Meu vizinho era um porco, mas me deixava louca como mulher. Oi. Deixa eu me apresentar, meu nome é Patrícia, agora tenho 37 anos, mas o que vou contar aconteceu uns 3 anos atrás. Sou casada com o Carlos, que tem 6 anos a mais que eu. Tudo vai bem com ele, mas na parte sexual, o Carlos também não é nenhuma maravilha na cama. A gente transa umas 2 ou, no máximo, 3 vezes por semana, e não dura muito, então várias vezes eu fico no meio do caminho, e muitos dias tenho que me virar sozinha me masturbando. Moramos num bairro de trabalhadores na periferia, e como vocês sabem, aos poucos foram chegando trabalhadores imigrantes pra morar aqui. No nosso prédio aconteceu a mesma coisa, e foram vindo gente da África e da América Latina, principalmente. Mas é bom dizer que, pelo que parece, são pessoas trabalhadoras que não vieram pra cá pra arrumar confusão. Um dia, eu tava saindo de casa pra pegar o elevador, quando a porta do lado da nossa abriu, e saiu um casal de uns 45 anos. Os dois eram negros, mais pra mulatos, e ela se apresentou dizendo que eram os novos vizinhos, que tinham se mudado de outro bairro, que eram cubanos, e que tavam há 6 anos no nosso país. A verdade é que ela parecia simpática e muito tagarela, não parava de falar. Devia ter uns 1,60, era gordinha e tinha uns peitos bem grandes, que marcavam no vestido que ela usava. Ele também era baixo, devia ter 1,65, e tinha uma barriga bem grande. Parecia bem sem vergonha, e desde que me viu até a gente se separar na rua, percebi que ele não parava de olhar pros meus peitos. A verdade é que naquele dia eu tava marcando bastante. Tenho 1,68, cabelo castanho, mas às vezes pinto de loiro, olhos castanhos, tenho 95 de peito, e uma bunda normal, só que tenho cintura fina, então parece que tenho uma bundona e uns peitões enormes. Tenho que admitir que aquele cara me olhar Daquele jeito, eu gostei bastante, não vou negar. Quando a gente deitou naquela noite, meu marido apagou na hora. A real é que quando ele dorme, nem a tiro acorda. Por isso, ele nem percebeu que de repente começaram a ouvir no quarto ao lado uns gemidos e uns suspiros do caralho. Eram os novos vizinhos transando, e pelo que parecia, ele tava metendo uma porrada incrível. Eu ouvia até os batidas da cama na parede. Tava ficando louca de tesão. O cara devia ser foda na cama, porque ela parecia que tava morrendo de prazer. Assim ficaram pelo menos meia hora, e eu esquentei tanto que, com meu marido dormindo do lado, enfiei o dedo até gozar também, embora pensei que nem de longe como a minha vizinha tinha feito. O pior de tudo é que eles estavam assim noite após noite, acho que no mês inteiro só pararam um dia. Até um dia de manhã, quando eu tava limpando o quarto, comecei a ouvir os gemidos de um jeito bestial. Me deitei na cama desfeita e comecei a imaginar que era eu que gritava que nem uma louca. Levantei o roupão e enfiei os dedos na minha buceta encharcada de sucos, e só via aquela fera do vizinho me empurrando uma vez atrás da outra. Sentia o lençol molhado de tudo que saía da minha xota e meus dedos escorregavam toda hora ao tocar o clitóris. Meus peitos estavam duros que nem pedra, e passei os dedos nos mamilos, sentindo eles ficarem maiores. A vizinha tava gozando e gritava mais forte, e bem quando ela já tinha terminado, veio um orgasmo bruto em mim, e eu também soltei uns gritos e me relaxei na minha caminha. De repente, pensei que era estranho a vizinha estar em casa, porque sabia que ela trabalhava o dia inteiro num supermercado, enquanto o vagabundo do marido ficava em casa, por isso quando ouvi a porta do lado abrir, espiei pelo olho mágico e vi o vizinho Sai de casa com uma loira, que parecia bem novinha, e claramente não era a esposa dele. Pensei: "Filho da puta, tá botando chifre na mulher com outras, porque com certeza tem mais mina. O foda é que ele deve foder pra caralho, porque todas as que transam com ele gritam como se o mundo fosse acabar. E ele não para de me olhar, aposto que me faria gritar de prazer também". E tomei a decisão. Eu seria a próxima mulher dele. Certeza que se eu provocasse um pouco, ele não ia se segurar. No dia seguinte, também de manhã, quando percebi que ele tava em casa, vesti um suéter fino e justinho, sem sutiã, pra marcar bem os bicos dos peitos, uma saia longa, mas bem apertada, daquelas que mostram as curvas da bunda, e fui bater na casa dele. Ele abriu a porta de regata e jeans, me olhou de cima a baixo, e me encarou com um meio sorriso. "Nossa vizinha, que gostosa. Ainda bem que veio me visitar. O que você quer?" "É que apareceram umas infiltrações no teto do quarto, e vim ver se vocês tão com o mesmo problema." "Pois não, entra aí e vamos ver essas infiltrações que você tem", ele disse, enquanto olhava pros meus bicos, que já estavam endurecendo de tesão. Ele apontou onde era o quarto e me deixou passar na frente. Enquanto eu andava pelo corredor, sentia ele devorando minha bunda com os olhos, e quase dava pra sentir ele batendo uma punheta atrás de mim. Deus, amava aquela sensação. Quando entramos no quarto, ele disse: "Olha só, vizinha, acho que a única molhada aqui é você", falou num tom de brincadeira. "E já que estamos nessa, também tenho uma reclamação a fazer pro condomínio. Acontece que ontem de manhã, enquanto eu tava aqui conversando de boa com uma amiga, parece que no seu quarto dava pra ouvir uns gemidos bem suspeitos." O filho da puta tinha me ouvido no dia anterior quando eu gozei. "E já que você tem problema de infiltração, talvez com essa ferramenta que eu tenho... posso resolver isso, já que parece que seu marido não consegue. Enquanto dizia isso, desabotoou a calça jeans e deixou ela cair junto com a cueca. E de repente, apareceu uma pica de animal. Quando eu era mais nova, já tinha tido experiências com caras com paus de mais de 20 cm e calculei que essa teria uns 17 cm mais ou menos. Mas o que era espetacular era a grossura da pica dele. Pra vocês terem uma ideia, mais tarde comparei e ela media mais ou menos o mesmo que uma garrafinha de refrigerante. Não conseguia tirar os olhos dela. Quando me dei conta, ele já estava do meu lado, e enquanto ele mexia nos meus mamilos que se destacavam por cima do tecido da blusa, eu deixava a saia cair, mostrando a calcinha fio dental. "Chupa ela, vai. Ela tá pedindo." "Não, primeiro me fode e me faz gritar igual àquelas putas que você come." "Como a senhora quiser. Mas antes vamos lubrificar essa bucetinha pra toda minha pica entrar e deixar a senhora cheia." Ele me tratar por "senhora" só me deixava mais excitada, parecia que ele tava me respeitando, quando na verdade ele tava me tratando como uma vadia. Me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a passar a língua na minha buceta com pouco pelo, porque gosto de deixar bem raspada. Quando senti a língua dentro da minha vagina, me agarrei nos lençóis, que eu imaginava cheios de esperma desse homem e fluidos vaginais de várias garotas. Quem sabe quem tinha passado por ali antes de mim. Ele levantou a cabeça e disse: "a verdade é que a senhora já veio bem quente de casa, pelo visto. Já tá pronta pra receber meu presentinho." Pegou a pica pela base, esfregou um pouco na buceta pra cabeça ficar bem molhada, e foi enfiando devagar. Sentia uma coisa enorme inchando minha buceta, e me sentia flutuar. Era inacreditável. Aquela pica enchia tanto que tocava lugares que ninguém nunca tinha tocado antes, por isso dava tanto prazer. Tinha a vagina toda cheia de pica. Não sobrou um único lugar que não ficou cheio por aquele pau tão impressionante. Quando percebeu que estava inteiro dentro, começou um vai e vem lento. Aí sim, não aguentei mais, e a cada estocada, que ele ia dando cada vez mais rápido, eu respondia com um gemido cada vez mais intenso, até que me surpreendi gritando igual minha vizinha, igual a loirinha, e igual sei lá quantas que já tinham provado aquele instrumento. Pensei: tomara que outras vizinhas me ouçam e desçam pra provar essa pica gigantesca, mas depois pensei que não, que queria ela só pra mim, disponível quando eu quisesse. O vizinho, enquanto isso, soltava roncos de prazer, não fazia nenhum gesto carinhoso, só me fodia como quem pega uma puta no carro e come sem pensar em mais nada além de si mesmo. Não ligava se eu tava gostando ou se queria experimentar essa posição ou aquela. Ele sabia muito bem que eu tava gozando igual uma vagabunda e só cuidava do pauzão dele. Gozei três vezes sem ele parar de se mexer. Cada vez que eu gozava, arranhava as costas dele, mas parecia não se importar. Aos poucos, foi acelerando os movimentos e a cabeça da pica dele começou a crescer mais, se é que isso é possível. Eu já sabia o que significava, e me preparei pra ter meu último orgasmo junto com o dele. A cabeça tava rodando quando senti a pica dele estourar e o esperma quente encher minha bucetinha, vazar pra fora e escorrer pelas minhas pernas. Tinha bastante porra. Esse cara, além de foder todo dia e com certeza várias vezes, tinha os ovos bem cheios. Ele se levantou de cima de mim, e eu me estiquei na cama, mas ele virou e disse: Nada de descansar, senhora. Agora você vai lamber ele. Olhei pra pica dele e vi que tava dura igual antes, e pensei que ele era um animal. E comecei a chupar. Bem, chupar é modo de dizer. Só consegui enfiar a cabeça na boca e fui masturbando, porque não cabia inteira na minha boca. Ele não Isso tava me irritando, porque ele só ficava de olhos fechados, soltando uns gemidos de prazer, cada vez que minha mão deslizava naquele pau. E no final, quando o filho da puta percebeu que ia gozar, segurou minha nuca com uma mão, enfiou o pau mais uns centímetros na minha boca e terminou a punheta gozando na minha boca. Como eu tava cheia e ele me segurava firme, não pude fazer nada e tive que engolir a porra dele. Era super salgada, mas se fosse de outro cara, teria nojado, mas depois da trepada que ele tinha me dado, pensei que era o mínimo que eu podia fazer por ele. Quando ele espremeu bem o pau na minha boca, limpou o pau e o leite que sobrou com minha calcinha, jogou pra mim e mandou eu vestir, dizendo que precisava ir tomar umas cervejas com uns amigos. E me deixou lá. Na cama dele, de boca e pernas abertas, pensando em quando ele ia me foder de novo.
0 comentários - El vecino