Haciendo Cabify

Já mencionei que trabalho fazendo transporte de tripulação aérea; mas, de vez em quando, quando o tempo permite e/ou fico longe do destino, ativo o app da Cabify pra fazer uma graninha extra. No máximo duas ou três vezes por semana. Hoje, segunda-feira, 24/07, lá pelas 4 da madrugada, deixei uma tripulante em Aldo Bonzi e minha próxima corrida era em Merlo, com duas horas livres no meio. Como tinha tempo, ativei o app. Entre as corridas oferecidas, teve uma que era uma ida até Camino de Cintura e volta pra Tablada, ia demorar no máximo 20 minutos: caía como uma luva. Aceitei a corrida, fui pro local e vejo um casal jovem me acenando, uns 25 anos mais ou menos. Quando entraram, me agradeceram porque, por causa do horário e do lugar, ninguém queria pegar. No caminho, ele ia fazendo perguntas educadas pra quebrar o gelo. Chegamos no primeiro destino, ele foi fazer "o trampo dele" (supostamente deixar uns papéis... sei lá... haha), esperei 5 minutos e ele voltou. A gente tinha que voltar pra casa de novo, mas ele pediu pra passar buscar uma amiga que morava no caminho. Não tive problema, ainda mais quando vi ela subir: tão gostosa quanto a outra mina, ainda por cima tava com umas leggings pretas bem enfiadas na bunda... Pela forma como a situação se desenrolou, pelo jeito que falavam, pela intenção dele de ser simpático pra esconder o nervosismo ou a ansiedade: foi aí que minha mente suja começou a funcionar. Mas me distraiu que no caminho ele pediu meu alias do Mercado Pago pra pagar e me transferiu pouco mais da metade do que ia dar a corrida. A diferença ele ia pagar em dinheiro. Chegamos, as minas desceram, ele me perguntou quanto faltava, mas não me pagou, a grana tava na casa dele. Foi buscar e quando voltou, falou: fiquei sem dinheiro, posso te dar 200 e o resto em mercadoria do mercadinho? o que você quiser, me fala e te pago assim... Eu por dentro pensava: Adoraria cobrar em espécie com qualquer uma das duas minas que viajaram com a gente... mas isso não dá. Posso dizer que aceitei a proposta. Pedi uns refrigerantes, uns biscoitinhos, uns chicletes... e nisso, ele, como quase todo homem, deixa escapar: vou fazer um ménage. Orgulhoso, quase rindo de nervoso ou de felicidade. Já tenho minha idade, já desconfiava de tudo ou, simplesmente, por ser o punheteiro que sou, já estava imaginando a cena. Então, olhando bem nos olhos dele, falei: Já tinha sacado, parabéns e te odeio, haha... que inveja!!! Já imaginei onde isso ia dar, pena que tenho que trabalhar, senão te cobrava só pra olhar, haha... Ele foi buscar a mercadoria pra completar o pagamento e quando volta, me diz: vai nessa!! falei com as minas e elas aceitaram... Eu, desconfiado, pergunto: aceitaram o quê? E ele responde: a parada de olhar... Já que você topou nossa viagem, como você é gente boa, elas aceitaram que você pode olhar. Pelo menos no começo... depois a gente vê, conforme o clima... E aí a cabeça de baixo ativou, parei de pensar racionalmente, pensei com a cabeça da piroca... coisas assim acontecem muito, mas muito de vez em quando. Liguei pra base do meu trampo de verdade e inventei uma desculpa que não ia chegar pra próxima viagem porque tive um problema com o carro. Quando entrei com ele, os dois estavam nervosos, mas as minas estavam lá conversando entre si, rindo. E ainda me zoando, falam: Então você gosta de olhar? é meio punheteiro? — Sim... falei... todo orgulhoso da minha situação de punheteiro. Conversamos um monte de besteira, eles estavam bebendo e me ofereciam, mas eu não gosto de beber. Ficamos uns meia hora e parecia que não ia rolar nada, que era só expectativa ou uma zoeira do momento; até que o Seba começou a falar: você não sabe os beijos que essas duas se dão!!! Começaram as brincadeiras, o teatrinho de que era brincadeira, de que sim, de que não,... até que num momento parece que se decidiram: deve ter feito efeito o álcool, não sei... Começaram a se beijar, começaram Timidamente, aos poucos, os beijos de língua começaram entre elas. O cara, como dono da casa, começou a incentivar cada vez mais e literalmente se lambuzava na boca delas. Já à vontade, a baixinha começou a apalpar um peito da outra mina. Primeiro por cima da roupa, depois por baixo do blusão. A Mayra (a mina do Seba) ajudou soltando o sutiã mas sem tirar, e aí vejo que na sequência ela mete a mão na bunda gordinha da baixinha. Primeiro apertava a bochecha direita, depois direto com o dedo do meio enfiou bem fundo no meio da bunda. A baixinha não ficou atrás e meteu a mão na buceta por cima da calça da dona da casa. — Viu como são fogosas? Espera só pra ver quando chupam pau, parece que vão vomitar de tanto que se engasgam... — me diz o Seba. Elas continuavam no delas como se a gente não estivesse ali, eu disfarçadamente apertava o pau por cima da calça, ele também fazia o mesmo. Nisso a dona da casa vira e dá as costas pra baixinha e parte pro quarto com a baixinha de segurança, segurando com uma mão o peito e com a outra a buceta. Quando chegam no quarto, a Mayra fica de pé de frente pra cama, enquanto a baixinha vai descendo a calça dela junto com a calcinha fio dental, mordendo a bunda e passando a língua no meio do rabo, e depois que ficou nua da cintura pra baixo, assim em pé como estava, faz ela inclinar o tronco pra cama sem dobrar as pernas, deixando o corpo da Mayra dobrado em 90 graus; abre as bandas da bunda e mete a língua... língua na buceta, língua no cu, na buceta de novo. O Seba, aproveitando a posição dela na beirada da cama, pede permissão pra Mayra e senta, ou melhor, se deita na frente dela, sem calça e com o pau duro pra que enquanto a baixinha chupa por trás, a Mayra chupe o pau dele... Pensar que eu não ia aceitar essa viagem e agora tô vendo eles: ele sentado na cama, ela chupando a pica dele com as pernas esticadas e a baixinha se perdendo entre os cantos da Mayra e metendo a língua até o fundo. Uma vontade de fazer o mesmo com a baixinha que ainda não tinha tirado a calça legging... mas ela tinha dito que só ia olhar, embora eu tivesse uma pequena esperança. Depois de tanto sexo oral, os três ficaram peladões e eu já tava me masturbando sem tirar a pica da calça, mas por dentro da braguilha. O Seba já tinha deitado na cama e elas se posicionaram uma de cada lado e começaram a fazer um boquete em estéreo que me deixou louco. E mais ainda vendo as duas empinando a raba ajoelhadas na cama. Tavam servidas de bandeja... uma vontade de meter a boca naqueles cuzinhos!! mas eu precisava da aprovação deles... principalmente delas. Começaram a transar... O Seba tava de barriga pra cima e quem começou a cavalgar foi a Mayra, enquanto a baixinha praticamente sentou na cara dele pra sufocar e enquanto uma era comida, a outra era chupada. E elas se beijavam entre si. Eu já tava me punhetando à vontade, mudando o ângulo de visão, não perdendo nenhum detalhe, olhando a cena, me segurando pra não gozar. Praticamente era um filme pornô ao vivo. Fizeram várias posições, no final as duas ficaram ajoelhadas na beirada da cama e ele ia revezando a metida. Eu não aguentei mais, já tinha gozado há vários minutos e o cara continuava comendo... tanto que até minha pica subiu de novo. Quando ele finalmente terminou, eu ainda tava me masturbando e parece que tiveram pena de mim porque a Mayra começou a me punhetar, me ajudando a gozar, mas como eu já tinha gozado antes, demorei um pouco. Enquanto isso, pedi permissão, praticamente implorei pra poder comer elas, mas não quiseram... só a baixinha topou chupar um pouco minha pica com a condição de que eu avisasse antes de gozar pra Mayra tirar a porra na punheta... Por Finalmente consegui gozar, e quando isso aconteceu, praticamente me mandaram pastar... haha. Mesmo assim, eu tinha que continuar trabalhando, me pediram por favor pra não aparecer por lá e, claro, prometi discrição total e absoluta. Quando saí, já estava clareando o dia e o turno dos coordenadores da madrugada tinha acabado... aproveitei e, como se nada tivesse acontecido, liguei pra pedir corrida na agência onde trabalho. Continuei trabalhando leve e feliz... haha. Antes que os detalhes sumissem da minha cabeça, decidi escrever esse relato, porque depois eu me perco. Além disso: fatos como esse merecem ser contados... Abraços...

3 comentários - Haciendo Cabify

xmetro +1
aguante Cabify hermano jaja. muy buen relato, pero aun mas mejor suerte y para la próxima también.
Aguanteee!!!! 😁😁😁... mira q dentro de todo soy serio pero de tanto en tanto algo sale... 😎
hace mas de 30 años trabajaba de remisero de noche con mi auto , la noche es re bizarra , pasa de todo, de vez en cuando hay que darce un gusto, pero si te prendes en la joda no laburas nunca y la noche te come
una noche estuve con 4 minas diferentes, no labure nada esa noche
Hay quienes van a tildarte de fantasioso pero yo te creo... He visto y vivido de todo en los pocos años q estuve trabajando de noche en remisería de barrio... Pero, como dijiste, hay q saber ponerse límites.