Era um dia como qualquer outro, uma sexta-feira comum. Eu, como de costume, estava sentado num banco de madeira, como fazia toda sexta-feira, observando as pessoas passarem enquanto comia umas castanhas de caju. Fazia isso mais pra passar o tempo e também pra dar uma olhada em algum bumbum bonito que passasse. E nossa, se passavam! Passavam vários, normalmente de maiô, a maioria muito gostosa, por sinal, hehe. O motivo de passarem tantas era simples: perto dali tinha uma trilha de montanha bem popular, costumava ter bastante gente, geralmente gente com grana, já que ficava perto da área chique do lugar. Eu contaria tudo que já vi e todas as minhas experiências maravilhosas, mas vou me concentrar na história que vim contar.
Estava de boa no banco, meio entediado, porque minhas castanhas de caju tinham acabado e não passava ninguém fazia um tempo. Já ia indo embora, mas reparei numa silhueta vindo na minha direção de longe. Fingi estar distraído, olhando pro outro lado, pra ela não estranhar minha presença (mais porque tenho uma cara meio de bandido mesmo, kkk). Justo quando ela passou na minha frente, virei a cabeça pra admirar. Fiquei de queixo caído com tanta beleza: era ruiva, com cabelo longo e ondulado, bem alta, uns 1,90, um pouquinho cheinha, mas com pernas de modelo de revista. Ela usava uma legging esportiva curta que marcava aquele bumbum enorme que ela tinha. Literalmente, com o atrito daquelas duas nádegas, dava pra fazer fogo. Eram tão grandes que a mina tava andando normal e aquele par se mexia de um jeito exagerado.
Depois de andar um pouco, vi que ela parou mais longe pra checar o celular, meio preocupada, e depois olhou em volta procurando alguém. Quando me viu, desviou o olhar rapidinho pra eu não pensar que ela tava me encarando. Infelizmente, ela veio na minha direção, então talvez eu levasse um tapa. Bom, não seria o primeiro, mas também não tava com muita graça.
— Desculpa, você é daqui?
— Hmm, sim, por quê?
— Você poderia me ajudar com uma urgência?
Graças a Deus, não... Levei um tapa dessa vez hehe.
- Claro, o que foi? - eu disse enquanto observava seu rosto esculpido por anjos.
- Bom... acontece que acabei de me mudar pra essa cidade e fiquei sem bateria no GPS, ficaria muito, muito agradecida se você fosse meu guia.
- Claro, sem problemas - como o bom simp que sou, não ia deixar você na mão, mesmo como eu ia dizer não pra aquelas tetas (aliás, enormes) bem seguras pelo top e aquele decote enorme.
Fiquei guiando ela pela trilha, contando coisas e conversando sobre tudo no geral. Ela era bem legal, me disse que era dos EUA e que tava aqui porque os pais se mudaram por capricho da mãe. Também me contou que o namorado era cantor ou algo assim. Depois de fazer a trilha, eu terminei bem, não era uma trilha muito difícil, mas ela acabou encharcada de suor e ofegante. Dava pra ver que não fazia exercício, mesmo assim tinha um corpaço bem cuidado hehe.
- O que você achou da trilha? - perguntei enquanto percebia que dava pra ver os mamilos dela através do top.
- Boa... bem bonita, mas um pouco montanhosa, uff - depois de suspirar, ela puxou o decote pra frente com um dedo enquanto se ventilava com a outra mão.
- Dá pra ver que você é daqui, com certeza já fez essa trilha mil vezes.
Eu, claro, hipnotizado pela cena, demorei um pouco pra responder.
- Nem tanto, só uma ou duas vezes. Aliás, qual seu nome?
Ao perceber que eu tava olhando o decote, ela cruzou os braços, se cobrindo um pouco.
- Me chamo Girlfriend - disse com um tom meio tímido.
- Como?
- Girlfriend.
Olhei pra ela estranho.
- Não é um nome meio esquisito?
- É... não me lembre disso hehe.
Depois disso, ficamos alguns segundos meio desconfortáveis em silêncio, até que ela quebrou o gelo.
- E me diz... você costuma vir aqui normalmente?
- Normalmente às sextas.
- E amanhã você tá ocupado... é que... preciso de um guia pra outra trilha...
Eu, sem pensar, disse que sim, e ela imediatamente soltou um sorriso que nunca esqueceria. Depois, a gente se despediu. No dia seguinte... aí estava ela me esperando enquanto olhava o telefone.
- Oi, tudo bem? Como você tá?
Ao me ouvir, ela se virou sorrindo, segurando o celular entre os peitos.
- Bem, e você?
Começamos a andar.
- Hmm... bem, posso te fazer uma pergunta meio atrevida?
- Claro, não fica com vergonha, hehe - disse com um sorriso malicioso.
- Por que você guarda o celular... bem, você sabe - falei enquanto tocava meu próprio peito.
- Ah, bom... é... é um costume que tenho, digamos que não costumo ter bolso com frequência, e detesto bolsas, além do mais acho mais seguro aqui - terminou a frase com um tom tímido, olhando para os próprios peitos meio corada.
- Bom, tem algumas desvantagens por causa do suor e às vezes é meio difícil de tirar por estarem tão apertados, hehe - ela disse sorrindo um pouco, enquanto eu prestava a máxima atenção tentando não olhar diretamente.
- E você gosta deles? Quer dizer, se sente bem com eles?
Ela ficou alguns segundos em silêncio.
- Olha, são bem incômodos e atraem um monte de babacas, hehe. Mas sei lá, pra mim parecem peitos de gorda, meus pais já sugeriram várias vezes a redução mamária - terminou dizendo com um tom triste e abatido.
- Bobagem, eles são lindos.
- Nah, você fala isso porque agora estão compactados pelo top. Se os visse soltos não pensaria o mesmo - disse sem levantar o olhar, ainda triste.
- Aposto minha vida que são lindos - falei com um tom sério.
- Se quiser, eu mostro e a gente encerra a discussão - disse brincando.
- Tá.
- Você fala sério?
- Sim - respondi, morrendo por dentro.
- Mas, mas... ai, meu Deus... se meu namorado descobre... melhor não, talvez a gente seja visto - comentou nervosa, corando um pouco.
- Não se preocupa, por onde estamos a essa hora não passa ninguém, e é só uma olhadinha formal - falei, parando de andar para indicar que ela entrasse atrás de um arbusto.
- Ai, meu Deus, se alguém descobrir, te mato - ela entrou no arbusto e tirou o celular de entre os peitos.
- Segura - ela me deu o celular, que estava quente e um pouco úmido - juro que se meu namorado descobrir, te, te mato
- não se preocupa, não vou contar nada
- tá...
ela demorou um pouco até que, de repente, tirou o top lentamente. vi como se levantavam até que a bendita força da gravidade as fazia cair, balançando um pouco, e eu sem conseguir evitar minha cara de boca aberta. eram enormes, dobravam o tamanho da minha cabeça, eram incríveis, e os mamilos eram do tamanho do meu polegar.
- Uau
- bom, o que você acha... - disse toda corada, desviando o olhar.
- são incríveis
- s-sério, v-você gostou?
sem conseguir me segurar mais, me aproximei, tocando-as com delicadeza enquanto brincava um pouco com os mamilos.
- o-que você tá fazendo... - disse timidamente, surpresa.
- ah, desculpa, eu tava... é, tava... apreciando elas com mais detalhe... incríveis... - continuei apalpando.
- uff, que calor hehe, tomara, tomara que meu namorado fizesse essas coisas, dá um tesãozinho hehe
- ele nunca apalpou seus peitos?
- vamos ver... obviamente sim, mas quase nunca. ele, segundo ele, prefere bundas, dá pra acreditar hehe, além do mais, você faz muito bem
- ele não é muito esperto, né hehe, porque pra não aproveitar todo o potencial que esse par de melões tem, tem que ser meio retardado
- bom, melhor pararmos, senão eu vou desmaiar - dava pra ver que ela já estava meio desconfortável.
- Tá...
naquele momento, não sei no que eu estava pensando, mas ao vê-la naqueles olhos lindos, não consegui me segurar e a beijei. mas não esperava que ela correspondesse de uma forma tão apaixonada. ficamos nos beijando desesperadamente (beijos de língua, esfregadas, uns chupões...) por tanto tempo que perdemos a noção do tempo e parte das roupas XD. era tudo fabuloso até que o maldito namorado dela ligou e paramos.
- alô... oi, amor - ela me olhou - c-como vai... é... tô fazendo exercício, sim, tá, tá, eu também te amo... tchau... - desligou e me olhou de modo safado.
- tenho que ir, gato - me deu um beijo rápido - então... a gente se vê amanhã - disse, colocando com dificuldade seus enormes... peitos à mostra. CONTINUARÁ............. [este é meu primeiro conto, por favor não me crucifiquem XD]
Estava de boa no banco, meio entediado, porque minhas castanhas de caju tinham acabado e não passava ninguém fazia um tempo. Já ia indo embora, mas reparei numa silhueta vindo na minha direção de longe. Fingi estar distraído, olhando pro outro lado, pra ela não estranhar minha presença (mais porque tenho uma cara meio de bandido mesmo, kkk). Justo quando ela passou na minha frente, virei a cabeça pra admirar. Fiquei de queixo caído com tanta beleza: era ruiva, com cabelo longo e ondulado, bem alta, uns 1,90, um pouquinho cheinha, mas com pernas de modelo de revista. Ela usava uma legging esportiva curta que marcava aquele bumbum enorme que ela tinha. Literalmente, com o atrito daquelas duas nádegas, dava pra fazer fogo. Eram tão grandes que a mina tava andando normal e aquele par se mexia de um jeito exagerado.
Depois de andar um pouco, vi que ela parou mais longe pra checar o celular, meio preocupada, e depois olhou em volta procurando alguém. Quando me viu, desviou o olhar rapidinho pra eu não pensar que ela tava me encarando. Infelizmente, ela veio na minha direção, então talvez eu levasse um tapa. Bom, não seria o primeiro, mas também não tava com muita graça.
— Desculpa, você é daqui?
— Hmm, sim, por quê?
— Você poderia me ajudar com uma urgência?
Graças a Deus, não... Levei um tapa dessa vez hehe.
- Claro, o que foi? - eu disse enquanto observava seu rosto esculpido por anjos.
- Bom... acontece que acabei de me mudar pra essa cidade e fiquei sem bateria no GPS, ficaria muito, muito agradecida se você fosse meu guia.
- Claro, sem problemas - como o bom simp que sou, não ia deixar você na mão, mesmo como eu ia dizer não pra aquelas tetas (aliás, enormes) bem seguras pelo top e aquele decote enorme.
Fiquei guiando ela pela trilha, contando coisas e conversando sobre tudo no geral. Ela era bem legal, me disse que era dos EUA e que tava aqui porque os pais se mudaram por capricho da mãe. Também me contou que o namorado era cantor ou algo assim. Depois de fazer a trilha, eu terminei bem, não era uma trilha muito difícil, mas ela acabou encharcada de suor e ofegante. Dava pra ver que não fazia exercício, mesmo assim tinha um corpaço bem cuidado hehe.
- O que você achou da trilha? - perguntei enquanto percebia que dava pra ver os mamilos dela através do top.
- Boa... bem bonita, mas um pouco montanhosa, uff - depois de suspirar, ela puxou o decote pra frente com um dedo enquanto se ventilava com a outra mão.
- Dá pra ver que você é daqui, com certeza já fez essa trilha mil vezes.
Eu, claro, hipnotizado pela cena, demorei um pouco pra responder.
- Nem tanto, só uma ou duas vezes. Aliás, qual seu nome?
Ao perceber que eu tava olhando o decote, ela cruzou os braços, se cobrindo um pouco.
- Me chamo Girlfriend - disse com um tom meio tímido.
- Como?
- Girlfriend.
Olhei pra ela estranho.
- Não é um nome meio esquisito?
- É... não me lembre disso hehe.
Depois disso, ficamos alguns segundos meio desconfortáveis em silêncio, até que ela quebrou o gelo.
- E me diz... você costuma vir aqui normalmente?
- Normalmente às sextas.
- E amanhã você tá ocupado... é que... preciso de um guia pra outra trilha...
Eu, sem pensar, disse que sim, e ela imediatamente soltou um sorriso que nunca esqueceria. Depois, a gente se despediu. No dia seguinte... aí estava ela me esperando enquanto olhava o telefone.
- Oi, tudo bem? Como você tá?
Ao me ouvir, ela se virou sorrindo, segurando o celular entre os peitos.
- Bem, e você?
Começamos a andar.
- Hmm... bem, posso te fazer uma pergunta meio atrevida?
- Claro, não fica com vergonha, hehe - disse com um sorriso malicioso.
- Por que você guarda o celular... bem, você sabe - falei enquanto tocava meu próprio peito.
- Ah, bom... é... é um costume que tenho, digamos que não costumo ter bolso com frequência, e detesto bolsas, além do mais acho mais seguro aqui - terminou a frase com um tom tímido, olhando para os próprios peitos meio corada.
- Bom, tem algumas desvantagens por causa do suor e às vezes é meio difícil de tirar por estarem tão apertados, hehe - ela disse sorrindo um pouco, enquanto eu prestava a máxima atenção tentando não olhar diretamente.
- E você gosta deles? Quer dizer, se sente bem com eles?
Ela ficou alguns segundos em silêncio.
- Olha, são bem incômodos e atraem um monte de babacas, hehe. Mas sei lá, pra mim parecem peitos de gorda, meus pais já sugeriram várias vezes a redução mamária - terminou dizendo com um tom triste e abatido.
- Bobagem, eles são lindos.
- Nah, você fala isso porque agora estão compactados pelo top. Se os visse soltos não pensaria o mesmo - disse sem levantar o olhar, ainda triste.
- Aposto minha vida que são lindos - falei com um tom sério.
- Se quiser, eu mostro e a gente encerra a discussão - disse brincando.
- Tá.
- Você fala sério?
- Sim - respondi, morrendo por dentro.
- Mas, mas... ai, meu Deus... se meu namorado descobre... melhor não, talvez a gente seja visto - comentou nervosa, corando um pouco.
- Não se preocupa, por onde estamos a essa hora não passa ninguém, e é só uma olhadinha formal - falei, parando de andar para indicar que ela entrasse atrás de um arbusto.
- Ai, meu Deus, se alguém descobrir, te mato - ela entrou no arbusto e tirou o celular de entre os peitos.
- Segura - ela me deu o celular, que estava quente e um pouco úmido - juro que se meu namorado descobrir, te, te mato
- não se preocupa, não vou contar nada
- tá...
ela demorou um pouco até que, de repente, tirou o top lentamente. vi como se levantavam até que a bendita força da gravidade as fazia cair, balançando um pouco, e eu sem conseguir evitar minha cara de boca aberta. eram enormes, dobravam o tamanho da minha cabeça, eram incríveis, e os mamilos eram do tamanho do meu polegar.
- Uau
- bom, o que você acha... - disse toda corada, desviando o olhar.
- são incríveis
- s-sério, v-você gostou?
sem conseguir me segurar mais, me aproximei, tocando-as com delicadeza enquanto brincava um pouco com os mamilos.
- o-que você tá fazendo... - disse timidamente, surpresa.
- ah, desculpa, eu tava... é, tava... apreciando elas com mais detalhe... incríveis... - continuei apalpando.
- uff, que calor hehe, tomara, tomara que meu namorado fizesse essas coisas, dá um tesãozinho hehe
- ele nunca apalpou seus peitos?
- vamos ver... obviamente sim, mas quase nunca. ele, segundo ele, prefere bundas, dá pra acreditar hehe, além do mais, você faz muito bem
- ele não é muito esperto, né hehe, porque pra não aproveitar todo o potencial que esse par de melões tem, tem que ser meio retardado
- bom, melhor pararmos, senão eu vou desmaiar - dava pra ver que ela já estava meio desconfortável.
- Tá...
naquele momento, não sei no que eu estava pensando, mas ao vê-la naqueles olhos lindos, não consegui me segurar e a beijei. mas não esperava que ela correspondesse de uma forma tão apaixonada. ficamos nos beijando desesperadamente (beijos de língua, esfregadas, uns chupões...) por tanto tempo que perdemos a noção do tempo e parte das roupas XD. era tudo fabuloso até que o maldito namorado dela ligou e paramos.
- alô... oi, amor - ela me olhou - c-como vai... é... tô fazendo exercício, sim, tá, tá, eu também te amo... tchau... - desligou e me olhou de modo safado.
- tenho que ir, gato - me deu um beijo rápido - então... a gente se vê amanhã - disse, colocando com dificuldade seus enormes... peitos à mostra. CONTINUARÁ............. [este é meu primeiro conto, por favor não me crucifiquem XD]
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