O escultural corpo da Riveros e a desejada colegial serão estupradas e sodomizadas pelo zelador, tudo para recuperar seu precioso diário.O nojento velho arregalou os olhos ao ouvir essas palavras da garota. Seu rosto tinha uma careta mórbida de triunfo, e, dando um gole na cerveja que bebia, deixando o bigode escorrendo do líquido espumoso, sentia a pica endurecer, porque não era uma puta barata de rua que ele tinha, mas sim uma escultural gostosa de 18 anos, dona de um corpão como poucas. Sentado na cama com os pés no chão, começou a tirar o short, ficando nojento e nu, com aquele corpo enrugado e seboso. Em seguida, agarrou a meia-bomba que emergia de uma suja moita de pelos e começou a bater uma com a mão. A garota abriu mais seus lindos olhos verdes e os cravou no aparelho do velho. Enquanto ele mais a olhava, mais se excitava, e uma infinidade de pensamentos quentes chegavam à sua cabeça sobre o que fazer com ela. Ele lambia os lábios, pensando no que ia fazer com a colegial em seguida. Mancando lentamente, se aproximou da garota, que, por instinto, andou para trás até bater na parede. Não tinha escapatória. Era um feixe de nervos. Via com horror aquele ser horrível se aproximando dela, com um olhar cheio de desejo. Ele parecia assustador ao andar, mancando, e aquela barriga sebosa se movendo como gelatina. O velho pegava as coisas com muita calma, sabendo-se dono da situação. Ao chegar na frente da garota, disse: "Bom, mamacita, então vamos dar uma chupada gostosa." Ele olhava fixamente para o rosto dela, com os olhos totalmente fora das órbitas e uma cara de depravação total.
O velho começou a se encostar no corpo escultural da garota, e ela apoiava as mãos nos pelos do peito dele, fazendo força para tentar se afastar, enquanto ele fazia força para puxá-la para perto. O velho tinha mais força que ela, e venceu. Suas mãos sujas e encardidas agarraram a cintura fina dela, acariciando a pele macia. lentamente, enquanto seu rosto horrível e enrugado se aproximava da boca da garota, tentando saborear aqueles lábios grossos e perfeitos da menina e dizendo pra ela "me dá um beijinho, gostosa", enquanto a envolvia com os braços e colocava a cara perto da garota apavorada, ela virou o rosto de lado, colando a bochecha na parede, tentando evitar que o velho manchasse os lábios dela. Sentia nojo do cheiro de suor e cerveja dele. O velho sorriu, sabendo do asco que causava na colegial.
Em seguida, ele se apossou da orelha e do pescoço dela. Adorava sentir aquele aroma atraente de juventude, de feminilidade, de higiene impecável da menina. Isso esquentava ainda mais o degenerado. Ele estava subjugado por aquela monumento de novinha, enquanto as mãos começaram a descer para percorrer aquele par redondo e carnudo de bundão da menina. O velho sentia um tesão danado ao apalpar a dureza daquelas nádegas e sentir o biquíni por baixo da minissaia da garota. "Você é uma puta deliciosa, me encanta. Que biquíni gostoso você tá usando, sua safada", dizia o velho, que não parava de morder a orelhinha dela e percorrer com a língua nojenta o pescoço jovem da menina. Uma grande excitação tinha despertado dentro da jovem; ela sentia que aquele hálito quente percorrendo seu pescoço sensível lhe causava arrepios, e apenas murmurou, tentando inutilmente que aquele foda-se parasse: "Por favor, paaaaara... pelo amor... nãooooo". Mas isso só esquentava mais o velho, que a cada segundo que passava ficava ainda mais excitado e tesudo. Vê-la ali na frente e saber que estava totalmente submissa.
As mãos enrugadas e ásperas do porteiro tarado acariciavam a pele lisa e macia das costas da menina, causando-lhe cócegas, para em seguida deslizá-las lentamente para baixo, rumo àquele par de bundão carnudo e redondo. O velho fodão sentia nas mãos, ao ir descendo lentamente pelas costas da garota, como iam surgindo deliciosamente ao toque aqueles enormes montes de carne. que eram o sonho de muitos caras, o velho horroroso, ao ficar viúvo e passar anos sem uma mulher nos braços, sentia um tesão como há muito não tinha. Se deliciava apertando aquelas nalgas perfeitas e enlouquecedoras sob o tecido fino da minissaia da garota, acariciava, apertava, sentindo deliciosamente em suas mãos calejadas como a menina tremia com o agarramento, sentia a dureza e a redondeza saborosa daquele par de nalgas soberbas. A garota só se contorcia como cobra diante dos apalpões do velho. Nisso, as duas mãos se enfiaram por baixo da minissaia da menina, sentindo e tocando a maciez da pele nua, tocava e acariciava aquelas pernas suaves e lisas para logo em seguida apalpar as nalgas, cobertas só pela calcinha pequena. Acariciava, apertava aquelas nalgas abundantes e duras.
A garota começou a balançar a cabeça de um lado para o outro por causa das lambidas do velho no pescoço dela. O velho tarado destravou o botão da saia da garota e abaixou lentamente o zíper para, em seguida, deslizar a minissaia do uniforme escolar para baixo. Céus, Riveros estava tão enlouquecida pelas lambidas do velho safado no pescoço e na orelha que nem sentiu quando a minissaia escolar caiu no chão, ficando só de calcinha. O velho se aproximou do ouvido dela e disse: "como você é gostosa, mamasota", e em seguida levantou a blusa, deslizando-a pela cabeça, deixando a tremenda colegial só de roupa íntima. A visão era espetacular, com sua lingerie sexy, minúscula e muito provocante, fazendo sobressair ainda mais aquelas carnes fabulosas. Seu sutiãzinho segurando aquelas montanhas de carne e a calcinha que, na parte de trás, sumia naquele par de nalgas. Parecia uma deusa transformada em mulher. O velho recuou para admirá-la melhor, saboreando aquele tesão que tinha à disposição. "Por favoooor, parem. Por favor" era a única coisa que a escultural colegial conseguia dizer. O velho não parava de observar. Extasiado com aquela buceta gostosa dela com aquela fio dental, era lindo, redondinho, empinadinho, uma delícia. Os dois continuavam frente a frente, bem juntinhos, a mina encostada na parede com a cabeça virada de lado e o velho quase em cima dela. Ela sentia o bafo da boca do velho, fedendo a tabaco e cerveja, e via aquela cara horrível cheia de luxúria, cheia de desejo, com os olhos arregalados por ter uma gostosa daquela na frente. O velho curtia ver o pavor na carinha angelical dela. A mina tava paralisada, sentia os braços e as pernas pesando uma tonelada por causa da tensão do momento. A mente dela se recusava a aceitar a realidade e ela se enganava, pensando que era um pesadelo e que a qualquer hora ia acordar na cama dela. Tava nessa quando o velho partiu pra cima de novo, pegou ela pela cinturinha fina, aproximou a boca e disse: "Que gostosa você tá, mamacita, me dá um beijo". Aproveitando a passividade momentânea da mina, ele tomou conta daqueles lábios deliciosos, carnudos, fresquinhos e saborosos. A língua nojenta e fedorenta dele entrou toda na boca da colegial, que só soltava gemidos abafados: "Uuuhhhmmm... Uuuhhhmmm..." Com aquele beijo violento que quase deixava ela sem ar, o velho chupava e saboreava aquela boca gostosa com aqueles lábios grossos da menina, que era uma delícia de sentir. Já pra mina, era uma tortura sentir na boca fina dela aquele fedor de tabaco e cerveja, mas ela aguentava firme toda aquela sarração, tudo pra recuperar o diário precioso dela. Ficaram longos segundos se beijando até que se separaram por um instante, e a mina implorou de novo pra ele deixar ela: "Por favor, seu João, tô me afogando, pelo amor de Deus, me solta". Mas o velho, já mais tarado, longe de dar bola, partiu pra cima de novo: "Que linda você tá, mamãe, que gostosa, quantas vezes sonhei com isso, sempre te desejei, você é uma delícia". E tomou conta daquela boquinha gostosa de novo. A mina, contra a vontade, se deixava levar, resignada com tudo que aquele velho quisesse fazer com ela. A garota pensava na situação morbosa, aquele velho nojento, foda-se, sujo, tinha uma menina de 18 anos no quarto imundo dele à disposição. Ela se sentia meio excitada com tanto assédio e começou a responder aos beijos nojentos dele. As duas línguas se entrelaçavam, trocando saliva, era um beijo enorme. A língua do velho explorava todo o interior da boca da garota, lambendo os dentes e os lábios sensuais da menina. Ao mesmo tempo, as mãos suadas e ásperas deslizavam pela pele sensível e macia da garota, que, estando seminua, sentia a pele enrugada e flácida do velho queimar seu corpo jovem e escultural. As mãos suadas do velho percorriam as formas perfeitas da garota, amassando e apertando aquela bundinha com as duas mãos, fazendo a menina sentir a verga dura dele no baixo-ventre dela. O zelador tarado sentia naquele momento como a garota tremia.
A colegial se sentia cheia de angústia e medo. Ela abria e fechava os olhos, vendo e sentindo como o nojento do zelador a beijava e apalpava como um possesso. Evelin era uma garotinha deliciosa, a pele macia, quente, cheirava a flores, a ternura, a um lar doce, e o velho babava na boca dela e amassava a bundinha dela com avareza e desespero. O zelador lascivo a beijava com ansiedade voraz. Em seguida, o velho desceu para o pescoço da colegial e começou a chupá-lo, fazendo a menina ter arrepios por todo o corpo escultural. A respiração da garota se agitava porque o velho não parava de chupar o pescoço dela com aquela boca quente. Ela sentia que a barba e o bigode do velho, ao deslizarem pelo pescoço sensível dela, aumentavam as sensações de arrepios. Ao mesmo tempo, as mãos do velho não paravam de apertar a bundinha da garota contra ele, que já estava dentro do biquíni dela, sentindo a maciez, a redondeza e a dureza daquele par de bundas. A colegial estava perturbada. O par de melões que ela tinha de peitos subia e descia por causa da agitada da respiração dela
"mmmmmmmm, yummy mmmmmm" dizia o porteiro tarado,
"nãooooooo pelo amor de Deus nãooooo" dizia a colegial
entre soluços, com as últimas
forças de vontade que lhe restavam, tentava de todo jeito
não se entregar, não sentir prazer.
O velho, sem parar de chupar o pescoço dela,
procurou o fecho do sutiã da garota, que era
daqueles que abrem pela frente, destravando-os e liberando aquele par de
melões, os maravilhosos peitos de Cielo Riveros, redondos, empinados,
firmes, com uns mamilos escuros
inchados de tesão que
se destacavam nas auréolas, era
maravilhosa a visão daquele corpo esplêndido.
— "Pelo amor de Deus, me solta, por favor" — dizia a garota.Por favor, não, não, não, por favor, me solta, me solta" — disse ela com a voz trêmula.O velho pegou um peito em cada mão e começou a apertar, juntando e separando, dizendo: "mas que par de melões você tem."
A garota estava com os olhos fechados e o rosto virado de lado, com a bochecha colada na parede, os braços grudados no corpo, sentindo aquelas mãos rudes apertando com gana seus durões melões. O velho continuou: "Ah, que belas tetas, morria de vontade de apertar e chupar." Pegou os braços da menina e os passou em volta da nuca dela, e na sequência se jogou sobre os melões desprotegidos da garota, começando a mamar com força desgraçada, fazendo Cielo Riveros sentir um choque elétrico percorrendo o corpo todo, provocando um prazer indescritível. A menina tinha sentimentos contraditórios, lutava com todas as forças pra que aquele homem nojento não fizesse ela sentir prazer, mas depois de meio minuto chupando os peitos com a boca, fechou os olhos e sucumbiu. Sentia morrer de prazer, a língua áspera fazendo as delícias dos seus bicos duríssimos.
O corpo dela arqueou, a cintura ficou totalmente curvada, os dedos instintivamente se enfiaram nos cabelos grisalhos do velho e começaram a acariciar a cabeça dele, enquanto ele apertava um peito com uma mão e devorava o outro com a boca violentamente. O velho fazia círculos com a língua por toda a auréola, e depois apertava com os lábios e a língua o bico hipersensível, que ele não soltava mais. Mas ela sentia tanto prazer que queria que ele continuasse e não parasse.
A colegial, a cada lambida e chupada do velho guloso nos peitos dela, reagia arqueando o corpo. Sentia a língua dele mamando e engolindo seus peitos e bicos, e ondas de arrepios se espalhavam pelo corpo todo. Ela fechava os olhos e mordia os lábios, não conseguia parar de ofegar, presa de uma excitação incontrolável. Se contorcia, gritava e ofegava, as costas arqueavam ao máximo. A garota começou a gemer igual uma puta. qualquer uma e se entregar às sujas carícias e chupadas do velho.
"Aaahhhhhh, seu João...uuuuyyyy....por favor aaahhhh" gemia a menina.
A cena era morbidamente quente, vê-la por trás do velho, onde se via como o corpo gordo, flácido e suado do velho literalmente esmagava contra a parede a exuberante colegial e como se mexia a nojenta cabeça cheia de cãs pela violenta ansiedade com que chupava e apertava aqueles dois grandes e duros peitos. A cara da colegial tinha um ricto de sofrimento e prazer ao mesmo tempo, seus lindos olhos verdes estavam fechados e sua boca entreaberta, aguentando o ataque lascivo e ansioso do velho ao seu corpo escultural e desejado. O velho sabia bem, por ter lido e relido o diário da menina, que ela, sendo tão sensível em todo seu corpo escultural, não aguentaria tanta amassação.
Ela estremecia e suspirava, se deixando fazer pelo lascivo zelador, respirando ofegante. Sentia calafrios por todo o corpo e uma cócega enlouquecedora na sua bucetinha. O velho continuava com sua deliciosa tarefa de chupar e sugar os bicos dos peitos da menina e apertar aqueles dois incríveis globos de carne. Cielo Riveros sentia a respiração quente do velho tarado no seu peito. "Oohhhhhhhoohhhhhhh" gemia a menina, quase desfalecendo de prazer com os olhos fechados. O calor que brotava da boca do macho a fazia estremecer. A garota abria e fechava seus lindos olhos verdes, sentindo como seu corpo começava a se entregar a todo aquele estímulo, perdendo todo o controle sobre ele. Em seguida, o lascivo e tarado zelador começou a descer sobre a anatomia escultural da colegial sem desgrudar a boca daquele corpo delicioso, arrastando suas mãos ansiosas pelas costas da menina, chegando ao umbigo, dando mordidinhas suaves que faziam a excitada menina fechar os olhos e jogar a cabeça para trás, batendo na parede. Em seguida, começou a descer mais, se ajoelhando no chão, agarrando com suas Mãos na bunda da menina de biquíni, começando a puxar ele pra baixo devagar, curtindo o espetáculo na frente dos olhos dela até tirar tudo, deixando à mostra aquela rachinha preciosa e virgem, que mal deixava ver um caminho de pelinhos finos. Aí, enfiou a cara e começou a chupar a rachinha dela enquanto as mãos dele amassavam aquelas bundonas. A cara do velho se metia literalmente entre as pernas da menina, lambendo a rachinha virgem dela. A garota tava adorando, se contorcia e gemia de prazer.
Aaaahhh, aahhhhhh, uyyyyyyy, a colegial gemia deliciosamente. O velho lambia os lábios da buceta dela e passava a língua no clitóris sensível da menina, fazendo ela tremer com aquela língua comprida e áspera. Os dedos da menina seguravam a cabeça do velho e puxavam os cabelos grisalhos dele, dominada pelas sensações gostosas que ele tava dando. Depois, o velho se levantou e ficou uns segundos olhando, de olhos arregalados, o corpo escultural da colegial nua: a cintura fina que se alargava pra dar lugar àquelas nádegas grandes e bem proporcionadas, brancas, sem nenhuma estria ou celulite, completamente limpas e desejáveis. O zelador pensava consigo mesmo: não acreditava que tinha aquele manjar à disposição, tava extasiado, se sentia num sonho incrível e apaixonante que não parecia real. Ali estava ela, uma linda colegial se entregando, sendo sodomizada por ele pela primeira vez. E disse pra garota, que ainda tava com a cabeça jogada pra trás, encostada na parede: "Que corpaço você tem, mamãe, você é uma deusa."
Já o velho era o oposto: corpo moreno, cheio de tatuagens, seboso e enrugado, com uma barrigona de tanto tomar cerveja, cara enrugada com umas verrugas grandes e nojentas no nariz e na bochecha. Além disso, tinha a pouca higiene pessoal. O velho tava ali parado, completamente nu. com uma ereção tremenda no pau que emergia de uma abundante e suja moita de pelos.
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