VocĂȘs encontram as partes anteriores no meu perfil. A cavalgada da gostosa descontrolada terminou com um lindo orgasmo, que a fez se sacudir como uma louca em cima de mim, sua buceta pulsante era uma delĂcia na minha pica ereta ao extremo. Ela ficou parada por alguns segundos, enquanto sussurrava putarias no meu ouvido.
- Ai, essa buceta, nĂŁo mexe seu pau, deixa ele quietinho um instante đ„
Suas contraçÔes a apertavam, as paredes da sua xota pareciam querer arrancar meu pau.
- Quero mais, quero muito mais, ela disse extasiada e babando...
Ela se afastou de mim e se colocou de quatro novamente, oferecendo sua buceta jå inchada de tanto pau, avermelhada mas molhada e pronta para continuar recebendo castigo... Me levantei em um milésimo de segundo e fui atrås dela...
â Me dĂĄ de novo, papi, me come â ela dizia num tom baixo mas perverso.
Então me posicionei atrås dela e, sem hesitar, voltei a encher sua xota ardente com meu pau duro e ainda coberto da sua porra... Sua buceta, super adaptada ao meu tamanho, recebeu sem problemas... Ela abafava os gemidos nos lençóis enquanto a intensidade das minhas estocadas aumentava, mas a degeneradinha levantava o rosto da cama só para me dizer safadezas...
â Ai sim, filho da puta, me come bem essa buceta, faz de mim tua vadiazinha! đ„
Palavras que aumentavam a fĂșria de cada entra e sai... Minhas bolas batiam com força, o som do impacto dominava o quarto, atĂ© acho que ela segurava os gemidos para ouvir bem, a porquinha.
â Ufff, como vocĂȘ estĂĄ me comendo bem, buceta, surpresa e em chamas vocĂȘ me tem, ahhh sim, mais forte, vai, me come com força...
Era lindo ver ela da minha perspectiva, bunda vermelha das palmadas, toda entregue ao prazer que meu pau estava dando, ela estava curtindo pra valer. Depois de alguns minutos de bombada constante, ela se afastou pra frente, soltando meu pau, e virou pra mim, indo direto lå pra baixo... De novo senti a sucção dela, mas dessa vez mais forte, ela chupava como uma desesperada, enquanto eu brincava com meus dedos na sua buceta... Até que empurrei ela na cama, me inclinei sobre o peito dela e voltei a meter na boquinha toda...
Ela estava linda engolindo meu pau, enquanto com os dedos massageava minha bunda, essa putinha... A saliva escorria pelas suas bochechas, olhos marejados mas cheios de desejo, ela estava no seu elemento... - hmm, que delĂcia, adoro, ainda estĂĄ bem durĂŁo, que energia, buceta hmm... Ela pegou com as mĂŁos e colocou entre seus peitos... - agarra meus peitos, baby, vamos, quero que esfregue aĂ!!!
Seus lindos melĂ”es fizeram um sanduĂche no meu pau, e por causa da saliva deslizava com facilidade... Ela me olhava como se estivesse possuĂda enquanto eu me movia sobre ela. De vez em quando ela parava e pegava o pau para esfregar nos mamilos um pouco, para depois aprisionĂĄ-lo de novo entre aquelas montanhas de carne macia...
Levei meus dedos Ă sua boca e ela os chupou com força sem parar de me encarar... - vocĂȘ gosta, buceta? Ela repetia sorridente e maliciosa... - Adoro, vocĂȘ Ă© uma putinha linda, eu respondia me deixando levar pelo desejo...
Tudo estava saindo perfeitamente, até melhor do que eu tinha imaginado... Tinha uma mulher toda pegada, sem nenhuma pressa para que o ato acabasse... No meio da esfregada nos peitos, ela me perguntou:
- Posso te fazer uma pergunta?
- Claro, bebĂȘ, fala...
- Cris, vocĂȘ entrega o cuzinho?
Aà eu respondi que não, e ela começou com aquela de que dói, blå blå blå... Na hora, ela me olhou com uma ternura...
- Eu vou te dar a buceta, vocĂȘ quer foder meu cuzinho agora?
Ăbvio que sim, adoraria...
Ela pediu para eu sair de cima, foi até a cabeceira, pegou um gel, voltou de quatro e me entregou...
- Passa bem na buceta, e também no seu pau, e depois me faz sentir essa dureza no cuzinho...
Na hora, jå tinha o pau e o cu dela bem lubrificados... Pensei que ela não podia empinar mais, mas sim, aquela linda MONTANHA de carne conseguia apontar ainda mais para o céu... Direto para lå, meu pau prestes a explodir começou a abrir caminho pelo bum apertado dela, fazendo movimentos suaves conforme entrava. Ela estava acostumada a entregar, os gemidos mostravam que ela realmente curtia ser fodida ali...
Com metade do pau dentro, a pressĂŁo das paredes parecia querer cortĂĄ-lo, mas conforme ela dilatava, a sensação ficava cada vez melhor... Depois de um instante, jĂĄ entrava e saĂa com facilidade, ela rebolava a cintura, me fazendo explodir de prazer...
- Ai sim, gostoso, assim, eu adoro, mete mais fundo, me faz sentir vocĂȘ...
Nem precisava dizer, eu queria enfiar tudo, e foi o que fiz até as bolas baterem... Afastei bem as nådegas dela e comecei a me mover cada vez mais råpido. Ao puxar quase todo e enfiar de volta de uma vez, ela soltava uns gritos que os vizinhos com certeza ouviam, mas tanto faz, o prazer era prioridade...
- Isso, gostoso, isso, me dĂĄ tudo, fode bem meu bum, eu vou te dar o que ela nĂŁo te dĂĄ!!
- Me diz, o que vocĂȘ acha? Gosta?
Adoro, ela respondia entre gemidos, gostava de ouvir porque, ao falar, ela apertava de um jeito que eu mal conseguia puxar... Ela se masturbava furiosamente enquanto... eu a penetrava, até que um novo orgasmo tomou conta do seu corpo, enfraquecendo suas pernas e fazendo meu pau escapar do seu cu.
Segundos que admito que me vieron bĂĄrbaros para recuperarme, porque estaba a punto de gozar... NĂŁo contei a ela, mas me joguei em cima dela, beijando e mordendo suas costas enquanto ela curtia o orgasmo... Ela ria Ă s gargalhadas, nĂŁo conseguia controlar os sentidos, vĂȘ-la entregue ao prazer me gerava um prazer inexplicĂĄvel... Banhada em suor e fluidos, uma verdadeira rainha, sendo tratada como tal... Assim que o orgasmo acabou, ela me tirou de cima, me empurrou para o lado e voltou a montar. Sem hesitar um instante, pegou meu pau com uma mĂŁo e enfiou no seu cu jĂĄ super dilatado... Subia e descia pelo meu tronco pulsante, apertava ele, estava como uma louca, atĂ© parecia mais ardente do que quando eu comia a buceta dela... Ela rebolava igual aquelas estrelas pornĂŽ que eu jĂĄ tinha visto tantas vezes... IndescritĂvel a sensação no meu pau quando seus quadris descontrolados faziam movimentos rĂĄpidos, ela era uma expert controlando a situação... -Assim, gostosa, assim, me dĂĄ tudo, mexe, enfia bem, mete inteiro no meu cuzinho apertado...
gata descontrolada cavalgando como se nĂŁo houvesse amanhĂŁ... - vocĂȘ vai me dar o leite? nĂŁo tomei cafĂ© hoje, buceta... disse sorrindo com a carinha cansada, mas ainda ardente como no começo... Sim, meu amor, sim, vou te dar tudo... Deu um salto de cima de mim, tirando de uma vez, e se ajoelhou na cama... - na boquinha, me dĂĄ, quero tudo, disse enquanto massageava os peitos com força... Me ajoelhei na frente dela, e depois de uns toques deixei sair todo o leite que estava segurando. Banhando seu rosto lindo, meus fluidos escorriam pelos lĂĄbios dela e o que caiu na lĂngua foi engolido na hora. - ummm buceta, Ă© um montĂŁo, amo seu gosto, estava com muita vontade! đ„
Ela me olhava como se estivesse agradecida enquanto chupava atĂ© a Ășltima gota da minha cabeça... Meu corpo todo tremendo diante dela parecia desmoronar, mas ela o mantinha de pĂ© sĂł ao me ver daquele jeito... Uma vez com as bolas vazias, me joguei pra trĂĄs, satisfeito, e ela se encostou no meu peito...
â Amei, meu amor, foi incrĂvel â sussurrou enquanto a mĂŁo dela acariciava meu pau ainda pulsante...
â Digo o mesmo, bebĂȘ, vocĂȘ me surpreendeu...
â Tanto tempo vizinhos e nunca tĂnhamos feito isso, que perda de tempo, nĂ©?
â Verdade â respondi, enquanto a vi se dirigir Ă mesa de cabeceira e voltar com um cigarro...
â A gente divide, bebĂȘ?
â Sim, sem dĂșvidas.
Enquanto o cigarro se consumia e a gente recuperava o fĂŽlego, combinamos de fazer isso mais vezes. E pode crer que aconteceu â desde aquela primeira vez, sei que a metros de casa tenho uma mulher ardente disposta a satisfazer meus desejos.
Desde entĂŁo, basta uma mensagem, e qualquer tarde tediosa do Franco se transforma num carnaval de obscenidades que qualquer um desejaria na vida...
- Ai, essa buceta, nĂŁo mexe seu pau, deixa ele quietinho um instante đ„
Suas contraçÔes a apertavam, as paredes da sua xota pareciam querer arrancar meu pau.
- Quero mais, quero muito mais, ela disse extasiada e babando...
Ela se afastou de mim e se colocou de quatro novamente, oferecendo sua buceta jĂĄ inchada de tanto pau, avermelhada mas molhada e pronta para continuar recebendo castigo... Me levantei em um milĂ©simo de segundo e fui atrĂĄs dela... â Me dĂĄ de novo, papi, me come â ela dizia num tom baixo mas perverso.
Então me posicionei atrås dela e, sem hesitar, voltei a encher sua xota ardente com meu pau duro e ainda coberto da sua porra... Sua buceta, super adaptada ao meu tamanho, recebeu sem problemas... Ela abafava os gemidos nos lençóis enquanto a intensidade das minhas estocadas aumentava, mas a degeneradinha levantava o rosto da cama só para me dizer safadezas...
â Ai sim, filho da puta, me come bem essa buceta, faz de mim tua vadiazinha! đ„
Palavras que aumentavam a fĂșria de cada entra e sai... Minhas bolas batiam com força, o som do impacto dominava o quarto, atĂ© acho que ela segurava os gemidos para ouvir bem, a porquinha.
â Ufff, como vocĂȘ estĂĄ me comendo bem, buceta, surpresa e em chamas vocĂȘ me tem, ahhh sim, mais forte, vai, me come com força...
Era lindo ver ela da minha perspectiva, bunda vermelha das palmadas, toda entregue ao prazer que meu pau estava dando, ela estava curtindo pra valer. Depois de alguns minutos de bombada constante, ela se afastou pra frente, soltando meu pau, e virou pra mim, indo direto lå pra baixo... De novo senti a sucção dela, mas dessa vez mais forte, ela chupava como uma desesperada, enquanto eu brincava com meus dedos na sua buceta... Até que empurrei ela na cama, me inclinei sobre o peito dela e voltei a meter na boquinha toda...
Ela estava linda engolindo meu pau, enquanto com os dedos massageava minha bunda, essa putinha... A saliva escorria pelas suas bochechas, olhos marejados mas cheios de desejo, ela estava no seu elemento... - hmm, que delĂcia, adoro, ainda estĂĄ bem durĂŁo, que energia, buceta hmm... Ela pegou com as mĂŁos e colocou entre seus peitos... - agarra meus peitos, baby, vamos, quero que esfregue aĂ!!!Seus lindos melĂ”es fizeram um sanduĂche no meu pau, e por causa da saliva deslizava com facilidade... Ela me olhava como se estivesse possuĂda enquanto eu me movia sobre ela. De vez em quando ela parava e pegava o pau para esfregar nos mamilos um pouco, para depois aprisionĂĄ-lo de novo entre aquelas montanhas de carne macia...
Levei meus dedos Ă sua boca e ela os chupou com força sem parar de me encarar... - vocĂȘ gosta, buceta? Ela repetia sorridente e maliciosa... - Adoro, vocĂȘ Ă© uma putinha linda, eu respondia me deixando levar pelo desejo...
Tudo estava saindo perfeitamente, até melhor do que eu tinha imaginado... Tinha uma mulher toda pegada, sem nenhuma pressa para que o ato acabasse... No meio da esfregada nos peitos, ela me perguntou: - Posso te fazer uma pergunta?
- Claro, bebĂȘ, fala...
- Cris, vocĂȘ entrega o cuzinho?
Aà eu respondi que não, e ela começou com aquela de que dói, blå blå blå... Na hora, ela me olhou com uma ternura...
- Eu vou te dar a buceta, vocĂȘ quer foder meu cuzinho agora?
Ăbvio que sim, adoraria...
Ela pediu para eu sair de cima, foi até a cabeceira, pegou um gel, voltou de quatro e me entregou...
- Passa bem na buceta, e também no seu pau, e depois me faz sentir essa dureza no cuzinho...
Na hora, jå tinha o pau e o cu dela bem lubrificados... Pensei que ela não podia empinar mais, mas sim, aquela linda MONTANHA de carne conseguia apontar ainda mais para o céu... Direto para lå, meu pau prestes a explodir começou a abrir caminho pelo bum apertado dela, fazendo movimentos suaves conforme entrava. Ela estava acostumada a entregar, os gemidos mostravam que ela realmente curtia ser fodida ali...
Com metade do pau dentro, a pressĂŁo das paredes parecia querer cortĂĄ-lo, mas conforme ela dilatava, a sensação ficava cada vez melhor... Depois de um instante, jĂĄ entrava e saĂa com facilidade, ela rebolava a cintura, me fazendo explodir de prazer...
- Ai sim, gostoso, assim, eu adoro, mete mais fundo, me faz sentir vocĂȘ...
Nem precisava dizer, eu queria enfiar tudo, e foi o que fiz até as bolas baterem... Afastei bem as nådegas dela e comecei a me mover cada vez mais råpido. Ao puxar quase todo e enfiar de volta de uma vez, ela soltava uns gritos que os vizinhos com certeza ouviam, mas tanto faz, o prazer era prioridade...
- Isso, gostoso, isso, me dĂĄ tudo, fode bem meu bum, eu vou te dar o que ela nĂŁo te dĂĄ!!
- Me diz, o que vocĂȘ acha? Gosta?
Adoro, ela respondia entre gemidos, gostava de ouvir porque, ao falar, ela apertava de um jeito que eu mal conseguia puxar... Ela se masturbava furiosamente enquanto... eu a penetrava, até que um novo orgasmo tomou conta do seu corpo, enfraquecendo suas pernas e fazendo meu pau escapar do seu cu.
Segundos que admito que me vieron bĂĄrbaros para recuperarme, porque estaba a punto de gozar... NĂŁo contei a ela, mas me joguei em cima dela, beijando e mordendo suas costas enquanto ela curtia o orgasmo... Ela ria Ă s gargalhadas, nĂŁo conseguia controlar os sentidos, vĂȘ-la entregue ao prazer me gerava um prazer inexplicĂĄvel... Banhada em suor e fluidos, uma verdadeira rainha, sendo tratada como tal... Assim que o orgasmo acabou, ela me tirou de cima, me empurrou para o lado e voltou a montar. Sem hesitar um instante, pegou meu pau com uma mĂŁo e enfiou no seu cu jĂĄ super dilatado... Subia e descia pelo meu tronco pulsante, apertava ele, estava como uma louca, atĂ© parecia mais ardente do que quando eu comia a buceta dela... Ela rebolava igual aquelas estrelas pornĂŽ que eu jĂĄ tinha visto tantas vezes... IndescritĂvel a sensação no meu pau quando seus quadris descontrolados faziam movimentos rĂĄpidos, ela era uma expert controlando a situação... -Assim, gostosa, assim, me dĂĄ tudo, mexe, enfia bem, mete inteiro no meu cuzinho apertado...
gata descontrolada cavalgando como se nĂŁo houvesse amanhĂŁ... - vocĂȘ vai me dar o leite? nĂŁo tomei cafĂ© hoje, buceta... disse sorrindo com a carinha cansada, mas ainda ardente como no começo... Sim, meu amor, sim, vou te dar tudo... Deu um salto de cima de mim, tirando de uma vez, e se ajoelhou na cama... - na boquinha, me dĂĄ, quero tudo, disse enquanto massageava os peitos com força... Me ajoelhei na frente dela, e depois de uns toques deixei sair todo o leite que estava segurando. Banhando seu rosto lindo, meus fluidos escorriam pelos lĂĄbios dela e o que caiu na lĂngua foi engolido na hora. - ummm buceta, Ă© um montĂŁo, amo seu gosto, estava com muita vontade! đ„
Ela me olhava como se estivesse agradecida enquanto chupava atĂ© a Ășltima gota da minha cabeça... Meu corpo todo tremendo diante dela parecia desmoronar, mas ela o mantinha de pĂ© sĂł ao me ver daquele jeito... Uma vez com as bolas vazias, me joguei pra trĂĄs, satisfeito, e ela se encostou no meu peito... â Amei, meu amor, foi incrĂvel â sussurrou enquanto a mĂŁo dela acariciava meu pau ainda pulsante...
â Digo o mesmo, bebĂȘ, vocĂȘ me surpreendeu...
â Tanto tempo vizinhos e nunca tĂnhamos feito isso, que perda de tempo, nĂ©?
â Verdade â respondi, enquanto a vi se dirigir Ă mesa de cabeceira e voltar com um cigarro...
â A gente divide, bebĂȘ?
â Sim, sem dĂșvidas.
Enquanto o cigarro se consumia e a gente recuperava o fĂŽlego, combinamos de fazer isso mais vezes. E pode crer que aconteceu â desde aquela primeira vez, sei que a metros de casa tenho uma mulher ardente disposta a satisfazer meus desejos.
Desde entĂŁo, basta uma mensagem, e qualquer tarde tediosa do Franco se transforma num carnaval de obscenidades que qualquer um desejaria na vida...
1 comentĂĄrios - Clau, a vizinha gostosa: final đ„