uma nova história bem pro fim de semana
Se der certo amanhã, a segunda parte.
COMENTEM, PUNTUEM
e aí vem a outra
Tava tudo indo muito bem com a minha namorada, embora a gente já tivesse vários anos juntos e o sexo não fosse lá essas coisas. Acho que meu trabalho colocava muitos limites, quase não tava em casa, mas isso garantia que não faltasse nada e ela não precisasse trabalhar. A vida era muito boa na nossa humilde morada, já tava pensando em ir melhorando ela aos poucos. O que sim, apesar de ser de chapa, era bem espaçosa: dois quartos, sala e cozinha separados. O tanque e o banheiro do lado de fora eram meio desconfortáveis, mas nem tanto. Quase sempre chegava cansado, jantávamos juntos, conversávamos um pouco e íamos dormir sem transar — isso era o normal. O sexo rolava só no sábado à noite. Numa conversa com o José, meu amigo do bairro, ele me perguntou como eu tava com a Silvia e se eu não tinha medo de chifre.
— Por que você diz isso? Comigo tá tudo bem. Você viu ela em alguma coisa estranha?
— José: E ela o dia inteiro sozinha, cara. Além disso, ela é muito gostosa.
— Fala sério, cara, me conta a real.
— José: Você sério que não vê? Não pode ser tão trouxa.
— Olha, comigo tá tudo em casa. Beleza, só transo nos fins de semana, você sabe como eu trampo, mas ela é uma gatinha normal pra mim. Não fica se exibindo pelo bairro, pelo menos eu nunca vi.
— José: Se se exibe? E como se exibe, cara. Se eu te contar, você manda ela pro caralho na hora.
— Não, cara, por quê? Vai, me conta. Você sabe, o corno é sempre o último a saber.
— José: Pelo que eu sei, já comeram ela um monte de vezes aqui. O do açougue, com certeza, e o do gás toda vez que vem também.
— E daí? Se ela tira dinheiro deles, faz bem, contanto que não engravide.
— José: Você não liga?
— Enquanto eu não ver, por que vou ligar? Se ela é uma puta gostosa, olha, ela me atende muito bem, não tenho do que reclamar. E pra falar a verdade, cada vez gasto menos. Você quer comer ela, não é? Eu te conheço bem, seu safado.
— José: A verdade é que sim, tô com uma vontade danada dela.
— Então, se você tá afim dela, paga e fica feliz.
— José: Sério que você tá me dizendo isso?
— Sim, cara, mas vai te custar caro, hein.
— José: O que for. É, mesmo que fique pelada, vale a pena.
Bom, eu resolvo com ela. Sábado te serve? Metade da sua quinzena e não se fala mais nisso.
José, metade? Mas é só uma transa.
Não, burrão, duas horas. Assim você tira bem a vontade. Isso, sim, não vale engravidar ela. E o dinheiro, um dia antes.
José, amanhã foda-se e me confirma que horas.
Quando você pagar, eu te falo, ok.
José, não se fala mais nisso, amigo.
Assim eu ia me vingar de quatro anos de chifre. Então a putinha gosta de pica? Vou dar pica pra putinha. Cheguei em casa e conversei com ela, que, como boa puta, negava tudo, até que teve que admitir, jogando a culpa em mim pelo meu abandono.
Bom, agora você vai ganhar grana e transar. O que mais quer? José paga meia quinzena, sabe a grana que é?
Silvia, tá bem. Eu sei que ela sempre me desejou. Você nunca percebeu nada, mas como é seu amigo, ela não dava chance. Vamos ver como ele é na cama.
Dizem que ele tem uma pica boa, então se prepara porque vai te dar uma bela fodida.
Na sexta, José me trouxe a grana, e no sábado ele veio às oito da noite já preparado. Silvia tinha colocado um vestidinho bem curto que ela mesma encurtou. Eu recebi ele na sala. José estava nervoso.
Vai, burrão, vai pro quarto que ela tá te esperando. Não me decepciona. Come ela com tudo. Tira bem a vontade.
José: E você, o que vai fazer?
Eu vou pro outro quarto pra não atrapalhar vocês. Na geladeira tem cerveja. Vai, arrebenta ela, que ela gosta muito disso.
José entrou no quarto e eu fui pro outro. Ouvi eles se beijando e, de pura curiosidade, fiquei olhando por um buraco na chapa. Quando comecei a ver, Silvia já estava pelada, sentada na cama chupando a pica do José enquanto ele tirava a camisa como podia. Dava pra ver que ela tava mamando como uma deusa.
José: Quer que eu chupe sua buceta?
Silvia: Sim, vai. O corno nunca faz e eu adoro.
Na hora, fizeram um sessenta e nove bem longo. Me deu conta que os dois tinham acabado na boca dela e que a Silvia engoliu tudo, a puta da mãe, que puta que é minha namorada, comigo nunca deixou eu encher a boca dela e poucas vezes me chupou, ela deitou ele de costas e sentou por cima, enfiou tudo devagar e pela cara dela dava pra sentir muito, logo começou a cavalgar enquanto o José massageava os peitões dela, parecia um filme pornô, eu já tinha tirado a pika pra fora e tava me masturbando bem devagar, ele falou que queria ela de quatro, ela desceu e ficou assim
Silvia continua me dando na buceta que você faz divinooo
dessa vez foi o José que meteu nela como se tivesse cravando uma faca, a Silvia deu um grito mas logo se ajeitou e começou a rebolar no ritmo da pika enquanto gemia aos berros
Silvia siiiim assim assim que pika boa que você temmm me mata me mata não goza ainda não não goza quero mais quero mais ahhh mais devagar que dói o corno não tem ela tão grandeee você é um cavalooo ahhh ahhh ahhhhhh
realmente pelo jeito que ela se contorcia minha namorada tava gozando como poucas vezes vi, o José enfiou até o fundo e parou ali, percebi que ele tava enchendo a pussy de cum na mesma hora que fazia, os gritos dos dois se misturaram, o orgasmo tinha sido extremo, a Silvia virou e ainda com a pussy escorrendo agarrou na pika dele chupando desesperada como se quisesse deixar dura de novo na hora, o José segurou a cabeça dela e começou a comer a boca dela, foi uma coisa tremenda, a coitada se engasgava e tinha ânsia toda vez que a pika entrava até o fundo da boca dela, gozei de novo vendo ela tão entregue, o José virou ela de novo e falou
José agora é a vez do seu cu
ela não disse nada, só abriu mais a bunda, aquele cu que pra mim ela dava de conta-gotas, pra ele ela entregou na primeira trepada, minha namorada a mais puta de todas disso já não tinha mais dúvidas, o José me Ela obedeceu em tudo, ele meteu com força bruta, Silvia gritava e implorava pra ele ir mais devagar enquanto ele respondia que ela era uma puta e merecia ter a buceta bem arrombada por isso. Adorei ver como ele dominava ela e ouvir ela implorando pra ele tirar, mas depois de um tempo minha namorada começou a pedir sozinha pra ele meter mais forte, pra arrebentar ela toda. Aquela transa durou muito mais tempo, parecia que nunca ia acabar. Eu gozei duas vezes enquanto José arrebentava o cu da minha namorada, e quando finalmente gozou, ele disse:
José: Sua puta, tava com vontade desse cu. Arrebentei tudo, puta. Não sabe como ficou aberto esse seu cu, vaca.
Silvia: Tô sentindo ele todo arrombado, agora nem vou sentir a pica do corno. Anda, me traz uma cerveja e a gente continua isso, ainda não acabou, bebê.
José saiu, foi na geladeira e pegou duas garrafas, entrou, deu uma pra ela e sentou do lado, tomando cerveja enquanto acariciava os peitos dela e ela o pau dele.
Silvia: Tava com tanta vontade de mim? Gostou de comer a namorada do seu amigo? De fazer direito, corno?
José: Com você sempre foi corno, puta, desde o primeiro dia. Você não me dava bola, mas sei que morria de vontade de me comer também. Quantos você comeu antes de mim, estando com ele?
Silvia: Melhor me perguntar quantos eu não comi. O que você quer? Se ele nem me toca e ainda tem uma pica que quase não sinto, metade da sua. Queria que ele me comesse como você me come.
José: Acho que mesmo que ele tivesse uma enorme, você dava pra ele do mesmo jeito, corno. Você sempre foi uma puta, isso não pode negar.
Silvia: Eu não nego, por isso aceitei transar por dinheiro com você e vou continuar fazendo sempre que você pagar, claro.
José: Tenho uns caras que te partiriam ao meio. Toparia comer eles?
Silvia: Desde que paguemnnn.
José: E meu prêmio é te comer de novo?
Silvia: Claro, dá uma boa transada antes, adoraria, você já sabe.
José: Mas eles te comeriam os dois juntos, eles adoram isso.
Silvia: Isso é mais caro, meu amor. Anda. sabendo
jose, você já foi comido por dois?
silvia três foi o que mais aguentei
jose o açougueiro e mais dois?
silvia sim, não conta pra ninguém, dessa vez me acabaram de verdade
jose comeu ela de novo, mas com toda a força que ainda tinha, sempre metia no cu dela, era a obsessão dele, não se cansava de arrebentar a buceta da puta da minha namorada, saiu do quarto e foi embora, aí fiquei eu exausto de tanta punheta que bati sem acreditar no tamanho dos chifres que eu tava tomando
Se der certo amanhã, a segunda parte.
COMENTEM, PUNTUEM
e aí vem a outra
Tava tudo indo muito bem com a minha namorada, embora a gente já tivesse vários anos juntos e o sexo não fosse lá essas coisas. Acho que meu trabalho colocava muitos limites, quase não tava em casa, mas isso garantia que não faltasse nada e ela não precisasse trabalhar. A vida era muito boa na nossa humilde morada, já tava pensando em ir melhorando ela aos poucos. O que sim, apesar de ser de chapa, era bem espaçosa: dois quartos, sala e cozinha separados. O tanque e o banheiro do lado de fora eram meio desconfortáveis, mas nem tanto. Quase sempre chegava cansado, jantávamos juntos, conversávamos um pouco e íamos dormir sem transar — isso era o normal. O sexo rolava só no sábado à noite. Numa conversa com o José, meu amigo do bairro, ele me perguntou como eu tava com a Silvia e se eu não tinha medo de chifre.
— Por que você diz isso? Comigo tá tudo bem. Você viu ela em alguma coisa estranha?
— José: E ela o dia inteiro sozinha, cara. Além disso, ela é muito gostosa.
— Fala sério, cara, me conta a real.
— José: Você sério que não vê? Não pode ser tão trouxa.
— Olha, comigo tá tudo em casa. Beleza, só transo nos fins de semana, você sabe como eu trampo, mas ela é uma gatinha normal pra mim. Não fica se exibindo pelo bairro, pelo menos eu nunca vi.
— José: Se se exibe? E como se exibe, cara. Se eu te contar, você manda ela pro caralho na hora.
— Não, cara, por quê? Vai, me conta. Você sabe, o corno é sempre o último a saber.
— José: Pelo que eu sei, já comeram ela um monte de vezes aqui. O do açougue, com certeza, e o do gás toda vez que vem também.
— E daí? Se ela tira dinheiro deles, faz bem, contanto que não engravide.
— José: Você não liga?
— Enquanto eu não ver, por que vou ligar? Se ela é uma puta gostosa, olha, ela me atende muito bem, não tenho do que reclamar. E pra falar a verdade, cada vez gasto menos. Você quer comer ela, não é? Eu te conheço bem, seu safado.
— José: A verdade é que sim, tô com uma vontade danada dela.
— Então, se você tá afim dela, paga e fica feliz.
— José: Sério que você tá me dizendo isso?
— Sim, cara, mas vai te custar caro, hein.
— José: O que for. É, mesmo que fique pelada, vale a pena.
Bom, eu resolvo com ela. Sábado te serve? Metade da sua quinzena e não se fala mais nisso.
José, metade? Mas é só uma transa.
Não, burrão, duas horas. Assim você tira bem a vontade. Isso, sim, não vale engravidar ela. E o dinheiro, um dia antes.
José, amanhã foda-se e me confirma que horas.
Quando você pagar, eu te falo, ok.
José, não se fala mais nisso, amigo.
Assim eu ia me vingar de quatro anos de chifre. Então a putinha gosta de pica? Vou dar pica pra putinha. Cheguei em casa e conversei com ela, que, como boa puta, negava tudo, até que teve que admitir, jogando a culpa em mim pelo meu abandono.
Bom, agora você vai ganhar grana e transar. O que mais quer? José paga meia quinzena, sabe a grana que é?
Silvia, tá bem. Eu sei que ela sempre me desejou. Você nunca percebeu nada, mas como é seu amigo, ela não dava chance. Vamos ver como ele é na cama.
Dizem que ele tem uma pica boa, então se prepara porque vai te dar uma bela fodida.
Na sexta, José me trouxe a grana, e no sábado ele veio às oito da noite já preparado. Silvia tinha colocado um vestidinho bem curto que ela mesma encurtou. Eu recebi ele na sala. José estava nervoso.
Vai, burrão, vai pro quarto que ela tá te esperando. Não me decepciona. Come ela com tudo. Tira bem a vontade.
José: E você, o que vai fazer?
Eu vou pro outro quarto pra não atrapalhar vocês. Na geladeira tem cerveja. Vai, arrebenta ela, que ela gosta muito disso.
José entrou no quarto e eu fui pro outro. Ouvi eles se beijando e, de pura curiosidade, fiquei olhando por um buraco na chapa. Quando comecei a ver, Silvia já estava pelada, sentada na cama chupando a pica do José enquanto ele tirava a camisa como podia. Dava pra ver que ela tava mamando como uma deusa.
José: Quer que eu chupe sua buceta?
Silvia: Sim, vai. O corno nunca faz e eu adoro.
Na hora, fizeram um sessenta e nove bem longo. Me deu conta que os dois tinham acabado na boca dela e que a Silvia engoliu tudo, a puta da mãe, que puta que é minha namorada, comigo nunca deixou eu encher a boca dela e poucas vezes me chupou, ela deitou ele de costas e sentou por cima, enfiou tudo devagar e pela cara dela dava pra sentir muito, logo começou a cavalgar enquanto o José massageava os peitões dela, parecia um filme pornô, eu já tinha tirado a pika pra fora e tava me masturbando bem devagar, ele falou que queria ela de quatro, ela desceu e ficou assim
Silvia continua me dando na buceta que você faz divinooo
dessa vez foi o José que meteu nela como se tivesse cravando uma faca, a Silvia deu um grito mas logo se ajeitou e começou a rebolar no ritmo da pika enquanto gemia aos berros
Silvia siiiim assim assim que pika boa que você temmm me mata me mata não goza ainda não não goza quero mais quero mais ahhh mais devagar que dói o corno não tem ela tão grandeee você é um cavalooo ahhh ahhh ahhhhhh
realmente pelo jeito que ela se contorcia minha namorada tava gozando como poucas vezes vi, o José enfiou até o fundo e parou ali, percebi que ele tava enchendo a pussy de cum na mesma hora que fazia, os gritos dos dois se misturaram, o orgasmo tinha sido extremo, a Silvia virou e ainda com a pussy escorrendo agarrou na pika dele chupando desesperada como se quisesse deixar dura de novo na hora, o José segurou a cabeça dela e começou a comer a boca dela, foi uma coisa tremenda, a coitada se engasgava e tinha ânsia toda vez que a pika entrava até o fundo da boca dela, gozei de novo vendo ela tão entregue, o José virou ela de novo e falou
José agora é a vez do seu cu
ela não disse nada, só abriu mais a bunda, aquele cu que pra mim ela dava de conta-gotas, pra ele ela entregou na primeira trepada, minha namorada a mais puta de todas disso já não tinha mais dúvidas, o José me Ela obedeceu em tudo, ele meteu com força bruta, Silvia gritava e implorava pra ele ir mais devagar enquanto ele respondia que ela era uma puta e merecia ter a buceta bem arrombada por isso. Adorei ver como ele dominava ela e ouvir ela implorando pra ele tirar, mas depois de um tempo minha namorada começou a pedir sozinha pra ele meter mais forte, pra arrebentar ela toda. Aquela transa durou muito mais tempo, parecia que nunca ia acabar. Eu gozei duas vezes enquanto José arrebentava o cu da minha namorada, e quando finalmente gozou, ele disse:
José: Sua puta, tava com vontade desse cu. Arrebentei tudo, puta. Não sabe como ficou aberto esse seu cu, vaca.
Silvia: Tô sentindo ele todo arrombado, agora nem vou sentir a pica do corno. Anda, me traz uma cerveja e a gente continua isso, ainda não acabou, bebê.
José saiu, foi na geladeira e pegou duas garrafas, entrou, deu uma pra ela e sentou do lado, tomando cerveja enquanto acariciava os peitos dela e ela o pau dele.
Silvia: Tava com tanta vontade de mim? Gostou de comer a namorada do seu amigo? De fazer direito, corno?
José: Com você sempre foi corno, puta, desde o primeiro dia. Você não me dava bola, mas sei que morria de vontade de me comer também. Quantos você comeu antes de mim, estando com ele?
Silvia: Melhor me perguntar quantos eu não comi. O que você quer? Se ele nem me toca e ainda tem uma pica que quase não sinto, metade da sua. Queria que ele me comesse como você me come.
José: Acho que mesmo que ele tivesse uma enorme, você dava pra ele do mesmo jeito, corno. Você sempre foi uma puta, isso não pode negar.
Silvia: Eu não nego, por isso aceitei transar por dinheiro com você e vou continuar fazendo sempre que você pagar, claro.
José: Tenho uns caras que te partiriam ao meio. Toparia comer eles?
Silvia: Desde que paguemnnn.
José: E meu prêmio é te comer de novo?
Silvia: Claro, dá uma boa transada antes, adoraria, você já sabe.
José: Mas eles te comeriam os dois juntos, eles adoram isso.
Silvia: Isso é mais caro, meu amor. Anda. sabendo
jose, você já foi comido por dois?
silvia três foi o que mais aguentei
jose o açougueiro e mais dois?
silvia sim, não conta pra ninguém, dessa vez me acabaram de verdade
jose comeu ela de novo, mas com toda a força que ainda tinha, sempre metia no cu dela, era a obsessão dele, não se cansava de arrebentar a buceta da puta da minha namorada, saiu do quarto e foi embora, aí fiquei eu exausto de tanta punheta que bati sem acreditar no tamanho dos chifres que eu tava tomando
1 comentários - Vendendo minha namorada