Minhas filhas gostosas III

Muito obrigado a todos que têm visitado meus posts. Finalmente a continuação desse conto erótico e incestuoso que venho trabalhando há anos. Não esqueçam de avaliar e se inscrever neste seu blog favorito, podem visitar a parte anterior aqui:http://www.poringa.net/posts/relatos/5058933/Mis-amadas-hijas-II.htmlAVISO: Para quem tem a fantasia de interpretar essa história, ela pode ser adaptada para isso. Podem mandar pedido no meu Telegram: @AndresFl0r3sCAPÍTULO IVSelene estava parada na entrada do chuveiro, completamente nua e sorrindo para o pai. Foi se aproximando devagar enquanto Marcus recuava um pouco, sem palavras, olhando para ela, e o pau dele ficava ainda mais duro.

— Bom dia, papai. Vejo que você acordou melhor... — Ela pegou o pau dele e começou a masturbar, enquanto passava a mão pelo corpo todo até os quadris, olhando para ele e para o pau, sentindo a mão de Marcus perto da bunda dela. — Não tenha medo, papai... — Pegou a mão dele e colocou na bunda dela. — Pode confiar em mim. — Beijou o pescoço dele enquanto ele soltava um gemido meio alto. A mão direita de Selene se movia firme, mas ao mesmo tempo suave, para excitar ele o suficiente. Então, devagar, foi beijando o peito dele até o abdômen, chegando nos quadris e na base do pau. Marcus a parou antes que ela fizesse algo, segurou o queixo dela, mas ela continuava empurrando o corpo em direção ao pau, direto para a boca, com um olhar decidido que dizia que ela estava pronta para chupar o membro dele custasse o que custasse. Aquele olhar, ela já tinha visto na mãe dela, Kendra costumava ter a mesma expressão quando mamava o pau dele por desespero, não dava para negar que ela era filha da mãe, a muito gostosa.

Devagar, ele deixou ela se aproximar enquanto acariciava as mãos dela que estavam na cintura dele. Ela, sem desviar muito o olhar, se ajoelhou na frente do pau dele e começou a respirar nele. O cheiro era inebriante para ela, devagar abriu a boca e deixou o hálito sair até beijar a ponta, Marcus não conseguiu se segurar e gemeu alto, o que fez Selene soltar uma risada.

— Gostou, papai? Eu sei que sim. Afinal, mamãe costumava fazer isso com você, não é... — Aos poucos, foi beijando a ponta e o resto do pau até chegar na base, onde chupou as bolas dele com suavidade, mas usando os dentes de leve. Subiu devagar com a língua até finalmente enfiar o membro inteiro na boca. Movimentos suaves e sensuais com a mandíbula, ela encarava o pai fixamente enquanto usava a mão direita para masturbá-lo, pausando para respirar.

Nos cinco minutos seguintes, Selene levou o pai ao limite do êxtase usando a boca e a mão, sem enfiar o pau inteiro na garganta. Cuspia e chupava, uma e outra vez. Nenhum dos dois percebeu que a porta do chuveiro se abriu e uma voz ainda mais suave interrompeu.

— Posso entrar? — Hanna estava nua e, antes que Marcus dissesse algo, foi direto beijá-lo na boca. — O que foi, papai? Por que você está tremendo? — Marcus não disse uma palavra e colocou a mão esquerda nas costas da filha mais nova. Selene continuou seu trabalho enquanto Hanna beijava o pescoço dele e mordiscava levemente a orelha. Era tanto êxtase que Marcus parou Selene e disse:

— Espera... Mmmmmm... Acho que já vou gozar... — Começou a se masturbar enquanto Selene se tocava na buceta e gemia baixinho. Devagar, o líquido pré-seminal escorreu, e Selene não se conteve: devorou o máximo que pôde o pau do pai, fazendo Marcus soltar um gemido ainda mais forte ao sentir a garganta da filha e o calor dela, jorrando gozos grossos que quase sufocaram a herdeira dos Prime. Por um minuto e meio, ele gozou na boca da filha, e Hanna se ajoelhou para beijar a irmã e dividir o leite do pai. A cena ainda era excitante depois daquilo, mas Marcus não disse nada e saiu na hora, enquanto as filhas riam um pouco e terminavam de se lavar.CAPÍTULO VPouco depois de tomar banho, Marcus chamou as filhas pra mesa. Tinha preparado o café da manhã e queria bater um papo com elas. Selene e Hannah chegaram, as duas usando blusas meio largas, mas Selene tava de jeans e Hannah de saia. Cada uma deu um beijo no rosto do pai, mas Hannah beijou perto da boca. Quando sentaram na mesa redonda cheia de comida, a pequena família começou a comer sem falar nada.

Depois de terminar a comida, Marcus, com seriedade e uma voz firme, começou a conversa.

— Meninas, quero falar com vocês sobre uma coisa. — As garotas já estavam terminando de comer, mas pararam pra ouvir o pai com atenção. — O que... O que a-a-conteceu nos últimos meses, foi difícil pra mim, como vocês sabem. Quero deixar claro que não quero briga nenhuma com a mãe de vocês, mas não posso ignorar o que ela fez. Eu... Não quero que vocês se afastem dela. Fui eu quem ela traiu, não vocês.

— Pai, aquela mulher é uma piranha. Ela também nos machucou. — Hannah falou.

— Hannah, não fala assim da sua mãe. Ela não machucou vocês, só a mim, e vocês não precisam carregar isso, nunca. Entenderam?

— Mas pai, a mamãe nos machucou ao longo do tempo. Ela sempre nos forçava a fazer coisas que a gente não queria. — Diante disso, Marcus não disse nada, até que:

— Entendo, querida, mas você é nossa herdeira. Entenda que sua educação exigia isso. — Com essa resposta, Selene não falou mais nada. — Agora... O que... O que aconteceu aqui, ninguém pode saber. NINGUÉM! Vocês entenderam o que eu tô dizendo?! Se alguém descobrir, coisas ruins podem acontecer pra nossa família e pra nossa empresa.

— Pai, o que a Selene e eu fizemos foi por você e só por você. O que tem de errado nisso?

— Não é certo, filha. Não é bem visto pelas pessoas. Somos uma família rica, com poder, e muita gente vai procurar um jeito de nos derrubar. A imprensa sabe disso de um jeito ou de outro.

— Foda-se a imprensa. Você é nosso pai... Hannah, e eu vi como você sofreu com o término com a mamãe, e queremos te ajudar, papai. Vamos te ajudar em tudo. — Selene colocou a mão na mão do pai. Marcus sentiu o calor dela.

— Agradeço, minhas meninas. Mas... situações como essa não são para vocês se envolverem.

— Quê? Não gostou quando minha irmã usou a boca em você?

— Não... Quer dizer, sim, gostei e agradeço por isso. Mas vocês não deviam fazer esse tipo de coisa. Ou pelo menos não comigo.

— Papai... Acho que você não entendeu. Vamos te ajudar, querendo ou não. Somos só nós duas, e você pode confiar qualquer coisa pra gente. Vamos te aliviar quando você quiser. — Selene colocou a mão na perna dele, perto da virilha, e Hannah sentou na perna direita dele, acariciando o peito dele. Marcus só parecia confuso e meio desconfortável, mas pensou por um momento e disse:

— Tá bom. Já que não querem obedecer, então vão aprender. Mas não deixem todo o prazer só pra mim, vocês também deviam sentir um pouco. Querem saber como? — As garotas ficaram animadas. Saíram pro quintal, e numa das redes Marcus sentou e pediu pra Hannah sentar entre as pernas dele. — Confia em mim, querida?

— Claro que sim, papai! — Hannah sentou entre as pernas dele, e Selene ficou sentada de frente pra Hannah. Marcus acariciou o corpo da filha mais nova por um tempo, tocando os peitinhos pequenos e macios dela, levantou a saia dela e pediu pra ela chupar os dois dedos dele. Hannah obedeceu, e Marcus acariciou devagar a buceta depilada dela, foi abrindo ela aos poucos até enfiar a ponta dos dedos.

— Tudo está na suavidade e delicadeza pra esse tipo de coisa. Não pode ser nem muito rápido nem muito devagar. Movimentos circulares e firmes, entrando e saindo, e assim vocês vão chegar ao êxtase. — Hannah se perdeu quando o pai disse "delicadeza", começou a gemer e se mexer devagar. Marcus beijava o pescoço dela, e Selene imitava os movimentos por cima da calça jeans dela. Ver o pai dedando a irmã a excitava pra caralho, e ela não conseguia evitar gemer. também.
Nos cinco minutos seguintes, Marcus enfiava e tirava os dedos, lambia eles e enfiava de novo. Hannah se sentia bem em ter o pai dela ali fazendo aquilo, fazia ela se sentir mulher, mas não completamente. Não demorou muito pra ela gozar com os dedos do pai dentro dela.

— Essa é a minha menina. — Marcus deu um beijão na bochecha dela, mas Hannah virou o rosto e beijou ele apaixonadamente. — Okay, calma. A gente vai fazer isso direto. Tenho que ir pro escritório hoje, mas não vou demorar, volto pra janta. — As meninas ficaram decepcionadas ao ver que o pai não ia ficar com elas nessa linda manhã de sábado. Marcus arrumou as coisas e se despediu de cada uma com um beijo no canto dos lábios.

Assim que chegou no escritório, a secretária avisou que a advogada dele já estava lá dentro...CONTINUA...

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