Parte 1 http://m.poringa.net/posts/relatos/4665010/Claudia-la-vecina-caliente-parte-1.html Aquela noite não consegui dormir direito, a ansiedade de saber que em algumas horas ia ter ela nos meus braços me deu uma insônia inesperada. Totalmente duro e a Cris dormindo do lado, se eu tivesse coragem de fazer alguma coisa, sem dúvida eu descontava a vontade que tava sentindo pela Claudia nela, mas ela só dormia que nem uma morsa. Naquela manhã acordei umas 10, e assim que desbloqueei o celular pra ver as horas, vejo um WhatsApp dela, que me deixou desperto na hora. Ela no banheiro, debaixo do chuveiro, corpo completamente molhado, apertando os peitos, e na legenda da foto a seguinte frase: - bom dia gostoso, anexo fotinho pra alimentar os ratinhos, e um fogo.. Chocante pra quem acabou de acordar, mas aproveitei a ereção matinal e respondi a foto dela com uma da minha pica bem dura. - tô doido pra minha pica deslizar entre esses peitos lindos, e fica tranquila, que a máquina tá a todo vapor, bebota... Daí a pouco ela respondeu com um emoji babando, e só. Levantei pra tomar café, tentei puxar uma conversa normal com a Cris, mas não consegui acompanhar, minha cabeça tava em outro lugar. As horas foram uma eternidade, a Cris foi pro trampo, era 13:15 e recebo uma mensagem da Clau - vem, não vamos perder tempo, que as horas passam rápido. Respondi um "já vou" ansioso. Felizmente a gente morava quase colado, então depois de olhar bem pra todos os lados e ver que ninguém tava olhando, bati na porta dela sem hesitar.. Ela abriu, me fez entrar rápido. - oi vizinho, boa tarde, disse sorrindo, entra e senta, vou terminar uns negócios e já tô contigo... Sentei na sala um pouco nervoso, mas já tava tudo resolvido... Uns minutos depois ela apareceu se apoiando na porta, só de lingerie, sutiã bem apertado com transparência, onde os bicos dos peitos apontavam pra mim, e uma calcinha fio dental bem pequena, que dava pra ver que era de um tamanho menor do que o dela, porque parecia que ia escapar pros lados costados da sua gordinha, usa a palavra: buceta madura... —aqui estamos, bebê, vai ficar aí ou vai vir me ver mais de pertinho? Sem hesitar, levantei e fui ao encontro dela, um monumento de mulher mesmo, carnuda e voluptuosa como eu gosto, sem roupa muito mais gostosa do que o normal... Procurou minha boca rapidamente, enfiando a língua, entrelaçando com a minha, beijo com excesso de umidade, enquanto a mão dela, safada, acariciava meu volume. Dava apertões de leve, deslizava a palma da mão do começo ao fim. —vê como é que isso se sente, bebê— sussurrou, virando-se e me oferecendo aquela bunda divina, mãos apoiadas na parede e movimentos suaves de cintura. —me segura pelos quadris, me mexe no ritmo que você gosta— dizia... Subia e descia aquela bunda perfeita, mexia pros lados, curtia... —me dá uns tapinhas, bate um pouquinho, love, vai... O movimento daquelas nádegas depois de cada tapa era lindo de ver, depois de cada um, minhas mãos ficavam marcadas —ai sim, vai, outro— repetia, parecia que gostava de levar porrada. Já sem aguentar, tirei a pica e comecei a esfregar nas bochechas dela, molhando com um pré-gozo já excessivo. —ai, bebê, que molhadinha que tá, você tá me encharcando a bunda pequena... A voz de puta dela me tirava deste planeta, brincar com aquela bunda era ganhar o céu que nunca mereci... Ela se endireitou e se jogou em cima de mim de costas, pegou minhas mãos e levou pros peitões dela. —faz uns carinhos aqui, papi, vai— entre gemidos, exclamou a princesa... O sutiã era incrível ao toque, minhas mãos inquietas se perdiam entre os melões dela, os bicos duros pareciam querer furar o tecido, até que eu puxei pra baixo e pude senti-los, eretos, comecei a beliscá-los como um desesperado... —ai, adoro, meu love, mas devagar que tão sensíveis. Ela se jogou num dos meus ombros, o hálito quente parecia queimar meu pescoço, tava a ponto de melar a putinha. Roça vai, roça vem, ela dá um basta na situação e me pede pra acompanhá-la até a cama. Ela Na frente, rebolando a bunda de propósito, eu atrás, igual uma fera faminta. Ela ficou de quatro na cama, virou a cabeça e falou: — Chupa, é todo seu 🔥 Apoiou a barriga no colchão e empinou igual uma puta. Nem lerdo nem preguiçoso, fui atrás dela, amassando, abrindo, molhei tudo com saliva, minha língua tava desesperada.. Minha bruteza empurrava ela pra frente, mas ela, teimosa, se mexia pra trás pra deixar minha cara enfiada entre aquelas duas bandas celestiais... Sem parar de beijar, eu acariciava a buceta por trás, por cima da calcinha fio dental, o calor que saía daquela entreperna eu raramente tinha sentido. Virei ela de barriga pra cima, me meti entre as pernas dela, e comecei a lamber a buceta com a calcinha no lugar... — Uff, que quente que você tá, bombom, deixa eu te ajudar a esfriar. Derramei saliva por cima da calcinha, encharcando ela toda, ela mexia a bunda devagar enquanto gemia e segurava a cabeça... O cheiro que aquela buceta soltava me deixava louco, então puxei a calcinha de lado, liberando a gatinha. Carnuda, de lábios grossos, meio inchada, uma boceta divina, pra ser sincero.. — Ai, sim, adoro, continua, continua, ummm 🔥 Ela apertava minha cabeça com as pernas enquanto eu me deliciava com aquele manjar, chupando, lambendo, esticando os lábios. Ela me olhava fixo, não queria perder nenhum detalhe, e isso me esquentava ainda mais. Enfiava minha cara na buceta molhada, ela me segurava pela cabeça e me movia pra cima e pra baixo. — Uff, adoro como você chupa, continua, não para, me faz gozar, vai. Instantes depois, os espasmos tomaram conta do corpo dela e um grito ensurdecedor quebrou a calma do quarto — Ai, sim, ahhh, adoro, amor, adoro, ahhh 🔥 O gosto dos sucos dela invadiu minha língua, era realmente viciante, toda a gozo dela na minha boca, e ela olhando, curtindo ter me dado tudo... — Fica aí, fica aí! Ummm assim, meu amor, não se mexe... Fiquei até o orgasmo acabar, uns 30 segundos de contrações fortes e gemidos de gata... Exausta Na cama, entregue ao prazer, a noite toda tinha imaginado formas de dar prazer a ele, e estavam se realizando. "Agora é minha vez", disse ela, se mexendo ainda tremendo. Me joguei na cama, tirei a calça de uma vez com cueca e tudo, expondo minha ereção. Ela se aproximou do meu pau e começou a cheirar ele por completo, desde as bolas até a ponta, dava pra sentir o poder de sucção do nariz dela no meu tronco pulsante. "Papai, foi assim que te deixei? Humm, que pau gostoso você tem, adoro." Em seguida, abriu bem minhas pernas e se meteu no meio, pegando ele com uma das mãos e apoiando o rosto na minha barriga, me masturbava devagar enquanto me sorria, sem dúvida sabia o que fazia... Ela se deitou de barriga pra baixo e começou sua aventura de língua nas minhas bolas, cobrindo elas por completo com a língua, molhando elas enquanto com a mão expunha minha glande... "Humm, adoro suas bolas, amor." Eu só conseguia gemer, ela roubava minhas palavras, deslizou a língua percorrendo todo meu pau, até chegar na ponta, assim em cada lado, até culminar na minha glande, envolvendo ela com a língua. "Humm, adoro seu gosto, bebê." Ela provava meu pré-gozo sem parar de me olhar, até que senti a primeira sugada... Lenta, carinhosa, me arrepiou. Ela apertava o tronco com a mão enquanto sugava a cabeça entre risadas, morbidona total a mina... Ela abriu as mandíbulas e começou a engolir, centímetro por centímetro, devorou meu pau com uma facilidade absurda, a testa dela batia na minha barriga, até que se jogava pra trás de repente, e voltava a investir... A garganta molhada dela e o trabalho de sucção faziam minhas pernas tremerem, e ela percebia... "Humm, você gosta do jeito que eu faço, papai?" "Adoro, não para 🔥" "Humm, que bom, a noite toda pensei no seu pau, e aqui estou eu, te chupando, pra falar a verdade, está muito melhor do que na minha imaginação." Ela pegou minhas mãos e colocou na cabeça dela. "Vai, come minha boquinha, sei que você quer fazer isso, degenerado!" Afetivamente, peguei ela pela nuca e agora o ritmo do boquete era eu quem controlava... Sacudia ela com força, fazendo com que ela engolisse engolia tudo, mesmo que parasse com as ânsias.. — não, não para, não te disse pra parar, ânsia não importa... Então esqueci a cavalheirice e comecei a agarrar a boca dela sem piedade. A saliva dela encharcava minhas bolas e parte do colchão, algumas lágrimas borravam o rímel, a cor do rosto dela mudava, mas nada disso importava, ela também tava curtindo e não reclamava... Só tirava da boca pra bater na própria cara e esfregar por todo o rosto. Não era mais a mesma do começo, agora era uma loba entregue ao prazer, o olhar dela tinha mudado drasticamente e isso me deixava ainda mais tesudo... Num movimento rápido, ela levantou minhas pernas e quando percebi, a língua dela já tava percorrendo meu cu! Não esperava, mas não ia negar naquela altura, me entreguei completamente às habilidades dela. Subia, descia, me penetrava com a língua dura, cuspia o acúmulo de saliva, e voltava a lamber. — uff, adoro comer teu cu, adoro... — levanta tuas pernas assim que eu vou bater uma, vai... Fiz, e ela continuou trabalhando no meu cu, mas dessa vez também se dando prazer. O corpo inteiro dela tremia enquanto se masturbava rápido... Cena digna de filme pornô, mas na vida real... E sim, gozou pra caralho enquanto me comia o cu.. Até cair sem forças, rendida entre minhas pernas... — ahhh, assim, adoro ver você curtir, pussy, me deixa com muito tesão, gritava a vadia. — agora você vai me comer, né? Ela disse apertando minha cock... — óbvio, toda, respondi entre gemidos.. Pulou em cima de mim, esfregando a umidade da pussy em cima da minha cock, deslizava de cima pra baixo até que decidiu enfiar dentro... — ummm, ai sim, do jeitinho que eu queria, meu amor... Minha glande começou a abrir caminho dentro da pussy dela encharcada, a ponto de não ter chance de travar, assim que a glande entrou, automaticamente meu tronco deslizou inteiro naquela piscina linda cheia de fluido... — ai assim pussy assim, adoro, ummm que linda que entro... E começou com movimentos lentos, tirando quase tudo e sentando de uma vez, gemendo enquanto lutava pra soltar o corpete na pressa... Ao fazer isso, soltou aqueles peitos lindos na minha cara, divinos, durinhos, e começou a massageá-los enquanto se entregava cada vez mais na cavalgada... Minhas bolas batiam no meio da bunda dela, estralavam forte e isso me excitava ainda mais - ai sim, buceta, me come toda, me come toda, siiiim, adoro... - uff, como esse pau entra e sai, que gostoso que eu sinto, bebê! Louca em cima de mim, não parava de se mexer, levei minhas mãos na cintura dela pra ela rebolar um pouco mais enquanto tentava recuperar o fôlego... Não satisfeita em se mexer, abri bem as pernas dela pra nossos sexos baterem ainda mais - ai, buceta, como você abre minha perna, adoro, sinto você ainda mais, me abre, me abre mais, siiiim 🔥 Ela se jogou no meu peito meio exausta, esse foi o sinal pra começar a meter com força. Me agarrei bem nas costas dela pra me impulsionar ainda mais fundo nela. Os gritos dela doíam meus ouvidos, e ao mesmo tempo me incentivavam a penetrar com mais força, eu tava solto. Mantive o ritmo por vários minutos até que um grito desesperado me fez parar um pouco - ah, de novo, de novo!! Você me fez gozar de novo, filho da puta, siiiim, ahhhhhh 🔥🔥🔥 Tudo tava saindo melhor do que o planejado, eu tava tendo uma fodida gostosa com a vizinha que tanto queria... Mas pra minha surpresa, ainda faltava muito mais...
0 comentários - Clau la vecina caliente parte 2 🔥