Contar isso me dói por vários motivos, pela minha mãe, por mim, porque nunca imaginei que poderia testemunhar algo como o que aconteceu, por mais coisas, por muitas. Fazia um ano que viemos com minha mãe do interior, meus pais se separaram, papai foi para o exterior porque tinha um irmão lá e aqui há muito tempo não conseguia trabalho, já não tinha dinheiro e sem familiares ficava impossível ficar. Mamãe era o oposto, advogada, com dinheiro, não abundante mas o suficiente para vivermos bem, e tinha sorte na sua área, uma empresa com escritórios na Capital ofereceu uma excelente remuneração para ela cuidar da área jurídica. Ela não hesitou, viajamos imediatamente e ficamos em um hotel até mamãe comprar um apartamento no sétimo andar de um prédio de bastante categoria em um bairro muito próximo ao centro, que era onde mamãe trabalhava. O apartamento era bonito, tinha uma sala de jantar ampla, com uma janelona, dois quartos, ambos também com janelões, uma cozinha média, um banheiro grande principal e um menor de serviço. As janelas da sala de jantar e dos quartos eram unidas por uma grande varanda. A única coisa é que em frente há outro prédio, muito mais velho e bastante descuidado, e dá para se ver de um para o outro, eles não têm varanda, só janelas que dão para fora. O apartamento que fica no mesmo andar que o nosso estava todo fechado, como se não tivesse ninguém. Bom, agora descrevo mamãe porque é a parte principal da minha narrativa. Eu tenho 6 anos e vou começar a escola primária agora, mamãe tem 33 anos, o cabelo preto que ela tinge, até os ombros, um pouco acima e ondulado, as ondas são grandes, tem olhos verdes muito claros, que se destacam pela cor do cabelo, e é bem branca. Não tem muitos peitos, de pequenos a médios, cintura fina e uma bunda muito boa com pernas bem formadas. É normal, exceto os olhos que são muito claros, eu chamo ela de gostosa, e a bunda que é um pouco grande para a cintura que Ela tem, não se destaca de outras mulheres. Veste-se sempre muito formal, com saias até os joelhos e blazers combinando, mantém isso por causa da profissão, mas a roupa íntima é pequena. Não provoca e neste ano separada nunca a vi nem conversando com algum homem que não fosse por trabalho. Nos fins de semana descansa e sai comigo, me leva para passear e aos jogos, tem um carro de dois anos que cuida muito e veste-se formal até quando está comigo, com calças não muito justas e sempre com a bunda coberta, seja pela camisa por fora no verão ou suéteres longos e largos no inverno. Mas em casa anda com camisolas transparentes, o apartamento é muito bem aquecido, então a temperatura sempre é agradável lá dentro. Agora é primavera, então estamos sempre com as janelas abertas. Tudo era normal, mamãe trabalhava e me deixava com uma senhora que ela pagava até voltar, então a senhora ia embora. Uma tarde em que mamãe já estava em casa, abriram as janelas do prédio da frente, as do apartamento que fica de frente para o nosso. Estávamos com mamãe na sala de jantar, eu colorindo uns livros que ela tinha comprado e ela fazendo um trabalho. Mamãe estava de lado para a janela, sentada com as pernas cruzadas, o que levantou a saia deixando ver as coxas, e eu estava de frente para a janela. No começo não percebi, mas depois olhei e vi um cara no quarto do outro prédio, me surpreendi porque era anão, sim anão, careca, meio gordinho e estava sentado numa cadeira olhando para o nosso apartamento. Olhei para ele e de lá ele acenou para mim, eu acenei de volta, mamãe ao me ver acenando olhou para a janela e o viu também, para mamãe ele não acenou, desceu da cadeira e foi para a sala de jantar dele, mas não dava para ver bem porque a janela estava meio baixa. Mamãe continuou fazendo o trabalho dela, e eu vi que o anão espiou pela janela da sala pensando que eu não o via, e agora vi claramente que ele estava olhando para as... pernas da mamãe. Naquela noite, mamãe tomou banho, preparou o jantar e nos sentamos para comer enquanto assistíamos televisão. Mamãe estava com um camisola branca que deixava transparente a calcinha azul que ela usava, uma calcinha bem pequena, mas ela tinha olhado para o apartamento em frente e, como viu que estava fechado, não baixou as janelas do nosso. Como eu me sentava de frente para a janela grande, vi uma luz bem fraca entre as frestas da janela da sala do apartamento em frente e vi a sombra do anão ali, estava olhando para cá e com certeza não era para mim. Mamãe se levantou para levar os pratos e o anão abriu um pouco mais a janela, eu fingia que não olhava, mas via. Fomos nos deitar e, do meu quarto, olhei para o apartamento do anão; ele se mudou para o quarto onde dormiria, ficando exatamente em frente ao quarto onde mamãe estava. Ela tinha a janela aberta e eu, pelo corredor, espiei e a vi deitada com a calcinha e um pijama por cima, lendo o jornal. Ela me viu e se cobriu, eu disse que queria beber água, ela me disse para esperar no meu quarto, vestiu o camisola e me serviu o copo. No dia seguinte, as coisas começaram a mudar. Eu estava com a senhora que me cuidava enquanto mamãe estava no trabalho, e o anão, que estava com as janelas abertas, ficou mais nojento. Estava apenas de cueca e, sabendo que eu olhava, tirou-a fingindo que estava se trocando. O que vi me impressionou: ele tinha uma coisa enorme, gigantesca, totalmente desproporcional ao corpo que tinha. Não sei como guardava aquilo quando estava vestido, não sei onde escondia, era algo como deformado, grosso, comprido e com a cabeça gigante. O anão ria enquanto tocava naqueles ovões enormes que pendiam, e começou a se vestir. Usava aquelas cuecas anatômicas, que eram para apertar e segurar a besta. Não sei por que ele me mostrou o troço dele, mas percebi que ele era um degenerado. No mesmo dia, fui com a senhora ao mercado comprar as coisas para mamãe cozinhar à noite e, enquanto a senhora Eu tava fazendo compras, eu estava na porta e apareceu o anão. Ele era quase da minha altura, e eu sou meio alto pra idade que tenho, ou seja, ele era um pouco mais baixo que eu, mas muito corpulento, como falei, careca, mas com pelos no corpo que deu pra ver porque ele tinha a camisa com os três botões de cima desabotoados. Ele se aproximou com um sorriso bem forçado e tinha uma cara de degenerado total. Ele me disse rápido "Nenê, que surpresa linda e a mamãe?", eu disse que ela era advogada e estava trabalhando, ele me olhou e disse, olhando pra senhora pra ter certeza que ela continuava comprando. "Mas justo, nenê, preciso de um advogado, você lembra o telefone da sua casa pra eu ligar e marcar uma entrevista?", como eu sabia de cor porque mamãe tinha me ensinado, eu falei, ele pegou um lápis e um pedaço de papel, anotou, piscou pra mim e foi embora. Naquela noite, assim que a gente terminou de jantar, ele ligou, eu atendi e ele disse secamente "Põe a mamãe no telefone", eu passei, mamãe me perguntou quem era e eu disse que não sabia, ela atendeu e depois de ouvir ele um tempinho disse "encantada" e falava de termos jurídicos. Eles ficaram uns trinta minutos conversando e mamãe disse no final que esperava ele amanhã às 9 da noite pra ele explicar bem o caso e se surpreendeu quando o anão disse que era o vizinho da frente. Antes de a gente ir dormir, mamãe olhou o apartamento do anão, mas tava fechado, embora eu soubesse que ele tava espiando pelas frestas. Ele abriu a janela de novo pra ver melhor a mamãe, mas sempre com as luzes apagadas pra ninguém ver. Mamãe de novo tava de calcinha e pijama lendo, num momento eu ia falar pra ela se cobrir porque o anão tava olhando, mas eu tinha medo dele, não sei porquê, mas tinha medo. Na outra noite, mamãe ficou vestida sabendo que o anão vinha, ela sabia que ele era anão, por isso quando abriu a porta não mostrou surpresa. A primeira coisa que mamãe perguntou foi de onde ele tinha conseguido o número de telefone, e o anão logo disse que foi da lista telefônica, procurando... Advogados, ele a encontrou pelo endereço que era ao lado dele. O anão tinha estudado tudo e num momento que a mamãe foi buscar café para servir, ele piscou o olho pra mim como dizendo que não me dedurou. Eles estavam falando de coisas de julgamentos e outras coisas que nem sei se eram verdade até que a mamãe disse que em alguns dias diria quanto custaria a intervenção dele. Depois começaram a falar do bairro e o anão falava coisas estúpidas pra fazer a mamãe rir, que ria pouco convencida. O anão olhava pra ela fazendo-se de tonto pras pernas, mas ela ou não dava importância ou não percebia e as manteve cruzadas, deixando as coxas visíveis. O anão foi embora obrigando a mamãe a se abaixar pra dar um beijo de despedida e pra mim piscou o olho de novo. Mamãe se trocou e foi pro seu quarto depois de me deitar no meu. Mamãe, como vinha fazendo ultimamente, ficou de calcinha e pijama e dessa vez o anão jogou pesado: fazendo-se de distraído, levantou a persiana do quarto dele e estava pelado, fingiu que não via nosso apartamento e se deitou nu com aquela besta pendurada quase até o chão. Fui pro corredor e espreitei o quarto da mamãe, e a vi olhando pro apartamento do anão, mas continuava descoberta. Depois de um tempo, ela se levantou, abaixou a persiana e ficou na cama, acendeu um cigarro e olhava pro teto pensando, terminou o cigarro, apagou a luz e dormiu. No outro dia, antes de começarmos a comer, apareceu o anão. Mamãe estava de camisola, então vestiu um casaquinho por cima, mas mesmo assim não cobria a calcinha preta que dava pra ver transparente. Ela abriu a porta e o anão apareceu com umas pastas e, pedindo desculpas por não ter avisado, entregou pra mamãe. Mamãe deixou ele entrar e serviu um café enquanto o anão olhava fixo pra bunda dela, vendo a calcinha, e começou a olhar as pastas. Depois de ler, ela fechou e disse que ia estudar bem, e o anão começou a falar qualquer bobagem pra ficar mais tempo. Mamãe ouvia, e então o anão começou a contar uma história sobre como ele se sentia um coitado, que achava que todo mundo olhava e ria dele, que nunca conseguiu encontrar um amor, e fez tão bem que até lágrimas começaram a cair. Mamãe, comovida, começou a consolá-lo e pegou a mão dele pedindo que se acalmasse e não pensasse nessas coisas. Aí o anão, aproveitando que mamãe tinha a mão sobre a dele, também pegou a mão dela, confessou que tinha 52 anos e se sentia abatido, e que às vezes dava vontade de se matar. Um verdadeiro circo, mas estava funcionando, mamãe quase começou a chorar também e aí o anão já tratando por "você" disse: "Perdoa o que vou te dizer, mas ontem sem querer abri a janela esquecendo que você estava na frente e com sua janela aberta, perdoa o momento, com certeza te dei nojo e eu entenderia", e começou a choramingar sempre segurando a mão dela e mamãe caiu, respondeu: "Não fique assim por favor, isso me dói, não me deu nojo, de jeito nenhum, não fique tão complexado te peço por favor", o anão estava ganhando pontos pra caralho, só me perguntava qual seria o plano para virar mamãe, e pra mim dava uma certa coisa imaginando o anão com aquele bruto pedaço de carne que tem entre as pernas dando pra mamãe. Depois de um tempo ele foi embora, comemos, ficamos conversando depois do jantar e fomos dormir. O anão abriu a janela mas estava de calcinha e ficava olhando pra janela de mamãe da cama dele. No outro dia e no seguinte o anão apareceu com a desculpa dos papéis que deixou com mamãe e ela já estava cuidando do caso, já eram como amigos, riam juntos, às vezes o anão ficava melancólico, choravam juntos. Com o passar dos dias e com ele já em casa todos os dias, começou a exercer um magnetismo sobre mamãe, falavam de coisas picantes e quentes que mamãe nunca tinha tocado, ela ficava corada às vezes mas se divertia. A coisa avançou muito, já fazia mais de um mês que o anão vinha amolecendo mamãe e já zoavam ele falando que assistia filmes pornográficos e se masturbava e ele chorava porque nenhuma mulher dava bola pra ele e a mãe o consolava, acariciando sua careca como se fosse um boneco. O anão decidiu lançar o ataque final. Como eles se cumprimentavam pela janela à noite, quando estavam deitados, embora a mãe não estivesse mais só de calcinha, mas também vestisse a calça do pijama, uma noite eu espiava do meu quarto no escuro, como sempre, pelas frestas, e vi o anão se levantando da cama, sempre olhando para a janela da mãe, que certamente estaria olhando para ele, baixou sua cueca anatômica, tinha a besta meio ereta e era terrível de se ver, e, olhando fixamente e muito sério, começou a se masturbar olhando para a mãe. Fui até o corredor e olhei para o quarto dela e a vi olhando fixamente para ele também, de repente o anão soltou sua terrível pica, pegou o telefone, discou e tocou em casa. A mãe atendeu o telefone do quarto dela, mas havia outro na sala, atrás de onde eu estava, olhei para ele e muito lentamente o levantei, ouvindo esta conversa. O anão disse: "Você gosta do que estou fazendo? Não tem pena de mim por ter que fazer isso?", a mãe respondeu: "Não faça mais, isso te faz mal, deita e descansa", ele disse: "Não, não posso deitar assim, isso me deixa pior, você percebe por que quero me matar? Não aguento mais, juro, vou me matar", a mãe disse: "Não diga isso, por favor, se acalme, você não pode viver assim", e ele disse: "Você tem muita razão, não posso viver assim, não mereço viver assim, me ajuda por favor, estou desesperado, deixa eu deitar com você agora, hoje é sexta, amanhã você não trabalha, te imploro, deixa eu me sentir humano, te suplico", e chorava. Agora saltou o plano do anão, ele estudou as fibras íntimas da mãe, sabia que a mãe estava há mais de um ano sem homens, muito astuto e venceu. A mãe disse: "Não podemos, meu filho está aqui ao lado, como vamos fazer?", o anão, já vitorioso, disse: "O menino dorme, fechamos as portas, colocamos música, você mesma me disse que o menino nunca acorda, se 'fuck you' nojo diga e pronto, não enrole com coisas que você sabe que têm solução" e voltaram as lágrimas e os soluços telefônicos, mamãe pensou um pouco e disse "Tá bom, vem, não toca a campainha, deixo a porta aberta, tira os sapatos assim que entrar e deixo o banheiro aceso pra você ver, não sei se estou fazendo certo, não esperava por isso de jeito nenhum mas vamos tentar", o anão, contendo a euforia e tesão que sentia disse "Obrigado, você é uma diva, vou te fazer feliz e vou ser feliz, não leve a mal mas por favor me espera sem a calça que você tá usando, já vou". Sua atuação e paciência deram frutos, ele ia comer a mamãe. Me deitei e fingi que estava profundamente dormido, como calculei mamãe entrou, certificou-se que eu estava dormindo, me beijou na cabeça depois de afagar meus cabelos, quando ouvi que ela ia buscar algo no guarda-roupa olhei, ela estava de calcinha com a parte de cima do pijama, olhei bem, aquele corpinho tão lindo, delicado, cuidado ia ser invadido por aquela coisa gigante que o anão tinha, ela pegou duas toalhas e um pote de creme, me beijou de novo, apagou a luz, fechou a porta e foi pro seu quarto. Daqui a pouco ouvi vozes, o anão estava aqui, senti a porta do banheiro fechar, e de repente a porta se abriu e a luz acendeu, surpreso me ajeitei como dormindo, mas o anão me viu. Veio até a beirada da cama onde eu estava e aí mostrou sua verdadeira face, sua perversidade, nojeira, morbidez, crueldade, maldade, tudo, uma pessoa imunda, um lixo. Ouvi o chuveiro, mamãe estava tomando banho antes de ir pra cama com ele e o anão com voz debochada afagou minha cabeça e me disse "Eu sei que você tá acordado, mas não importa, não se preocupa filho, eu queria que você visse o que vou fazer com a mamãe, que escutasse, tem que se acostumar com isso, talvez eu seja seu novo pai. A mamãe vou arrebentar essa noite como arrebentei tantas. Quero pegar a bunda dela e enfiar tudo dentro até as bolas doerem de bater nas nádegas dela, ela vai ter que usar Fraldas, mamãe, ela vai se cagar toda depois que eu deixar o buraco dela igual uma panela, coitadinha, e você não vai dizer nem "Ah", porque eu te arrebento, pequenininho como me vê, eu te arrebento. Vai pela varanda ver a mamãe, mas se eu te ouvir vou te buscar e te jogo lá embaixo, pivetinha, mesmo que você a ouça gritando que nem doida ou se cagando toda na cama, você quietinho, se quiser chorar, chore mas quietinho, eu deixo a janela um pouco aberta pra você ver e ouvir pelas frestas, não esquece o que eu te disse", o filho da puta me deu um beijo na cabeça, fez um sinal com a boca, abri os olhos e o vi pelado com o pau duro, ele ria enquanto me mostrava aquela coisa gigante inchada com as veias que pareciam que iam explodir e a cabeça que parecia uma laranja ali na ponta. Ele apagou a luz, fechou a porta e foi pro quarto. Eu comecei a chorar, sabia agora que o anão era um degenerado e que tinha zombado da mamãe pra maltratá-la como ia fazer, que ia machucá-la muito e eu tinha muito medo dele, se eu falasse ele era capaz de fazer algo com a mamãe e comigo, por isso tinha que ficar calado e aguentar a nojeira que viria. Mamãe saiu do banheiro e, como imaginei, passou pelo meu quarto pra ver se eu estava dormindo bem. Quando ouvi ela abrindo de novo o guarda-roupa, olhei e a vi com um camisolão branco longo transparente e nada por baixo, nem calcinha, estava nua. Ela acariciou minha cabeça de novo, me beijou, fechou a porta e ouvi ela fechando a porta do quarto dela. Hesitei um pouco, mas me levantei, abri um pouco a janela, caminhei pela varanda até ficar ao lado da janela do quarto da mamãe, as frestas estavam abertas e eu espiei por elas. Mamãe estava em pé e o anão também, ele chegava um pouco acima do umbigo dela e a abraçava forte com as mãos na bunda da mamãe por cima do camisolão, enquanto ela acariciava com as duas mãos a cabeça careca dele, com os olhos fechados olhando pra cima e dizendo baixinho "Por favor, por favor", não sei por quê. O O anão estava enlouquecido, o pau dele batia para cima de tão quente que ele estava e, aos poucos, foi levantando o camisão dela até a cintura, pedindo com voz autoritária que ela o segurasse ali. Ela agarrou e manteve na cintura, e o anão, olhando os pelos da buceta da mamãe e passando a língua por eles, enquanto com as mãos tocava as nádegas dela, dizia que ela era linda, divina, e que queria comê-la bem devagar. Agora o anão se enterrou na buceta e mamãe, ao sentir que ele a chupava com força, começou a gemer, apertando a cabeça dele e pedindo que a tratasse com suavidade. Ficaram assim um bom tempo, e o anão se pôs atrás dela e começou a lamber o buraco do cu, metendo um dedo lá dentro. Mamãe estava como que possuída e se mexia, empinando bem a bunda para fora. Já se sentindo fora de si, foram para a cama. Mamãe tirou o camisão e agora estavam os dois totalmente nus. Se beijaram por um tempão, enfiando as línguas e se apertando. O anão tocava a bunda dela, e mamãe agarrou aquela coisa deforme e enorme dele e a acariciava com muita suavidade. O pau do anão estava estourando de tão duro que ele o tinha. Ele se acomodou por cima e colocou na boca de mamãe, que começou a passar a língua e já olhava com preocupação ao ver seu tamanho descomunal. Além disso, a pica estava bem curvada para cima, parecia uma banana, algo que imaginei que doeria mais. O anão já começou a xingar e a ameaçar mamãe, dizendo que ia enfiar o pau na buceta dela e que não teria contemplações. Mamãe estava chupando as bolas dele naquele momento, então acho que não ouviu ou, se ouviu, não disse nada. Depois de quase meia hora de mamãe chupando o pau, as bolas e até o cu, a pedido do anão, que a tinha como hipnotizada, ele se acomodou em cima dela, chupou os peitos por um tempo, fazendo-a gemer e dizer várias vezes para ir devagar, porque com a boca ele puxava os mamilos para Lá fora, ele agarrou o pau, colocou na entrada da buceta e empurrou. A mamãe segurou nas laterais da cama quando sentiu aquela besta enorme e curvada entrando nela, gritou para ele parar e ir devagar, que era muito grande e estava doendo, mas ele não deu bola, pressionou mais enquanto apertava os peitos dela com as mãos e gemía. A mamãe estava muito desconfortável com aquilo dentro, doía, e ela não parecia estar muito lubrificada ainda, mas o anão continuava enfiando.
Já mais da metade do pau estava dentro da mamãe, que se mexia reclamando da força que o anão fazia para cravar. Com esforço e na brutalidade, o anão enfiou tudo, agora aquele monstro estava dentro da mamãe, que continuava gritando para ele parar. Mas o anão não entendia de suavidade, começou a bombear, a bunda dele ia pra cima e pra baixo numa velocidade considerável e a mamãe seguia tentando se acostumar com aquilo. Levou mais de 15 minutos para a mamãe começar a gozar também, até ali era só dor e agora também era, mas misturado com prazer. Já se mexiam os dois e a mamãe agora se dedicava a dizer para ele não gozar dentro, pois ela não estava se cuidando. Isso incentivou o anão, ele metia mais forte, tirava até a cabeça e enterrava tudo de uma vez, fazendo ela gritar pela brutalidade com que a comia. Não tinha compaixão, o anão parecia que pulava em cima dela para cravar bem e, ao contrário do que ela suplicava, depois de quase uma hora metendo, ele enfiou até o fundo e gozou. Ela quis tirar, mas ele se firmou bem e deixou tudo dentro. Deitou ao lado dela e começaram a discutir por ter gozado dentro, mas o anão com suas palavras a hipnotizou de novo e a discussão terminou ali. Corri para o meu quarto imaginando que a mamãe, depois de ir ao banheiro, passaria para ver como eu estava. Ela fez o contrário, passou pelo meu quarto, estava só de camisola e mais nada, e foi para o banheiro. Atrás veio o anão, filho da puta, e me disse: "O que você achou? Acho que fiz merda, enchi ela de porra, olha se tem um irmãozinho? Bom, não importa, quero ser pai. Agora vem a melhor parte, não perde, é a parte em que eu vou arrombar bem esse cuzinho apertado que ela tem. Vai ser difícil, mas ela vai dar e eu vou fazer ela cagar em cima, por favor não se impressione, é algo natural, todo mundo faz, mesmo que não seja por um pau, ela tem essa sorte. Você se comportou muito bem, continue assim e vamos ser grandes amigos", de novo ele me deu um beijo na cabeça e saiu rindo alto. Mamãe passou de novo pelo quarto e entrou no dela. Saí de novo na varanda e o anão já estava atuando pra comer o cu dela. Enquanto com um dedo acariciava o buraco do cu dela, ele dizia quase chorando pra ela dar. Mamãe recusava, dizendo que estava ruim do estômago por algo que comeu e que ela não gostava por ali. O anão estava desesperado, pedia por favor, chorava, beijava ela na boca, dizia que ia ser bem devagar, que se doesse ele tirava na hora, que ele queria o cu dela, que não dormiu pensando no cu, que ela não fizesse isso com ele, todo um repertório de mentiras, mas funcionou. Mamãe disse que bem devagarinho e que se ela falasse alguma coisa ele tinha que tirar voando, o anão falso disse que sim. Mamãe deitou de bruços e abriu bem as pernas, o anão estava hipnotizado olhando o cu dela, beijava as nádegas, o buraco, olhava pra cima, pro teto enquanto falava coisas que nem mamãe entendia, abriu o pote de creme, passou bastante no seu pauzão e no buraco do cu da mamãe, se posicionou devagar, alinhou a cabeça no buraco e veio o desastre. Ele empurrou olhando pra mamãe, sabendo que a reação ia vir, e veio. Mamãe quando sentiu aquilo começando a abrir ela por trás soltou um grito dizendo que não, que não queria, o anão respondeu empurrando mais e começando a esconder a cabeçona dentro. Mamãe jogava os braços pra trás pra agarrar ele mas não alcançava, o anão se encolhia pra mamãe não atrapalhar, com os braços abraçava forte a cintura dela e empurrou mais o pau pra dentro. escondendo a cabeça na bunda sofrida da mamãe. Mamãe gritou pedindo que chega, que não queria mais, mas ele gemeu ao ter rompido a resistência do cu dela e olhou pra janela rindo sabendo que eu estava lá. O lixo, olhando pra mim empurrou mais, sempre agarrado como um carrapato nela com seus braços, aguentando os movimentos desesperados da mamãe pra tirá-lo de lá. Mamãe já estava com lágrimas nos olhos e pedia entre soluços que parasse, que não aguentava mais, que implorava pra ele tirar, mas nada, o anão já tinha metido metade daquele pauzão dobrado no cu dela, se firmou mais forte porque mamãe, presa de desespero, tentou se levantar mas ele aos empurrões a dominou. Era horrível ver ele assim agarrado destruindo a mamãe e rindo olhando pra mim, parecia um pesadelo horrível, de terror. Lentamente o pau entrava mais e mais até que as bolas tocaram as nádegas dela. Mamãe estava com o rosto esmagado contra a cama e batendo com os punhos no estrado da cama, estava ficando sem forças e o anão sabia disso, por isso ficou lá aguentando os últimos focos de resistência dela, finalmente ela ficou quieta, vencida, chorando e o anão começou seu trabalho de perfuração. Primeiro era devagar o meter e sacar mas logo começou a pular na bunda dela que pedia por favor que não a humilhasse, que a deixasse ir ao banheiro, mas ele metia sem piedade, estava louco arrombando aquele cu que tanto desejava, algo ele deve ter sentido porque de repente tirou e mamãe explodiu. O anão que se ajoelhou entre as pernas dela, olhou pra janela cagando de rir e apontou pra bunda da mamãe me mostrando toda a sujeira. Mamãe chorava e o nojento e asqueroso anão, quando viu que mamãe terminou, enfiou de novo assim mesmo. Teve ela por uma hora e meia metendo no cu até encher de porra. Ficou mais uma hora explicando enquanto a acariciava que ela o perdoasse mas não tinha outro jeito de abri-la, que agora o cu estava moldado pra sua coisa e tudo seria mais fácil no futuro. Limparam tudo, tiraram os lençóis e jogaram no lixo, colocaram lençóis novos, mamãe com uma dor terrível foi tomar banho, o anão não veio me ver e eu adormeci. Não sei se mamãe está grávida, acho que não, felizmente, mas o anão está aqui morando com a gente, todos os dias ele come ela por todo lado, mas há alguns dias ele está fazendo manha para trazer pra casa outro anão que me diz que tem o pau maior que o dele. Estou desesperado com isso, mas sei que ele vai conseguir, mamãe está sob o domínio dele.
Já mais da metade do pau estava dentro da mamãe, que se mexia reclamando da força que o anão fazia para cravar. Com esforço e na brutalidade, o anão enfiou tudo, agora aquele monstro estava dentro da mamãe, que continuava gritando para ele parar. Mas o anão não entendia de suavidade, começou a bombear, a bunda dele ia pra cima e pra baixo numa velocidade considerável e a mamãe seguia tentando se acostumar com aquilo. Levou mais de 15 minutos para a mamãe começar a gozar também, até ali era só dor e agora também era, mas misturado com prazer. Já se mexiam os dois e a mamãe agora se dedicava a dizer para ele não gozar dentro, pois ela não estava se cuidando. Isso incentivou o anão, ele metia mais forte, tirava até a cabeça e enterrava tudo de uma vez, fazendo ela gritar pela brutalidade com que a comia. Não tinha compaixão, o anão parecia que pulava em cima dela para cravar bem e, ao contrário do que ela suplicava, depois de quase uma hora metendo, ele enfiou até o fundo e gozou. Ela quis tirar, mas ele se firmou bem e deixou tudo dentro. Deitou ao lado dela e começaram a discutir por ter gozado dentro, mas o anão com suas palavras a hipnotizou de novo e a discussão terminou ali. Corri para o meu quarto imaginando que a mamãe, depois de ir ao banheiro, passaria para ver como eu estava. Ela fez o contrário, passou pelo meu quarto, estava só de camisola e mais nada, e foi para o banheiro. Atrás veio o anão, filho da puta, e me disse: "O que você achou? Acho que fiz merda, enchi ela de porra, olha se tem um irmãozinho? Bom, não importa, quero ser pai. Agora vem a melhor parte, não perde, é a parte em que eu vou arrombar bem esse cuzinho apertado que ela tem. Vai ser difícil, mas ela vai dar e eu vou fazer ela cagar em cima, por favor não se impressione, é algo natural, todo mundo faz, mesmo que não seja por um pau, ela tem essa sorte. Você se comportou muito bem, continue assim e vamos ser grandes amigos", de novo ele me deu um beijo na cabeça e saiu rindo alto. Mamãe passou de novo pelo quarto e entrou no dela. Saí de novo na varanda e o anão já estava atuando pra comer o cu dela. Enquanto com um dedo acariciava o buraco do cu dela, ele dizia quase chorando pra ela dar. Mamãe recusava, dizendo que estava ruim do estômago por algo que comeu e que ela não gostava por ali. O anão estava desesperado, pedia por favor, chorava, beijava ela na boca, dizia que ia ser bem devagar, que se doesse ele tirava na hora, que ele queria o cu dela, que não dormiu pensando no cu, que ela não fizesse isso com ele, todo um repertório de mentiras, mas funcionou. Mamãe disse que bem devagarinho e que se ela falasse alguma coisa ele tinha que tirar voando, o anão falso disse que sim. Mamãe deitou de bruços e abriu bem as pernas, o anão estava hipnotizado olhando o cu dela, beijava as nádegas, o buraco, olhava pra cima, pro teto enquanto falava coisas que nem mamãe entendia, abriu o pote de creme, passou bastante no seu pauzão e no buraco do cu da mamãe, se posicionou devagar, alinhou a cabeça no buraco e veio o desastre. Ele empurrou olhando pra mamãe, sabendo que a reação ia vir, e veio. Mamãe quando sentiu aquilo começando a abrir ela por trás soltou um grito dizendo que não, que não queria, o anão respondeu empurrando mais e começando a esconder a cabeçona dentro. Mamãe jogava os braços pra trás pra agarrar ele mas não alcançava, o anão se encolhia pra mamãe não atrapalhar, com os braços abraçava forte a cintura dela e empurrou mais o pau pra dentro. escondendo a cabeça na bunda sofrida da mamãe. Mamãe gritou pedindo que chega, que não queria mais, mas ele gemeu ao ter rompido a resistência do cu dela e olhou pra janela rindo sabendo que eu estava lá. O lixo, olhando pra mim empurrou mais, sempre agarrado como um carrapato nela com seus braços, aguentando os movimentos desesperados da mamãe pra tirá-lo de lá. Mamãe já estava com lágrimas nos olhos e pedia entre soluços que parasse, que não aguentava mais, que implorava pra ele tirar, mas nada, o anão já tinha metido metade daquele pauzão dobrado no cu dela, se firmou mais forte porque mamãe, presa de desespero, tentou se levantar mas ele aos empurrões a dominou. Era horrível ver ele assim agarrado destruindo a mamãe e rindo olhando pra mim, parecia um pesadelo horrível, de terror. Lentamente o pau entrava mais e mais até que as bolas tocaram as nádegas dela. Mamãe estava com o rosto esmagado contra a cama e batendo com os punhos no estrado da cama, estava ficando sem forças e o anão sabia disso, por isso ficou lá aguentando os últimos focos de resistência dela, finalmente ela ficou quieta, vencida, chorando e o anão começou seu trabalho de perfuração. Primeiro era devagar o meter e sacar mas logo começou a pular na bunda dela que pedia por favor que não a humilhasse, que a deixasse ir ao banheiro, mas ele metia sem piedade, estava louco arrombando aquele cu que tanto desejava, algo ele deve ter sentido porque de repente tirou e mamãe explodiu. O anão que se ajoelhou entre as pernas dela, olhou pra janela cagando de rir e apontou pra bunda da mamãe me mostrando toda a sujeira. Mamãe chorava e o nojento e asqueroso anão, quando viu que mamãe terminou, enfiou de novo assim mesmo. Teve ela por uma hora e meia metendo no cu até encher de porra. Ficou mais uma hora explicando enquanto a acariciava que ela o perdoasse mas não tinha outro jeito de abri-la, que agora o cu estava moldado pra sua coisa e tudo seria mais fácil no futuro. Limparam tudo, tiraram os lençóis e jogaram no lixo, colocaram lençóis novos, mamãe com uma dor terrível foi tomar banho, o anão não veio me ver e eu adormeci. Não sei se mamãe está grávida, acho que não, felizmente, mas o anão está aqui morando com a gente, todos os dias ele come ela por todo lado, mas há alguns dias ele está fazendo manha para trazer pra casa outro anão que me diz que tem o pau maior que o dele. Estou desesperado com isso, mas sei que ele vai conseguir, mamãe está sob o domínio dele.
1 comentários - Nosso Vizinho Estranho