoso do meu boy. A ponta da minha língua roçou as bolas, a haste e a cabeça do papai. Depois, comecei a dar beijinhos suaves na cabeça, depois nas bolas e depois na haste, nessa ordem. E finalmente enfiei o pau na minha boquinha. Coloquei primeiro a cabeça, depois a haste, até a metade. Fiquei olhando pra ele e ele piscou o olho, sinal de que eu tava indo bem. Saliva e líquido seminal inundaram minha boquinha. Enfiei a boca até as bolas. Depois voltei. Pra dentro, pra fora. O tempo todo. Eu gemia e sentia as bolas do meu macho batendo no meu queixo. Sentia o pau dele salgado. Chegou uma hora que ele começou a me empurrar e eu deixei. Basicamente, ele tava fodendo minha boca e tinha um gosto delicioso. Pra dentro, pra fora. Pra dentro, pra fora. Uma estocada. Depois outra. E outra. E mais uma. Quanto mais ele metia, mais papai suava e mais eu suava. Além disso, comecei a me sentir engasgada, porque papai não tirava a cabeça de vez, já metia de novo. Cada vez mais rápido.
Papai finalmente parou. Tirou o pau da minha boca e começou a se masturbar na minha cara. Pra cima, pra baixo. Cada vez mais rápido. Com uma violência total. Tava ansioso pra gozar. Mas nem um décimo do que eu tava. Sentia minha bucetinha durinha, louca pra soltar porra. Só orgasmos arruinados eram permitidos pra mim e já fazia um tempo que não tinha um. Eu não tinha direito.
— Abre a boquinha princesa.
Eu abri, mostrando a língua. E um jato grosso de porra saltou da ponta do pau do papai, acabando respingando nas minhas bochechas, cabelo, testa e língua.
Parece que exagerei — sorriu papai —. Tudo bem. Não engole a porra. Mantém na boca até a gente voltar. E não se limpa.
Então papai vestiu a sunga de novo e, segurando o esperma dele na minha língua, voltamos pelo mesmo caminho.
Agora era pior que antes. As pessoas me olhavam com nojo, embora ninguém dissesse nada. Outros riam. Algumas garotas faziam disfarçado, mas outras apontavam pra mim. Vermelha de vergonha, queria voltar logo pra nossa toalha ou, melhor, pro apartamento. Quando já achava que não podiam me humilhar mais, que tinham acabado as ideias, acontecia isso. Nem preciso dizer que eu tava totalmente excitada, pelada, e o rosto coberto de porra do meu papai. Era realmente humilhante. E de certo modo, acho que eu curtia.
Quando chegamos na toalha, mamãe riu.
Parece que alguém se divertiu — disse provocante.
Por ordem do papai, mostrei minha boquinha pra mamãe. Depois de tirar uma foto com o celular, me deixaram engolir a porra. Feito isso, pude me limpar. Isto é, com meus dedos, tirar a porra do meu rosto e engolir tudo. Depois das risadas do papai e da mamãe, colocaram a toalha de novo por cima de mim e começamos a voltar pro apartamento.
Temos que voltar cedo — anunciou mamãe —. Precisa dar banho na menina e preparar ela pro encontro com o Antonio.
Vermelha de vergonha, não disse nada, enquanto de mãos dadas com a mamãe caminhávamos pra casa.
Meia hora depois, já estávamos dentro de casa.
Mamãe ligou a banheira e, enquanto isso, papai e ela se despentiram. Eles iam me dar banho, disseram. Colocaram tudo que eu usaria depois, pro encontro, na minha caminha: um perfume feminino pra meninas, cinto de castidade, brincos, peruca e, curiosamente, nada de roupa.
O Antonio pediu que você esteja completamente pelada, princesa — disse mamãe safada.
Eu engoli seco. Ao Parece que o encontro seria na casa dele. Uma noite íntima no terraço. Mamãe e papai não iam olhar, ou foi o que disseram. Mas eu estaria à mercê dele. Ele poderia me castigar, e fazer o que achasse melhor. Tipo me foder e me apalpar. Eu era totalmente dele naquela noite. Sua escrava.
Assim que a banheira ficou pronta, mamãe e papai me levaram até lá. Colocaram os sabonetes ao redor da banheira e nenhuma esponja. Não precisava. Depois, entrei na banheira.
Mamãe e papai entraram também, comigo. Papai atrás de mim, mamãe na frente. Então, os dois pegaram o frasco de gel e ensaboaram as mãos. Papai esfregou minhas costas, enquanto mamãe cuidava dos meus peitos e da barriga. Depois de ensaboar minhas pernas, papai me virou e ensaboou minha bunda pequenininha, enquanto mamãe cuidava do meu cuzinho. Ela enfiava um dedo primeiro. Pra dentro, pra fora. Percorria toda a frestinha do meu cu. Eu quase gemia. Papai esfregava com uma mão só meu pintinho. Pra cima, pra baixo. Quase dava pra dizer que ele me masturbava. Fazia devagar. Aí, mamãe enfiou outro dedo e já eram dois que ela metia e tirava. Terminada a parte, mamãe mandou eu ensaboar ela e o papai, então comecei na hora.
Comecei pela mamãe. Ensaboei os braços, pernas e pescoço dela. Depois, as costas. Como sempre, ela me negou ensaboar a bunda ou os peitos dela. Então, fui pro papai. Depois dos braços e pernas, passei pros peitorais lindos dele. Ensaboei em círculos, sentindo a dureza, enquanto ele me olhava com desejo. Eu sei o que ele queria. Meter o pauzão dele até o fundo da minha garganta, me fazer pular como a garotinha que eu era e gemer como a gostosa que sou.
Engoli saliva, tentando não olhar muito pra ele. Minha coisinha estava bem durinha e com líquido seminal. Tava doida pra me tocar, mas como de costume, não tinha permissão, então continuei ensaboando os peitorais do meu homem.
Passei pra barriga dele e cheguei no pau dele. Já estava ereto e com líquido seminal. Media uns vinte centímetros contra os quatro da minha coisinha, se tanto. Engoli saliva. De novo. Aquilo era um pauzão. Ele era um homem de verdade. Por isso ele era o dominante e eu a submissa. Me ajoelhei e comecei a esfregar. Pra cima, pra baixo. Massageei as bolas dele por ordem da mamãe com a outra mão.
Você gosta da pica do papai, não é, coração? — disse a mamãe, safada.
Sim, mamãe, eu amo — respondi, completamente vermelha que nem um tomate.
Ela e o papai riram. Uma risada suave e debochada.
Então está na hora do papai sentir prazer, não é?
Diante dessa pergunta retórica, não respondi, agi. Engolindo saliva de novo, comecei a lamber com minha língua aquela pica ensaboada. Comecei pelas bolas. Limpando os restos de sabão que eu mesma tinha espalhado. Lambida por lambida, fui tirando o sabão dos ovos dele. Era nojento, por causa do sabão, mas ao mesmo tempo, excitante. Depois de limpar as bolas do papai, vi pelo canto do olho a mamãe passando sabão nos peitos, movendo as mãos em círculos.
Lambi devagar o tronco do papai, até chegar na cabeça, que lambi em círculos. Pronto. A pica do papai estava toda limpinha. Mas agora era hora de dar prazer a ele. Enfiei a pica dele na minha boca. Primeiro, coloquei só a cabeça. Papai gemeu.
Continua, putinha — ele ordenou.
Continuei até a metade do tronco. A pica dele era tão grande que comecei a ter ânsia. Desde que transei com ele no Dia dos Namorados, não tínhamos feito de novo. E a pica dele era maior que o normal, então era difícil pra mim. Por sorte ou não, quem sabe, a mamãe e a Isa tinham me treinado com consolos daquele tamanho o tempo todo. Agora eu entendia por quê.
Consegui chegar até as bolas e fiquei ali, olhando nos olhos dele. Papai acariciou minha bochecha e depois meu cabelo.
Boa menina. Agora chupa.
E foi o que eu fiz. Pra dentro, pra fora, sem tirar a cabeça. Chegava na cabeça e enfiava de novo até o fundo. Pra dentro, pra fora. Eu ouvia o som da minha boquinha batendo nas bolas dele. Cuspi na cabeça e lambi em círculos. Continuei chupando. Pra dentro e pra fora. Uma vez e outra. E mais outra. Lambi as testíbooties em círculos e dei beijinhos suaves e doces neles. Também no tronco, que lambi de novo. Passei a língua por todo o tronco e depois coloquei meu pauzão de novo na minha boquinha de menininha.
Foi aí que o papai segurou minha cabeça. Eu já sabia o que vinha. Deixei ele fazer. Pra dentro, pra fora, papai começou a foder minha boca. Eu sentia o gosto do esperma dele dentro de mim, querendo sair. A dureza dele.
Que yummy a cock do papai, hein, bebê? — a mamãe falou.
Eu concordei entre gemidos. Papai foi aumentando a velocidade. Pra dentro, pra fora. E quando ele já ia gozar, quando achei que sentiria todo o esperma quente e grosso na minha língua, papai parou. Ele tirou a cock devagar da minha boca e a mamãe disse, enquanto eu respirava ofegante (meu coração subia e descia rápido):
Ainda não, coração. Papai e eu vamos brincar mais um pouco com você antes de ir pro vizinho.
Dito isso, ele piscou o olho pra mim e sentou na banheira. Papai sentou também e mandou eu sentar em cima dele. Mais especificamente, na cock dele. Eu fiz, sendo penetrada pelo pauzão dele. Devagar, ele entrou no meu cu até a altura dos testíbooties.
Mamãe jogou água no meu cabelo e corpo com as mãos, e o papai fez o mesmo. Logo eu estava limpinha e o sabão foi embora rápido. Claro, ainda sentia a cock quente e dura do papai no meu bum. Papai acariciou meu cabelo e eu apoiei minha cabecinha nos peitorais lindos dele. Papai cheirava a sabão. O sabão que eu passei nos dois. Papai me virou e fiquei de frente pra ele. Ele aproximou os lábios dos meus. Eu sabia o que vinha e deixei ele fazer. Ele encostou os lábios nos meus e demos um beijo doce e suave. Papai colocou a língua e brincou com a minha enquanto a mamãe dizia com ternura:
Que lindo, uma princesinha e o namorado dela se dando love.
Meu rosto ficou vermelho de novo.
Terminado o beijo, papai se levantou, se apoiando nos braços, me rodeando com os braços fortes dele e eu ainda enfiada na cock dele. Ele saiu do chuveiro e a mamãe imitou. Nós três pingando água. Papai então ele tirou a rola de mim (senti um vazio no meu buraquinho) e me colocou suavemente no chão, onde a mamãe pegou uma toalha e começou a me secar. Depois, eu sequei o papai e a mamãe se secou sozinha. Esfreguei bastante a rola do papai com a toalha e, em seguida, de mãos dadas com ele, fomos para o quarto. Papai mandou eu ficar de joelhos e eu obedeci.
Abre a boca, putinha — ordenou meu homem.
Obedeci, mostrando a língua.
Papai começou a se masturbar. Pra cima, pra baixo. Com força e bem rápido. Ouvi a mão dele esfregando a rola e, em poucos segundos, um jato de porra transparente e quente sujou meu cabelo, meu rosto e minha boquinha. Levou um minuto inteiro pra parar de gozar e, quando parou, ainda tinha resto de sêmen na rola e na mão dele. Por ordem da mamãe, comecei a limpar meu homem.
Lambi primeiro a mão dele, depois de engolir a porra. Chupei um por um todos os dedos dele, como se fosse a rola dele, e lambi a palma da mão. Depois, fui limpar a rola dele. Lambi os ovos dele, o tronco, onde tinha resto de sêmen, e então a cabeça, que lambi em círculos. Enfiei a rola dele na minha boca e, com umas chupadas rápidas, deixei a rola dele brilhando.
Excelente — disse a mamãe, maravilhada —. O Antonio vai ficar encantado.
Você vai assim — disse o papai, dominante — pra ele não esquecer quem é seu dono.
Vamos, vamos "te vestir" — disse a mamãe, rindo.
Ela colocou o cinto de castidade em mim (com o tesão enorme que eu tava, não foi difícil, apesar de tudo, porque meu pintinho tava bem pequeno). Depois, colocou uma peruca loira em mim e colocou os brincos, que eram de coração prateados. E finalmente o perfume, que era da Hello Kitty, de menininha. Passou no meu pescoço, na minha coisinha enjaulada, nos peitos e na racha do cu, além das bochechas.
Já tava pronta pra ir ver meu vizinho. Então, de mãos dadas com a mamãe (que vestiu uma camiseta branca e jeans), fomos pra casa do Antonio.
Saímos de casa. Eu tava totalmente nua e, embora era a casa ao lado, isso não tornava as coisas mais fáceis. Mamãe fechou a porta e, ainda segurando minha mão, fomos até a casa do vizinho. Mamãe tocou a campainha duas vezes.
O vizinho abriu a porta. Não estava usando nada sexy, em vez disso, vestia apenas jeans compridos, chinelos de ficar em casa e uma camiseta vermelha lisa.
Você está linda — ele me disse depois de um instante.
Obrigada — respondi, tímida.
Obrigado, Carmen, hoje vai ser uma noite excelente.
Espero que sim, Antônio. Aproveite.
Dito isso, mamãe foi embora e Antônio me mandou entrar. Foi o que fiz. Antônio fechou a porta e me mostrou a casa dele rapidamente:
A entrada era um corredor comprido. À esquerda ficavam o banheiro e, depois, a cozinha. À direita, dois quartos. Era só isso. Antônio me mandou cozinhar o jantar para ele.
Olha o que tem na geladeira e faz o que você quiser. Deixo você escolher.
Por sorte, mamãe tinha me ensinado a cozinhar durante meu treinamento, antes de ficar com papai. Então, depois de olhar o que tinha na despensa, decidi fazer uma omelete simples e uns bifes de porco. Depois de pronta, servi a comida num prato médio e Antônio me elogiou por cozinhar tão rápido. Sentei então no colo dele, sentindo o volume do seu belo pau. Antônio foi comendo devagar a comida dele. Eu ouvia ele mastigar e engolir, enquanto sentia, sem nenhum disfarce, ele ir tocando partes do meu corpo devagar. No começo, deu um carinho suave no meu rosto. Engoli seco e até senti um leve arrepio. Depois, foi descendo até minhas pernas, que acariciou lentamente, e então, diretamente, tocou meu pintinho. Mamãe tinha dado a chave da minha castidade pra ele, então ele tirou a gaiolinha. Massageou minhas bolinhas e eu respondi com gemidos de colegial. Depois, massageou e apalpou minha bunda inteira. Com a mão inteira (dava pra sentir o calor) começou a me masturbar. Pra cima e pra baixo, devagar. Quando sentiu meu líquido seminal, parou e colocou de volta o cinto de castidade. castidade.
Bem, princesa, vamos pro quarto. Seu vizinho quer saber que tipo de putinha você é.
Submissa, e de mão dada com ele, fui pro quarto dele, onde ele me jogou na cama. Era macia, de casal. Ele tirou toda a roupa até ficar completamente nu. Mostrava o pau de quinze centímetros, grosso e já com líquido seminal escorrendo. Engoli seco. Sabia o que vinha a seguir. Antonio nu tinha barriga e peitos meio caídos. Mesmo assim, era de certa forma atraente pra uma garotinha como eu.
Antonio subiu na cama comigo e me virou de bruços.
De quatro.
Submissa, obedeci, com medo de que algo pior acontecesse se eu não obedecesse meu vizinho. Então, com a bunda empinada, senti o pau de Antonio brincando com a racha do meu cu. E devagar, a cabeça foi entrando dentro de mim. Como já tava aberto de antes, não senti dor. Mas senti, sim, mesmo que custasse admitir, prazer. E mais ainda quando o pau de Antonio foi se enfiando devagar no meu interior. O tronco até chegar nos colhões. Agora o pau do meu vizinho tava completamente dentro de mim. Ele me preenchia toda. E a ação começou. Pra dentro, pra fora. Antonio ia me bombando enquanto eu gemia.
Toma pau, gostosa — disse Antonio.
Eu respondi entre gemidos. Pra dentro e pra fora de novo. Com as mãos, ele agarrou minha cintura e continuou metendo enquanto a cama inteira tremia.
Nem preciso dizer que ele tava me fodendo ainda cheia de porra. Da porra do papai. Depois de mais umas metidas (sentia o pau dele não só duro, mas também escorregadio entrando no meu cu), Antonio mudou de posição e me deitou de barriga pra cima na cama, enchendo meu cu de novo.
Pra dentro e pra fora. Ouvia o bater das bolas dele no meu cu uma vez e outra. Sem parar, dando metidas rápidas e incansáveis. Antonio tava muito tarado. Com certeza, tinha se tocado pensando em mim o dia inteiro. Tudo que queria me fazer. E agora ia colocar (ou melhor, tava colocando) em prática o que queria. fazendo. E eu adorava. Ouvia a respiração ofegante dele enquanto o pau dele me inundava por completo. Ele se aproximou de mim e me deu um beijo carinhoso. Os beijos do Antonio eram gostosos. Ele colocava a língua e brincava com a minha. Outro beijo. E mais um. Tudo enquanto o pau dele continuava preenchendo meu buraquinho. Outro beijo. Mais um. E então ele parou, tirou o pau e me mandou chupar. E foi o que eu fiz. Deitada de bruços, ele se ajoelhou na cama e comecei a chupar o pau dele.
Antes de tudo, dei vários beijinhos doces na cabeça. Ele gemeu de prazer. Lambi em círculos a cabeça e com a língua lambi as bolas. Da esquerda para a direita e dei mais alguns beijinhos, depois percorri todo o tronco com a língua e dei mais uns beijos. E finalmente coloquei o pau na minha boca.
Primeiro, coloquei a cabeça e, quase imediatamente depois, a metade do tronco. Antonio gemeu mais. O pau do Antonio, além de salgado, era grosso. Ele se mexia um pouco dentro de mim, me deixando ainda mais tesuda. Coloquei até as bolas e olhei nos olhos dele. Depois de um carinho no cabelo da parte dele, ele disse:
Continua, nenenzinha.
E eu fiz. Para dentro e para fora. Chupava e chupava aquele pica lindo. Sentia o líquido seminal dele dentro de mim e continuava fazendo o boquete no Antonio. Ele gemia de prazer e até segurou minha cabecinha. Quando ele achou adequado, começou a foder minha boca. Para dentro e para fora, com violência e muita rapidez. Sem parar. Quase não conseguia respirar. As estocadas dele na minha boca eram iguais ou maiores que as do meu cu. Quando achei que ele ia gozar na minha boca, ele parou, se deitou na cama e me mandou montar. E como uma boa nenenzinha submissa, obedeci. Montei em cima dele, segurando os peitorais dele com minhas mãozinhas de menina. Ele segurou minha cintura e deu um tapa na minha bunda. Eu dei um pulo e ele riu. Coloquei o pau dele no meu cu, até as bolas, e comecei a me mexer devagar. Devagar primeiro e em círculos. Depois, fui aumentando a velocidade até começar a cavalgá-lo. Para cima e para baixo, a toda velocidade. Ouvia o som das bolas dele. chocar com os meus.
Vem, putinha, vem. Continua.
Dizia Antônio com a respiração entrecortada. Eu continuava pulando. Se eu tivesse peitos, eles teriam balançado, mas eu não tinha e minha coisinha estava enjaulada. Antônio deu vários tapas na minha bunda e aproximou meu rosto do dele para me dar um beijo. Tudo enquanto continuava fodendo meu cu. Nos separamos e eu continuei pulando. E finalmente, chegou o clímax. Com os braços dele, ele me tirou da pica, me colocou de barriga pra cima na cama e começou a se masturbar. Não demorou nem dez segundos. Ele esfregava a pica com tanta força que pensei que ia sair voando. Mas o que saiu voando foi um jorro enorme de porra que foi direto no meu rosto e barriga. Me encheu toda e o jorro durou pelo menos vinte segundos, sem parar de sair muita porra.
Toma sua porra, putinha — disse Antônio.
Assim que fiquei toda encharcada, Antônio ficou ali parado, imóvel, respirando e recuperando o fôlego. Como uma boa menininha, limpei a pica dele com a língua, lambendo os ovos, o tronco e a glande, absorvendo cada vestígio de sêmen. Depois, Antônio e eu dormimos juntos, eu com a pica dele enfiada no cu e cheia de porra, que ele não me deixou limpar até a manhã seguinte. Esse foi meu café da manhã, junto com a urina dele. Aliás, antes de dormir, eu não tive permissão, mas ele mandou eu abrir bem a boca e soltou um belo jorro de mijo quente e grosso que encheu não só minha língua, mas também parte do meu rosto. Assim, mijada e cheia da porra dele, adormeci, com vontade de gozar e mijar. Tive um sonho erótico no qual papai e o vizinho me comiam, cada um de um lado. Na manhã seguinte, voltei pra minha cidade com papai e mamãe. O vizinho espera poder me foder de novo. E talvez ele faça isso. Quem sabe.
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